terça-feira, 3 de novembro de 2026

Desdominus: ícone do metal extremo nacional anuncia a chegada de um novo integrante e reestruturação em seu line-up





Mudanças de formação são comuns no cenário underground metálico, que não vive o ‘mainstream’ e, na maioria das vezes, acontece devido a necessidades naturais do processo de uma banda.

“Mudar de formação nunca é fácil, mas esse processo nos trouxe um profundo sentimento de renovação e um gás a mais. Seguiremos com a agenda de shows para apresentar a nova formação ao público e, em paralelo, daremos início às composições do nosso próximo trabalho”, conta Ney Paulino, baterista e fundador do Desdominus.

O grupo oficializa a entrada do vocalista e baixista Allan Farias (ex-Circle of Infinity, Massacre e Front Attack Line), que assume o posto antes ocupado por Daniel Curtolo. Com a mudança, o antes baixista Adriano Justino, passa a assumir uma das guitarras. Além de Ney, Allan e Adriano, o guitarrista Rodrigo Pereira completa o quarteto.

O mais recente trabalho da banda é o disco ao vivo “30 Years Without Domain”, lançado pela Heavy Metal Rock, que celebra as três décadas de fundação do Desdominus e pode ser conferido no link abaixo:



OUÇA AQUI: https://open.spotify.com/intl-pt/album/55ZinIxhPG1vOn78bDROmN


Fundado em 1993, o Desdominus é uma das bandas mais cultuadas do cenário extremo do metal brasileiro. Com uma sonoridade onde mescla o death e o black metal, o quarteto acumula quatro discos de estúdio, além de 2 demos, um disco ao vivo e um single, mostrando uma discografia consistente que contribui muito com o cenário metálico nacional.

Agora, com Allan Farias (vocal/baixo), Adriano Justino (guitarra), Rodrigo Pereira (guitarra) e Ney Paulino (bateria), a banda se prepara para apresentações e um futuro lançamento. A estreia da nova formação já está marcada para o Masters Of Death, evento que acontece em Sorocaba/SP no dia 21 de novembro, que também contará com as bandas Vulture, Queiron e Warshipper.


Links Relacionados:

Facebook: https://www.facebook.com/desdominus

Instagram: https://instagram.com/desdominusofficial


Fonte:VHPress

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Hatebreed fará show único no Brasil no dia 10 de setembro, em São Paulo




Indicado ao Grammy e apontado pela influente revista Alternative Press como uma das bandas mais influentes da história do hardcore, o Hatebreedrealizará em São Paulo/SP no dia 10 de setembro de 2027, no Carioca Club. Será a única apresentação no Brasil.

Os ingressos (acesse aqui) estarão à venda no site da Fastix a partir das 12h de quarta-feira, 4/11.

A realização é da New Direction Productions, em parceria com a CultMix Live e a Fastix.

O Hatebreed vem com a turnê do ainda inédito álbum Fatal Paradox, que chega ao mundo em 6 de novembro. É o nono disco de estúdio e o primeiro em seis anos.

Gravado de forma independente, com controle criativo total pela primeira vez na carreira, o álbum tem produção de Chris “Zeuss” Harris, parceiro de longa data da banda e produtor de nomes como Rob Zombie e Shadows Fall.

O disco traz ainda a participação de John Tardy, vocalista do Obituary, um dos nomes clássicos do death metal, na faixa “Sacrifice Season”.

O vocalista Jamey Jasta definiu o trabalho como o disco mais pesado e mais “das cavernas” da banda, uma volta ao básico. O baterista Matt Byrne fala em um material mais rápido e influenciado pelo thrash metal do Slayer.

Quatro faixas já foram apresentadas ao público: “Make The Demons Obey”, “Kill Count Increase”, a faixa-título e “The Carrion Choir”.

Sobre “Kill Count Increase”, que abre o álbum, Jasta resume: “É Hatebreed direto e na cara. Rápido. Pesado”. O disco fecha com uma versão de “Poison Planet”, do Corrosion of Conformity, banda americana que nos anos 1980 ajudou a aproximar o punk hardcore do metal, caminho que o Hatebreed levaria adiante na década seguinte.
Trajetória

Formado em 1994 em Bridgeport, Connecticut, o Hatebreed surgiu na cena hardcore da Costa Leste americana e logo se tornou referência. O disco de estreia, Satisfaction Is the Death of Desire (1997), vendeu 158 mil cópias e segue como a estreia mais vendida da história da Victory Records, gravadora que reunia boa parte dos grandes nomes do hardcore americano.

A ascensão veio com Perseverance (2002), lançado pela Universal e primeiro disco da banda na Billboard 200, a principal parada de álbuns dos Estados Unidos. O clipe de “I Will Be Heard” chegou a ser banido da MTV, mas a música ganhou espaço quando o próprio Jasta passou a apresentar o Headbangers Ball, programa de metal da MTV2.

Na sequência, The Rise of Brutality (2003) estreou no 30º lugar da Billboard e rendeu à banda a indicação ao Grammy de Melhor Performance de Metal por “Live for This”, disputada com o Motörhead.

Supremacy (2006) foi o primeiro disco do Hatebreed a entrar nas paradas de vários países fora dos EUA. The Divinity of Purpose (2013) segue como o maior sucesso da banda nas paradas americanas, com o 20º lugar na Billboard 200, e abriu caminho para The Concrete Confessional (2016) e Weight of the False Self (2020), que o site Blabbermouth considerou o melhor trabalho da banda em mais de uma década.

Lançada em 2016, “Looking Down the Barrel of Today” se aproxima de 130 milhões de streams e é a música mais ouvida da banda na era digital.

No palco, o Hatebreed passou pelos maiores festivais do gênero, como Ozzfest, Wacken e Download, e excursionou ao lado de Slayer, Slipknot, Megadeth e Lamb of God.

A banda tem fama de ter um dos shows mais intensos do metal, com rodas e coros do início ao fim, e foi indicada duas vezes ao prêmio de melhor banda ao vivo do Revolver Golden Gods.

A influência também é medida na nova geração: Knocked Loose, Parkway Drive e Trivium citam o Hatebreed como referência, e a revista Alternative Press o incluiu entre as bandas mais influentes da história do hardcore. Para a Metal Hammer, o grande mérito do Hatebreed foi ter se tornado a banda de hardcore que os fãs de metal escutam.
Formação

O Hatebreed é formado por Jamey Jasta (voz), Wayne Lozinak (guitarra), Frank Novinec (guitarra), Matt Byrne (bateria) e Carl Schwartz (baixo).



Serviço


Hatebreed em São Paulo

Data: 10 de setembro de 2027 (sexta-feira)

Horário: 19h (abertura da casa)

Local: Carioca Club

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo (SP)

Ingressos: fastix.com.br/events/hatebreed-em-sao-paulo

Realização: New Direction Productions, CultMix Live e Fastix


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Neural Wreck se apresenta em São Paulo no dia 4 de dezembro





Apresentação faz parte da programação do festival “A Noite Depois do Fim” e acontece no Estúdio Depois do Fim do Mundo, na capital paulista.


No dia 4 de dezembro, uma sexta-feira, a banda paulistana de thrash metal progressivo Neural Wreck integra a programação do festival A Noite Depois do Fim. O evento acontece no Estúdio Depois do Fim do Mundo, em São Paulo.


Além da Neural Wreck, o evento também contará com a banda Attanos e com outras atrações que ainda serão divulgadas. Os ingressos antecipados custam R$30; na hora do evento, as entradas serão comercializadas por R$35.


O Neural Wreck permanece em período de divulgação de seu primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, que foi lançado em junho deste ano e apresenta uma sonoridade agressiva e técnica, na qual peso extremo e passagens melódicas se unem de forma única.


As composições do álbum buscam dar vazão à angústia, à revolta e ao incômodo com um mundo cada vez mais hostil e desumano, com letras que assumem uma temática política e social ao abordar autoritarismo, repressão, degradação ambiental e estruturas de poder arcaicas que bloqueiam transformações urgentes para a sobrevivência e libertação da humanidade.

Descrito como “thrash metal progressivo”, o álbum foi bem-recebido por público e crítica especializada e coloca o ouvinte dentro de um cenário em colapso, no qual a desobediência consciente surge como única resposta possível diante de uma realidade muito maior do que qualquer ação individual isolada.


Serviço


Data: 4 de dezembro

Local: Estúdio Depois do Fim do Mundo

Endereço: Rua Guaicurus, 1258, Lapa - São Paulo/SP

Horário: a partir das 19h

Entrada: R$30 (antecipado) / R$35 (na porta)


História


Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026.


Uma das finalistas da seletiva New Blood Bangers Open Air 2025, promovida pela KissFM, a banda segue com a agenda movimentada em 2026, com shows em festivais como o Metalcore Fest e o Nascente do Rock, além de outras apresentações. Com músicas que tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, o grupo retoma as raízes suburbanas do heavy metal, onde o som agressivo e letras críticas ao sistema moral, político e econômico são capazes de expressar toda a angústia e revolta com a vivência cotidiana em um mundo incerto e desumano.


Em meio a uma cena separada em nichos específicos e segregada em subgêneros, o Neural Wreck busca reconciliar o grotesco e o belo na música, mesclando em sua sonoridade elementos tanto do metal extremo quanto do metal melódico para construir à sua própria interpretação de thrash metal, sem se limitar a criar músicas somente dentro desse subgênero.



Links Relacionados:


Instagram: https://www.instagram.com/neuralwreck/

Spotify: https://open.spotify.com/artist/2XyZzNqpoDG9f9bIIXIHf2

YouTube: https://www.youtube.com/@neuralwreckofficial

Site oficial: https://www.neuralwreck.com/


Foto: Camila Ormond


Fonte:Acesso Music


 
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Sepultura realiza penúltimo show da carreira, nesta quinta-feira, em São Paulo





Ainda há ingressos à venda para "The Last Ceremony".


Referência internacional do heavy metal e responsável por projetar a música pesada brasileira nos principais palcos do mundo, o Sepultura se aproxima de um dos capítulos mais emblemáticos de sua história. Nesta quinta-feira (05/11), a banda sobe ao palco do Cine Joia, em São Paulo, para “The Last Ceremony”, apresentação especial que marca seu penúltimo show da carreira e representa uma das últimas oportunidades para o público vivenciar a força do grupo ao vivo.

Realizado apenas dois dias antes do encerramento da turnê “Celebrating Life Through Death”, o espetáculo foi concebido como uma celebração entre músicos e fãs. Em um ambiente intimista, o quarteto propõe um encontro que resgata a essência dos primeiros anos, quando a conexão entre banda, instrumentos e plateia dava o tom de cada apresentação. A proximidade com o público ganha protagonismo em uma noite que promete reunir intensidade, emoção e a energia característica do Sepultura.

A escolha do Cine Joia confere um significado especial à ocasião. Acostumado a mobilizar multidões em festivais, arenas e grandes casas de espetáculo ao redor do mundo, o grupo leva sua potência sonora a um espaço que favorece a interação direta e aproxima artistas e admiradores. É uma oportunidade rara de acompanhar Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Greyson Nekrutman (bateria) em uma configuração especialmente preparada para este momento da despedida.

Os ingressos seguem à venda pela plataforma Shotgun (https://shotgun.live/pt-br/events/sepulturanocinejoia). Mais informações no serviço abaixo.

Ao longo de sua história, o Sepultura levou o metal brasileiro aos cinco continentes e conquistou reconhecimento internacional com uma obra que influenciou gerações de músicos. Álbuns fundamentais para a evolução do gênero, experimentações sonoras e apresentações marcantes consolidaram o grupo como uma das referências mais importantes da música pesada mundial, com um legado que atravessa fronteiras e permanece vivo na cultura do rock.

O repertório de “The Last Ceremony” será desenvolvido especialmente para a ocasião, com momentos exclusivos pensados para tornar o encontro ainda mais significativo. A proposta é reunir diferentes gerações de admiradores em uma celebração à música, à identidade e à contribuição cultural de uma banda que colocou o Brasil no mapa mundial do heavy metal.

Com o último compromisso da carreira marcado para dois dias depois, “The Last Ceremony” assume um significado especial para quem deseja celebrar de perto a história do Sepultura. Uma das últimas chances de encontrar o quarteto no palco, em uma noite que promete ficar marcada na memória dos fãs.




Serviço:


Sepultura apresenta “The Last Ceremony”

Data: quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Local: Cine Joia
Horário: 20h30

Ingressos a partir de R$ 200,00 (meia-entrada)
Venda Online: https://shotgun.live/pt-br/events/sepulturanocinejoia

Classificação Etária: 18 anos

Possui área de fumantes e acesso para pessoas com deficiência.

Serviço de Chapelaria R$ 15,00

Fonte:The Ultimate Music PR  



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Fuzz On e Voice Music lançam em vinil último EP de estúdio da carreira do Sepultura





"The Cloud of Unknowing" reúne quatro faixas inéditas e chega em edição de 12 polegadas single sided com arte gravada a laser no lado B.



O EP "The Cloud of Unknowing", último trabalho de estúdio do Sepultura, chega agora ao mercado brasileiro em vinil pela Fuzz On Discos e Voice Music. O lançamento ocorre antes do último show da turnê de despedida "Celebrating Life Through Death", que marca a etapa final de uma carreira iniciada há mais de quatro décadas.

A edição em vinil de 12 polegadas é single sided, com as quatro faixas em um único lado e uma imagem gravada a laser no lado oposto (laser etched). Com pouco mais de 16 minutos de duração, o EP traz "All Souls Rising", "Beyond the Dream", "Sacred Books" e "The Place". O repertório percorre diferentes caminhos, combinando a agressividade característica do Sepultura com passagens orquestrais, vocais limpos, elementos melódicos e letras voltadas a questões sociais, religiosas e existenciais. O trabalho também representa o único registro de estúdio com o baterista norte-americano Greyson Nekrutman, que entrou para a banda em 2024, após a saída de Eloy Casagrande.

O material foi gravado por Derrick Green, Andreas Kisser, Paulo Xisto e Greyson Nekrutmanno Criteria Studios, em Miami, na Flórida, durante sessões realizadas em janeiro e fevereiro de 2025. A produção ficou a cargo de Stanley Soares, colaborador de longa data do grupo. A gravação permitiu explorar diferentes possibilidades musicais. Andreas Kisser também destacou a influência da formação musical de Nekrutman, especialmente suas referências de jazz, na construção de algumas passagens. O resultado demonstra a disposição do grupo para experimentar mesmo em seu último lançamento de estúdio.

"All Souls Rising" combina peso e elementos orquestrais, inspirada na revolta de pessoas escravizadas no Haiti e em questões de transformação social. "Beyond the Dream" explora a balada melódica, com participação de Tony Bellotto e Sérgio Britto, dos Titãs. "Sacred Books" mistura thrash metal e piano em uma crítica à religião, enquanto "The Place" aborda imigração, desilusão e intolerância. Já o título, "The Cloud of Unknowing", remete a uma obra espiritual cristã do século XIV. Andreas Kisser relaciona o conceito à tecnologia, à inteligência artificial e à dependência das telas, propondo uma reflexão sobre a importância das experiências reais e do contato humano.

Ao longo de mais de quatro décadas, o Sepultura ultrapassou as fronteiras brasileiras e conquistou espaço no cenário internacional com sua combinação de thrash metal, death metal, groove metal e experimentação. A banda também se destacou pela incorporação de referências culturais brasileiras e por trabalhos que ampliaram as possibilidades da música pesada.

Para adquirir, acesse: https://www.fuzzondiscos.com.br/produtos/sepultura-the-cloud-of-unknowing-qxa85/



Links Relacionados:



 
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Voz do CW7, Mia Wicthoff reúne cantoras da era MTV em Curitiba neste sábado (7)




Show no Stage Garden abre a sequência principal da “Será Você? Tour”, que depois passa por Rio de Janeiro e São Paulo.



Na década de 2010, o clipe de “Será Você”, do CW7, chegou ao 1º lugar da MTV Brasil e marcou uma geração de fãs do pop rock nacional. Vocalista da banda, a cantora e compositora Mia Wicthoff volta a esse repertório neste sábado (7/11), no Stage Garden, em Curitiba, no primeiro dos três shows principais da “Será Você? Tour”, que passa depois pelo Rio de Janeiro (19/11) e por São Paulo (20/11).

Ingressos: articket.com.br/e/6693/mia-wicthoff-sera-voce-o-show

Em Curitiba, Mia recebe três cantoras que também marcaram o pop rock brasileiro daquela época, Mel Ravasio (ex-Lipstick), Deia Cassali (Agnela) e Bianca Jhordão (Leela), além da vocalista e DJ Zabs.

A noite tem ainda shows de abertura das bandas Stellare e StoneHenge.

A turnê já passou por Londrina e Maringá em outubro, em duas apresentações que funcionaram como esquenta para a sequência de novembro. Em Curitiba, no Rio (Experience Music) e em São Paulo (Jai Club), os shows também contam com convidados especiais.
As convidadas em Curitiba

Mel Ravasio foi vocalista do Lipstick, banda que chegou ao topo das paradas da MTV, e hoje segue em carreira solo. Deia Cassali ficou conhecida à frente do Agnela, banda que surgiu no quadro “Olha a Minha Banda”, do programa Caldeirão do Huck (TV Globo), e emplacou músicas na trilha da novela Malhação.

Bianca Jhordão é a voz do Leela, outro nome frequente na MTV naquele período e até hoje uma das vocalistas mais importantes do rock nacional. Zabs (Isabela Bueno) é vocalista e DJ atuante em Curitiba e em Madri, na Espanha, com uma trajetória construída entre a música, a performance e a cultura pop.
CW7 e fase solo

No show, Mia revisita o universo do CW7 ao lado de músicas da sua atual fase solo. Segundo a cantora, a turnê é uma experiência nostálgica e afetiva para os fãs que a acompanham desde os tempos da banda.

O repertório recupera diferentes momentos dessa história e mostra como as referências do pop rock emocional dos anos 2000 seguem presentes no seu trabalho.

“É a primeira vez que eu revivo o CW7 com tanta intensidade! Fez parte da vida de muita gente, faz parte da minha e estou muito feliz em me reconectar com isso. Ver os fãs reagindo e empolgados pro show é a melhor sensação do mundo, é um combustível pra criar cada vez mais”, conta Mia.
Setores especiais

Em Curitiba, o público pode escolher entre dois setores de pista premium com benefícios. O “Tudo Que Eu Sinto” dá direito a entrada antecipada, prioridade no merchandising, welcome drink e brinde exclusivo do show.

O “Será Você” inclui pocket show exclusivo antes da apresentação, pizza party com Mia e convidados, cartaz oficial autografado, meet & greet e acesso antecipado ao merchandising.
“Inércia”

A turnê acompanha a nova etapa da carreira de Mia, iniciada com uma versão de “Inércia”, lançada nas plataformas digitais em 30 de julho (ouça aqui).

A faixa resgata elementos da identidade musical da cantora, com guitarras em primeiro plano, letras confessionais e uma estética visual mais densa e cinematográfica. Mia descreve a gravação como sua versão de composição, próxima da forma como a música foi escrita originalmente, o que aproxima o público do seu processo criativo.

“Essa música abre uma porta para uma fase muito verdadeira da minha carreira. É a sonoridade que sempre fez parte de mim, com mais maturidade, mais emoção e mais liberdade criativa”, afirma.
“Será Você”

“Será Você”, música que dá nome à turnê, é um dos maiores sucessos do CW7. O clipe (assista aqui) chegou ao 1º lugar na MTV Brasil, e a música permaneceu em destaque no Top 10 da emissora.









Serviço:


MIA em Curitiba

Data: 7 de novembro de 2026

Horário: 20h (abertura da casa)

Local: Stage Garden

Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 4.142, Prado Velho, Curitiba (PR)

Ingressos: articket.com.br/e/6693/mia-wicthoff-sera-voce-o-show






Mais shows

MIA no Rio de Janeiro

Data: 19 de novembro de 2026

Horário: 20h

Local: Experience Music

Endereço: Rua do Riachuelo, 20, Lapa, Rio de Janeiro (RJ)

Convidados especiais

Ingressos: miawoficial.com.br









MIA em São Paulo

Data: 20 de novembro de 2026

Horário: a confirmar

Local: Jai Club

Endereço: Rua Vergueiro, 2.676, Vila Mariana, São Paulo (SP)

Ingressos: miawoficial.com.br

Apoio: Bloco Emo





Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Àlfar Quest transforma “Saria’s Song” em power metal para celebrar os 40 anos de Zelda




Versão idealizada e arranjada por Max Cruz leva ao universo épico da banda o tema de Saria, um dos mais lembrados de “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”.



A banda brasileira de power metal Àlfar Quest lançou uma versão de “Saria’s Song” em homenagem aos 40 anos da série “The Legend of Zelda”. Composta por Koji Kondo para “Ocarina of Time” (1998), a melodia que guia o jogador pela Floresta Perdida ganha guitarras, teclados e a pegada épica que marca o som do grupo.

Ouça “Saria’s Song” no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/track/2eKadsrx2PGmBJZ2DNRsHh?si=7a9ddb2063fa4810

O projeto foi idealizado por Max Cruz, que estruturou a versão e criou os arranjos. A execução reuniu toda a banda: Max Cruz, Carlos Bueno, Renan Guerra, Rafael Braz e William Amorim. Max também assina a mixagem e a masterização, enquanto a arte que acompanha o lançamento é da ilustradora argentina Ale Carceres, que já havia colaborado com o grupo no álbum “The Cave Beyond Time”.

Para o guitarrista e vocalista, a homenagem tem um peso pessoal. “Zelda fez parte da minha adolescência e me traz muitas lembranças especiais. Fazer essa homenagem aos 40 anos da série foi uma forma de celebrar uma história que marcou minha vida”, afirma Max Cruz.

A ligação com os games não é novidade para o Àlfar Quest. A banda construiu seu universo a partir da união entre música, literatura e videogame. Seu álbum “The Cave Beyond Time” narra, faixa a faixa, o romance de fantasia homônimo escrito por Kevin Brown, integrante do grupo, e a mesma história dará origem a um RPG online single-player inspirado nos clássicos jogos de aventura.

Lançada em 1986 pela Nintendo, “The Legend of Zelda” se tornou uma das franquias mais influentes da história dos videogames. Suas trilhas sonoras ajudaram a formar gerações de músicos e fãs, e ganham com frequência releituras em diferentes estilos, do orquestral ao heavy metal.







Ficha técnica

Música: “Saria’s Song”
Formato: versão em power metal
Homenagem: 40 anos de “The Legend of Zelda”
Idealização e arranjos: Max Cruz
Execução: Àlfar Quest (Max Cruz, Carlos Bueno, Renan Guerra, Rafael Braz e William Amorim)
Mixagem e masterização: Max Cruz
Arte: Ale Carceres (Argentina)

Sobre o Àlfar Quest

O Àlfar Quest é uma banda brasileira de power metal formada por Max Cruz (guitarras, vocais e orquestrações), Renan Guerra (guitarras), Carlos Bueno (baixo), Rafael Braz (teclados), que também integra o Enorion, e William Amorim (bateria). Ao lado deles, Kevin Brown atua como Quest Writer, responsável pela narrativa e pela construção do universo que dá origem às músicas, aos personagens e aos cenários do grupo. Em 2026, a banda lançou o álbum “The Cave Beyond Time”, com participação de Fabio Lione.

A banda aponta o Twilight Force e o Wind Rose como suas maiores influências, além de nomes como Sabaton, Rhapsody, Fabio Lione e Blind Guardian.

Links Relacionados:

“Saria’s Song” no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/track/2eKadsrx2PGmBJZ2DNRsHh?si=7a9ddb2063fa4810

Fonte:The Bridge

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Ostra Coisa explora os limites da intolerância no single “O Peso da Culpa (Malditos Fanáticos)”






Composição critica a radicalização contemporânea e antecipa o terceiro álbum de estúdio do quarteto paulista.



A banda paulista de Rock Alternativo OSTRA COISA apresenta ao público o seu mais recente trabalho inédito, o single “O Peso da Culpa (Malditos Fanáticos)”. Lançado oficialmente no dia 23 de outubro nas plataformas de streaming, a faixa antecipa a sonoridade e o conceito central do terceiro álbum de estúdio da banda. A composição propõe uma crítica frontal ao processo de radicalização que atinge diferentes esferas da sociedade contemporânea.



Ouça “O Peso da Culpa (Malditos Fanáticos)” no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/6vA3keMdMIrjMJZid6JCpC



O foco da letra questiona o fanatismo estrutural, dissecando o instante em que ideologias e crenças cegas se convertem em extremismo. O vocalista e guitarrista Alexandre Sofiatti detalha a concepção da música: "Queríamos traduzir em riffs e palavras essa agressividade que tomou conta das relações atuais. O fanatismo cria muros intransponíveis e destrói o bom senso, cegando as pessoas para a realidade. A faixa é um alerta de que nenhuma crença ou ideologia vale a pena quando o preço a se pagar é a nossa própria empatia e humanidade".



Gravada no Manguezal Studios sob a produção do guitarrista Marcus Goulart, a música consolida a identidade musical construída por Alexandre, Marcus, Patrícia Gomes (baixo) e Ralph Casarsa (bateria). A instrumentação transita de forma orgânica pelas influências alternativas do grupo, garantindo uma sonoridade que reflete a gravidade do tema abordado. O lançamento da faixa-título sucede uma agenda movimentada do conjunto, que recentemente gravou seu novo DVD ao vivo em duas noites de apresentações no Teatro Municipal de Ubatuba.



Sobre a banda:



Formada em 2012 na cidade de Ubatuba/SP, a OSTRA COISA é uma banda de Rock alternativo que mescla influências de várias vertentes em um trabalho fortemente autoral. O quarteto construiu uma trajetória sólida na cena independente, com destaque para os álbuns "Lembranças da Noite Anterior" e "Teias Siderais". Atualmente, o grupo atravessa sua fase mais madura com a preparação e divulgação de seu terceiro disco de estúdio, "O Peso da Culpa", que já tem como destaque o single e videoclipe "O Último Sopro", criado em homenagem ao saudoso trompetista Rafael "Mirra", amigo e parceiro musical local.



Assista ao video clipe de “O Último Sopro”:







Créditos da foto: Eder Fausto


Links Relacionados:

Site oficial: https://www.ostracoisa.com

Instagram: https://www.instagram.com/ostracoisa_banda

YouTube: https://www.youtube.com/@bandaostracoisa

E-mail: asofiatti@hotmail.com

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br



Fonte:Waegods Press 

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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Voz de Sons of Anarchy, The White Buffalo traz nova turnê ao Brasil




Jake Smith abre a série em Belo Horizonte (6/11) e passa por nove capitais até 21/11; Rafael Witt faz a abertura.



Um contador de histórias poderoso e prolífico por meio de suas composições, o cantor, compositor e guitarrista Jake Smith indicado ao Emmy, conhecido como The White Buffalo, começa na próxima sexta-feira, 6 de novembro, no Befly Hall, em Belo Horizonte/MG, sua segunda turnê pelo Brasil.

São dez apresentações, que passam ainda por São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Goiânia, Brasília, Fortaleza e Recife, onde a turnê termina em 21 de novembro. A realização é da Sellout Tours em parceria com a Powerline Music & Books.

O cantor e compositor Rafael Witt faz a abertura das apresentações.

A volta acontece dois anos depois da aclamada turnê de estreia no país, em 2024, quando várias datas venderam todos os ingressos em poucas horas e os shows precisaram migrar para casas maiores. Desta vez, o roteiro chega a mais locais e cidades novas.

Conhecido por sua mistura de folk, blues, country e rock de raiz, o músico se apresenta em Belo Horizonte (6/11, Befly Hall), São Paulo (7/11, Audio), Porto Alegre (9/11, Opinião), Florianópolis (11/11, Life Club), Curitiba (13 e 14/11, Tork n’ Roll), Goiânia (16/11, Bolshoi Pub), Brasília (18/11, Toinha), Fortaleza (20/11, Dragão Hall) e Recife (21/11, Clube Internacional do Recife).

Duas datas estão esgotadas: Curitiba, em 14 de novembro, e Goiânia. Por causa da procura, Curitiba ganhou uma data extra em 13 de novembro, no mesmo Tork n’ Roll, que está com vendas aceleradas, assim como Brasília e Fortaleza.

Em São Paulo, restam os últimos ingressos. No Recife, o show mudou de endereço e passa a acontecer no Clube Internacional do Recife.
The White Buffalo

Com sua voz forte e sentimental, o músico norte-americano The White Buffalo é influenciado por músicos de folk como Bob Dylan e Leonard Cohen, pelo autêntico country de Nashville e impactado também pelo rock e americana.

Seu vozeirão grave, ora rouca, ora melódica, já serviram de trilha sonora de diversas séries americanas, como Sons of Anarchy, Californication, The Punisher, Longmire, This Is Us, como bem como o filme de surf Shelter de 2001.

Smith era um garçom de São Francisco que tocava seu violão algumas vezes por ano. Quando lhe pediram em 2002 para permitir uma música no filme Shelter, do surfista Chris Malloy, ele largou o emprego e se mudou para Orange County. Desde então, viaja e compõe incansavelmente.

A Freight Train Through The Night é o lançamento mais recente, um álbum ao vivo, gravado no Belly Up, em San Diego.

“Este álbum percorre toda a minha carreira, mais de 20 anos escrevendo e apresentando músicas. Com mais de cem canções para escolher, algumas dessas faixas eu escrevi aos 20 e poucos anos, enquanto outras nasceram há apenas alguns anos. Selecionamos favoritas do público e algumas faixas mais profundas para dar a elas uma nova vida”, comenta Jake.
Year of the Dark Horse

O mais recente trabalho do The White Buffalo é Year of the Dark Horse, de 2022, um registro ousado e forte na sua discografia de 24 anos.

“Com este álbum, eu queria algo fora do que já fiz. Eu queria me abrir. É difícil colocá-lo em um gênero singular. Há elementos e influências de Daniel Lanois, Tom Waits, The Boss, circo, música pirata, iate rock, e estou empurrando tudo isso de uma maneira que nunca fiz. Antes”, disse Smith à época do lançamento do disco.

O baixista/tecladista/guitarrista Christopher Hoffee e o baterista Matt Lynott são os músicos que acompanham Smith.

Para que ‘Year Of The Dark Horse’ alcançasse todo o seu potencial, Jake sabia que a experiência tinha que ser envolvente, e é por isso que a locação em Nashville se mostrou crucial.

Não apenas os três músicos estavam longe das atrações de casa, mas a casa onde todos ficaram ficava a apenas um quarteirão do estúdio e estava repleta de uma variedade de instrumentos. Onde quer que estivessem, eles poderiam aprimorar o projeto, e algumas das músicas surgiram enquanto o tempo passava.



SERVIÇO


The White Buffalo em Belo Horizonte/MG

Data: 6 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: Befly Hall

Endereço: Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, Belo Horizonte/MG

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (pista): R$ 220 (meia estudante), R$ 220 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 440 (inteira)

Ingressos (arquibancada): R$ 180 (meia) e R$ 360 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-belo-horizonte
The White Buffalo em São Paulo/SP (últimos ingressos)

Data: 7 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Audio

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694, Água Branca, São Paulo/SP

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (4º lote, pista): R$ 280 (meia estudante), R$ 300 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 560 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-sao-paulo
The White Buffalo em Porto Alegre/RS

Data: 9 de novembro de 2026 (segunda-feira)

Horário: 19h

Local: Opinião

Endereço: Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS

Abertura: Rafael Witt

Venda online: bileto.sympla.com.br/event/115658
The White Buffalo em Florianópolis/SC

Data: 11 de novembro de 2026 (quarta-feira)

Horário: 19h

Local: Life Club

Endereço: Rodovia SC-401, 14525, Vargem Pequena, Florianópolis/SC

Abertura: Rafael Witt

Ingressos: R$ 210 (meia estudante), R$ 220 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 440 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-florianopolis
The White Buffalo em Curitiba/PR (data extra)

Data: 13 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: Tork n’ Roll

Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-curitiba-data-extra
The White Buffalo em Curitiba/PR (esgotado)

Data: 14 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Tork n’ Roll

Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR

Abertura: Rafael Witt
The White Buffalo em Goiânia/GO (esgotado)

Data: 16 de novembro de 2026 (segunda-feira)

Horário: 19h

Local: Bolshoi Pub

Endereço: Rua T-53, 1140, Setor Bueno, Goiânia/GO

Abertura: Rafael Witt
The White Buffalo em Brasília/DF

Data: 18 de novembro de 2026 (quarta-feira)

Horário: 19h

Local: Toinha Brasil Show

Endereço: SOF Sul, Quadra 9, Conjunto A, Guará, Brasília/DF

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (pista): R$ 250 (meia estudante), R$ 260 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 500 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-brasilia
The White Buffalo em Fortaleza/CE

Data: 20 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Local: Dragão Hall

Endereço: Rua Almirante Jaceguai, Praia de Iracema, Fortaleza/CE

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-fortaleza
The White Buffalo em Recife/PE (novo local)

Data: 21 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Clube Internacional do Recife

Endereço: Rua Benfica, 505, Madalena, Recife/PE

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-recife

Realização: Sellout Tours e Powerline Music & Books




Links Relacionados:



instagram.com/agenciapowerline

instagram.com/sellout.tours

https://fastix.com.br/

instagram.com/tedesco.com.midia

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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The Tracy G. Group lança “MAKKINAGEDOOM” e traz toque brasileiro ao projeto do ex-guitarrista de Dio





Tracy G. une forças com o vocalista brasileiro Fabiano Negri em álbum que combina riffs pesados, atmosferas sombrias e uma distopia sobre o futuro da humanidade.

​

O The Tracy G. Group lançou em MAKKINAGEDOOM, álbum que reúne o guitarrista Tracy G., conhecido por sua passagem pela banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999, o vocalista brasileiro Fabiano Negri e o baixista Randy Oviedo.

​

Com 12 faixas, sendo 11 composições inéditas e uma bônus em português, MAKKINAGEDOOM aposta em riffs robustos, guitarras agressivas, groove e passagens carregadas de tensão, resgatando uma abordagem sombria e direta do Heavy Metal.

​

Sua sonoridade remete aos momentos mais pesados da passagem de Tracy G. pela banda de Ronnie James Dio, especialmente nos álbuns Strange Highways (1993) e Angry Machines (1996), sem abrir mão de uma identidade própria.

​

O disco também desenvolve uma narrativa distópica na qual as máquinas assumem o controle da humanidade, enquanto os seres humanos tentam reagir ao domínio tecnológico. Nesse cenário, as letras questionam os limites entre as criações humanas e o poder que elas passam a exercer sobre seus próprios criadores.

​

​“Human Reptile” foi o primeiro single e videoclipe lançado devido a sua força de composição e por representar de maneira direta a proposta e a sonoridade do álbum nessa nova jornada. Na sequência, “P.I.G.” chegou como segundo single, também com videoclipe, destacando a intensidade das guitarras e os refrões incisivos.

​

Outras faixas exploram contrastes entre passagens acústicas, elementos percussivos e momentos de maior agressividade, evidenciando a diversidade sonora do álbum.



Ouça o álbum em todas plataformas digitais:

​https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/makkinagedoom​

​

Tracklist de MAKKINAGEDOOM:



“MAKKINAGEDOOM”


“Human Reptile”
“P.I.G.”
“Stagnation”
“Grotesque”
“Useful Useless Thing”
“A Prettier Coffin Than Mine”
“Lycanthropy”
“Cult Mentality”
“The Idiot Thinker”
“Sad Brad”
“Inútil Útil” (versão em português de “Useful Useless Thing”) (Bonus Track)

​

A produção do álbum foi desenvolvida remotamente entre os Estados Unidos e o Brasil. Tracy G. gravou as guitarras e a bateria, além das linhas preliminares de baixo. Randy Oviedo ficou responsável pelas linhas finais do instrumento, enquanto Fabiano Negri assumiu os vocais, as letras e as melodias vocais. Com mais de 30 anos de carreira, o cantor contribui para o disco com uma interpretação que transita entre o Hard Rock e o Heavy Metal.

​

Com MAKKINAGEDOOM, lançado em todas as plataformas digitais e também em CD físico, The Tracy G. Group retoma elementos marcantes da trajetória de Tracy G. e os combina a uma nova parceria criativa. O resultado une Heavy Metal de riffs pesados a uma narrativa que questiona os limites do poder tecnológico e o futuro da humanidade.

​

Para os futuros shows do The Tracy G. Group no Brasil, o projeto contará com outro músico brasileiro: o baterista Guto Aielo, da banda All Is Allowed.

​

THE TRACY G. GROUP NAS REDES:

​Facebook | Instagram | Site​

​

FABIANO NEGRI NAS REDES:
​Facebook | Instagram | YouTube​

​


Fonte:JZ PRESS



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Korsus Eleva o Tom da Crítica através da Revolução Artística no Inédito Single e Videoclipe "Blind Deaf Mute''






Banda aposta em lançamento surpresa global e apresenta uma obra conceitual inspirada em Caravaggio e nas tensões sociais contemporâneas.


Existem nomes que não apenas atravessam décadas, mas que moldam o próprio aço da história. O KORZUS é um desses pilares. Mantendo o ritmo avassalador de sua nova fase, a lendária banda paulistana de Thrash Metal surpreende o mercado mundial com o lançamento surpresa do single e videoclipe de "Blind Deaf Mute".




Acompanhando o marco do lançamento anterior, "No Light Within", a nova faixa atua como o contraponto perfeito na discografia da banda. Enquanto a música que abriu os caminhos da nova era trazia velocidade e uma estética predominantemente clara, "Blind Deaf Mute" mergulha em uma atmosfera cadenciada, densa e cheia de groove, acompanhada por uma produção audiovisual dramática com fundo escuro, explorando o claro-escuro e o dinamismo do Chiaroscuro clássico.


O clipe, idealizado, produzido e dirigido de forma independente pelos guitarristas Jean Patton e Jessica Falchi, traduz de maneira lúdica e conceitual as camadas de opressão e alienação presentes na letra. Inspirado pela profundidade visual do mestre da pintura italiana Michelangelo Merisi da Caravaggio, a estética do vídeo utiliza o contraste marcante para propor reflexões sobre o silenciamento, a manipulação social, a religião e a perda dos sentidos fundamentais no mundo moderno. A produção conta ainda com a participação especial do criador de conteúdo Cauê Moura, que interpreta a figura central opressora na narrativa.



O guitarrista Jean Patton detalha a busca estética e conceitual da produção:


"Buscamos construir uma imagem muito forte e dramática. Um quadro não vem com bula; ele te dá múltiplas óticas e deixa espaço para que cada pessoa interprete a partir da sua própria vivência. 'Blind Deaf Mute' fala sobre as diversas formas de opressão que vivenciamos diariamente, seja na sociedade, no trabalho, na política ou na religião, propondo o questionamento sobre estarmos cegos, surdos ou mudos para o que nos cerca. A arte tem o poder de propor reflexões, influenciar a realidade e enaltecer a revolução interior."


Para a guitarrista Jessica Falchi, a faixa reflete um momento de libertação e posicionamento:



"A letra aborda o sentimento de quem é oprimido e privado de sua liberdade e expressão. No clipe, construímos uma narrativa onde os personagens passam do automatismo e da dominação para o desespero e a busca pelo despertar. Cada elemento foi minuciosamente pensado para representar essas barreiras e a união necessária para superar o opressor. É uma mensagem forte, atual e muito alinhada com o papel do Metal como força transformadora."



Com uma estratégia de lançamento direto e sem avisos prévios nas plataformas digitais e redes sociais, o KORZUS reforça a intensidade da "Flesh Machine Era". Unindo o peso histórico de Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) à virtuosidade e visão estética de Jean Patton e Jessica Falchi, o quinteto demonstra que sua longevidade é impulsionada por constante renovação e relevância artística.



Ouça ‘Blind Deaf Mute’: https://www.korzus.com.br/bdm













Crédito Foto: Estevam Romera



Sobre o KORZUS:

Fundado em 1983, o KORZUS é uma das forças mais resilientes do Metal mundial. Com mais de 40 anos de estrada, a banda foi peça fundamental na explosão do Thrash Metal brasileiro, figurando na histórica coletânea SP Metal e lançando clássicos como Mass Illusion e Ties of Blood.




Hoje, o grupo consolida a "Flesh Machine Era", integrando a agressividade histórica de sua cozinha à modernidade das guitarras, reafirmando sua posição como embaixadores do Metal nacional nos palcos globais.




Formação:

Marcello Pompeu:Vocal
Dick Siebert:Baixo
Rodrigo Oliveira:Bateria
Jean Patton:Guitarra
Jessica Falchi:Guitarra


Confira : "Blind Deaf Mute''







Fonte:Nuclear Blast Records



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Enslaved Lança Novo Álbum ''Mid'' e Visualizer Para a Faixa De Destaque ''I Am Ice''





Pioneiros do metal progressivo, os noruegueses do Enslaved lançam hoje seu aclamado décimo sétimo álbum de estúdio, Mið (Nuclear Blast Records).

Para comemorar a ocasião, a banda lançou o visualizer da faixa de destaque "I Am Ice", que conta com a participação do músico sámi Johan Sara Jr.

O guitarrista Ivar Bjørnson declara: “Mið está no ar, e tenho um enorme orgulho de compartilhá-lo com vocês. Um álbum que explora a ideia de 'centro' traz a seguinte provocação: em direção a quê estamos nos movendo? Para mim, essa é a verdadeira busca: seguir uma ideia longe o suficiente até que ela comece a desafiar os próprios motivos de você a estar seguindo. Mitologia, som e o significado de ser humano continuam nos fornecendo material para explorar. É uma sensação ótima estar aqui, com este disco.”

Sobre a colaboração com Johan Sara Jr., ele acrescenta: “‘I Am Ice’ é um universo à parte, trazendo em si as sementes de todo o álbum. O joik de Johan Sara abre um espaço onde diferentes eras e lugares distantes parecem coexistir. Guitarras, vozes e texturas percussivas movem-se por esse espaço com toda a tensão e atrito que esse encontro provoca. Parte do que acontece aqui encontra seu contraponto mais adiante em Mið. Gosto da ideia de retornar a essa música após ouvir o disco completo e perceber que algo familiar ganhou outro significado.”

O vocalista e baixista Grutle Kjellson completa: "Lembro de ter certa dificuldade para estruturar um arranjo vocal lógico, então decidi fazer algo raro para mim: escrever a letra por completo, sem adaptá-la previamente à música. Ivar tinha algumas linhas prontas, e eu também. Na época, eu estava estudando a métrica, a estrutura de versos e as origens da poesia escalda da Nórdica Antiga. Por alguma razão, resolvi tentar criar algo semelhante a esses versos ancestrais. De forma fascinante, as linhas foram ganhando forma naturalmente conforme eu escrevia! Não afirmo que foi escrito 100% como um poema escalda, mas é fortissimamente inspirado por essa tradição.

A música fala sobre uma jornada através da escuridão pessoal e o processo de se reerguer. Quando a letra ficou pronta, o arranjo finalmente fez sentido — ou, ao menos, fez sentido para os padrões do Enslaved."

COMPRE / OUÇA MIð:

https://enslaved.bfan.link/mid

ASSISTA AO VIDEOCLIPE DE 'I AM ICE (FEAT. JOHAN SARA JR.)':


Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui: https://bit.ly/4i73duF.






Ao longo de uma trajetória de 35 anos e 17 álbuns, a vanguarda norueguesa redefiniu continuamente os limites do black metal progressivo, entrelaçando a história da Nórdica Antiga e suas tradições sagradas em paisagens sonoras modernas e complexas. Em seu trabalho mais recente, o Enslaved volta seu olhar para o conceito fundamental de eixo: o meio, a origem e o alcance infinito do momento presente.

Para celebrar a chegada de Mið, o Enslaved pegará a estrada pela Europa e Reino Unido em fevereiro de 2027 em uma turnê co-principal com a banda islandesa Sólstafir, acompanhada pelo Gaahls Wyrd, da Noruega, como atração de abertura.

Ingressos disponíveis em: https://enslaved.no/

ENSLAVED & SÓLSTAFIR

CO-HEADLINE TOUR 2027

c/ Gaahls Wyrd

04/02/27 - DE Berlim, Festsaal

05/02/27 - DE Leipzig, Felsenkeller

06/02/27 - DE Hamburgo, Fabrik

07/02/27 - DK Copenhague, Amager Bio

08/02/27 - DE Frankfurt, Batschkapp

09/02/27 - FR Estrasburgo, La Laiterie

11/02/27 - FR Rennes, Antipode

12/02/27 - FR Clermont-Ferrand, La Cooperative de Mai

13/02/27 - FR Toulouse, Le Metronum

14/02/27 - ES Barcelona, Razzmatazz 2

16/02/27 - FR Paris, Élysée Montmartre

17/02/27 - UK Londres, Electric Ballroom

18/02/27 - BE Liège, OM

19/02/27 - NL Nijmegen, Doornroosje

20/02/27 - NL Utrecht, Tivoli Pandora

21/02/27 - DE Colônia, Live Music Hall

23/02/27 - CH Solothurn, Kofmehl

24/02/27 - IT Milão, Magnolia

25/02/27 - AT Viena, SIMM City

26/02/27 - PL Varsóvia, Progresja

27/02/27 - CZ Brno, Fléda

Enslaved ao vivo em 2027 (EUA)

27 a 30 de maio de 2027 — EUA - Baltimore @ Maryland Deathfest 2027

Enslaved ao vivo em 2026

30 de outubro de 2026 — NO - Oslo @ Big Dipper - Sessão de Autógrafos / Meet & Greet

31 de outubro de 2026 — NO - Oslo @ Oslo Spektrum c/ Dimmu Borgir & Satyricon











Tracklist - Mið

1. Non-Being
2. I Am Ice
(featuring Johan Sara Jr)
3. Solar Will
4. Mountain
5. Spirit Helper
(featuring Kevin Kicking Woman)
6. Parting
7. Tales of Trees
8. I Miðju




Inabalável, o icônico Enslaved segue firme como um dos pilares mais originais e consistentes da cena extrema mundial. Com a reputação de entregar performances ao vivo avassaladoras, o grupo se destaca pelo talento técnico impecável, fazendo jus ao seu som característico que une a agressividade do black metal à complexidade progressiva. A banda foi fundada em 1991 por Ivar Bjørnson e Grutle Kjellson, lançando sua primeira demo, Yggdrasill, no verão de 1992, seguida pelo lendário EP Hordanes Land em 1993, e seu álbum de estreia, Vikingligr Veldi, na primavera de 1994.

É uma conquista rara e impressionante que, após 35 anos de carreira e 17 álbuns, os horizontes do Enslaved continuem em expansão. Cada etapa na evolução do grupo de Bergen e cada nova fase parecem uma descoberta orgânica de renovação. Sua trajetória é tanto um compromisso com o propósito nascido na cena black metal norueguesa quanto uma disposição constante em desafiar dogmas e a si mesmos desde o início.

Mið, cujo título em nórdico antigo significa 'centro' ou 'meio', marca um novo ponto de partida para o grupo. A banda sempre explorou estados de transição, vide os álbuns conceitualmente ligados Utgard (2020) e Heimdal (2023). No entanto, o que aguardava além dessa fase era… inesperado.

Mið é um disco que lança luz sobre as harmonias e diálogos que nos cercam: a conexão entre as tradições do passado e a iluminação que trazem ao presente, e a força com que pequenas verdades individuais podem impactar o plano universal — tudo isso guiado por músicos que confiam no próprio instinto e na parceria coletiva para entregar uma obra eletrizante em todos os sentidos.

Formação:

Ivar Bjørnson :Guitarras
Grutle Kjellson:Vocal/Baixo
Arve 'Ice Dale' Isdal: Guitarra
Håkon Vinje: Teclado
Iver Sandøy: Bateria




Confira Abaixo: ''I Am Ice''








Fonte: Nuclear Blast Records


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Social Distortion transfere turnê no Brasil para fevereiro de 2027






Clássica banda de punk rock de Mike Ness se apresenta em São Paulo (26/02, Vibra) e Curitiba (28/02, Live).


Ingressos comprados pela 101 Tickets seguem válidos e reembolso pode ser solicitado até 30 de novembro.



A esperada volta do Social Distortion ao Brasil, 16 anos depois da única passagem da banda pelo país, foi remarcada para fevereiro de 2027. A Solid Music comunica que os shows previstos para o mês de novembro foram transferidos para dia 26/02 em São Paulo (Vibra) e dia 28/02 em Curitiba (Live).

Os ingressos continuam à venda pela 101 Tickets.

A mudança vem como consequência de um fim de ano intenso e exaustivo para a banda norte-americana, em especial ao vocalista Mike Ness.

Em comunicado Ness e o Social Distortion explicam a decisão sobre a transferência de datas de toda a turnê pela América do Sul:

“2026 foi um ano em que lançamos um álbum após 15 anos. Após horas e mais horas de preparação, entrevistas e turnês extensas, com mais de 50 shows em inúmeros países, sentimos que é necessário fazer uma pausa na estrada neste momento. Por essa razão, decidimos remarcar as datas da nossa turnê pela América Latina para fevereiro e março. Agradecemos a todos os nossos fãs pelo incrível apoio, pela paciência e pela compreensão. Mal podemos esperar para encontrar todos vocês em breve!”
Ingressos e reembolso

Todos os ingressos adquiridos pelo site oficial da 101 Tickets permanecem válidos para as novas datas, sem necessidade de troca.

Quem preferir o reembolso deve entrar em contato com o suporte da 101 Tickets pelo e-mail suporte@101tickets.com.br, indicando “Social Distortion” no campo de assunto. As solicitações serão aceitas de 30 de outubro a 30 de novembro de 2026.

A Solid Music reforça que todas as exigências contratuais relativas ao artista foram e continuam sendo integralmente cumpridas, dentro dos prazos, no Brasil, na Argentina e no Chile.
A turnê

Os shows no Brasil fazem parte da turnê de Born to Kill, oitavo álbum de estúdio do Social Distortion, lançado em maio pela Epitaph Records.

O disco sucede Hard Times and Nursery Rhymes, de 2011, e encerra o maior intervalo entre dois trabalhos na trajetória da banda.

A crítica internacional recebeu o álbum como um dos retornos mais fortes do rock em 2026: a New Noise deu nota máxima ao disco, a Rolling Stone o apontou como o melhor trabalho da banda em anos, e Kerrang! e BrooklynVegan também destacaram a força do lançamento.
Social Distortion

Formado em 1978 em Fullerton, no Orange County, Califórnia, o Social Distortion nasceu na cena punk local e construiu uma rota própria ao aproximar a urgência do punk de referências como Johnny Cash, Rolling Stones, Hank Williams, blues, country e rockabilly.

Liderada por Mike Ness, a banda tem no repertório músicas como “Story of My Life”, “Ball and Chain”, “Bad Luck” e “Mommy’s Little Monster”, além da versão de “Ring of Fire”, de Johnny Cash.

A realização é da Solid Music com apoio da Caveira Velha e Desgosto Discos. Os parceiros de mídia oficiais são a 23 Punk e a Tedesco Mídia.





Serviço:

Social Distortion em São Paulo/SP

Data: 26 de fevereiro de 2027

Local: Vibra (Avenida das Nações Unidas, 17955, São Paulo/SP)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Social-Distortion-SP-2026-11-14-x






Social Distortion em Curitiba/PR

Data: 28 de fevereiro de 2027

Local: Live (Rua Itajubá, 143, Curitiba/PR)

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Social-Distortion-CWB-2026-11-15-x





Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Hero Dishonest, hardcore punk da Finlândia, estreia no Brasil em 2027 com 8 shows






Banda de Helsinque vem em turnê com realização da Xaninho Discos e Läjä Records, selo que lançou seu slipt com o Mukeka di Rato, em 2004.



Há 25 anos na estrada, o Hero Dishonest (@herodishonestband) é um dos nomes mais respeitados do hardcore punk da Finlândia, com nove discos de estúdio, turnês pela Europa e pelos Estados Unidos e elogios constantes da imprensa punk internacional. A banda de Helsinque vem pela primeira vez ao Brasil para uma turnê de oito shows entre 29 de janeiro e 7 de fevereiro de 2027, com passagens por Santo André, Sorocaba, São Paulo, Limeira, Natal, Fortaleza e Belém, além de um show secreto. A realização é da Xaninho Discos e da Läjä Records.

A turnê começa em 29 de janeiro, em Santo André (74 Club), e segue em 30 de janeiro, em Sorocaba (Devils Pub), e 31 de janeiro, em São Paulo (VIP Station). Em 2 de fevereiro, a banda faz um show secreto.

Depois vêm 4 de fevereiro, em Limeira (Mirage), 5 de fevereiro, em Natal (Backstage), 6 de fevereiro, em Fortaleza (Havanna), e 7 de fevereiro, em Belém (Ninho de Caba).
Encontro de 20 anos

A vinda do Hero Dishonest tem uma ligação antiga com o hardcore brasileiro. Em 2004, a banda dividiu um disco com o Mukeka di Rato, de Vila Velha (ES), um dos nomes mais conhecidos do hardcore nacional.

O split, que reunia o lado “Burzum Marley”, do Mukeka, e o lado “I And I Walked The Line”, dos finlandeses, saiu pela Läjä Records, selo capixaba de hardcore criado em 1998.
Trajetória

O Hero Dishonest surgiu em Helsinque em 1999 e estreou em disco em 2001. Desde então, a banda lançou nove álbuns, além de EPs e discos divididos com outras bandas, todos pela If Society, selo independente mantido pelo próprio guitarrista.

Já em 2005, quando tocou no Ilosaarirock, um dos principais festivais de rock da Finlândia, a banda era apresentada pela organização como um tesouro nacional do punk do país.

Ao longo da carreira, o Hero Dishonest fez turnês pela Europa, tocou nos Estados Unidos e na Rússia e passou por festivais como o Sideways, em Helsinque, e o Swampfest, na Lituânia.
Disco mais recente

O álbum mais recente, Flat Society, saiu em 2024, ano em que a banda completou 25 anos. O trabalho é o primeiro em que o Hero Dishonest alterna letras em finlandês e inglês e aborda temas como o combate ao nazismo e à homofobia, a crise climática e a guerra da Rússia na Crimeia. O disco fecha com uma versão de “Brick Wall”, do Big Boys, banda texana pioneira do hardcore nos anos 1980.

A revista americana Maximum Rocknroll, uma das publicações punk mais importantes do mundo, colocou Flat Society entre os discos de hardcore mais fortes do momento. Na Finlândia, o site Noise.fi deu nota máxima ao trabalho e o apontou como um dos destaques nacionais do ano.
Som e letras

O som do Hero Dishonest vem do hardcore americano do início dos anos 1980, de bandas como o Black Flag: músicas curtas, rápidas e diretas, que a própria banda resume com o lema “4 acordes, 40 segundos”.

As letras, cantadas em finlandês durante quase toda a carreira, são políticas e já atacaram o racismo na Finlândia e os movimentos neonazistas.

Conheça mais a Hero Dishonest: @herodishonestband



SERVIÇO
Hero Dishonest (Finlândia) pela primeira vez no Brasil

29 de janeiro de 2027 (sexta-feira): Santo André (SP), 74 Club

30 de janeiro de 2027 (sábado): Sorocaba (SP), Devils Pub

31 de janeiro de 2027 (domingo): São Paulo (SP), VIP Station

2 de fevereiro de 2027 (terça-feira): show secreto

4 de fevereiro de 2027 (quinta-feira): Limeira (SP), Mirage

5 de fevereiro de 2027 (sexta-feira): Natal (RN), Backstage

6 de fevereiro de 2027 (sábado): Fortaleza (CE), Havanna

7 de fevereiro de 2027 (domingo): Belém (PA), Ninho de Caba

Mais informações: xaninhodiscos.com.br



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Nothing, do novo shoegaze americano, volta a São Paulo em 2027





Para a revista britânica Kerrang!, o disco novo é um estudo desafiador do vocalista Domenic Palermo sobre o declínio e a passagem do tempo.


A banda norte-americana Nothing, um dos nomes que recolocaram o shoegaze (rock de guitarras densas e vocais etéreos) em evidência na última década, volta ao Brasil para um único show em São Paulo, no dia 6 de março de 2027, no Fabrique Club. A banda da Filadélfia chega com a turnê de seu quinto disco, a short history of decay, lançado em fevereiro de 2026 e definido pela revista britânica Dork como o trabalho mais ambicioso de sua carreira.

Ingressos já à venda na Fastix (acesse aqui).

A apresentação integra a turnê latino-americana de 2027 do Nothing e tem realização da Powerline Music & Books em parceria com a ND Productions.

Será a segunda vinda da banda ao país, novamente pelas mãos da Powerline, que promoveu a estreia brasileira do Nothing em abril de 2023, também no Fabrique Club.
a short history of decay

O Nothing apresenta em São Paulo o repertório de a short history of decay, lançado em 27 de fevereiro de 2026 pelo selo americano Run For Cover.

O vocalista e guitarrista Domenic “Nicky” Palermo compôs e produziu o álbum com Nicholas Bassett, guitarrista do Whirr e ex-baixista do Nothing.

A banda gravou no Sonic Ranch, estúdio no Texas próximo à fronteira com o México, e a mixagem teve a colaboração de Sonny Diperri, produtor que já trabalhou com o DIIV. Para Palermo, o disco fecha um ciclo iniciado na estreia da banda, em 2014.

A revista britânica Kerrang! considerou o álbum o conjunto de músicas mais diverso já reunido pelo Nothing. A DIY deu quatro estrelas e viu no disco a formação mais completa da história da banda. A Apple Music compara a faixa de abertura, “Never Come Never Morning”, aos momentos mais grandiosos do U2 e do Smashing Pumpkins.

O repertório vai do peso à delicadeza. “Cannibal World” e “Toothless Coal” unem batidas eletrônicas, criadas a partir da bateria de Zachary Jones, a paredes de guitarra que remetem ao My Bloody Valentine.

No outro extremo, “Purple Strings” traz arranjo de cordas e a harpista Mary Lattimore, “The Rain Don’t Care” é uma balada de violão e “Nerve Scales” se aproxima do Radiohead.
Trajetória

O Nothing nasceu como projeto solo de Palermo, que antes cantava na banda de hardcore Horror Show. A estreia, Guilty of Everything (2014), saiu pela gravadora Relapse e uniu o shoegaze ao peso do hardcore.

Tired of Tomorrow (2016) ampliou o alcance da banda, e Dance on the Blacktop (2018) a levou a uma extensa turnê com o Basement e à abertura de um show do My Chemical Romance. The Great Dismal (2020) foi lançado em plena pandemia e manteve o Nothing em turnês pela Europa e pela Ásia nos anos seguintes.

Em 2023, a banda gravou com o Full of Hell, nome do metal extremo, o disco When No Birds Sang, eleito álbum da semana pelo site americano Stereogum.

No ano seguinte, Palermo criou o Slide Away, festival de shoegaze nos Estados Unidos que já trouxe de volta aos palcos bandas como Hum, Chapterhouse e The Pains of Being Pure at Heart.

Em 2026, o Nothing tocou no Japão, nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Europa, gravou sessão para a rádio KEXP, de Seattle, e encerra o ano abrindo a turnê norte-americana do Turnover.
Formação

O Nothing é formado por Domenic “Nicky” Palermo (voz e guitarra), Doyle Martin (guitarra), Cam Smith (guitarra), Bobb Bruno (baixo) e Zachary Jones (bateria). Martin e Smith também tocam no Cloakroom, e Bruno integrou o Best Coast.






Serviço:


Nothing em São Paulo

Data: 6 de março de 2027 (sábado)

Local: Fabrique Club

Endereço: Rua Barra Funda, 1.075, Barra Funda, São Paulo

Ingressos: fastix.com.br/events/nothing-em-sao-paulo

Realização: Powerline Music & Books e ND Productions


Links Relacionados:


www.instagram.com/bandofnothing

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Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia 

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