domingo, 27 de setembro de 2026

High on Fire, banda histórica de stoner, faz 1º e único show em São Paulo




Depois de quase três décadas de carreira, o High on Fire está a poucos dias de tocar pela primeira vez no Brasil. A banda norte-americana vencedora do Grammy, formada em 1998 por Matt Pike, guitarrista e vocalista também conhecido pelo Sleep, deu início em 25 de setembro à primeira turnê latino-americana da sua história. A Latin America Tour passa por México, Costa Rica, Chile e Argentina e termina em São Paulo, dia 4 de outubro (domingo), na Burning House, com realização da Solid Music Entertainment.

Últimos ingressos no site da 101Tickets.

Formado em Oakland, na Califórnia (EUA), o High on Fire se consolidou como um dos nomes mais respeitados do metal pesado contemporâneo. A banda construiu uma identidade própria ao levar o peso do doom e do stoner para uma zona mais agressiva, acelerada e física, em diálogo com Black Sabbath, Motörhead, sludge e thrash metal.

Para a Latin America Tour, o baterista é Ben Koller, do Converge e do All Pigs Must Die. Koller também toca no Killer Be Killed, supergrupo que tem entre seus integrantes Max Cavalera, fundador do Sepultura.
Discografia de referência

Ao longo de nove álbuns de estúdio, o High on Fire construiu uma discografia que serve de referência para o metal norte-americano das últimas duas décadas.

Blessed Black Wings (2005), produzido por Steve Albini, é frequentemente citado como um dos melhores álbuns de metal dos anos 2000. Death Is This Communion (2007) consolidou a chegada de Jeff Matz no baixo e aprofundou o alcance da banda.

Snakes for the Divine (2010) chegou com o grupo já em outro patamar na música pesada, incluindo uma turnê em suporte ao Metallica. De Vermis Mysteriis (2012), cujo título vem de um grimório fictício do universo literário de H.P. Lovecraft, também foi muito bem recebido por fãs e crítica.
Grammy e disco novo

Em 2019, o High on Fire venceu o Grammy de Melhor Performance de Metal com "Electric Messiah", faixa-título do álbum lançado em 2018.

Atualmente a banda divulga Cometh the Storm, nono álbum de estúdio, lançado em 2024 e com produção assinada pelo genial Kurt Ballou, do Converge.

Cometh the Storm mantém as coordenadas de sempre: riffs densos, bateria de ataque direto, letras que transitam por guerra, mitologia e ocultismo, mas abre espaço para algo inédito na obra da banda. Jeff Matz, que passou o período de hiato aprofundando o estudo da música turca e aprendendo o bağlama, instrumento de cordas do folclore da região, trouxe esse vocabulário para dentro do disco.


Matt Pike, uma lenda viva do stoner

Pike ficou conhecido primeiro pelo Sleep, trio de Oakland que ajudou a definir o doom e o stoner metal com discos como Holy Mountain (1992) e o lendário Dopesmoker, álbum de uma única faixa de 52 minutos que uma gravadora major se recusou a lançar e que se tornou um dos objetos de culto mais duradouros do gênero.

Quando o Sleep entrou em hiato no fim dos anos 1990, Pike começou o High on Fire com uma proposta deliberadamente diferente: menos peso contemplativo, mais velocidade e agressividade, em algum lugar entre o Black Sabbath, o Motörhead e o thrash metal.





SERVIÇO


High on Fire em São Paulo

Data: domingo, 4 de outubro de 2026

Horário: a partir das 18h

Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247, Água Branca – São Paulo/SP)

Últimos ingressos: 101tickets.com.br/events/details/High-on-fire-em-Sao-Paulo

Realização: Solid Music Entertainment (@solidmusice)

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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Lesoir questiona a escuta no piloto automático em Hidden Fire






Single antecipa lançamento do 7º álbum da banda holandesa e tour europeia junto à Anneke van Giersbergen.



A banda holandesa de prog art rock Lesoir, que em novembro deste ano será suporte da turnê europeia da Anneke van Giersbergen (The Gathering), traz um debate contemporâneo sobre o consumo de música em 'Hidden Fire', último single antes do lançamento do novo álbum Tomorrow Is Now Today. A crítica é perante a música gerada por inteligência artificial e os covers sem vida que tomaram conta de academias, lojas e caixas de som nas ruas e casas.

Ouça "Hidden Fire" aqui: orcd.co/hidden-fire-lesoir

Tomorrow Is Now Today, sétimo álbum de estúdio do grupo, será mundialmente lançado no streaming e em formatos físicos no dia 23 de outubro pela V2 Records.
Contra o ruído

A letra retrata o conflito interno de um artista que vê a autenticidade se diluir em ruído de fundo, enquanto ninguém ao redor parece perceber ou se importar.

A faixa traduz esse desespero silencioso de ver a identidade se desfazer em consumo passivo e questiona se as pessoas ainda escolhem conscientemente o que deixam entrar em suas vidas.

Deixar pra lá ou reagir? Deixar a frustração vencer ou continuar fiel a si mesmo e falar mesmo assim? Em vez de se render ao barulho, o Lesoir responde com a própria voz, na esperança de despertar algo verdadeiro em quem estiver disposto a sentir.
Do teatral ao solo

Musicalmente, a faixa mostra do que a banda é capaz. Os vocais teatrais de Maartje Meessen, carregados de uma frustração que parece prestes a saltar do disco, abrem espaço para uma passagem instrumental conduzida por guitarra, flauta e cordas.

A música se abre por completo no refrão final, com uma linha vocal marcante que desemboca em um solo de guitarra. Prog à moda antiga com um toque jovem, mas inconfundivelmente Lesoir.
Fim da trilogia

"Hidden Fire" fecha a sequência de singles aberta em junho com "Back To You", inspirada na coragem do presidente da Ucrânia diante da guerra. Depois veio "Is It Nothing?", que parte da teoria de Gaia, do cientista James Lovelock, para falar da responsabilidade coletiva com o planeta.
O novo disco

Tomorrow Is Now Today chega via V2 Records, selo europeu ligado ao circuito independente e alternativo, com histórico de trabalho com artistas como Moby, Skunk Anansie, Marillion e Blood Red Shoes.

O álbum tem produção de John Cornfield (Muse, Oasis, Supergrass), parceiro de longa data da banda, produção vocal de Paul Reeve, conhecido pelo trabalho com Matt Bellamy, do Muse, e masterização de Steve Kitch, do The Pineapple Thief. Percussão ao vivo e um quarteto de cordas ampliam o som do grupo.

A pré-venda já está aberta no site do Lesoir: lesoirmusic.com.

Quem garantir o disco recebe também, por e-mail, o álbum ao vivo, e ainda inédito, Lesoir Live at Hedon 2025.
Na estrada

Para divulgar o lançamento, o Lesoir abre shows do Airbag no Reino Unido e acompanha Anneke van Giersbergen em sua turnê europeia.





Crédito: Harry Heuts


Lesoir, a banda

Lesoir é uma banda de cinco integrantes formada em 2009 na cidade holandesa de Maastricht, que construiu silenciosamente uma base de fãs global.

Em 2019, a turnê europeia de cinco semanas com as lendas do progressivo Riverside teve um impacto duradouro na época do lançamento do álbum 'Mosaic', uma colaboração com a Glassville Records, que ganhou elogios e boas posições nas paradas europeias e asiáticas.

Apesar dos planos para 20 shows em 2020 serem interrompidos pela pandemia, Lesoir respondeu lançando 'Babel' de 20 minutos em vinil artesanal limitado, esgotando todas as 250 cópias em quatro semanas. Este lançamento incluiu uma gravação única ao vivo e um curta-metragem de animação de Crystal Spotlight, conhecido por colaborações com Porcupine Tree e Steven Wilson.

A elogiada química ao vivo e os refrões descolados de Lesoir destacam suas composições distintas. Em dezembro de 2022, eles começaram a gravar 'Push Back The Horizon', produzido por John Cornfield, conhecido por seu trabalho com Muse, Kashmir e outros.

A colaboração com Paul Reeve, produtor vocal do Muse, e a gravação em Muziekgieterij, Maastricht e no Reino Unido, com masterização por Steve Kitch do The Pineapple Thief, prepararam o terreno para um lançamento promissor.

O outono de 2023 marcou o retorno bem-sucedido de Lesoir às turnês pela Europa com Riverside, conquistando novos fãs. Esse impulso alimentou uma agenda lotada a partir de novembro de 2023, com shows principais e participações confirmadas em festivais.

A banda seguiu com mais um potente lançamento em 2024, Push Back The Horizon, sexto álbum da Lesoir e primeiro trabalho da banda com distribuição global pela V2 Records. Produzido por John Cornfield, com produção vocal de Paul Reeve e masterização de Steve Kitch, do The Pineapple Thief, o disco apresentou uma faceta mais melódica e direta do quinteto, sem abandonar a base progressiva que marca sua identidade.

Com faixas construídas a partir de refrões fortes, dinâmica instrumental e temas ligados aos desafios coletivos da humanidade, o álbum ampliou o alcance internacional da banda e abriu caminho para a nova fase criativa que desemboca em Tomorrow Is Now Today.

Formação:

Maartje Meessen:Vocal/Piano/Flauta/Guitarra
Ingo Dassen: Guitarra
Rutger Martens:Guitarra/Pedalsteel/Backing Vocal
Ramon Reijnders:Percussão/Beats/Programming
Staf Wouters: Baixo
Bob Van Heumen: Bateria/Backing Vocal

Confira a discografia do Lesoir aqui.






Capa do single





Crédito: Harry Heuts/Foto promocional







Links Relacionados:

https://linktr.ee/lesoirmusic

www.youtube.com/@lesoirmusic

https://www.instagram.com/lesoirmusic

www.tiktok.com/@lesoirmusic

https://www.facebook.com/lesoir.band




Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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TURMION KÄTILÖT lança novo single/videoclipe ''Amon-Ra''








Os pioneiros do disco-metal finlandês, TURMION KÄTILÖT, lançaram "Amon-Ra", o explosivo terceiro single do seu aguardado próximo álbum, Resodance, que será lançado em 23 de outubro via Nuclear Blast.

A faixa chega acompanhada de um videoclipe cinematográfico e cheio de energia, junto ao anúncio oficial da turnê europeia da banda como atração principal, com início previsto para fevereiro de 2027.

Conhecidos por sua mistura marcante de riffs pesados de metal e batidas eletrônicas implacáveis, o TURMION KÄTILÖT entrega um verdadeiro hit de pistas com "Amon-Ra". O single eleva as expectativas para Resodance, destacando a habilidade inigualável da banda em fundir temas sombrios e agressivos com ritmos dançantes e contagiantes. O videoclipe acompanha a intensidade da música, oferecendo aos fãs um espetáculo visual impressionante e caótico.

Assista ao videoclipe de 'Amon-Ra':







Ouça 'Amon-Ra': https://turmionkatilot.bfan.link/amonra

Garanta o álbum Resodance na pré-venda:
https://turmionkatilot.bfan.link/resodance

O vocalista Shag-U comenta sobre a faixa:


"Amon-Ra traz à tona aquele delicioso toque de perversidade que é absolutamente essencial para a nossa música. Cada um deve encontrar sua própria interpretação do mundo ao qual este ritual nos conduz. Esta é uma profecia — o último presságio antes do lançamento do álbum."

O álbum estará disponível nos seguintes formatos:

CD jewelcase (caixa de acrílico)


Vinil capa simples (marmorado vermelho e preto)


Vinil capa simples (marmorado vermelho transparente e preto)



Ingressos disponíveis em: https://turmionkatilot.com/shows/




Tracklist:


1. Nostajat
2. Kunnioita
3. Pöytäviinaa Ja Pimeitä Naisia
4. Amon-Ra
5. Hallelujah!
6. Näe Minut
7. Lunastakaa
8. Karma
9. Levolle Laske
10. Teloitus
11. Raivotarjonta
12. In Our Dreams (to be continued 1)





O Espetáculo Definitivo Ao Vivo: Colossal Disco

O lançamento estratégico de Resodance serve como o combustível perfeito para o maior marco da banda como atração principal até hoje. Em 24 de outubro de 2026 — apenas um dia após o lançamento do álbum de estúdio —, o TURMION KÄTILÖT sediará o seu monumental evento "Colossal Disco" na lendária arena Helsinki Ice Hall (Helsingin jäähalli).

Milhares de fãs são esperados para lotar a arena, prontos para fazer o ringue de patinação no gelo ferver.

Para dar ainda mais suporte ao novo lançamento, a banda levará seu lendário e eletrizante show ao vivo por toda a Europa em fevereiro de 2027. A turnê promete dar vida às pistas de dança industriais, apresentando uma mistura de faixas inéditas de Resodance ao lado dos grandes hinos aclamados pelos fãs.

17.02.2027 – DE Essen – Turock


18.02.2027 – NL Haarlem – Patronaat


19.02.2027 – NL Arnhem – Willemeen


20.02.2027 – DE Berlim – Cassiopeia


21.02.2027 – PL Varsóvia – Hydrozagadka


22.02.2027 – PL Cracóvia – Zaścianek


23.02.2027 – AT Viena – Szene Wien


24.02.2027 – DE Munique – Backstage


25.02.2027 – CH Pratteln – Z7


26.02.2027 – FR Paris – Backstage by the Mill

27.02.2027 – DE Weiher – Live Music Hall



Formação:


MC Raaka Pee: Vocal
Master Bates : Baixo
Run-Q : Teclado
DQ : Bateria
Shag-U : Vocal
Bobby Undertaker : Guitarra


Fonte:Nuclear Blast Records



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The Damnation Assina com a Lendária Gravadora Norte-Americana Combat Records





Power trio brasileiro de Thrash Metal une forças com a gravadora norte-americana para ampliar sua presença no cenário global.



A The Damnnation acaba de dar um importante salto em sua trajetória. Reconhecida como uma das grandes revelações do Thrash Metal brasileiro, a banda assinou oficialmente contrato com a lendária Combat Records, dando início a uma nova fase em sua carreira e expandindo suas perspectivas no mercado internacional.



O acordo representa um marco significativo para o projeto fundado em 2019 pela vocalista e guitarrista Renata Petrelli. Radicado em São Paulo, o power trio — completado por Fernanda Lessa (baixo e backing vocals) e Camila Almeida (bateria e backing vocals) — construiu uma identidade sólida e contundente, fundindo a fúria do Metal Old School ao peso cadenciado do Thrash moderno em uma sonoridade caracterizada por agressividade, groove e personalidade.



A caminhada que culminou na chegada ao selo internacional foi construída com consistência. Em 2020, o EP de estreia Parasite colocou a banda em evidência ao figurar entre os melhores lançamentos do ano em votação no prestigiado veículo americano Metal Injection. A trajetória de ascensão continuou com o disco Way of Perdition, que conquistou excelente receptividade da imprensa especializada mundial em publicações como Decibel Magazine, Rock Hard, Zero Tolerance e Metal Hammer, consolidando o nome do grupo e abrindo caminhos para dividir palcos com referências do Metal como Nervosa, Incantation, Exciter, Crypta e Torture Squad.



Agora, ao integrar o histórico catálogo da Combat Records, a The Damnnation passa a contar com o suporte de uma estrutura global. O anúncio projeta a banda a um novo patamar, levando a energia e o peso do Metal autoral brasileiro a públicos internacionais sob o respaldo de um dos selos mais emblemáticos do gênero no mundo.

Fonte:Combat Records 



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Siegrid Ingrid apresenta “Antihuman”, novo single sobre a desumanização da sociedade






O Siegrid Ingrid apresenta “Antihuman”, novo single que aborda o enfraquecimento das relações humanas em uma sociedade cada vez mais conectada pela tecnologia. A faixa é o primeiro material oficial da banda com a formação atual, que reúne Mauro Punk (vocal), André “Gubber” (guitarra), Luiz Berenguer (baixo) e Edilson Alves (bateria).







Ouça “Antihuman” em:
​https://onerpm.link/333021234077​

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Assista ao videoclipe de “Antihuman” em:




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“Antihuman” parte de uma contradição presente na sociedade contemporânea. A tecnologia ampliou as possibilidades de conexão, mas também modificou a maneira como as pessoas se relacionam. Nesse contexto, isolamento, solidão e perda da empatia aparecem como elementos centrais da composição.

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Sua temática aborda egoísmo, indiferença, intolerância e violência, além das consequências desse distanciamento nas relações humanas. O refrão “We are the Anti Human” resume o conceito da faixa e questiona o paradoxo de uma sociedade com mais ferramentas para aproximar pessoas, mas que também enfrenta novas formas de isolamento.

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A música não se limita a uma crítica à tecnologia ou às redes sociais. Esses elementos servem como ponto de partida para discutir comportamentos e relações em um ambiente no qual a conexão digital nem sempre representa proximidade humana.



Musicalmente, “Antihuman” combina Death e Thrash Metal com elementos de Hardcore e Grindcore, sonoridades que sempre fizeram parte da identidade do Siegrid Ingrid. Riffs pesados, mudanças de velocidade e passagens de maior intensidade acompanham a tensão presente na letra, enquanto a dinâmica da composição alterna momentos de agressividade e atmosferas mais densas.



A produção ficou a cargo de Rogério Wecko, da Dual Noise Studios (SP), parceiro de longa data da banda. O trabalho preserva o peso da composição e destaca as diferentes camadas presentes no arranjo.

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“Antihuman” também marca a estreia de Edilson Alves em uma gravação oficial com o Siegrid Ingrid. Segundo a banda, o baterista trouxe precisão, técnica e peso ao processo de criação, além de contribuir para a identidade da atual formação:

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“O Edilson é um músico que trouxe muita técnica e ainda mais peso para a banda, além de ser um cara extremamente profissional. Sua entrada agregou demais para nós nessa nova fase que estamos trabalhando em quarteto e essa coesão também está presente nas apresentações da banda.”

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Para Edilson, a gravação teve um significado especial por representar seu primeiro trabalho de estúdio com o Siegrid Ingrid, grupo que acompanha desde os primeiros anos:

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“Gravar ‘Antihuman’ foi muito especial pra mim, porque foi a minha primeira gravação com o Siegrid Ingrid, banda que sempre fui fã. Recebi a música com uma ideia inicial e foi muito gratificante poder trabalhar em cima disso, tendo liberdade para criar e podendo impor a minha identidade musical, a minha forma de tocar e, com isso, poder contribuir para a atmosfera da música sem nenhum tipo de barreira”, comentou.



O single também ganhou um videoclipe produzido por Luiz Berenguer (@ciahcfilmes) e inaugura uma sequência de lançamentos planejada pelo quarteto para os próximos meses. O material dá continuidade à atual fase da banda, que segue trabalhando em novas composições com a formação em quarteto.

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Desde o início dos anos 1990, o Siegrid Ingrid utiliza o Metal como meio para abordar questões humanas e sociais. Ao longo de mais de três décadas, o grupo construiu uma identidade marcada pelo peso, pela agressividade e por temas relacionados ao comportamento humano.

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Com “Antihuman”, a banda volta sua atenção para os efeitos do isolamento e da perda de empatia em uma sociedade hiperconectada. Como resume o vocalista Mauro Punk: “Sem massagem!”

Link Relacionado:

 @SiegridIngrid.Official



Fonte:JZ PRESS (@jzpressassessoria)



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Rio Bestial Invasion leva novas forças do metal carioca à Galeria do Rock





Savant, Sangria e Hellming desembarcam em São Paulo no dia 20 de novembro para a primeira edição do evento, dedicado ao Thrash e Death Metal.



O metal extremo produzido no Rio de Janeiro vai invadir a Terra da Garoa. No feriado de 20 de novembro, São Paulo recebe a primeira edição do Rio Bestial Invasion, evento que reúne Savant, Sangria e Hellming na Arena da Galeria do Rock, no centro da capital paulista.



A proposta é direta: colocar na estrada alguns dos nomes da atual cena carioca ligados ao Thrash e Death Metal e levar o chamado “Hell de Janeiro” para além das fronteiras do estado. São Paulo será a primeira parada dessa invasão.



Para a estreia, o Rio Bestial Invasion escolheu um endereço simbólico para a cultura do rock e do metal brasileiro. A Galeria do Rock receberá uma noite inteiramente dedicada à produção autoral pesada que vem sendo desenvolvida no Rio de Janeiro.







Savant

O encontro coloca lado a lado três bandas da cena fluminense. Savant, Sangria e Hellming chegam a São Paulo representando diferentes abordagens dentro do metal extremo e reforçando uma proposta que pretende fazer do Rio Bestial Invasion uma ponte entre cenas de diferentes estados.



Mais do que reunir três shows, a iniciativa nasce com a intenção de ampliar a circulação das bandas cariocas pelo país. Depois de construir espaço dentro da própria cena, o próximo movimento é atravessar fronteiras, encontrar novos públicos e promover o intercâmbio com outras praças importantes do underground nacional.






Sangria

E poucas cidades seriam tão representativas para iniciar essa jornada quanto São Paulo.



A primeira edição acontece em pleno feriado, sexta-feira, 20 de novembro, com abertura dos portões às 18h. O primeiro show está programado para começar às 18h30. Os ingressos custam apenas R$30.






Hellming

Para quem acompanha a renovação do metal extremo nacional, o Rio Bestial Invasion oferece a oportunidade de conferir, em uma única noite, três representantes da atual produção carioca de Thrash e Death Metal.



O Hell de Janeiro está pronto para invadir São Paulo.



Conheça o som das bandas:



SAVANT:









SANGRIA:








HELLMING:







SERVIÇO:



Rio Bestial Invasion – 1ª edição



Bandas: Savant, Sangria e Hellming



Data: 20 de novembro de 2026 (sexta-feira/feriado)

Abertura dos portões: 18h

Primeiro show: 18h30



Local: Arena da Galeria do Rock – São Paulo/SP

Av. São João, 439 - República, São Paulo, 5º andar.



Ingressos físicos: na loja Die Hard e na Arena Galeria.



Ingressos online:

https://www.sympla.com.br/rio-bestial-invasion---galeria-do-rock---sp__3590828



Links Relacionadas:

https://www.instagram.com/savant_thrashmetal/

https://www.instagram.com/sangria_metal/

https://www.instagram.com/hellmingband/

https://www.instagram.com/arenagaleria/

https://www.instagram.com/lpmetalworld/

Fonte:LP Metal Press

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Basta estreia com Inevitável, single com ecos de estoicismo





Banda é formada por veteranos da cena do Triângulo Mineiro, com ex-integrantes do Uganga e membros do Attero.



O Basta, nova banda do Triângulo Mineiro, estreia no streaming nesta sexta-feira (25) falando de algo que todo mundo enfrenta: o que fazer com aquilo que não dá para controlar. Inevitável, primeiro single da banda de Araguari e Uberlândia (MG), trata de perdas e mudanças sem confundir aceitação com desistência, ideia que o quinteto busca no estoicismo.

Ouça aqui: basta-inevitavel.sbmt.to

Cantado em português, o hardcore melódico do Basta usa a velocidade do gênero para falar de dúvidas, escolhas e dias estranhos que dão nome ao EP "Manual para Dias Estranhos".

Na formação estão três ex-integrantes do Uganga e o baixista do Attero.
Estoicismo punk

Esta primeira música do Basta trata de incerteza, impermanência e medo do desconhecido, mas sem tom de lamento.

A letra reconhece os limites da vida e, ao mesmo tempo, cobra responsabilidade pela forma como cada um reage a eles.

"Algumas mudanças, perdas e acontecimentos são inevitáveis, mas a maneira como lidamos com eles ainda depende de nós", resume a banda.

A referência filosófica aparece também no nome do EP. O Enchiridion, texto mais conhecido do estoico Epicteto, começa justamente separando o que depende de nós do que não depende, e seu título em grego significa "manual".
Referências

Rápida, melódica e com refrão para cantar junto, Inevitável deixa clara a origem do som do Basta: o hardcore melódico e o skate punk que ganharam o mundo nos anos 1990 pelos selos Epitaph e Fat Wreck Chords. Pennywise, NOFX, Face to Face e Bad Religion estão entre as principais influências, ao lado do Rise Against.

No Brasil, as referências são Dead Fish, Noção de Nada, CPM 22, Blind Pigs e Garage Fuzz, bandas que provaram ser possível falar de temas pessoais, sociais e existenciais em português sem perder intensidade.

"A ideia é carregar essas referências, mas falar sobre o que somos e vivemos hoje", diz a banda.
Cena do interior

Os integrantes do Basta não só tocaram na cena do Triângulo Mineiro, como ajudaram a construí-la.

O baterista Marco Paulo Henriques comanda desde 2011 o Vitrola Ambiente Cultural, em Araguari, integra a equipe idealizadora do Festival Triangulice e criou o Festival Pegando Fogo, que já soma 33 edições e recebeu atrações de todo o país e de fora dele, como Terrordome (Polônia) e 13 Bats (Espanha). Também editou o fanzine Páginas Vazias por 20 edições, algumas com tiragem de até 3 mil exemplares distribuídos pelo Brasil.

O baixista Raphael "Sapão" Rabelo criou o Udi Rock, festival que por anos levou nomes importantes da música pesada a Uberlândia, e ajudou a fundar o coletivo e selo Valvulado, coprodutor do Festival Jambolada.

Dividir palcos, organizar shows e manter espaço aberto para a música autoral faz parte da identidade da banda desde o início.
Formação

O Basta começou em 2024, reunindo amigos de longa data com a proposta de fazer música de forma independente e sem seguir tendências. Antes do lançamento, as músicas do EP já passaram pelo palco, o que ajudou a banda a definir sua personalidade.

Raphael Franco (vocal) soma mais de 25 anos de música independente. Foi baixista do Uganga, com quem gravou seis álbuns de estúdio e um ao vivo registrado na Alemanha, e fez mais de 25 shows fora do país. No Basta, troca o baixo pelo microfone.

Thiago Soraggi (guitarra) gravou com o Uganga os discos "Caos Carma Conceito" (2010), "Eurocaos" (2010), "Opressor" (2014) e "Servus" (2019), e com o Attero o álbum "Sobrevida" (2020). Tocou em festivais como Goiânia Noise, Abril Pro Rock e Jambolada e hoje trabalha como guitar tech da dupla Victor & Leo.

Marco Paulo Henriques (bateria) passou por Zuêra e Dull Kids antes de integrar o Uganga. Tem como referências Travis Barker (Blink-182), Byron McMackin (Pennywise) e Leandro Nô (Dead Fish).

Raphael "Sapão" Rabelo (baixo) cresceu ouvindo moda de viola com o pai e coloca na mesma playlist Tião Carreiro e Pardinho, Cartola, Satanic Surfers e No Fun At All. Tocou em Krow e Esquiva e segue no Attero.

Felipe "Capacete" Santos (guitarra) começou a tocar aos 11 anos, depois de ouvir o riff de "Alive", do Pearl Jam. Passou por bandas como Multus, Rockem e Rockaos.








FICHA TÉCNICA

Single: "Inevitável"

Lançamento: sexta-feira, 25 de setembro de 2026

EP: "Manual para Dias Estranhos" (2026)

Gênero: hardcore melódico e skate punk

Origem: Araguari e Uberlândia (MG)

Formação:

Raphael Franco: Vocal
Felipe "Capacete" Santos: Guitarra
Thiago Soraggi: Guitarra
Raphael "Sapão" Rabelo: Baixo
Marco Paulo Henriques: Bateria



Links Relacionados:


instagram.com/bastahc

youtube.com/@bastahc



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Terminal Guadalupe reforça alarme sobre futuro em novo álbum, Ensaio Sobre a Urgência




Às vésperas da última semana de campanha para o 1º turno da eleição presidencial, banda curitibana lança seu sexto disco, gravado na casa de cada músico.



Entre a velocidade dos fatos e o ruído do debate público, a banda Terminal Guadalupe está de volta com seu sexto álbum. "Ensaio Sobre a Urgência" (8-Bics, 2026) chega às plataformas digitais com distribuição pela Tratore.

Ouça aqui: tratore.ffm.to/tgurgencia

Produzidas pelos integrantes Allan Yokohama e Dary Jr., as 10 faixas foram concebidas no formato de ‘instant songs’, canções feitas no calor dos acontecimentos, e também podem ser baixadas no site Scream & Yell (leia aqui).

Influenciado pelo clima quente do ano eleitoral, o novo disco é fruto da observação atenta sobre o avanço de pautas ultraconservadoras. O trabalho mantém a postura política da banda, mas passa longe de discursos panfletários.

O Terminal Guadalupe prefere ironia, afeto e reflexão social. O álbum soa como um convite direto ao ouvinte para pensar os rumos de um país (e de um mundo) dividido sem erguer muros ou afastar quem apenas busca boa música.

O método de criação seguiu uma lógica artesanal e caseira. Cada integrante recebeu as músicas concebidas por Dary Jr. e Allan Yokohama e gravou suas partes em seus próprios estúdios.

“Gravado de forma remota e doméstica, o álbum transforma essa limitação em parte da proposta: um disco feito com poucos filtros, tentando responder ao presente enquanto ele ainda acontece”, observou o jornalista e crítico musical Ricardo Schott.

Entre as músicas, três se destacam: o carro-chefe: "O Bebê de Mussolini" une System of a Down, Gang of Four, U2 e Bad Religion em um libelo antifascista; e "Mundo Sin Dueño" abraça o rock latino noventista com pegada Pixies.

Já "Love Me Like Gold", que chegou a ser censurada nas plataformas digitais por mencionar o naz*smo, ainda que para criticá-lo, usa o glam rock e o pop dos anos 2000 para traçar um retrato ácido de um ex-deputado estadunidense de extrema-direita.

"Uma combinação rara de maturidade, indignação, identidade e capacidade de observação que poucas bandas conseguem alcançar depois de mais de 20 anos de trajetória.

Talvez porque o Terminal Guadalupe tenha entendido algo que boa parte da música brasileira esqueceu: urgência não é gritar mais alto. Urgência é perceber o que está acontecendo ao redor antes que todo mundo perceba. E transformar isso em canção", escreveu o jornalista e escritor Luiz César Pimentel.

A formação que gravou "Ensaio Sobre a Urgência" reúne Dary Jr. (voz), Allan Yokohama (guitarras, violões, teclados e vocais), e dois músicos convidados especialmente para este projeto: Gabe Salmazo (baixo, escaleta e vocais), do Not An Ideal Boy e das Bravonas; e Luciano Vassão (bateria), da lendária Jully et Joe.

Matheus Bittencourt mixou e masterizou o álbum no estúdio Casa do Fundo, em Curitiba. A identidade visual coube a Maurício Peixoto. O disco sucede "Serenata de Amor Próprio", eleito um dos 100 melhores de 2025 pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).






Capa do álbum





Crédito: Maicon Garcia



Links Relacionados:

www.instagram.com/terminalguadalupe

https://linktr.ee/terminalguadalupe

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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AZTLÁN: Anticolonialismo e raízes mesoamericanas em destaque no Seraph Zine






O AZTLÁN concedeu entrevista exclusiva à edição XI do tradicional impresso Seraph Zine, abordando suas origens conceituais mexicas, a evolução do projeto e os preparativos para o futuro full-length. A publicação foca no Death Metal com temática anticolonial e traz um panorama completo sobre a trajetória do grupo baiano.

No bate-papo conduzido pelo zine, o baixista e vocalista Marcelo “Paganus” detalha o impacto de lançamentos como o single “Blood Offering” e a estreia nos palcos no ‘Dopesmoke Festival’, além de reforçar o repúdio ao eurocentrismo. A matéria analisa ainda o Split LP “Xipe Totec” e confirma a futura versão em CD com bônus exclusivos.

Garanta o seu exemplar impresso com 44 páginas coloridas por R$ 50,00 (frete incluso para todo o Brasil) através do e-mail seraphzine999@gmail.com ou diretamente pelo Instagram oficial em https://www.instagram.com/seraphzine/









Merchandising Oficial:

Camisetas oficiais do split “Xipe Totec” estão disponíveis (P, GG e EG) por R$ 80,00 + frete via Pix (aztlanalive@gmail.com). Confira os detalhes e reserve a sua através do Instagram oficial da banda: https://www.instagram.com/p/DVi1baqDbuX/

Aliança histórica: O Split LP com o Malefactor

Expandindo seu alcance, o AZTLÁN segue com a divulgação do Split LP que une duas potências da Bahia. No material, o grupo apresenta seu Death Metal singular focado na cosmogonia e resistência dos povos pré-hispânicos. Dividindo o lançamento, o veterano Malefactor entrega seu característico Epic Unholy Metal, explorando o misticismo e a ficção Hiboriana.

O material físico, item de colecionador limitado, está disponível para envio em todo o território nacional por R$ 160,00 (+ frete). As aquisições podem ser feitas diretamente com o AZTLÁN via Instagram (@aztlanalive) ou pelo WhatsApp: (71) 99144-5913.Instagram: https://www.instagram.com/aztlanalive
WhatsApp: (71) 99144-5913







Agenda de shows para 2026 segue oficialmente aberta

Produtores de todo o Brasil interessados em levar a brutalidade e a atmosfera ritualística do AZTLÁN para seus eventos já podem enviar propostas e solicitar o press kit atualizado. O contato profissional deve ser realizado através do e-mail aztlanalive@gmail.com, via no WhatsApp/Telegram no número (46) 98838-7204 — Sangue Frio Produções —, ou diretamente pelas redes sociais oficiais:Instagram: https://www.instagram.com/aztlanalive/
Facebook: https://www.facebook.com/aztlanalive/









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Lendas do hard rock, Petra, Bride e Whitecross fazem turnê conjunta pelo Brasil em 2027




Bandas têm dez datas marcadas ao redor do país em maio; entradas já estão à venda pelo Clube do Ingresso.


Em 2027, chega ao Brasil uma turnê imperdível para os fãs de rock: Petra, Bride e Whitecross têm dez datas marcadas no país, passando por sul, sudeste, centro-oeste, nordeste e norte. As apresentações ocorrem ao longo do mês de maio e os ingressos já estão à venda pelo site Clube do Ingresso.


A turnê que une três lendas do hard rock começa com datas na região sul, depois seguindo para o sudeste, centro-oeste, nordeste e norte, cobrindo todos os cantos do Brasil. Petra e Whitecross fariam uma turnê juntos, que foi reagendada para 2027 e ganhou o reforço do Bride, que também tinha uma excursão agendada pelo país. Agora, os três juntam forças em um encontro inédito e histórico.


Confira a agenda completa:


Curitiba (Teatro Regina Vogue, 2 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petraewhitecrossebride-curitiba


Porto Alegre (Teatro CIEE, 3 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petrawhitecrossbride-portoalegre


Rio de Janeiro (Teatro Vanucci, 5 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petrawhitecrossbride-riodejaneiro


Vila Velha (Correria Music Bar, 6 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petrawhitecrossbride-vilavelha


São Paulo (Carioca Club, 8 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petraewhitecrossebride-saopaulo


Belo Horizonte (Mister Rock, 9 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petrawhitecrossbride-belohorizonte


Brasília (local a definir, 11 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petrawhitecrossbride-brasilia


Recife (local a definir, 13 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petrawhitecrossbride-recife


Fortaleza (Dragão Hall, 14 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petrawhitecrossbride-fortaleza


Manaus (local a definir, 16 de maio de 2027): https://www.clubedoingresso.com/evento/petrawhitercrossbride-manaus

Petra


Formada em 1972, nos Estados Unidos, ajudou a moldar o cenário do hard rock com mensagens de fé e espiritualidade, rompendo barreiras e conquistando tanto o público religioso quanto os fãs do rock tradicional. Ao longo de cinco décadas, lançou dezenas de álbuns, ganhou prêmios importantes — incluindo Grammys e Dove Awards — e se consolidou como um verdadeiro ícone da música cristã contemporânea. Canções como “Beyond Belief”, "Creed", “Lord, I Lift Your Name on High” e “More Power to Ya” se tornaram hinos que atravessam gerações.


Bride


O grupo americano se destacou por sua transição marcante do heavy metal tradicional para um hard rock potente e carregado de groove. Liderada pela voz marcante de Dale Thompson e pela guitarra de seu irmão, Troy Thompson, o Bride rompeu barreiras ao abordar temas profundos sobre fé, lutas espirituais e realidades sociais. Lançou álbuns clássicos e altamente aclamados, como Snakes in the Playground e Kinetic Faith, e canções como “Psychedelic Super Jesus”, “Everybody Knows My Name” e “Heroes”, que se consolidaram como hinos que definiram uma era e continuam influenciando gerações de ouvintes. Em 2025, lançou Vipers and Shadows e está em turnê de despedida.
Whitecross

Formada em 1985, é conhecida por seu som explosivo, solos virtuosos e letras que combinam espiritualidade com atitude. Liderada pelo guitarrista Rex Carroll, o grupo marcou os anos 1980 e 1990 com álbuns como Triumphant Return, In the Kingdom e Unveiled. Mesmo com mudanças de formação ao longo dos anos, o Whitecross segue em atividade e continua levando sua mensagem e sua energia a públicos ao redor do mundo.




Fonte:Acesso Music



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Horror Expo 2026 confirma presença do percussionista Chris Fehn, o número #3 do Slipknot




Ex-percussionista do Slipknot será uma das atrações da Horror Expo 2026, feira internacional brasileira dedicada ao universo do horror.

Chris Fehn, ex-percussionista do Slipknot, será uma das atrações da Horror Expo 2026, realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Barra Funda, em São Paulo. O músico americano, conhecido mundialmente como o integrante de número #3 da banda de Iowa e por uma das máscaras mais reconhecíveis da história do grupo, marcada pelo enorme nariz, fará painéis nos dois dias do evento, com entrevista no palco principal, além de disponibilizar fotos, autógrafos e merch em seu estande na feira. Nascido em Des Moines, Iowa, em 24 de fevereiro de 1973, Fehn entrou para o Slipknot em 1998, pouco antes do lançamento do álbum de estreia. Antes da carreira musical, atuou no futebol americano universitário como kicker do Wayne State College e trabalhou como eletricista.

A chegada ao Slipknot aconteceu de maneira curiosa. Amigo de Shawn “Clown” Crahan, Fehn inicialmente teria procurado o percussionista com a intenção de trabalhar como técnico de bateria de Joey Jordison, mas acabou sendo convidado para fazer um teste como percussionista. Aprovado, passou a integrar uma formação que combinava música pesada com uma forte identidade visual baseada em máscaras, uniformes e personagens. Ao lado de Crahan, ajudou a construir a camada percussiva característica do grupo e também participou dos vocais de apoio. Sua performance era particularmente física, com um equipamento que o próprio músico já descreveu como uma espécie de “simulador de avião”, devido à movimentação necessária para tocar os diferentes instrumentos posicionados ao seu redor.

A máscara de Fehn acabou se tornando tão famosa quanto sua participação musical. Com o nariz extremamente alongado, o personagem frequentemente foi associado a Pinóquio e ganhou diferentes versões ao longo das fases do Slipknot. O acessório também ultrapassou os limites da música: a máscara aparece em Uma Viagem Muito Louca (Harold & Kumar Escape from Guantanamo Bay), de 2008. Apesar da aparência assustadora, Fehn era conhecido pelo senso de humor e já comentou sobre o contraste entre sua personalidade e o visual do personagem, além de relatar o desconforto provocado pelo uso da máscara, especialmente pelo calor e pelo ajuste apertado durante as apresentações.

A relação de Fehn com o Slipknot terminou em 2019, após uma disputa judicial envolvendo questões financeiras. Em março daquele ano, o músico entrou com uma ação contra Corey Taylor e Shawn Crahan, alegando problemas relacionados à distribuição de pagamentos e à estrutura empresarial associada à banda. Poucos dias depois, sua saída foi anunciada. Desde então, Fehn manteve uma atuação mais discreta, mas sua imagem continua diretamente associada a uma das formações mais marcantes do metal contemporâneo. Sua presença na Horror Expo reforça a ligação entre o universo do horror e a estética do Slipknot, que transformou máscaras, personagens e elementos visuais sombrios em parte fundamental de sua identidade.

A Horror Expo 2026 será realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Expo Barra Funda, em São Paulo, com uma programação que reúne convidados internacionais como Eileen Dietz, de O Exorcista, Mark Pellegrino, conhecido por seus papéis em Supernatural e Lost, e Douglas Tait, que interpretou Jason Voorhees em Freddy vs. Jason e trabalhou como Michael Myers em Halloween Kills. O evento também contará com painéis, experiências imersivas, labirinto, cenários temáticos, concurso e desfile de cosplay, games, apresentações e atrações relacionadas ao cinema, televisão, literatura, música e cultura pop.

Site relacionado: https://horrorexpo.com.br/

Ingressos à venda em https://www.clubedoingresso.com/horrorexpo2026


Fonte:Ase


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Enslaved lança novo single/videoclipe ''Tales of Trees''



No mês passado, os pioneiros do metal progressivo Enslaved anunciaram oficialmente o lançamento de seu novo álbum de estúdio, Mið, previsto para o dia 30 de outubro pela Nuclear Blast Records. Ao longo de 35 anos de carreira e 17 álbuns lançados, a vanguarda norueguesa redefiniu constantemente os limites do black metal progressivo, entrelaçando a história e as tradições sagradas nórdicas em paisagens sonoras modernas e complexas. Em seu mais recente trabalho, o Enslaved direciona seu olhar para o conceito fundamental do ecrã e do eixo: o centro, a origem e o alcance infinito do momento presente.

Aproveitando o impulso gerado pelos singles anteriores 'Solar Will' e 'Spirit Helper' (com participação de Kevin Kicking Woman), a banda revela agora a cativante faixa 'Tales Of Trees'. A música utiliza a imponência e a fragilidade do mundo natural como um espelho para a condição humana. Por meio da fusão entre estruturas progressivas intrincadas e a atmosfera marcante do black metal, o grupo traça um paralelo profundo entre a Mãe Natureza e a psique.

O vocalista e baixista Grutle Kjellson comenta:


"Tales of Trees é, de fato, sobre árvores, mas não necessariamente sob uma perspectiva botânica. Árvores crescem, resplandecem e florescem, mas também podem definhar e queimar. Elas precisam de cuidados e atenção de uma forma ou de outra, servindo como um paralelo perfeito para a mente humana e para a humanidade como um todo. A árvore como símbolo de algo além de um elemento botânico sempre esteve presente na história, na mitologia e no folclore. Acredito que essa narrativa seja o acompanhamento perfeito para as composições pesadas e dinâmicas desta faixa."

O guitarrista Ivar Bjørnson acrescenta:


"'Tales of Trees' pode ser tanto uma homenagem aos nossos parentes de madeira neste planeta — que têm tido bastante paciência conosco — quanto uma metáfora para algo muito mais amplo. As métricas e compassos da música folclórica e o espírito aventureiro do prog clássico são elementos naturais no meu processo de composição, e eles se encaixam perfeitamente aqui. Há algo em nossa afinidade com as árvores que é ao mesmo tempo profundamente familiar e estranhamente misterioso: encontros cotidianos com algo que mal compreendemos. Esse sentimento de reconhecimento e mistério é a essência desta música, abrindo mais um caminho para o universo de 'Mið'."


Para comemorar o lançamento de Mið, o Enslaved sairá em turnê pelo Reino Unido e Europa em fevereiro de 2027 como co-headliner ao lado dos islandeses do Sólstafir, contando com a abertura dos noruegueses do Gaahls Wyrd.

A banda declarou:


"Europa! Em fevereiro, partiremos em uma turnê co-headlining com nossos grandes amigos do Sólstafir. Há uma sintonia entre nós que vai além do apreço compartilhado pelo clima imprevisível: é a convicção de que a música deve seguir seu próprio caminho, mesmo quando se recusa a explicar para onde está indo. Levar 'Mið' para essa jornada e compartilhá-lo ao vivo com vocês parece o movimento certo. Criar um álbum é apenas uma parte da aventura; descobrir o que acontece quando o apresentamos no palco é o capítulo seguinte. Essa troca continua sendo tudo para nós. Nos vemos em breve!"

Os ingressos estarão disponíveis a partir de 25 de setembro, às 9h BST / 10h CEST, no site oficial: enslaved.no








DATAS DA TURNÊ ENSLAVED & SÓLSTAFIR (2027)

Co-headline Tour com Gaahls Wyrd

04/02/27 – Berlim, Alemanha @ Festsaal


05/02/27 – Leipzig, Alemanha @ Felsenkeller


06/02/27 – Hamburgo, Alemanha @ Fabrik


07/02/27 – Copenhague, Dinamarca @ Amager Bio


08/02/27 – Frankfurt, Alemanha @ Batschkapp


09/02/27 – Estrasburgo, França @ La Laiterie


11/02/27 – Rennes, França @ Antipode


12/02/27 – Clermont-Ferrand, França @ La Coopérative de Mai


13/02/27 – Toulouse, França @ Le Métronum


14/02/27 – Barcelona, Espanha @ Razzmatazz 2


16/02/27 – Paris, França @ Élysée Montmartre


17/02/27 – Londres, Reino Unido @ Electric Ballroom


18/02/27 – Liège, Bélgica @ OM


19/02/27 – Nijmegen, Holanda @ Doornroosje


20/02/27 – Utrecht, Holanda @ Tivoli Pandora


21/02/27 – Colônia, Alemanha @ Live Music Hall


23/02/27 – Solothurn, Suíça @ Kofmehl


24/02/27 – Milão, Itália @ Magnolia


25/02/27 – Viena, Áustria @ SIMM City


26/02/27 – Varsóvia, Polônia @ Progresja


27/02/27 – Brno, República Tcheca @ Fléda



Pré-venda de Mið: enslaved.bfan.link/mid

Ouça 'Tales Of Trees': enslaved.bfan.link/tales-of-trees







Tracklist - Mið

1. Non-Being
2. I Am Ice (featuring Johan Sara Jr)
3. Solar Will
4. Mountain
5. Spirit Helper (featuring Kevin Kicking Woman)
6. Parting
7. Tales of Trees
8. I Miðju



Enslaved ao vivo em 2026


29 Out 26 – Bergen, Noruega @ Kulturhuset (Show de Lançamento do Álbum)

30 Out 26 – Oslo, Noruega @ Big Dipper (Sessão de Autógrafos / Meet & Greet)

31 Out 26 – Oslo, Noruega @ Oslo Spektrum (com Dimmu Borgir & Satyricon)

Enslaved ao vivo – América do Norte 2027


27–30 Mai 27 – Baltimore, EUA @ Maryland Deathfest 2027

SOBRE ENSLAVED


Inabalável, o icônico Enslaved continua a ser um dos pilares mais originais e consistentes do metal extremo mundial. Com a reputação de realizar apresentações ao vivo avassaladoras, a banda entrega constantemente performances de altíssimo nível, fazendo jus à sua sonoridade marcante que une o black e o metal progressivo. O Enslaved foi formado em 1991 por Ivar Bjørnson e Grutle Kjellson, lançando sua primeira demo, Yggdrasill, no verão de 1992, o lendário EP Hordanes Land em 1993 e seu álbum de estreia, Vikingligr Veldi, na primavera de 1994.

É um feito notável que, após 35 anos de história e 17 álbuns de estúdio, os horizontes da banda de Bergen continuem a se expandir. Cada estágio da evolução do grupo parece um ato orgânico de descoberta e renovação. Sua trajetória é tanto um compromisso com as raízes da cena do black metal norueguês quanto uma constante disposição de desafiar ortodoxias e superar os próprios limites.

Mið (termo no antigo nórdico para "centro" ou "meio") representa um novo capítulo para a banda, que sempre transitou por temas de metamorfose e ritos de passagem, como visto em Utgard (2020) e Heimdal (2023).

O novo álbum lança luz sobre as harmonias e diálogos que nos cercam: a conexão entre as tradições do passado e a iluminação do presente, a relação entre pequenas verdades e sua projeção no plano universal, e a sintonia entre os integrantes da banda ao confiarem no instinto para criar um trabalho visceral.


Assista ao videoclipe de 'Tales Of Trees':





Formação:



Ivar Bjørnson : Guitarra
Grutle Kjellson:Vocal/Baixo
Arve 'Ice Dale' Isdal:Guitarra
Håkon Vinje : Teclado
Iver Sandøy : Bateria


Links Relacionados:

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Fonte:Nuclear Blast records 




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Paulo Ricardo e Seu Jorge apresentam "Sangue Bom", parceria inédita que propõe reflexão sobre a violência contra mulheres e crianças




Após mais de uma década de desenvolvimento e aprovação da família de Marvin Gaye, canção ganha versão em português e chega acompanhada de videoclipe.


Em um momento em que a violência contra mulheres e crianças segue entre os temas mais urgentes da sociedade, Paulo Ricardo e Seu Jorge unem suas vozes pela primeira vez em “Sangue Bom”. O novo single transforma um dos maiores clássicos da música mundial em uma reflexão contemporânea sobre empatia, respeito à vida, consciência coletiva e a construção de uma cultura de paz.

Disponível a partir de hoje (23/09), em todas as plataformas digitais, a faixa chega acompanhada de videoclipe e marca a realização de um projeto desenvolvido ao longo de mais de uma década. A música nasceu a partir de “What’s Going On”, composição lançada em 1971 e reconhecida internacionalmente por sua relevância artística e cultural. Transformar a obra em uma versão oficial em português exigiu um longo processo de desenvolvimento, que incluiu a aprovação da família de Marvin Gaye, conhecida pelo rigor na preservação de seu legado.

“O lançamento de ‘Sangue Bom’ representa a realização de um sonho antigo. Algumas versões chegam até mim de forma quase intuitiva, como se estivessem esperando o momento certo para existir. Foi exatamente o que aconteceu aqui. Desde a primeira demo até o lançamento, foram muitos anos de dedicação, cuidado e respeito à obra original”, afirma Paulo Ricardo.

A autorização concedida pelos herdeiros do artista norte-americano permitiu que a canção ganhasse uma nova interpretação para o público brasileiro, preservando a força de sua mensagem e ampliando seu alcance para novas gerações.

Em “Sangue Bom”, Paulo Ricardo e Seu Jorge abordam questões que permanecem presentes no cotidiano contemporâneo, como violência, intolerância, empatia e valorização da vida. A interpretação dos dois artistas reforça o papel da música como instrumento de conscientização e diálogo, conectando arte e reflexão social em uma mensagem que permanece atual.

“Essa canção sempre me emocionou pela forma como fala de assuntos tão profundos e universais. Décadas depois de seu lançamento, ela continua dialogando com o presente e provocando reflexões necessárias. Foi isso que me motivou a apresentar essa versão ao público brasileiro”, destaca Paulo Ricardo.

A gravação também concretiza um desejo cultivado por Paulo Ricardo e Seu Jorge ao longo de quase duas décadas de amizade. Entre encontros, conversas e momentos compartilhados pela música, surgiu a vontade de realizar um trabalho conjunto, que encontrou em “Sangue Bom” o projeto ideal.

“Nos conhecemos há cerca de vinte anos e sempre existiu a vontade de fazer algo juntos. Quando chegou a hora certa, tudo aconteceu de maneira muito natural. Seu Jorge trouxe talento, personalidade e uma interpretação que elevou a canção a outro patamar”, comenta o artista.

A produção musical ficou sob o comando de Waldo Denuzzo, parceiro de Paulo Ricardo no álbum “Toquinho e Paulo Ricardo Cantam Vinicius”. Em busca do balanço e da identidade sonora que a faixa pedia, o produtor reuniu integrantes históricos do lendário Trio Mocotó, Nereu Gargalo e João Parahyba, referências fundamentais da música brasileira.

A gravação foi construída para valorizar o encontro entre os universos artísticos dos dois intérpretes, resultando em uma sonoridade sofisticada e contemporânea, reforçada pela mixagem de Lucas Nunes e Leo Marques.

Dirigido por Leo Liberti, o videoclipe acompanha o espírito colaborativo do projeto e registra momentos do processo criativo e das gravações. Parte das imagens foi captada durante encontros musicais que ajudaram a moldar a identidade da obra.

A dimensão artística de “Sangue Bom” também se reflete em sua identidade visual. A capa foi criada por Speto, um dos nomes mais influentes da arte urbana brasileira, reconhecido por incorporar referências da cultura popular nacional em trabalhos de forte impacto visual. O resultado é uma composição vibrante que dialoga diretamente com o conceito da canção.

Ao reunir dois grandes intérpretes da música brasileira em sua primeira colaboração, “Sangue Bom” transforma uma espera de mais de uma década em um encontro artístico de grande significado. Uma obra construída com tempo, respeito e admiração, que conecta diferentes gerações por meio de uma mensagem universal de consciência, solidariedade e amor.

“Como costuma dizer o Seu Jorge, demorou, vai ser melhor. Nesse caso, valeu a pena esperar. Tenho muito orgulho de finalmente compartilhar essa música com o público”, conclui Paulo Ricardo.

O videoclipe de "Sange Bom" estará disponivel a partir das 11h da manhã de hoje em 







Fonte:The Ultimate Music 





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sábado, 26 de setembro de 2026

THE CROSS: Ícone do Doom Metal brasileiro ganha destaque em dossiê histórico do Metal Na Lata





O THE CROSS, pioneiro do gênero fundado em Salvador em 1990, foi apontado como o principal representante nacional em retrospectiva especial publicada pelo renomado portal Metal Na Lata. O artigo traça a linhagem do estilo desde as origens norte-americanas até a trinca britânica da Peaceville Records, posicionando o grupo nordestino ao lado dos maiores pilares globais da música pesada.

A publicação destaca a maturidade sonora alcançada com o álbum "Act II: Walls of the Forgotten" (2022) e a projeção internacional capitaneada pelo vocalista Eduardo Slayer. O texto ressalta as colaborações mundiais de peso do quinteto, como os singles gravados ao lado de Michael Stavrakakis, do Doomocracy, e de Aaron Stainthorpe, ex-vocalista do lendário My Dying Bride.

Confira o dossiê genealógico completo sobre a história da vertente acessando a matéria no portal Metal Na Lata: https://metalnalata.com.br/o-trio-de-ouro-britanico-e-o-pantano-americano-a-genealogia-do-death-doom-metal/


THE CROSS é headliner no 'Blood Fire Death'

Atualmente promovendo o EP “Plague Of The Lost River”, o THE CROSS desembarca na capital federal respaldado pelo anúncio do seu aguardado novo single, “Axiom of Ash - The Slow Collapse of Order”. No festival, que acontece no dia 14 de novembro de 2026, a partir das 18h, no Galpãozinho do Gama, em Brasília/DF, a banda dividirá o palco com um line-up de peso composto pelos grupos Tarrasque, Vicerais, Caligo, Negativo, Beholder's Cult e Valaraza. 



Confira abaixo o cartaz e o serviço completo para mais informações:








SERVIÇO:


Show: THE CROSS no 'Blood Fire Death' – 11ª Edição
Local: Galpãozinho do Gama
Endereço: Central – Gama, Brasília - DF
Data: 14 de novembro de 2026 (sábado)
Horário: 18 horas
Ingressos: R$ 50,00 (antecipado via PIX: 61 99662-9129) | R$ 60,00 (na portaria)



“Plague Of The Lost River” disponível globalmente: Mergulhe no abismo sonoro da THE CROSS em todas as plataformas de streaming

Originalmente lançado de forma independente em 8 de novembro de 2025, o aclamado EP “Plague Of The Lost River” encontra-se disponível nos principais serviços de música do planeta. A obra, que agora ganha sua versão física em vinil, pode ser apreciada na íntegra por quem busca a essência do Doom Metal mundial.

Ouça agora em sua plataforma preferida: https://li.sten.to/THE_CROSS_Plague_Of_The_Lost_River



ATENÇÃO PRODUTORES

O THE CROSS comunica que o calendário de shows para 2026 está aberto. Leve a força do Doom Metal para o seu evento.Contatos: thecrossdoom@gmail.com| (46) 98838-7204 (SFP – Press & PR)



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Carceral lança 'Disobedience', quinto single de ''Descending Reprisal''





"Disobedience" tem como destaque o solo de Hard Alexandre Christiani.



Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), apresenta "Disobedience", quinto single do álbum de estreia, "Descending Reprisal". A faixa chega com destaque para a performance de Hard Alexandre Christiani, responsável por um longo solo que se estabelece como elemento central da composição.

Para Hard Alexandre Christiani, "Disobedience" proporcionou liberdade para experimentar diferentes possibilidades como guitarrista. O músico destaca a dinâmica dos riffs de Roberto Ortega como ponto de partida para a construção de seus solos. "Gravar este som me trouxe uma satisfação incrível. Foi uma experiência realmente fantástica, principalmente pela dinâmica dos riffs do Roberto, que constrói toda a atmosfera necessária para preparar o terreno de inspiração que busquei ao longo dos solos. As ideias foram fluindo a partir de trítonos, não necessariamente dentro de padrões perfeitamente ajustáveis, mas explorando uma fluência sonora baseada em conexões livres."

A construção do solo também incorpora diferentes técnicas e referências, incluindo recursos associados a sonoridades orientais e ciganas. "Muitas técnicas de hammer-ons e two-hands surgem dentro desse cenário apocalíptico, enquanto bends cortantes soam como verdadeiros gritos de socorro. Também busquei algumas nuances exóticas, com sonoridades que remetem a culturas mais orientais ou ciganas. Recursos técnicos de expressão, aliados às palhetadas híbridas, dão contorno às frases e criam a sensação de estar correndo sobre uma linha imaginária, atravessando um terreno hostil, entre o inferno, a pressa e uma mensagem precisa e direta."

A proposta ainda permitiu a Hard explorar timbres ligados a outras vertentes do rock, incluindo referências dos anos 70 e o uso de uma Stratocaster equipada com três single-coils. "Foi realmente incrível escrever essa composição. A proposta também me permitiu explorar timbres característicos de vertentes completamente diferentes, incluindo a sonoridade do velho e bom rock dos anos 70, utilizando uma Stratocaster equipada com três single-coils. O resultado foi uma experiência magnífica: técnica, liberdade e expressão se encontrando dentro da atmosfera extrema de 'Disobedience'".

Para Roberto Ortega, guitarrista e fundador do Carceral, a faixa também representa uma realização pessoal. "O Hard sempre foi um dos meus maiores guitar heroes. Ter a oportunidade de dividir com ele as guitarras do Carceral e construir juntos músicas como 'Disobedience' é, para mim, uma honra gigantesca e um imenso privilégio. Além disso, poder acompanhar de perto cada ideia, cada detalhe e cada contribuição dele para as músicas é algo que para mim funciona como uma verdadeira aula."

A capa do single foi criada por Danilo Ferreira, enquanto o visualizer ficou a cargo de Arthur Hermit. Confira em :






Lançado originalmente em formato digital em 15 de julho, "Descending Reprisal" reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos. A edição física em CD, em formato jewel case, acompanhada de booklet de 20 páginas, será lançada pela gravadora italiana I, Voidhanger Records em 9 de outubro. O material está disponível em pré-venda pelo Bandcamp, além das lojas destinadas aos mercados da Europa e Reino Unido e dos Estados Unidos.

Links para a pré-venda:

X/twitter: @ carceral_band


Fonte:Ase Press



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