sábado, 29 de agosto de 2026

ODIADO: Banda é confirmada no '8K Fest - Primeira Edição' em Anápolis/GO – confira!





O quarteto goiano de Groove Metal ODIADO foi confirmado no cast da primeira edição do '8K Fest', que acontece no dia 6 de setembro, a partir das 17h, no Galpão do Meio, em Anápolis/GO. O evento reúne grandes nomes do cenário independente como o Leprosy, o Sickers, o Foice e os anfitriões do 8K.

Promovendo o atual EP “Cortante” e simultaneamente trabalhando na pré-produção do seu próximo trabalho de estúdio, o ODIADO leva aos palcos a agressividade característica da cena goiana. A organização do festival deve anunciar em breve a última atração que completará o lineup oficial do evento.




 Confira abaixo o cartaz e o serviço completo para mais informações:









Serviço:

Evento: '8K FEST - Primeira Edição'
Atrações confirmadas: ODIADO, 8K, Leprosy, Sickers, Foice + 1 atração a confirmar
Data: 06 de setembro de 2026 (domingo – véspera de feriado)
Horário: A partir das 17h
Local: Galpão do Meio
Endereço: Progresso, nº 239 – Vila Industrial, Anápolis/GO
Ingressos: Online via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/8k-fest-primeira-edicao/3547520)



Ouça agora o novo single "Amostra Grátis"

Em paralelo, o ODIADO disponibilizou o registro brutal de sua passagem pelo ‘Goiânia Noise’ em todas as plataformas de streaming; clique no link abaixo e confira o poder do Groove Metal goiano via Monstro Discos:

Ouça aqui: https://li.sten.to/ODIADO_Amostra_Gratis



Agenda e Booking para 2026

O ODIADO segue com o calendário de 2026 aberto para novos ataques. Produtores interessados em levar a energia brutal do grupo para seus palcos podem entrar em contato com a equipe de booking:E-mail: wargkv8@gmail.com
WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 (SFP – Press & PR)
Instagram: https://www.instagram.com/odiadooficial/

https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/ODIADO_Post_Anuncio.png



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Fonte: SFP – Press & PR



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Angra se apresenta em Campinas com turnê internacional "Holy Land 30th Anniversary Tour"





Grupo chega no distrito de Sousas, no Multi Arena, com repertório dedicado a discos clássicos de sua trajetória; temporada da casa de shows multiculturais se estende até dezembro.



O Multi Arena, em Campinas, será palco do show do Angra no dia 4 de setembro, às 20h. A banda leva a turnê internacional “Holy Land 30th Anniversary Tour”, que celebra os 30 anos de um dos álbuns mais emblemáticos de sua trajetória e da história do heavy metal brasileiro. Os ingressos estão disponíveis no site oficial do Multi Arena. O evento será realizado na sede da casa de shows, localizada na Avenida Dr. Antônio Carlos Couto de Barros, na Vila Sônia, distrito de Sousas.

Lançado em 1996, “Holy Land” consolidou a identidade musical do Angra ao reunir o estilo metal, música brasileira, elementos progressivos, arranjos orquestrais e referências à formação histórica e cultural do Brasil. O trabalho ampliou a projeção internacional do grupo e tornou-se um dos títulos mais emblemáticos de sua discografia.

Campinas integra a turnê comemorativa que passará por países da América do Sul, Europa e Ásia. O repertório revisita faixas marcantes e clássicas do álbum e outros momentos importantes dos mais de 30 anos de carreira da banda, proporcionando ao público uma experiência que reúne diferentes fases da trajetória do grupo.

Como parte das atividades relacionadas ao aniversário do álbum, o Angra lançou recentemente o vídeo “Make Believe – Live at Porão do Rock”, gravado durante a apresentação da banda no tradicional festival brasileiro. A faixa, uma das mais conhecidas de “Holy Land”, ganhou uma versão registrada pela formação atual, com mixagem de Dennis Ward.

A apresentação integra a programação do Multi Arena, novo espaço de entretenimento e cultura de Campinas, que conta com uma estrutura moderna e capacidade para receber até 2.500 pessoas, distribuída em 2 andares, mezanino, camarotes e estacionamento próprio. A casa está produzindo uma agenda diversificada de atrações musicais, teatrais e experiências para diferentes públicos. Atualmente, conta com mais 10 shows confirmados: Maneva (28 de agosto), Angra (4 de setembro), Gilsons (19 de setembro), Luana Zucoloto (24 de setembro), Duda Beat (10 de outubro), Emicida (31 de outubro), Hoobastank, Di Ferrero e Aléxia (6 de novembro), Luedji Luna (7 de novembro), Marina Sena (14 de novembro) e Ebony e 2ZDinizz (4 de dezembro).





Estéfano Bespalec Junior, sócio e CEO do Multi Arena, aborda o compromisso do Multi Arena em oferecer atrações para todos os tipos de público - Crédito: Denise Maher

“Desde a inauguração do Multi Arena, ainda não havíamos recebido uma banda de metal progressivo com a trajetória e a relevância do Angra. Trazer a banda para Campinas, especialmente em uma turnê que celebra os 30 anos de ‘Holy Land’, reforça nossa proposta de construir uma programação diversa, contemplando diferentes estilos e públicos”, destaca Estéfano Bespalec Junior, sócio do Multi Arena.

Nova casa de entretenimento campineira


O Multi Arena agora tem sede em um espaço histórico para os campineiros. Inaugurado em 1993, o local recebeu uma tradicional casa de espetáculos e grandes atrações que marcaram diferentes gerações. Para receber esse novo momento, passou por uma ampla revitalização, combinando infraestrutura moderna com sua tradição em grandes eventos. A ideia do local de eventos tem sua origem vinda de um festival que já fazia parte do calendário de entretenimento de Campinas. Com edições realizadas nos estacionamentos dos principais shoppings da cidade e temporadas que chegavam a dois meses de duração, o projeto conquistou espaço entre o público campineiro.







Espaço multicultural em Sousas, Multi Arena reúne artista para diferentes públicos e agenda se estende até dezembro - Crédito: RT Imagens

Após o crescimento da demanda e da adesão do público, o projeto evolui para uma operação fixa, com programação contínua, variedade de atrações e experiências ampliadas. A iniciativa fortalece o cenário cultural e de lazer da região, especialmente por ser a única arena na Região de Sousas, além de abrigar o Teatro Multi Arena (TMA), que amplia a agenda para além dos shows. O estacionamento oficial é dentro do complexo, com acesso pela Rua Fernando de Andrade Júnior, 90, Conjunto Habitacional Vila Santana, em Campinas. O serviço pode ser adquirido antecipadamente no momento da compra do ingresso, garantindo vaga reservada, veículo segurado e acesso mais próximo à entrada do evento. Os valores são de R$40 para carros e R$20 para motos.

Ao reunir música, teatro, ativações de marca e eventos corporativos, a casa de eventos reforça o papel de Campinas como um dos principais pólos de negócios e entretenimento do interior brasileiro.

Serviço - Multi Arena Campinas
Endereço: Av. Dr. Antônio Carlos Couto de Barros, Vila Sônia (Sousas), Campinas (SP)

Horário: 20 horas

Estacionamento: a partir de R$20,00
Ingresso: a partir de R$70,00

Ingressos e agenda completa: multiarenacampinas.com.br/programacao/

Próximos shows

28/08 – Maneva – 21h

04/09 – Angra – 20h

19/09 – Gilsons – Turnê "Eu Vejo Luz" - 20h

24/09 – Luana Zucoloto – 22h

10/10 – Duda Beat –

31/10 – Emicida – 22h

07/11 – Luedji Luna – 21h

14/11 – Marina Sena – 21h

04/12 – Ebony e 2ZDinizz – 22h

Site oficial: multiarenacampinas.com.br/

Sobre o Multi Arena

O Multi Arena é um projeto de entretenimento criado em 2023, em Campinas. Nascido como um festival itinerante, o projeto conquistou o público campineiro com temporadas multiculturais que reuniram artistas como Djavan, Zé Ramalho, Emicida e Titãs. Em 2026, inicia uma nova fase com a inauguração de sua sede permanente em Sousas, ampliando sua capacidade de receber atrações e experiências ao longo de uma temporada estendida.

Com uma proposta multicultural e programação diversificada, o Multi Arena recebe shows, espetáculos teatrais, apresentações infantis, experiências de marca, eventos corporativos e projetos especiais. Instalado em uma área de 6 mil m², o espaço contribui para o fortalecimento da cena cultural e de entretenimento da região, oferecendo experiências para públicos de todas as idades. Saiba mais: multiarenacampinas.com.br | instagram.com/multiarena_/



Assessoria de Imprensa

Agência ERA®

Mariana Cruz - Jornalista responsável

mariana@agenciaera.com.br

Fonte: Agência Era



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Armadilha promove confluência do heavy metal latino-americano com shows em São Paulo ao lado do Feedback do Chile e Acido do Uruguai






Serão duas datas em setembro, dia 04 no Tetris em Campinas e dia 05 no Red Star em São Paulo quando a banda também faz o show de lançamento de seu novo álbum, “Além do Limite Astral”

A banda paulistana Armadilha foi criada em 2010 e hoje é formada por Pedro Zupo (vocais), Greg Bondezam (guitarra), Denys Garcia (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).
Esses cinco headbangers encaram seu trabalho com tamanho significado que praticamente enunciam o heavy metal por uma perspectiva antropológica.
A começar pela sua estética musical que remete aos pioneiros do heavy metal brasileiro como Stress, Avenger, Centúrias, Azul Limão, entre outros, ou seja: heavy metal tradicional cantado em português, embora não sustentado pela repetição, mas sim pela produção de diferença.

Não obstante, o heavy metal do Armadilha é processo, multiplicidade, pois a banda amplifica territórios e vai dialogar com bandas do mesmo gênero em toda América Latina. Para isso, inauguraram um novo dispositivo de confluência do heavy metal latino-americano: a sigla “NLHMLA”, “Nueva Linea del Heavy Metal LatinoAmericano” ou “Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano”, cujo propósito é lançar um novo olhar para o heavy metal latino de forma integrada com o objetivo de potencializar a produção do gênero em todo território.

E para colocar em prática esse dispositivo, o Armadilha fará dois shows no estado de São Paulo em setembro ao lado do Feedback, primeira banda de heavy metal do Chile, e Acido, primeira banda de heavy metal do Uruguai.
No dia 04 de setembro, sexta-feira, o show rola no Tetris, em Campinas. Com produção da Tragic Magic, o Hellish War também se junta às três bandas para tornar essa noite ainda mais especial. Os ingressos para o show de Campinas estão à venda pela 101Tickets.
Já no sábado, dia 05, o show acontece na capital paulista no Red Star e também contará com a participação do Vingança Suprema. Os ingressos estão à venda pelo Sympla e nesse show o Armadilha fará o lançamento de seu novo álbum de estúdio, “Além do Limite Astral”.

“Além do Limite Astral” promete ser a obra-mestra na discografia do Armadilha que, até aqui, conta com os álbuns "Choque Elétrico" (2013), "Sangue de Ferro" (2021), o single "Missão Metálica" (tributo ao Avenger) e o split com o Pronoia do Chile, "Ataque en Vivo!".

“Além do Limite Astral” foi mixado e masterizado por Val Santos e vai reunir nove faixas inéditas: “Além do Limite Astral”, “Sangue Por Sangue”, “Velhos E Eternos”, “Ataque”, “Irmandade Do Aço”, “Erga Seus Punhos Ou Baixe Sua Voz”, “Headbanger”, “Xeque Mate” e “Born In The Streets”.
Entre o tracklist, destaque para "Hermandad de Acero" que reúne músicos de diversos países da América Latina em uma celebração da união do heavy metal latino-americano e que consolida a sigla “NLHMLA”; "Velhos e Eternos" que é uma homenagem aos pioneiros do heavy metal brasileiro e “Born In The Streets” que é um cover do Hirax, presente na primeira DT da banda.

"Além do Limite Astral é o nosso trabalho mais honesto e focado em romper fronteiras, sejam mentais ou as geográficas do nosso continente”, comenta o guitarrista Greg Bondezam.
“O álbum consolida de vez a união da cena através da NLHMLA, ganhando força na faixa "Hermandad de Acero", que reúne músicos de países vizinhos.
A produção exigiu muito da banda. Com as baterias captadas à parte, assumi a coordenação das cordas, as gravações de baixo e a coprodução de áudio. A banda toda trabalhou nos arranjos vocais até a finalização do Pedro Zupo. Entregamos o material pré-ajustado ao Val Santos para mixagem e masterização, focando em guitarras bem definidas e uma bateria extremamente forte. O disco é totalmente orgânico e feito à mão, refletido também na arte da capa e encarte, pintados a óleo pelo Zupo”.

Pedro Zupo também acrescentou sobre a importância de “Além do Limite Astral” na discografia do Armadilha e sobre o valor simbólico dos shows de setembro.
"O Armadilha ressurgiu e esse terceiro álbum não é apenas mais um disco e sim o nosso ressurgimento. Diante disso, acreditamos que deveríamos, definitivamente, hastear a bandeira de nosso ideal desde o princípio: amar o heavy metal na sua mais pura e tradicional essência e, por consequência, sua história. Nesses dois shows de setembro, tocaremos com a história viva, Feedback e Acido, as primeiras bandas de heavy metal de seus países, além de amigos de longa data como Vingança Suprema e Hellish War. Não são só mais dois shows, serão celebrações ao que faz o heavy metal ser o que é em nosso continente e estamos felizes por fazer parte disso"

Enquanto “Além do Limite Astral” não chega às lojas de Cds e às plataformas de streaming, assista o mais novo vídeo de "Velhos e Eternos":






Assista também os vídeos dos dois mais recentes singles do Armadilha:
"Motín en Occidente" (cover do Arkangel, a primeira banda de heavy metal da Venezuela e da América Latina):




 




"¿500 Años de Qué?" (cover do Tren Loco da Argentina):







A versão em CD de “Além do Limite Astral” será um lançamento da Dies Irae.


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Sons de Mercúrio apresenta nova formação e faz do amor um ato de resistência em novo EP





Banda de Feira de Santana lança nesta sexta (28) trabalho com cinco faixas gravadas entre Feira e Salvador que percorrem diferentes dimensões do afeto, do desejo à amizade.


Feira de Santana (BA) — Falar de amor ainda pode ser um ato de resistência? É dessa provocação que nasce Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores, novo EP da banda feirense Sons de Mercúrio, que chega em 28 de agosto a todas as plataformas digitais. O lançamento também marca uma nova fase do grupo, que passa a contar com Thiago Matos e Letícia Alexandra ao lado de Mohzah Nascimento e Cartre Sans, além da participação do baterista Elder da Silva.

Com cinco faixas autorais, o trabalho volta o olhar para a materialidade dos afetos em um tempo de hiperconexão e relações cada vez mais fugazes. Depois de dois álbuns construídos em torno de uma jornada de autoconhecimento, a Sons de Mercúrio direciona agora sua narrativa para o encontro com o outro.

O título estabelece um diálogo intencional com Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores, de Geraldo Vandré. Inspirada pela força histórica de uma canção que fez da arte instrumento de resistência e denúncia durante a ditadura, a banda desloca essa referência para uma inquietação contemporânea: em um mundo hiperconectado e atravessado pela fragilidade dos vínculos, falar de amor, reconhecer sua presença e dar materialidade aos afetos também pode ser uma forma de resistir.


“Nossos dois primeiros álbuns foram inspirados nos 22 arcanos maiores do Tarô e propunham uma jornada de autoconhecimento. O amor próprio sempre esteve presente, mas ainda não tínhamos falado de maneira tão explícita sobre o amor cotidiano. Este EP nasce desse desejo: lembrar que, num mundo hiperconectado e de relações líquidas, falar sobre amor e sua materialidade também é um ato de resistência”, explica a banda.

Do autoconhecimento ao encontro com o outro

A Sons de Mercúrio nasceu em Feira de Santana, em 2017, a partir do encontro criativo entre Mohzah Nascimento e Cartre Sans. Desde os primeiros trabalhos, a banda constrói sua trajetória aproximando música, lirismo, espiritualidade e narrativas simbólicas.

Os dois primeiros álbuns foram concebidos a partir dos 22 arcanos maiores do Tarô. Entre Crendices e Amores Pagãos (2019) iniciou essa jornada, posteriormente continuada por O Eu Chamado e Outras Jornadas (2021). Os dois trabalhos foram escolhidos como Melhor Disco Baiano de seus respectivos anos pelo voto popular do portal El Cabong.

No segundo álbum, a banda ampliou também seus encontros musicais, contando com participações especiais de nomes como Almério, Fábio Cascadura, Joana Terra, o guitarrista Igor Gnomo e o músico português Jorge Benvinda. O trabalho teve ainda masterização de Rodrigo “Funai” Costa, profissional com quatro Grammys Latinos como engenheiro de gravação.

Agora, a Sons de Mercúrio abre um novo capítulo de sua trajetória. Thiago Matos e Letícia Alexandra passam a integrar a formação ao lado de Mohzah Nascimento e Cartre Sans, enquanto Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores conta também com a participação do baterista Elder da Silva.

A mudança de formação acompanha uma mudança de perspectiva. Se nos primeiros discos a banda direcionava o olhar para jornadas interiores, transformação e autoconhecimento, no novo EP o movimento é em direção às relações construídas com o outro.

Cinco canções, diferentes formas de amar

O EP reúne “Estar é Sobre Instantes”, “Oh, Meu Bem!”, “Febre em Desatino”, “Mil Carnavais” e “Seu Dom”. Ao longo das cinco faixas, o amor ganha materialidade em situações cotidianas: cartas antigas, fotografias impressas, livros, uma rede na varanda, mãos que se encontram, corpos que desejam, amigos que permanecem e uma sala onde basta afastar os móveis para voltar a dançar.

A abertura, “Estar é Sobre Instantes”, de Mohzah Nascimento, encontra poesia na desaceleração. Entre lembranças, objetos e pequenos gestos, a canção observa como o afeto se constrói lentamente e propõe deixar “o tempo, em nós, se demorar”.

Em “Oh, Meu Bem!”, parceria de Cartre Sans e Mohzah Nascimento, o outro se torna abrigo quando a vida muda os planos e ameaça os sonhos. É um amor que não promete controlar o caminho, mas oferece companhia para atravessá-lo.

Também composta pela dupla, “Febre em Desatino” desloca esse percurso para o desejo e a intensidade dos corpos. A intimidade doméstica convive com vinho, fogo, delírio e imagens que aproximam afeto e desejo.

Em “Mil Carnavais”, Mohzah amplia o olhar para além da relação amorosa. Entre a agitação da cidade, o sagrado e o profano, a canção encontra valor em um dia comum, na presença de amigos leais e no desejo de ainda atravessar muitos carnavais ao lado de quem importa.

O percurso termina com “Seu Dom”, de Cartre Sans e Mohzah Nascimento. Aqui, o amor também aparece como amizade, acolhimento e disponibilidade: oferecer um ombro, estender as mãos, cantar para alguém sorrir ou afastar os móveis da sala para dançar.

As cinco canções formam, assim, diferentes retratos de uma mesma experiência: estar presente. O amor que desacelera, o que acolhe, o que deseja, o que celebra e o que cuida.

Entre Feira de Santana e Salvador

A produção musical de Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores é assinada pela Sons de Mercúrio e João Paulo Gouveia.

As gravações aconteceram em Feira de Santana, com apoio de P.V., do Netuno Estúdio, e também em Salvador, no Estúdio 5 da WR. A mixagem e a masterização ficaram a cargo de João Paulo Gouveia.

O lançamento dá continuidade a uma trajetória construída dentro da cena independente. Desde 2017, a Sons de Mercúrio passou por eventos como Feira Noise Festival, Baile Surrealista, FUN MUSIC e Virada Sustentável, além de desenvolver o Sons de Casa, projeto que aproximou banda e público por meio de apresentações intimistas realizadas nas residências dos próprios fãs.

Depois de dois álbuns dedicados a grandes jornadas simbólicas, a banda encontra agora sua matéria nas pequenas coisas: uma fotografia impressa, uma mão que permanece, um ombro amigo, uma sala transformada em pista de dança.

Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores se apresenta como uma carta sobre aquilo que ainda aproxima as pessoas. Em tempos de conexões rápidas e vínculos frágeis, a Sons de Mercúrio escolhe insistir na presença, no cuidado e na possibilidade de continuar falando de amor.

SERVIÇO

EP: Pra Não Dizer Que Não Falei de Amores
Artista: Sons de Mercúrio
Lançamento: 28 de agosto de 2026
Origem: Feira de Santana (BA)
Formato: EP — 5 faixas
Disponibilidade: Todas as plataformas digitais

Formação: Mohzah Nascimento, Cartre Sans, Thiago Matos e Letícia Alexandra
Participação na bateria: Elder da Silva

Produção musical: Sons de Mercúrio e João Paulo Gouveia
Gravações: Feira de Santana (BA) e Estúdio 5 da WR, Salvador (BA)
Apoio nas gravações em Feira de Santana: P.V. — Netuno Estúdio
Mixagem e masterização: João Paulo Gouveia

Faixas:Estar é Sobre Instantes — Mohzah Nascimento
Oh, Meu Bem! — Cartre Sans e Mohzah Nascimento
Febre em Desatino — Cartre Sans e Mohzah Nascimento
Mil Carnavais — Mohzah Nascimento
Seu Dom — Cartre Sans e Mohzah Nascimento

Contato de imprensa:
sonsdemercurio@gmail.com


Redes oficiais: Instagram — Sons de Mercúrio | YouTube — Sons de Mercúrio

Onde ouvir: a partir de 28 de agosto, em todas as plataformas digitais.

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5itTbEoapcu0dIARfuJnKc?si=t0H3Q7JBSoSpaqvcOu2yjg



Fonte: Música Rock Press



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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Antroforce Banda Se Apresentará No Brutal Devastation Dia 05/09/2026 No Mister Rock Em Belo Horizonte/Minas Gerais






O Antroforce é uma banda brasileira de Speed/Thrash Metal fundada no final de 2006 na cidade de Carapicuíba, na Zona Oeste de São Paulo. O grupo nasceu com a proposta inicial de prestar um tributo ao clássico metal nacional dos anos 1980 - inspirado por lendas como Dorsal Atlântica, Taurus e Mutilator - mas logo consolidou sua própria identidade agressiva com composições rápidas e letras cantadas em português.


Caracterizada por riffs cortantes, andamentos desenfreados e vocais cavernosos, a horda constrói composições que abordam temas como caos existencial, guerra, destruição e a ambição humana.


* SABADO, 05 de Setembro de 2026 - 13:00 •

Shows com as bandas:


* CHAKAL - MG - @chakalconnection

* HOLDER - PR - @holderdeathmetal

* IMPURITY - MG - @impurityoficial.666

* ESCAFISM - AM - @escafism

* OPHIOLATRY - CAN/BRA - @ophiolatry

* ANTROFORCE - SP - @antroforce

* REGORGE - RJ - @regorge_official

* MURDERESS - DF - @murderess.band

* BLASPHEMICAL PROCREATION - MG - @blasphemicalprocreation

* PATHOLOGIC NOISE - MG - @pathologicnoise

* CONQUISTADORES - SP - @conquistadoresheavymetal

* DARKNESS CROW - RO - @darkness.crow

* ROASTING - DF - @roastingdeathmetal

LOCAL: MISTER ROCK

Avenda Teresa Cristina • Barro Preto • Belo Horizonte / Minas Gerais

Censura 18 anos

INGRESSOS:

1º Lote (APENAS ON-LINE) - R$70 - ESGOTADO

2º Lote - R$100

3º Lote - R$120


PORTARIA - R$150 (pix ou cartão 3x)



Fonte:Antroforce



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Föxx Salema lança lyric video oficial para o single "Dead Flies Rising"




Música homenageia o cineasta George A. Romero e fará parte do segundo álbum da cantora, "Metal is Metal".



A cantora de Heavy Metal FÖXX SALEMA disponibilizou o lyric vídeo oficial de seu mais recente single, "Dead Flies Rising". O lançamento dá sequência à divulgação do segundo álbum de estúdio da vocalista, intitulado "Metal is Metal", e acompanha a forte recepção do público aos recentes trabalhos da artista. No Spotify a música já ultrapassou milhares de reproduções e ouvintes, sendo favoritada centenas de vezes e adicionada a dezenas de playlists.



Lançada anteriormente nos aplicativos de música em 16 de julho, data que marca o falecimento de George A. Romero, a composição é um tributo ao cineasta norte-americano e aborda a temática de zumbis. O novo vídeo - baseado na arte da capa - segue a estética de horror, inspirada em quadrinhos clássicos como "CreepShow: Show de Horrores" e "Contos da Cripta" para ilustrar a sonoridade pesada, rápida, e sombria do material.



A gravação de "Dead Flies Rising" traz FÖXX SALEMA assinando a letra e a música, além de registrar o vocal principal e todas as vozes de apoio. O trabalho em estúdio teve a parceria do tecladista e seu marido Cleber Magalhães. O time de instrumentistas que gravou a faixa é completado pelo professor de música Beto Lani nas guitarras, o italiano Alessandro Moschini no baixo, e o músico de estúdio contratado A. Kelvin na bateria.



A montagem e edição do lyric vídeo foram feitas por Alex Voorhees, que também assina a mixagem e a masterização da faixa. O lançamento conta com o co-patrocínio do portal Road to Metal, através de Caco Garcia.



Assista ao lyric vídeo de "Dead Flies Rising":

https://www.instagram.com/foxxsalema/reel/DcOWnfXBD82



Assista ao lyric vídeo via YouTube":









Sobre a artista:

A cantora e compositora de Heavy Metal FÖXX SALEMA consolidou seu espaço na cena independente com o álbum "Rebel Hearts" (2019), que teve sua tiragem física esgotada. Reconhecida também por sua defesa dos direitos lGBT+ no meio musical, ela trabalha ao lado do marido e tecladista Cleber Magalhães, acumulando números expressivos nas plataformas digitais, como mais de 1 milhão de streamings no Spotify. A artista celebra mais de uma década de gravações solo enquanto finaliza seu segundo disco de estúdio, "Metal is Metal", parcialmente financiado com o apoio dos fãs.



Ouça "Dead Flies Rising":

https://open.spotify.com/album/428geMQ9sAuo8ZDm7YuDMQ



Colabore com o financiamento coletivo do novo álbum “Metal is Metal”:

https://www.vakinha.com.br/vaquinha/foxx-salema-metal-is-metal



Créditos da Foto: Cleber Magalhães e Föxx Salema



Links Relacionados:

Site: www.foxxsalema.com.br

Spotify: https://bit.ly/FöxxSalema

Bandcamp: https://foxxsalema.bandcamp.com

Playlist Oficial: https://bit.ly/ThisIsFöxxSalema

Instagram: www.instagram.com/foxxsalema

YouTube: www.youtube.com/user/foxxsalema

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br


Fonte:wargods Press



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Ostra Coisa anuncia o single e clipe "O Último Sopro" em homenagem ao trompetista Rafael "Mirra"






Faixa abre os trabalhos do novo álbum "O Peso da Culpa" e apresenta imagens inéditas do músico.



A banda OSTRA COISA acaba de disponibilizar o single e videoclipe de "O Último Sopro". O lançamento marca o início da divulgação do próximo álbum de estúdio do grupo, intitulado "O Peso da Culpa", e carrega um tom profundamente pessoal. A nova faixa é uma homenagem ao trompetista Rafael, conhecido na cena como "Mirra", grande amigo da banda que faleceu na Páscoa do ano passado. Captação, mixagem e masterização ficaram a cargo do produtor e guitarrista da banda, Marcus Goulart, do Manguezal Estúdio, que também ficou responsável pela captação e edição do vídeo. Para o trompete, a banda contou com a participação especial de Paulo Pizzulin.



Assista ao video clipe:








Composta durante o processo de luto, a música transmite a tristeza e a reflexão que envolveram o grupo nos últimos meses. O vocalista e guitarrista Alexandre Sofiatti detalha o sentimento por trás do lançamento: "Perder o Mirra foi um dos momentos mais difíceis que já enfrentamos. Ele respirava música com a gente. O “Último Sopro” é o resultado direto de toda essa dor, uma catarse que precisávamos colocar para fora de forma honesta. Foi um processo muito doloroso gravar essa faixa, mas sentimos que era a única maneira verdadeira de nos despedirmos e de eternizarmos o impacto que ele teve nas nossas vidas e na própria história da banda."



Embora não integrasse a formação oficial de forma fixa, Mirra era uma presença constante nas apresentações da banda e participou da viagem imersiva que serviu de inspiração para as primeiras composições deste novo disco. Como forma de eternizar essa conexão, o videoclipe oficial compila imagens inéditas do músico registradas durante esse período, funcionando como uma despedida.



SOBRE A BANDA:



Na ativa desde 2012, a OSTRA COISA é formada por Alexandre Sofiatti (vocal e guitarra), Patrícia Gomes (baixo), Marcus Goulart (guitarra e produção) e Ralph Casarsa (bateria). O quarteto explora influências de Rock alternativo, Punk e Metal, sempre com forte apelo próprio. O atual ciclo de estúdio, concentrado no Manguezal Estúdio, sucede "Teias Siderais" (2025), álbum que figurou entre as indicações de melhores do ano na tradicional votação popular da revista Roadie Crew.



Ouça “O Último Sopro” no Spotify:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/0d0SoMPql0qDzKYyDsJ2wc



Créditos da foto: Eder Fausto


Links Relacionados:

Site oficial: https://www.ostracoisa.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/ostracoisa_banda

YouTube: https://www.youtube.com/@bandaostracoisa

E-mail: asofiatti@hotmail.com

Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br



Fonte:wargods Press



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Infernal Course anuncia participação de Kristina Vega, ex-vocalista da Cobra Spell, em música de seu novo álbum





“Prince of Darkness”, faixa de “Pandemic Politic”, é baseada em uma história real sobre violência contra as mulheres.


Formado na cidade de São Roque, interior de São Paulo, em 2001, o Infernal Course é uma das bandas mais respeitadas e admiradas pelos fãs de metal extremo no Brasil.
Isso porque, além da comprovada qualidade técnica e criativa, o grupo sempre se manteve fiel à estética original do death metal old school, dando sequência ao legado iniciado pelos grandes pioneiros do estilo como Possessed, Morbid Angel, Deicide, Sodom e Death.

Desde sua primeira demo autointitulada, que foi considerada pela renomada revista Valhalla como a “Melhor Demo Tape de 2003”, o Infernal Course vem construindo uma base fiel de fãs e seguidores. Tanto é que o debute "The Devil’s Sentence of Destruction" foi um dos lançamentos mais aguardados do estilo em 2009. Quando o sucessor “Impaled Society” foi lançado em 2016, o Infernal Course já era um nome relevante da cena nacional do metal e o álbum foi super elogiado pela imprensa especializada. “Fallen Gods” e “Marching In Hell”, que estão o tracklist, tornaram-se clássicos do death metal brasileiro de todos os tempos.

Passado consolidado, eis que um novo curso infernal está para ser trilhado em 2026. “Pandemic Politic” será o título do terceiro e novo album que o Infernal Course lançará ainda nesse ano.
"Pandemic Politic" foi gravado em São Paulo/SP no estúdio EMMP com produção do próprio guitarrista/vocalista da banda, Paulo Serafim, e vai reunir 11 faixas: “Mystifying”, “Blind Faith”, “Lucifer’s Night”, “From Deeply In Hell”, “Princess Of Darkness”, “Pandemic Politics Of Shit”, “The Evil Is By Your Side”, “Bloodied Skies”, “Masturbation For Divine”, “Divine Insanity”, “Feast From The Devil”, além de duas faixas bônus, “The Devil’s Sentence Of Destruction” e “Judas Be My Guide”, cover do Iron Maiden.

Entre os destaques do tracklist, está a faixa “Princess Of Darkness” que é baseada numa história real sobre abuso contra as mulheres. Paulo Serafim explicou um pouco mais sobre o contexto da composição.
“Diariamente ouvimos relatos de violência e abuso contra mulheres. A música “Prince of Darkness” fala sobre uma garota abusada por um príncipe que, protegido por sua coroa, nega as acusações e segue sua vida, impune. Essa história real terminou de forma trágica, com a morte dessa mulher uma semana após termos finalizado a música. Seria simbólico, portanto, termos uma participação feminina nessa música.”



A participação a que Paulo se refere é de ninguém menos que Kristina Vega, ex-vocalista da Cobra Spell.




“Ela absorveu a intensidade da letra e entrou no personagem, utilizando toda a versatilidade de sua voz para nos brindar com uma interpretação de profundidade única, que levou a canção para uma dimensão que não imaginávamos". Comentou Paulo sobre a participação da vocalista espanhola que hoje segue à frente da banda de prog metal Serapis Project.

Kristina Vega, por sua vez, também falou sobre sua participação em “Princess Of Darkness”.
“Desde que pisei no Brasil pela primeira vez, durante a turnê do Cobra Spell em 2024, me apaixonei pelo país e fiquei com muita vontade de colaborar com uma banda brasileira algum dia. Graças ao Eliton Tomasi da Som do Darma, conseguimos tornar isso possível. Foi um grande prazer trabalhar com o Infernal Course nessa música incrível, onde também pude mostrar um lado mais gutural da minha voz. Também foi muito especial poder dar voz a uma história tão forte e real, através de uma mensagem tão poderosa e relevante nos dias de hoje. Espero muito que vocês gostem. E espero poder voltar ao Brasil em breve, desta vez com a minha banda do Prog Metal, SerapiS Project.”

"Pandemic Politic" será lançado através de um projeto de financiamento coletivo que o Infernal Course está promovendo através da plataforma Kickante.




Como todo projeto de crowdfunding, "Pandemic Politic" do Infernal Course também prevê uma série de recompensas para seus apoiadores que foram divididas em seis pacotes diferentes. Entre os itens desses pacotes de recompensas estão unidades do CD prensado com a arte do álbum, encarte e letras; camisetas; bonés e convite VIP para o evento de lançamento do álbum para a imprensa em São Paulo.
Para participar, basta acessar esse link: https://www.kickante.com.br/crowdfunding/infernal-course-pandemic-politic

Além de Paulo Serafim, o Infernal Course também é formado pelo vocalista e baixista Marcel Infernal, o guitarrista Leonardo Demônio e o novo baterista da banda, Rodrigo Star.


Links Relacionados:

 
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Armadilha homenageia lendas do heavy metal brasileiro no clipe de "Velhos e Eternos"







Primeiro single de "Além do Limite Astral" reúne grandes nomes da cena e antecipa o lançamento do novo álbum da banda, marcado para 5 de setembro.



A banda Armadilha acaba de lançar o videoclipe de "Velhos e Eternos", primeiro single do aguardado álbum "Além do Limite Astral", que chega às plataformas digitais, e em CD (via Dies Irae Records) no próximo 5 de setembro.



Muito mais do que um videoclipe, "Velhos e Eternos" é uma homenagem à história do heavy metal brasileiro. A produção reúne alguns dos nomes mais importantes da cena nacional em uma celebração daqueles que ajudaram a construir e manter viva a cultura headbanger ao longo das últimas décadas.



Participam do vídeo Kim Kehl, Roosevelt Bala, Nelson Fonte, Cachorrão, Roger Vilaplana, Paulão Thomaz, Junior Muzzilli, Ivan Martins, China Lee, Paulo Rossi, Luís, Walcyr Chalas, Renato RT (in memoriam), Flavio Ferb, Renato Trevas, Mario Pastore, CM Scarpellini, Guillas, Pardal, Maurício, Zhema, Val Santos e Andreas Kisser, entre outros nomes que ajudaram a escrever a história do metal nacional.



Segundo a banda, "Velhos e Eternos" nasceu como uma forma de reconhecer quem abriu caminhos para as novas gerações e mantém viva a essência do heavy metal brasileiro.



Assista ao videoclipe de "Velhos e Eternos":









"Velhos e Eternos" é a primeira amostra de "Além do Limite Astral", trabalho que reafirma a identidade do Armadilha dentro do heavy metal tradicional, ao mesmo tempo em que amplia sua conexão com a cultura e a história do metal latino-americano.



Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, um dos principais produtores do heavy metal brasileiro, o álbum reúne nove faixas inéditas — além de uma releitura especial — e apresenta uma banda mais madura, sem abrir mão do peso e da essência que marcaram sua trajetória.



Outro destaque do disco é "Hermandad de Acero", composição que reúne músicos de diferentes países da América Latina em uma celebração da união construída pelo heavy metal além das fronteiras.








A proposta artística também se estende ao aspecto visual do projeto. Toda a arte de "Além do Limite Astral", incluindo capa e slipcase, foi criada pelo vocalista Pedro Zupo, reforçando o caráter autoral do trabalho.



Integrante do movimento N.L.H.M.L.A. (Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano), o Armadilha segue fortalecendo a integração entre bandas do continente e reafirmando seu compromisso com a valorização da cultura do heavy metal latino.



No mesmo dia em que o álbum será lançado, 5 de setembro, a banda sobe ao palco do festival SP Under Attack, em São Paulo, para apresentar as novas músicas ao vivo.



O evento reunirá nomes históricos do metal sul-americano, como os chilenos do Feedback, os uruguaios do Acido e os paulistanos do Vingança Suprema, em uma noite dedicada à união do heavy metal latino-americano.







Serviço:

SP UNDER ATTACK



Data: 5 de setembro de 2026 (sábado)

Horário: 17h



Local: Red Star Studios

Endereço: Rua Teodoro Sampaio, 512 – Pinheiros – São Paulo/SP (próximo ao Metrô Clínicas)



Bandas:

Armadilha (Brasil)

Feedback (Chile)

Acido (Uruguai)

Vingança Suprema (Brasil)



Ingressos:

https://share.google/sxHDmENmMFVuErjtj



Formação:

 Pedro Zupo:Vocal
 Denys Garcia: Guitarra
 Gregório Bondezam: Guitarra
Pedro Cavichiollo: Baixo
Marcelo S.O.S. : Bateria


Links Relacionados:

https://www.instagram.com/armadilhaheavymetal 



Fonte:LP Metal Press



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Pravus se apresenta na Burning House nesta sexta, em noite dedicada ao metal progressivo nacional





Show desta sexta-feira reúne Pravus, Abstracted, Our Last Creation e The Seer em um dos line-ups mais promissores da cena pesada brasileira.



A cena do metal progressivo brasileiro ganha um encontro de peso nesta sexta-feira (28), quando a Pravus sobe ao palco da Burning House, em São Paulo, para apresentar ao vivo as músicas de "Cinis", seu primeiro álbum completo de estúdio. A noite ainda contará com apresentações das bandas Abstracted, Our Last Creation e The Seer, reunindo quatro dos nomes que mais vêm chamando atenção no cenário nacional.



O show marca uma nova etapa na trajetória da Pravus. Desde sua formação, em 2020, a banda construiu uma identidade baseada em composições sofisticadas, atmosferas cinematográficas e uma abordagem emocional que foge dos temas mais convencionais do metal.



Em "Cinis", o grupo troca a violência e o niilismo por reflexões sobre conflitos internos, perdas, transformação e reconstrução pessoal, criando uma obra que alia técnica, peso e profundidade.



O álbum apresenta dez faixas que exploram mudanças constantes de dinâmica, passagens atmosféricas e momentos de grande intensidade, evidenciando a evolução musical da banda desde o lançamento de seu EP de estreia.



A narrativa começa em "Ignis", primeiro single do disco, que utiliza o fogo como metáfora para a superação e a transformação, e se encerra na faixa-título "Cinis" — "cinzas", em latim — simbolizando renovação e recomeço após o fim de um ciclo.



Até o momento, três músicas do álbum ganharam versões em vídeo: "Ignis", "When The Autumn Comes" e "Gargantua", esta última com participação especial da cantora Cath Castro.



Assista ao videoclipe de "Gargantua":








Além da proposta musical, "Cinis" também chama atenção pelo conceito visual. A capa foi criada pela dupla espanhola Welder Wings, artistas reconhecidos internacionalmente por suas obras surrealistas e por trabalhos ligados ao universo visual da banda Tool.



O próprio nome da banda traduz sua proposta artística. Pravus, palavra de origem latina, significa "torto", "deformado", "mau" ou "depravado", uma referência à quebra de padrões e à busca constante por novas possibilidades sonoras.








Com "Cinis", a Pravus reafirma seu espaço entre os principais representantes da nova geração do metal progressivo brasileiro, mostrando que técnica e virtuosismo podem caminhar lado a lado com emoção e narrativa.



Ouça o álbum "Cinis":

https://open.spotify.com/intl-pt/album/5Ad1znMORbj2GxYeEmr24r?si=HrpUVG-dS5OHQ_ueLmoUZA






Serviço:

Pravus, Abstracted, Our Last Creation e The Seer



Data: 28 de agosto de 2026 (sexta-feira)



Horário: 19h (abertura da casa)



Local: Burning House



Endereço: Av. Santa Marina, 247 – Água Branca – São Paulo/SP (ao lado da estação Água Branca da CPTM)



Ingressos:

https://101tickets.com.br/events/details/Visto-Aprovado-Prog-Fest



A Pravus é formada por Guilherme Costa (guitarra e vocais), Duemd (baixo e vocais), Danilo Baldon (guitarra), Doug Camargo (bateria) e André Farsky (teclados).



Siga os canais oficiais da Pravus:

https://linktr.ee/pravusband


Fonte:LP Metal Press

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Raimundos celebram 30 anos de história com show nesta sexta-feira no Manifesto Bar




Banda leva ao palco do Templo do Rock um repertório repleto de clássicos que marcaram gerações e consolidaram seu lugar entre os maiores nomes do rock brasileiro.



Nesta sexta-feira (28), São Paulo recebe uma das bandas mais importantes da história do rock nacional. Os Raimundos desembarcam no Manifesto Bar para um show especial da turnê que celebra 30 anos de carreira, prometendo uma noite de nostalgia, peso e muita energia.



No repertório, o público pode esperar uma sequência de sucessos que atravessaram gerações e transformaram a banda em um verdadeiro fenômeno da música brasileira. Clássicos como "Mulher de Fases", "Eu Quero Ver o Oco", "A Mais Pedida", "Puteiro em João Pessoa", "Me Lambe", "Esporrei na Manivela" e muitos outros prometem fazer o Manifesto cantar do começo ao fim.



Desde a explosão do álbum de estreia, em 1994, os Raimundos reinventaram o rock brasileiro ao unir hardcore, punk, metal e ritmos nordestinos em uma sonoridade única, irreverente e inconfundível. O resultado foi uma sequência de discos de ouro e platina, videoclipes que dominaram a MTV e uma coleção de músicas que continuam presentes nos shows, rádios e playlists de fãs de todas as idades.



Três décadas depois, a banda segue em plena atividade, levando aos palcos a mesma intensidade que a transformou em referência para inúmeras bandas do rock nacional. Atualmente, a formação reúne Digão (vocal e guitarra), Marquim (guitarra), Jean Moura (baixo) e Caio Cunha (bateria).



O show no Manifesto Bar ganha um significado especial por acontecer em um ambiente intimista, permitindo que o público acompanhe de perto uma das bandas mais influentes da história do rock brasileiro. A expectativa é de casa cheia para uma noite que promete reunir diferentes gerações em torno de um repertório que marcou época e continua tão atual quanto quando foi lançado.







Serviço:

Raimundos – Turnê 30 Anos



Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Horário: 20h



Local: Manifesto Bar

Endereço: Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia – São Paulo/SP



Ingressos antecipados:

https://www.clubedoingresso.com/evento/raimundos30anos


Mais informações:https://linktr.ee/manifestobar


Fonte:LP Metal Press

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Hélder Viana volta aos palcos cariocas com Jane Duboc, Bossa Nova e homenagem a Lô Borges no Vinicius, em Ipanema





Com direção musical e arranjos de Kiko Continentino, apresentação do compositor, cantor e violonista mineiro contará com clássicos da Bossa Nova, canções autorais e homenagem a Lô Borges.



O compositor, cantor e violonista mineiro Hélder Viana desembarca no Rio de Janeiro em grande estilo e estreia seu novo show no Vinicius Show Bar, em Ipanema, no dia 04 de setembro, sexta-feira, às 20h. Com direção musical e arranjos do conterrâneo Kiko Continentino, a apresentação terá um time estrelado de músicos e receberá a participação mais que especial da cantora Jane Duboc.



Hélder apresenta um repertório com alguns dos maiores sucessos da Bossa Nova, como “Água de Beber” e “Brigas nunca mais”, de Tom Jobim, “O Barquinho”, de Roberto Menescal, e “Samba de Verão”, de Marcos Valle, e canções autorais, como “Maria”, “Buganvília” e “Dama da Noite”. Destaque também para a homenagem a Lô Borges, falecido em novembro de 2025, na faixa “Colibri”, uma das últimas gravações do consagrado cantor e compositor do Clube da Esquina.



Retorno ao Rio com banda de peso



Não é de hoje que o compositor e violonista mineiro Hélder Viana é elogiado por grandes nomes da música brasileira. Esse prestígio marca o seu retorno aos palcos do Rio de Janeiro. A banda é composta de músicos renomados. Com o apoio da cantora Lucynha Lima, Jorge Continentino nos sopros, Jamil Joanes no baixo e o incrível baterista Márcio Bahia, o show promete ser uma inesquecível celebração da música, encontro dos Sertões das Geraes com as praias da Garota de Ipanema.



Talento das raízes do Brasil



Oriundo de uma tradicional família de congadeiros, Hélder Viana nasceu no município de Oliveira, interior de Minas Gerais, em 1963. Iniciou a carreira artística em 1978, no festival da canção local, passando depois a residir em Belo Horizonte, para onde foi estudar e tocar em bares, em 1984. Participou do “I Seminário Brasileiro da Música Instrumental”, idealizado por Toninho Horta e realizado em Ouro Preto, em 1986. Nessa época, estudou violão com Amauri Aranha e trabalhou como percussionista em diversas bandas, como a instrumental Nhoc. No teatro, tocou em peças como “Zumbi”, “Os Saltimbancos”, “O Trem das Vertentes” e “Tempestade” (tendo feito a trilha sonora da última). Acompanhou diversos artistas, entre eles, Amelinha, Oswaldinho do Acordeon e Sivuca.



Em 1994, foi o vencedor do “I Festival do Tribunal de Justiça de Minas Gerais” com a composição “Búzios”, interpretada pela cantora Loslena e julgada pelo emblemático letrista Fernando Brant. Em 2001, lançou o primeiro álbum, “Cabrália”, com participações especiais do saxofonista Chico Amaral, do guitarrista Celso Moreira e do percussionista Sidinho Moreira. O show do disco percorreu o Sudeste por quase uma década e foi aclamado pela crítica, ganhando elogios de ninguém menos do que Milton Nascimento. Entre 2011 e 2013, realizou a sua primeira turnê internacional, passando por Portugal, Itália, Espanha, França e Inglaterra, registrada em dois DVDs.



Após dois anos de pandemia, ele retornou aos palcos no Rio de Janeiro - onde não se apresentava desde 2019 - com um time de artistas renomados. Desde então, tem colecionado diversas parcerias com artistas como Wagner Tiso, Flávio Venturini, Beto Guedes, Toninho Horta e Boca Livre.



Serviço:
Dia e horário: 04 de setembro, sexta-feira, às 20h
Local: Vinícius Show Bar - Rua Vinícius de Moraes, 35, Ipanema, Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos: R$ 60 (meia-entrada) e R$ 120 (inteira), vendas pelo site https://www.sympla.com.br/evento/helder-viana-convida-jane-duboc/3502879

Classificação: 18 anos

Rede social: @helderhviana



Ficha técnica:

Hélder Viana - Voz e Violão

Jane Duboc - Voz e Participação especial

Kiko Continentino - Piano, Arranjos e Direção Musical

Márcio Bahia - Bateria

Jamil Joanes - Baixo

Jorge Continentino - Sopros

Lucynha Lima - Voz e vocais

Assessoria de Imprensa - Carlos Pinho

Fonte:Fato Coletivo


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N.L.H.M.L.A. Metal Fest reúne pioneiros do Heavy Metal latino-americano






Feedback, do Chile, Ácido, do Uruguai, e os brasileiros Armadilha e Hellish War se apresentam no dia 4 de setembro, no Tetriz Club, em Campinas (SP)



Campinas (SP) será palco de um encontro entre diferentes gerações e vertentes do Metal latino-americano. No dia 4 de setembro, o Tetriz Club recebe a primeira edição do N.L.H.M.L.A. Metal Fest, realizado pela Tragic Magic em parceria com a Womanöise Produções e apoio da Som do Darma, com Feedback, do Chile, Ácido, do Uruguai, e os brasileiros Armadilha e Hellish War. Ingressos via 101Tickets.



O festival nasce com a proposta de aproximar artistas e públicos de diferentes países da América Latina, valorizando uma cena que compartilha influências e raízes, mas ainda possui circuitos independentes. O conceito N.L.H.M.L.A. — Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano — surge justamente como uma iniciativa de intercâmbio e fortalecimento dessa conexão.



Representando o Chile, o Feedback carrega um importante peso histórico. Apontado como pioneiro do Heavy Metal chileno, o grupo integra a primeira geração do gênero no país e ajudou a abrir espaço para as bandas que surgiram posteriormente na cena local.



O Uruguai será representado pelo Ácido, formado no início dos anos 1980 e reconhecido como um dos pioneiros do Heavy Metal uruguaio. A presença da banda coloca lado a lado dois nomes fundamentais para a história do gênero na América do Sul, vindos de países que ajudaram a construir a identidade do Metal no continente.



Do Brasil, o Armadilha chega representando a força da cena nacional. Formada em São Paulo, a banda mantém sua identidade ligada ao Heavy Metal tradicional e também se destaca pela aproximação com outros artistas latino-americanos. Entre seus trabalhos recentes está Além do Limite Astral, que inclui “Hermandad de Acero”, faixa construída com a participação de músicos de diferentes países da região. A banda também integra o movimento N.L.H.M.L.A., reforçando sua sintonia com a proposta do festival.



Representando a cidade anfitriã, o Hellish War completa a programação em um momento especial: a banda celebra 30 anos de carreira em 2026. Um dos nomes tradicionais do Heavy Metal brasileiro, o grupo construiu uma trajetória marcada pelo Metal clássico e levou seu trabalho para além das fronteiras nacionais, incluindo apresentações e turnês pela Europa. Sua participação ganha um significado adicional por acontecer em Campinas, cidade diretamente ligada à história da banda.



A reunião de Feedback, Ácido, Armadilha e Hellish War estabelece um encontro entre diferentes gerações e experiências, conectando nomes históricos do Chile e do Uruguai a representantes da cena brasileira. Mais do que reunir atrações de três países, o festival coloca em evidência a diversidade e o potencial de intercâmbio do Metal produzido na América Latina.



Nesse contexto, Campinas se torna o ponto de partida para uma iniciativa que pretende ampliar o diálogo entre a cena brasileira e outros territórios do continente, criando novas possibilidades de circulação, encontros e colaboração entre artistas.



Mais do que uma noite dedicada ao Heavy Metal, o N.L.H.M.L.A. Metal Fest representa um encontro entre histórias, territórios e gerações que ajudaram a construir a identidade do gênero na América Latina. Com nomes históricos do Chile e do Uruguai ao lado de representantes de peso do Brasil, a primeira edição transforma Campinas em ponto de conexão de uma cena que atravessa fronteiras — e mostra que, quando o assunto é Metal, a América Latina fala a mesma língua.





SERVIÇO: N.L.H.M.L.A METAL FEST​


​Bandas: Feedback (Chile), Armadilha (Brasil), Ácido (Uruguai) e Hellish War (Brasil)
​Data: 4 de setembro de 2026
​Horário: 20h30
​Local: Tetriz Club
​Endereço: R. Oriente, 422 - Campinas, SP, 13090-740
​Produção: Tragic Magic e Womanöise Produções
​Ingressos: R$ 35,00 (preço único)
​Vendas:https://101tickets.com.br/events/details/Nova-Linha-de-Heavy-Metal-Latino-Americano
​Classificação etária: 18 anos


Fonte:JZ Press


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Macha y el Bosque Depresivo volta a São Paulo em setembro com seu canto coletivo latino






Depois de lotar o Sol y Sombra bar (São Paulo/SP) em duas noites consecutivas no começo de 2026, a animada banda chilena Macha y El Bosque Depresivo retorna à casa paulistana com seu único e pujante repertório em que amor, perda, boemia e canção latino-americana dividem a mesma mesa e pista. A nova apresentação é no dia 3 de setembro, a partir das 19h30. Ingressos à venda na tiqueteira Shotgun.

Macha y El Bosque Depresivo, uma das bandas mais especiais e singulares da música latino-americana contemporânea, é um projeto chileno liderado por Aldo “Macha” Asenjo e formado por músicos ligados também a La Floripondio e Chico Trujillo.

A origem remonta a 2007, quando integrantes de Chico Trujillo começaram a tocar valsas, boleros, baladas e outras canções lentas durante as apresentações da banda.

O diferencial no Bosque está na maneira como o repertório atravessa música cebolla chilena, vals peruano, bolero mexicano e porto-riquenho, balada romântica, son cubano e composição autoral. Os arranjos deslocam essas músicas para uma sonoridade acústica e portuária, associada a emblemáticas cidades chilenas como Villa Alemana e Valparaíso.

Canções próprias de Asenjo, como “Continentales”, “La carretera”, “Isla de errores”, “Perros y gatos” e “Resaca Sudaka”, aparecem no mesmo fluxo de obras de José José, Palmenia Pizarro, Jorge Farías, Silvio Rodríguez, Charles Aznavour, Soda Stereo, Consuelo Velázquez e Bad Bunny.

A carreira foi construída primeiro no palco. A gravação do Théâtre de la Ville, em Paris, em 2012, circulou como um disco informal. Em 2017, a Bosque lotou duas noites no Teatro Caupolicán, importante casa na capital chilena, ainda sem álbum.

A estreia fonográfica chegou apenas em 2018. Em 2023, realizou uma sequência de 6 apresentações novamente no Caupolicán. Já em 20 de dezembro de 2025 esgotou o Estadio Nacional, o local mais icônico de shows grandes em Santiago.

Em 2026, a banda lançou Bronceado de Cantina, realizou outras três noites no Caupolicán e iniciou uma rota pela América Latina com apresentações no Peru, Colômbia, Brasil, Argentina e México.

A voz áspera de Macha, mais as guitarras que sangram emoção e as batidas que te fazem dançar enquanto chora. É música que cura, que mexe, que vicia.







SERVIÇO



Macha y el Bloque Depresivo (Chile) volta a São Paulo

Data: 3 de setembro de 2026

Local: Sol y Sombra

Endereço: Rua Treze de Maio, 180, Bela Vista, São Paulo/SP

Ingressos: shotgun.live/pt-br/events/macha-y-el-bloque-depresivo-sys-13?organizer=225248



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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Carceral anuncia edição física de 'Descending Reprisal' pela I, Voidhanger Records





Edição em CD do álbum de estreia chega em outubro, enquanto Carceral apresenta visualizer de "Lockup Synarchy".



Carceral, grupo instrumental de metal extremo formado por Roberto Ortega e Hard Alexandre Christiani (guitarras), Victor Hormidas (baixo) e Daniel Moscardini (bateria), anuncia uma nova etapa de seu álbum de estreia, "Descending Reprisal", que ganhará uma edição física limitada em CD pela gravadora italiana I, Voidhanger Records, com lançamento marcado para 9 de outubro. "Acompanho o catálogo da I, Voidhanger há anos e, desde o início da produção de 'Descending Reprisal', sonhava com a possibilidade de um dia lançar o álbum pela gravadora. Ver isso acontecer agora é algo realmente especial para mim e para toda a banda", comenta Roberto Ortega.

Originalmente lançado digitalmente em julho, "Descending Reprisal" reúne 24 faixas em pouco menos de 30 minutos e apresenta a abordagem característica da banda, que transita por death metal, thrash metal, grindcore e outras vertentes extremas em composições curtas, intensas e agressivas. A edição física será lançada em formato jewel case, com booklet de 20 páginas, e já está disponível em pré-venda.


Além disso, está disponível o visualizer de "Lockup Synarchy", produzido por Wanderley Perna. "'Lockup Synarchy' representa muito bem o que buscamos fazer em 'Descending Reprisal'. É uma música construída com atenção às escolhas harmônicas e à dissonância, com forte influência de Voivod e Immolation. Ao mesmo tempo, mantivemos a tradição do metal de colocar os guitarristas em diálogo, dividindo os solos entre os dois músicos, retomando uma longa tradição do metal presente em trabalhos de nomes como Death, Slayer, Judas Priest e Mercyful Fate, entre tantos outros", detalha Ortega.

Assista ao visualizer de "Lockup Synarchy" :





Links para a pré-venda:







Links Relacionados:

X/twitter: @ carceral_band


Fonte:Ase Press 

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Pascoal Meirelles Quinteto estreia novo projeto no Vinícius Show, em Ipanema





Com seis décadas de trajetória musical e mais de oito de vida, aclamado baterista mineiro rompe as barreiras do tempo no show “Amanhã”.



A música instrumental ganha força quando a criação autoral encontra o palco com dedicação e verdade. Com seis décadas de trajetória musical e mais de oito de vida, o icônico baterista mineiro Pascoal Meirelles retorna ao Vinícius Show, em Ipanema, no dia 31 de agosto, segunda-feira, às 20h.



Graduado em composição, arranjos e regência pela Berklee College of Music/Boston e autodidata no seu instrumento, Meirelles rompe as barreiras do etarismo e prova que o tempo traz maturidade e vigor à expressão artística. Ao lado de Renan Francione (piano), Augusto Mattoso (baixo), Marcelo Martins (sax) e Jessé Sadoc (trompete), ele mantém viva a essência mineira no seu novo show, “Amanhã”.



Em 75 minutos, o grupo apresentará temas do próprio baterista, em uma construção que aproxima a plateia da criação ao vivo. No repertório, "Pro Moura", "Tom" e a faixa-título “Amanhã”, escrita originalmente para formação de Big Band para compor a trilha sonora do filme norte-americano “Here Comes Tomorrow”.



Serviço:

Show: “Amanhã” – Pascoal Meirelles Quinteto

Dia e hora: 31 de agosto, segunda-feira, às 20h

Local: Vinícius Show - Rua Vinícius de Moraes, 39 – Ipanema, Rio de Janeiro - RJ

Ingressos: R$ 60 (meia-entrada) e R$ 120 (inteira), vendas no site https://www.sympla.com.br/evento/pascoal-meirelles-quinteto-apresenta-amanha/3509947 e no pix ingressos@barvinicius.com.br (enviar o comprovante da compra de ingressos por PIX para o WhatsApp: 21 99279-0072 - Favorecido: Vinicius)

Rede social: https://www.instagram.com/pascoal_meirellesoficial/




Fonte:Fato Coletivo


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Stress 41 Anos De ''Flor Atômica'' : O Disco Que Ajudou a Forja o Heavy Metal Brasileiro






Em 1985, a banda paraense chegava ao segundo álbum com uma nova formação, uma grande gravadora e a responsabilidade de representar uma cena que ainda estava dando seus primeiros passos.

Há 41 anos, o Stress lançava “Flor Atômica”, segundo álbum de uma trajetória que começou em Belém do Pará e ajudou a escrever uma das páginas mais importantes dos primeiros anos do Heavy Metal brasileiro.

O disco chegou em um momento decisivo. Depois das apresentações históricas no Circo Voador, em 1983 e 1984, o Stress passou a chamar atenção nacional. A famosa chamada da Rádio Fluminense, “A Maldita”, apresentava o grupo como vindo diretamente do “Inferno Amazônico” e como “a banda mais pesada do Brasil”.

A repercussão fez crescer os convites e também a certeza de que a banda precisava deixar Belém. No final de 1984, André decidiu permanecer no Rio de Janeiro. No início de 1985, Roosevelt Bala também se mudou para a cidade, deixando seu emprego na Petrobras para continuar a história do Stress.

Os demais integrantes, por questões familiares, não puderam acompanhá-los. Foi então que entraram Alex Magnum, ex-Metal Pesado, e Bosco Gomes.

A mudança também transformou a atuação de Roosevelt. Agora exclusivamente como vocalista e frontman, sem tocar baixo, ele ganhou liberdade para cantar, correr e se movimentar pelo palco. O Stress passou a investir numa performance física e intensa, com muita “correria” de palco, algo que ainda não era comum entre as bandas brasileiras de Heavy Metal.

O CONVITE

O sucesso do Rock in Rio, realizado em janeiro de 1985, ajudou a despertar o interesse das gravadoras pelo crescente público de Metal no Brasil. O Stress recebeu propostas para participar de coletâneas, mas queria um álbum próprio.

A oportunidade surgiu através do produtor João Augusto, que realizou uma audição da banda no Tok Studio, no Rio.

Depois de ouvir algumas músicas, veio a frase que mudaria a trajetória do grupo:

“Vamos fazer! Tem mais músicas? Preciso de dez músicas para um LP.”

O problema era que o Stress ainda não tinha dez músicas prontas. A banda teve então de compor e arranjar boa parte do repertório em tempo recorde.

Nasceram ou foram finalizadas nesse período músicas como “Não Desista”, “Tributo ao Prazer”, “Jennie” e “Esperando o Messias”. Para completar o álbum, entraram também “Sodoma e Gomorra” e “Mate o Réu”, do primeiro disco, além de “Inferno Nuclear”, da demo de 1984.

Entre todas, “Não Desista” merece destaque. Composta praticamente às vésperas da gravação, a faixa buscava recuperar a velocidade e o peso característicos do Stress, já incorporando elementos do então crescente Speed Metal. Roosevelt criou o instrumental e André escreveu a letra.

A música foi tão corrida que Roosevelt chegou a cantar a composição pela primeira vez no próprio estúdio, durante a gravação.

E ficou.

75 HORAS DE ESTÚDIO

“Flor Atômica” foi gravado no estúdio da Polygram, com aproximadamente 75 horas destinadas à gravação e mixagem.

A banda estava diante de uma estrutura muito superior àquela disponível no primeiro álbum, mas também precisou lidar com problemas.

Um deles aconteceu nas guitarras. O Stress tinha à disposição um Marshall JCM 900, mas a caixa utilizada apresentava problemas e não suportava o volume necessário para que o amplificador entregasse toda a distorção desejada.

Por isso, o resultado acabou sendo menos pesado do que a banda pretendia, mas não tirou o brilho do trabalho de guitarras no disco.

Essa é uma das principais diferenças em relação ao primeiro LP: “Flor Atômica” é mais organizado e tecnicamente elaborado, mas não possui exatamente a mesma crueza e brutalidade sonora do debut.

Ainda assim, as guitarras permanecem bem definidas, e a participação de Leonardo Renda nos teclados de “Jennie”, “Flor Atômica” e “Esperando o Messias” acrescentou uma dimensão melódica diferente ao som do grupo.

Nos vocais, Roosevelt enfrentou sessões extremamente exigentes. As músicas eram cantadas em tons altos e exigiam bastante de sua voz. A última faixa gravada foi “Jennie”. Ao terminar, completamente desgastado, o vocalista encerrou também as gravações do álbum.

A comemoração veio imediatamente: champanhe e gritos dentro do estúdio marcaram o fim daquele trabalho.

O ERRO DE “FORÇAS DO MAL”

“Flor Atômica” também entrou para a história por um erro de edição bastante peculiar.

Na versão final de “Forças do Mal”, foi utilizada por engano uma gravação instrumental destinada a possíveis apresentações em playback na televisão.

Quando o problema foi descoberto, cerca de 10 mil cópias já haviam sido prensadas.

A banda queria impedir o lançamento, mas acabou obrigada a aceitar a situação diante do risco de o álbum simplesmente não ser lançado.

O erro permaneceu nas cópias originais.

Somente em 2002 Roosevelt registrou os vocais da música, e essa versão apareceu posteriormente como faixa bônus no relançamento europeu de 2013.

O LANÇAMENTO

“Flor Atômica” foi lançado pela Polygram, tornando-se um marco: o Stress passava a integrar o catálogo de uma grande gravadora internacional.

O lançamento oficial aconteceu em junho de 1985, no Circo Voador, no Rio de Janeiro.

No mês seguinte, a banda voltou para Belém e apresentou o álbum para aproximadamente 6 mil pessoas.

A distribuição da Polygram levou o disco às principais cidades brasileiras e fez o nome do Stress chegar a milhares de headbangers.

A imprensa especializada recebeu o álbum de forma bastante positiva, consolidando a banda entre os principais nomes da primeira geração do Metal nacional.

41 ANOS DEPOIS

É impossível analisar “Flor Atômica” apenas pela qualidade técnica.

Mas exigir isso seria ignorar o contexto.

Estamos falando de 1985, quando o Heavy Metal brasileiro ainda estava sendo construído.

O Stress vinha de Belém, havia atravessado o país, conquistado o público carioca, sobrevivido a uma mudança de formação e conseguido um contrato com uma das maiores gravadoras do mundo.

E fez isso sem abandonar sua identidade.

Faixas como “Heavy Metal”, “Não Desista”, “Flor Atômica” e “Mate o Réu” permaneceram na memória dos headbangers e ajudaram a manter vivo o legado daquela geração.

O álbum foi posteriormente relançado em CD pela Metal Soldiers Records, em Portugal, em 2013, e pela Evil Invaders Records no Brasil, em 2018.

Mais do que uma fotografia de 1985, “Flor Atômica” continua sendo um documento de resistência, pioneirismo e paixão pelo Metal.

Porque antes de existir uma verdadeira indústria do Heavy Metal no país, algumas bandas tiveram que abrir caminho praticamente na marra.

O Stress estava entre elas.

E 41 anos depois, “Flor Atômica” continua provando que algumas chamas simplesmente não se apagam.

41 anos de “Flor Atômica”.

44 anos de Heavy Metal no Brasil.

Em memória de Alex Magnum.

Escute aqui o disco:

https://open.spotify.com/intl-pt/album/2c2dT2Tzps7fUADUj4biWw


Links Relacionados:

Facebook: facebook.com/bandastress

Instagram: @stress.oficial

YouTube: @StressHeavy


Fonte:Stress



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