quarta-feira, 19 de agosto de 2026

VibeSound oferece caixas de som com microfone como opção para festas e karaokê




Modelos V8 Power e V12 Power combinam potência, conectividade e microfone, diferencial da marca para quem quer transformar encontros em momentos de diversão


Transformar a sala de casa, uma reunião entre amigos ou deixar a festa ainda mais divertida com um karaokê pode ser mais simples do que parece. A VibeSound oferece as caixas amplificadas V8 Power e V12 Power com microfone com fio, uma combinação oferecida pela marca nesse segmento de mercado.

A proposta é unir qualidade sonora e entretenimento em um único equipamento, pois, com o microfone já incluído na embalagem, as caixas permitem que o consumidor conecte suas músicas e playlists e transforme o ambiente em um palco para cantar, seja sozinho, em família ou com os amigos.

“A ideia é que a caixa de som deixe de ser apenas um equipamento para ouvir música e passe a fazer parte da experiência. Ao incluir o microfone, a VibeSound facilita esse momento de interação e diversão, principalmente para quem gosta de karaokê e quer ter essa possibilidade em casa ou levar para outros lugares”, destaca Tatiana Avilez Ferreira, Gerente de Marketing e Ecommerce da empresa.



V8 Power: potência e praticidade

Mais compacta, a V8 Power combina 340W RMS de potência com alto-falante de 8 polegadas. O modelo conta com Bluetooth para conexão sem fio com smartphones, tablets e notebooks, além da tecnologia TWS (True Wireless Stereo), que permite parear duas unidades para ampliar a experiência sonora.

A caixa também possui entradas USB, cartão SD, auxiliar e microfone, rádio FM, display digital e iluminação dinâmica que acompanha o ritmo da música. A bateria oferece até 7 horas de autonomia em volume médio, e o equipamento tem alça para facilitar seu transporte. O kit acompanha adaptador AC/DC, guia do usuário e microfone com fio.

Com esse conjunto, a V8 Power é uma opção para quem procura um equipamento versátil para festas menores, encontros com amigos, reuniões familiares e, claro, sessões de karaokê.



V12 Power: mais potência para animar a festa

Para quem busca uma experiência sonora mais robusta, a V12 Power chega com 800W RMS de potência e alto-falante de 12 polegadas. O modelo mantém a proposta de conectividade da V8, com Bluetooth, TWS, entradas USB, cartão SD, auxiliar e microfone, além de rádio FM e iluminação dinâmica.

A V12 Power também possui bateria recarregável, com autonomia de até 7 horas em volume médio, alça para transporte e rodas que facilitam a movimentação do equipamento. Assim como a V8, o produto já vem acompanhado de microfone com fio, permitindo explorar a função karaokê sem a necessidade de adquirir o acessório separadamente.

A tecnologia TWS é outro recurso que amplia as possibilidades de uso: duas unidades podem ser conectadas para criar uma experiência estéreo mais potente, adequada para ambientes maiores e festas que pedem mais volume.



Mais do que ouvir música

A proposta dos dois modelos acompanha uma mudança no comportamento do consumidor, que busca equipamentos de áudio cada vez mais versáteis e capazes de reunir música, entretenimento e interação. Nesse cenário, o karaokê ganha espaço como uma atividade democrática, que pode reunir diferentes gerações em torno de uma mesma experiência.

Com V8 Power e V12 Power, a VibeSound aposta na combinação de som potente, mobilidade, conectividade e diversão onde o microfone incluso amplia as possibilidades de uso e transforma as caixas em uma opções para quem quer ouvir música, animar uma festa ou soltar a voz.

Os produtos estão disponíveis nas principais redes de varejo, em marketplaces e no e-commerce www.vibesound.com.br



SOBRE A VIBESOUND

A VibeSound, marca do Grupo Vivensis, foi criada para transformar a experiência sonora com inovação, qualidade e design. Oferecendo um portfólio completo de equipamentos de áudio, conecta pessoas através da música, transformando momentos cotidianos em experiências, onde o som desperta emoções, cria conexões e marca vidas.

A VibeSound oferece produtos de alta performance que atendem às necessidades de diferentes públicos, sempre acompanhando as tendências do mercado para oferecer soluções de áudio que combinam potência, nitidez e durabilidade.




Fonte: Materia Primma


Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!


terça-feira, 18 de agosto de 2026

Mass of the Fermenting Dregs esgota ingressos e show é transferido para o Vip Station, com novo lote




Com cerca de 1,3 milhão de ouvintes mensais, trio de Kobe se apresentará no Vip Station em 22 de maio pela Iwaou The Tour.



O sucesso do anúncio da banda japonesa Mass of the Fermenting Dregs enfim no Brasil foi tanto que todos os ingressos esgotaram em quatro dias. Para que mais fãs possam participar do evento no dia 22 de maio de 2027, em São Paulo, a Solid Music Entertaiment transferiu a apresentação para o Vip Station (rua Gibraltar, 346, Santo Amaro/SP) e novos lotes de ingressos já estão à venda pelo 101tickets.

Com uma mistura única enérgica de p0st-hardcore, noise rock, shoegaze, dream pop e rock alternativo, a Mass of the Fermenting Dregs traz ao Brasil o show integra a etapa latino-americana da Iwaou The Tour, que também passará pela Cidade do México (México) e por Santiago (Chile).

Formado em Kobe, em 2002, o trio construiu uma identidade difícil de acomodar em apenas um gênero. O baixo distorcido de Natsuko Miyamoto ocupa o centro das músicas, cercado pelas guitarras angulares de Naoya Ogura, pela bateria física e precisa de Isao Yoshino e por melodias vocais que atravessam a turbulência instrumental com surpreendente nitidez.

Post-hardcore, noise rock, shoegaze, dream pop e rock alternativo aparecem misturados em estruturas que frequentemente escapam do formato convencional de verso e refrão. A Mass of the Fermenting Dregs trabalha todos estes gêneros em canções capazes de passar de uma linha delicada de guitarra para uma parede de ruído sem perder o impulso melódico.

A apresentação em São Paulo acontece durante o período de lançamento de 祝おう — Iwaou, sexto álbum da banda. Com lançamento mundial marcado para 14 de agosto de 2026, o disco reúne seis faixas e sucede Awakening, de 2022. Produzido pelo próprio trio, o trabalho incorpora experiências acumuladas em quatro anos de turnês pela América do Norte, Europa e Ásia, além das transformações pessoais vividas pelos integrantes.

O título pode ser traduzido como “vamos celebrar”. A expressão condensa um momento particular da trajetória do trio: depois de duas décadas de atividade, uma interrupção e uma reconstrução, a Mass of the Fermenting Dregs atravessa sua fase de maior alcance internacional.

A história começou no circuito independente de Kobe. Após a demo Kirametal, de 2006, o grupo venceu uma seletiva que levou duas músicas ao estúdio Tarbox Road, nos Estados Unidos, onde trabalhou com o produtor Dave Fridmann, conhecido por gravações de Flaming Lips, Mercury Rev e Mogwai. O primeiro disco, autointitulado, saiu em 2008. No ano seguinte, World Is Yours consolidou a combinação entre peso, velocidade e melodias expansivas que se tornaria central no catálogo da banda.

Depois de lançar Zero Comma, Iro Toridori no Sekai e Tantantan, o grupo interrompeu as atividades em 2012. O retorno foi anunciado no fim de 2015, já com a formação atual. A nova fase produziu os álbuns No New World, de 2018, e Awakening, de 2022.

Enquanto o trio retomava os palcos, seu catálogo encontrava um público cada vez maior fora do Japão. A circulação das músicas nas plataformas digitais, como TikTok, transformou discos lançados anos antes em pontos de entrada para uma nova audiência. O crescimento levou à primeira turnê norte-americana da banda em 2023, financiada por uma campanha que alcançou mais de dezesseis vezes a meta inicial.

Na Europa, todas as apresentações realizadas no Reino Unido em 2024 tiveram ingressos esgotados. No ano seguinte, a banda encerrou uma nova passagem pelo continente com seu maior show londrino até então, no Electric Ballroom.

Atualmente, a Mass of the Fermenting Dregs reúne aproximadamente 1,3 milhão de ouvintes mensais no Spotify.







SERVIÇO

祝おう THE TOUR
Solid Music Ent proudly presents
Mass of the Fermenting Dregs em São Paulo

Data: 22 de maio de 2027, sábado

Horário: 19h (abertura da casa)

Local: Hangar 110 (rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro - São Paulo/SP)

Novo lote de ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Mass-Of-The-Fermenting-Dregs-22-08


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia




Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!

Recomeçar ou morrer tentando: Treva Lvce rompe ciclos e renasce em “Recomeço''





Com raízes no hardcore do Confronto, a banda Treva acaba de evoluir para TREVA LVCE e apresenta “Recomeço”, single sobre seguir adiante, romper ciclos e transformar a própria história.



Da matriz negra que fundamenta o rock à melancolia do folk, da urgência do punk às letras confessionais, a TREVA LVCE apresenta “Recomeço”, seu novo single, disponível nos streamings acompanhado de videoclipe no YouTube.



A música inaugura oficialmente uma nova etapa na trajetória da banda, que anteriormente se apresentava como Treva e agora assume o nome TREVA LVCE como representação de um momento de afirmação e amadurecimento artístico.


Ouça Recomeço:


https://ps.algohits.com/recomecotrevalvce



Assista Recomeço: 









A capa de Recomeço foi desenhada pelo artista

Manoel Neto (@madhu_btl)




“Recomeço” funciona como uma espécie de manifesto para essa nova fase. A faixa pavimenta o caminho para o próximo álbum da banda, em 2027, e consolida chegada dos novos integrantes Felipe Skid (guitarra) e Gian Coppola (bateria), que já vinham se apresentando ao vivo com o grupo desde 2025.

Recomeçar todos os dias



Uma letra intensa, sensível e poética embala “Recomeço” que fala sobre manter a esperança diante das adversidades e encontrar forças para continuar. Acima de tudo, é uma canção sobre a coragem de começar novamente, todos os dias.



Para Felipe Ribeiro, vocalista, guitarrista, compositor e fundador da TREVA LVCE, "Recomeço" também carrega um significado profundamente pessoal:



“Essa música fala muito sobre a minha trajetória. Cresci na Baixada Fluminense, na periferia do Rio de Janeiro, e foi na música que encontrei forças para enfrentar os desafios e seguir. Ao escrever essa letra, refleti sobre tudo o que vivi. De certa forma, ela é um agradecimento por ainda estar de pé e pela chance de recomeçar a cada amanhecer.”



Assim, a música estabelece uma conexão direta entre a história pessoal de Felipe e a trajetória da própria banda. Se a banda TREVA nasceu em um momento de incerteza, durante a pandemia, “Recomeço” representa a escolha consciente de ir adiante.



Um rock brasileiro em movimento



Definir o rock brasileiro é uma tarefa difícil. Mais do que uma fórmula estética rígida, trata-se de uma linguagem construída pela mistura de referências, pela experiência local e pela capacidade de transformar diferentes influências em algo próprio. É nesse território que a TREVA LVCE encontra sua identidade.



A banda cruza diferentes universos musicais: da urgência de Social Distortion e Bad Religion à sensibilidade de Johnny Cash, Chuck Ragan e City and Colour, passando pelas melodias marcantes de Garage Fuzz, CPM 22, Jimmy Eat World, Oasis, Zander e The Gaslight Anthem.



No centro dessa mistura estão as raízes da música negra norte-americana — fundamento histórico do rock — reinterpretadas a partir de uma perspectiva brasileira.



O resultado é um rock and roll ao melhor molde brasileiro que busca dialogar com diferentes gerações e referências sem abrir mão de uma identidade própria, marcado pelas contradições, afetos, dificuldades e experiências de vida dos integrantes. Todos esses ingredientes fazem da TREVA LVCE um expoente do rock brasileiro contemporâneo.



Das raízes no hardcore à nova fase



A TREVA LVCE nasceu quando o mundo parecia ter apertado o botão de pausa. Em 2020, enquanto os palcos permaneciam vazios e a incerteza tomava conta, Felipe Ribeiro decidiu ir na contramão e cometer a “loucura” de começar uma banda justamente durante um dos períodos mais desafiadores para a música que foi a pandemia de Covid 19.



Naquele momento, a treva não era apenas uma metáfora. As primeiras músicas circulavam entre a angústia provocada pela incerteza e a necessidade de encontrar forças para seguir.



A banda se consolidaria oficialmente em 2022, carregando no próprio nome o espírito daquele período. Agora, o nome TREVA evolui para TREVA LVCE, simbolizando uma transformação que vai além da estética: é a afirmação de uma nova etapa artística, construída a partir das experiências acumuladas nos últimos anos.



A história da TREVA LVCE também está diretamente ligada à trajetória do hardcore brasileiro. Felipe Ribeiro e Eduardo Moratori fizeram parte da histórica banda Confronto, um dos nomes fundamentais do hardcore nacional. Essa experiência ajudou a construir a maturidade e a intensidade que hoje atravessam o trabalho da TREVA LVCE.




Em 2026, TREVA LVCE deu outro passo importante ao integrar o catálogo do selo Algohits, ampliando sua estrutura profissional e colocando o grupo ao lado de artistas importantes da música independente brasileira como Zander, Pense, Metade de Mim, Gritando HC e Deb and The Mentals, artistas que também fazem parte do universo de admiração e influências da banda.

TREVA LVCE tem construído uma trajetória ao vivo em palcos de São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, dividindo shows com nomes como Buzzcocks, Helmet, TSOL, Adolescents, H2O, Dead Fish, Menores Atos e Cólera.



Essa experiência de palco é parte fundamental da identidade da TREVA LVCE: uma banda que entende o rock não apenas como gênero musical, mas como experiência coletiva, encontro e resistência.


Na discografia, o disco de estreia “Em Própria Razão” (2023) aborda aquilo que fazemos por nós mesmos. É um trabalho sobre libertação, construído a partir das inquietações, dos conflitos e dos recomeços vividos durante o período pandêmico que consegue transformar experiências coletivas em canções profundamente pessoais.



Entre os destaques do álbum está a música “Renasce Em Dor”, com as participações de Rodrigo Lima, vocalista do Dead Fish, e Julie Xavier.

TREVA LVCE é formada pelo vocalista e guitarrista Felipe Ribeiro, o baixista Eduardo Moratori, o guitarrista Felipe Skid (ex-Sick Dogs In Trouble) e o baterista Gian Coppola (ex-Kangurus In Tilt, Não Há Mais Volta e O Inimigo).


Siga @trevalvce nas redes



Fonte:Agência 1a1 | Media For Music


Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!


Atomic Rooster: álbum inédito após 42 anos agora disponível pela Melômano Discos




"Circle The Sun" resgata a essência do rock progressivo britânico com novas composições, atmosfera clássica e produção contemporânea.


"Circle The Sun", um trabalho que reafirmou a relevância do Atomic Rooster, agora está disponível pela Melômano Discos em 300 cópias (100 splatter e 200 vinil preto). O álbum marcou o retorno ao estúdio de um dos nomes mais importantes da história do rock progressivo britânico após 42 anos sem lançar um disco de inéditas, sucedendo "Headline News", de 1983.

Com dez faixas inéditas, "Circle The Sun" preserva o espírito que transformou o Atomic Rooster em uma referência, ao mesmo tempo em que incorpora uma abordagem atual em sua sonoridade. A recepção internacional foi positiva. Críticos destacaram a capacidade da banda de recriar a essência de sua fase clássica sem soar presa ao passado. Publicações especializadas elogiaram a interpretação de Adrian Gautrey nos teclados, frequentemente comparada ao estilo de Vincent Crane.

Entre os destaques estão "Fly Or Die", "Circle The Sun", "Follow Me", "Rebel Devil", "No More" e "Pillow", que exploram diferentes nuances do rock progressivo setentista, alternando momentos mais diretos e pesados com passagens atmosféricas e reflexivas. A forte presença do Hammond, os grooves marcantes e as guitarras carregadas de blues ajudam a reforçar a identidade sonora que tornou o Atomic Rooster uma banda singular dentro do cenário britânico.

A formação traz o guitarrista e vocalista Steve "Boltz" Bolton, um dos nomes ligados ao período clássico do Atomic Rooster, ao lado de Adrian Gautrey nos teclados e vocais, Shug Millidge no baixo e Paul Everett na bateria. "Circle The Sun" nasceu da continuidade do trabalho iniciado com a reformulação do Atomic Rooster em 2016. Desde então, a banda voltou aos palcos da Europa, participando de festivais e realizando apresentações que reafirmaram o interesse do público por seu repertório e sua trajetória. A experiência acumulada ao longo desses anos de estrada contribuiu diretamente para a criação de "Circle The Sun".

Para adquirir, acesse: https://melomano.com.br/search/?q=Atomic+Rooster+-+Circle+The+Sun

Instagram: https://www.instagram.com/melomanodiscos



Fonte:Ase Press

Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!


Caravellus Leva a Turnê ''Inter Mundus'' Ao Nordeste Em Setembro




Entre 3 e 6 de setembro, Natal, João Pessoa, Campina Grande e Recife recebem a turnê de um espetáculo marcado pela fusão vibrante entre o metal progressivo e as raízes rítmicas do Nordeste.



A banda pernambucana Caravellus se prepara para retornar aos palcos nordestinos em setembro de 2026 com uma sequência de quatro shows da “Inter Mundos Tour”. A circulação passa por Natal (RN), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB) e encerra-se no Recife (PE), cidade onde o grupo deu seus primeiros passos em 2002.



A turnê é centrada no repertório do terceiro álbum de estúdio, Inter Mundos (2022). Conceitual e fortemente fincado na cultura regional, o trabalho mescla heavy metal, rock progressivo e jazz a manifestações populares como maracatu, frevo, ciranda, caboclinho e coco de roda. Ambientada em um vilarejo mítico do Nordeste, a narrativa acompanha a jornada dos personagens Arteiro e Aurora diante de questões sociais, intolerância, corrupção, vida e morte, além de homenagear o escritor Ariano Suassuna com a figura da Moça Caetana. O espetáculo também celebra a trajetória de 24 anos da banda, resgatando faixas de Lighthouse And Shed (2007) e Knowledge Machine (2010).


Gravado com participações de peso — como Elba Ramalho, Derek Sherinian, John Macaluso, Felipe Andreoli, Hugo Mariutti, Daísa Munhoz e Daniela Serafim —, o disco ganhou projeção global após ser lançado no Brasil pela Metal Relics e na Europa pela Rockshots Records. Atualmente composto por Leandro Caçoilo (vocal), Glauber Oliveira (guitarra), Daniel Felix (teclados), Emerson Dácio (baixo) e Rafael Ferreira (bateria), o quinteto vive uma nova fase após assinar contrato recente com a gravadora Combat Records.



Serviço

Natal

Caravellus – “Inter Mundos Tour”
Data: quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Local: Backstage Bar
Endereço: Rua Ulisses Caldas, 144 – Cidade Alta, Natal/RN
Horário: 21h
Bandas de abertura: Croskill e Albor
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/caravellus-backstage-natal-rn/3401438

João Pessoa

Caravellus – “Inter Mundos Tour”
Data: sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Local: Vila do Porto
Endereço: Praça São Frei Pedro Gonçalves, 8 – Varadouro, João Pessoa/PB
Horário: 21h
Bandas de abertura: Melancholic Wine e BP 109 Giros
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/caravellus-vila-do-porto-joao-pessoa-pb/3394587

Campina Grande

Caravellus – “Inter Mundos Tour”
Data: sábado, 5 de setembro de 2026
Local: London Pub Gourmet
Endereço: Rua Treze de Maio, 59 – Centro, Campina Grande/PB
Horário: 21h
Bandas de abertura: Project X e Frygia
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/caravellus-london-pub-campina-grande-pb/3390281

Recife

Caravellus – “Inter Mundos Tour”
Data: domingo, 6 de setembro de 2026
Local: Downtown Pub Zona Norte
Endereço: Rua Conselheiro Portela, 560 – Espinheiro, Recife/PE
Horário: 20h
Bandas de abertura: Dune Hill e Final Age
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/caravellus-downtown-pub-zn-recife-pe/3359013


Fonte:Combat Records



Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!

Duo Cavernose Morfética ataca com Thrash/Punk brutal no single de estreia "Necroexpectador"




Sem guitarras, dupla de Ubatuba aposta em baixo distorcido e bateria veloz para criticar a espetacularização da violência no Brasil.


Formada nas ruas de Ubatuba durante o período pandêmico, a banda CAVERNOSE MORFÉTICA apresenta o seu single de estreia, "Necroexpectador". Lançada oficialmente em 10 de julho de 2026, a faixa sintetiza a identidade rítmica violenta do grupo e prepara o terreno para o videoclipe oficial, que tem estreia agendada para o fim de agosto.



Ouça o single:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/5uCejXHE4N7yeLk4NUvuxZ



A formação do projeto foge do modelo convencional da música pesada: composta apenas por Rosalem Oliveira (contrabaixo e vocal) e Carlos Neres (bateria), a banda dispensa completamente o uso de guitarras. A sonoridade compensa pela crueza, utilizando linhas de baixo distorcidas, vocais em português e uma bateria demolidora para mesclar a atitude do Punk com a velocidade do Thrash Metal. O duo bebe na fonte de referências de bandas clássicas como Ratos de Porão, Napalm Death, Sepultura e Sodom.



Cantada inteiramente em português, a composição de "Necroexpectador" traduz o caos da realidade em uma forte revolta anti-conservadora. A letra é um ataque direto à hipocrisia de uma sociedade que consome ativamente a violência real como forma de entretenimento diário. Trechos como "À família nacional / Que cena espetacular / Louvando assassinato / Elegendo militar" e o uso do contraste com saudações religiosas ("Bom dia, paz do Senhor") expõem a crítica ao cidadão que normaliza a barbárie e, ao mesmo tempo, procura isenção ajoelhando-se na "celebração dominical".



Apesar de ser um duo, o CAVERNOSE MORFÉTICA traz uma performance de palco agressiva e contagiante, garantindo o mosh pit nos shows. A banda já circulou por festivais tradicionais de Ubatuba, a exemplo do Ubatuba Underwaves e do Inverno de Aço. Nessas ocasiões, a dupla dividiu a estrutura com grandes expoentes do Metal nacional, como Desalmado, Manger Cadavre?, Overdose Nuclear, Válvera, Chaos Synopsis, Coyote Bad Trip e Ancestral Malediction.



O single "Necroexpectador" está disponível em todas as plataformas digitais, e para acompanhar o lançamento do videoclipe no final de agosto e conferir a agenda de shows, basta seguir as atualizações do grupo nas redes sociais.



Ouça o single via YouTube:







Links Relacionados:

Instagram: https://www.instagram.com/cavernosemorfetica

YouTube: https://www.youtube.com/@cavernosemorfetica

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br


Fonte:Wargods Press 


Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!





Bury My Demons inicia nova fase com o lyric video de "Earthshaker"





Após excursionar ao lado do Hatebreed na ‘The Summer Slaughter Tour’, banda apresenta single mais pesado e agressivo de sua carreira.



Depois de dividir os palcos da ‘The Summer Slaughter Tour’ como banda de apoio ao Hatebreed, a norte-americana Bury My Demons inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento do lyric video de "Earthshaker", single que antecipa uma fase ainda mais brutal e intensa da banda.



A nova música amplia a identidade sonora do grupo, apostando em riffs mais pesados, atmosferas sombrias e uma abordagem lírica inspirada por mitologia, textos religiosos e reflexões sobre o comportamento da humanidade contemporânea.



Segundo o vocalista Justin Schomig, a ideia da letra surgiu a partir da imagem de um mundo à deriva, sem rumo e incapaz de aprender com os próprios erros: "Eu senti que precisava conectar essa história à mitologia. Pensei em tempestades, na desesperança de estar perdido no mar sem qualquer controle sobre o próprio destino. Comecei a imaginar o que antigos deuses pensariam da humanidade atual."



A partir dessa premissa, Justin desenvolveu uma narrativa inspirada em passagens do Antigo Testamento e em diferentes mitologias que tratam da punição das ações humanas: "Todas as culturas possuem histórias sobre vingança divina. Gosto muito da forma como o Antigo Testamento retrata a natureza humana e as consequências do mau comportamento. É um material muito rico para escrever letras de metal."



O vocalista explica que a música faz uma analogia entre esses antigos relatos e problemas atuais como guerras, polarização, individualismo, ganância e a perda da empatia: “Talvez esses deuses estivessem cansados de ver a humanidade repetir os mesmos erros e resolvessem provocar um novo dilúvio ou algum outro tipo de punição."







Foto: Trent Jacobs




Em "Earthshaker", a narrativa é conduzida pela perspectiva de uma entidade destruidora — ou de um ser humano completamente esgotado pelas transgressões da sociedade — que enxerga a destruição como um processo necessário de purificação espiritual e cultural.



Justin ainda revela uma das principais inspirações da composição: "Eu diria que a música foi vagamente inspirada em 'Ænema', do Tool, ou pelo menos aborda temas muito semelhantes."



O guitarrista brasileiro Gustavo "Gustroyer" Kölndorfer acredita que "Earthshaker" representa um divisor de águas para a Bury My Demons: "'Earthshaker' marca o começo de uma fase muito mais brutal e visceral para a banda. Daqui para frente, o público pode esperar músicas ainda mais agressivas, pesadas e diretas, deixando de lado qualquer abordagem mais melódica."


Radicado em Denver (EUA), Gustavo Kölndorfer também vive um momento de intensa atividade fora da Bury My Demons. Filho de uma família de músicos e ex-jogador da Liga Brasileira de Futebol Americano, o guitarrista integra atualmente as bandas Bury My Demons e Saved By Ruin, além de manter uma carreira solo instrumental.






Gustroyer / Divulgação



Paralelamente, vem expandindo sua atuação no audiovisual. Um de seus trabalhos mais recentes é a trilha sonora do filme Never Return, projeto que marcou sua estreia como compositor para o cinema: "Nunca havia pensado em compor trilhas para filmes, mas enxerguei uma oportunidade perfeita para criar músicas mais fora da caixa."



O músico também destaca a parceria com o diretor Chris Hackett, responsável pelo videoclipe ao vivo de "Earthshaker", gravado durante a turnê de 2025 da banda: "Apesar de sermos amigos há alguns anos, foi durante aquela turnê que realmente trabalhamos juntos pela primeira vez."



Bem-humorado, completa: "Sempre fui fã de filmes de terror... agora estou adorando compor músicas para deixar as pessoas com medo." (risos)



Além disso, Gustroyer lançou "Lemuriah", novo single instrumental composto a partir de ideias que não encontravam espaço em seus trabalhos com bandas.



Sua estreia no cinema como ator também já aconteceu. Ele participa do filme Sugarloaf, produção inspirada na história da clássica banda norte-americana homônima, na qual interpreta um integrante da lendária banda WAR.



Assista ao lyric vídeo:





Levitation traz passado e presente da psicodelia em inédita edição no Brasil em 2027





Primeira edição do cultuado festival de Austin (Texas, EUA) acontece em 23 de janeiro, no Komplexo Tempo, com oito atrações e uma feira dedicada à produção independente.



Levitation, um dos festivais de música mais cultuados e admirados do mundo, finalmente chega ao Brasil! A Maraty anuncia a primeira edição do Levitation Brasil para sábado, 23 de janeiro de 2027, no Komplexo Tempo, em São Paulo.

Com patrocínio exclusivo da Kunumi, o festival (levitationbrasil.com) reúne Melvins, Osees, Boris e Frankie and the Witch Fingers como atrações internacionais e quatro nomes importantes da cena alternativa brasileira: Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis. O festival acontece ainda em 20 de janeiro em Buenos Aires e 21 de janeiro em Santiago.

Ingressos à venda a partir das 10h do dia 19 de agosto pela Fastix: fastix.com.br/events/levitation-brasil

O Levitation, que nasceu em Austin (Texas, EUA), chega pela primeira vez à América do Sul após 18 anos de uma trajetória que transformou um encontro dedicado à psicodelia em uma referência internacional de curadoria.

Nesses 18 anos, o festival aproximou diferentes gerações do rock psicodélico, punk, metal, indie, shoegaze, dream pop, darkwave, música eletrônica e outras vertentes experimentais, sem aderir à repetição de atrações que caracteriza parte dos grandes festivais internacionais.

A edição brasileira também terá uma feira de discos, camisetas, merchandise, livros e pôsteres. O espaço será voltado principalmente a marcas, selos e editoras independentes e alternativas, ampliando para outras áreas da produção cultural o mesmo princípio de curadoria aplicado aos palcos.

André Barcinski, produtor da Maraty, começou a idealizar uma edição brasileira do Levitation após conhecer o festival no Texas, há mais de dez anos. “Em 2014, fui pela primeira vez ao festival Levitation (que ainda se chamava Austin Psych Fest), no Texas. Fiquei impressionado com a qualidade das bandas, a organização e o clima de camaradagem entre o público e os artistas. Eu não conhecia 70% das bandas do line-up e saí de lá zonzo de tanta música boa. Desde então, sonho em poder replicar esse festival no Brasil. Foram vários anos de tentativas, e agora deu certo!”

Leandro Carbonato, produtor da Powerline e sócio da Maraty, destaca que o projeto foi concebido para permanecer no calendário sul-americano e preservar o formato que diferencia o Levitation de outros festivais internacionais. “Estamos muito felizes com a possibilidade de realizar o Levitation e queremos construir um projeto duradouro, com muitas edições. Por isso, o festival também chegará ao Chile e à Argentina. A proposta é formar uma espécie de circuito sul-americano, que permita trazer as bandas para uma turnê pela região e manter o Levitation no continente por muitos anos”.

Carbonato, aliás, é o coordenador do Levitation na América do Sul, junto com André Barcinski, e esteve em 2025 em Austin. “Estive na edição de Austin no ano passado e encontrei um festival muito diferente dos grandes eventos internacionais. A escala aproxima o público dos artistas, os palcos funcionam de forma intercalada, e é possível acompanhar todas as apresentações. A curadoria também não se orienta apenas pelo tamanho ou pela novidade de cada nome, mas pela relevância e pela qualidade artística das bandas. É essa experiência que queremos desenvolver na América do Sul”, afirma.

Rob Patrick, proprietário e fundador do Levitation, comenta sobre a inédita edição brasileira. "Estamos incrivelmente ansiosos em trazer esse artistas e o Levitation para o Brasil. Esse tem sido um sonho há muitos anos, e não poderíamos estar mais felizes em desfrutar desse line-up em São Paulo ao lado de nossas irmãs e nossos irmãos na América do Sul."



As atrações



Melvins

Formado em 1983, em Montesano, no estado norte-americano de Washington, o Melvins ocupa uma posição fundamental na história da música pesada. Ao desacelerar a violência do hardcore e submetê-lo a riffs densos, afinações graves e estruturas deliberadamente imprevisíveis, a banda ajudou a estabelecer as bases do sludge e exerceu influência direta sobre a geração que projetaria o rock do noroeste dos Estados Unidos nos anos 1990, como o stoner e o grunge. Aliás, o Kurt do Nirvana por diversas vezes falou que Melvins foi sua inspiração direta.

Conduzido desde o início pelo guitarrista e vocalista Buzz Osborne, com Dale Crover na bateria desde 1984, o Melvins construiu uma discografia extensa e avessa à repetição. Álbuns como Gluey Porch Treatments (1987), Bullhead (1991), Lysol (1992), Houdini (1993) e Stoner Witch (1994) transformaram a banda em referência para nomes do grunge, doom, noise rock e metal experimental. O repertório atravessa canções compactas, peças de longa duração, humor corrosivo e experiências que desafiam as divisões tradicionais entre punk e metal.

A liberdade de formação também se tornou parte do método. O Melvins já trabalhou com diferentes baixistas, duas baterias, alinhamentos alternativos e projetos como Melvins 1983, dedicado à parceria entre Osborne e o primeiro baterista Mike Dillard. Na formação de turnê de 2026, Buzz Osborne e Dale Crover dividem o palco com Steven McDonald e Coady Willis.

Depois de lançar Tarantula Heart em 2024 e Thunderball, creditado ao Melvins 1983, em 2025, a banda chegou a 2026 com Savage Imperial Death March, colaboração com o Napalm Death. O encontro liga duas trajetórias que alteraram, cada uma à sua maneira, os limites do punk, do metal e da música extrema. Vale falar que enfim o Melvins retorna ao Brasil após 17 anos!
Osees

Poucas bandas contemporâneas traduzem movimento e transformação com a intensidade do Osees. Criada por John Dwyer em 1997, em São Francisco, e atualmente radicada em Los Angeles, a banda tornou-se uma das forças centrais da psicodelia norte-americana ao combinar garage punk, krautrock, hardcore, sintetizadores, improvisação e uma atividade quase ininterrupta em estúdio e na estrada.

A sucessão de nomes acompanha as diferentes fases dessa história: OCS, Orange County Sound, The Ohsees, Thee Oh Sees, Oh Sees e Osees representam mutações de uma mesma criação liderada por Dwyer. Discos como The Master’s Bedroom Is Worth Spending a Night In (2008), Carrion Crawler/The Dream (2011), Floating Coffin (2013), Mutilator Defeated at Last (2015), Orc (2017) e Face Stabber (2019) formam um catálogo no qual energia imediata e experimentação caminham lado a lado.

A formação consolidada por Dwyer nos vocais e guitarra, Tim Hellman no baixo, Tomas Dolas nos teclados e guitarras e os bateristas Dan Rincon e Paul Quattrone deu ao Osees uma identidade de palco particularmente física. As duas baterias funcionam como motor para shows velozes, ruidosos e sujeitos a longos desvios instrumentais. Essa reputação ao vivo acompanha uma discografia que muda de direção sem abandonar o impulso rítmico.

Nos últimos anos, o Osees voltou-se ao hardcore em A Foul Form (2022), atravessou synth punk e no wave em Intercepted Message (2023), trocou grande parte das guitarras por samplers em SORCS 80 (2024) e recuperou a urgência política em ABOMINATION REVEALED AT LAST (2025).

Lançado de surpresa em junho de 2026, OFF COURSE abre outra frente: cinco faixas desenvolvidas a partir de jams psicodélicas, funk e rock progressivo.

No Brasil, a banda terá a participação da vocalista, tecladista e percussionista Brigid Dawson, que apesar de ter saído da formação oficial, ainda contribui com o grupo.
Boris

Formado em Tóquio em 1992, Boris construiu uma das discografias mais abertas e imprevisíveis da música pesada japonesa. Wata, Takeshi e Atsuo transformaram a mudança permanente em identidade, atravessando drone, doom, sludge, noise, hardcore, shoegaze, psicodelia, ambient e pop sem estabelecer uma versão definitiva para a própria música.

O nome foi retirado de “Boris”, faixa que abre Bullhead, álbum lançado pelo Melvins em 1991. A influência inicial tornou-se ponto de partida para uma linguagem independente, desenvolvida em discos como Absolutego (1996), Amplifier Worship (1998), Flood (2000), Feedbacker (2003) e Akuma no Uta (2003). Cada trabalho explora uma relação diferente entre volume, repetição, silêncio e textura.

Lançado no Japão em 2005 e internacionalmente no ano seguinte, Pink projetou o trio para um público mais amplo. O álbum reuniu peso, velocidade, melodias enevoadas e longas expansões instrumentais em faixas como “Farewell”, “Pink” e “Just Abandoned Myself”. Desde então, Boris ampliou o catálogo com colaborações frequentes, especialmente com Merzbow, além de discos como NO (2020), marcado pelo hardcore, e W (2022), construído com atmosferas minimalistas e próximas do dream pop.

Em 2025, o trio realizou a primeira apresentação de sua carreira no Brasil. A fase atual concentra-se nas comemorações dos vinte anos de Pink, com turnês pela Ásia, Reino Unido e Europa ao longo de 2026. De volta ao Brasil, prometem tocar petardos do início da carreira.
Frankie and the Witch Fingers

Formada em 2013, em Bloomington, Indiana, e posteriormente estabelecida em Los Angeles, Frankie and the Witch Fingers surgiu no circuito independente norte-americano com uma combinação elétrica de garage rock, surf music e psicodelia. A banda passou a década seguinte desmontando essa fórmula e reconstruindo o próprio som por meio de post-punk, funk, new wave, sintetizadores e texturas industriais.

A evolução pode ser acompanhada em álbuns como Heavy Roller (2016), Brain Telephone (2017), ZAM (2019) e Monsters Eating People Eating Monsters… (2020). O salto representado por Data Doom (2023) aprofundou as estruturas rítmicas, os arranjos angulares e a presença eletrônica, consolidando uma identidade distante de qualquer leitura limitada ao revival psicodélico.

Dylan Sizemore, Josh Menashe, Nikki Pickle Smith, Nick Aguilar e Jon Modaff formam atualmente uma banda construída em torno do movimento. A intensa circulação internacional e a ética DIY levaram Frankie and the Witch Fingers a dividir palcos com Osees, Ty Segall, OFF!, Cheap Trick e ZZ Top. A energia dos shows acompanha um repertório em constante mutação, com guitarras nervosas, baixo pulsante, sintetizadores instáveis e canções que alternam impacto direto e passagens experimentais.

Produzido por Maryam Qudus, Trash Classic foi lançado em 2025 pela Greenway Records e pela Reverberation Appreciation Society. O oitavo álbum radicaliza a fusão de proto-punk, industrial e new wave em faixas como “Economy”, “Total Reset”, “Dead Silence” e “Gutter Priestess”.

As letras observam tecnologia, consumo e colapso social com ironia, enquanto a produção troca a nostalgia de garagem por uma sonoridade urbana, tensa e deliberadamente deformada.
Ema Stoned

Formada em São Paulo em 2011, Ema Stoned desenvolve uma música instrumental guiada pela improvisação, pela psicodelia e pela liberdade de estrutura. Alessandra “AL” Duarte na guitarra, Elke Lamers no baixo e Theo Charbel na bateria formam o trio, que adota a expressão “rock digressivo” para definir composições capazes de avançar, interromper caminhos e encontrar novas direções durante a execução.

A trajetória começou com formações mais abertas e passagens vocais, mas encontrou sua configuração mais característica na interação entre os três instrumentos. O álbum Gema (2013) apresentou a base experimental da banda; Live From Aurora (2016) documentou sua força em apresentação; e Phenomena (2019) nasceu de uma sessão de improvisação com Makoto Kawabata, guitarrista do Acid Mothers Temple, e Douglas Leal, do Yantra. O encontro aproximou a psicodelia paulistana do universo experimental japonês em uma sequência de seis movimentos.

Em Devaneio (2023), Ema Stoned aprofundou a combinação de krautrock, rock instrumental, ruído e improvisação. Faixas como “Spirulina”, “Curva do Sonho”, “Vale da Lua” e “Bico do Corvo” alternam passagens rítmicas compactas e expansões nas quais guitarra, baixo e bateria assumem funções móveis. O disco também registra uma formação feminina que ocupa o experimentalismo brasileiro sem tratar essa presença como elemento separado da criação musical.

A partir de 2025, “Curva do Sonho” ganhou uma leitura visual inspirada pelas reflexões de Ailton Krenak. Em 2026, o trio iniciou uma colaboração com Edgard Scandurra por meio do single “Cinza das Horas” e de um novo repertório apresentado ao vivo. O encontro liga a pesquisa instrumental da Ema Stoned à trajetória de um dos guitarristas mais inventivos do rock brasileiro.
Bike

Formada em 2015, em São José dos Campos, a Bike tornou-se um dos nomes brasileiros de maior circulação internacional dentro do rock psicodélico contemporâneo. Julito Cavalcante, Diego Xavier, Daniel Fumega e Gil Mosolino constroem uma música que conecta psicodelia, krautrock, Tropicália, rock progressivo e repetição motorik a ritmos, imagens e referências brasileiras.

O primeiro álbum, 1943 (2015), abriu uma sequência de lançamentos marcada por mudanças de linguagem. Em Busca da Viagem Eterna (2017) ampliou a dimensão narrativa das composições; Their Shamanic Majesties’ Third Request (2018) acentuou o caráter psicodélico; e Quarto Templo (2019) avançou sobre atmosferas mais pesadas e ritualísticas. Em Arte Bruta (2023), a banda aproximou distorção, percussão e canção brasileira com maior nitidez.

A trajetória ganhou alcance fora do país por meio de turnês europeias, apresentações no SXSW e uma sessão gravada para a rádio norte-americana KEXP. Arte Bruta também apareceu na seleção da emissora dedicada aos destaques da música alternativa latino-americana de 2023.

Em diferentes fases, a Bike dividiu apresentações com The Brian Jonestown Massacre, Os Mutantes, Boogarins e Graveyard, além de circular por festivais e palcos independentes da Europa e das Américas.

Lançado em setembro de 2025, Noise Meditations nasceu de sessões abertas de improvisação. As dez faixas preservam a psicodelia da banda, mas deslocam o centro criativo para a interação coletiva, a repetição e o desenvolvimento espontâneo. Incluído entre os cem melhores discos brasileiros de 2025 pela APCA, o álbum abriu o ciclo que levou a Bike a novas apresentações no Brasil, Chile e Argentina em 2026.
Test

O TEST converteu deathgrind, ruído e experimentação em um modelo próprio de criação e circulação. Formado em São Paulo em 2010 por João Kombi na guitarra e voz e Barata na bateria, a trajetória começou nas ruas, com apresentações realizadas do lado de fora de grandes shows e estádios, alimentadas por um gerador transportado em uma Kombi. A ação colocou o duo diante do público sem depender de convite, palco ou estrutura convencional.

O que nasceu como intervenção transformou-se em uma carreira internacional. O TEST já ultrapassou mil apresentações em trinta países, passou por todos os estados brasileiros e realizou turnês pela América do Norte, Europa, Ásia, Oceania e América Latina. A agenda inclui festivais como Obscene Extreme, Maryland Deathfest, Dark Mofo, SWR Barroselas, Novas Frequências, Abril Pro Rock e Coquetel Molotov.

A mesma abertura aparece na discografia. Arabe Macabre (2012) e Espécies (2015) estabeleceram a violência concisa do duo; O Jogo Humano (2019) foi concebido como álbum interativo, com diferentes possibilidades de percurso; e Disco Normal (2023) levou o processo de gravação para espaços abertos e locais afastados do formato tradicional de estúdio. Essa experiência deu origem ao documentário Um Disco Normal, exibido na Cinemateca Brasileira.

Ao longo da carreira, o TEST dividiu programações com Napalm Death, Carcass, Cannibal Corpse, Mr. Bungle, King Diamond, Tom Zé, Boogarins e Metá Metá. Em 2025, a colaboração com Deafkids resultou em Sem Esperanças, encontro entre grindcore, drones e percussão experimental. Depois de realizar 38 apresentações na Almost World Tour de 2026, o duo abriu outra frente com o GoaTesT, parceria com integrantes do Goatburner.
Bufo Borealis

Criado em São Paulo em 2020 pelo baixista Juninho Sangiorgio e pelo baterista Rodrigo Saldanha, Bufo Borealis explora o ponto de contato entre jazz-funk, psicodelia, rock experimental e improvisação. A formação é completada por Anderson Quevedo no saxofone, Paulo Kishimoto e Vicente Tassara nos teclados e Tadeu Dias na guitarra.

O nome nasceu de uma constelação fictícia presente na arte de One Size Fits All, de Frank Zappa and the Mothers of Invention, e também remete ao imaginário dos sapos venenosos. A referência combina com uma música que absorve fontes distintas sem buscar pureza de gênero. Miles Davis em sua fase elétrica, Curtis Mayfield, Lou Donaldson, Sly Stone, hip-hop, ritmos latinos e música instrumental brasileira aparecem entre as coordenadas do sexteto.

Pupilas Horizontais (2020) apresentou uma sonoridade baseada em grooves extensos e interação instrumental. Diptera (2022) ampliou a presença do funk e da psicodelia, enquanto Ao Vivo no Sesc Pompeia (2024) documentou a natureza variável dos shows, nos quais os temas funcionam como pontos de partida para improvisações. A experiência acumulada em diferentes cenas, do punk e hardcore ao jazz, alimenta uma execução precisa sem retirar o risco de cada apresentação.

Lançado em março de 2025, Natureza foi o primeiro álbum da banda com composições desenvolvidas por todos os integrantes. O disco apareceu entre os cem melhores trabalhos brasileiros daquele ano na seleção da APCA. Em seguida, “Mãe da Lua”, gravada com Mista Luba, aproximou o Bufo Borealis da cultura de produção do hip-hop e da fragmentação rítmica associada a Donuts, de J Dilla.












De Austin para o mundo

O Levitation nasceu em 2008, em Austin, no Texas, sob o nome Austin Psych Fest. Criado por integrantes do The Black Angels e amigos, o evento surgiu como um ponto de encontro para a então renovada cena psicodélica. A primeira edição reuniu dez atrações no Red Barn. No ano seguinte, o festival já havia passado para um formato de três dias.

A mudança para o Carson Creek Ranch, em 2013, marcou uma virada. Foi a primeira edição inteiramente ao ar livre, com três palcos, camping e uma série de pôsteres criada por artistas dos Estados Unidos e de outros países. Em 2014, o cartaz chegou a 95 atrações, entre elas The Zombies, Panda Bear, The Horrors, Loop, The Brian Jonestown Massacre, Of Montreal e The Dandy Warhols.

O nome Levitation foi adotado em homenagem aos pioneiros texanos do rock psicodélico The 13th Floor Elevators e à música “Levitation”, lançada pela banda em 1967. A mudança ganhou dimensão histórica na edição de 2015, que recebeu a reunião dos integrantes originais sobreviventes do The 13th Floor Elevators para a primeira apresentação conjunta em 45 anos, durante as comemorações dos 50 anos da banda.

Aquele ano também reuniu The Flaming Lips, Tame Impala, The Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Spiritualized, The Black Angels, Mac DeMarco e Thee Oh Sees, nome utilizado na época pelo atual Osees.

Desde então, centenas de artistas passaram por suas programações, entre eles King Gizzard & the Lizard Wizard, Pavement, TV on the Radio, Mastodon, Slowdive, Beach House, Sonic Youth, Ty Segall, Chelsea Wolfe, The Brian Jonestown Massacre, Animal Collective, Dinosaur Jr., Black Rebel Motorcycle Club e Kikagaku Moyo.

A circulação internacional começou em 2013, com a criação do Levitation France, em Angers. A marca também chegou a Vancouver e Chicago. A edição francesa completou seu 12º ano em 2025 com ingressos esgotados, consolidando fora dos Estados Unidos o modelo de curadoria desenvolvido em Austin.

O alcance do projeto avançou ainda para o mercado fonográfico. A Reverberation Appreciation Society, coletivo e selo ligado ao festival, mantém a série Live at Levitation, com registros de apresentações de King Gizzard & the Lizard Wizard, Kikagaku Moyo, The Black Angels, Primal Scream, Osees e outros nomes associados à história do evento.
Curadoria reconhecida pela crítica

A imprensa internacional acompanha essa trajetória de perto e sempre com entusiasmo. O The Guardian definiu o Levitation como “o passado, o presente e o futuro da música psicodélica”, enquanto a NME destacou que o festival “escala o melhor do underground”.

O Dallas Observer apontou o equilíbrio de sua proposta: “Nem grande nem pequeno demais, administrado com maestria e com um público relaxado e respeitoso, o Levitation oferece uma experiência quase impecável”.

A Austin Monthly ressaltou o contraste com a padronização dos grandes eventos: “Enquanto muitos festivais recorrem aos nomes esperados em turnê ou divulgando discos, o Levitation prepara um cartaz impressionante a cada edição”.

A publicação também registrou uma definição do cofundador e diretor Rob Fitzpatrick: “A programação precisa significar algo para o público. É um tipo diferente de fã, e tentamos surpreendê-lo com cada cartaz”.

Já o site Cosmic Clash, ao analisar a edição de 2023, chamou o Levitation de “um tesouro musical” e destacou seu crescimento a partir de origens independentes até se tornar parte permanente do calendário cultural de Austin.
Uma curadoria em movimento

A história do festival também foi marcada pela capacidade de alterar seu formato. Após as condições meteorológicas severas que impediram a realização da edição de 2016 no Carson Creek Ranch, apresentações foram reorganizadas em casas de Austin. Em 2018, o Levitation retornou distribuído por oito espaços da cidade, com shows em horários escalonados e diferentes bairros. O modelo transformou Austin em parte da experiência e permitiu combinar apresentações maiores com noites em clubes.

A edição de 2026, programada para ocorrer entre 10 e 13 de setembro, mostra a amplitude alcançada por essa curadoria. São 69 atrações espalhadas por mais de 20 apresentações no Radio/East, Stubb’s, Mohawk, Empire, Hotel Vegas, Elysium e 13th Floor.

O cartaz reúne Sleep, Angine the Potrine, American Football, Bikini Kill, Molchat Doma, Peter Hook & The Light, Cabaret Voltaire, Nitzer Ebb, Arlo Parks, The Garden, Smerz, Uncle Acid & The Deadbeats, Psychedelic Porn Crumpets, Temples, Melt-Banana e Kylesa, entre outros. Os passes completos para os quatro dias já estão esgotados. A Pitchfork incluiu o Levitation em sua seleção dos festivais mais aguardados de 2026 e apontou a experimentação como elemento presente em toda a programação.



Instituto Kunumi

O Instituto Kunumi se forma como um coletivo de pesquisa dedicado a expandir as fronteiras da inteligência, da cultura e do significado. Um ponto de encontro entre ciência, humanidades e tecnologia, o Instituto investiga novas formas de inteligência e seus impactos na sociedade e em cada um de nós.

O Instituto Kunumi atua como um ecossistema híbrido entre a academia e a iniciativa privada, conectando pesquisa científica, experimentação tecnológica e artística a aplicações no mundo real. Esses encontros desenham os contornos do nosso devir.



Serviço | Levitation Brasil

Data: sábado, 23 de janeiro de 2027

Local: Komplexo Tempo

Endereço: Avenida Henry Ford, 511, Parque da Mooca, São Paulo

Atrações: Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers, Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis

Ingresso: fastix.com.br/events/levitation-brasil

Venda: a partir de 19 de agosto na Fastix

Ingressos físicos sem taxa: Loja 255 da Galeria do Rock (R. 24 de Maio 62, Centro)

Patrocínio: Kunumi

Produção: Maraty

Apoio: Powerline

Censura: permitida a entrada de menores de 18 anos desde que acompanhados de responsável legal.

Acessibilidade: o local é totalmente equipado para atender a PCDs e haverá um espaço exclusivo para cadeirantes poderem ver os shows com toda a visibilidade e conforto.



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!


Seeker Becomes Seer: um abismo de memória, presente e devir do rock/metal





A banda foi formada em 2025, nos estúdios do Sonastério, em Nova Lima, e seu disco de estreia, autointitulado, já está disponível nas plataformas de streaming.

Seja na apreciação do mundo natural, seja na investigação da psique humana, há sempre uma dimensão temporal de deslocamento e, portanto, de tensão.
Elaborar passado e futuro na aspiração a um subsequente presente homeostático pode sugerir, talvez, uma definição de “vida boa”.
Mas na temporalidade da música a lógica prega suas peças. Mesmo quando tudo se harmoniza, parece haver na música um desejo constante de movimento, uma vontade própria dos sons de completar alguma coisa que sempre falta. Viradas, contrapontos, dobras. A música é o próprio tempo, um encontro constante entre o que precede, o que falta e o que está por vir. Mesmo quando uma canção chega ao seu fim.

No rock/metal contemporâneo esse movimento, porém, parece espelhar o mito de Sísifo. Como se houvesse uma desconexão temporal entre o clássico e o contemporâneo na busca por um sentido expressivo. Um abismo de possibilidades criativas separando o que poderia estar num mesmo compasso. O Seeker Becomes Seer emerge desse abismo, reorganizando memórias e expectativas num enunciado próprio, fazendo-se valer do desconhecido para a produção de diferença. O Seeker Becomes Seer nos disponibiliza, literalmente, um presente: o devir do rock/metal.

O Seeker Becomes Seer foi formado em 2025 nos estúdios do Sonastério, em Nova Lima/MG, por onde já passaram artistas de enorme relevância como Milton Nascimento, Gal Costa, Ney Matogrosso, Lô Borges, Angra, entre muitos outros. Parece haver, de fato, uma relação entre a formação da banda dentro de um dos estúdios mais importantes do país e a sua expressão musical tão genuína. É como se as paredes dos estúdios tivessem reverberado a genialidade desses artistas para o rock/metal do Seeker Becomes Seer.

Atualmente formado por Lucas Donnard (vocal), Bruno Barros (guitarra e backing vocals), Rodrigo Peixoto (guitarra), Filipe Marks (baixo) e Thiago Caeiro (bateria), o autointitulado álbum de estreia do Seeker Becomes Seer foi lançado neste ano de 2026 e reúne nove faixas: “C137”, “Be Not Afraid”, “Blood, Fire, Doom & Death”, “500 Years”, “It Follows”, “Skeleton Key”, “Black Sun Rising”, “Quaestio Mihi Factus Sum” e “Seeker Becomes Seer”.

Nomear a musicalidade de “Seeker Becomes Seer”, enquanto álbum, é uma indução ao erro. Não há uma só referência, não há uma só estética. Em “Seeker Becomes Seer” há apenas – e, portanto, tudo – potência para o que foi e o que ainda não o é.

As faixas “C137”, “Blood, Fire, Doom & Death”, “500 Years” e “It Follows” ganharam videoclipes que foram disponibilizados antes do lançamento do álbum e estão disponíveis no canal da banda no YouTube. Já “Skeleton Key” é a mais recente a ser lançada também como vídeo. 



Confira Abaixo :






O álbum de estreia do Seeker Becomes Seer foi lançado nas plataformas de streaming mas também será disponibilizado nos próximos meses em CD.

Ouça “Seeker Becomes Seer” nas plataformas digitais:

Spotify: https://bit.ly/4wqaDyb

Youtube: https://bit.ly/4y1vQA3

O Seeker Becomes Seer também já se prepara para estrear nos palcos com shows em Belo Horizonte e São Paulo entre o final de 2026 e início de 2027.


Link Relacionados:

www.youtube.com/@SeekerBecomesSeer



Fonte:Som Do Darma

Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!




Nine Red Moons reúne músicos de Sepultura e Viper em ''Archetypes''




Single que antecipa o EP "Sumerian Songs for the Dead" une metal clássico, prog metal e uma temática inspirada nos arquétipos de Carl Jung.


Sepultura e Viper se encontram em uma mesma gravação em "Archetypes", novo single do Nine Red Moons que antecipa "Sumerian Songs for the Dead", EP de estreia previsto para setembro. A música reúne o baixista Paulo Xisto (Sepultura) e o guitarrista Felipe Machado (Viper), ao lado do mentor do projeto, Eduardo Simões (guitarra), e de uma formação internacional com Tasos Lazaris (vocal), Victor Simões (teclado), Polina Kermesh Faustova (violoncelo) e Angelo Spilotros (bateria). "Esta é a primeira vez que músicos ligados ao Sepultura e ao Viper participam juntos de uma mesma gravação", destaca o guitarrista Eduardo "Paulista" Simões, mentor do Nine Red Moons, ex-integrante do Chakal e Pit Passarell e responsável pela composição de todas as músicas e letras do projeto.

Musicalmente, "Archetypes" tem o Iron Maiden como principal referência, especialmente pela interpretação vocal de Lazaris, associado ao estilo de Bruce Dickinson. A faixa também incorpora influências de Metallica e Black Sabbath, especialmente da fase com Ronnie James Dio nos vocais. A bateria de Angelo Spilotros acrescenta elementos de prog metal, incluindo uma passagem em compasso 7/8 antes do solo, conforme explica Simões. O peso da faixa ganha ainda mais força com Paulo Xisto no baixo, que ocupa papel central na sonoridade, contribuindo para a densidade e a profundidade da composição. Os solos de guitarra são executados por Eduardo Simões e Felipe Machado, enquanto Victor Simões assume os teclados. A formação é completada pela violoncelista ucraniana Polina Kermesh Faustova, integrante da orquestra de Hans Zimmer, e por Spilotros na bateria.

Considerada a mais enigmática de "Sumerian Songs for the Dead", "Archetypes" também estabelece o tom conceitual do projeto ao abordar temas como morte, luto e transcendência a partir dos arquétipos de Carl Jung. A letra explora padrões psicológicos universais e modelos de comportamento diante dos mistérios da existência, conduzindo a narrativa por uma perspectiva que questiona a própria natureza da morte e a possibilidade de algo existir além dela. A inspiração surgiu de uma experiência pessoal de Eduardo após o falecimento de seu pai. "Comecei a ler vários livros sobre luto e o que a morte significa para cada religião. Essa música traz o desejo de que, um dia, possamos conversar novamente", explica. A reflexão encontra síntese no refrão: "A morte é apenas uma passagem, a alma é imortal."

A dimensão visual acompanha a proposta conceitual do single, com capa criada por Jean Michel, da DSNS Art. Eduardo Simões assina a produção, com coprodução de Val Santos e Alan Wallace. Val Santos também é responsável pela mixagem e masterização, enquanto o lyric video foi produzido por Wanderley Perna.

"Archetypes" está disponível nas principais plataformas de streaming. 




Confira o lyric video em :









Links Relacionados:


Fonte:Ase Press


Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!


System Of A Down anuncia One Night Only no Maracanã com participação especial de Faith No More





Realizado pela 30e, o show está marcado para 15 de janeiro e será a única oportunidade de assistir às duas bandas juntas na América do Sul em 2027; a pré-venda exclusiva para clientes Itaú começa partir do dia 19 de agosto, às 10h, com venda geral tendo início em 21 de agosto às 12h, pela Eventim.


Após o enorme sucesso de sua recente turnê de verão pela Europa e pelo Reino Unido (com datas esgotadas em Paris, Londres e Varsóvia), o System Of A Down, banda ícone do rock e vencedora do GRAMMY, retorna ao Brasil para um show único no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 15 de janeiro de 2027. Para se juntar a eles estará o Faith No More. O evento, que reunirá duas das bandas mais influentes e irreverentes da história do rock, ganhou o nome de One Night Only, dando a dimensão do que o público pode esperar e, desde já, deixando claro que não haverá datas extras ou passagem por outras cidades da América do Sul.

Realizado pela 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, o evento é apresentado por Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. Clientes do banco terão acesso a uma pré-venda exclusiva, com 15% de desconto nos ingressos utilizando cartões de crédito no período. As entradas estarão disponíveis pela Eventim (acesse aqui), da seguinte forma: clientes Private Bank e Itaú Personnalité poderão comprar ingressos entre 19 de agosto, às 10h, e 20 de agosto, às 10h. Para todos os clientes Itaú Unibanco, a pré-venda ocorre entre 20 de agosto, às 10h, e 21 de agosto, até às 10h. A venda geral começa em 21 de agosto, ao meio-dia, online, e às 13h na bilheteria física.

Poucas bandas ajudaram a definir a música pesada como o System Of A Down. Desde que surgiu no cenário global com seu álbum de estreia homônimo, o quarteto se consolidou como um dos grupos mais singulares e impactantes das últimas três décadas. Conhecido por suas performances intensas e pela excelência musical, o SOAD transforma cada show em uma experiência eletrizante, que combina caos, catarse e celebração.

Em 2025, o System Of A Down levou a Wake Up! South America Stadium Tour a cinco países e a sete cidades da América do Sul, reunindo mais de 500 mil fãs e se tornando um dos maiores eventos musicais ao vivo com ingressos esgotados já realizados no continente.

O próximo show no Maracanã ganha ainda mais relevância por marcar o primeiro confirmado de Faith No More desde a última vez que a banda subiu ao palco, em agosto de 2016, após uma série de apresentações que encerraram a turnê do álbum Sol Invictus n, sinalizando o tão aguardado retorno da banda. O público da América do Sul pode esperar por um repertório extenso que conta com toda a trajetória do System Of A Down e do Faith No More, repleto de músicas que se tornaram a trilha sonora de gerações de fãs de rock e metal ao redor do mundo.

SERVIÇO

System Of A Down & Faith No More
Realização: 30e
Apresentação: Itaú Live


RIO DE JANEIRO

Data: 15 de janeiro de 2027 (sexta-feira)
Local: Maracanã - Rua Prof. Eurico Rabelo, s/n - Maracanã - Rio de Janeiro/RJ
Horário de abertura dos portões: 16h
Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Setores e preços:
Cadeira Superior Nível 5 - R$ 272,50 (meia-entrada) | R$ 545,00 (inteira)
Cadeira Superior Sul - R$ 397,50 (meia-entrada) | R$ 795,00 (inteira)
Cadeira Superior Leste - R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira)
Cadeira Inferior Sul - R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Cadeira Inferior Oeste - R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Cadeira Inferior Leste - R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Cadeiras Cativas (Superior Oeste) - R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)
Camarote (Oeste e Leste) - R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)
Tribuna (Oeste) - R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité - R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)
Maracanã Mais Oeste (Hot Seat) - R$ 997,50 (meia-entrada) | R$ 1.995,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze* - R$ 1.092,00 (meia-entrada) | R$ 1.540,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Gold* - R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Silver* - R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum* - R$ 2.042,50 (meia-entrada) | R$ 2.790,00 (inteira)

Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze*
Incluso
- 1 (um) ingresso de Cadeira Superior Leste
- Acesso antecipado (Early Entry)
- Credencial VIP comemorativa + cordão
- Kit com itens exclusivos do show
- Acesso antecipado à loja de merchandise

Pacote VIP Super Fã Itaú Gold*
Incluso
- 1 (um) ingresso de Cadeira Inferior Leste
- Acesso antecipado (Early Entry)
- Credencial VIP comemorativa + cordão
- Kit com itens exclusivos do show
- Acesso antecipado à loja de merchandise

Pacote VIP Super Fã Itaú Silver*
Incluso
- 1 (um) ingressos de Cadeira Inferior Oeste
- Acesso antecipado (Early Entry)
- Credencial VIP comemorativa + cordão
- Kit com itens exclusivos do show
- Acesso antecipado à loja de merchandise

Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum*
Incluso
- 1 (um) ingresso de Pista Premium Itaú Personnalité
- Acesso antecipado (Early Entry)
- Credencial VIP comemorativa + cordão
- Kit com itens exclusivos do show
- Acesso antecipado à loja de merchandise

Pré-venda clientes Itaú Unibanco
Clientes Private Bank e Itaú Personnalité: 19 de agosto, às 10h, até 20 de agosto, às 10h
Todos os clientes Itaú Unibanco: 20 de agosto, às 10h, até 21 de agosto, às 10h
Venda geral: 21 de agosto, ao meio-dia, online, e às 13h na bilheteria
Vendas online em: eventim.com.br/SOAD-FNM-2027
Bilheteria oficial: Estádio Nilton Santos (Engenhão) - Bilheteria Norte - Rua das Oficinas, s/n - Engenho de Dentro - Rio de Janeiro/RJ
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

Benefício para clientes Itaú Unibanco
Pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito no período
*Compra de 4 ingressos por CPF - sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade

Parcelamento em até 3x sem juros
O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso.

Sobre o System Of A Down


Como uma das bandas de rock mais criativas, impactantes e inimitáveis do século XXI, o System Of A Down já vendeu mais de 42 milhões de discos em todo o mundo, recebeu um prêmio GRAMMY® e foi a atração principal de diversos festivais e estádios em diferentes continentes. Formado em Los Angeles, o grupo acompanha revoluções pessoais, políticas, sonoras e espirituais desde o lançamento de seu álbum de estreia homônimo, multiplatinado, em 1998. O quarteto mantém uma trajetória de shows esgotados em todo o mundo e registra regularmente mais de 24 milhões de ouvintes mensais no Spotify, consolidando-se como uma das bandas de rock/alternativo mais ouvidas do planeta. 


O SYSTEM OF A DOWN é formado por Daron Malakian [guitarra, vocais], Serj Tankian [vocais, teclados], Shavo Odadjian [baixo] e John Dolmayan [bateria].

Sobre o Faith No More


Faith No More é uma banda de rock formada em San Francisco, reconhecida por um som que desafia classificações. Combinando rock alternativo, metal, funk, punk, música experimental e melodias marcantes, o grupo construiu uma trajetória marcada pela inovação, intensidade e imprevisibilidade. Com álbuns fundamentais como The Real Thing, Angel Dust e Sol Invictus, o Faith No More permanece como uma das bandas mais singulares e influentes de sua geração.

Sobre a 30e

A 30e é a maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo. A empresa cria, desenvolve e opera turnês, festivais, arenas, projetos proprietários e parcerias estratégicas com marcas, conectando artistas e públicos por meio de experiências ao vivo de grande escala.


Com um portfólio que reúne nomes como Paul McCartney, System Of A Down, Lana Del Rey, Twenty One Pilots, Florence and the Machine, Kendrick Lamar, Slipknot, Gorillaz, The Killers, Roger Waters e Bring Me The Horizon, a 30e vem consolidando sua posição como uma das principais forças da nova geração do live entertainment.
A partir do Brasil, a companhia também tem ampliado a presença de artistas nacionais em projetos de grande escala, como Titãs Encontro, SUPERTURNÊ do Jão, a despedida do Natiruts e TEMPO REI, última turnê de Gilberto Gil. No mercado internacional, a 30e fortalece sua atuação global por meio de acordos estratégicos de longo prazo com artistas como System Of A Down e Faith No More. Com mais de 200 eventos por ano e atuação cada vez mais integrada entre Brasil, América do Sul e mercado global, a 30e desenvolve seu trabalho sob o posicionamento de Delivering Happiness.

Sobre o Itaú Live

Itaú Live é a plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, criada para conectar fãs, artistas e experiências ao vivo em uma estratégia de relacionamento de longo prazo. A iniciativa potencializa toda a atuação do banco nesse território, reunindo shows, festivais e conteúdo. Entre os pilares da plataforma está a parceria estratégica de cinco anos com a 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, que garante escala e recorrência de shows e turnês em todo o país. Ao colocar o fã no centro da jornada, o Itaú Live transforma a música em um ecossistema de conexão, oferecendo condições especiais de compra, descontos, parcelamento sem juros e experiências exclusivas que ampliam o acesso e qualificam a vivência nos eventos. Site: itau.com.br/itau-live

Comunicação - 30e
imprensa@30e.live


Fonte:30E



Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Sacrificed lança "Anger (I Am Done)", segundo single e videoclipe do EP "Absence"





Com mensagem de ruptura e instrumental agressivo, nova música prepara o terreno para a chegada do EP completo em setembro.


Dando sequência ao cronograma de promoção do vindouro EP “Absence”, a banda mineira SACRIFICED disponibilizou nesta sexta-feira, 7 de agosto, o single "Anger (I AM DONE)". A faixa, que já pode ser conferida em todas as plataformas de streaming, chega acompanhada de um videoclipe no canal do grupo no YouTube, pavimentando o caminho para o lançamento completo do novo registro em setembro.



Assista ao vídeo clipe:









Sucedendo o impacto gerado por "Agony (Where Lie Doesn't Rest)", lançada no mês de julho, "Anger (I AM DONE)" mostra o direcionamento agressivo adotado pelo grupo. Estabilizada como um quarteto — com Kell Reis (vocal), Diego Oliveira (guitarra e vocal), Johnny Ambrozio (baixo) e Tiago Vitek (bateria) —, o grupo apresenta uma performance que une sua base Heavy Metal a elementos mais técnicos e contemporâneos do Metalcore, progressivo e alternativo.



A agressividade instrumental caminha lado a lado com a mensagem da composição, que aborda o esgotamento diante de pressões externas e a retomada do controle pessoal. A vocalista Kell Reis comenta sobre a temática visceral da letra: "A letra de 'Anger' é um grito de basta e de libertação. Ela fala sobre a exaustão de ter que lidar com imposições alheias, de pessoas dizendo o tempo todo como você deve agir, pensar ou se vestir. Chega um momento em que você se cansa de ser a única pessoa tentando manter flutuando um navio que já está afundando. A música é exatamente sobre esse ponto de ruptura: não aceitar mais ser diminuída pelas expectativas dos outros, assumir quem você é e deixar toda essa bagagem tóxica para trás."



Para materializar este novo lançamento, o SACRIFICED reuniu uma equipe técnica experiente. A produção audiovisual do videoclipe conta com direção geral, direção de fotografia e edição de Bruno Paraguay (Eminence) com assistência de produção de Davidson Mainart. Ao lado Johnny Starcz, responsável pela idealização, produção executiva e direção de conceito. O trabalho visual em vídeo traz ainda maquiagem artística e caracterização de Lorenna Carvalho. Já na parte sonora, a captação de áudio foi conduzida por André Damien, enquanto a mixagem e masterização ficaram a cargo de Jonathas Peschiera. As guitarras de estúdio foram registradas por Diego Oliveira e Sergio Barbieri.



Mantendo a coesão conceitual desta nova era, a identidade visual do single é novamente assinada pela fotógrafa e artista visual Juh Missagia. O trabalho apresenta uma fotografia em tons monocromáticos que exibe uma mão escorrendo um líquido escuro pelas pontas dos dedos, traduzindo visualmente a mensagem da música. A imagem dá continuidade ao posicionamento da banda de valorizar o trabalho humano e a crueza do registro fotográfico, fugindo dos padrões visuais clássicos do gênero e indo na contramão do uso excessivo de artes geradas artificialmente no mercado fonográfico.



Com os dois singles revelados ao público, a banda foca agora na chegada de “Absence”. O EP, que marca oficialmente a estreia em estúdio desta formação e contará com cinco composições inéditas, tem o seu lançamento marcado para o dia 4 de setembro.



Ouça via Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/track/24Latz8qrkpvdBvFTdieOY



Sobre a banda:



Formada em 2006, em Belo Horizonte/MG, a banda é atualmente composta por Kell Reis (vocal), Diego Oliveira (guitarra e vocal), Johnny Ambrozio (baixo) e Tiago Vitek (bateria). Após a excelente recepção de materiais anteriores como os álbuns “The Path of Reflections” (2011) e “Enraged” (2018), além do EP “Beyond the Gates” (2021), o grupo se prepara para uma sequência de lançamentos no segundo semestre.

Créditos da foto: Juh Missagia


Links Relacionados:

Facebook: www.facebook.com/sacrificedofficial

Instagram: www.instagram.com/sacrificedofficial

Youtube: www.youtube.com/sacrificedchannel

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br


Fonte:Wargods Press



Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!


Graveyard lança novo single/videoclipe ''A Means To An End''

 





Uma das forças mais marcantes e reverenciadas do rock moderno, os suecos do GRAVEYARD estão de volta com o inédito single 'A Means To An End'. A faixa é o primeiro vislumbre de seu aguardado sétimo álbum de estúdio, Fever, que será lançado mundialmente em 9 de outubro de 2026 pela Nuclear Blast Records.

Chegando três anos após o soturno e introvertido Six, o GRAVEYARD eleva a temperatura ao entregar uma experiência sonora repleta de fuzz e distorção. O disco traz os potentes grooves no estilo Black Sabbath da faixa de abertura 'Back From The Grave', a grandiosidade inspirada no Creedence Clearwater Revival em 'Time To Tell', e um rock direto e visceral em 'Room Tempered', 'Tongue Tied' e 'Means To An End'. Formado em 2006, o grupo reforça coletivamente o espírito feroz deste novo trabalho.

Com Fever, a banda retorna ao topo da cena com um som notavelmente mais pesado e direto. A mixagem ficou a cargo de Pelle Gunnerfeldt, amplamente aclamado por capturar a energia feroz de bandas como The Hives, Refused e Viagra Boys. A masterização foi realizada por Robin Schmidt, no estúdio 24-96 Mastering. Em meio a tanta energia, o GRAVEYARD manteve a inconfundível alma embebida em blues que marcou sua estreia consagrada com Hisingen Blues, presente em faixas mais cadenciadas como a saideira 'Dead Note', mas agora acompanhada de uma boa dose de raiva visceral.

Após a arte sutil e misteriosa de Six, o GRAVEYARD apostou em uma abordagem visual impactante para Fever. A capa foi criada pelo renomado artista holandês Maarten Donders, que já havia colaborado com a banda no Split 7” com o Goat. O trabalho de Donders tem grande destaque no cultuado festival Roadburn, acumulando artes para mais de 50 artistas — de Acid King ao lendário Frank Zappa.

Já somando dois álbuns no topo das paradas na Suécia, o GRAVEYARD iniciará a turnê com uma série de shows como co-headliners pela Escandinávia ao lado da banda Blues Pills para celebrar o lançamento de Fever. Em seguida, o grupo embarcará em uma turnê pela Europa e Reino Unido, além de marcar presença em festivais ao longo de 2027.

Prepare-se para o impacto: o GRAVEYARD voltou dos mortos e está queimando em febre.

OUÇA 'A MEANS TO AN END':

https://graveyard.bfan.link/a-means-to-an-end

PRÉ-VENDA / PRÉ-SALVE 'FEVER':

https://graveyard.bfan.link/fever





GRAVEYARD
Fever
9 de Outubro 2026

01. Back From The Grave
02. Tongue Tied
03. A Better Cut (Note To Self)
04. Year Of The Horse
05. A Means To An End
06. Time To Tell
07. Don’t Shoot!
08. Room Tempered
09. Dead Note


GRAVEYARD AO VIVO:

c/ BLUES PILLS & SKRAECKÖDLAN

31.10. SE Eskilstuna, Lokomotivet *

06.11. SE Mejeriet, Lund *

07.11. DK Århus, Voxhall *

13.11. SE Örebro, Club 700 *

14.11. SE Karlstad, Nöjesfabriken *

20.11. SE Falun, Magasinet *

21.11. SE Norrköping Arbis *

27.11. SE Göteborg, Gothenburg Film Studios **

28.11. SE Stockholm, Fållan **

* c/ Skraecködlan
** c/ Blues Pills



Confira "A Means To An End'' (Official Music Video)








Links Relacionados:

http://www.youtube.com/@graveyard




Fonte:Nuclear Blast Records



Inscreva-se No #Blog, Compartilhe. Apoie o #Underground Seu Apoio é Muito Importante!