Músico esteve no Brasil várias vezes com o grupo, um dos mais influentes da história do heavy metal.
Guitarrista do grupo inglês Motörhead — um dos mais influentes da história do heavy metal — entre os anos de 1984 e 2015 (quando a morte do fundador, baixista e vocalista Lemmy Kilmister levou ao fim das atividades da banda), Phil Campbell morreu este sábado, aos 64 anos de idade.
A notícia foi confirmada nas redes sociais da banda Phil Campbell and the Bastard Sons, que inclui seus filhos Todd, Dane e Tyla Campbell. Segundo o comunicado, o músico galês faleceu em paz após complicações decorrentes de uma cirurgia extensa.
A banda escreveu: “É com grande tristeza que anunciamos o falecimento de nosso amado pai, Philip Anthony Campbell, que se foi em paz na noite passada, após uma longa e corajosa batalha na UTI, depois de uma complexa cirurgia.”
“Phil era um marido dedicado, um pai maravilhoso e um avô orgulhoso e amoroso, carinhosamente conhecido como ‘Bampi’”, acrescentou a banda. “Ele era profundamente amado por todos que o conheciam e fará muita falta. Seu legado, sua música e as memórias que ele criou com tantos viverão para sempre.”
Foi com Campbell que o Motörhead se apresentou diversas vezes no Brasil, ao longo dos anos 1980, 1990, 2000 e 2010 — a ponto de dedicar ao país a música “Going to Brazil” (do álbum “1916”, de 1991). Em 2011, o grupo foi atração do palco Mundo do Rock in Rio, e o guitarrista chegou a vestir uma camisa do Atlético Mineiro, presente de Paulo Jr, baixista do Sepultura.
Peça fundamental
Ao longo de seus 31 anos na banda, Phil Campbell se tornou uma peça fundamental no som do grupo e, a partir de 1995 (ano da saída de Michael “Würzel” Burston), o seu único guitarrista pelas duas últimas décadas da carreira. Após a morte de Lemmy Kilmister, ele formou com seus filhos o Phil Campbell and the Bastard Sons, com o qual seguiu fazendo turnês e lançando músicas.
Em fevereiro, a banda cancelou uma série de shows na Austrália e na Europa, agendados entre março e maio, devido a recomendações médicas dadas a Campbell. Nenhum outro detalhe foi divulgado na ocasião.
Com a morte de Campbell, restou um único integrante de mais longa duração no Motörhead (grupo que começou suas atividades em 1975) ainda vivo: Mikkey Dee, baterista entre 1992 e 2015, hoje nos Scorpions.
No Instagram do Motörhead, uma publicação descreveu o guitarrista como sendo alguém "maravilhoso" como um "enorme raio de luz".
“Phil era um marido dedicado, um pai maravilhoso e um avô orgulhoso e amoroso, carinhosamente conhecido como ‘Bampi’”, acrescentou a banda. “Ele era profundamente amado por todos que o conheciam e fará muita falta. Seu legado, sua música e as memórias que ele criou com tantos viverão para sempre.”
Foi com Campbell que o Motörhead se apresentou diversas vezes no Brasil, ao longo dos anos 1980, 1990, 2000 e 2010 — a ponto de dedicar ao país a música “Going to Brazil” (do álbum “1916”, de 1991). Em 2011, o grupo foi atração do palco Mundo do Rock in Rio, e o guitarrista chegou a vestir uma camisa do Atlético Mineiro, presente de Paulo Jr, baixista do Sepultura.
Peça fundamental
Ao longo de seus 31 anos na banda, Phil Campbell se tornou uma peça fundamental no som do grupo e, a partir de 1995 (ano da saída de Michael “Würzel” Burston), o seu único guitarrista pelas duas últimas décadas da carreira. Após a morte de Lemmy Kilmister, ele formou com seus filhos o Phil Campbell and the Bastard Sons, com o qual seguiu fazendo turnês e lançando músicas.
Em fevereiro, a banda cancelou uma série de shows na Austrália e na Europa, agendados entre março e maio, devido a recomendações médicas dadas a Campbell. Nenhum outro detalhe foi divulgado na ocasião.
Com a morte de Campbell, restou um único integrante de mais longa duração no Motörhead (grupo que começou suas atividades em 1975) ainda vivo: Mikkey Dee, baterista entre 1992 e 2015, hoje nos Scorpions.
No Instagram do Motörhead, uma publicação descreveu o guitarrista como sendo alguém "maravilhoso" como um "enorme raio de luz".
A declaração diz: "Phil era um guitarrista, compositor, intérprete e músico maravilhoso que tinha o Motörhead nas veias. Ele sempre se destacou com seu talento para a guitarra e tinha um grande senso de humor, mas acima de tudo, Phil se destacava com o coração. Era impossível estar perto dele sem dar uma risadinha, ou até vinte, porque, simplesmente, Phil amava a vida e a vivia com muita alegria."
Fonte:Motörhead (Page)
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