quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Soilwork Lança Novo Single ''Night Whispers & Shining Lights''







A banda sueca de Death Metal melódico, que atualmente está em turnê com o Amon Amarth, celebra 30 anos de carreira. 




Os ícones do melodic death metal sueco, Soilwork, lançaram oficialmente seu mais novo single, ‘Night Whispers & Shining Lights’, coroando um ano monumental em celebração aos 30 anos da banda.

O lançamento chega em pleno andamento da grandiosa turnê europeia do grupo ao lado de Amon Amarth  e Orbit Culture.

Trazendo a fusão característica de riffs afiados, melodias marcantes e refrãos épicos, ‘Night Whispers & Shining Lights’ prova que os gigantes suecos continuam entregando uma energia avassaladora e definidora do gênero, mesmo após três décadas de uma trajetória lendária.

Björn “Speed” Strid comenta:


“‘Night Whispers & Shining Lights’ é uma joia escondida que ficou guardada por alguns anos, mas que celebra nossos 30 anos e o início da turnê com o Amon Amarth e o Orbit Culture em grande estilo. Esperamos que vocês curtam tanto quanto nós! Nos vemos nos palcos em breve.”

Ouça ‘Night Whispers & Shining Lights’:

https://soilwork.bfan.link/night-whispers-shining-lights





Crédito Foto: JN Lightning Photography



Datas da turnê europeia com AMON AMARTH e ORBIT CULTURE:

13/Out (Ter) – Paris, França @ Zenith


14/Out (Qua) – Esch sur Alzette, Luxemburgo @ Rockhal


16/Out (Sex) – Stuttgart, Alemanha @ Schleyer-Halle


17/Out (Sáb) – Frankfurt, Alemanha @ Festhalle


18/Out (Dom) – Antuérpia, Bélgica @ Lotto Hall


20/Out (Ter) – Den Bosch, Holanda @ Mainstage


21/Out (Qua) – Hamburgo, Alemanha @ Sporthalle


23/Out (Sex) – Gotemburgo, Suécia @ Scandinavium


24/Out (Sáb) – Estocolmo, Suécia @ Hovet


26/Out (Seg) – Helsinque, Finlândia @ Ice Hall


27/Out (Ter) – Tallinn, Estônia @ Unibet Arena


29/Out (Qui) – Gliwice, Polônia @ PreZero Arena Gliwice


30/Out (Sex) – Leipzig, Alemanha @ Quarterback Immobilien Arena


31/Out (Sáb) – Oberhausen, Alemanha @ Rudolf Weber Arena


02/Nov (Seg) – Budapeste, Hungria @ Barba Negra


03/Nov (Ter) – Viena, Áustria @ Gasometer


04/Nov (Qua) – Bamberg, Alemanha @ Brose Arena


06/Nov (Sex) – Praga, República Tcheca @ O2 Universum


07/Nov (Sáb) – Berlim, Alemanha @ Velodrom


08/Nov (Dom) – Munique, Alemanha @ Zenith


10/Nov (Ter) – Milão, Itália @ Alcatraz


11/Nov (Qua) – Zurique, Suíça @ The Hall


13/Nov (Sex) – Barcelona, Espanha @ Sant Jordi Club


14/Nov (Sáb) – Madri, Espanha @ Vistalegre


15/Nov (Dom) – Lisboa, Portugal @ Sala Tejo

Três Décadas de Melodic Death Metal

Formada originalmente no final de 1995 sob o nome Inferior Breed, a banda mudou seu nome para SOILWORK em 1996. Originários de uma pequena cidade da Suécia chamada Helsingborg, eles rapidamente cavaram seu próprio espaço no cenário do metal sueco, fundindo com maestria os elementos fundamentais do melodic death metal com riffs de puro power-groove e ganchos melódicos marcantes.

Para celebrar este grande marco de 30 anos, o vocalista Björn “Speed” Strid e a banda vêm promovendo uma retrospectiva especial ao longo de todo o ano de 2026. A cada mês, o grupo mergulha em sua extensa discografia, destacando dois álbuns por vez para compartilhar registros inéditos de estúdio, raridades da mídia e histórias bastantes íntimas dos bastidores com fãs de todo o mundo.

‘Night Whispers & Shining Lights’ funciona tanto como uma celebração dessa rica história quanto como um olhar firme e potente em direção ao futuro.


Formação:

Björn "Speed" Strid:Vocal
Simon Johansson: Guitarra
Sven Karlsson: Teclado
Sylvain Coudret: Guitarra
Bastian Thusgaard: Bateria
Rasmus Ehrnborn: Baixo


Fonte:Nuclear Blast Blast


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Rhapsody anuncia Brasil na turnê de despedida em 2027






Formação clássica com Fabio Lione e Luca Turilli faz três shows no país em fevereiro de 2027, em Limeira, São Paulo e Curitiba.



O Rhapsody, banda italiana que ajudou a fundar o power metal sinfônico no fim dos anos 1990, inclui o Brasil na rota da turnê que encerra a trajetória da formação clássica liderada pelo vocalista Fabio Lione e pelo guitarrista Luca Turilli. Com realização da Overload, os shows acontecem em 26 de fevereiro de 2027, em Limeira (Mirage Eventos), em 27 de fevereiro, em São Paulo (Carioca Club), e em 28 de fevereiro, em Curitiba (Tork n’ Roll), no ano em que a banda completa três décadas do disco de estreia, Legendary Tales.

Ingressos para as apresentações (Clube do Ingresso) no Brasil estão à venda a partir das 10h desta quinta-feira (22/10).

O Rhapsody voltou aos palcos em junho de 2026, com dois concertos acompanhados por orquestra e coro completos: no Pepsi Center, na Cidade do México, com mais de 100 músicos no palco, e no Teatro Caupolicán, em Santiago, onde a primeira data esgotou rapidamente e a produção precisou abrir uma segunda noite.

Foi a primeira vez que Turilli e Lione dividiram o palco desde 2023, quando encerraram o projeto Turilli/Lione Rhapsody. O próprio Turilli definiu a experiência com orquestra e coro reais como um sonho realizado, algo que nunca tinha acontecido em sua carreira.

Os shows funcionaram como prelúdio dos Final Shows. Fora da América Latina, a banda faz apenas duas apresentações, no cruzeiro 70000 Tons of Metal, que sai de Miami em janeiro de 2027.
Três décadas de saga

O Rhapsody nasceu em Trieste, na Itália, idealizado por Luca Turilli e pelo tecladista Alex Staropoli, e lançou em 1997 o disco de estreia, Legendary Tales, já com Fabio Lione nos vocais. A banda encontrou o cantor depois de ouvi-lo no disco Piece of Time, do Labyrinth, e o convidou por telefone, direto do estúdio.

Symphony of Enchanted Lands (1998) consolidou o estilo e se tornou referência do metal sinfônico.

Dawn of Victory (2000) e Rain of a Thousand Flames (2001) levaram a banda às primeiras turnês, incluindo a passagem pela América do Sul em 2001, e Power of the Dragonflame (2002) fechou a Emerald Sword Saga, a primeira grande narrativa da discografia.

Em Symphony of Enchanted Lands II: The Dark Secret (2004), a banda contou com a voz do ator Christopher Lee, de O Senhor dos Anéis, como narrador da história.

Em 2006, por questões de marca registrada, a banda passou a se chamar Rhapsody of Fire, e lançou Triumph or Agony com orquestra e coro de 70 integrantes.

A saga terminou em From Chaos to Eternity (2011), último disco de Turilli e Lione juntos antes da separação naquele mesmo ano.

O reencontro veio em 2017, na turnê de 20 anos da banda, que passou por seis cidades brasileiras, e deu origem ao Turilli/Lione Rhapsody, que lançou Zero Gravity (Rebirth and Evolution) em 2019 pela Nuclear Blast, financiado com 60 mil euros arrecadados diretamente com os fãs.
Formação

A turnê reúne Fabio Lione (voz), Luca Turilli (guitarra), Dominique Leurquin (guitarra), Patrice Guers (baixo) e Alex Holzwarth (bateria), a formação que sustentou a fase de maior projeção da banda nos anos 2000 e voltou a se reunir na turnê de 2017 e no Turilli/Lione Rhapsody.
Hollywood metal

O Rhapsody combina a velocidade do power metal com arranjos orquestrais, corais, influências de música clássica e letras inspiradas em sagas de fantasia épica, uma fórmula que a banda chamava de “film score metal”.

A grandiosidade sempre dividiu opiniões, e parte da crítica americana chegou a apelidar o estilo de “Hollywood metal”, pela produção monumental e pela teatralidade.
Lione e o Brasil

A relação de Fabio Lione com o país vai além do Rhapsody. O cantor foi vocalista do Angra por 13 anos, de 2013 a 2026, e se despediu da banda brasileira no Bangers Open Air, em abril de 2026.

As datas brasileiras abrem a turnê latino-americana, que começa em 4 de março, em Lima, e segue por Chile, Argentina, Costa Rica, Colômbia, Panamá e El Salvador até terminar em 20 de março, na Cidade do México. Em Santiago, Buenos Aires, San José e Bogotá, as noites serão divididas com o Epica, em arenas e estádios.



SERVIÇO


Rhapsody em Limeira

Data: 26 de fevereiro de 2027 (sexta-feira)

Local: Mirage Eventos

Endereço: Avenida Professor Joaquim de Michieli, 755, Jardim Esmeralda, Limeira/SP

Ingressos: circleofinfinityproducoes.com/ingressos/

Informações: WhatsApp (19) 98171-2379 (Circle of Infinity







Realização: Circle of Infinity Produções

Rhapsody em São Paulo

Data: 27 de fevereiro de 2027 (sábado)

Horário: 17h30 (abertura da casa) | 19h30 (início do show)

Local: Carioca Club Pinheiros

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo/SP

Ingressos: clubedoingresso.com/evento/rhapsodyfinalshows-sp







Realização: Overload

Rhapsody em Curitiba

Data: 28 de fevereiro de 2027 (domingo)

Horário: 18h30 (abertura da casa) | 20h (início do show)

Local: Tork n’ Roll

Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR

Ingressos: clubedoingresso.com/evento/rhapsodyfinalshows-pr

Realização: Overload

Apresentação da turnê: Feat First Management



Links Relacionados:

https://linktr.ee/overloadbrasil

https://www.instagram.com/tedesco.com.midia/



Fonte:Wargods Press

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Savaniss Fest: evento com Massacration e temática de Halloween acontece neste sábado em Sapucaia do Sul






Com mais de 10 horas de programação, festival na Região Metropolitana reúne sete bandas, túnel do terror, exposição de motos e concursos de fantasia na reta final do mês das bruxas.



No próximo sábado, 24 de outubro, a cidade gaúcha de Sapucaia do Sul Se transforma no epicentro da música pesada gaúcha com a realização do Savaniss Fest - A Ressurreição. O evento, que acontecerá no espaço Cinco Estrelas Eventos a partir das 16h, promete uma maratona de mais de 10 horas de som, liderada pela histórica “20 Years Tour” da banda Massacration, que celebra as duas décadas do álbum "Gates of Metal Fried Chicken of Death".



Além de marcar o retorno dos "Deuses do Metal" ao estado após uma recente passagem pela Europa, o festival mostra a força da cena regional e independente. O público também conferirá de perto o show do Ocaradometal, que traz ao palco, além de outras músicas, o repertório do debut "Forjado em Cinzas: O Luto que Precede a Luz", e a apresentação especial da anfitriã Demônios da Savana, que estreará duas faixas autorais inéditas e um tributo ao Matanza. O line-up fica completo com as performances de Cisma Red, Mafia South, Kronna e Oitava Síntese.



“Chegamos na semana do festival com uma expectativa gigante. A proposta do Savaniss Fest nesta edição de “Ressurreição” é criar um verdadeiro ponto de encontro para os headbangers. Montamos uma estrutura com exposições e mais de 10 horas de som para que o público viva uma noite histórica e imersiva”, afirma o produtor Jorge Rafael Balduino de Souza Bragança.



A Experiência de Halloween



Fugindo do formato tradicional de shows, o Savaniss Fest aposta em uma imersão completa aproveitando o mês do Halloween. Todo o ambiente do festival receberá decoração temática, incluindo um "túnel do terror" e concursos de fantasia que prometem movimentar o público presente.



A infraestrutura foi dividida em duas grandes áreas para garantir o conforto. O espaço externo contará com uma praça de alimentação, estacionamento no local e uma exposição com mais de 20 motocicletas. Já a área interna, além de abrigar o palco principal dos shows, oferecerá copa de bebidas, loja de doces, estúdio de tatuagem e estandes de merchandising oficial para quem deseja apoiar diretamente as bandas do evento.



Os últimos ingressos seguem à venda e podem ser adquiridos antecipadamente pela plataforma Sympla.



Ingressos:

https://www.sympla.com.br/event__3267390



Siga as bandas no Instagram para acompanhar os preparativos:



Massacration: @massacrationoficial

Demônios da Savana: @demoniosdasavana

O Cara do Metal: @ocaradometal_

Cisma Red: @banda_cismared

Mafia South: @mafiasouth7

Kronna: @kronna_oficial

Oitava Síntese: @abandasintese



SERVIÇO:



Savaniss Fest - A Ressurreição

Data: 24 de outubro de 2026 (sábado)

Local: Av. Luiz Pasteur, 1684 - Sapucaia do Sul/RS (Cinco Estrelas Eventos)

Horário: Abertura dos portões às 16h

Classificação: Entrada apenas para maiores de 16 anos.

Atrações: Massacration, Demônios da Savana, O Cara do Metal, Cisma Red, Mafia South, Kronna e Oitava Síntese.



Assista ao vídeo de “Metal Massacre Attack”:

https://www.youtube.com/watch?v=mkhDs8AsEKI



Ouça Massacration:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/74JV48xO4Q2qopQdGA70AF



Ouça Ocaradometal:








Ouça Oitava Síntese:







Ouça Cisma Red:









Ouça Mafia South:









Ouça Kronna:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/4BOeIWkcBMcq7Yypdbep5M



Créditos da foto: Divulgação


Links Relacionados: 





Fonte:Wargods Press 

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CORROSIVE NAILS: Debut álbum e crítica social em entrevista ao Heavy Metal Online





Em entrevista exclusiva ao canal Heavy Metal Online, o vocalista e guitarrista Cleiton revelou os bastidores do debut álbum do CORROSIVE NAILS, intitulado "Fragments of a Broken Faith", lançado pelo selo Lambrequin Cultural. O músico detalhou a evolução sonora do quarteto catarinense de Death/Thrash Metal, os desafios de manter uma banda extrema no interior e a abordagem lírica voltada à opressão social cotidiana.

Durante o bate-papo conduzido por Maria Correia, Cleiton explicou que o material explora temas densos como desgaste mental, rotina exaustiva de trabalho e pressões do sistema capitalista, canalizados em uma sonoridade agressiva com fortes raízes no Death Metal clássico. Confira a entrevista completa no canal Heavy Metal Online abaixo:





Merchandising Oficial e Itens Exclusivos

Em paralelo ao destaque na imprensa especializada, o CORROSIVE NAILS oficializou o lançamento físico do aclamado “Fragments Of A Broken Faith” no último dia 30 de abril. O álbum, que despeja oito hinos de pura agressão Death/Thrash, chega às mãos dos bangers via selo Lambrequim, consolidando a presença da banda no front do underground nacional.

A edição física em CD celebra a trajetória do material, que já vinha angariando críticas positivas desde sua estreia digital. Unindo técnica e brutalidade, o CORROSIVE NAILS reafirma sua identidade sonora com um trabalho indispensável para colecionadores e entusiastas das vertentes mais extremas do Metal.

Garanta sua cópia por apenas R$ 40,00 (+ frete) e apoie o Metal nacional. O álbum pode ser adquirido diretamente com a banda ou através da loja oficial do selo nos links abaixo:WhatsApp: https://www.contate.me/5547984742115


Loja Lambrequim: https://lambrequim.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/cd-corrosive-nails-fragments-of-a-broken-faith/







Ouça “Fragments Of A Broken Faith” em sua plataforma de streaming mais utilizada através o link unificado a seguir: https://li.sten.to/CN_Fragments_of_a_Broken_Faith



Planejamento e Shows 2026

A banda está focada na divulgação de seu primeiro álbum de estúdio (full-length) e já iniciou o planejamento da agenda para 2026. O objetivo é realizar uma turnê nacional, levando sua sonoridade marcada pelo peso e velocidade para todas as regiões do Brasil.

Produtores e organizadores podem solicitar o press kit e enviar propostas pelos seguintes canais:E-mail: corrosivenails@gmail.com

Instagram: https://www.instagram.com/corrosivenails/









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ASSESSORIA DE IMPRENSA: SANGUE FRIO PRODUÇÕES
Contato: www.sanguefrioproducoes.com/contato



Links Relacionados:







SHITAI: Nova linha oficial de merchandising celebra o Death/Grind paulista





O SHITAI, expoente do Death/Grind paulista, anunciou o lançamento de sua nova linha oficial de camisetas com duas artes exclusivas. As peças contam com ilustrações assinadas pela Necrogoat Arts e confecção de alta qualidade executada pela Smelly Dog Estamparia.

Com tiragem pensada para o público extremo, os modelos estão disponíveis nos tamanhos P, M, G e GG pelo valor fixado em R$ 70,00 (+ frete) por unidade. O lançamento reforça a identidade visual crua do grupo e atende à demanda direta dos apoiadores do metal underground nacional.

Os pedidos e consultas de envio devem ser feitos diretamente com o SHITAI via mensagem direta no perfil oficial do Instagram: https://www.instagram.com/shitai_death_/


Novo álbum a caminho e single já disponível!

Em paralelo à preparação para o evento, a banda finaliza o processo de gravação de seu primeiro full-length com 11 faixas inéditas, capitaneado pelo single “Escaravelho”. Dividida entre a captação de bateria no estúdio Stora Tímpano e a produção geral na Dark Paradise Recordings, a obra sucederá o EP homônimo “Shitai”.

Não perca tempo! Ouça agora mesmo “Escaravelho” em sua plataforma de streaming mais utilizada acessando o link a seguir: https://li.sten.to/SHITAI_Escaravelho



Booking e contatos

O grupo já está 100% focado na expansão de sua rota de shows. Produtores interessados em levar a brutalidade do SHITAI para seus eventos podem solicitar o press kit atualizado e enviar propostas através da Sangue Frio Produções ou pelos canais oficiais da banda abaixo:E-mail: contatoshitaiband@gmail.com
WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 (SFP – Press & PR)
Instagram: https://www.instagram.com/shitaiband






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Crim, ícone do punk catalão, traz turnê de despedida a São Paulo





Nascida em 2010 como uma microcooperativa numa antiga granja, a banda de Tarragona construiu de forma independente uma carreira de cinco discos.


O Crim, banda de Tarragona (Catalunha, Espanha) que se tornou ícone do punk catalão com letras de protesto contra o capitalismo, a especulação imobiliária e a apatia social, sempre cantadas em catalão, anunciou em setembro sua separação indefinida após 17 anos e cinco discos de estúdio. Antes de parar, o Crim faz sua única apresentação no Brasil no dia 5 de novembro, quinta-feira, no Rock Together, em São Paulo.

A realização é da Fuerza Booking com a ND Productions. Os ingressos estão à venda na Fastix.

O show abre a turnê latino-americana de despedida da banda, que segue para Buenos Aires, Santiago, Bogotá, Lima, San José, Cidade do México, Nogales e Mexicali.

O som do Crim combina a crueza e a melodia de referências como Social Distortion, Leatherface e Cock Sparrer, com refrões feitos para cantar junto e guitarras melódicas, com referências de Sham 69 e do punk sueco de Asta Kask e Ebba Grön, com algo de Oi! e street punk.

O Crim comunicou a decisão em 16 de setembro. No comunicado, a banda explica que as exigências de uma indústria cada vez maior tornaram difícil manter o equilíbrio com o qual construiu a carreira, e reafirma o caráter independente que marcou sua trajetória. O Crim, no entanto, deixa a porta aberta: segundo a banda, um dia, sem data definida, ela volta.

A despedida será longa. O Crim segue em atividade até o fim de 2027, com shows especiais em salas pequenas, apresentações maiores e festivais, que serão anunciados aos poucos. Três dias depois do anúncio, a banda tocou no Mercat de Música Viva de Vic, na Catalunha, e o vocalista Adrià Bertran disse no palco que aquele havia sido o melhor show da vida do Crim.
Da granja aos palcos do mundo

O Crim nasceu em 2010, quando quatro colegas de apartamento, todos com vinte e poucos anos, começaram a tocar juntos nas tardes de quarta-feira. Nos primeiros anos, a banda funcionou como uma microcooperativa instalada numa antiga granja, onde os próprios integrantes gravavam as músicas, faziam as camisetas e organizavam os shows. Mais tarde, a parceria com a agência HFMN ampliou o alcance do trabalho sem tirar a independência que sempre definiu o Crim.

Em 17 anos, a banda tocou em 22 países, cruzou duas vezes o Atlântico e dividiu turnês e palcos com bandas que marcaram a adolescência de seus integrantes.

Em maio de 2025, o Crim foi a representação espanhola no cartaz da turnê “45 Years Doing What You Want”, do Bad Religion, ao lado de Agnostic Front, Strung Out e Belvedere, com shows em arenas da Espanha e na MEO Arena, em Lisboa.
“Futur Medieval”

O disco mais recente do Crim, “Futur Medieval”, saiu em novembro de 2025 pela cult BCore. As letras miram o egoísmo, o capitalismo, o domínio da tecnologia, a especulação imobiliária e a hipocrisia, e o título funciona como alerta para um futuro que pode ser tão brutal quanto a Idade Média.

A banda definiu “Res de Nou” como a “anti-canção do verão”, uma crítica a quem prioriza a pose antes da música, e “Carnets de Punk” mira quem distribui “carteirinhas de punk” na cena, escondido atrás das telas.






Serviço:


Crim em São Paulo

Data: 5 de novembro de 2026 (quinta-feira)

Horário: 19h

Local: Rock Together

Endereço: Rua Dr. Zuquim, 926, Santana, São Paulo (SP)

Ingressos: fastix.com.br/events/crim-em-sao-paulo

Realização: Fuerza Booking e ND Productions

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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Pioneiro do stoner doom, Acid King volta ao Brasil em 2027






Com a música 'Electric Machine' no filme Sirāt, indicado ao Oscar, banda toca em Belo Horizonte (26/3) e São Paulo (27/3).



O Acid King, banda de San Francisco que teve a música 'Electric Machine' usada em Sirāt, filme espanhol indicado a dois Oscars em 2026, volta ao Brasil em março de 2027. Liderada pela guitarrista e vocalista Lori S., a banda, que ajuda a moldar o stoner doom há mais de três décadas, faz sua estreia em Belo Horizonte no dia 26 de março, no Caverna Rock Pub, e se apresenta em São Paulo no dia 27, na Burning House.

Os shows encerram a turnê latino-americana da banda e têm realização da Caveira Velha e da Solid Music Entertainment. Ingressos à venda pela 101 Tickets.

A volta ao Brasil acontece três anos e meio depois da primeira visita. Em setembro de 2023, a banda tocou em São Paulo dentro do Setembro Negro Festival, no Carioca Club, durante a turnê sul-americana do disco “Beyond Vision”.

A banda vive um dos momentos de maior visibilidade da carreira. Na primavera europeia de 2026, o Acid King fez uma turnê de 19 datas tocando “Busse Woods” na íntegra, algo inédito na Europa, passando por festivais como Desertfest Berlin e Sonic Whip e por países que raramente visitava, como Noruega, Finlândia, Estônia, Croácia e Lituânia.

O fôlego também vem do trabalho mais recente. “Beyond Vision”, lançado em 2023 pela Blues Funeral Recordings, chegou ao primeiro lugar do Doom Charts, ranking internacional do gênero, e foi recebido pela Decibel como uma nuvem de som e alucinação, em grande parte instrumental, enquanto a PopMatters o descreveu como uma viagem de outro mundo.
Da Califórnia ao culto

O Acid King nasceu em San Francisco em 1993, formado por Lori S., pelo baterista Joey Osbourne e pelo baixista Peter Lucas. O nome veio do apelido de Ricky Kasso, adolescente de Long Island que ficou conhecido como “Acid King” nos anos 1980. Lori, que cresceu nos subúrbios de Chicago e começou na cena punk do Meio-Oeste, é a única integrante presente em todas as fases da banda, responsável por letras, voz e guitarra em todas as gravações.

O primeiro registro, um EP de 1994 lançado pela Sympathy for the Record Industry, teve produção de Dale Crover, baterista do Melvins, que também cantou em uma das faixas.

Em 1995, a banda estreou em disco cheio com “Zoroaster” e, em seguida, entrou para a Man’s Ruin, selo do artista gráfico Frank Kozik que reunia nomes centrais do stoner da época, por onde saiu o EP “Down with the Crown”, de 1997.

O disco que consolidou a reputação da banda veio em 1999. “Busse Woods”, batizado em homenagem a uma reserva florestal perto de onde Lori cresceu, em Illinois, foi gravado num período de turbulência pessoal e profissional, teve pouca divulgação no lançamento e, mesmo assim, virou referência para gerações de fãs de riffs pesados.

Em 2005, a banda lançou “III” pela Small Stone Records e entrou em um período de baixa atividade, retomado graças a convites de festivais europeus. A volta ao estúdio aconteceu com “Middle of Nowhere, Center of Everywhere”, de 2015, lançado pelo selo finlandês Svart Records e incluído pela Stereogum entre os melhores discos de metal do ano.

“Beyond Vision”, de 2023, abriu uma nova fase. O disco nasceu da parceria de Lori com Jason Landrian, guitarrista do Black Cobra, durante a pandemia, foi gravado em fita analógica no Sharkbite Studios, em Oakland, com mixagem de Billy Anderson, e levou a banda para um terreno mais psicodélico, quase de ficção científica, com reflexões sobre migração interplanetária.
Pioneiros

O Acid King construiu uma sonoridade que une o proto-metal pesado dos anos 1970 a riffs lentos, arrastados e hipnóticos, na mesma linhagem de contemporâneos como Sleep e Electric Wizard. A guitarra com afinação grave e a voz hipnótica de Lori S. se tornaram a marca da banda, que a imprensa americana costuma apontar como uma das pioneiras de um gênero que nem tinha nome quando ela começou.

A crítica especializada trata “Busse Woods” como um dos discos mais importantes do rock pesado, e o site The Obelisk chegou a colocá-lo entre os álbuns mais decisivos da história do gênero.
Formação

O Acid King é hoje formado por Lori S. (guitarra e voz), Bryce Shelton (baixo) e Jimmy Perez (bateria).
Estreia no cinema

Dirigido por Oliver Laxe e produzido pela El Deseo, dos irmãos Pedro e Agustín Almodóvar, Sirāt venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2025 e disputou o Oscar de Melhor Filme Internacional com o brasileiro “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, além de concorrer em Melhor Som. “Electric Machine”, faixa que abre o disco “Busse Woods”, de 1999, ganhou espaço no longa e apresentou o Acid King a um público que nunca tinha ouvido falar da banda.
Turnê latino-americana

A passagem pela América Latina começa no México e termina no Brasil. O Acid King toca em 19 de março, em Guadalajara (C3 Rooftop); 20 de março, na Cidade do México (Foro Niebla); 21 de março, em San José, na Costa Rica (Amon Solar); 23 de março, em Santiago (Club Ambar); 24 de março, em Buenos Aires (Uniclub); 26 de março, em Belo Horizonte (Caverna Rock Pub); e 27 de março, em São Paulo (Burning House).





Serviço:

Acid King em Belo Horizonte

Data: 26 de março de 2027 (sexta-feira)

Local: Caverna Rock Pub

Endereço: Rua dos Tupis, 1448, Barro Preto, Belo Horizonte (MG)

Vendas: 101tickets.com.br/events/details/Acid-King-em-Belo-Horizonte





Acid King em São Paulo

Data: 27 de março de 2027 (sábado)

Local: Burning House

Endereço: Avenida Santa Marina, 247, Água Branca, São Paulo (SP)

Vendas: 101tickets.com.br/events/details/Acid-King-em-Sao-Paulo

Realização: Solid Music Entertainment (@solidmusice) e Caveira Velha (@caveiravelhaproducoes)




Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia




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Indira Castillo lança EP “Pandora” e inicia nova fase na carreira





Após anunciar seu desligamento da Malvada, cantora aposta em sua identidade autoral com EP de três faixas que explora influências do rock, jazz, soul e blues.


Após subir ao Palco Sunset do Rock in Rio com a Malvada, recentemente, Indira Castillo abre um novo capítulo em sua trajetória musical com o lançamento de “Pandora”, EP que chegou às plataformas digitais no dia 9 de outubro. O trabalho ganha um significado especial diante do recente anúncio de sua saída da banda de hard rock, previsto para o final de novembro, quando a vocalista concluirá os compromissos já agendados com o grupo para se dedicar aos seus projetos pessoais e à carreira solo.



Se na Malvada Indira conquistou espaço com sua potência vocal e presença de palco, em “Pandora” ela assume o controle criativo de uma sonoridade que vai além das fronteiras do hard rock. O novo trabalho reúne três composições — “Voo Livre”, “Ouro em Meio às Cinzas” e “Pandora” — que refletem a diversidade de influências de uma artista cuja formação musical transita entre o jazz, o soul, o blues e o rock.



Diferentemente de uma ruptura com seu passado, o EP representa a continuidade de uma trajetória construída entre diferentes estilos. Desta vez, Indira também assina a produção musical, trabalhando nos arranjos ao lado de Luiz Cardim (guitarra), Geovanni Leite (teclados), Roby Pontes (bateria) e Lucas Rogério (baixo).








As gravações aconteceram no Orra Meu Estúdios, com Wagner Meirinho, mantendo a parceria da cantora com a Symphonic e a Canil Records.



O lançamento também pode ser o ponto de partida para um projeto mais ambicioso. Indira considera expandir futuramente o repertório de “Pandora” para um álbum completo, aprofundando as possibilidades musicais exploradas neste novo momento.



A relação da cantora com o trabalho autoral vem de longa data. Em 2018, iniciou uma parceria com a Universal Music em um projeto voltado ao jazz rock. Em 2022, lançou o single “Wiser” e chegou à semifinal do programa Canta Comigo, da Record, ampliando sua projeção nacional. No ano seguinte, apresentou as músicas “Tempo” e “Êxtase”, que integraram seu primeiro EP, “Êxtase” (2023). Sua versatilidade também se manifesta no The Improvisers, trio dedicado ao jazz e à improvisação.








Ainda em 2023, Indira assumiu os vocais da Malvada, iniciando uma fase importante de sua carreira. Com o grupo, participou da gravação do álbum homônimo “Malvada” (2025), produzido por Giu Daga e composto por 11 faixas em português e inglês. O trabalho acompanhou a expansão da banda, que realizou apresentações no Brasil e no exterior.

Um dos momentos mais marcantes dessa trajetória aconteceu em setembro de 2026, quando a Malvada abriu a programação do Palco Sunset do Rock in Rio. Mesmo sob chuva, Indira comandou a apresentação com músicas como “Dead Like You”, “Yesterday (My End, My Beginning)”, “Veneno” e “RNR GRL”, diante do público da Cidade do Rock.



Agora, poucas semanas depois dessa apresentação, a cantora se prepara para encerrar sua passagem pela banda e concentrar esforços em uma carreira que sempre caminhou paralelamente ao universo do hard rock.



“Pandora” chega, portanto, como mais do que um novo lançamento: é o primeiro passo de uma fase em que Indira Castillo assume o protagonismo de sua própria criação, sem abrir mão das diferentes influências que moldaram sua identidade musical.



Entre a intensidade do rock, a liberdade do jazz e a expressividade do soul, a artista mostra que sua voz não pertence a um único gênero. E é justamente essa diversidade que pretende explorar daqui para a frente.



Ouça “Pandora” nas plataformas digitais:

https://sym.ffm.to/pandora_

Links Relacionados:

https://www.instagram.com/imindiracastillo/

https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4TxIW2W008X8JLS68XeSSb


Fonte:LP Metal Press



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Trompas apresenta videoclipe de “Trip” e consolida nova fase de Wally, fundador do CPM 22





Banda liderada pelo guitarrista e vocalista Wally apresenta novo vídeo para o EP de estreia Anxiety; sludge, grunge e stoner são carro chefe.


O Trompas, banda capitaneada pelo guitarrista e vocalista Wally, fundador do CPM 22, acaba de lançar o videoclipe de “Trip”. A faixa integra Anxiety, EP de estreia do grupo, lançado em junho de 2026. O vídeo tem direção de Xtudo Obze, videomaker que já trabalhou com nomes como Torture Squad, RF Force, Kiara Rocks, Sioux 66, ANTRVM e Caos Lúdico, e produção audiovisual de Paulo Rocha.

Assista Trip: 








O trio, que divide suas atividades entre São Paulo e Porto Alegre, reuniu-se na capital paulista para a gravação do clipe e já planeja shows para 2027.

Além de “Trip”, outras três músicas do EP também ganharam videoclipes: a faixa-título “Anxiety”, “Lost Again” e “Ten Year Hate”.

Sobre o Trompas

Formado em 2024, o Trompas reúne músicos que já cruzaram caminhos em diferentes momentos de suas trajetórias. À frente do grupo está Wally, guitarrista e vocalista que ganhou notoriedade como fundador e guitarrista do CPM 22, banda que ajudou a transformar em um dos maiores nomes do rock brasileiro. Durante sua passagem pelo grupo, participou de cinco álbuns e acompanhou uma trajetória marcada por reconhecimentos como o Grammy Latino e premiações no VMB, da MTV, e no Multishow.

Após se afastar da música por mais de uma década, Wally retomou as atividades com o Trompas e também construiu uma trajetória no heavy metal à frente do Astafix, responsável pelos discos End Ever (2009) e Internal Saboteur (2015).

No Trompas, ele reencontra o baterista Thiago Caurio, parceiro no Astafix, conhecido por sua pegada potente e precisão rítmica. Completa a formação o baixista Benhur Lima, instrumentista experiente e versátil, com passagem pela banda gaúcha HIBRIA e trajetória consolidada no heavy metal nacional.

Além do Trompas, Caurio e Lima também integram o Atomic Elephant, trio de metal instrumental que explora outra faceta da atuação dos músicos. A conexão entre os integrantes reforça a experiência coletiva que sustenta o novo projeto.

O Trompas aposta em uma sonoridade que combina sludge metal e stoner rock, com influências de grunge, riffs graves, andamentos arrastados e atmosferas sombrias. As letras exploram conflitos internos, frustrações, desgaste emocional e relações humanas. A proposta dialoga com referências como Black Sabbath, Nirvana, Crowbar, Mastodon e Monolord, sem recorrer a uma lógica nostálgica.

Lançado em junho de 2026, Anxiety reúne cinco faixas e apresenta essa nova fase musical de Wally. A banda já prepara material inédito para apresentar ao público após o lançamento do EP, enquanto organiza os próximos passos de sua trajetória.

Em 2026, o Trompas também lançou sua linha de produtos oficiais, disponível em www.produtooficial.com.br.

Por que Trompas?

O nome Trompas faz referência à origem ancestral dos instrumentos de sopro, quando chifres de animais eram utilizados para comunicação. A escolha simboliza força, chamado e conexão com algo primitivo — conceitos que também estão presentes na sonoridade da banda: pesada, grave, robusta e primal.

“Não é um nome fácil de entender à primeira vista, mas pensei justamente no vigor dos chifres e em seu simbolismo forte, quase primitivo. É uma imagem que combina muito com o universo heavy”, explica Wally.

A estreia

O Trompas acumula quase 500 mil visualizações em seus clipes e conquistou destaque já em sua estreia, em abril de 2026, com o lançamento de “Ten Year Hate”, faixa que aborda o desgaste emocional acumulado, os ciclos repetitivos e o que resta depois da raiva.

Assista a “Ten Year Hate”:





 


Na sequência, “Lost Again” explorou o universo simbólico de um relacionamento conturbado que se manifestava em sonhos.

 Assista a “Lost Again”: 








Fechando os singles, a faixa-título "Anxiety".

 Assista a “Anxiety”: 








Anxiety entre os destaques do ano









Apontado como um dos destaques do ano na música pesada, Anxiety vem recebendo boa repercussão desde seu lançamento. Com seis faixas, o EP estabelece a identidade sonora do Trompas e reúne temas ligados a conflitos internos, desgaste emocional e relações humanas, apresentados por meio de uma combinação de sludge metal, stoner rock e influências de grunge.



Com uma formação experiente, referências que atravessam diferentes vertentes do rock pesado e material inédito já em desenvolvimento, o Trompas se prepara para levar sua sonoridade aos palcos em 2027.

 Ouça o EP Anxiety: https://open.spotify.com/intl-pt/album/4S5BcTZvP5ANYrOHXCEO0I?si=3RAPxj_0SPmmvZ8E4SXz1Q




Fonte:Agência 1a1 | Media For Music


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Paraibana Zona Árida lança álbum de estreia e une heavy metal tradicional à brasilidade nordestina





Banda do metal paraibano cruza o peso do heavy metal tradicional com referências regionais e aborda diferentes formas de aridez, da terra às relações humanas.


Imagine o som do Iron Maiden com brasilidade. É nessa combinação que a Zona Árida encontra sua identidade, unindo o peso e as melodias do heavy metal tradicional a elementos regionais e traz essa mistura agora em seu recém lançado álbum autointitulado já disponível nos streamings de música.



 Ouça Zona Árida: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/7FTYlV4xlYFCCainb2bJrs

Zona Árida é um projeto capitaneado pelo guitarrista Marcel Joffily e conta com o vocal de Caio D’Lira. O som também tem um algo da escola de guitarristas virtuosos como Kiko Loureiro e Edu Ardanuy, incorporando técnica e sofisticação às composições sem deixar de lado as referências nordestinas.

De Campina Grande, Paraíba, o projeto transformou a aridez em tema e conceito, explorando desde as paisagens do sertão nordestino até as contradições sociais, tecnológicas e humanas do mundo contemporâneo.



O vocalista Caio D’Lira e o guitarrista Marcel Joffily são o projeto Zona Árida (Divulgação)




O disco reúne nove faixas em cerca de 38 minutos. Com composições em português, à exceção de “Reset Your Life”, o repertório traz os singles “Magnetar” e “Vidas Secas”, lançados antes do álbum, além de sete faixas inéditas: “Lázarus”, “Reset Your Life”, “Templo da Salvação”, “Tecnogod”, “Sobreviva”, “Vozes” e “Zona Árida”.



➤ Ouça o single Magnetar: https://open.spotify.com/intl-pt/track/0WzDJDxEnsGYAqkz6JID7z?si=a399ee52585b46ae

 Ouça o single Vidas Secas: https://open.spotify.com/intl-pt/track/0rEgUoKSlLDay8sMeNkhVO?si=e76b370a9b4f4a25









As capas dos singles Magnetar e Vidas Secas


A aridez aparece no álbum em diferentes formas. Além da paisagem sertaneja, ela se manifesta nas relações sociais, na intolerância, na superficialidade das redes sociais e nos conflitos da mente humana. Astronomia, inteligência artificial e literatura também entram nessa mistura, que conecta questões universais à identidade nordestina sem abrir mão da sonoridade pesada e melódica da banda.

A crítica à superficialidade das redes sociais em “Reset Your Life” não fica restrita à música: em coerência com o que defende nas letras, a Zona Árida decidiu não ter perfis nas redes sociais. A escolha aproxima discurso e prática e reforça o posicionamento da banda diante das relações mediadas pela tecnologia.

A abertura instrumental “Lázarus”, composta por Marcel Joffily em homenagem ao avô Lázaro, prepara o terreno para “Reset Your Life”. Cantada em inglês, a faixa combina riffs fortes e andamento direto a uma crítica à superficialidade das redes sociais.

Em “Magnetar”, o registro sonoro de uma colisão de buracos negros abre caminho para uma narrativa que aproxima cosmologia, viagem no tempo e amor. A música também remete à sonoridade da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM), movimento que marcou o metal britânico a partir do fim dos anos 1970.

A crítica social aparece em “Templo da Salvação”, que aborda as distorções no uso da religião para atender a interesses pessoais, e em “Sobreviva”, que trata de intolerância, mudanças climáticas e tensões sociais. Já “Vidas Secas” parte da obra homônima de Graciliano Ramos para abordar a aridez e a luta pela sobrevivência no sertão nordestino.

Em “Tecnogod”, a inteligência artificial deixa o ambiente virtual e assume o comando do mundo real. “Vozes”, a faixa mais pesada do álbum, mergulha na loucura e nos conflitos da própria mente.

O encerramento fica por conta da faixa-título, “Zona Árida”, que retoma a resistência diante de ambientes extremos e explora os ciclos de morte e renascimento. A música sintetiza a proposta do disco: atravessar diferentes paisagens e inquietações, do sertão às contradições do presente, mantendo a identidade de uma banda que encontra no heavy metal um caminho para expressar sua própria brasilidade.

A arte da capa e dos singles é assinada por Vito Quintans, ilustrador e diretor de arte paraibano cujo trabalho transita pelo universo do fantástico nordestino, explorando imaginários, símbolos e referências culturais da região. Sua produção reúne ilustração, concept art e criação visual, estabelecendo diálogos entre elementos da cultura brasileira e narrativas fantásticas.






Track List — Zona Árida

Lázarus
Reset Your Life
Magnetar
Templo da Salvação
Vidas Secas
Tecnogod
Sobreviva
Vozes


Zona Árida

Mais de Zona Árida em:
https://open.spotify.com/intl-pt/artist/7FTYlV4xlYFCCainb2bJrs


Fonte:Agência 1a1 | Media For Music



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Lasombra: Ópera Rock transmídia brasileira cria um ecossistema gótico que integra diversas linguagens artísticas e tem participação de Daniel Rocha




Projeto inicia com o espírito de Rafael Dewein se comunicando no Instagram, lança três curtas-metragens que contam a história atual do espírito e um videoclipe estrelado pelos personagens da trama.

São Paulo, outubro de 2026 – E se uma história não começasse em um livro, em uma tela ou em uma música, mas surgisse simultaneamente em diferentes linguagens, fazendo com que o público precisasse atravessar cada uma delas para compreender o todo? Essa é a proposta de Lasombra, Ópera Rock transmídia brasileira que constrói um universo próprio a partir da integração entre música, cinema, videoclipes, histórias em quadrinhos, performance e narrativa nas redes sociais. Mais do que conteúdos derivados de uma mesma obra, cada formato assume uma função dentro da trama e revela uma parte diferente de seu mistério. O ator Daniel Rocha (Avenida Brasil, Amor à Vida, Império, Totalmente Demais e A Lei do Amor), atua como um investigador no terceiro curta-metragem e no primeiro clipe da trama. Acompanhe aqui.





Daniel Rocha em Lasombra - Créditos: Divulgação



No centro desse universo está Rafael Dewein, um espírito que há anos procura uma maneira de estabelecer contato com o mundo dos vivos. Suas primeiras manifestações acontecem por meio de interferências em aparelhos eletrônicos — rádios, televisões, celulares e outros dispositivos — até que Rafael percebe que determinadas frequências sonoras conseguem atravessar o véu que separa os dois mundos. É quando encontra na música a forma mais potente de transformar som em mensagem e, dessa tentativa de comunicação, nasce a Ópera Rock Lasombra.





Lasombra Ópera Rock - Créditos: Divulgação



A própria maneira como o projeto chega ao público faz parte da ficção. Antes de apresentar todas as respostas, Lasombra começa a espalhar pistas: Rafael tenta estabelecer contato pelo Instagram, enquanto três curtas-metragens acompanham suas manifestações no presente e introduzem acontecimentos que parecem desafiar a lógica do mundo dos vivos. Na sequência, a música passa a ocupar o centro da experiência com “Hierarquia”, primeiro single e videoclipe do projeto, que expande o enredo e apresenta visualmente personagens desse universo.

“Lasombra nunca foi pensada como uma banda com conteúdos ao redor dela. A história é a obra. A música é uma parte dessa história, assim como os curtas, os videoclipes, as HQs e as redes sociais. Cada linguagem revela algo que a outra não revela. O público pode chegar por qualquer uma dessas portas e, aos poucos, perceber que existe um universo muito maior por trás de tudo. O que mais me interessa é justamente essa sensação de descoberta, de encontrar uma pista em uma música, outra em um filme, outra em um quadrinho, e começar a montar esse quebra-cabeça”, explica Josué Flach, idealizador de Lasombra.

A narrativa, porém, não segue necessariamente uma ordem cronológica. Enquanto curtas-metragens, músicas, videoclipes e redes sociais acompanham Rafael no presente, já como espírito, as HQs transportam o público ao passado, quando ele ainda estava vivo. É nos quadrinhos que começam a surgir suas memórias, sua relação com o irmão Gabriel Dewein, com Padre Cícero e com Eric, o coveiro, além dos acontecimentos ocorridos na misteriosa cidade de Lasombra que transformaram definitivamente sua trajetória. Os quatro personagens formam, dentro da própria mitologia do projeto, a banda da Ópera Rock.

A pergunta que atravessa todas essas linguagens é aparentemente simples: por que Rafael quer voltar? A resposta não está concentrada em uma única obra. Ela é fragmentada entre canções, imagens, diálogos, interferências, quadrinhos, filmes e manifestações digitais, convidando o público a conectar informações e montar progressivamente o quebra-cabeça de Lasombra.

Uma história que não apenas passa pelas plataformas, mas acontece dentro delas: é esta uma das principais particularidades de Lasombra. As diferentes mídias não funcionam apenas como ferramentas de divulgação da música. Elas fazem parte da própria obra. Um curta não existe simplesmente para promover uma canção, assim como uma HQ não funciona como ilustração do disco: cada linguagem acrescenta acontecimentos, perspectivas e informações próprias à narrativa.





Frame do clipe “Hierarquia” - Créditos: Divulgação



Essa construção aproxima Lasombra da lógica dos universos narrativos e dos jogos de RPG, nos quais o público conhece um mundo aos poucos, encontra personagens, reconhece símbolos e percebe conexões antes invisíveis. Em vez de entregar uma história fechada, o projeto propõe uma experiência de descoberta em que diferentes portas de entrada podem conduzir ao mesmo universo — alguém pode chegar pela música, pelo cinema, pelos quadrinhos ou pelas redes sociais e, a partir daí, perceber que existe uma trama muito maior a ser explorada.

A ideia de Ópera Rock também parte desse princípio. Se historicamente a ópera reúne diferentes recursos artísticos para colocar o espectador dentro de uma narrativa, Lasombra transporta essa lógica para a cultura contemporânea: a música permanece como eixo fundamental, mas divide a construção do universo com audiovisual, quadrinhos, performance e ambientes digitais.

Rock pesado, identidade brasileira e um universo gótico próprio

Musicalmente, Lasombra nasceu há cerca de duas décadas, em um período fortemente marcado pelo Nu Metal, mas nunca foi concebida para permanecer dentro de uma única vertente. O repertório atravessa diferentes referências do metal e de outros gêneros, preservando o peso como elemento importante sem transformá-lo em uma limitação estética. Em “Hierarquia”, por exemplo, o riff principal apresenta uma cadência que se aproxima do baião, sinalizando uma busca por identidade própria dentro da sonoridade pesada.

Essa mistura também aparece na construção visual. O universo gótico, o horror, o imaginário sobrenatural e a atmosfera dark convivem com referências brasileiras inseridas nos personagens, figurinos e símbolos da obra. Elementos aparentemente ornamentais podem carregar significados dentro da história e ganhar novas interpretações conforme outros capítulos são apresentados.

Em “Hierarquia”, essa proposta começa a ganhar forma audiovisual. O primeiro single funciona como uma porta de entrada para a sonoridade e para a estética do projeto, mas não estabelece uma fórmula para o restante da obra. Lasombra já conta com outras dez faixas em pré-produção, previstas para serem apresentadas progressivamente à medida que a narrativa se desenvolve.

Uma ideia de duas décadas que encontra novas formas de existir

Embora sua dimensão transmídia seja contemporânea, a origem de Lasombra antecede em cerca de vinte anos o projeto atual. A obra nasceu ainda na juventude de seu idealizador, Josué Flach, diretor, autor e compositor, e chegou aos palcos em uma primeira versão em 2005, em Montenegro, no Rio Grande do Sul. Duas décadas depois, o retorno não foi pensado como uma reconstrução nostálgica daquele trabalho, mas como a oportunidade de desenvolver plenamente um universo que, à época, ainda não dispunha das mesmas possibilidades técnicas, audiovisuais e digitais de hoje.





Apresentação da Ópera Rock Lasombra em 2009 em Montenegro-RS - Créditos: Fábio Jr. Alves



A passagem do tempo acabou incorporada à própria identidade da obra. As músicas preservam traços do contexto em que foram concebidas, enquanto cinema, quadrinhos, linguagem digital, direção de arte e novas possibilidades de interação permitem que a narrativa alcance uma escala diferente. A retomada, portanto, não busca simplesmente recuperar um projeto interrompido, mas transformá-lo em algo maior.

É desse encontro entre passado e presente que surge o atual ecossistema de Lasombra: a banda é formada pelos personagens da trama; as músicas também são mensagens de um espírito; videoclipes e curtas que funcionam como capítulos; quadrinhos que reconstroem memórias; e redes sociais que deixam de existir apenas fora da ficção para se tornarem parte dela.

Em vez de explicar seu universo de uma só vez, Lasombra escolhe revelar-se aos poucos. Cada lançamento acrescenta uma peça; cada linguagem oferece um ponto de vista; cada personagem pode esconder uma nova conexão. E, à medida que Rafael Dewein insiste em atravessar a fronteira entre os mortos e os vivos, o público é convidado a fazer o caminho contrário: entrar em Lasombra e descobrir o que aconteceu ali — e, principalmente, por que algumas histórias se recusam a permanecer enterradas.




Fonte: Assessoria Indie


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Dieth apresenta nova formação com o brutal single e videoclipe de “Pound of Flesh”






Com a chegada do baixista sueco Tobias Cristiansson, banda inicia uma nova fase e antecipa seu segundo álbum de estúdio, previsto para março de 2027 pela Fireflash Records.



O Dieth está de volta, mais pesado e agressivo do que nunca! A banda acaba de lançar “Pound of Flesh”, seu novo single acompanhado de um videoclipe oficial, marcando o início de um novo capítulo em sua trajetória. A faixa apresenta a atual formação do grupo, que agora conta com o experiente baixista sueco Tobias Cristiansson (Grave, Necrophobic, ex-Dismember), e oferece uma primeira amostra do segundo álbum de estúdio, previsto para março de 2027, pela Fireflash Records.



Sem espaço para concessões, “Pound of Flesh” mergulha em uma combinação devastadora de death e thrash metal, conduzida por riffs cortantes, velocidade e uma atmosfera de brutalidade implacável. A composição evidencia a proposta musical do Dieth nesta nova etapa, apostando em uma sonoridade direta, intensa e visceral.



A inspiração para a letra vem de um dos episódios mais sangrentos da história europeia: o Saque de Magdeburgo, ocorrido em 1631, durante a Guerra dos Trinta Anos. A partir desse acontecimento, a banda estabelece uma conexão perturbadora entre as atrocidades do passado e os conflitos armados que continuam devastando populações ao redor do mundo.



Longe de qualquer glorificação da violência, “Pound of Flesh” expõe as consequências mais cruéis da guerra: cidades reduzidas a escombros, vidas interrompidas e vítimas esquecidas. O refrão, marcado pelas expressões “Pound of Flesh” e “Beating Heart”, reforça a mensagem central da composição: independentemente das disputas políticas, territoriais ou ideológicas, são as vidas humanas que representam o verdadeiro preço de qualquer conflito.



Essa abordagem também ganha força no videoclipe oficial, que traduz a violência da narrativa em uma sequência de imagens impactantes. Intercalando cenas de performance da banda com representações gráficas de carne sendo cortada, dilacerada e destruída, a produção acompanha a escalada de brutalidade descrita na letra, passando de “Beating Heart” para “Ripped Apart” e culminando em “World Torn and Marred”.



Para o vocalista e guitarrista Guilherme Miranda, a música representa exatamente a intensidade que o grupo pretende imprimir nesta nova fase.



“'Pound of Flesh' é brutal, e é exatamente isso que eu queria para essa música. Musicalmente e liricamente, essa é uma das minhas coisas favoritas que já fizemos, e estou muito animado porque é um novo capítulo para o Dieth. Nova música, nova formação, novo vídeo, novo álbum a caminho – mal posso esperar para vocês ouvirem e verem no que temos trabalhado”, comenta o músico.








Além de Guilherme Miranda (guitarra e vocal) e do recém-chegado Tobias Cristiansson (baixo), a formação atual reúne Michał Łysejko (bateria) e Hubert Więcek (guitarra).



Com “Pound of Flesh”, o Dieth dá o primeiro passo rumo ao seu próximo trabalho de estúdio, deixando claro que a nova formação chega disposta a explorar os limites da agressividade musical. O lançamento abre caminho para uma fase que promete consolidar ainda mais a identidade do grupo dentro do metal extremo.



Ouça “Pound of Flesh”:

https://save-it.cc/fireflash/pound-of-flesh



Assista ao videoclipe oficial:







Links Relacionados:

https://diethofficial.com

https://www.facebook.com/diethband

https://www.instagram.com/diethband

https://www.youtube.com/@diethband


Fonte:LP Metal Press 


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FACA: Debut álbum “Vigilante da Escuridão” ganha lançamento físico em CD-R e fita cassete – adquira agora!




O one-man-band paranaense de Raw Black Metal FACA oficializou o lançamento físico de seu primeiro álbum, “Vigilante da Escuridão”. Composto por sete faixas cruas e gélidas, o registro chega aos formatos de CD-R e fita cassete por meio de uma união entre selos do Brasil e do exterior.

A edição em CD-R ficou sob a tutela do selo brasileiro Diabo Records, enquanto a versão em fita cassete foi licenciada pelo selo ucraniano Depressive Illusions Records. O trabalho traz uma abordagem ríspida e conceitual voltada à heresia e à revolta social, consolidando a identidade seca e subterrânea construída pelo projeto no circuito extremo.

O material físico em formato CD-R está disponível no site oficial da Diabo Records por R$ 20,00 (+ frete) através do link: https://diabo-records.lojaintegrada.com.br/faca-vigilante-da-escuridao-cd-r-2026

A versão em cassete importada pode ser adquirido diretamente na página da Depressive Illusions Records pelo Instagram AQUI: https://www.instagram.com/depressiveillusionsrec/

Para audição na íntegra e aquisição digital em alta fidelidade, acesse a página oficial no Bandcamp: https://faca.bandcamp.com/album/vigilante-da-escurid-o.



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Fonte: SFP – Press & PR


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MALKUTH: Revelados capa, tracklist e pré-save do aguardado EP “Necrolatry”







O renomado grupo pernambucano de Pagan Black Metal MALKUTH confirmou o lançamento mundial do seu novo EP, intitulado “Necrolatry”, agendado para o dia 23 de outubro de 2026. Gravado no conceituado Darkside Studio, no Recife, o registro reúne três composições inéditas que aprofundam a tradicional sonoridade obscura e ritualística forjada pelo quinteto nordestino.

A produção visual do trabalho foi assinada pela Demonart Artwork, enquanto a distribuição digital global fica sob a responsabilidade da SFP – Press & PR. A obra traz a participação especial de Ângela Fullmoon nos vocais da faixa-título, além da contribuição lírica e musical de Azazel em “Mammon, Lord of All Riches and Lust”, somando-se à faixa “Lycanthropus”.

Garanta o acesso ao novo trabalho em primeira mão realizando o pré-save nas principais plataformas de streaming pelo link: https://music-stream.lnk.to/Necrolatry








Show de lançamento de “Necrolatry”

Para celebrar esse marco histórico do Metal nacional, o MALKUTH já tem data marcada para fazer o show de lançamento oficial deste novo trabalho. A banda estará no 'Non Serviam Fest — Edição Pernambuco' no dia 06 de novembro de 2026, no Darkside Studio, em Recife. Organizado pela Black Order Productions e Jazigo Distro, o evento reúne forças do Metal extremo nordestino como Malefactor e Sodoma Horde. Confira abaixo o cartaz oficial da celebração e programe-se. O merchandise oficial das bandas estará à venda no local; apoie o cenário extremo comparecendo:








Serviço:


Show:MALKUTH no 'Non Serviam Fest — Edição Pernambuco'

Local:Darkside Studio
Endereço:Rua Barão de São Borja, 89 — Soledade — Recife/PE
Data:06 de novembro de 2026 (sexta-feira)
Cronograma:
19:00 — Abertura dos portões
20:00 — Sodoma Horde
21:00 — MALKUTH
22:00 — Malefactor
Ingressos online: https://www.sympla.com.br/evento/non-serviam-fest-edicao-pernambuco/3559953
Organização:Black Order Productions | Jazigo Distro



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