domingo, 4 de outubro de 2026

Armadilha ultrapassa fronteiras do Heavy Metal em novo álbum, “Além do Limite Astral”





Produzido por Val Santos, novo trabalho celebra a história do metal brasileiro e fortalece a conexão da banda com a cena latino-americana.



O Armadilha apresenta um novo capítulo de sua trajetória com “Além do Limite Astral”, álbum que já está disponível nas plataformas digitais e também ganhou edição especial em CD pela gravadora carioca Dies Irae Records. Com nove faixas em seu repertório principal, além de uma releitura e três bônus, o trabalho reafirma as raízes da banda no Heavy Metal tradicional enquanto amplia seu diálogo com a história e a cena metálica latino-americana.



Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, nome de longa trajetória no Heavy Metal brasileiro, “Além do Limite Astral” foi construído para preservar uma sonoridade pesada e orgânica. O resultado marca um novo momento para o grupo formado por Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).



Mais do que olhar apenas para o presente, o Armadilha utiliza o novo disco para reconhecer suas origens e aqueles que ajudaram a construir a cultura da qual faz parte. Um dos exemplos mais representativos dessa proposta está em “Velhos e Eternos”, homenagem aos pioneiros e personagens que ajudaram a escrever a história do Heavy Metal nacional.



A música ganhou um videoclipe que reúne nomes de diferentes gerações da cena brasileira, entre eles Andreas Kisser, Kim Kehl, Roosevelt Bala, Nelson Fonte, Cachorrão, Roger Vilaplana, Paulão Thomaz, Junior Muzzilli, Ivan Martins, China Lee, Paulo Rossi, Walcyr Chalas, Flavio Ferb, Renato Trevas, Mario Pastore, Zhema e Val Santos, além de prestar homenagem a Renato RT (in memoriam).


“Velhos e Eternos” nasceu justamente da intenção de reconhecer aqueles que abriram caminhos e contribuíram para que novas gerações pudessem continuar fazendo e vivendo Heavy Metal no Brasil.



Se essa faixa volta os olhos para a história brasileira, “Hermandad de Acero” expande a proposta para além das fronteiras do país. A composição reúne músicos de diferentes lugares da América Latina em uma celebração da união construída pelo Heavy Metal no continente.








A ideia está diretamente ligada à participação do Armadilha no movimento N.L.H.M.L.A. (Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano), iniciativa que busca aproximar bandas e fortalecer a circulação e a valorização da produção metálica da região.



Esse diálogo entre passado, presente e identidade atravessa “Além do Limite Astral”. Faixas como “Sangue por Sangue”, “Ataque”, “Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz” e “Xeque Mate” dividem espaço com a faixa-título e ajudam a construir um trabalho que parte das bases do Heavy Metal tradicional sem se limitar a uma simples reprodução de suas referências.



O álbum também traz “Headbanger (Avenger)” e encerra seu repertório principal com uma versão de “Born In The Streets”, do Hirax. A edição conta ainda com as faixas bônus “Devil On My Roof”, “Motin En Occidente” e “500 Años de Que?”.



A identidade do projeto vai além das músicas. Toda a concepção visual de “Além do Limite Astral”, incluindo a capa e o slipcase, foi desenvolvida pelo próprio vocalista Pedro Zupo, reforçando o caráter autoral do álbum e a participação direta dos integrantes em diferentes aspectos de sua criação.



Para os colecionadores, “Além do Limite Astral” também está disponível em edição especial em CD pela Dies Irae Records, com slipcase, pôster, adesivo e booklet de 16 páginas, trazendo letras e fotografias inéditas.



Com “Além do Limite Astral”, o Armadilha não apenas acrescenta um novo trabalho à sua discografia. A banda transforma suas próprias referências em uma declaração de pertencimento a uma cultura construída por diferentes gerações — e que, para o grupo, não termina nas fronteiras brasileiras – o vocalista Pedro Zupo está neste momento, na Europa, negociando shows e participações em festivais no velho continente.






Track List  “Além do Limite Astral”:



1.Além do Limite Astral
2.Sangue por Sangue
3.Velhos e Eternos
4.Ataque
5.Hermandad de Acero
6.Headbanger (Avenger)
7.Erga Seus Punhos ou Baixe Sua Voz
8.Xeque Mate
9.Born In The Streets (Hirax Cover)


Bonus tracks:

10. Devil On My Roof (Vulcano cover)
11. Motin En Occidente (Arkangel cover)
12. 500 Años de Que? (Tren Loco cover)


Ouça “Além do Limite Astral”:
https://open.spotify.com/intl-pt/album/3dvzRNXT8WTPjGySk1w4RN?si=b0NXjoxhS9We_LU8jTti9Q


Adquira o CD:

order@diesirae.com.br



O Armadilha é Pedro Zupo (vocais), Denys Garcia (guitarra), Gregório Bondezam (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).



Assista “Velhos e Eternos”:







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Amaravida, projeto de Lucas Arissa, estreia tirando os ídolos do pedestal





Projeto de Lucas Arissa, ex-integrante da banda punk Hurry Up, lança música de estreia, entre o emo, o indie e o post-rock.



Quando as luzes do palco se apagam, o que sobra das pessoas que a gente idolatra? É com essa provocação que o AMARAVIDA se apresenta ao público. 'Pergunta Lá Para Os Seus Heróis', primeiro single do projeto criado pelo músico e compositor Lucas Arissa, chega às plataformas digitais no dia 2 de outubro. É o primeiro lançamento de Lucas depois de 13 anos na banda punk Hurry Up, de Americana (SP), e de um longo período longe dos palcos.

O pre-save já está disponível: https://snd.click/zr6i.

O AMARAVIDA é o projeto autoral de Lucas, 34 anos, tradutor, professor de idiomas e formado em Letras, hoje morando em Praia Grande, no litoral paulista. Ele compõe, produz e convida outros músicos para colaborar a cada canção.

"Pergunta Lá Para Os Seus Heróis", uma balada semi-acústica, entre violão e efeitos, foi a primeira música que escreveu depois de deixar o Hurry Up, em 2019, e abre o caminho para um segundo single, em novembro, e para um EP bilíngue.

"A ideia é simples: compartilhar, com o máximo de sinceridade, recortes da nossa vida que expõem a nossa humanidade. O que há de belo, grotesco, surreal e contraditório nisso tudo", resume Lucas.
Heróis de carne e osso

A canção se constrói em torno de uma pergunta repetida verso após verso, como um refrão que volta sempre com uma nova provocação. Um deles diz: "Pergunta lá para os seus heróis se tanto amor e promessa vale para depois da festa, quando as luzes do palco se apagam".

Lucas conta que a estrutura tem parentesco com um clássico da canção de protesto. "O mote é sempre 'Pergunta lá para os seus heróis' e mais alguma provocação na letra. Algo meio 'Blowin' in the Wind', do Bob Dylan, que sempre começa com 'How many…'."

O alvo, porém, não são os ídolos, e sim o pedestal onde o público os coloca. "

A ideia não é criticar nossas referências, mas sim criticar nossa idealização delas, o que as desumaniza. Não estaríamos sendo injustos ao colocar em nossos heróis expectativas que eles mesmos nunca conseguirão cumprir por serem simplesmente pessoas como nós?", questiona.

A reflexão nasceu, ele confessa, de uma inquietação pessoal. "Tive a sorte de conhecer vários dos meus heróis e cheguei à feliz conclusão de que são tão de carne e osso quanto os heróis que tenho na minha família. Isso me ajudou a crescer como ser humano."
Humano e divino

Lucas afirma que as canções do AMARAVIDA possuem sempre dois lados, o humano e o etéreo, buscando trazer uma realidade espiritual.

Em "Pergunta Lá Para Os Seus Heróis", entre os ídolos que falham e encantam justamente por serem humanos, surge a figura de Jesus Cristo como o herói que não decepciona, em versos como "se te conhecem por nome, se pagam sangue e morte apenas para te ver são e salvo em casa" e "e levou a minha surra no meu lugar".

"Agradeço a Ele, Jesus, igualmente humano e divino, que me disse um dia que é vida, verdade e o caminho sem o qual eu não estaria de pé hoje e não teria feito as canções que vocês vão ouvir", afirma.

É dessa ideia que vem o nome do projeto. "AMARAVIDA é acolher todo momento da vida, bom ou ruim, sentindo tudo e escolhendo deliberadamente a postura do amor, da graça e da paz, por mais duro que isso possa ser. Espero conseguir fazer isso bem um dia."

A capa segue a mesma linha: uma praia sob um céu que Lucas descreve como "intimidante de tão lindo", com a silhueta de duas pessoas caminhando de mãos dadas.

"Diante da grandeza que existe em nossa vida, nossos heróis são capazes de nos segurar pela mão para enfrentar e se encantar pelo que vier pela frente? Me interrogo sobre isso mantendo a esperança eterna de que a resposta é sim."
Do punk ao violão

Lucas integrou o Hurry Up de 2006 a 2019, tocando um punk que ele mesmo define como emocional e catártico. Depois de sair da banda, passou a tocar apenas na igreja, onde o violão ganhou espaço sobre a guitarra. Ao mesmo tempo, conversava com o irmão sobre artistas como Elliott Smith e Death Cab for Cutie. "Estava com vontade de fazer uma música mais orientada pelo violão e pelo teclado", lembra.

A gravação aconteceu no Hup Sounds, estúdio e casa de shows de Americana criado pelos integrantes do Hurry Up e mantido até hoje por Cláudio Cestare Jr. As captações ficaram a cargo de Bruno "Menega" Meneghel. "Fiz questão de organizar essa gravação lá, com os caras que sempre me fortaleceram desde que comecei a tocar guitarra, aos 14 anos. Vida longa ao Hup! Bandas, conheçam esse local", diz Lucas.

A mixagem foi feita por Clay Borges, no Clay Borges Home Studio, em Praia Grande. O solo de trompete que encerra a faixa é de Giovane, antigo professor de trompete de Lucas.
Sublime e catártico

Entre o emo, o indie e o post-rock, a sonoridade do AMARAVIDA reúne violões intimistas, teclados profundos, trompetes singelos e guitarras distorcidas, alternando momentos contidos e explosões conforme a emoção de cada canção. No single de estreia, violão e teclado conduzem a música, e o trompete fecha a faixa.

"Sempre gostei de bandas que tinham a pegada mais lenta e profunda, com um som cadenciado, respeitando o espaço entre as notas e cantando baixinho, e isso não encaixava no punk emocional do Hurry Up", explica.

As referências desenham o repertório de quem começou a tocar em meados dos anos 2000. De um lado está o emo e o indie norte-americanos de Death Cab for Cutie, Dashboard Confessional, Jimmy Eat World, Motion City Soundtrack e Manchester Orchestra.

De outro, a canção intimista de Elliott Smith e do Bruce Springsteen de "Nebraska" (1982), o pop confessional de Alanis Morissette e o emo brasileiro de Cinedisco e Zander.

"Temos multidões dentro de nós mesmos, e a música permite a essas multidões conversarem entre si", define Lucas.
Próximos passos

"Pergunta Lá Para Os Seus Heróis" também ganha um lyric video no YouTube. Em novembro sai o segundo single, e na sequência vem um EP com seis faixas: três canções em português e suas versões em inglês.

Links Relacionados:


instagram.com/amaravida.musica

linktr.ee/amaravida


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Critical Fear lança single e clipe 'Age of Darkness'






Banda paulista de thrash metal apresenta faixa que aborda os assírios e antecipa terceiro álbum, com lançamento pela Hammerheart Records.


O Critical Fear apresenta o single e clipe "Age of Darkness", faixa que integra o repertório do terceiro álbum da banda paulista de thrash metal, com lançamento mundial marcado para 11 de dezembro pela gravadora holandesa Hammerheart Records. O trabalho estará disponível em CD, vinil e plataformas digitais, com pré-venda já disponível nos sites da Hammerheart Records e da Napalm Records, da Áustria, em parceria com o selo holandês.

"Age of Darkness" aborda a história dos assírios, antigo povo da Mesopotâmia que dominou parte da região entre os séculos IX e VII antes de Cristo e ficou conhecido pelos métodos extremamente violentos empregados contra povos conquistados. Segundo a banda, a escolha do tema também estabelece uma relação com o mundo contemporâneo e os conflitos armados que continuam acontecendo em diferentes regiões. "Como sou professor de história, decidimos trazer um pouco da antiguidade. No fundo, estamos fazendo uma referência também ao mundo atual, repleto de guerras sem sentido", explica o vocalista e guitarrista AxeButcher.

Musicalmente, "Age of Darkness" combina thrash metal e death metal old school, com referências a Kreator, Sepultura, Dark Angel e Slayer. A produção foi realizada entre Brasil e Alemanha, com baterias e vozes gravadas em Agudos e Limeira, respectivamente, e etapas de reamp, mixagem e masterização conduzidas por Tom Exa, em Berlim. O clipe de "Age of Darkness" foi produzido por Leo Soares e também conta com a participação do artista Maligno, de Rio Claro, headbanger e integrante ativo da cena regional.

Confira o videoclipe em:








Formado em 2008, o Critical Fear mantém uma proposta voltada à essência do thrash metal dos anos 1980, combinando referências da música extrema com temas relacionados à sociedade. A formação atual reúne AxeButcher (vocal e guitarra), Hell'Lord (guitarra), EvilNightmare (baixo) e Tormentor (bateria). A banda já lançou os álbuns "Conflicts" (2011) e "A Real Danger" (2022), além de singles e demos. Em 2025, o Critical Fear realizou sua primeira turnê europeia, com apresentações na Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Eslováquia, República Tcheca e Luxemburgo, além de diversos shows pelo Brasil. Em julho de 2026, a banda realizou uma nova turnê nacional e já tem uma extensa série de apresentações pela Europa programada para 2027.

Links Relacionados:


Instagram: https://www.instagram.com/critical.fear/

E-mail: criticalfear.band@gmail.com

Fonte:Ase Press

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Brutal Reality faz um necessário resgate da essência do death metal em meio aos excessos das produções contemporâneas





O álbum de estreia da banda, “The Cycle Of Fall”, foi produzido por Rogério Wecko, do Dual Noise Studio, e lançado em CD pela Impaled Records.


Em meio a tantos temas relevantes para a contemporaneidade, o desenfreado avanço tecnológico — especialmente relacionado à inteligência artificial — certamente ocupa um lugar central. Líderes governamentais e especialistas do mundo todo têm debatido os limites e impactos do desenvolvimento de novas inteligências artificiais. Na música, mais especificamente no heavy metal, há anos temos acompanhado a influência das IAs, tanto em relação aos recursos de estúdio quanto nas apresentações ao vivo. Independentemente de qualquer juízo de valor sobre o assunto, é fato que as novas tecnologias têm influenciado diretamente mudanças estéticas no heavy metal, principalmente aquelas relacionadas ao som.

Nesses tempos de vertiginosos avanços, tradições e movimentos culturais demandam cautela, de forma a preservar suas características e especificidades essenciais. Se depender do Brutal Reality, o death metal está preservado de qualquer risco neste sentido.

Formada na capital paulista em 2022, o Brutal Reality é uma autêntica banda de death metal clássico. O power-trio formado por Júlio Cesar (vocal/guitarra), Danny Schneider (baixo) e Edilson Alves (bateria) busca referências nas primeiras bandas que ajudaram a conceber o gênero, embora não se sustente pela repetição, mas sim pela produção de diferença.

O álbum de estreia da banda, “The Cycle Of Fall”, é um autêntico testemunho de como fazer death metal à moda antiga sem abrir mão da identidade.
Gravado no Dual Noise Studio e produzido por Rogério Wecko, “The Cycle Of Fall” reúne oito faixas: “Mind Controller”, “Power By Blood”, “The Real Enemy”, Slave To Your Lies”, “The Tormentor”, “The Fall”, “I’m Cornored”, “The White Curse”.
Se musicalmente “The Cycle Of Fall” é estruturado no death metal old school, o mesmo acontece com as letras que tratam sobre temas típicos, porém extremamente relevantes para a contemporaneidade: a decadência da espécie humana através de comportamentos destrutivos.

“The Cycle Of Fall” foi oficialmente lançado em maio de 2025 e ganhou uma versão em CD pela Impaled Records.

“The Cycle Of Fall” também está disponível em todas as principais plataformas de streaming:

Amazon: https://bit.ly/4hqeIx3

A faixa “The Real Enemy” ganhou um videoclipe produzido por Eric Teixeira e Edgard Viduedo e está disponível no canal do Brutal Reality no Youtube:






Em termos de palco, o Brutal Reality é uma banda bastante ativa, com dezenas de participações em festivais e shows nas principais casas do gênero em São Paulo. As datas de shows da turnê de divulgação do “The Cycle Of Fall” são regularmente anunciadas nas mídias sociais da banda.



Links Relacionados:

www.youtube.com/@brutalrealityoficial



Fonte:Som Do Darma


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Forget Everything transforma conflitos e excessos em seu álbum de estreia “Disgrace In My Fate”






Trio aprofunda sua mistura pesada e eclética em trabalho marcado por riffs agressivos, atmosferas sombrias e letras sobre conflitos, vícios, escolhas e resistência.

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Caos, excessos, conflitos e autodestruição atravessam Disgrace In My Fate, álbum de estreia do Forget Everything. O trabalho chega às plataformas em 30 de setembro de 2026.

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Formada em 2023, em Piracicaba (SP), o Forget Everything é composta por Murilo Ramos (vocais e guitarra), Mateus Lopes (baixo e backing vocals) e João “Lizzy” Lima (bateria). Desde o início, o trio transforma experiências pessoais e conflitos cotidianos em uma sonoridade pesada e agressiva.

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A trajetória começou a ganhar forma em 2024, com o lançamento do single homônimo “Forget Everything”. Depois disso, a banda apresentou “Dangers Of The Dawn” e lançou o EP de quatro faixas Intrusive Thoughts, em janeiro de 2025.

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Desde então, o grupo ampliou sua presença no underground paulista e passou a circular por diferentes cidades do estado. Nesse período, também dividiu palcos com Cemitério, D.F.C., Eskröta, Bayside Kings e Chaos Synopsis, dentre outras.

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A força dos contrastes na sonoridade da banda

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Nas nove faixas de Disgrace In My Fate, o Forget Everything articula quatro referências centrais: Thrash Metal, Doom Metal, Speed Metal e Crossover. Juntas, elas criam uma dinâmica que alterna velocidade, peso e atmosferas densas.

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O contraste entre Doom e Speed ocupa um espaço importante nesse equilíbrio. Enquanto o Doom Metal conduz as passagens mais arrastadas e sombrias, o Speed Metal acelera os andamentos e aumenta a sensação de urgência. Como resultado, o álbum trabalha diferentes intensidades sem abandonar a agressividade característica do trio.

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Além dessas bases, a sonoridade incorpora ainda elementos de Punk Rock. Eles aparecem em arranjos, mudanças de ritmo e determinados momentos das composições. Entre as referências que ajudam a contextualizar esse universo vasto de influências estão Toxic Holocaust, Municipal Waste, Sepultura da era Cavalera, Pentagram e Candlemass.

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Para este trabalho, o trio adotou uma premissa simples: “todas as notas importam”. A partir dela, as músicas foram construídas com maior objetividade. Riffs, mudanças de andamento e vocais ocupam espaços definidos, enquanto os arranjos evitam elementos que não tenham uma função dentro das faixas.

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Por consequência, as músicas são mais enxutas e concentram sua força nos pontos essenciais de cada composição. Na parte vocal, Murilo Ramos mantém a voz rasgada que marca a identidade da banda. Ao mesmo tempo, sua interpretação ganhou linhas mais graves, guturais e dobradas.

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A produção, a mixagem e a masterização ficaram sob responsabilidade de Gabriel do Vale. Dessa forma, o trabalho preserva a agressividade das gravações e apresenta maior definição entre os instrumentos e suas diferentes camadas.

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Conflitos, excessos e resistência

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As letras de Disgrace In My Fate partem de experiências relacionadas à autodestruição, aos vícios e aos excessos. Além disso, conflitos, ressentimentos, escolhas e consequências aparecem em diferentes momentos do álbum.

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Ainda assim, o disco não se concentra apenas na queda. Pelo contrário, as composições também abordam a resistência diante de situações que levam seus personagens ao limite, explorando as consequências dessas experiências e a capacidade de reagir a elas.

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Nesse contexto, as letras apontam para a necessidade de continuar mesmo diante de períodos difíceis. A resistência aparece, portanto, não como um discurso abstrato, mas como resposta aos conflitos, escolhas e excessos que atravessam o álbum.

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As composições foram construídas a partir de experiências e reflexões acumuladas ao longo do tempo. Por isso, o álbum não segue uma única temática. Cada faixa aborda situações diferentes, mas todas mantêm uma perspectiva pessoal sobre conflitos internos, escolhas e acontecimentos do cotidiano.

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A identidade visual acompanha essa abordagem. Criada pelo artista piracicabano Dan Lemos, a capa de Disgrace In My Fate dialoga com o conceito do álbum e com a estética desenvolvida pelo Forget Everything.

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Além disso, a arte reforça a atmosfera sombria presente nas músicas. Desse modo, a identidade visual estabelece uma conexão direta com o conteúdo do disco.




Ouça em https://ditto.fm/disgrace-in-my-fate-forget-everything​

Assista ao videoclipe da faixa-título :


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Track List:

“Suffering In Silence” (Instrumental)
“Calling Peace”
“Rip”
“Excess Of Serotonin”
“Void Painted Green”
“Surfing While They Walk” (Instrumental)
​“Disgrace In My Fate”​
“The Price”
“TDAH”

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Depois de três anos de carreira, Disgrace In My Fate consolida o caminho construído pelo Forget Everything e mostra um trio mais seguro em suas escolhas. Ao mesmo tempo, a banda mantém a agressividade dos primeiros trabalhos enquanto amplia as possibilidades de sua sonoridade.

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Entre riffs acelerados, passagens densas e momentos de maior tensão, o álbum reúne as principais referências que acompanham o grupo desde o início. Por outro lado, as letras colocam experiências pessoais, conflitos, excessos e suas consequências no centro das nove faixas.

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Assim, Disgrace In My Fate fecha o primeiro ciclo do Forget Everything com um trabalho direto, pesado e pessoal. O álbum encara as próprias quedas sem transformar a derrota em ponto final.

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Assista ao videoclipe da faixa-título :






Links Relacionados:

Instagram: @forgeteverythingofficial

​Facebook/YouTube: @forgeteverything666



Fonte:JZ PRESS 


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Iron Maiden invade Sniper 3D em colaboração inédita





Shooter mobile da Wildlife Studios recebe evento temático com armas, skins e missões inspiradas na discografia do Iron Maiden, em celebração à Run For Your Lives World Tour, a turnê de 50 anos da banda.




São Paulo, 2 de outubro de 2026 – Prestes a completar 12 anos, o Sniper 3D recebe sua primeira colaboração com uma banda de rock: o Iron Maiden chega ao jogo (disponível gratuitamente para iOS e Android) com conteúdos inspirados em sua discografia e em Eddie, o mascote icônico da banda britânica.

A partir de hoje, os jogadores poderão participar de "The Eternal Frequency", uma saga que une o universo de Sniper 3D a referências da história do Iron Maiden. O lançamento acontece durante a turnê que celebra os 50 anos da banda e estreia com "Eternal Horizon", o primeiro capítulo do evento, inspirado no álbum Somewhere in Time.

O que chega ao jogo

Nesta primeira etapa, o destaque fica por conta do Chronolace, um novo rifle de sniper inspirado no universo futurista do álbum, e da skin Eternal Rider, baseada no guerreiro cibernético que protagoniza o capítulo. O evento também traz itens de personalização, uma caixa de recompensas temática e um acessório para a cabeça gratuito, que pode ser desbloqueado pelos jogadores durante as missões do evento.

Os elementos do Iron Maiden também tomam conta da interface do jogo, com a temática presente nas telas de início e carregamento, nos espaços de evento e em diferentes áreas das cidades.

"Sniper 3D é um jogo com uma história muito longa e uma comunidade consolidada. A parceria com o Iron Maiden nos permite explorar esse universo de uma forma nova, criando uma experiência diferente para quem já joga e apresentando o título aos fãs da banda", diz Marcelo Braga, Associate Art Director da Wildlife Studios.



Sobre a Wildlife Studios

A Wildlife Studios é uma empresa brasileira de tecnologia e entretenimento especializada em jogos mobile. Fundada em 2011, a companhia construiu um portfólio de franquias que já ultrapassou 4 bilhões de downloads globalmente, com títulos como Sniper 3D, Tennis Clash, Zooba e Color by Number. Mais de 90% dos jogadores da Wildlife estão fora do Brasil, e a empresa mantém operações nos Estados Unidos, na Finlândia e no Brasil.

Para saber mais sobre a Wildlife Studios, acesse https://wildlifestudios.com/pt-br/.

Contato para imprensa: wildlife@maquinacohnwolfe.com


Fonte:Maquina Cohn Wolfe


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Slash Ft Myles Kennedy And The Conspirators retornam ao Brasil com turnê e anunciam o novo single e o clipe oficial da música ''Flying Blind''







A banda retorna ao Brasil, agora com a "FLYING BLIND TOUR 2027", para shows em Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo em uma realização da 30e e apresentação de Itaú Live; ingressos estarão disponíveis a partir do dia 7 de outubro, às 10h, para clientes do banco, e a venda geral começa às 10h do dia 9 de outubro.


LOS ANGELES, CA — Após 15 anos e cinco álbuns de uma das parcerias mais duradouras do rock moderno, o SLASH FT MYLES KENNEDY AND THE CONSPIRATORS, também conhecido como SMKC, retorna hoje com o novo single e com o videoclipe oficial, “Flying Blind”. A faixa, com ares de hino, é a primeira amostra de um poderoso capítulo da banda e dá nome ao seu aguardado quinto álbum de estúdio, o Flying Blind, que será lançado mundialmente em 26 de fevereiro de 2027, pela Gibson Records.

Gravado em grande parte ao vivo com o produtor Michael “Elvis” Baskette, no Studio Barbarosa, na Flórida, o trabalho de 12 faixas captura SLASH na guitarra e no pedal steel, MYLES KENNEDY nos vocais, TODD KERNS no baixo, BRENT FITZ na bateria e FRANK SIDORIS na guitarra base, em um momento de total espontaneidade e entrosamento. A banda concluiu a maior parte do álbum em cerca de uma semana, gravando duas canções por dia e com os músicos tocando juntos na mesma sala. “É um disco de rock ’n’ roll muito divertido, meio espontâneo”, diz SLASH sobre Flying Blind. “É muito direto, descomplicado e cru.”

Ouça (AQUI) o “Flying Blind”, já disponível em todas as plataformas digitais, e assista ao videoclipe, filmado no The Viper Room, em Los Angeles, e dirigido por John Harvatine IV. Faça a pré-reserva, adicione à sua biblioteca e encomende o álbum FLYING BLIND (AQUI).

Criada espontaneamente durante a pré-produção, a música “Flying Blind” surgiu quando SLASH apresentou um riff enquanto a banda se preparava para ensaiar. A canção desenvolveu-se rapidamente, combinando a energia inconfundível de hard rock do SMKC com uma melodia arrebatadora e um gancho imediato que, por fim, a tornaram a escolha natural para apresentar o álbum. "Criado no estúdio durante a pré-produção, um riff me veio à cabeça e começou a se desenvolver. Eu não tinha nada dessa música antes de o pessoal chegar, então começamos um ensaio e tocamos aquele riff. A música tomou forma muito rapidamente. Quanto a ser o primeiro single, nunca se sabe qual será a música de trabalho até que ela esteja gravada. Quando comecei a pensar nisso, a “Flying Blind” parecia ter uma sensibilidade melódica e também o gancho ideal para ser um single", explica SLASH.

Para MYLES KENNEDY, a letra da faixa-título aborda os atalhos que as pessoas às vezes buscam em sua procura pela realização pessoal. “Gostei muito de criar a melodia para essa música”, acrescenta KENNEDY. “A forma como a progressão de acordes começa tem um fluxo agradável. A letra fala sobre como, às vezes, as pessoas tentam pegar atalhos e encontrar o caminho mais fácil para alcançar a felicidade ou a iluminação.”

TURNÊ “FLYING BLIND WORLD TOUR 2027” NO BRASIL E NO MUNDO
O SMKC também anunciou a “FLYING BLIND WORLD TOUR 2027”, uma extensa série de shows internacionais que começa na América Latina em 2 de abril, chega à América do Norte em 23 de abril e segue pelo Reino Unido e pela Europa. A turnê norte-americana inclui duas noites no The Wiltern, em Los Angeles, além de apresentações no Beacon Theatre, em Nova York, no Ryman Auditorium, em Nashville, no Citizens House of Blues, em Boston, no Fillmore Auditorium, em Denver e em outros locais emblemáticos.

O Brasil recebe a “FLYING BLIND WORLD TOUR 2027” em abril de 2027. A turnê passará por quatro capitais com realização da 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e com a apresentação de Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. A série de shows estreia na Arena Opus, em Florianópolis, em 10 de abril de 2027; e segue para a Live Curitiba, em Curitiba, em 11 de abril; Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, em 13 de abril; e finaliza no Espaço Unimed, em São Paulo, em 14 de abril. Os ingressos podem ser comprados no site da Eventim (acesse aqui), exceto em Florianópolis, que fará a venda via o site Minha Entrada (acesse aqui). Clientes Itaú terão acesso à pré-venda exclusiva a partir das 10h do dia 7 de outubro, com 15% de desconto na compra de ingressos com cartões de crédito Itaú no período. Já a venda geral começa às 10h do dia 9 de outubro.


PRODUÇÃO DO ÁLBUM FLYING BLIND


O SMKC continua trabalhando da mesma forma que faziam no início: reunir-se em uma sala, tocar e ver o que acontece. Essa filosofia norteia o FLYING BLIND, primeiro álbum de estúdio completo da banda desde o aclamado 4, de 2022. Algumas de suas faixas surgiram a partir de demos e de fragmentos musicais de SLASH, enquanto outras foram criadas espontaneamente, com os músicos tocando juntos na mesma sala.

SLASH apresentou o material inicial a KENNEDY, que compôs as melodias vocais e as letras antes de as músicas serem desenvolvidas em arranjos para a banda completa, com o baixista TODD KERNS, o baterista BRENT FITZ e o guitarrista base FRANK SIDORIS. “Ele é um compositor de riffs incrível”, diz KENNEDY sobre SLASH. “Ele também cria progressões de acordes simples, que são muito valiosas para melodias. Funciona e é atemporal.”

Ao contrário dos álbuns anteriores do SMKC, cujos riffs e arranjos muitas vezes evoluíam durante as passagens de som diárias e nas longas turnês, grande parte do FLYING BLIND foi concebido em períodos de trabalho intenso, nos intervalos entre os outros projetos dos integrantes. SLASH desenvolveu o material enquanto estava em turnê com o Guns N’ Roses, gravava seu aclamado álbum de blues Orgy of the Damned e lançava o festival S.E.R.P.E.N.T.. Já KENNEDY, começou a trabalhar nas músicas durante uma pausa com o Alter Bridge e enquanto criava seu terceiro álbum solo. "Nossa agenda é apertada e é preciso cumpri-la. Caso contrário, todo o resto começa a ser afetado", diz ele. "Hoje em dia, já é algo natural estar sempre criando. É como um músculo: a parte criativa do cérebro não tem tempo para atrofiar e você simplesmente continua."

A banda reuniu-se novamente com Baskette, onde já havia produzido os álbuns World on Fire (2014) e Living the Dream (2018) do SMKC em seu estúdio, o Studio Barbarosa, na Flórida. Permanecer juntos durante todas as sessões permitiu que a química musical, elemento central da banda, se tornasse parte essencial da gravação.

Ao iniciar as sessões, SLASH deu a Baskette duas instruções claras: manter a gravação o mais próxima possível de uma performance ao vivo e não sobrecarregar as execuções com excesso de trabalho na pós-produção. “Ele realmente seguiu isso à risca”, diz SLASH. “O resultado foi excelente.” Os arranjos já estavam praticamente definidos antes do início das gravações, mas mantiveram-se flexíveis o suficiente para acomodar ideias espontâneas no estúdio. Com os músicos tocando simultaneamente, a banda preservou ao máximo a interação natural e a energia de cada execução completa. KENNEDY gravou seus vocais vários meses depois e descreve o álbum finalizado como um ponto alto na trajetória de gravações do SMKC. “De todos os discos, a sonoridade e as performances do FLYING BLIND são as minhas favoritas. O som é muito presente. É como se estivesse ali, bem diante de você”, diz ele.

Ao longo de suas 12 faixas, o FLYING BLIND explora uma ampla gama de ritmos, sem abrir mão da base de hard rock direto, que é característica da banda. “Good Time Girl” combina um gancho de talk box com uma sonoridade country marcante, influenciada pelos pioneiros Jimmy Bryant (guitarra) e Speedy West (steel guitar), enquanto “Sweet Kill” entrega um rock ousado e conduzido por riffs que SLASH descreve como “provavelmente a coisa com mais parecida com os anos 80 que fiz em muito tempo”.

A “One of Your Kind” avança com uma sonoridade pesada e arrastada (graças à afinação mais baixa), enquanto acordes cortantes e de influência punk conduzem a “Here in Babylon”. A “Thrill Seeker” é construída em torno de um riff descendente vertiginoso, que mantém um groove sólido e preciso, e a “Rev My Heart” é uma faixa de rock ’n’ roll vibrante e intensa, sustentada por uma progressão de acordes inesquecíveis e uma letra inspirada na noite em que Kennedy conheceu sua futura esposa. A instrumental “Living the Dream” dá continuidade a uma tradição do SMKC, pois oferece espaço para SLASH improvisar e colocar em destaque a sua maneira inconfundível de tocar guitarra. “Fiz uma dessas faixas instrumentais em todos os álbuns do Conspirators, exceto em Apocalyptic Love”, diz SLASH. “É divertido ter algo que posso me soltar e improvisar, sem diretrizes ou limitações específicas. É legal criar uma nova faixa a cada álbum, assim não preciso tocar a mesma música o tempo todo nos shows.”

Uma das mudanças de direção mais significativas do álbum é a “Looking for a Miracle”, primeira música que SLASH compôs no pedal steel e a primeira a trazer um solo do instrumento executado pelo próprio guitarrista. SLASH desenvolveu a ideia musical original no pedal steel antes de adaptá-la para a guitarra, permitindo que a banda completa pudesse ensaiar a canção. Mais tarde, durante as sessões de gravação, ele retomou o pedal steel e elaborou o solo no Studio Barbarosa. “Eu adoro pedal steel”, diz SLASH. “É um daqueles instrumentos que permitem fazer coisas incríveis. Por isso, acabou se tornando algo importante para mim. Mas exige dedicação. É um instrumento bastante complexo.”

KENNEDY e o restante da banda acompanharam a evolução da relação de SLASH com o instrumento ao longo dos anos. “Durante muito tempo, nós íamos ensaiar para as turnês ou fazer a pré-produção e depois íamos embora. Mas o SLASH ficava no estúdio dele praticando até altas horas para dominar o pedal steel.”O álbum encerra com “Stem the Flow”, uma declaração final arrebatadora e centrada na desilusão com instituições e sistemas que aparentavam ser inabaláveis. Impactante, espontâneo e abrangente, FLYING BLIND captura o SMKC solto, cru e entrosado como sempre.

As raízes do SMKC remontam o álbum solo homônimo de 2010 de SLASH, repleto de participações de estrelas, no qual KENNEDY faz parte como um dos vários vocalistas convidados. A conexão musical e pessoal que se seguiu rapidamente evoluiu para uma banda permanente. "Começar a trabalhar com os Conspirators foi um acaso feliz, decorrente daquele primeiro álbum solo", diz SLASH. "Estabeleci uma relação com esses caras, tanto musical quanto pessoal, da qual eu não pretendia abrir mão quando o Guns retornasse às atividades."

O que começou sem um plano de longo prazo, transformou-se em uma parceria de 15 anos, com cinco álbuns de estúdio e várias turnês mundiais. "É incrível pensar que esses 15 anos passaram tão rápido", diz Kennedy. "Foi num piscar de olhos mas, como dizem, o tempo voa quando nos divertimos, e nós nos divertimos muito. É algo que parece um sonho."

Passados 15 anos após sua formação, SLASH FT. MYLES KENNEDY AND THE CONSPIRATORS continuam a refinar sua sonoridade enquanto mantêm viva a chama de um rock ’n’ roll direto e autêntico. Para SLASH, a força motriz por trás do projeto e do SMKC continua sendo o puro prazer de tocar música. “Quando começamos, não tínhamos nada”, diz SLASH. “Não tínhamos a intenção de conquistar o mundo. Era apenas pelo puro prazer de fazer isso. Então, agora, nós nos reunimos e tocamos, nos divertimos muito, saímos em turnê e repetimos a dose na próxima vez.” SLASH ri. “Enquanto houver eletricidade, continuaremos ligando os instrumentos.”

A seguir, a lista de faixas de FLYING BLIND:

“Avarice and Greed”“Good Time Girl”“Thrill Seeker”“One of Your Kind”“Flying Blind”“Looking for a Miracle”“Sweet Kill”“Here in Babylon”“Living the Dream”“(Don’t) Thread the Needle”“Rev My Heart”“Stem the Flow”



SLASH FT. MYLES KENNEDY AND THE CONSPIRATORS:
SLASH guitarra e pedal steel
MYLES KENNEDY vocal
TODD KERNS baixo e vocais
BRENT FITZ bateria
FRANK SIDORIS guitarra rítmica

Veja o SMKC na turnê FLYING BLIND WORLD TOUR 2027:

AMÉRICA LATINA
Abril 2 Santiago, Chile Teatro Caupolican
Abril 4 Mendoza, Argentina Arena Maipú
Abril 6 Córdoba, Argentina Plaza de la Música
Abril 7 Buenos Aires, Argentina Movistar Arena
Abril 10 Florianópolis, Brasil Arena Opus
Abril 11 Curitiba, Brasil Live Curitiba
Abril 13 Rio de Janeiro, Brasil Fundição Progresso
Abril 14 São Paulo, Brasil Espaço Unimed

AMÉRICA DO NORTE
Abril 23 Reno, NV Grand Theatre at The Grand Sierra Resort
Abril 24 Rohnert Park, CA Graton Resort & Casino
Abril 26 Los Angeles, CA The Wiltern
Abril 27 Los Angeles, CA The Wiltern
Abril 29 Del Mar, CA The Sound
Maio 1 Albuquerque, NM Route 66 Casino
Maio 2 Denver, CO Fillmore Auditorium
Maio 4 Kansas City, MO The Midland Theatre
Maio 5 Des Moines, IA Val Air Ballroom
Maio 7 Windsor, ON Caesars Windsor
Maio 8 Niagara Falls, ON OLG Stage at Fallsview Casino
Maio 10 Boston, MA Citizens House of Blues
Maio 12 New York, NY Beacon Theatre
Maio 17 Nashville, TN Ryman Auditorium
Maio 19 St. Louis, MO The Factory
Maio 21 Norman, OK Riverwind Casino
Maio 22 Tulsa, OK Hard Rock Hotel & Casino

REINO UNIDO E EUROPA
Junho 7 Munich, Germany Zenith
Junho 9 Warsaw, Poland Letnia Scena Progresji
Junho 10 Nickelsdorf, Austria Nova Rock Festival
Junho 12 Milan, Italy Carroponte
Junho 13 Rome, Italy Rock In Roma
Junho 17 Vitoria-Gasteiz, Spain Azkena Rock Festival
Junho 23 Stockholm, Sweden Grona Lund
Junho 28 Dusseldorf, Germany Mitsubishi Electric Halle
Junho 30 Cardiff, UK Cardiff Castle
Julho 1 Scarborough, UK Scarborough Open Air Theatre
Julho 3 Dublin, Ireland Trinity College
Julho 4 Belfast, UK Custom House Square
Julho 6 Halifax, UK Piece Hall
Julho 7 London, UK Eventim Apollo
Julho 9 Weert, Netherlands Bospop
Julho 11 Vizovice, Czech Republic Masters of Rock
Julho 12 Zagreb, Croatia SRC Salata
Julho 14 Budapest, Hungary Budapest Park
Julho 16 Belgrade, Serbia Luka Beograd
Julho 18 Athens, Greece Lycabettus Theatre
Julho 22 Istanbul, Turkey Bonus Parkorman
Julho 25 Plovdiv, Bulgaria Hills Of Rock
Julho 26 Ghimbav, Romania Rockstadt Extreme Festival



SERVIÇO


Flying Blind World Tour 2027 - SLASH ft. Myles Kennedy and The Conspirators
Realização: 30e
Apresentação: Itaú Live

Florianópolis
Data: 10 de abril de 2027 (sábado)
Local: Arena Opus - Rodovia SC-281, 4000 - Sertão do Maruim - São José/SC
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Pista 1º lote - R$ 175,00 (meia-entrada) | R$ 210,00 (entrada social) | R$ 350,00 (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité 1º lote - R$ 325,00 (meia-entrada) | R$ 390,00 (entrada social) | R$ 650,00 (inteira)
Pré-venda clientes Itaú Unibanco: 7 de outubro, às 10h, até 9 de outubro, às 10h
Venda geral: 9 de outubro, às 10h
Vendas online em: https://minhaentrada.com.br/lc/SLASH
Bilheteria oficial: Arena Opus - Rodovia SC-281, 4000 - Sertão do Maruim, São José - SC
Funcionamento: Segunda a sexta-feira das 13h às 19h | Sábado das 15h às 18h. *Consultar horário de funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.



Curitiba



Data: 11 de abril de 2027 (domingo)
Local: Live Curitiba - Rua Itajubá, 143 - Novo Mundo - Curitiba/PR
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Pista - R$ 400,00 (meia-entrada) | R$ 800,00 (inteira)
Mezanino - R$ 300,00 (meia-entrada) | R$ 600,00 (inteira)
Pré-venda clientes Itaú Unibanco: 7 de outubro, às 10h, até 9 de outubro, às 10h
Venda geral: 9 de outubro, às 10h
Vendas online em: https://www.eventim.com.br/SLASH-myleskennedy-theconspirators
Bilheteria oficial: Hard Rock Café Curitiba - Rua Buenos Aires, 50 - Batel, Curitiba/PR
Funcionamento: Segunda a sexta das 11h às 21h | Sábado e domingo 09h às 21h

Rio de Janeiro


Data: 13 de abril de 2027 (terça-feira)
Local: Fundição Progresso - Rua dos Arcos, s/n - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Pista 1º lote - R$ 150,00 (meia-entrada) | R$ 300,00 (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité 1º lote - R$ 300,00 (meia-entrada) | R$ 600,00 (inteira)
Pré-venda clientes Itaú Unibanco: 7 de outubro, às 10h, até 9 de outubro, às 10h
Venda geral: 9 de outubro, às 10h
Vendas online em: https://www.eventim.com.br/SLASH-myleskennedy-theconspirators
Bilheteria oficial: Estádio Nilton Santos (Engenhão) - Endereço: Bilheteria Norte - Rua das Oficinas, s/n - Engenho de Dentro, Rio de Janeiro/RJ
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

São Paulo


Data: 14 de abril de 2027 (quarta-feira)
Local: Espaço Unimed - Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo/SP
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Pista - R$ 197,50 (meia-entrada) | R$ 316,00 (entrada social) | R$ 395,00 (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité - R$ 372,50 (meia-entrada) | R$ 596,00 (entrada social) | R$ 745,00 (inteira)
Mezanino - R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 716,00 (entrada social) | R$ 895,00 (inteira)
Camarotes A e B - R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 796,00 (entrada social) | R$ 995,00 (inteira)
Pré-venda clientes Itaú Unibanco: 7 de outubro, às 10h, até 9 de outubro, às 10h
Venda geral: 9 de outubro, às 10h
Vendas online em: https://www.eventim.com.br/SLASH-myleskennedy-theconspirators
Bilheteria oficial: Allianz Parque - Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes - São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a Sábado - das 10h00 às 17h00 | Não há funcionamento aos domingos e feriados. Em dias de eventos na casa, a bilheteria só funciona para o evento do dia.

Sobre SLASH



SLASH, — o icônico guitarrista de rock, compositor e produtor cinematográfico americano vencedor do GRAMMY® — já vendeu mais de 100 milhões de álbuns, conquistou um prêmio GRAMMY e mais sete indicações, foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame e tornou-se autor de best-sellers do New York Times. Considerado um dos maiores guitarristas de rock de todos os tempos e uma das figuras mais reconhecíveis da cultura popular, SLASH ocupou a segunda posição — atrás apenas de Jimi Hendrix — na lista da revista TIME dos "10 Maiores Guitarristas de Rock". Como membro do Guns N’ Roses, SLASH criou alguns dos momentos de guitarra mais memoráveis da história do rock, incluindo os riffs marcantes de sucessos como "Sweet Child O’ Mine" e "Welcome to the Jungle". Mais tarde, foi aclamado pela crítica com o SLASH’s Snakepit e alcançou sucesso mundial com o supergrupo Velvet Revolver antes de iniciar a sua carreira solo. Seu álbum de estreia solo autointitulado, SLASH (2010), que alcançou o topo das paradas, contou com colaborações de Ozzy Osbourne, Fergie, Myles Kennedy, entre outros. Posteriormente, ele formou o SLASH FT. MYLES KENNEDY AND THE CONSPIRATORS (também conhecido como SMKC), composto por Myles Kennedy (vocal principal), Todd Kerns (baixo e vocal), Brent Fitz (bateria) e Frank Sidoris (guitarra base). A banda tem feito turnês mundiais e gravado músicas de forma conjunta há mais de uma década. O primeiro álbum do SMKC, o Apocalyptic Love (2012), estreou em 4º lugar na Billboard 200 e em 1º lugar na parada Top Rock Albums. O disco gerou os primeiros sucessos da banda ao alcançar o topo das rádios de rock com "You’re a Lie" e "Standing in the Sun". A banda lançou na sequência World on Fire, — cuja faixa-título chegou ao primeiro lugar nas rádios de rock dos EUA, — e Living the Dream (2018), que emplacou dez músicas no Top 10 de paradas ao redor do mundo e contou com o single "Driving Rain", que alcançou o Top 5 das rádios de rock. Em 2022, o SMKC lançou 4 pela Gibson Records. Produzido por Dave Cobb e gravado ao vivo no famoso RCA Studio A, em Nashville, o álbum estreou como o disco de hard rock mais vendido na semana. Seu primeiro single, "The River Is Rising", tornou-se a oitava música consecutiva do SMKC a alcançar o Top 10 nas rádios de rock. Em 2016, o Guns N’ Roses se reuniu com SLASH juntando-se a Axl Rose e Duff McKagan para o retorno histórico da banda aos palcos mundiais. SLASH FT. MYLES KENNEDY AND THE CONSPIRATORS lançaram seu quinto álbum de estúdio, FLYING BLIND, em 26 de fevereiro de 2027, pela Gibson Records. É o primeiro disco completo da banda, desde o 4. "É um disco de rock ’n’ roll divertido e meio espontâneo", diz SLASH. "É muito simples, direto e cru." Gravado com o produtor Michael "Elvis" Baskette, FLYING BLIND traz 12 faixas inéditas que variam desde a energia intensa da faixa de abertura, "Avarice and Greed", e os riffs de "Good Time Girl", até a sonoridade agressiva e pesada de "One of Your Kind". Complementa a demonstração de virtuosismo instrumental em "Living the Dream", a faixa com influências de pedal steel "Looking for a Miracle" e a música de encerramento, "Stem the Flow". Impactante, espontâneo e diversificado, o FLYING BLIND captura o SMKC com uma sonoridade solta, crua e perfeitamente entrosada. A faixa-título, "Flying Blind" — uma música com ares de hino —, chega como o primeiro single, em 2 de outubro de 2026. Para mais informações, visite www.SLASHonline.com.

Sobre a 30e

A 30e é a maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo. A empresa cria, desenvolve e opera turnês, festivais, arenas, projetos proprietários e parcerias estratégicas com marcas, conectando artistas e públicos por meio de experiências ao vivo de grande escala.
Com um portfólio que reúne nomes como Paul McCartney, System Of A Down, Lana Del Rey, Twenty One Pilots, Florence and the Machine, Kendrick Lamar, Slipknot, Gorillaz, The Killers, Roger Waters e Bring Me The Horizon, a 30e vem consolidando sua posição como uma das principais forças da nova geração do live entertainment.
A partir do Brasil, a companhia também tem ampliado a presença de artistas nacionais em projetos de grande escala, como Titãs Encontro, SUPERTURNÊ do Jão, a despedida do Natiruts e TEMPO REI, última turnê de Gilberto Gil. No mercado internacional, a 30e fortalece sua atuação global por meio de acordos estratégicos de longo prazo com artistas como System Of A Down e Faith No More. Com mais de 200 eventos por ano e atuação cada vez mais integrada entre Brasil, América do Sul e mercado global, a 30e desenvolve seu trabalho sob o posicionamento de Delivering Happiness.

Sobre o Itaú Live

Itaú Live é a plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, criada para conectar fãs, artistas e experiências ao vivo em uma estratégia de relacionamento de longo prazo. A iniciativa potencializa toda a atuação do banco nesse território, reunindo shows, festivais e conteúdo. Entre os pilares da plataforma está a parceria estratégica de cinco anos com a 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, que garante escala e recorrência de shows e turnês em todo o país. Ao colocar o fã no centro da jornada, o Itaú Live transforma a música em um ecossistema de conexão, oferecendo condições especiais de compra, descontos, parcelamento sem juros e experiências exclusivas que ampliam o acesso e qualificam a vivência nos eventos. site: https://www.itau.com.br/itau-live



Links Relacionados:


Comunicação - 30e


Gibson Records:
GIBSON RECORDS


Fonte:30E



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Dregen fala sobre show em São Paulo e promete repertório com diferentes fases de sua carreira




Em entrevista guitarrista comenta apresentação que acontece dia 11 de outubro, no Manifesto, com Corazones Muertos e Bastardz.




Prestes a desembarcar no Brasil, Dregen falou sobre a expectativa para sua apresentação em São Paulo, marcada para o dia 11 de outubro, no Manifesto. Em entrevista concedida ao Brasil, o guitarrista abordou os planos para o show e revisitou diferentes momentos de uma trajetória que o transformou em um dos nomes mais conhecidos do rock escandinavo.



A apresentação acontece no domingo, véspera de feriado, e será uma oportunidade para o público brasileiro acompanhar um repertório que atravessa as diferentes fases da carreira do músico. Conhecido principalmente por seu trabalho com Backyard Babies e The Hellacopters, Dregen também levará ao palco músicas de sua carreira solo.



Ao longo da entrevista, o músico fala sobre o que prepara para essa passagem por São Paulo e também aborda diferentes pontos de sua carreira, marcada por mais de três décadas dedicadas ao rock'n'roll.



Assista à entrevista de Dregen ao canal Jessica V Music:







Batizado Andreas Tyrone Svensson, Dregen ganhou projeção internacional ainda nos anos 1990. Com o Backyard Babies, tornou-se um dos principais representantes da geração sueca que aproximou hard rock, punk e garage rock. Paralelamente, participou da formação do The Hellacopters, ampliando sua presença em uma cena que alcançaria público muito além da Suécia.



Essa história estará diretamente ligada ao show do Manifesto. O repertório preparado para São Paulo deve percorrer diferentes capítulos de sua trajetória, colocando lado a lado clássicos do Backyard Babies e The Hellacopters e músicas de seu trabalho solo.



Fora das duas bandas, Dregen lançou em 2013 seu primeiro álbum solo, trabalho que colocou sua própria personalidade ainda mais no centro das composições. O guitarrista também acumulou outras colaborações ao longo da carreira, incluindo sua passagem pela banda do finlandês Michael Monroe.








A apresentação paulistana ganha ainda um caráter especial pelo formato. Em vez de um grande festival ou arena, Dregen estará no palco do Manifesto, uma das casas tradicionais do circuito de rock de São Paulo, proporcionando uma experiência mais próxima entre músico e público.



A noite contará ainda com as bandas convidadas Corazones Muertos e Bastardz. A abertura da casa está marcada para as 20h.



SERVIÇO:

Dregen – Backyard Babies / The Hellacopters

Bandas convidadas: Corazones Muertos e Bastardz



Data: domingo, 11 de outubro de 2026 – véspera de feriado

Abertura: 20h



Local: Manifesto

Endereço: Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia – São Paulo/SP



Classificação: 16 anos



Ingressos:

https://www.clubedoingresso.com/evento/dregendobackyardbabies-thehellacopters



Informações:

https://linktr.ee/manifestobar


Fonte:LP Metal Press


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Cyberpunch lança 'Drowned' com crítica à destruição ambiental





"Drowned" combina thrash metal, elementos industriais e atmosfera distópica para retratar as consequências extremas da ganância humana.


A banda paulistana Cyberpunch, formada por Netuno Balboa (vocal), Gabriel Henrique e Ruan Diego (guitarras), Eduardo Zedu Domingues (baixo) e Gabriel Gifoli (bateria), apresenta seu o single e videoclipe "Drowned". O novo single sucede "Riding Worms" e "Immortan War" e antecipa a chegada do primeiro álbum full, "Chromefall", previsto para 13 de novembro.

"Drowned", gravado no Zomer Records Studio (SP), com produção, gravação, mixagem e masterização de Pedro Zomer e produção executiva da Caverox Records, parte de uma narrativa sombria para retratar as reflexões e o arrependimento de um capitalista selvagem que, movido pela ganância, destrói a natureza até transformar o planeta em um lugar inabitável. "Mais do que uma história distópica, ela estabelece um cenário de consequências, no qual a busca desenfreada por riqueza e poder se volta contra o próprio responsável por esse processo", explica Netuno Balboa.

Musicalmente, a faixa apresenta um Cyberpunch mais pesado e incisivo, com um thrash metal direto, veloz e agressivo. A composição transita por passagens que remetem à intensidade de "Painkiller", do Judas Priest, e momentos de maior fúria inspirados no Slayer. "Synths e timbres modernos ampliam a atmosfera da composição, enquanto o breakdown conduz a música para uma dimensão mais visceral, com groove e peso suficientes para levar a energia ao mosh pit", completa o vocalista.

O clipe de "Drowned", roteirizado por Netuno Baboa, e dirigido e editado por Daniel Mazza (Edu Falaschi e Inutilíssimo), incorpora uma estética inspirada no filme "Jogos Mortais".


 Confira em :






Fundado em agosto de 2024, o Cyberpunch vem consolidando sua presença no underground de São Paulo e região, combinando influências de NWOBHM, thrash metal e industrial. Com 17 shows e seis festivais realizados, incluindo duas edições do Cyberfest, no La Iglesia e no Burning House, a banda reúne agressividade, timbres modernos, refrãos melódicos e sintetizadores, tendo Metallica, Iron Maiden e Rammstein entre suas referências. As composições do Cyberpunch transitam por guerra, ficção científica, terror e distopia, incorporando críticas sociais e reflexões contemporâneas. Essa atmosfera também se traduz na identidade visual da banda, marcada por elementos futuristas e sombrios, enquanto Netuno Balboa interpreta Caverox com uma máscara biônica em performances de forte carga teatral.

Links Relacionados:



 
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The Rasmus Segue Na Estrada Com Weido Tour e Se Apresenta Em Um Mês No Brasil







Ícone do rock alternativo faz único show no país, no dia 31 de outubro, no Carioca Club, em São Paulo.



Quem viveu os anos 2000 dificilmente esquece o impacto de "In The Shadows". Com videoclipe em evidência na programação da MTV e presença constante nas rádios de rock em todo o mundo, a faixa transformou o The Rasmus em um dos principais fenômenos internacionais da década. Agora, exatamente um mês antes de seu tão aguardado reencontro com o público brasileiro, a banda intensifica a contagem regressiva para única apresentação no país.

Com realização da Opus Entretenimento, o show acontece no dia 31 de outubro, no Carioca Club, em São Paulo, marcando o retorno do grupo ao Brasil, após oito anos. Os últimos ingressos estão à venda exclusivamente pela plataforma uhuu.com e nos pontos de venda autorizados. O Ingresso Solidário oferece condições especiais nos setores Pista e Mezanino mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível no acesso ao evento. O pacote Meet & Greet encontra-se esgotado. Mais informações no serviço abaixo.

Confira o vídeo enviado pela banda aos fãs brasileiros: https://www.instagram.com/p/DadaN5gl_o_/.

A passagem pela capital paulista integra a WEIRDO TOUR, extensa turnê mundial que acompanha a nova fase criativa da banda e a promoção do novo álbum WEIRDO. Ao longo de 60 dias, o The Rasmus realizará 38 apresentações em 13 países, em um dos maiores roteiros internacionais de sua trajetória recente.

Formado em Helsinque, o grupo conquistou projeção global ao combinar melodias marcantes, estética sombria e refrões que atravessaram fronteiras. Além de "In The Shadows", canções como "First Day of My Life", "Guilty", "Sail Away" e "Livin' in a World Without You" ajudaram a consolidar uma base de fãs fiel em diversos mercados, incluindo o Brasil, onde a banda desenvolveu uma relação especial desde suas primeiras passagens pelo país.

A apresentação em São Paulo promete unir diferentes momentos da carreira do quarteto. O repertório deve passear pelos sucessos que transformaram o The Rasmus em um dos nomes mais populares do rock europeu nos anos 2000, ao mesmo tempo em que apresenta o direcionamento artístico de seu novo trabalho.

Formada por Lauri Ylönen (vocal), Eero Heinonen (baixo), Aki Hakala (bateria) e Emilia Suhonen (guitarra), a banda segue ampliando sua presença internacional e reafirmando a relevância de um catálogo que continua conquistando novas gerações de ouvintes.

Atualmente, eles estão em turnê pelos EUA, reforçando o excelente momento vivido por uma dos nomes mais importantes da história do rock finlandês.

WEIRDO TOUR – América do Norte 2026

Setembro


6 – Chicago (EUA)
8 – Toronto (Canadá)
9 – Montreal (Canadá)
10 – Allston (EUA)
11 – Quebec City (Canadá)
13 – Nova York (EUA)
14 – Filadélfia (EUA)
16 – Flint (EUA)
17 – Louisville (EUA) – Louder Than Life Festival
19 – Minneapolis (EUA)
20 – St. Louis (EUA)
22 – Hidalgo (EUA)
23 – Dallas (EUA)
24 – Houston (EUA)
25 – Austin (EUA)
27 – Englewood (EUA)
28 – Salt Lake City (EUA)
29 – Grand Junction (EUA)

Outubro
1 – Portland (EUA)
2 – Boise (EUA)
3 – Seattle (EUA)
4 – Vancouver (Canadá)
6 – Sacramento (EUA)
7 – Reno (EUA)
8 – San Francisco (EUA)
11 – San Diego (EUA)
12 – Los Angeles (EUA)

WEIRDO TOUR – América Central e do Sul
16/10 – San Salvador (El Salvador)
18/10 – Tegucigalpa (Honduras)
20/10 – San José (Costa Rica)
22/10 – Bogotá (Colômbia)
24/10 – Quito (Equador)
25/10 – Cidade do Panamá (Panamá)
27/10 – Lima (Peru)
29/10 – Santiago (Chile)
31/10 – São Paulo (Brasil)
2/11 – Montevidéu (Uruguai)
4/11 – Buenos Aires (Argentina)



SERVIÇO SÃO PAULO


Opus Entretenimento orgulhosamente apresenta The Rasmus
Data: 31 de outubro de 2026
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros (próximo ao Metrô Faria Lima)
Horário: 17h (open doors)
Ar-condicionado
Acessibilidade
Classificação etária: 18 anos.

Setores:
Pista LOTE 03: a partir de R$ 235,20+ taxas
Mezanino LOTE 03: a partir de R$ 324,00+ taxas

Ingresso online: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/the-rasmus-16309

Pontos de venda:
A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento. Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos canais oficiais.

Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de Taxa de Serviço
3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo
Rua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • 3° Piso I Perdizes • São Paulo • SP
Horário de funcionamento:
Segunda a sexta-feira: 12h00 às 15h | 16h00 às 19h00.
Sábados, domingos e feriados: 14h00 às 18h00.
*Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo

Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de Taxa de Serviço


7º Piso do Shopping Frei Caneca
Rua Frei Caneca, nº 569 • 7° Piso I Consolação • São Paulo • SP
Horário de funcionamento:
Terça a sexta-feira: 12h às 15h | 16h00 às 19h00.
Sábados, domingos e feriados: 14h00 às 18h00.
*Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo

Formas de Pagamento:


Internet: Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.
Bilheteria: Dinheiro, Pix, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.
Parcelamento no cartão de crédito: até 6x sem juros, de 7x até 12x com juros.

Os ingressos e-Ticket em arquivo .PDF são entregues automaticamente ao e-mail do titular do pedido em até 30 minutos após o recebimento da confirmação de compra. Apresente no acesso do evento. Caso não tenha recebido o e-mail, verifique também sua caixa anti-spam.

Meia-entrada/descontos:


50% para Idosos com idade igual ou superior a 60 anos: Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) – obrigatória apresentação de identidade ou documento oficial com foto que comprove a sua condição;

50% Estudantes: Os estudantes terão direito ao benefício da meia-entrada mediante a apresentação da CIE no momento da aquisição do ingresso e na portaria ou na entrada do local de realização do evento. A CIE deverá ser expedida por: I - Associação Nacional de Pós-Graduandos - ANPG; II – União Nacional dos Estudantes - UNE; III - União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - Ubes; IV - Entidades estaduais e municipais; V - Diretórios Centrais dos Estudantes - DCE; e VI - Centros e Diretórios Acadêmicos, de nível médio e superior. www.documentodoestudante.com.br.

Os elementos indispensáveis da CIE são: I - nome completo e data de nascimento do estudante; II - foto recente do estudante; III - nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado; IV - grau de escolaridade; e V - data de validade até o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição.

Obs.: Para os estudantes que solicitaram a CIE pelo site documentodoestudante.com.br e ainda aguardam o recebimento da carteira, será aceito o Documento Provisório, que possui validade de 30 dias. O mesmo deve ser apresentado juntamente a um documento de identidade oficial com foto.

50% para crianças e jovens de 24 meses a 15 anos de idade: Benefício concedido pelo Teatro, mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

50% para pessoas com deficiência e acompanhante quando necessário: Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência, documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013 e via laudo médico ou documento oficial com foto que conste a numeração do CID.

50% de desconto para Professores da educação básica e superior, das redes pública e privada. Conforme o Decreto Federal nº 12.672, de 15 de outubro de 2025, foi instituída a Carteira Nacional de Docente (CNDB) o direito da Meia Entrada, documento oficial de identificação para professores da educação básica e superior, das redes pública e privada, em exercício regular da docência, com vínculo ativo. Documento expedida pelo Ministério da Educação, emitida em formatos físico e digital (com QR Code), sendo disponibilizada em ferramenta eletrônica.

50% Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais: Conforme a Lei Estadual nº 15.298/14, mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.

50% Aposentados - Apresentar documento de identidade oficial com foto e cartão de benefício do INSS que comprove a condição. Conforme Lei Municipal SP n°12.325/1997.

50% jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos

Conforme a Lei Geral da Meia-Entrada (Decreto nº 8.537/15, que regulamenta a Lei 12.933/13), mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

O benefício de meia-entrada é assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento, conforme o Decreto nº 8.537/15.

Outros descontos:
50% de desconto Promoção - Dia dos Namorados, válido para todos os públicos e setores. Disponível para compras online ou na bilheteria, durante o período de 08/06 às 12h00 até 13/06 às 23h59.

60% de desconto para Sócios Clube Opus, limitado a 02 ingressos por sócio, limitado a 200 ingressos por sessão. Confira a disponibilidade. Válido para compras através dos canais de vendas oficial, mediante a informação do CPF no ato da compra. Desconto não acumulativo. Ainda não é sócio? Cadastre-se já através do site e garanta seu ingresso com desconto! Maiores informações em clubeopus.com. Exceto para o setor Mezanino.

Ingresso Solidário: ingresso com desconto nos setores Pista e Mezanino, mediante a doação de 1kg de alimento (somente insumos não-perecíveis) no dia do evento.

Atenção:
• Os descontos não são cumulativos, devendo o beneficiário optar pelo desconto de sua preferência, mediante a apresentação de documentos que comprovem o direito.
• Os documentos para validação de descontos deverão ser apresentados no ato da compra e no dia da sessão adquirida, na portaria do evento. Nas compras feitas através da internet, a apresentação do(s) documento(s) de comprovação será exigida no acesso ao evento.
• Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no acesso ao evento, será exigido o pagamento da diferença de valor dos mesmos.

Objetos proibidos: cigarro eletrônico; câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais, Go-Pro (Ou similares); cartazes de qualquer tipo; bandeiras e faixas com mastro; guarda-chuvas; bebidas alcoólicas; materiais ou objetos que possam causar ferimentos; armas de fogo ou branca de qualquer espécie; fogos de artifício; copos de vidro ou qualquer outro tipo de embalagem; papel em rolo, jornais e revistas; capacetes de motos ou similares; correntes, cinturões e pingentes; roupas ou acessórios com partes pontiagudas que podem machucar; drogas ilegais, substâncias tóxicas, desodorante, cosmético ou perfume em recipientes com volume superior a 90 ml; materiais destinados à fabricação de bombas ou que possam causar incêndios; lasers, walkie-talkie e drones; pistolas de água, cadeiras, panfletos e adesivos; utensílios de armazenagem; cadeiras ou bancos; bastão para tirar foto; buzinas de ar; mochilas ou bolsas maiores do que 20x30cm; outros objetos que possam causar riscos, dano ou importunação, sujeitos ao critério da produção, segurança e policiamento no local.



Fonte:Opus Entretenimento




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The Calling lança Before The World Turns To Dust, 1º disco de inéditas em 22 anos






O The Calling acaba de lançar Before The World Turns To Dust, o primeiro disco de inéditas em 22 anos. Terceiro álbum da banda de Los Angeles e sucessor de "Two" (2004), o trabalho chega em formato digital, vinil e CD pela TLG - Virgin Music Group, 25 anos depois de "Camino Palmero", a estreia que levou "Wherever You Will Go" ao mundo inteiro e transformou o Brasil em uma segunda casa para o grupo.

Ouça o disco: tlgent.ffm.to/thecalling-btwtd

No Brasil, o The Calling é representado pela Vênus Concerts, produtora que realiza, há anos, as extensas e sempre concorridas turnês da banda no país, passando por diversas regiões.

À frente da banda segue o vocalista, compositor e guitarrista Alex Band, agora ao lado de Daniel Damico (guitarra solo, teclados e backing vocals) e Dom Liberati (baixo e backing vocals). É a primeira vez que o The Calling assina um disco inteiro composto em conjunto pelos integrantes. Antes, a banda dependia bastante de compositores de fora e músicos de estúdio.

"Depois de quase 20 anos compondo e criando música nova, esbarrando em obstáculo atrás de obstáculo, finalmente tenho a banda certa, com Daniel e Dom, o disco certo e a equipe certa para lançá-lo", conta Band. "Sinceramente, eu não sabia se esse dia chegaria."
Poeira cósmica

O título vem de um verso de "Dust", primeiro single do álbum: "Before the world turns to dust / Love will find us" ("Antes que o mundo vire pó / O amor vai nos encontrar"). Band começou a escrever a música como uma canção de amor atemporal ambientada em um mundo apocalíptico, "um pouco como o nosso parece estar agora". Com o tempo, o tema ficou mais profundo.

"Na época, eu estava aprendendo muito sobre física quântica e astrofísica, e isso trouxe outro significado. Todos nós nascemos basicamente da poeira cósmica e estamos ligados pela mesma energia. Talvez o amor amplifique essa conexão subatômica. Talvez o amor possa até transcender o espaço e o tempo."

O clipe de "Dust", dirigido por Tom Flynn, traz Band ao lado da atriz Katelynn E. Newberry, que tem mais de 100 filmes no currículo. O vídeo conta a história de dois amantes que não conseguem se encontrar.

"Talvez um deles tenha morrido, talvez os dois, talvez vivam em universos paralelos", explica o vocalista. "Gostamos de pensar que o amor é mais forte do que aquilo que nos separa." O roteiro foi escrito pela esposa de Band, e as gravações aconteceram na propriedade da família dele em Cleveland, durante uma nevasca inesperada.

A música marcou a volta da banda às rádios americanas de Hot AC depois de mais de duas décadas e chegou ao 32º lugar da parada da Mediabase já na segunda semana. O The Calling também passou a marca de 10 milhões de ouvintes mensais no Spotify.
Sem correr atrás de tendência

Com produção de John Fields e gravação em Nashville e Minneapolis, o álbum não tenta reinventar a fórmula que consagrou a banda. "Se você gosta do The Calling, vai gostar disso", resume Band.

"Está na mesma linha do que fazemos desde o primeiro dia. Depois de todo esse tempo, ainda escrevemos canções grandes, de rock-pop, que levantam o astral e fazem você sentir alguma coisa."

"Não estamos tentando seguir tendências nem mudar nosso som", completa. "Foram os fãs que nos mantiveram vivos, nunca desistiram da gente, assim como nós nunca desistimos de nós mesmos."

O disco reúne ainda "Stand Up Now", lançada de forma independente em 2024, e "Hold On Me", que o público já conhecia dos shows.
Química da atual formação

Band, Damico e Liberati tocam juntos há quatro anos. "Nossa química é incrível e fica mais forte a cada dia, seja compondo, gravando ou tocando ao vivo", diz o vocalista.

Damico é amigo dele há mais de 20 anos e toca com o The Calling, de forma intermitente, desde o início dos anos 2000. Os dois compartilham o gosto pelo rock clássico e pelo rock dos anos 80 e 90.

Liberati, que também tem carreira solo, trouxe uma pegada mais pop.

"Eu sabia que Daniel e Dom iam se dar bem, mas não imaginava que virariam melhores amigos. Tocar ao vivo e sair em turnê é uma alegria coletiva para nós."
Laço com o Brasil

"Wherever You Will Go", que Band escreveu aos 15 anos, chegou ao Top 5 da Billboard Hot 100 e passou 23 semanas seguidas no topo da parada Adult Pop Airplay. Foi eleita pela Billboard a canção número 1 do formato na década e já soma mais de 1 bilhão de streams no Spotify. A banda vendeu mais de 10 milhões de discos no mundo, e suas músicas já tocaram do encerramento dos Jogos Olímpicos à abertura do Oscar.

No Brasil, a relação vai além do hit. "Camino Palmero" foi disco de platina, com mais de 125 mil cópias vendidas, e "Wherever You Will Go" entrou em trilhas de novelas como "Malhação" e "Coração de Estudante".

"As pessoas e os fãs do Brasil são muito apaixonados e leais. É reconfortante subir ao palco e saber que eles estão com você, que conhecem a letra de cada música", disse Band em entrevista à Rolling Stone Brasil.
Na estrada

O lançamento foi celebrado com um show no Dreamland, em Malibu (Califórnia), no último dia 25 de setembro. A turnê "Before The World Turns To Dust" segue com três noites no Egyptian Theatre, em Park City (Utah), de 16 a 18 de outubro.









Track List:


1. Stand Up Now
2. Finally
3. Dust
4. Don't You Cry
5. Runyon Skies
6. Hold On Me
7. Strange
8. Stay
9. 11th Hour
10. Won't Let You Down
11. Heaven
12. Crystal Ball
13. Saudade
14. The Fool That You Are
15. How Long




The Calling - Dust (Official)






Links Relacionados:



https://www.facebook.com/TheCallingMusic



www.youtube.com/@TheCallingVEVO


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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Luno lança Mantracaru, álbum que une psicodelia, imaginário nordestino e espiritualidade





Mantracaru, segundo álbum do artista sergipano Luno, começa com um verso de boas-vindas, "vou abrir a porta", e termina num mantra. Entre um ponto e outro, Luno Torres conduz o ouvinte por oito paisagens em que a psicodelia brasileira se encontra com o rock progressivo, o jazz, a música nordestina e arranjos orquestrais. Esse é o percurso do registro que chega às plataformas digitais em 30 de setembro.

Ouça aqui: tratore.ffm.to/mantracaru

Mais do que reunir gêneros, Luno constrói uma narrativa sobre transformação, autonomia, fragilidade e resistência. No centro dela está a tentativa de permanecer sensível diante das contradições do mundo.

A produção é de Luno ao lado de Léo Airplane na guitarra, parceiro de longa data, e Gabriel Perninha, do The Baggios, na bateria.
Entre o cotidiano e o mítico

Mantracaru foi concebido como uma travessia musical e poética entre o cotidiano e o mítico. O título funde duas ideias. O mantra traz repetição, introspecção e transformação. O mandacaru, por sua vez, carrega a resistência, a permanência e o imaginário nordestino.

A sequência das faixas desenha esse caminho. "Aos Amigos, Um Abraço" abre o disco como um convite para entrar no universo de Luno. A partir dali, o álbum passa por felicidade, esperança, fantasia, estranhamento, crítica social, mito e espiritualidade. A chegada é a faixa-título, que encerra o percurso de forma mântrica e transcendental, evocando luz, ancestralidade e integração entre corpo, mente e alma.

A capa traduz essa passagem. Luno aparece diante de um portão cercado por cactos, num cenário noturno que aproxima sertão, mistério e psicodelia.

"Acho que o ouvinte vai perceber que o Mantracaru foi pensado como uma travessia, e não apenas como uma coleção de músicas", afirma.
Luz e sombra

Musicalmente, o álbum atravessa psicodelia brasileira, rock progressivo, indie rock, jazz, referências da música nordestina, pop sessentista, arranjos orquestrais e experimentação sonora. Piano acústico e elétrico, mellotron, sintetizadores, baixo, guitarras, bateria, percussões, efeitos e sonoplastias convivem com cordas e elementos sinfônicos.

Os dois singles apresentaram os extremos desse universo. "Colorida Barca", lançada em agosto, é a face luminosa do disco: uma valsa psicodélica com pegada de rock rural, atravessada por ruídos de navegação e vozes de passageiros.

"Seres de Pano", de setembro, mergulhou no lado sombrio e psicológico. A faixa cresce do piano acústico até uma progressão riffada, em atmosfera próxima às trilhas de Danny Elfman para os filmes de Tim Burton e à tensão do Radiohead.

"Mantracaru é um disco de contrastes fabulosos", define Luno.

O restante do repertório amplia esse leque. "Epopéia de uma Vida Feliz" busca nos Beatles e nos Beach Boys a construção melódica e vocal. "O Bando do Café da Manhã" tem o caráter fantasioso e psicodélico de Syd Barrett, do Pink Floyd inicial, dos Mutantes e do The Who. Em outros momentos surgem elementos de afrobeat, garage rock dos anos 1960 e rock progressivo.

Em "Colorida Barca" e "Seres de Pano", os arranjos orquestrais do maestro James Bertisch foram executados por músicos da Orquestra Sinfônica de Sergipe. O próprio maestro gravou tímpano e gongo sinfônico no Teatro Tobias Barreto, em Aracaju. Em vez de servir de ornamento, cordas e percussão sinfônica fazem parte da narrativa e da atmosfera das canções.

Por trás de tudo está a linhagem da psicodelia brasileira dos anos 1970, de A Barca do Sol, O Terço, Os Mutantes, Sá, Rodrix & Guarabyra, Ednardo e Tetê Espíndola. Luno a aproxima do jazz, do rock progressivo, das sonoridades nordestinas e da música indiana.
Canções de juventude

Parte de Mantracaru esperou anos para existir. "Mulher-Onça", "O Bando do Café da Manhã", "Seres de Pano" e "Colorida Barca" foram compostas na juventude do artista. O lado mais fantasioso do disco reflete a criatividade de um Luno jovem e imaginativo, na aurora de seu despertar artístico.

"Colorida Barca" tem a história mais longa. O primeiro esboço nasceu em parceria com o amigo de infância Diego Bezerra e tinha apenas dois versos. A música ficou inacabada até 2017, quando Luno criou a ponte e a melodia do refrão. Só durante o processo de Mantracaru os versos restantes surgiram e a composição encontrou sua forma definitiva.

Mesmo assim, faltava algo no arranjo. Luno testou sanfona, mellotron e viola de 12 cordas, sem que nenhum dos instrumentos entregasse o que a música pedia. A virada veio quando James Bertisch aceitou escrever os arranjos de cordas. Violinos, viola e violoncelo finalmente preencheram aquele espaço. "Foram os geniais arranjos de cordas que entregaram a beleza que a música precisava", conta Luno.
Psicodelia brasileira de identidade própria

Baixista, violonista, vocalista e compositor, Luno Torres vem da Plástico Lunar, referência do rock psicodélico brasileiro, e integra A Banda dos Corações Partidos e o Madame Javali. Com esses projetos, passou por festivais como Abril Pro Rock (PE), Virada Cultural de São Paulo, Psicodália (SC), Bananada (GO), DoSol (RN) e Festival Mundo (PB). Em 2021, lançou seu primeiro disco solo, Homo Pacificus.

Mantracaru expande essa linguagem. Permanecem a dimensão filosófica e o interesse pelo comportamento humano. O novo trabalho, porém, se aproxima ainda mais do imaginário nordestino, da ancestralidade, do misticismo e dos regionalismos, com novas possibilidades de arranjo e produção. Para Luno, não se trata de ruptura, e sim de uma evolução do mesmo universo, agora mais amplo e conectado às suas raízes.

O disco também ultrapassa a ideia convencional de "rock". O que Luno constrói é uma música psicodélica brasileira de identidade própria, onde rock progressivo, jazz, Nordeste, espiritualidade, crítica e experimentação coexistem.

Mantracaru procura consolidar essa identidade sem cristalizá-la: olha para a trajetória construída, mas aponta principalmente para o que o artista pretende desenvolver daqui para frente.






Crédito: Gabriel Barretto



Ficha técnica | Mantracaru

Lançamento: 30 de setembro de 2026

Composições, letras e músicas: Luno Torres

Produção musical: Léo Airplane e Luno Torres

Produção executiva: Mirna Silveira e Luno Torres

Arranjos de cordas: maestro James Bertisch

Mixagem e masterização: Léo Airplane

Arte da capa: Gabriel Barretto

Comunicação: Alanna Molina e Tedesco Mídia


Este é um projeto realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, Governo do Estado de Sergipe e Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (FUNCAP/SE)


Músicos

Luno Torres: voz e baixo

Léo Airplane: piano acústico, sintetizador, teclado, guitarra, violão e efeitos sonoros

James Bertisch: tímpano e tam-tam/gongo sinfônico

Gabriel Perninha: bateria

Thiago Salvino: violoncelo

Fabíola Fontele: viola

Junior Vanzella: violino

Francisco Júnior: violino



Links Relacionados:

www.instagram.com/lunotorres

linktr.ee/lunotorres



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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