quarta-feira, 17 de março de 2021

Wheels of Confusion: Em entrevista, baterista Bruno Neves revela sua história e como se tornou integrante da banda




O Wheels of Confusion vem se destacando por mesclar com uma qualidade ímpar, elementos de Heavy e Stoner, gerando assim uma sonoridade forte e empolgante. Recentemente a banda lançou seu single de estreia, “The Sound of a Brazen Bell”, e no momento está preparando uma nova música, “Black Sky Coming Down”, para lançamento em breve. Formada por músicos com ótimos serviços prestados na cena do Sul do Brasil, tivemos a oportunidade de conversar com um deles, o baterista Bruno Neves, que nos contou um pouco a respeito de sua história na música pesada, e de como surgiu o convite para fazer parte do Wheels of Confusion.

Quando descobriu a bateria e se interessou pelo instrumento?

A bateria surgiu cedo na minha vida, através da influência familiar. Aos 5 anos, tentava executar músicas dos Ramones e AC/DC quando via os clipes na MTV, e fui aprendendo sozinho, até que iniciei aos 6 anos de idade os estudos com um professor.

Quais bandas e projetos você já participou e quantos registros já gravou como músico profissional?

Como um músico profissional hoje no Brasil, é inevitável ter que participar de diversos projetos e bandas para poder ter um bom retorno. Houve épocas em que estive em 8 bandas ao mesmo tempo, sendo vários tributos, covers e algumas autorais. Em estúdio tenho registros de singles, discos e alguns clipes. Destaco o vinil “A máquina está grávida” lançado com os Bardos da Pangeia em 2018 e o EP “You” lançado com a Elixir Inc. em 2019 (produção com Adriano Daga e mix e master com Brendan Duffey), ambos com clipes disponíveis no YouTube e músicas nas plataformas digitais. Hoje, participo e gravo diversos projetos, mas a minha banda de trabalho é a Elixir Inc.


Como baterista, quais são suas grandes influências musicais e quais músicos você se inspira?

Hoje me influencio por tudo que escuto, seja rock, pop, reggae, mpb, eletrônico até o metal! Ouço desde Pink Floyd, até música nativista gaúcha e metal extremo. Eu sou um grande fã do clássico e as minhas maiores referências passam por John Bonham, Keith Moon, Buddy Rich, Nicko McBrain e Lars Ulrich. Algumas influências nacionais que me inspiram posso citar Cláudio Infante, Kiko Freitas e no metal a nova “safra” com Bruno Valverde e Eloy Casagrande! Vale destacar também o Aquiles Priester, com quem pude estudar e é uma grande referência no quesito profissional da carreira.


Qual set de bateria você costuma usar para gravações e shows? Se existir diferenças entre um e outro, mencione elas e os motivos que o fazem escolher diferentes instrumentos para gravar e tocar.

Não tenho um set definitivo, procuro adaptar ele para cada projeto respeitando as necessidades musicais. Em estúdio procuro explorar sonoridade, já ao vivo, tento mesclar a sonoridade e também um visual bacana para quem está assistindo e é entusiasta da bateria como eu. Meu set ao vivo hoje com a Elixir é uma bateria luthier, feita sob medida, baseado em baterias antigas de rock, bumbo 24” e tambores grandes mesclados com outros sem pele de resposta. Em estúdio, exploro peles diferentes, tamanhos e medidas diferentes e claro que ajusto o set pensando na microfonação ideal para aquele projeto.

Como surgiu o convite para integrar o Wheels of Confusion?

O Felipe Carlesso, que é o idealizador do projeto, dividiu os palcos comigo num projeto cover de Motorhead chamado “Aftershock”. Desde então mantivemos contato e o Felipe me mostrou as demos desse projeto, que achei muito legal e já topei na hora.


Qual sua contribuição como compositor e arranjador musical na banda?

As demos já estavam bem encaminhadas quando entrei em estúdio, mas como em todo trabalho em equipe, surgiram situações em que tive ideias e sugestões de alteração conforme a coisa foi tomando forma. O arranjo de bateria foi todo elaborado em estúdio, por mim, já que o Felipe deu essa liberdade.


Após o lançamento do primeiro single “The Sound of a Brazen Bell”, o que você pode revelar aos fãs que está sendo preparado musicalmente pelo Wheels of Confusion?

O EP conta com músicas bem diferentes uma das outras, então com certeza o público vai se contentar com o quesito novidade nas próximas músicas. A sonoridade também está muito legal, em conjunto com o Matheus Carrer no Cosmic Music tiramos um som de bateria excelente.


Pra encerrar deixe uma mensagem para o leitor que ainda não conhece os seus trabalhos!

Procurem meu canal no YouTube: “Bruno The Last Neves Drummer”, onde tenho alguns drum covers e vídeos de gravações. Outro projeto que gravo e faço mixagem e masterização, é uma banda de Collab surgida na pandemia e tem bastante material bacana com rock e metal progressivo: “ProgRam Music Productions”. E claro, pesquise Elixir Inc. nas plataformas digitais e mídias sociais, tem bastante material sendo produzido mesmo em período de pandemia!


Instagram:

@essebrunoneves

@elixirincorporated

@program.music

@wheelsofconfusionproject


Recentemente o Wheels of Confusion lançou o single “The Sound of a Brazen Bell”. A música já se encontra disponível nas plataformas de streaming, podendo ser ouvido no link abaixo.

https://open.spotify.com/track/6PuuIYrRD7Nt1Cnq1tQD1K?si=4XlKX_nqQYW5lBj0F7Jrlw


Para se manter informado das novidades do Wheels of Confusion, fique ligado nas redes sociais da banda.

Formação:

Felipe Carlesso :Guitarra/Baixo
Vinicius Durli : Vocal
Bruno Neves : Bateria 
Vini Tonello : Teclado


Links Relacionados :

Instagram: https://www.instagram.com/wheelsofconfusionproject/

Facebook: https://web.facebook.com/Wheels-of-Confusion-107066904552300

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC89GZDfnTrXP70xGGwGHW_Q?guided_help_flow=5

Fonte:Roadie Metal


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