quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Leprous Nuclear Soldier lança “Recruciy In Pain”, primeiro single do projeto que reúne veteranos do Metal Extremo Brasileiro







Liderado pelo baterista Armando Leprous, ex-Sarcófago, Mutilator e Holocausto, projeto estreia nas plataformas digitais em 25 de setembro.


Belo Horizonte volta a vomitar metal extremo. Leprous Nuclear Soldier, projeto que reúne nomes conhecidos do underground brasileiro, apresenta no dia 25 de setembro seu primeiro single, “Recrucify In Pain”, faixa que chega às plataformas digitais carregando uma sonoridade crua, pesada, suja e maligna.



À frente do projeto está o baterista Armando Leprous, músico cuja trajetória está diretamente ligada a três nomes fundamentais da histórica cena extrema de Belo Horizonte: Sarcófago, Mutilator e Holocausto.



Armando passou pelas baquetas das três bandas, que fizeram parte de uma geração responsável por colocar o metal extremo brasileiro no mapa internacional. Surgidas em Minas Gerais nos anos 1980, Sarcófago, Mutilator e Holocausto ajudaram a construir uma sonoridade radical que atravessou fronteiras e se tornou referência para diferentes vertentes do gênero ao redor do mundo.



O impacto dessa cena foi especialmente marcante no desenvolvimento do black metal, inclusive sobre a geração que posteriormente daria origem à explosão do black metal norueguês no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Dentro desse contexto, a trajetória de Armando carrega parte da história de um período em que Belo Horizonte se tornou um dos epicentros da música extrema mundial.



Agora, o baterista dá continuidade a essa jornada com o Leprous Nuclear Soldier.



Ao seu lado está outro veterano do underground, Marck The Fornikator, ex-guitarrista do Sextrash e atualmente integrante das bandas Sodomizer e Satan Worship. Dentre os álbuns gravados, Marck tem em seu currículo o influente “Funeral Serenade”, do Sextrash, de 1992.


Completando a formação, Leatherface Perkele assume os vocais e o baixo. O músico é também frontman e baixista do Sodomizer, Satan Worship e Hellkommander.


Essa reunião de músicos que carregam décadas de envolvimento com o underground brasileiro ganha sua primeira manifestação com “Recrucify In Pain”. O single apresenta a proposta do Leprous Nuclear Soldier sem polimentos ou concessões, resgatando a essência visceral que ajudou a transformar o metal extremo de Belo Horizonte em referência internacional.



A banda já trabalha em seu próximo lançamento e prepara também seus primeiros passos fora do Brasil. Em 2027, o Leprous Nuclear Soldier irá levar o metal negro de Belo Horizonte ao continente europeu em uma turnê ao lado do Sodomizer.


Mais novidades sobre a jornada imunda do Leprous Nuclear Soldier serão anunciadas em breve.


“Recrucify In Pain” estará disponível nas plataformas digitais em 25 de setembro.



Para acompanhar as próximas novidades, siga o Leprous Nuclear Soldier em seu Instagram oficial:

https://www.instagram.com/leprousnuclearsoldier/



Fonte:LP Metal Press


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Limmbo lança 'glitter eyes', sobre o dilema da inocência ou trapaças do olhar




Letra acompanha alguém capaz de conservar o encanto no olhar, mas vê sua perspectiva ameaçada por pensamentos alheios.




'Glitter eyes', nova música do limmbo, começou a tomar forma quando uma expressão encontrada no título de uma entrevista com o australiano Luke Hemmings, uma de suas referências, recuperou um comentário ouvido por ele desde cedo: seus olhos brilham diante das coisas como os de uma criança ao descobrir algo novo.

Ouça 'glitter eyes' aqui: found.ee/GlitterEyes

Esta é a gênese e o insight para a música nova e a estreia do artista santista limmbo (@limmbo2001) na Casalago Records, que chega neste 9 de setembro ao streaming, a primeira gravação sob o nome adotado neste ano.

O rock alternativo conduzido pela tensão do post-punk abre a divulgação de um álbum já em construção.

As fotografias em preto e branco, compostas de um ensaio com Giovanna Barbosa enquanto trabalhava em outras canções destinadas ao disco, também contam a origem desta canção.

A expressão “glitter eyes” aproximou aquelas imagens da forma fascinada pela qual ele costuma observar a vida e levou ao verso “I don’t see the world in black and white”, ou “eu não enxergo o mundo em preto e branco”.
Encanto no olhar

A letra acompanha alguém capaz de conservar o encanto no olhar, mas vê essa perspectiva ameaçada por pensamentos alheios, responsabilidades e experiências difíceis. O dilema está em decidir se vale a pena defender essa maneira de enxergar a vida ou aceitar uma leitura mais dura, pessimista e sem cor.

Os versos recusam separações absolutas. Pessoas e sentimentos não são inteiramente bons ou ruins, felizes ou tristes. Há sempre algo no meio, mesmo quando crenças e costumes começam a vacilar.

No refrão, limmbo procura a inocência escondida atrás dos olhos de glitter e pergunta se perdeu a capacidade de perceber aquilo que antes o fascinava. A ponte responde sem resolver o conflito: “Só porque brilham, não significa que não se machucaram”. O brilho não apaga a dor, mas pode sobreviver a ela.

A dúvida se aproxima de uma experiência pessoal do músico. Aos 25 anos, limmbo reconhece no chamado “espírito de criança” uma força decisiva em sua relação com a arte e com a vida.

O passar do tempo, porém, acrescenta compromissos, frustrações e responsabilidades capazes de abalar esse impulso. “glitter eyes” nasce desse ponto de instabilidade, diante de uma pergunta que orienta todo o lançamento: trata-se do início de uma angústia ou do fim de uma beleza?
Sonoridade de glitter eyes

A sonoridade parte de uma levada de violão usada como base rítmica da composição. A bateria acelerada acompanha esse movimento, enquanto baixo e guitarras aproximam o arranjo do rock alternativo e do post-punk de The Cure e Paramore.

Teclados melodiosos alteram a dinâmica nos pré-refrões. Quando o refrão chega, a repetição de “my, my, my, my, my” fixa a melodia, cercada por um riff flutuante de guitarra distribuído pelos dois canais do áudio.

Os vocais também respondem ao conflito da letra. limmbo começa o primeiro verso com maior intensidade e reduz a pressão no refrão e na segunda parte, em passagens mais suaves e próximas.

A mudança de interpretação coloca fascínio, dúvida e angústia na própria voz, enquanto o instrumental mantém o movimento acelerado.

Enzo Santana Borges assina composição, produção, guitarra, baixo, violão, vocais, mixagem e masterização. Todo o processo ocorreu em seu home studio, com equipamentos caseiros e sob a referência da cultura DIY.

Outros singles serão lançados antes do disco completo. limmbo também prepara um videoclipe dirigido por ele mesmo, formado em Cinema e Audiovisual.
Do quarto à Casalago Records, sua trajetória

Antes de assumir o nome limmbo, Enzo Borges construiu um catálogo voltado a experiências pessoais de ansiedade, sexualidade, autoimagem, amadurecimento e amor. O EP A Few Thoughts in a New Year’s Eve, lançado em 2019 com gravações centradas em voz e ukulele, registrou o começo dessa produção independente.

Dois anos depois, o álbum nineteen tratou a passagem à vida adulta como uma espécie de trilha sonora de formação, posteriormente ampliada em uma edição deluxe.

Em 2025, i care about what you think of me aprofundou as questões ligadas à maneira como o olhar externo interfere na percepção individual. Uma de suas composições, “dancing with wolves”, levou esse conflito a um ambiente de trabalho dominado por pressão, preconceito e masculinidade tóxica. Dirigido por Caroline Famula e Giovanna Barbosa, o videoclipe foi selecionado para a Mostra Videoclipe Caiçara da 23ª edição do Curta Santos.

A entrada na Casalago Records coincidiu com a adoção de limmbo como nome artístico. A escolha surgiu do conforto encontrado por Enzo em não-lugares, como estradas e aeroportos, espaços de passagem nos quais a obrigação de assumir uma definição fixa perde força.

O conceito também dialoga com sua vivência como artista bissexual e birracial e com a coexistência de alegria, melancolia, intensidade e delicadeza em suas composições.

“Sempre fui muito sonhador e imaginativo, e sentia um intenso senso de conforto em ‘lugares-não lugares’, como estradas ou aeroportos”, afirma limmbo. “Aquele meio do caminho, em que você não tem a responsabilidade de ser qualquer coisa, justamente também te faz ser o que você quiser. Essa sensação de dualidade e infinitude sempre me contemplou.”

A ideia se completa na possibilidade de duas condições contraditórias permanecerem juntas sem exigir uma escolha. “Duas coisas que soam contraditórias podem coexistir ao ponto de virarem uma só. Sempre me vi como a prova viva disso, e sinto que isso se reflete no meu trabalho”, explica.








capa glitter eyes, do limmbo







Crédito: Giovanna Barbosa



Links Relacionados:

instagram.com/limmbo2001

linktr.ee/limmbo2001


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Radioativa flerta com metal alternativo e alt-rock em Angústia, 1º single do álbum Retalhos






Faixa, no streaming a partir de 9/09, antecipa o primeiro álbum da banda carioca, que celebra 17 anos de estrada.



Crédito: Divulgação/Radioativa



A melancolia e o peso do luto são diluídos na força de vontade de seguir adiante, de qualquer maneira, dão o tom a 'Angústia', novo single da banda carioca Radioativa. A faixa é o primeiro recorte de Retalhos, álbum de estreia do grupo previsto para janeiro de 2027.

Ouça aqui: distrokid.com/hyperfollow/radioativa/angstia

Videoclipe: 








Composta em um período de luto e redescoberta pessoal, a canção aborda a constante batalha interna contra os próprios sentimentos.

Sonoramente, a Radioativa expande sua identidade calcada no alt-rock ao flertar diretamente com o metal alternativo, incorporando afinações mais baixas, riffs encorpados, baixos densos e vocais mais explosivos.
Exploração técnica

A mudança de tom fica evidente na performance da vocalista Ana Marques, que alterna transições rápidas entre o canto limpo e o vocal distorcido.

"Comecei a estudar distorções vocais oficialmente em 2024, e desde então venho pensando em como inseri-las nas composições sem que haja uma ruptura com o que fazíamos antes. A ideia era mostrar uma evolução natural e maturidade musical", explica a cantora.

A faixa foi gravada em 2025 e conta comf feat de Rodrigo Ferretti.
Identidade visual e videoclipe

A capa de Angústia, assinada em parceria com o ilustrador Renan Silva (@vida_torta), faz parte de um conceito visual integrado: as artes dos próximos lançamentos se juntarão para compor a capa final do álbum.

Junto, tem também o videoclipe da música, produzido de forma totalmente independente em um parque de diversões na Zona Norte do Rio de Janeiro.

A captação de imagens foi feita pelo guitarrista Caio Lomenha, com assistência de Ana Luiza Abreu e Lucas Reale, enquanto a edição final ficou a cargo de Ana Marques.
O conceito por trás do álbum Retalhos

Com 17 anos de trajetória, três EPs e diversos singles na bagagem, a Radioativa prepara agora a estreia no formato full-length. O título Retalhos remete ao processo de reconstrução emocional vivido por Ana Marques diante de uma perda profunda.

A transição do formato de EPs para o álbum completo reflete também um momento de maior maturidade na gestão da banda independente.

"Nós sempre optamos por EPs e singles porque era algo mais barato. Como banda independente, sem selo ou gravadora, ganhar dinheiro com streaming é muito difícil. Álbuns custam mais e exigem tempo de composição longe dos palcos. Desde 2023, conseguimos um fluxo de caixa mais estável, o que viabilizou artisticamente esse projeto mais completo", pontua Ana.

Retalhos, revela Ana, refere-se a como ela se sentiu ao precisar se recompor em meio a um processo profundo de luto profundo.

"Precisei encontrar forças em outros pedaços de mim mesma que ainda estavam aqui. Esses são os retalhos. As músicas falam justamente sobre sentimentos que gerenciei enquanto passava por tudo isso. 'Angústia' foi a primeira música escrita nesse período que consegui tirar do papel".





Capa do single | Arte: Renan Silva (@vida_torta)


Angústia (single), ficha técnica

Música:

Letra/melodia: Ana Marques

Arranjos: Caio Lomenha, Rodrigo Ferretti, Rodrigo Aranha e Lucas Reale

Produção: RADIOATIVA e Matt Nunes

Gravação, mixagem e masterização: Matt Nunes (Estúdio Mojo)

Clipe:

Câmera: Caio Lomenha

Assistente de câmera/iluminação: Ana Luiza Abreu e Lucas Reale

Direção de fotografia: Ana Marques e Caio Lomenha

Edição: Ana Marques





Crédito: Divulgação/Radioativa



Biografia

A RADIOATIVA é uma banda de rock com liderança feminina, que mistura influências do pop ao metal alternativo para entregar sonoridade moderna, enérgica e cativante.

Com passagens por palcos e festivais emblemáticos, incluindo Circo Voador/RJ, Rock in Rio e Espaço Unimed/SP (abrindo para o Evanescence em 2017), a banda foi fundada em 2009 na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e se consolida como um dos principais nomes da cena independente local.

O projeto, fundado pela vocalista Ana Marques, carrega a bandeira do emocore, com composições que abordam temas que transitam entre saúde mental, propósito e questionamentos existenciais, comuns a toda uma geração.

Formação:

Ana Marques:Vocal 
Caio Lomenha : Guitarra
Lucas Reale : Baixo
Rodrigo Aranha : Bateria


Links Relacionados:

www.tiktok.com/@radioativaoficial


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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limmbo estreia na Casalago Records com 'glitter eyes', sobre o olhar





Letra acompanha alguém capaz de conservar o encanto no olhar, mas vê sua perspectiva ameaçada por pensamentos alheios.



'Glitter eyes', nova música do limmbo, começou a tomar forma quando uma expressão encontrada no título de uma entrevista com o australiano Luke Hemmings, uma de suas referências, recuperou um comentário ouvido por ele desde cedo: seus olhos brilham diante das coisas como os de uma criança ao descobrir algo novo.

Ouça 'glitter eyes' aqui: found.ee/GlitterEyes

Esta é a gênese e o insight para a música nova e a estreia do artista santista limmbo (@limmbo2001) na Casalago Records, que chega neste 9 de setembro ao streaming, a primeira gravação sob o nome adotado neste ano.

O rock alternativo conduzido pela tensão do post-punk abre a divulgação de um álbum já em construção.

As fotografias em preto e branco, compostas de um ensaio com Giovanna Barbosa enquanto trabalhava em outras canções destinadas ao disco, também contam a origem desta canção.

A expressão “glitter eyes” aproximou aquelas imagens da forma fascinada pela qual ele costuma observar a vida e levou ao verso “I don’t see the world in black and white”, ou “eu não enxergo o mundo em preto e branco”.
Encanto no olhar

A letra acompanha alguém capaz de conservar o encanto no olhar, mas vê essa perspectiva ameaçada por pensamentos alheios, responsabilidades e experiências difíceis. O dilema está em decidir se vale a pena defender essa maneira de enxergar a vida ou aceitar uma leitura mais dura, pessimista e sem cor.

Os versos recusam separações absolutas. Pessoas e sentimentos não são inteiramente bons ou ruins, felizes ou tristes. Há sempre algo no meio, mesmo quando crenças e costumes começam a vacilar.

No refrão, limmbo procura a inocência escondida atrás dos olhos de glitter e pergunta se perdeu a capacidade de perceber aquilo que antes o fascinava. A ponte responde sem resolver o conflito: “Só porque brilham, não significa que não se machucaram”. O brilho não apaga a dor, mas pode sobreviver a ela.

A dúvida se aproxima de uma experiência pessoal do músico. Aos 25 anos, limmbo reconhece no chamado “espírito de criança” uma força decisiva em sua relação com a arte e com a vida.

O passar do tempo, porém, acrescenta compromissos, frustrações e responsabilidades capazes de abalar esse impulso. “glitter eyes” nasce desse ponto de instabilidade, diante de uma pergunta que orienta todo o lançamento: trata-se do início de uma angústia ou do fim de uma beleza?
Sonoridade de glitter eyes

A sonoridade parte de uma levada de violão usada como base rítmica da composição. A bateria acelerada acompanha esse movimento, enquanto baixo e guitarras aproximam o arranjo do rock alternativo e do post-punk de The Cure e Paramore.

Teclados melodiosos alteram a dinâmica nos pré-refrões. Quando o refrão chega, a repetição de “my, my, my, my, my” fixa a melodia, cercada por um riff flutuante de guitarra distribuído pelos dois canais do áudio.

Os vocais também respondem ao conflito da letra. limmbo começa o primeiro verso com maior intensidade e reduz a pressão no refrão e na segunda parte, em passagens mais suaves e próximas.

A mudança de interpretação coloca fascínio, dúvida e angústia na própria voz, enquanto o instrumental mantém o movimento acelerado.

Enzo Santana Borges assina composição, produção, guitarra, baixo, violão, vocais, mixagem e masterização. Todo o processo ocorreu em seu home studio, com equipamentos caseiros e sob a referência da cultura DIY.

Outros singles serão lançados antes do disco completo. limmbo também prepara um videoclipe dirigido por ele mesmo, formado em Cinema e Audiovisual.
Do quarto à Casalago Records, sua trajetória

Antes de assumir o nome limmbo, Enzo Borges construiu um catálogo voltado a experiências pessoais de ansiedade, sexualidade, autoimagem, amadurecimento e amor. O EP A Few Thoughts in a New Year’s Eve, lançado em 2019 com gravações centradas em voz e ukulele, registrou o começo dessa produção independente.

Dois anos depois, o álbum nineteen tratou a passagem à vida adulta como uma espécie de trilha sonora de formação, posteriormente ampliada em uma edição deluxe.

Em 2025, i care about what you think of me aprofundou as questões ligadas à maneira como o olhar externo interfere na percepção individual. Uma de suas composições, “dancing with wolves”, levou esse conflito a um ambiente de trabalho dominado por pressão, preconceito e masculinidade tóxica. Dirigido por Caroline Famula e Giovanna Barbosa, o videoclipe foi selecionado para a Mostra Videoclipe Caiçara da 23ª edição do Curta Santos.

A entrada na Casalago Records coincidiu com a adoção de limmbo como nome artístico. A escolha surgiu do conforto encontrado por Enzo em não-lugares, como estradas e aeroportos, espaços de passagem nos quais a obrigação de assumir uma definição fixa perde força.

O conceito também dialoga com sua vivência como artista bissexual e birracial e com a coexistência de alegria, melancolia, intensidade e delicadeza em suas composições.

“Sempre fui muito sonhador e imaginativo, e sentia um intenso senso de conforto em ‘lugares-não lugares’, como estradas ou aeroportos”, afirma limmbo. “Aquele meio do caminho, em que você não tem a responsabilidade de ser qualquer coisa, justamente também te faz ser o que você quiser. Essa sensação de dualidade e infinitude sempre me contemplou.”

A ideia se completa na possibilidade de duas condições contraditórias permanecerem juntas sem exigir uma escolha. “Duas coisas que soam contraditórias podem coexistir ao ponto de virarem uma só. Sempre me vi como a prova viva disso, e sinto que isso se reflete no meu trabalho”, explica.






capa glitter eyes, do limmbo







Crédito: Giovanna Barbosa


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Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Sacrificed lança o EP "Absence" e apresenta reestruturação musical







Fechando o ciclo de lançamentos, o grupo une referências do Metal moderno a um forte posicionamento artístico a favor do olhar humano na fotografia.



Na sexta-feira, 4 de setembro, a banda mineira SACRIFICED disponibilizou em todas as plataformas digitais o seu novo EP, “Absence”. O registro conclui o ciclo de divulgação iniciado nos últimos meses e sela oficialmente o retorno do grupo aos estúdios com uma abordagem musical renovada, técnica e ainda mais agressiva. O repertório de cinco músicas retrata o atual momento criativo do quarteto formado por Kell Reis (vocal), Diego Oliveira (guitarra e vocal), Johnny Ambrozio (baixo) e Tiago Vitek (bateria). Ao longo do EP, a banda funde sua raiz Heavy Metal a referências diretas do Metal moderno, Metalcore e Progressivo.



Ouça o EP "Absence" no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/67g3MzYbXL9bajDnOeNq9J



Para preparar o terreno até a chegada de “Absence”, o grupo apostou em dois singles antecipados que ditaram o tom desta nova era. Em julho, "Agony (Where Lie Doesn't Rest)" apresentou uma atmosfera focada no isolamento e na dor profunda. No mês seguinte, "Anger (I Am Done)" trouxe um contraponto lírico de ruptura e libertação pessoal. Ambas as faixas ganharam videoclipes sob a direção de Bruno Paraguay (Eminence) e mostraram ao público a nova roupagem do quarteto, marcada por grooves viscerais e refrãos imponentes.



A banda destacou: "Trabalhamos incansavelmente para que “Absence” representasse exatamente quem somos hoje. Começamos mostrando nosso lado mais obscuro e sufocante em “Agony”, gritamos por libertação em “Anger”, e agora o público pode conferir a obra completa. É o material mais pesado, técnico e verdadeiro que já fizemos. A resposta aos singles foi incrível, e ver o EP no ar é a nossa recompensa final. Estamos prontos para levar essas músicas para os palcos."



Para materializar este novo lançamento, o SACRIFICED reuniu uma equipe técnica experiente. A captação de áudio foi conduzida por Andre Damien (Paradise In Flames), enquanto a mixagem e a masterização ficaram sob os cuidados de Jonathas Peschiera (AXTY). As guitarras, que formam a base de “Absence”, foram gravadas por Diego Oliveira e Sergio Barbieri.



O conceito da capa e das imagens promocionais, assinadas pela artista e fotógrafa Juh Missagia, mantém a postura crítica do grupo. A identidade do EP prioriza a expressão crua e humana por meio de texturas e fotografias reais. O objetivo é fugir dos clichês visuais recorrentes no estilo e, principalmente, afastar-se da crescente onda de imagens geradas por Inteligência Artificial que saturam o mercado atual.



Track list:



1 - Ascention (No Coming Back Now)
2 - Agony (Where Lie Doesn't Rest)
3 - Absence ()
4 - Anger (I Am Done)
5 - Absurd (The Same Old Fears)



Assista ao videoclipe de “Anger (I Am Done)”:








Assista ao videoclipe de “Agony (Where Lie Doesn't Rest)”:








Sobre:



Formada em 2006 em Belo Horizonte (MG), a banda traz uma sonoridade robusta que funde a base clássica do Heavy Metal a referências diversas, construindo uma trajetória de respeito na cena brasileira. O grupo se destacou com os álbuns “The Path of Reflections” (2011) — que rendeu o prêmio de "Banda Revelação" pela revista Roadie Crew — e “Enraged” (2018), além do EP “Beyond the Gates” (2021) e de acumular grande experiência ao vivo dividindo palcos com nomes internacionais como Kamelot, Lacuna Coil, Eluveitie e The Agonist. Retornando de um período de reestruturação, o SACRIFICED inaugura um novo capítulo com o EP “Absence”.



Créditos da foto: Juh Missagia


Links Relacionados:

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Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

Fonte:Wargods Press


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Laconist anuncia novo álbum com participações de membros do Centurian, The Choir e Sublation






Preparando um tributo às suas raízes, o grupo une forças com ícones do extremismo sonoro em seu vindouro registro completo.



Pouco tempo após encerrar um hiato de uma década com o lançamento do EP "Where Being Ends, I Begin", a banda de Brutal Death Metal LACONIST oficializa que já está trabalhando em seu próximo álbum completo, ainda sem título revelado. Faltando poucas semanas para o início das gravações da bateria, o grupo confirma que o músico de sessão Felipe Veiga assumirá novamente as baquetas, repetindo a fórmula do lançamento anterior, mas agora expandindo a agressividade para um disco composto por oito faixas inéditas.



Ouça o EP:







Elevando a importância histórica deste próximo lançamento, o disco trará participações especiais de peso da cena extrema mundial: o vocalista Seth van de Loo (Centurian, Nox, Severe Torture), o guitarrista Max Svalgard (Sublation) e The Choir. O guitarrista e membro fundador, A. Neil, comentou sobre o atual momento da banda e as colaborações: "Estamos repetindo a fórmula do EP, mas agora expandindo para um tormento de sete faixas, sem respiro, e um doomzão para fechar o disco: uma faixa de 11 minutos. O novo álbum será o nosso tributo monumental a Centvrian, Angelcorpse e Hate Eternal, e prometemos nada além de brutalidade implacável e amor incondicional à música extrema. Eu e Zé Misanthrope estamos muito orgulhosos de anunciar que Seth van de Loo fará os vocais na faixa intitulada “Sic Luceat Nox”, nosso tributo a essas lendas. Centurian e Nox têm sido minhas maiores inspirações nos últimos 25 anos, no mínimo. É a minha forma de prestar respeito. Além disso, Max Svalgard, do Sublation, vai nos honrar com um solo em “Narcysifus”, a faixa mais rápida do disco. E, para complementar as participações, The Choir também contribuirá e fará parte deste registro. O som dele sempre me deixou boquiaberto, tamanha é a profundidade. Quero um pouco disso no disco."



SOBRE O LACONIST:



Oriundo da cidade de Hortolândia, interior de São Paulo, o LACONIST foi formado em 2007 pelo guitarrista A. Neil, tendo como principais referências nomes como Morbid Angel, Centurian, Krisiun, Hate Eternal, Deeds Of Flesh e Deicide. Durante os seus primeiros anos de atividade, o grupo lançou dois álbuns completos, além de uma demo e um EP. Em 2016, o grupo pausou seus trabalhos, entrando em um hiato que agora chega ao fim com uma formação renovada. A. Neil se mantém como o único membro original, acompanhado agora por Zé Misanthrope nos vocais. Atualmente o grupo divulga o EP "Where Being Ends, I Begin".



Ouça o EP no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/0lCxPHSGtxSzf3aTKuKfnq



Foto: Divulgação


Links Relacionados:



Site: https://www.laconist.com

Instagram: https://www.instagram.com/laconist333

Bandcamp: https://laconist333.bandcamp.com

E-mail: laconicbrutaldeath@gmail.com

Assessoria de Imprensa: wargodspress@gmail.com



Fonte:Wargods Press


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Incarcerated foca na composição de novo álbum e anuncia lançamentos ao vivo em estúdio para outubro




Com a formação consolidada após turnê europeia, o grupo londrino de Death/Thrash Metal intensifica os ensaios de material inédito e prepara dois vídeos para o YouTube.



Após promover o álbum de estreia “Necrosphere” com uma agenda de shows que passou por Inglaterra, Irlanda e Bélgica no primeiro semestre, o INCARCERATED já aponta para o seu próximo capítulo. O quarteto — formado por Lander da Silva (vocal e guitarra), Rafael Rojo (guitarra solo), Andy Butler (baixo) e Hercules Tsekouras (bateria) — retornou aos ensaios com foco total na criação das músicas que irão compor o seu segundo disco de estúdio.



Como uma ponte entre a ótima recepção do atual lançamento e o futuro da banda, outubro marcará a estreia de dois vídeos especiais em seu canal no YouTube. O material foi gravado no formato live in studio e tem como principal objetivo capturar a energia crua e a coesão do grupo após meses na estrada. Os lançamentos ocorrerão em duas etapas: no início do mês, será disponibilizada a performance da faixa autoral "Brief Life / Death Relief", e no final de outubro os fãs poderão conferir a versão da banda para um cover especial.



A banda vem ensaiando frequentemente para a produção das novas composições. Para o vocalista e guitarrista Lander da Silva, a atual fase representa um avanço natural na sonoridade da banda, impulsionada diretamente pela nova formação: "Estamos trabalhando intensamente nas novas músicas e a entrada do Hercules trouxe um fôlego renovado para a banda. A química que construímos durante a maratona de shows da “Necrosphere Tour” se refletiu imediatamente na sala de ensaio. O próximo álbum já está ganhando forma, com riffs muito fortes, e a agressividade que o Hercules adicionou à nossa base rítmica deixou tudo mais letal."



SOBRE O INCARCERATED:



Sediada em Londres desde 2021, a banda de Death/Thrash Metal INCARCERATED surgiu no cenário pós-pandemia com a proposta de resgatar a agressividade clássica do Metal extremo, aliando peso a temáticas sociopolíticas, eventos históricos e reflexões sobre a condição humana. Após o lançamento do primeiro EP homônimo em 2022, o quarteto alçou novos voos com seu álbum de estreia, “Necrosphere” (2026). Gravado no Rogue Studios (Londres) com produção de Alessio Garavello, o disco foi mixado e masterizado na Dinamarca por Flemming Rasmussen, veterano mundialmente conhecido por definir a sonoridade de clássicos do Metallica. Atualmente o grupo tem feitos shows para promover o álbum e já trabalha em novas composições.



Ouça o álbum via Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/3LUQ7cyXthE4uMGiN5JuVv



Assista ao vídeo de “Fatal Fate”:








Assista ao vídeo de “Deprived”:





Fonte:Wargods Press 


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Vazio celebra 10 anos com show especial em São Paulo






Vazio celebra uma década de trajetória com show especial no Sesc Belenzinho em São Paulo em outubro.


A banda Vazio completa dez anos de trajetória em 2026 e celebra a marca com o show especial "Vazio – 10 anos de escuridão", marcado para sexta-feira, 30 de outubro, às 20h, na Comedoria do Sesc Belenzinho, em São Paulo.

Formado por Renato Gimenez (vocal e guitarra), Eric Cavalcante (guitarra), Nilson Slaughter (baixo) e Daniel Vecchi (bateria), o grupo ganhou destaque na cena de música extrema pela intensidade de suas apresentações e por uma sonoridade marcada pelo black metal sombrio e agressivo, características que ajudaram a construir sua identidade ao longo da última década.

O aniversário de dez anos representa também uma trajetória construída na estrada e no contato direto com o público. Durante esse período, o Vazio consolidou seu espaço no circuito mundial de música extrema, mantendo uma proposta voltada às atmosferas mais sombrias e intensas do gênero.

A história da banda começou a partir da parceria entre Renato Gimenez e Daniel Vecchi. Ao recordar os primeiros passos do projeto, Gimenez destaca a dimensão que a trajetória alcançou desde sua formação. "Há dez anos, eu e Daniel começamos o Vazio do zero, sem imaginar até onde a banda poderia chegar. A experiência acumulada em outras bandas, com discos gravados e turnês realizadas, foi fundamental para construir a identidade do Vazio e consolidar seu espaço no underground brasileiro e internacional", afirma.

Ao longo da década, o grupo também construiu uma discografia marcada pela independência e pela conexão com diferentes segmentos da cena extrema. Foram dez lançamentos entre CDs, LPs e fitas, incluindo álbuns, EPs e splits com bandas de diferentes partes do mundo. Nos palcos, o Vazio soma centenas de apresentações em quase todos os estados brasileiros, além de duas turnês europeias que resultaram em mais de 50 shows realizados em 17 países.

Para Gimenez, entretanto, os números representam apenas parte de uma história cujo principal elemento permanece sendo a música. "Essa trajetória revela a intensidade e a perseverança que sempre marcaram o Vazio e sua atmosfera mortuária. Mas, acima de números e conquistas, o que sustenta essa história é a nossa música. É ela a verdadeira protagonista e o elo com um público fiel, que encontra no nosso black metal não apenas peso e extremismo, mas também a atmosfera e a identidade", ressalta.

A apresentação no Sesc Belenzinho foi concebida justamente como uma celebração de todas essas fases. O repertório percorrerá diferentes momentos da carreira da banda, reunindo músicas que ajudam a contar sua trajetória desde os primeiros anos até o presente. Ao falar sobre a ocasião, Renato também destaca a dimensão simbólica da celebração e a relação construída com o público ao longo dos anos. "Celebrar dez anos de história é celebrar junto aos mortos e vivos que abençoam nosso caminho, e esperamos contar com o apoio de todo nosso público nessa ocasião especial no Sesc Belenzinho. Tocaremos músicas de todas as fases da banda. Laroyê!", afirma.

O show acontece na Comedoria do Sesc Belenzinho, localizado na Rua Padre Adelino, 1.000, próximo à estação Belenzinho do Metrô, em São Paulo. Os ingressos estarão disponíveis a partir de outubro nas unidades do Sesc e pelo portal online.

A arte do evento é assinada por Dark Jordão.


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Fonte:Ase Press 


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Bebê Feio apresenta “Tragédia”, primeiro álbum da banda






Com influências de Death, Doom, Sludge, Black Metal, Hardcore e Deathcore, grupo apresenta trabalho conceitual estruturado como uma tragédia grega.


Pesado, agressivo, desconfortável e difícil de encaixar em uma única prateleira do metal. É assim que o Bebê Feio chega a “Tragédia”, primeiro álbum completo de sua carreira e trabalho que transforma alguns dos aspectos mais sombrios da experiência humana em uma narrativa dividida em três atos e um epílogo.


Formado em 2021 por Johnny, Pedrinho, Leandro, Bruno e Gunther o Titã, o Bebê Feio surgiu quando os cinco músicos resolveram fazer uma boa bagunça sonora. Algumas bebidas de procedência duvidosa depois, Death, Doom, Sludge, Black Metal, Hardcore e Deathcore acabaram misturados em uma sonoridade agressiva e difícil de rotular.







A solução encontrada pela própria banda foi simples: chamar tudo isso de metal feio.



Se nas redes sociais o grupo faz questão de alimentar a fama com graçolas e presepadas, musicalmente o Bebê Feio trata a coisa com muito mais seriedade. Depois dos EPs “Bebê Feio” e “Bestiário”, que marcaram uma espécie de puberdade prematura da banda, chega agora a suposta maioridade com “Tragédia”.



O ponto de partida do álbum nasceu de uma ideia tão improvável quanto ambiciosa: e se um disco de metal fosse estruturado como uma tragédia grega?



A resposta está em uma sequência de músicas organizadas em três atos e um epílogo, formando uma narrativa que passa por abuso, culpa, perda, religião, sofrimento, conflitos internos e pela própria capacidade humana de transformar a dor alheia em espetáculo.








A tragédia começa com “Tarântula”. No primeiro ato, a faixa transforma um abusador em um predador cuja presença continua contaminando a vítima mesmo depois de seu desaparecimento.



O segundo ato aprofunda os conflitos. “Sono” questiona como alguém pode cometer atrocidades e, depois, simplesmente continuar dormindo. “Despresença” parte da queda da figura heroica do pai para colocar em dúvida a existência de um Deus protetor.



É também nesse momento que aparece “Tragédia”, primeira música de trabalho do álbum. A faixa desloca o olhar para quem observa o sofrimento e transforma a dor em entretenimento, mostrando que, diante desse espetáculo, ninguém permanece completamente inocente.



No terceiro ato, o Bebê Feio abandona o mundo exterior para mergulhar na própria mente.



“Condição Humana Torturante” transforma o pensamento em um cativeiro. “Toxina da Fé” inverte a lógica religiosa ao sugerir que talvez não seja a carne que contamine a fé, mas justamente o contrário. “Instinto”, por sua vez, encerra o ato rompendo qualquer tentativa de contenção e deixando escapar aquilo que nunca pôde ser domesticado.



Depois de atravessar os três atos, “Sal” assume o papel de epílogo. A música retrata uma mente saturada pelo excesso de informação e que começa a se dissolver lentamente, como uma lesma em contato com o sal.



Mas há algo inesperado escondido no encerramento: esperança.



A harmonia de “Sal” abre uma pequena fresta de luz em meio a tudo o que veio antes. Uma escolha que revela uma contradição importante para compreender o Bebê Feio. Por trás das tragédias, da violência, dos conflitos e das partes mais desagradáveis da condição humana que aparecem em suas músicas, existe uma banda profundamente otimista.







Com “Tragédia”, o Bebê Feio leva seu metal feio para além da mistura de estilos. O termo passa também a representar a maneira como a banda observa aquilo que existe de desconfortável, contraditório e, muitas vezes, feio na experiência humana.



Tudo isso sem abandonar a ideia de que, mesmo no meio da tragédia, ainda existe espaço para acreditar na vida.



Ouça “Tragédia” agora na sua plataforma de streaming preferida:

https://atra.lnk.to/tragedia



Acompanhe a Bebê Feio em seus canais oficiais:


Fonte:LP Metal Press 


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LEPROSY: Apresentação ao lado do Nervosa e do Bloodskin promete devastar Goiânia/GO nesta sexta-feira (11)




O LEPROSY subirá ao palco do De Leon Music Pub (R. 86, 605 - St. Sul), em Goiânia (GO), no dia 11 de setembro (sexta-feira), para uma noite histórica de Metal extremo. A banda se apresenta ao lado do gigante Nervosa, que traz a 'Slave Machine Tour 2026', e do Bloodskin (Slayer Tributo).

Consolidando sua força na cena de Death/Thrash Metal, o LEPROSY entregará um repertório agressivo para celebrar este encontro de peso com o público goiano. A apresentação reforça a conexão visceral da banda com os fãs locais e prepara o terreno para a nova fase de sua carreira no cenário underground nacional.


 Confira abaixo o cartaz e o serviço completo para mais informações:








SERVIÇO:


Evento: Nyl Metal Festival
Atrações confirmadas: LEPROSY, Nervosa e Bloodskin
Data: 11 de setembro de 2026 (sexta-feira)
Horário: A partir das 19h
Local: De Leon Music Pub
Endereço: 86, 605 - St. Sul - Goiânia (GO)
Ingressos: Online via Articket (https://articket.com.br/e/6343/nervosa-goiania)



Novo single, “Abandono”, a caminho!

Logo após o show, o LEPROSY focará no lançamento de seu novo single, "Abandono", faixa que integra o vindouro EP "Sangue e Gelo", agendado para o dia 18 de setembro via Sangue Frio Records. O pré-save digital já está disponível: https://music-stream.lnk.to/Abandono

A banda também promove a camiseta oficial do single, fabricada com a qualidade da Warmagedom Merch e arte frente e verso de Emerson Maia, que traz nas costas a mensagem "Resgate, Adote, Desfaça Essa Maldade" em prol da adoção de animais em situação de rua. Para informações sobre valores e envio, entre em contato via DM no Instagram oficial: https://www.instagram.com/leprosy_br/







Receba essa e outras notícias em primeira mão participando do canal oficial da SFP – Press & PR no WhatsApp AQUI: https://bit.ly/SFPWhatsAppChannel


ASSESSORIA DE IMPRENSA: SANGUE FRIO PRODUÇÕES


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INFESTATIO: Poder do Thrash Metal paulista em entrevista exclusiva ao Heavy Metal Online




O INFESTATIO, um dos principais nomes do Thrash Metal nacional, destila agressividade e vivência no underground em um bate-papo visceral concedido ao prestigiado canal Heavy Metal Online. A conversa revelou os próximos passos do grupo e os bastidores brutais de sua ascensão na cena.

Durante a transmissão, os músicos detalharam o conceito técnico e as raízes profundas que moldaram o aclamado EP “ETHE:REAL”, reforçando o peso do interior paulista. O grupo também abordou o planejamento para retornar com força aos palcos em uma nova rotação no estilo da brutal ‘Unleash The Tour’, garantindo conexão direta com o público headbanger.

Assista à entrevista completa através do link disponibilizado abaixo, fortaleça a imprensa e a cena nacional, e siga o INFESTATIO em todas as suas plataformas oficiais para não perder nenhum lançamento:








“ETHE:REAL” segue em promoção

O INFESTATIO segue promovendo seu atual EP, “ETHE:REAL”, enquanto se prepara para este novo desafio prometendo uma sonoridade que une a técnica apurada de Richard Haddad à agressividade característica da banda.

Lançado oficialmente em 25 de setembro de 2025, “ETHE:REAL” já está disponível em todas as principais plataformas de streaming e download globais. Gravado, produzido e lançado de maneira totalmente independente, o EP apresenta cinco faixas inéditas. Os fãs podem conferir o trabalho completo através do link: https://li.sten.to/Infestatio_EtheReal



Aviso à Imprensa:

O press release completo com todas as informações já está disponível nos três principais idiomas (português, inglês e espanhol) para resenhas, entrevistas e airplays em rádios. Para acessar, basta clicar nos links abaixo:Press Release & Info (PT): https://different-pepper-b66.notion.site/infestatio-ethereal-pr-por
Press Release & Info (ENG): https://different-pepper-b66.notion.site/infestatio-ethereal-pr-eng
Press Release & Info (ESP): https://different-pepper-b66.notion.site/infestatio-ethereal-pr-esp



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Hokka lança novo single/videoclipe ''Vampire'' em colaboração com Samy Elbanna e Jussi 69






A banda de rock finlandesa Hokka uniu forças com alguns dos nomes mais emblemáticos da cena no seu mais novo single épico, "Vampire". Marcando um poderoso encontro de duas gerações do rock finlandês, a faixa traz Samy Elbanna (Lost Society) nos vocais e entregando solos e riffs de guitarra insanos que sustentam a música, acompanhado pelos ritmos avassaladores do lendário baterista do The 69 Eyes, Jussi 69.

"Vampire" entrega uma sonoridade moderna, repleta de adrenalina e absurdamente cativante. O single de alta voltagem chega acompanhado por um clipe espetacular que traduz visualmente a energia explosiva da música.


Assista ao videoclipe de "Vampire":







Crédito Foto: Pekka Keränen





Joel Hokka comenta: "Que privilégio compartilhar essa faixa com meus melhores amigos e irmãos. O Samy, o Jussi, o Jimi e o Pauli sabem o quanto esse tipo de projeto significa para mim depois de tudo o que passei recentemente. 'Vampire' é uma viagem 100% puro rock'n'roll. Espero que esta se torne a trilha sonora oficial do Halloween de 2026 para muitos de vocês."

Jussi 69 acrescenta: "Adoro fazer colaborações com amigos. Curto muito o trabalho do Hokka e, desta vez, assim que ouvi o título da faixa, disse que estava dentro! Com o Samy Elbanna, tenho uma longa história tocando junto na The Local Band, um projeto idealizado por mim e pelo meu saudoso e lendário irmão, Alexi Laiho. Tem sido incrível acompanhar o talento inacreditável e a evolução do Samy até se tornar um dos melhores guitarristas da atualidade. Ele com certeza deixou sua marca registrada na música, o que ficou sensacional! Espero que vocês curtam a faixa tanto quanto eu!"

Samy Elbanna conclui: "Quando me falaram sobre entrar em uma faixa com alguns dos melhores músicos da Finlândia — que por acaso também são grandes amigos e irmãos —, eu já estava dentro. E assim que ouvi a música, soube que seria insanamente divertido de fazer. Um riff forte, um refrão marcante e a chance de tocar guitarra mais alto do que nunca: como não amar? O vampiro de Helsinki original e a nova geração estão chegando para pegar vocês!"







HOKKA & LOST SOCIETY:


Miseria is a State of Mind - Tour 2026

18.09.2026 Billnäs Rock Festival
19.09.2026 Tavara-asema, Tampere
25.09.2026 Tarkastamo, Oulu
26.09.2026 Lutakko, Jyväskylä
02.10.2026 Sawohouse Underground, Kuopio
03.10.2026 Kerubi, Joensuu
10.10.2026 Möysä, Lahti
16.10.2026 Logomo, Turku
17.10.2026 Ääniwalli, Helsinki

Link para ingressos: https://lostsociety.fi/tour/







TURNÊ CONJUNTA LOST SOCIETY & HOKKA EU / UK 2027

MISERIA IS A STATE OF MIND 2027

13.02. Hamburg, DE - Betty
14.02. Dordrecht, NL - Bibelot
16.02. London, UK - The Dome
18.02. Köln, DE - Club Volta
19.02. Paris, FR - Backstage
21.02. Frankfurt, DE - Nachtleben
22.02. Munich, DE - Backstage
23.02. Vienna, AT - Flex Cafe
25.02. Berlin, DE - Hole44


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 / discord


 / hokkasyndicate


 / hokkasyndicate 

discord

Fonte:Nuclear Blast Records



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terça-feira, 8 de setembro de 2026

Natura Musical e Banda Lamparina apresentam o single Pura Magia que integra o álbum "Delírio Coletivo"




Antecipando o lançamento da segunda parte do álbum "Delírio Coletivo", patrocinado pelo edital Natura Musical, a banda Lamparina apresenta a faixa "Pura Magia". O novo single da banda mineira já está disponível em todas as plataformas digitais.


Uma imagem aparentemente banal vista durante uma viagem e a lembrança de um filme ambientado em uma instituição psiquiátrica serviram como ponto de partida para a criação de “Pura Magia”, novo single da Lamparina. Composta pelo músico Calvin Delamare, integrante da banda, a canção transforma essas duas referências em uma narrativa sobre fantasia, repetição e os limites entre o que é real e o que existe apenas dentro da nossa percepção.

A primeira inspiração surgiu durante uma viagem. À beira da estrada, Calvin avistou uma casa noturna com aparência de cabaré e imaginou para ela um nome: Pura Magia. A expressão permaneceu em sua memória e despertou imediatamente o desejo de transformá-la em música.

A ideia ganhou um novo significado quando o compositor a aproximou do universo de “Delírio Coletivo”, o 4º álbum da banda, lançado pelo edital Natura Musical. O trabalho estabelece um diálogo com questões relacionadas à saúde mental e à luta antimanicomial.

Nesse processo, Calvin recuperou a lembrança do filme russo Dom Durakov (Casa dos Loucos/2002), ambientado em uma instituição psiquiátrica localizada em uma região de conflito. Na história, uma das internas, mesmo submetida à rotina de medicamentos e aos procedimentos da instituição, mantém um relacionamento imaginário com uma figura que existe apenas em sua fantasia. Enquanto uma guerra transforma o mundo ao seu redor, ela escuta repetidamente uma mesma música e retorna continuamente àquela realidade particular.

“Pura Magia” nasce justamente da mistura entre essas duas imagens.

“A Pura Magia é como um sintoma, um efeito colateral. A coisa se repete, todo dia recomeça, ela tem esse relacionamento fictício e, no outro dia, começa tudo novamente. Essa sensação fica no ar”, explica Calvin Delamare.

A expressão que inicialmente poderia sugerir apenas encantamento ganha, assim, um sentido ambíguo. A “magia” da canção pode ser compreendida como fantasia, delírio, refúgio e também como consequência de uma realidade alterada pela medicação e pelo confinamento.

Essa dualidade aproxima a faixa das questões que atravessam “Delírio Coletivo”. Neste novo álbum, a Lamparina utiliza a música também como território para discutir liberdade, subjetividade e diferentes formas de perceber e experimentar o mundo. A referência à luta antimanicomial amplia essa reflexão ao colocar em perspectiva modelos historicamente baseados no isolamento e na institucionalização de pessoas em sofrimento psíquico.

Musicalmente, “Pura Magia” transforma esse universo complexo em uma faixa pulsante e envolvente. A repetição assume papel importante na construção de sua atmosfera, remetendo ao movimento cíclico que inspirou a composição: o dia termina, outro começa e aquela sensação retorna. Mais uma vez, a Lamparina estabelece um contraste entre uma sonoridade capaz de provocar movimento e uma narrativa que guarda diferentes camadas de interpretação.

Em vez de oferecer respostas, “Pura Magia” habita justamente essa fronteira instável entre realidade e imaginação. Uma música que começou com uma placa imaginada à beira de uma estrada, encontrou uma personagem do cinema e terminou incorporada ao universo de inquietações da Lamparina.

O projeto “Delírio Coletivo” é viabilizado com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e conta com o patrocínio da plataforma Natura Musical.



“Neste ano de comemoração de duas décadas em atividade, Natura Musical reafirma seu compromisso com a música com a visão de ser uma plataforma de valorização do nosso patrimônio de humanidades, que conecta e amplia a cultura de indivíduos e povos. Acreditamos que projetos como este, que traz um universo de sonoridades, estéticas, narrativas e processos criativos, auxiliam na construção e renovação da cena musical brasileira”, pontua Julia Ceschin, Head da Marca Natura e Marketing Estratégico Brasil.



Sobre a Lamparina - @lamparinaoficial



Formada em 2018, Lamparina é uma banda mineira que tem despontado no cenário nacional com canções repletas de brasilidade. O grupo é composto por Marina Miglio (vocal), Cotô Delamarque (vocal e guitarra), Calvin Delamarque (baixo), Stênio Galgani (guitarra), Bino (percussão) e Valéria Santos(bateria). Ao todo, a banda acumula mais de 50 milhões de reproduções nas plataformas digitais. Seus últimos lançamentos são o álbum Original Brasil (2023) e os singles “Besteira Minha” (2024) e “Conversa Fiada” (2024), com Mariana Aydar, que celebram a pluralidade musical brasileira.



Sobre Natura Musical


Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que completa 20 anos valorizando a música como um veículo de bem estar e conexão. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu mais de R$ 200 milhões no patrocínio de mais de 600 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical.


Serviço:



Lamparina lança single “Pura Magia”

Já disponível em todas as plataformas digitais


Fonte: A Dupla Informação



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Manger Cadavre? lança clipe de “Obsolescência Programada” com estética dos anos 90 em meio às ruínas da antiga Tecelagem Parayba





Faixa integra o álbum “Como Nascem os Monstros”; trabalho conceitual que explora diferentes manifestações do medo e transforma a obsolescência de produtos em metáfora para a substituição do trabalhador



Entre as ruínas da antiga Tecelagem Parayba, em São José dos Campos (SP), a Manger Cadavre? encontrou o cenário para o videoclipe de “Obsolescência Programada”, faixa do álbum “Como Nascem os Monstros”. Com imagens captadas por handycams antigas e uma estética deliberadamente inspirada na linguagem audiovisual dos anos 1990, o vídeo transforma o espaço abandonado da antiga fábrica em uma extensão visual dos temas abordados pela música.



Produzido por Gustavo Rodrigues, o clipe é dividido em duas etapas. Na primeira, um explorador percorre as ruínas da Tecelagem Parayba, em uma espécie de investigação sobre o processo que levou um dos maiores complexos industriais de São José dos Campos à obsolescência. A escolha do local estabelece uma relação direta com a própria temática da música: estruturas que um dia foram símbolo de produção e trabalho agora permanecem como vestígios de um modelo econômico ultrapassado.


Na segunda parte, ocorre uma espécie de passagem atmosférica, transportando o personagem das ruínas para o encontro com a banda. Gravadas no Hocus Pocus Estúdio, também em São José, as cenas utilizam chroma key para construir uma ambientação propositalmente artificial e perturbadora. A forte saturação das cores cria uma atmosfera tóxica, quase radioativa ou subterrânea, que dialoga com a sonoridade pesada e a textura áspera das guitarras da Manger Cadavre?.


A opção por uma estética considerada tecnicamente “ultrapassada” também faz parte do conceito do videoclipe. Para a banda, recuperar recursos e linguagens dos anos 1990 é uma forma de questionar a padronização estética provocada pelas novas tecnologias.


“A gente está vivendo uma época em que cartazes de shows estão sendo feitos com IA com uma estética padrão, clipes e filmes estão deixando de produzir efeitos materiais para usar o CGI de forma plástica, sem emoção. Fotos estão sendo tratadas com IA, fazendo correções de ‘imperfeições’ no rosto das pessoas. E a gente não curte nada disso. Retroceder para uma estética em que a tecnologia estava começando a existir nos clipes, mas em que a escolha do editor era essencial, é uma crítica à superficialidade da perfeição produzida pela inteligência que aniquila a originalidade”, comenta a banda.


O trabalhador como produto descartável


Em “Obsolescência Programada”, a banda parte de um conceito associado à indústria e ao consumo para ampliar a discussão sobre trabalho e exploração que tem os países de terceiro mundo como colônias. A letra critica um modelo econômico baseado na produção descartável para nós, enquanto o melhor é exportado, no consumo compulsório e na exploração da mão de obra barata. Nesse contexto, a obsolescência deixa de atingir apenas objetos: o próprio trabalhador passa a ser tratado como uma peça substituível.


A música também aborda o medo do desemprego e a insegurança provocada pela possibilidade constante de substituição. A crítica ganha novas camadas diante das transformações recentes nas relações de trabalho, marcadas pela precarização e pela perda de direitos.


“Em época de pejotização, em que boa parte dos trabalhadores não possui direitos e garantias sociais, a insegurança é algo constante no dia a dia. A letra dessa faixa possui algumas camadas, que somam essas três linhas de interpretação”, explica Nata, vocalista da Manger Cadavre?.


A composição surgiu durante a primeira turnê europeia da banda. Nata conta que escreveu a letra enquanto estava no telhado de um prédio em Berlim, em uma experiência que acabou se transformando em uma reflexão sobre desigualdade econômica, consumo e dependência. Enquanto o instrumental estava pronto, contando com inspiração de bandas como Bolt Thrower, Carcass e o death metal dos anos 90 nas cordas e a energia do hardcore crust na bateria, a inspiração para a letra só chegou naquele momento:


“Eu tinha acabado de preparar um almoço para cinco pessoas, com ingredientes que no Brasil não teria gastado menos de R$ 200 e, lá, gastei cerca de 8 euros, o equivalente a R$ 60 na época. Quando li na embalagem da passata, que no Brasil é vendida como um molho de tomate especial e lá é simplesmente molho, que os tomates haviam sido cultivados no Brasil, aquilo me chamou atenção”, relata.


O episódio aconteceu durante um período de alta do café e de forte exportação de commodities brasileiras. Ao mesmo tempo em que se deparava com preços e condições de consumo muito diferentes das encontradas no Brasil, a vocalista também observava a qualidade e a tecnologia presentes em produtos cotidianos na Europa.


“Era a mesma época da alta do café, pois estávamos exportando tudo e tínhamos que consumir a pior qualidade do que sobrava e pagávamos caríssimo por ele. Ao mesmo tempo, eu ainda estava impactada ao ver a tecnologia e a qualidade das coisas comuns do dia a dia, que lá são absurdamente melhores que as nossas. O sentimento era de choque de realidade: nunca deixamos de ser colônia”, conclui Nata.


Lançado pela Manger Cadavre?, “Como Nascem os Monstros” é um trabalho temático que investiga diferentes manifestações do medo, atravessando questões individuais e coletivas. Em “Obsolescência Programada”, esse medo aparece associado à precarização da vida, ao desemprego e à sensação de que, dentro de um sistema baseado no descarte, pessoas também podem se tornar obsoletas.






Sobre o Manger Cadavre?




O Manger Cadavre? é uma banda com longa jornada de auto expressão e criatividade. Com uma sonoridade única que mistura influências de várias vertentes do som extremo com enfoque no death crust / hardcore, busca transmitir mensagens profundas e provocativas por meio de suas músicas. Suas diversas turnês já percorreram a maior parte do território nacional e a rota de grandes festivais, como Abril Pro Rock. Em 2024, embarcaram para uma apresentação no lendário Obscene Extreme, na República Tcheca, além de outras datas pela Europa. Em 2025 caíram na estrada com a turnê de divulgação do álbum mais recente “Como Nascem os Monstros”. Em 2026, a banda oriunda de São José dos Campos, interior de São Paulo, está completando 15 anos de existência e tem comemorado a marca na estrada com shows por todo o Brasil. Manger Cadavre é Nata de Lima (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo).






Links Relacionados:

YouTube – https://www.youtube.com/mangercadavre

Fonte:Agência 1a1 | Media For Music


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Paulo Miklos leva Coisas da Vida ao palco em show inédito em São Paulo





Realizado pela 30e e apresentado por Itaú Live, o espetáculo baseado no primeiro projeto em que o artista se dedica exclusivamente à interpretação ocorre em 30 de outubro, no Tokio Marine Hall; clientes Itaú têm pré-venda a partir de 8 de setembro, às 14h, no site da Eventim


Paulo Miklos passou boa parte da vida cantando músicas que entraram para o repertório de outras pessoas. Em Coisas da Vida, seu novo álbum, ele inverte essa relação e parte das canções que entraram para a sua própria história. São 11 músicas que o artista não compôs, mas que ajudam a contar sua formação musical e afetiva, de Adoniran Barbosa e Rita Lee a Beto Guedes, Cazuza e Criolo. No dia 30 de outubro, esse setlist chega pela primeira vez ao palco, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. Realizado pela 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e apresentado por Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, o espetáculo terá pré-venda exclusiva para clientes Itaú entre 8 de setembro, às 14h, e 10 de setembro, às 14h, com 30% de desconto nos ingressos nas condições previstas pela promoção. A venda geral começa em 11 de setembro, às 15h, pela Eventim (acesse aqui).

A escolha das músicas de Coisas da Vida não segue uma cronologia ou um único gênero. Rita Lee, Beto Guedes, Adoniran Barbosa, Sérgio Sampaio, Paulo Diniz e Criolo convivem em um roteiro que passa ainda por canções como “Evidências”, “Xibom Bombom” e “O Tempo Não Para”. O ponto de encontro entre elas é Paulo: são músicas que, em diferentes momentos e por vias distintas, passaram a fazer parte de sua vida.

“Levar o repertório desse disco para o palco é uma grande alegria! Diante do público tudo passa a fazer mais sentido. E essas “Coisas da Vida” são as músicas da minha vida”, comenta Paulo Miklos.

O álbum Coisa da Vida também nasceu com uma dimensão visual. Cada faixa ganhou um universo próprio, reunido em um filme contínuo que acompanha Paulo por diferentes cenários de São Paulo. No espetáculo, essa relação entre música e imagem ganha uma nova leitura diante do público.

Para a apresentação, o cantor e compositor estará acompanhado por Camila Teixeira (bateria), Natalia Ferlin (guitarra), Thais Andrade (teclados) e Otavio Carvalho (baixo). Ao vivo, as 11 faixas do trabalho se entrelaçam com músicas de diferentes fases da carreira do artista, ampliando a conversa entre as referências que o formaram e o repertório que ele próprio ajudou a construir.

“A relação da 30e com o Paulo Miklos vem sendo construída há algum tempo. Estivemos com ele durante a turnê Titãs Encontro, que rodou estádios do país, e nos reencontramos, agora, para somar em um show que chega com outra dimensão. Coisas da Vida mostra um Paulo que continua curioso, experimentando e encontrando novas formas de se colocar artisticamente. Essa inquietação é uma característica muito presente na trajetória dele e também o que faz com que cada novo projeto abra uma conversa diferente com o público”, afirma Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.

"Por meio do Itaú Live, buscamos criar experiências que aproximem as pessoas daquilo que é importante para elas. Receber Paulo Miklos em São Paulo é uma forma de celebrar a força da música brasileira, que acompanha diferentes gerações, desperta lembranças e continua conectando pessoas por meio de histórias e emoções compartilhadas”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú Unibanco.

Ao levar Coisas da Vida para o palco, Paulo transforma uma seleção muito pessoal de referências em um novo capítulo de sua própria carreira. Canções que chegaram até ele em diferentes momentos agora passam também pela sua voz.





SERVIÇO


Paulo Miklos apresenta “Coisas da Vida”
Realização: 30e
Apresentação: Itaú Live

SÃO PAULO

Data: 30 de outubro de 2026 (sexta-feira)
Local: Tokio Marine Hall - Rua Bragança Paulista, 1281 - Várzea de Baixo - São Paulo/SP
Horário de abertura da casa: 20h
Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Setores e preços:
Pista - R$ 87,50 (meia-entrada) | R$ 140,00 (entrada social) | R$ 175,00 (inteira)
Frisa - R$ 97,50 (meia-entrada) | R$ 156,00 (entrada social) | R$ 195,00 (inteira)
Cadeira Alta - R$ 97,50 (meia-entrada) | R$ 156,00 (entrada social) | R$ 195,00 (inteira)
Camarote - R$ 97,50 (meia-entrada) | R$ 156,00 (entrada social) | R$ 195,00 (inteira)

Pré-venda clientes Itaú Unibanco

Todos os clientes Itaú Unibanco: 8 de setembro, às 14h, até 10 de setembro, às 14h
Venda geral: 11 de setembro, às 15h, online, e às 16h na bilheteria
Venda online: eventim.com.br/artist/paulo-miklos/
Bilheteria oficial: Nubank Parque - Bilheteria A - Rua Palestra Itália, 200 - Água Branca - São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h
* Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

Benefício para clientes Itaú Unibanco
Pré-venda exclusiva com 30% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito no período
*Compra de 4 ingressos por CPF - sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade (sujeito a disponibilidade)

Parcelamento em até 3x sem juros
O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso.

Sobre a 30e

A 30e é a maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo. A empresa cria, desenvolve e opera turnês, festivais, arenas, projetos proprietários e parcerias estratégicas com marcas, conectando artistas e públicos por meio de experiências ao vivo de grande escala.

Com um portfólio que reúne nomes como Paul McCartney, System Of A Down, Lana Del Rey, Twenty One Pilots, Florence and the Machine, Kendrick Lamar, Slipknot, Gorillaz, The Killers, Roger Waters e Bring Me The Horizon, a 30e vem consolidando sua posição como uma das principais forças da nova geração do live entertainment.

A partir do Brasil, a companhia também tem ampliado a presença de artistas nacionais em projetos de grande escala, como Titãs Encontro, SUPERTURNÊ do Jão, a despedida do Natiruts e TEMPO REI, última turnê de Gilberto Gil. No mercado internacional, a 30e fortalece sua atuação global por meio de acordos estratégicos de longo prazo com artistas como System Of A Down e Faith No More. Com mais de 200 eventos por ano e atuação cada vez mais integrada entre Brasil, América do Sul e mercado global, a 30e desenvolve seu trabalho sob o posicionamento de Delivering Happiness.

Sobre o Itaú Live

Itaú Live é a plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, criada para conectar fãs, artistas e experiências ao vivo em uma estratégia de relacionamento de longo prazo. A iniciativa potencializa toda a atuação do banco nesse território, reunindo shows, festivais e conteúdo.

Entre os pilares da plataforma está a parceria estratégica de cinco anos com a 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, que garante escala e recorrência de shows e turnês em todo o país. Ao colocar o fã no centro da jornada, o Itaú Live transforma a música em um ecossistema de conexão, oferecendo condições especiais de compra, descontos, parcelamento sem juros e experiências exclusivas que ampliam o acesso e qualificam a vivência nos eventos. Site: https://www.itau.com.br/itau-live


Comunicação - 30e
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Fonte:30E


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