sábado, 7 de novembro de 2026

Föxx Salema lança o single "I Refuse" mantendo a tradição de Halloween





Faixa integra o tracklist do álbum "Metal is Metal", traz influências de Iron Maiden e Judas Priest, e envia mensagem contra opositores na cena.


A vocalista FÖXX SALEMA disponibilizou nas plataformas digitais o single "I Refuse", mantendo sua tradição de realizar lançamentos oficiais no dia 31 de outubro. O novo material integra o repertório do segundo álbum de estúdio, "Metal is Metal", e aposta na vertente do Power Metal, resgatando influências estruturais de expoentes do Heavy Metal tradicional, especificamente Iron Maiden e Judas Priest.


Ouça "I Refuse" no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-en/album/0QwDrLOujJnm1LWCJ0Mj19



Na elaboração da música, houve colaboração direta na coautoria instrumental. Um dos riffs principais de "I Refuse" foi estruturado em conjunto com o guitarrista e professor de música Beto Lani, que assina a respectiva base ao lado da cantora. O aspecto lírico funciona como uma resposta objetiva aos seus opositores na cena Metal. A letra fala sobre o posicionamento da artista em não ceder perante tentativas de intimidação e silenciamento. A ilustração da capa reflete este conceito de recusa à submissão ao exibir a figura de um rei morto, simbolizando a queda de falsas autoridades no Brasil.



Sobre o direcionamento temático e a manutenção da data de lançamento, FÖXX SALEMA detalha: "Lançar material no dia 31 de outubro, Halloween, já virou uma tradição para nós. A cena musical tem seus obstáculos e opositores, mas a letra deixa claro que eu me recuso a baixar a cabeça para ataques. A música é basicamente um Power Metal direto, com a essência de nomes como Iron Maiden e Judas Priest, e o seu riff principal deixou a ‘I Refuse’ com a energia exata que a canção pedia."



A gravação de "I Refuse" conta com FÖXX SALEMA (letra, música, vocal principal e vozes de apoio), Cleber Magalhães (teclado), Beto Lani (guitarras), Alessandro Moschini (baixo) e o músico de estúdio A. Kelvin (bateria). A responsabilidade técnica da mixagem e masterização ficou a cargo de Alex Voorhees. O material é co-patrocinado pelo portal Road to Metal, administrado por Caco Garcia.



Sobre a artista:



Ativa na música desde 1996, a cantora e compositora de Heavy Metal FÖXX SALEMA conquistou seu espaço na cena independente brasileira com o álbum de estreia "Rebel Hearts" (2019), que teve sua tiragem física de mil cópias esgotada e já ultrapassou a marca de 1 milhão e 200 mil streams nas plataformas digitais. Reconhecida por suas letras engajadas e pela defesa dos direitos lGBT+ no meio musical, ela trabalha ao lado do marido e tecladista Cleber Magalhães. Seu penúltimo single é "Dead Flies Rising". A artista segue trabalhando em "Metal is Metal".



Colabore com o financiamento coletivo do novo álbum “Metal is Metal”:

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/foxx-salema-metal-is-metal



Créditos da Ilustração: Föxx Salema e Cleber Magalhães


Links Relacionados:

Site: www.foxxsalema.com.br

Spotify: https://bit.ly/FöxxSalema

Bandcamp: https://foxxsalema.bandcamp.com

Playlist Oficial: https://bit.ly/ThisIsFöxxSalema

Instagram: www.instagram.com/foxxsalema

YouTube: www.youtube.com/user/foxxsalema

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br



Fonte: WarGods Press

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Ícone do rock nacional, Paulo Ricardo apresenta turnê "Reinventar" em Porto Alegre, Curitiba e São Paulo





Repertório atravessa décadas, combina diferentes sonoridades e traduz a permanente evolução criativa do artista.


Uma das vozes mais emblemáticas do rock brasileiro, Paulo Ricardo segue como protagonista de uma história que ajudou a transformar a música nacional. Com mais de quatro décadas de atuação, o cantor e compositor construiu um repertório que atravessa gerações, conquistou milhões de fãs e permanece vivo na memória afetiva do público. Agora, impulsionado pelo sucesso da turnê “XL”, ele apresenta “REINVENTAR”, espetáculo que traduz sua inquietude criativa e reafirma sua capacidade de surpreender a cada novo encontro com os fãs.

Os shows acontecem, nesta sexta-feira (06/11), no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre, e neste sábado (07/11), no Teatro Positivo, em Curitiba. Já no dia 19 de dezembro, o frontman retorna ao imponente palco do Teatro Bradesco, em São Paulo, após estreia com ingressos esgotados. Mais informações sobre a venda de ingressos estão disponíveis em linktr.ee/pauloricardooficial. Confira o serviço abaixo.

“REINVENTAR” representa a essência de Paulo Ricardo. A liberdade de experimentar, explorar novas possibilidades musicais e manter acesa a conexão com aquilo que o consagrou. O espetáculo estabelece uma ponte entre diferentes momentos de sua produção artística, combinando a força dos grandes clássicos com arranjos contemporâneos, interpretações intensas e uma identidade sonora que reflete sua maturidade musical.

A apresentação percorre os capítulos mais marcantes de sua produção, desde a revolução cultural protagonizada pelo RPM nos anos 1980 até os sucessos que consolidaram sua carreira solo. No repertório, canções como “Louras Geladas”, “Revoluções por Minuto”, “Alvorada Voraz”, “Rádio Pirata”, “London London” e “Olhar 43” dividem espaço com “Dois”, “Tudo por Nada” e “O Verso”, música que liderou as rádios pop rock ao longo de 2025. Outro momento especial fica por conta de “Imagine”, versão autorizada por Yoko Ono, interpretada com a identidade e a sensibilidade de Paulo Ricardo.

A concepção musical ganha força com uma banda de alto nível, formada por Ícaro Scagliusi na guitarra, Badel Basso na bateria, Fabio Ribeiro nos teclados e Paulo Ricardo no baixo e voz. A combinação de potência instrumental, precisão e personalidade conduz uma experiência que valoriza tanto a dimensão sonora do rock quanto a interpretação singular do artista.

O espetáculo também abre espaço para homenagens a nomes fundamentais da música brasileira como Cazuza, Renato Russo e Rogério Flausino. Referências artísticas, amizades e influências se encontram em uma apresentação que reconhece a importância de diferentes gerações na construção da identidade do rock nacional.

Desde sua estreia, em julho deste ano, “REINVENTAR” vem conquistando o público com uma proposta que une grandes sucessos, excelência musical e intensidade cênica. Em cada apresentação, Paulo Ricardo reafirma sua vocação para dialogar com diferentes gerações e transformar canções em experiências coletivas.

Nas três capitais, o público terá a oportunidade de reencontrar um artista que permanece em movimento, com a mesma atitude que marcou sua chegada ao cenário musical e a liberdade de quem faz da reinvenção uma assinatura artística.

Serviço Porto Alegre 


Paulo Ricardo em Reiventar
Data: 6 de novembro de 2026
Local: Teatro do Bourbon Country
Endereço: Avenida Túlio de Rose, 71, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 91340-110
Abertura: 20h
Ingressos a partir de R$ 70,00 em até 12x no cartão de crédito com acréscimos
Classificação: Livre. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.

Ingresso online: https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/paulo-ricardo-reinventar-16445


Serviço Curitiba


Paulo Ricardo em Reinventar
Data: 7 de novembro de 2026
Local: Teatro Positivo
Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido
Abertura: 20h
Ingressos a partir de R$ 80,00 em até 3x no cartão de crédito com acréscimos
Classificação etária: 16 anos (menores acompanhados de pais ou responsáveis legais).

Ingresso online: https://www.diskingressos.com.br/evento/9222/2026-11-07/pr/curitiba/paulo-ricardo-reinventar


Serviço São Paulo


Paulo Ricardo em Reinventar

Data: 19 de dezembro de 2026
Local: Teatro Bradesco
Endereço: Rua Palestra Itália, São Paulo, São Paulo, 05005-030
Abertura: 20h
Ingressos a partir de R$ 50,00 em até 12x no cartão de crédito com acréscimos
Classificação: Livre. Menores de 18 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis e crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.

Ingresso online: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/paulo-ricardo-reinventar-16193

Objetos proibidos: cigarro eletrônico; câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais, Go-Pro (Ou similares); cartazes de qualquer tipo; bandeiras e faixas com mastro; guarda-chuvas; bebidas alcoólicas; materiais ou objetos que possam causar ferimentos; armas de fogo ou branca de qualquer espécie; fogos de artifício; copos de vidro ou qualquer outro tipo de embalagem; papel em rolo, jornais e revistas; capacetes de motos ou similares; correntes, cinturões e pingentes; roupas ou acessórios com partes pontiagudas que podem machucar; drogas ilegais, substâncias tóxicas, desodorante, cosmético ou perfume em recipientes com volume superior a 90 ml; materiais destinados à fabricação de bombas ou que possam causar incêndios; lasers, walkie-talkie e drones; pistolas de água, cadeiras, panfletos e adesivos; utensílios de armazenagem; cadeiras ou bancos; bastão para tirar foto; buzinas de ar; mochilas ou bolsas maiores do que 20x30cm; outros objetos que possam causar riscos, dano ou importunação, sujeitos ao critério da produção, segurança e policiamento no local.



Fonte: The Ultimate Music



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Marty Friedman toca “Scenes” na íntegra e revisita clássicos do Megadeth em show no Manifesto Bar na próxima semana





Guitarrista celebra os 34 anos de seu segundo álbum solo em apresentação no dia 11 de novembro, em São Paulo. Repertório também inclui músicas de “Drama” e outros momentos de sua carreira; trio japonês Asterism faz a abertura.

Um dos guitarristas mais respeitados e influentes do heavy metal mundial, Marty Friedman retorna a São Paulo na próxima quarta-feira, 11 de novembro, para uma apresentação especial no Manifesto Bar. O ex-integrante do Megadeth desembarca na capital paulista com a turnê “Live Drama”, que celebra os 34 anos de “Scenes” (1992), seu segundo álbum solo, além de revisitar composições que marcaram sua trajetória.



A grande atração da noite será a execução de “Scenes” na íntegra, uma oportunidade para o público conferir ao vivo um dos trabalhos mais diferenciados da discografia do guitarrista. Lançado em 1992, em meio ao período de enorme popularidade do Megadeth, o disco apresentou uma faceta mais melódica, atmosférica e introspectiva de Friedman, explorando sonoridades que iam muito além do heavy metal tradicional.



Conhecido pela técnica apurada, pelos fraseados inconfundíveis e pela capacidade de combinar velocidade e emoção, Friedman construiu uma carreira que ultrapassa quatro décadas. Sua passagem pelo Megadeth, entre 1990 e 2000, foi decisiva para a história do grupo, especialmente nos álbuns “Rust in Peace” (1990), “Countdown to Extinction” (1992) e “Youthanasia” (1994).



Entre os momentos mais celebrados dessa fase está o solo de “Tornado of Souls”, considerado uma das gravações mais emblemáticas do guitarrista e que também integra a proposta do repertório da atual turnê.



Antes mesmo de conquistar projeção mundial com o Megadeth, Marty Friedman já havia demonstrado seu talento ao lado de Jason Becker no Cacophony, projeto que se tornou referência para admiradores da guitarra virtuosa. Juntos, gravaram os álbuns “Speed Metal Symphony” (1987) e “Go Off!” (1988), trabalhos que ajudaram a consolidar seus nomes entre os grandes instrumentistas da época.



Em sua carreira solo, o guitarrista estreou com “Dragon's Kiss” (1988), álbum marcado por composições intensas, velocidade e influências neoclássicas. Quatro anos depois, “Scenes” mostrou uma direção musical diferente, privilegiando melodias, atmosferas e arranjos elaborados, com influências orientais que se tornariam cada vez mais presentes em sua obra.



Radicado no Japão há mais de duas décadas, Friedman aprofundou essa identidade artística ao longo dos anos, incorporando elementos da música japonesa ao rock e ao metal.



Seu trabalho mais recente de estúdio, “Drama” (2024), reforça justamente essa característica, reunindo composições que equilibram peso, sensibilidade e sofisticação melódica. O disco também marca presença no repertório da turnê, que percorre diferentes momentos de sua discografia.



Para o show em São Paulo, Marty Friedman estará acompanhado de sua banda japonesa, formada por Naoki Morioka (guitarra), Wakazaemon (baixo) e Chargeeeeee (bateria). O grupo é responsável por dar vida aos arranjos complexos e às diferentes atmosferas que caracterizam as composições do músico.



A abertura ficará por conta do trio japonês Asterism, formado por HAL-CA (guitarra), MIYU (baixo) e MIO (bateria). Conhecida pela combinação de rock instrumental, metal e virtuosismo, a banda promete preparar o público para uma noite dedicada à guitarra em suas mais variadas possibilidades.



A apresentação no Manifesto Bar integra a passagem sul-americana de Marty Friedman e representa uma oportunidade especial para os fãs acompanharem de perto não apenas o músico que ajudou a criar alguns dos solos mais conhecidos do Megadeth, mas também o compositor que construiu uma identidade própria, explorando novas possibilidades para a guitarra ao longo de sua carreira.



Com a execução integral de “Scenes”, músicas de “Drama” e clássicos de diferentes fases, o show promete reunir peso, técnica e melodias em uma apresentação que percorre mais de três décadas da história de um dos grandes nomes da guitarra mundial.







Marty Friedman Em São Paulo:


Show: Marty Friedman – Scenes 34th Anniversary and Ultimate Hits Live in Concert


Data: 11 de novembro de 2026 (quarta-feira)

Horário: Abertura da casa às 20h

Local: Manifesto Bar

Endereço: Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia – São Paulo/SP

Abertura: Asterism (Japão)

Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/martyfriedman-saopaulo



Informações:

https://linktr.ee/manifestobar


Fonte:LP Metal Press

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Zetra Eleva Seu Som a Uma Nova Dimensão no Enérgico Alt-Pop De ''Adrena''




Desde a sua estreia em 2024 com um álbum homônimo, o duo alternativo britânico ZETRA sempre pareceu ser composto por seres de outra dimensão. Cobertos por mantos, correntes e com os rostos ostentando a estética corpse paint, o visual extremo e melancólico da banda parecia, à primeira vista, um contraste direto com a sua sonoridade: um pop alternativo grandioso e reluzente, muito mais emotivo e profundo do que a imagem sugeria. Essa contradição sempre foi a chave da essência do ZETRA — uma banda que, por sua própria existência, questiona se os ouvintes de hoje realmente escutam a música com os ouvidos ou com os olhos. Dois anos após o lançamento inicial, o ZETRA se reinventa ao retornar à sua forma visual natural, enquanto leva o som a patamares ainda mais ousados no novo single, ‘Adrena’.

Uma fusão cósmica entre o rock alternativo desafiador que marcou o mainstream dos anos 90 (como Republica e Garbage) e o domínio pop magistral de nomes como Pet Shop Boys e Depeche Mode, ‘Adrena’ pega a atmosfera sombria dos trabalhos anteriores do ZETRA e a impulsiona rumo ao futuro. Ficaram para trás o corpse paint e as silhuetas encapuzadas: em ‘Adrena’, o ZETRA desembarca em uma distopia dinâmica onde o retrofuturismo impera. A dupla surge de cara limpa e com um visual elegante — uma banda que não precisa mais se esconder atrás de artifícios, apresentando uma versão refinada e precisa de um som que antes dependia de um disfarce já ultrapassado.

Para quem realmente esteve atento à música, ‘Adrena’ soará como a evolução natural na trajetória de uma das bandas de pop alternativo mais fascinantes do Reino Unido. Para aqueles que absorveram o ZETRA apenas pela aparência, o single funciona como uma reapresentação de um grupo incansavelmente progressivo que não passa por uma mera reinvenção, mas sim por um renascimento impulsionado por um verdadeiro salto sonoro.

Com ‘Adrena’, o ZETRA abre um novo capítulo em sua saga transcendental; uma fase voltada não apenas para criar músicas sob medida para os sentidos, mas também para abrir um portal para um universo de criação própria. Escape para esse novo mundo agora e mergulhe no universo do ZETRA.



Zetra - Adrena (Official Music Video)








Links Relacionados:


Instagram:  / wearezetra


Facebook:  / wearezetra




YouTube:  / @zetravideo


Fonte:Nuclear Blast Records



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Alex Sant’Anna grava Tom Zé com prima do tropicalista, 1º single do quinto álb




Menina Jesus, com participação de Mamah, é a primeira prévia de “O Futuro é do Pretérito”, novo disco do cantor e compositor de Sergipe.



Com quase três décadas de carreira, o cantor e compositor Alex Sant’Anna, baiano radicado em Aracaju e um dos nomes centrais da música autoral de Sergipe, acaba de lançar sua releitura de Menina Jesus, canção em que Tom Zé retrata a saudade e a fé do migrante nordestino.

A faixa abre os caminhos de “O Futuro é do Pretérito”, quinto disco solo do artista, e tem participação da cantora sergipana Mamah, prima de segundo grau de Tom Zé.

Ouça Menina Jesus em distro.ffm.to/qvxogqe.

“Este é o primeiro single do meu novo disco, O Futuro é do Pretérito. Pra abrir as portas desse disco, lanço Menina Jesus, canção de Tom Zé que já está no meu repertório há tanto tempo que muita gente já me perguntou se era minha. Eu neguei, claro, mas fiquei feliz em saber que alguém chegou a cogitar que essa obra-prima pudesse ser minha”, conta Alex.
Há 15 anos, uma relação

A relação de Alex Sant’Anna com Tom Zé vem de longe. O artista abriu dois shows do tropicalista baiano há cerca de 15 anos e tentou gravar “Menina Jesus” em dois discos anteriores, “Enquanto Espera” (2015) e “Baião Amargo” (2020), sem que a gravação acontecesse. “Agora, para O Futuro é do Pretérito, finalmente eu consegui, e acredito que veio no momento certo, porque a música dialoga com o conceito do álbum”, afirma.

Lançada por Tom Zé no disco “Correio da Estação do Brás” (1978), a canção tensiona o sagrado, o profano e as contradições sociais do Brasil. Ela conta a história de um migrante nordestino que sente saudade da terra natal, mas carrega a obrigação de só voltar quando tiver vencido na vida, com símbolos de ascensão como um relógio de pulso, o filho na escola e o imposto de renda pago.
O som

Na interpretação de Alex Sant’Anna, “Menina Jesus” ganha contornos de rock alternativo e de uma brasilidade torta, aproximando a vanguarda tropicalista da música nordestina contemporânea.

A introdução, guiada por um piano dramático e por arranjos de cordas densos, cria um clima suspenso, pontuado por guitarras em detalhes precisos. O ponto alto vem na passagem para o verso “Bença, mãe”, quando a música explode com bateria pesada e guitarras distorcidas, conduzidas pela voz rouca de Alex.

A produção é de Leo Airplane, parceiro de longa data do artista, e do próprio Alex Sant’Anna, com produção executiva de Nah Donato.
Quem é Mamah

“E falando em prima, convidei Mamah, com seu sangue de Irará, pra cantar comigo nesta canção”, diz Alex, em referência à cidade baiana onde Tom Zé nasceu.

Cantora e compositora sergipana, Mamah iniciou a carreira em 2018. No ano seguinte, ficou em segundo lugar no festival Sescanção com as canções “Dose de Amor” e “Lua em Leão”. Em 2021, lançou o EP de estreia, “Elã”, e, entre 2023 e 2025, três singles, entre eles “Pense N’eu”, com participação de Táia, e “Na Guerra Começo a Dançar”, com NG Lampião da Rima e Bricelet. Também atua como backing vocal de artistas como Rebecca Melo, Morgana, Anne Carol e Joésia Ramos e integra o Coletivo Sergipano de Mulheres no Samba, que fortalece a presença feminina na cena musical.
Trajetória

Nascido em Ipiaú, no interior da Bahia, Alex Sant’Anna se mudou para Aracaju aos 15 anos e começou a tocar profissionalmente em 1997. Em 2001, foi um dos fundadores da banda Naurêa, que misturava samba e baião e levou a música sergipana a turnês pela Alemanha. Na carreira solo, lançou os discos “Aplausos Mudos, Vaias Amplificadas” (2004), “Enquanto Espera” (2015), “Baião Amargo” (2020) e “Encruzilhada” (2022), este último gravado com compositores de seis estados.

Ao longo da carreira, dividiu o palco com nomes como Tom Zé, Liniker, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro, assinou trilhas para teatro e cinema e compôs boa parte do repertório d’A Banda dos Corações Partidos.

Também é criador do selo Disco de Barro e do coletivo Serigy All Stars, que mantém uma playlist dedicada aos lançamentos sergipanos e realizou, em janeiro de 2026, a primeira edição do Festival Serigy All Stars. Em 2025, recebeu o título de Cidadão Sergipano da Assembleia Legislativa de Sergipe.
O tempo como tema: novo álbum

O novo disco iria se chamar “Feito Benção”, mas o nome mudou no meio do processo de composição. “À medida que fui compondo as canções, percebi que um tema estava recorrente, que era a questão do tempo. Falo de passado, presente e futuro e, algumas vezes, da simultaneidade entre eles. Aí resolvi renomear o disco”, explica Alex.

O conceito do álbum dialoga com duas referências do pensamento brasileiro: o livro “Futuro Ancestral”, do líder indígena e escritor Ailton Krenak, e o conceito de tempo espiralar, desenvolvido pela poeta, ensaísta e dramaturga Leda Maria Martins a partir de rituais afro-brasileiros como o Congado, em que a memória é inscrita no corpo.

“Os dois conceitos partem de matrizes culturais diferentes, a cosmovisão banto e iorubá de Leda e a perspectiva indígena de Krenak, mas convergem de forma profunda. Ambos usam o ancestral não como algo que ficou no passado, mas como uma tecnologia de sobrevivência para o futuro”, diz o artista.

A ideia atravessa as letras das novas canções, em versos como “o presente enrosca o futuro e o futuro engravida o passado”, da faixa “Pretérito Perfeito”.






Arte da capa: @mund0negr0 e @carolpatriarca


Ficha técnica


Menina Jesus (feat. Mamah)

Composição: Tom Zé

Produção: Leo Airplane e Alex Sant’Anna

Produção executiva: Nah Donato

Gravação: FabSounds, por Leo Airplane e Fabrício Rossini

Vozes e guitarra gravadas no DDB Studio por Leo Airplane

Piano gravado no Marmelada Records por Aroldo Rezende

Mixagem e masterização: Leo Airplane, no DDB Estúdio

Arranjo de cordas: Rafael Ramos, Abraão Gonzaga, Leo Airplane e Gledson Souza

Conceito e arte: Júlia Bezerra Cruz

Social media: Sara Florêncio
Músicos

Alex Sant’Anna: Vocal
Mamah: Vocal
Danyel Nanume: Bateria
Rafael Ramos: Piano/Baixo
João Mário: Guitarra
Gledson Souza: Violino/Viola 

Este projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc e tem apoio do Sistema Nacional de Cultura, do Governo do Estado de Sergipe e da Prefeitura Municipal de Aracaju, por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju via PNAB, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal.



Links Relacionados:

www.instagram.com/alexsantanna01

https://linktr.ee/alexsantanna01



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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A banda que influenciou os seus ídolos: o legado do Gang of Four





Reconhecido por músicos do R.E.M., Red Hot Chili Peppers e U2, grupo britânico se apresenta em Curitiba no dia 14 de março de 2027, no Cine Lido.


Michael Stipe, Flea e Bono construíram trajetórias bastante diferentes à frente do R.E.M., do Red Hot Chili Peppers e do U2. Entre suas referências, porém, existe um ponto de encontro: o Gang of Four. A banda britânica ajudou a estabelecer uma linguagem em que guitarras cortantes, baixos marcantes e ritmos dançantes convivem com letras de crítica social. Em 14 de março de 2027, o público de Curitiba poderá conhecer de perto essa história no Cine Lido, em apresentação com produção da Goat e da Planeta.



A dimensão dessa influência aparece nos depoimentos de quem encontrou no grupo uma forma diferente de fazer rock. Michael Stipe reconheceu ter incorporado muito do que ouviu na banda e destacou sua capacidade de criar balanço. Flea descreveu o Gang of Four como a primeira banda de rock com a qual conseguiu se identificar de verdade. Bono, por sua vez, ressaltou a contundência da música e a inteligência dos textos. São manifestações que ajudam a explicar como um grupo surgido em Leeds alcançou artistas com públicos de milhões de pessoas.



Formado em 1976 por Jon King, Andy Gill, Dave Allen e Hugo Burnham, o Gang of Four explorou as possibilidades abertas pelo punk. A urgência estava presente, mas havia também espaço para silêncios, quebras e repetições. A guitarra de Gill dividia o protagonismo com um baixo que conduzia as músicas e uma bateria que mantinha o corpo em movimento. A tensão entre esses elementos se tornou uma das marcas do grupo.



Um disco que atravessa gerações



Mais de quatro décadas depois de seu lançamento, Entertainment! segue recebendo reconhecimento. O álbum aparece na seleção dos 500 melhores discos de todos os tempos publicada pela Rolling Stone em 2020 e ocupa a 49ª posição na lista dos 100 melhores álbuns de estreia da revista, divulgada em 2023. A publicação britânica NME também o escolheu como o quinto melhor disco de 1979.



O reconhecimento se estende à trajetória do grupo, premiado na categoria “Inspiration” pela revista Mojo em 2005. Em 2021, o lançamento do box Gang of Four: 77–81, pela Matador Records, voltou a colocar os primeiros anos da banda em evidência. A edição limitada, indicada ao Grammy, esgotou em três meses.



Naquele mesmo ano, Jon King e Hugo Burnham retomaram as apresentações com outros músicos, abrindo mais um capítulo de uma carreira marcada por mudanças de formação e reencontros. Na formação apresentada pela banda em sua biografia de 2026, os dois estão ao lado da baixista Gail Greenwood, conhecida pelos trabalhos com Belly e L7, e do guitarrista Ted Leo, do Ted Leo and the Pharmacists.



A apresentação em Curitiba oferece uma oportunidade para aproximar essas diferentes histórias: a de quem ouviu o Gang of Four em seus primeiros discos, a de quem chegou à banda pelas referências de seus ídolos e a de quem começa agora a descobrir seu repertório. No palco do Cine Lido, esse legado ganha som, ritmo e presença.



O show da banda Gang of Four em Curitiba acontece no dia 14 de março de 2027, no Cine Lido (Rua Desembargador Ermelino de Leão, 160), no Centro de Curitiba (PR). Os ingressos podem ser adquiridos pela plataforma Ticketmaster. Para mais informações, acesse o perfil oficial da casa no Instagram: @cine.lido.




Fonte: P+G Comunicação Integrada


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terça-feira, 3 de novembro de 2026

Desdominus: ícone do metal extremo nacional anuncia a chegada de um novo integrante e reestruturação em seu line-up





Mudanças de formação são comuns no cenário underground metálico, que não vive o ‘mainstream’ e, na maioria das vezes, acontece devido a necessidades naturais do processo de uma banda.

“Mudar de formação nunca é fácil, mas esse processo nos trouxe um profundo sentimento de renovação e um gás a mais. Seguiremos com a agenda de shows para apresentar a nova formação ao público e, em paralelo, daremos início às composições do nosso próximo trabalho”, conta Ney Paulino, baterista e fundador do Desdominus.

O grupo oficializa a entrada do vocalista e baixista Allan Farias (ex-Circle of Infinity, Massacre e Front Attack Line), que assume o posto antes ocupado por Daniel Curtolo. Com a mudança, o antes baixista Adriano Justino, passa a assumir uma das guitarras. Além de Ney, Allan e Adriano, o guitarrista Rodrigo Pereira completa o quarteto.

O mais recente trabalho da banda é o disco ao vivo “30 Years Without Domain”, lançado pela Heavy Metal Rock, que celebra as três décadas de fundação do Desdominus e pode ser conferido no link abaixo:



OUÇA AQUI: https://open.spotify.com/intl-pt/album/55ZinIxhPG1vOn78bDROmN


Fundado em 1993, o Desdominus é uma das bandas mais cultuadas do cenário extremo do metal brasileiro. Com uma sonoridade onde mescla o death e o black metal, o quarteto acumula quatro discos de estúdio, além de 2 demos, um disco ao vivo e um single, mostrando uma discografia consistente que contribui muito com o cenário metálico nacional.

Agora, com Allan Farias (vocal/baixo), Adriano Justino (guitarra), Rodrigo Pereira (guitarra) e Ney Paulino (bateria), a banda se prepara para apresentações e um futuro lançamento. A estreia da nova formação já está marcada para o Masters Of Death, evento que acontece em Sorocaba/SP no dia 21 de novembro, que também contará com as bandas Vulture, Queiron e Warshipper.


Links Relacionados:

Facebook: https://www.facebook.com/desdominus

Instagram: https://instagram.com/desdominusofficial


Fonte:VHPress

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Hatebreed fará show único no Brasil no dia 10 de setembro, em São Paulo




Indicado ao Grammy e apontado pela influente revista Alternative Press como uma das bandas mais influentes da história do hardcore, o Hatebreedrealizará em São Paulo/SP no dia 10 de setembro de 2027, no Carioca Club. Será a única apresentação no Brasil.

Os ingressos (acesse aqui) estarão à venda no site da Fastix a partir das 12h de quarta-feira, 4/11.

A realização é da New Direction Productions, em parceria com a CultMix Live e a Fastix.

O Hatebreed vem com a turnê do ainda inédito álbum Fatal Paradox, que chega ao mundo em 6 de novembro. É o nono disco de estúdio e o primeiro em seis anos.

Gravado de forma independente, com controle criativo total pela primeira vez na carreira, o álbum tem produção de Chris “Zeuss” Harris, parceiro de longa data da banda e produtor de nomes como Rob Zombie e Shadows Fall.

O disco traz ainda a participação de John Tardy, vocalista do Obituary, um dos nomes clássicos do death metal, na faixa “Sacrifice Season”.

O vocalista Jamey Jasta definiu o trabalho como o disco mais pesado e mais “das cavernas” da banda, uma volta ao básico. O baterista Matt Byrne fala em um material mais rápido e influenciado pelo thrash metal do Slayer.

Quatro faixas já foram apresentadas ao público: “Make The Demons Obey”, “Kill Count Increase”, a faixa-título e “The Carrion Choir”.

Sobre “Kill Count Increase”, que abre o álbum, Jasta resume: “É Hatebreed direto e na cara. Rápido. Pesado”. O disco fecha com uma versão de “Poison Planet”, do Corrosion of Conformity, banda americana que nos anos 1980 ajudou a aproximar o punk hardcore do metal, caminho que o Hatebreed levaria adiante na década seguinte.
Trajetória

Formado em 1994 em Bridgeport, Connecticut, o Hatebreed surgiu na cena hardcore da Costa Leste americana e logo se tornou referência. O disco de estreia, Satisfaction Is the Death of Desire (1997), vendeu 158 mil cópias e segue como a estreia mais vendida da história da Victory Records, gravadora que reunia boa parte dos grandes nomes do hardcore americano.

A ascensão veio com Perseverance (2002), lançado pela Universal e primeiro disco da banda na Billboard 200, a principal parada de álbuns dos Estados Unidos. O clipe de “I Will Be Heard” chegou a ser banido da MTV, mas a música ganhou espaço quando o próprio Jasta passou a apresentar o Headbangers Ball, programa de metal da MTV2.

Na sequência, The Rise of Brutality (2003) estreou no 30º lugar da Billboard e rendeu à banda a indicação ao Grammy de Melhor Performance de Metal por “Live for This”, disputada com o Motörhead.

Supremacy (2006) foi o primeiro disco do Hatebreed a entrar nas paradas de vários países fora dos EUA. The Divinity of Purpose (2013) segue como o maior sucesso da banda nas paradas americanas, com o 20º lugar na Billboard 200, e abriu caminho para The Concrete Confessional (2016) e Weight of the False Self (2020), que o site Blabbermouth considerou o melhor trabalho da banda em mais de uma década.

Lançada em 2016, “Looking Down the Barrel of Today” se aproxima de 130 milhões de streams e é a música mais ouvida da banda na era digital.

No palco, o Hatebreed passou pelos maiores festivais do gênero, como Ozzfest, Wacken e Download, e excursionou ao lado de Slayer, Slipknot, Megadeth e Lamb of God.

A banda tem fama de ter um dos shows mais intensos do metal, com rodas e coros do início ao fim, e foi indicada duas vezes ao prêmio de melhor banda ao vivo do Revolver Golden Gods.

A influência também é medida na nova geração: Knocked Loose, Parkway Drive e Trivium citam o Hatebreed como referência, e a revista Alternative Press o incluiu entre as bandas mais influentes da história do hardcore. Para a Metal Hammer, o grande mérito do Hatebreed foi ter se tornado a banda de hardcore que os fãs de metal escutam.
Formação

O Hatebreed é formado por Jamey Jasta (voz), Wayne Lozinak (guitarra), Frank Novinec (guitarra), Matt Byrne (bateria) e Carl Schwartz (baixo).



Serviço


Hatebreed em São Paulo

Data: 10 de setembro de 2027 (sexta-feira)

Horário: 19h (abertura da casa)

Local: Carioca Club

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo (SP)

Ingressos: fastix.com.br/events/hatebreed-em-sao-paulo

Realização: New Direction Productions, CultMix Live e Fastix


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Neural Wreck se apresenta em São Paulo no dia 4 de dezembro





Apresentação faz parte da programação do festival “A Noite Depois do Fim” e acontece no Estúdio Depois do Fim do Mundo, na capital paulista.


No dia 4 de dezembro, uma sexta-feira, a banda paulistana de thrash metal progressivo Neural Wreck integra a programação do festival A Noite Depois do Fim. O evento acontece no Estúdio Depois do Fim do Mundo, em São Paulo.


Além da Neural Wreck, o evento também contará com a banda Attanos e com outras atrações que ainda serão divulgadas. Os ingressos antecipados custam R$30; na hora do evento, as entradas serão comercializadas por R$35.


O Neural Wreck permanece em período de divulgação de seu primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, que foi lançado em junho deste ano e apresenta uma sonoridade agressiva e técnica, na qual peso extremo e passagens melódicas se unem de forma única.


As composições do álbum buscam dar vazão à angústia, à revolta e ao incômodo com um mundo cada vez mais hostil e desumano, com letras que assumem uma temática política e social ao abordar autoritarismo, repressão, degradação ambiental e estruturas de poder arcaicas que bloqueiam transformações urgentes para a sobrevivência e libertação da humanidade.

Descrito como “thrash metal progressivo”, o álbum foi bem-recebido por público e crítica especializada e coloca o ouvinte dentro de um cenário em colapso, no qual a desobediência consciente surge como única resposta possível diante de uma realidade muito maior do que qualquer ação individual isolada.


Serviço


Data: 4 de dezembro

Local: Estúdio Depois do Fim do Mundo

Endereço: Rua Guaicurus, 1258, Lapa - São Paulo/SP

Horário: a partir das 19h

Entrada: R$30 (antecipado) / R$35 (na porta)


História


Fundado em 2015, o quarteto de thrash metal progressivo é formado pelo guitarrista e vocalista JC Martins, pelo guitarrista Leandro Fração, pelo baixista Paulo Pedraza e pelo baterista Rick Borges. O primeiro lançamento foi o EP Mortal Obsession, de 2022, e o primeiro álbum de estúdio, Amidst the Ruins, está sendo preparado para lançamento no dia 12 de junho de 2026.


Uma das finalistas da seletiva New Blood Bangers Open Air 2025, promovida pela KissFM, a banda segue com a agenda movimentada em 2026, com shows em festivais como o Metalcore Fest e o Nascente do Rock, além de outras apresentações. Com músicas que tratam tanto de temas sociais como de questões psicológicas, o grupo retoma as raízes suburbanas do heavy metal, onde o som agressivo e letras críticas ao sistema moral, político e econômico são capazes de expressar toda a angústia e revolta com a vivência cotidiana em um mundo incerto e desumano.


Em meio a uma cena separada em nichos específicos e segregada em subgêneros, o Neural Wreck busca reconciliar o grotesco e o belo na música, mesclando em sua sonoridade elementos tanto do metal extremo quanto do metal melódico para construir à sua própria interpretação de thrash metal, sem se limitar a criar músicas somente dentro desse subgênero.



Links Relacionados:


Instagram: https://www.instagram.com/neuralwreck/

Spotify: https://open.spotify.com/artist/2XyZzNqpoDG9f9bIIXIHf2

YouTube: https://www.youtube.com/@neuralwreckofficial

Site oficial: https://www.neuralwreck.com/


Foto: Camila Ormond


Fonte:Acesso Music


 
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Sepultura realiza penúltimo show da carreira, nesta quinta-feira, em São Paulo





Ainda há ingressos à venda para "The Last Ceremony".


Referência internacional do heavy metal e responsável por projetar a música pesada brasileira nos principais palcos do mundo, o Sepultura se aproxima de um dos capítulos mais emblemáticos de sua história. Nesta quinta-feira (05/11), a banda sobe ao palco do Cine Joia, em São Paulo, para “The Last Ceremony”, apresentação especial que marca seu penúltimo show da carreira e representa uma das últimas oportunidades para o público vivenciar a força do grupo ao vivo.

Realizado apenas dois dias antes do encerramento da turnê “Celebrating Life Through Death”, o espetáculo foi concebido como uma celebração entre músicos e fãs. Em um ambiente intimista, o quarteto propõe um encontro que resgata a essência dos primeiros anos, quando a conexão entre banda, instrumentos e plateia dava o tom de cada apresentação. A proximidade com o público ganha protagonismo em uma noite que promete reunir intensidade, emoção e a energia característica do Sepultura.

A escolha do Cine Joia confere um significado especial à ocasião. Acostumado a mobilizar multidões em festivais, arenas e grandes casas de espetáculo ao redor do mundo, o grupo leva sua potência sonora a um espaço que favorece a interação direta e aproxima artistas e admiradores. É uma oportunidade rara de acompanhar Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Greyson Nekrutman (bateria) em uma configuração especialmente preparada para este momento da despedida.

Os ingressos seguem à venda pela plataforma Shotgun (https://shotgun.live/pt-br/events/sepulturanocinejoia). Mais informações no serviço abaixo.

Ao longo de sua história, o Sepultura levou o metal brasileiro aos cinco continentes e conquistou reconhecimento internacional com uma obra que influenciou gerações de músicos. Álbuns fundamentais para a evolução do gênero, experimentações sonoras e apresentações marcantes consolidaram o grupo como uma das referências mais importantes da música pesada mundial, com um legado que atravessa fronteiras e permanece vivo na cultura do rock.

O repertório de “The Last Ceremony” será desenvolvido especialmente para a ocasião, com momentos exclusivos pensados para tornar o encontro ainda mais significativo. A proposta é reunir diferentes gerações de admiradores em uma celebração à música, à identidade e à contribuição cultural de uma banda que colocou o Brasil no mapa mundial do heavy metal.

Com o último compromisso da carreira marcado para dois dias depois, “The Last Ceremony” assume um significado especial para quem deseja celebrar de perto a história do Sepultura. Uma das últimas chances de encontrar o quarteto no palco, em uma noite que promete ficar marcada na memória dos fãs.




Serviço:


Sepultura apresenta “The Last Ceremony”

Data: quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Local: Cine Joia
Horário: 20h30

Ingressos a partir de R$ 200,00 (meia-entrada)
Venda Online: https://shotgun.live/pt-br/events/sepulturanocinejoia

Classificação Etária: 18 anos

Possui área de fumantes e acesso para pessoas com deficiência.

Serviço de Chapelaria R$ 15,00

Fonte:The Ultimate Music PR  



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Fuzz On e Voice Music lançam em vinil último EP de estúdio da carreira do Sepultura





"The Cloud of Unknowing" reúne quatro faixas inéditas e chega em edição de 12 polegadas single sided com arte gravada a laser no lado B.



O EP "The Cloud of Unknowing", último trabalho de estúdio do Sepultura, chega agora ao mercado brasileiro em vinil pela Fuzz On Discos e Voice Music. O lançamento ocorre antes do último show da turnê de despedida "Celebrating Life Through Death", que marca a etapa final de uma carreira iniciada há mais de quatro décadas.

A edição em vinil de 12 polegadas é single sided, com as quatro faixas em um único lado e uma imagem gravada a laser no lado oposto (laser etched). Com pouco mais de 16 minutos de duração, o EP traz "All Souls Rising", "Beyond the Dream", "Sacred Books" e "The Place". O repertório percorre diferentes caminhos, combinando a agressividade característica do Sepultura com passagens orquestrais, vocais limpos, elementos melódicos e letras voltadas a questões sociais, religiosas e existenciais. O trabalho também representa o único registro de estúdio com o baterista norte-americano Greyson Nekrutman, que entrou para a banda em 2024, após a saída de Eloy Casagrande.

O material foi gravado por Derrick Green, Andreas Kisser, Paulo Xisto e Greyson Nekrutmanno Criteria Studios, em Miami, na Flórida, durante sessões realizadas em janeiro e fevereiro de 2025. A produção ficou a cargo de Stanley Soares, colaborador de longa data do grupo. A gravação permitiu explorar diferentes possibilidades musicais. Andreas Kisser também destacou a influência da formação musical de Nekrutman, especialmente suas referências de jazz, na construção de algumas passagens. O resultado demonstra a disposição do grupo para experimentar mesmo em seu último lançamento de estúdio.

"All Souls Rising" combina peso e elementos orquestrais, inspirada na revolta de pessoas escravizadas no Haiti e em questões de transformação social. "Beyond the Dream" explora a balada melódica, com participação de Tony Bellotto e Sérgio Britto, dos Titãs. "Sacred Books" mistura thrash metal e piano em uma crítica à religião, enquanto "The Place" aborda imigração, desilusão e intolerância. Já o título, "The Cloud of Unknowing", remete a uma obra espiritual cristã do século XIV. Andreas Kisser relaciona o conceito à tecnologia, à inteligência artificial e à dependência das telas, propondo uma reflexão sobre a importância das experiências reais e do contato humano.

Ao longo de mais de quatro décadas, o Sepultura ultrapassou as fronteiras brasileiras e conquistou espaço no cenário internacional com sua combinação de thrash metal, death metal, groove metal e experimentação. A banda também se destacou pela incorporação de referências culturais brasileiras e por trabalhos que ampliaram as possibilidades da música pesada.

Para adquirir, acesse: https://www.fuzzondiscos.com.br/produtos/sepultura-the-cloud-of-unknowing-qxa85/



Links Relacionados:



 
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Voz do CW7, Mia Wicthoff reúne cantoras da era MTV em Curitiba neste sábado (7)




Show no Stage Garden abre a sequência principal da “Será Você? Tour”, que depois passa por Rio de Janeiro e São Paulo.



Na década de 2010, o clipe de “Será Você”, do CW7, chegou ao 1º lugar da MTV Brasil e marcou uma geração de fãs do pop rock nacional. Vocalista da banda, a cantora e compositora Mia Wicthoff volta a esse repertório neste sábado (7/11), no Stage Garden, em Curitiba, no primeiro dos três shows principais da “Será Você? Tour”, que passa depois pelo Rio de Janeiro (19/11) e por São Paulo (20/11).

Ingressos: articket.com.br/e/6693/mia-wicthoff-sera-voce-o-show

Em Curitiba, Mia recebe três cantoras que também marcaram o pop rock brasileiro daquela época, Mel Ravasio (ex-Lipstick), Deia Cassali (Agnela) e Bianca Jhordão (Leela), além da vocalista e DJ Zabs.

A noite tem ainda shows de abertura das bandas Stellare e StoneHenge.

A turnê já passou por Londrina e Maringá em outubro, em duas apresentações que funcionaram como esquenta para a sequência de novembro. Em Curitiba, no Rio (Experience Music) e em São Paulo (Jai Club), os shows também contam com convidados especiais.
As convidadas em Curitiba

Mel Ravasio foi vocalista do Lipstick, banda que chegou ao topo das paradas da MTV, e hoje segue em carreira solo. Deia Cassali ficou conhecida à frente do Agnela, banda que surgiu no quadro “Olha a Minha Banda”, do programa Caldeirão do Huck (TV Globo), e emplacou músicas na trilha da novela Malhação.

Bianca Jhordão é a voz do Leela, outro nome frequente na MTV naquele período e até hoje uma das vocalistas mais importantes do rock nacional. Zabs (Isabela Bueno) é vocalista e DJ atuante em Curitiba e em Madri, na Espanha, com uma trajetória construída entre a música, a performance e a cultura pop.
CW7 e fase solo

No show, Mia revisita o universo do CW7 ao lado de músicas da sua atual fase solo. Segundo a cantora, a turnê é uma experiência nostálgica e afetiva para os fãs que a acompanham desde os tempos da banda.

O repertório recupera diferentes momentos dessa história e mostra como as referências do pop rock emocional dos anos 2000 seguem presentes no seu trabalho.

“É a primeira vez que eu revivo o CW7 com tanta intensidade! Fez parte da vida de muita gente, faz parte da minha e estou muito feliz em me reconectar com isso. Ver os fãs reagindo e empolgados pro show é a melhor sensação do mundo, é um combustível pra criar cada vez mais”, conta Mia.
Setores especiais

Em Curitiba, o público pode escolher entre dois setores de pista premium com benefícios. O “Tudo Que Eu Sinto” dá direito a entrada antecipada, prioridade no merchandising, welcome drink e brinde exclusivo do show.

O “Será Você” inclui pocket show exclusivo antes da apresentação, pizza party com Mia e convidados, cartaz oficial autografado, meet & greet e acesso antecipado ao merchandising.
“Inércia”

A turnê acompanha a nova etapa da carreira de Mia, iniciada com uma versão de “Inércia”, lançada nas plataformas digitais em 30 de julho (ouça aqui).

A faixa resgata elementos da identidade musical da cantora, com guitarras em primeiro plano, letras confessionais e uma estética visual mais densa e cinematográfica. Mia descreve a gravação como sua versão de composição, próxima da forma como a música foi escrita originalmente, o que aproxima o público do seu processo criativo.

“Essa música abre uma porta para uma fase muito verdadeira da minha carreira. É a sonoridade que sempre fez parte de mim, com mais maturidade, mais emoção e mais liberdade criativa”, afirma.
“Será Você”

“Será Você”, música que dá nome à turnê, é um dos maiores sucessos do CW7. O clipe (assista aqui) chegou ao 1º lugar na MTV Brasil, e a música permaneceu em destaque no Top 10 da emissora.









Serviço:


MIA em Curitiba

Data: 7 de novembro de 2026

Horário: 20h (abertura da casa)

Local: Stage Garden

Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 4.142, Prado Velho, Curitiba (PR)

Ingressos: articket.com.br/e/6693/mia-wicthoff-sera-voce-o-show






Mais shows

MIA no Rio de Janeiro

Data: 19 de novembro de 2026

Horário: 20h

Local: Experience Music

Endereço: Rua do Riachuelo, 20, Lapa, Rio de Janeiro (RJ)

Convidados especiais

Ingressos: miawoficial.com.br









MIA em São Paulo

Data: 20 de novembro de 2026

Horário: a confirmar

Local: Jai Club

Endereço: Rua Vergueiro, 2.676, Vila Mariana, São Paulo (SP)

Ingressos: miawoficial.com.br

Apoio: Bloco Emo





Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Àlfar Quest transforma “Saria’s Song” em power metal para celebrar os 40 anos de Zelda




Versão idealizada e arranjada por Max Cruz leva ao universo épico da banda o tema de Saria, um dos mais lembrados de “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”.



A banda brasileira de power metal Àlfar Quest lançou uma versão de “Saria’s Song” em homenagem aos 40 anos da série “The Legend of Zelda”. Composta por Koji Kondo para “Ocarina of Time” (1998), a melodia que guia o jogador pela Floresta Perdida ganha guitarras, teclados e a pegada épica que marca o som do grupo.

Ouça “Saria’s Song” no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/track/2eKadsrx2PGmBJZ2DNRsHh?si=7a9ddb2063fa4810

O projeto foi idealizado por Max Cruz, que estruturou a versão e criou os arranjos. A execução reuniu toda a banda: Max Cruz, Carlos Bueno, Renan Guerra, Rafael Braz e William Amorim. Max também assina a mixagem e a masterização, enquanto a arte que acompanha o lançamento é da ilustradora argentina Ale Carceres, que já havia colaborado com o grupo no álbum “The Cave Beyond Time”.

Para o guitarrista e vocalista, a homenagem tem um peso pessoal. “Zelda fez parte da minha adolescência e me traz muitas lembranças especiais. Fazer essa homenagem aos 40 anos da série foi uma forma de celebrar uma história que marcou minha vida”, afirma Max Cruz.

A ligação com os games não é novidade para o Àlfar Quest. A banda construiu seu universo a partir da união entre música, literatura e videogame. Seu álbum “The Cave Beyond Time” narra, faixa a faixa, o romance de fantasia homônimo escrito por Kevin Brown, integrante do grupo, e a mesma história dará origem a um RPG online single-player inspirado nos clássicos jogos de aventura.

Lançada em 1986 pela Nintendo, “The Legend of Zelda” se tornou uma das franquias mais influentes da história dos videogames. Suas trilhas sonoras ajudaram a formar gerações de músicos e fãs, e ganham com frequência releituras em diferentes estilos, do orquestral ao heavy metal.







Ficha técnica

Música: “Saria’s Song”
Formato: versão em power metal
Homenagem: 40 anos de “The Legend of Zelda”
Idealização e arranjos: Max Cruz
Execução: Àlfar Quest (Max Cruz, Carlos Bueno, Renan Guerra, Rafael Braz e William Amorim)
Mixagem e masterização: Max Cruz
Arte: Ale Carceres (Argentina)

Sobre o Àlfar Quest

O Àlfar Quest é uma banda brasileira de power metal formada por Max Cruz (guitarras, vocais e orquestrações), Renan Guerra (guitarras), Carlos Bueno (baixo), Rafael Braz (teclados), que também integra o Enorion, e William Amorim (bateria). Ao lado deles, Kevin Brown atua como Quest Writer, responsável pela narrativa e pela construção do universo que dá origem às músicas, aos personagens e aos cenários do grupo. Em 2026, a banda lançou o álbum “The Cave Beyond Time”, com participação de Fabio Lione.

A banda aponta o Twilight Force e o Wind Rose como suas maiores influências, além de nomes como Sabaton, Rhapsody, Fabio Lione e Blind Guardian.

Links Relacionados:

“Saria’s Song” no Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/track/2eKadsrx2PGmBJZ2DNRsHh?si=7a9ddb2063fa4810

Fonte:The Bridge

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Ostra Coisa explora os limites da intolerância no single “O Peso da Culpa (Malditos Fanáticos)”






Composição critica a radicalização contemporânea e antecipa o terceiro álbum de estúdio do quarteto paulista.



A banda paulista de Rock Alternativo OSTRA COISA apresenta ao público o seu mais recente trabalho inédito, o single “O Peso da Culpa (Malditos Fanáticos)”. Lançado oficialmente no dia 23 de outubro nas plataformas de streaming, a faixa antecipa a sonoridade e o conceito central do terceiro álbum de estúdio da banda. A composição propõe uma crítica frontal ao processo de radicalização que atinge diferentes esferas da sociedade contemporânea.



Ouça “O Peso da Culpa (Malditos Fanáticos)” no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/6vA3keMdMIrjMJZid6JCpC



O foco da letra questiona o fanatismo estrutural, dissecando o instante em que ideologias e crenças cegas se convertem em extremismo. O vocalista e guitarrista Alexandre Sofiatti detalha a concepção da música: "Queríamos traduzir em riffs e palavras essa agressividade que tomou conta das relações atuais. O fanatismo cria muros intransponíveis e destrói o bom senso, cegando as pessoas para a realidade. A faixa é um alerta de que nenhuma crença ou ideologia vale a pena quando o preço a se pagar é a nossa própria empatia e humanidade".



Gravada no Manguezal Studios sob a produção do guitarrista Marcus Goulart, a música consolida a identidade musical construída por Alexandre, Marcus, Patrícia Gomes (baixo) e Ralph Casarsa (bateria). A instrumentação transita de forma orgânica pelas influências alternativas do grupo, garantindo uma sonoridade que reflete a gravidade do tema abordado. O lançamento da faixa-título sucede uma agenda movimentada do conjunto, que recentemente gravou seu novo DVD ao vivo em duas noites de apresentações no Teatro Municipal de Ubatuba.



Sobre a banda:



Formada em 2012 na cidade de Ubatuba/SP, a OSTRA COISA é uma banda de Rock alternativo que mescla influências de várias vertentes em um trabalho fortemente autoral. O quarteto construiu uma trajetória sólida na cena independente, com destaque para os álbuns "Lembranças da Noite Anterior" e "Teias Siderais". Atualmente, o grupo atravessa sua fase mais madura com a preparação e divulgação de seu terceiro disco de estúdio, "O Peso da Culpa", que já tem como destaque o single e videoclipe "O Último Sopro", criado em homenagem ao saudoso trompetista Rafael "Mirra", amigo e parceiro musical local.



Assista ao video clipe de “O Último Sopro”:







Créditos da foto: Eder Fausto


Links Relacionados:

Site oficial: https://www.ostracoisa.com

Instagram: https://www.instagram.com/ostracoisa_banda

YouTube: https://www.youtube.com/@bandaostracoisa

E-mail: asofiatti@hotmail.com

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br



Fonte:Waegods Press 

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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Voz de Sons of Anarchy, The White Buffalo traz nova turnê ao Brasil




Jake Smith abre a série em Belo Horizonte (6/11) e passa por nove capitais até 21/11; Rafael Witt faz a abertura.



Um contador de histórias poderoso e prolífico por meio de suas composições, o cantor, compositor e guitarrista Jake Smith indicado ao Emmy, conhecido como The White Buffalo, começa na próxima sexta-feira, 6 de novembro, no Befly Hall, em Belo Horizonte/MG, sua segunda turnê pelo Brasil.

São dez apresentações, que passam ainda por São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Goiânia, Brasília, Fortaleza e Recife, onde a turnê termina em 21 de novembro. A realização é da Sellout Tours em parceria com a Powerline Music & Books.

O cantor e compositor Rafael Witt faz a abertura das apresentações.

A volta acontece dois anos depois da aclamada turnê de estreia no país, em 2024, quando várias datas venderam todos os ingressos em poucas horas e os shows precisaram migrar para casas maiores. Desta vez, o roteiro chega a mais locais e cidades novas.

Conhecido por sua mistura de folk, blues, country e rock de raiz, o músico se apresenta em Belo Horizonte (6/11, Befly Hall), São Paulo (7/11, Audio), Porto Alegre (9/11, Opinião), Florianópolis (11/11, Life Club), Curitiba (13 e 14/11, Tork n’ Roll), Goiânia (16/11, Bolshoi Pub), Brasília (18/11, Toinha), Fortaleza (20/11, Dragão Hall) e Recife (21/11, Clube Internacional do Recife).

Duas datas estão esgotadas: Curitiba, em 14 de novembro, e Goiânia. Por causa da procura, Curitiba ganhou uma data extra em 13 de novembro, no mesmo Tork n’ Roll, que está com vendas aceleradas, assim como Brasília e Fortaleza.

Em São Paulo, restam os últimos ingressos. No Recife, o show mudou de endereço e passa a acontecer no Clube Internacional do Recife.
The White Buffalo

Com sua voz forte e sentimental, o músico norte-americano The White Buffalo é influenciado por músicos de folk como Bob Dylan e Leonard Cohen, pelo autêntico country de Nashville e impactado também pelo rock e americana.

Seu vozeirão grave, ora rouca, ora melódica, já serviram de trilha sonora de diversas séries americanas, como Sons of Anarchy, Californication, The Punisher, Longmire, This Is Us, como bem como o filme de surf Shelter de 2001.

Smith era um garçom de São Francisco que tocava seu violão algumas vezes por ano. Quando lhe pediram em 2002 para permitir uma música no filme Shelter, do surfista Chris Malloy, ele largou o emprego e se mudou para Orange County. Desde então, viaja e compõe incansavelmente.

A Freight Train Through The Night é o lançamento mais recente, um álbum ao vivo, gravado no Belly Up, em San Diego.

“Este álbum percorre toda a minha carreira, mais de 20 anos escrevendo e apresentando músicas. Com mais de cem canções para escolher, algumas dessas faixas eu escrevi aos 20 e poucos anos, enquanto outras nasceram há apenas alguns anos. Selecionamos favoritas do público e algumas faixas mais profundas para dar a elas uma nova vida”, comenta Jake.
Year of the Dark Horse

O mais recente trabalho do The White Buffalo é Year of the Dark Horse, de 2022, um registro ousado e forte na sua discografia de 24 anos.

“Com este álbum, eu queria algo fora do que já fiz. Eu queria me abrir. É difícil colocá-lo em um gênero singular. Há elementos e influências de Daniel Lanois, Tom Waits, The Boss, circo, música pirata, iate rock, e estou empurrando tudo isso de uma maneira que nunca fiz. Antes”, disse Smith à época do lançamento do disco.

O baixista/tecladista/guitarrista Christopher Hoffee e o baterista Matt Lynott são os músicos que acompanham Smith.

Para que ‘Year Of The Dark Horse’ alcançasse todo o seu potencial, Jake sabia que a experiência tinha que ser envolvente, e é por isso que a locação em Nashville se mostrou crucial.

Não apenas os três músicos estavam longe das atrações de casa, mas a casa onde todos ficaram ficava a apenas um quarteirão do estúdio e estava repleta de uma variedade de instrumentos. Onde quer que estivessem, eles poderiam aprimorar o projeto, e algumas das músicas surgiram enquanto o tempo passava.



SERVIÇO


The White Buffalo em Belo Horizonte/MG

Data: 6 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: Befly Hall

Endereço: Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi, Belo Horizonte/MG

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (pista): R$ 220 (meia estudante), R$ 220 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 440 (inteira)

Ingressos (arquibancada): R$ 180 (meia) e R$ 360 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-belo-horizonte
The White Buffalo em São Paulo/SP (últimos ingressos)

Data: 7 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Audio

Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694, Água Branca, São Paulo/SP

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (4º lote, pista): R$ 280 (meia estudante), R$ 300 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 560 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-sao-paulo
The White Buffalo em Porto Alegre/RS

Data: 9 de novembro de 2026 (segunda-feira)

Horário: 19h

Local: Opinião

Endereço: Rua José do Patrocínio, 834, Cidade Baixa, Porto Alegre/RS

Abertura: Rafael Witt

Venda online: bileto.sympla.com.br/event/115658
The White Buffalo em Florianópolis/SC

Data: 11 de novembro de 2026 (quarta-feira)

Horário: 19h

Local: Life Club

Endereço: Rodovia SC-401, 14525, Vargem Pequena, Florianópolis/SC

Abertura: Rafael Witt

Ingressos: R$ 210 (meia estudante), R$ 220 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 440 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-florianopolis
The White Buffalo em Curitiba/PR (data extra)

Data: 13 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: Tork n’ Roll

Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-curitiba-data-extra
The White Buffalo em Curitiba/PR (esgotado)

Data: 14 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Tork n’ Roll

Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR

Abertura: Rafael Witt
The White Buffalo em Goiânia/GO (esgotado)

Data: 16 de novembro de 2026 (segunda-feira)

Horário: 19h

Local: Bolshoi Pub

Endereço: Rua T-53, 1140, Setor Bueno, Goiânia/GO

Abertura: Rafael Witt
The White Buffalo em Brasília/DF

Data: 18 de novembro de 2026 (quarta-feira)

Horário: 19h

Local: Toinha Brasil Show

Endereço: SOF Sul, Quadra 9, Conjunto A, Guará, Brasília/DF

Abertura: Rafael Witt

Ingressos (pista): R$ 250 (meia estudante), R$ 260 (solidária, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível) e R$ 500 (inteira)

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-brasilia
The White Buffalo em Fortaleza/CE

Data: 20 de novembro de 2026 (sexta-feira)

Local: Dragão Hall

Endereço: Rua Almirante Jaceguai, Praia de Iracema, Fortaleza/CE

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-fortaleza
The White Buffalo em Recife/PE (novo local)

Data: 21 de novembro de 2026 (sábado)

Horário: 19h

Local: Clube Internacional do Recife

Endereço: Rua Benfica, 505, Madalena, Recife/PE

Abertura: Rafael Witt

Venda online: fastix.com.br/events/the-white-buffalo-em-recife

Realização: Sellout Tours e Powerline Music & Books




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Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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The Tracy G. Group lança “MAKKINAGEDOOM” e traz toque brasileiro ao projeto do ex-guitarrista de Dio





Tracy G. une forças com o vocalista brasileiro Fabiano Negri em álbum que combina riffs pesados, atmosferas sombrias e uma distopia sobre o futuro da humanidade.

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O The Tracy G. Group lançou em MAKKINAGEDOOM, álbum que reúne o guitarrista Tracy G., conhecido por sua passagem pela banda de Ronnie James Dio entre 1993 e 1999, o vocalista brasileiro Fabiano Negri e o baixista Randy Oviedo.

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Com 12 faixas, sendo 11 composições inéditas e uma bônus em português, MAKKINAGEDOOM aposta em riffs robustos, guitarras agressivas, groove e passagens carregadas de tensão, resgatando uma abordagem sombria e direta do Heavy Metal.

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Sua sonoridade remete aos momentos mais pesados da passagem de Tracy G. pela banda de Ronnie James Dio, especialmente nos álbuns Strange Highways (1993) e Angry Machines (1996), sem abrir mão de uma identidade própria.

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O disco também desenvolve uma narrativa distópica na qual as máquinas assumem o controle da humanidade, enquanto os seres humanos tentam reagir ao domínio tecnológico. Nesse cenário, as letras questionam os limites entre as criações humanas e o poder que elas passam a exercer sobre seus próprios criadores.

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​“Human Reptile” foi o primeiro single e videoclipe lançado devido a sua força de composição e por representar de maneira direta a proposta e a sonoridade do álbum nessa nova jornada. Na sequência, “P.I.G.” chegou como segundo single, também com videoclipe, destacando a intensidade das guitarras e os refrões incisivos.

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Outras faixas exploram contrastes entre passagens acústicas, elementos percussivos e momentos de maior agressividade, evidenciando a diversidade sonora do álbum.



Ouça o álbum em todas plataformas digitais:

​https://distrokid.com/hyperfollow/thetracyggroup1/makkinagedoom​

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Tracklist de MAKKINAGEDOOM:



“MAKKINAGEDOOM”


“Human Reptile”
“P.I.G.”
“Stagnation”
“Grotesque”
“Useful Useless Thing”
“A Prettier Coffin Than Mine”
“Lycanthropy”
“Cult Mentality”
“The Idiot Thinker”
“Sad Brad”
“Inútil Útil” (versão em português de “Useful Useless Thing”) (Bonus Track)

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A produção do álbum foi desenvolvida remotamente entre os Estados Unidos e o Brasil. Tracy G. gravou as guitarras e a bateria, além das linhas preliminares de baixo. Randy Oviedo ficou responsável pelas linhas finais do instrumento, enquanto Fabiano Negri assumiu os vocais, as letras e as melodias vocais. Com mais de 30 anos de carreira, o cantor contribui para o disco com uma interpretação que transita entre o Hard Rock e o Heavy Metal.

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Com MAKKINAGEDOOM, lançado em todas as plataformas digitais e também em CD físico, The Tracy G. Group retoma elementos marcantes da trajetória de Tracy G. e os combina a uma nova parceria criativa. O resultado une Heavy Metal de riffs pesados a uma narrativa que questiona os limites do poder tecnológico e o futuro da humanidade.

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Para os futuros shows do The Tracy G. Group no Brasil, o projeto contará com outro músico brasileiro: o baterista Guto Aielo, da banda All Is Allowed.

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Fonte:JZ PRESS



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