domingo, 23 de agosto de 2026

Paradise Inc. Lança ''Angel'' Novo Single Que Consilida a Nova Era Da Banda De Hard Rock e AOR




Faixa chega acompanhada de arranjos marcantes e atmosfera envolvente, antecipando o aguardado álbum de inéditas do quinteto paulista.




A banda paulista de Hard Rock e AOR PARADISE INC. lança seu mais novo single, "Angel". A faixa dá continuidade à intensa e elogiada fase de retorno do grupo, servindo como mais um importante capítulo na preparação para o lançamento de seu novo álbum de inéditas — o primeiro registro de longa duração da banda desde o aclamado disco de estreia Time (2011).




Gravado e lapidado no Dharma Studios, com produção, mixagem e masterização de Rodrigo Oliveira (renomado baterista do Korzus), "Angel" traduz perfeitamente a proposta desta nova era do quinteto: uma ponte harmoniosa entre o peso e a elegância clássica do AOR tradicional e a clareza e potência exigidas pela produção musical contemporânea.




Em "Angel", a banda destaca toda a sua versatilidade e maturidade instrumental e composicional. O vocalista Ivan Martins entrega uma interpretação marcante, conduzindo as linhas melódicas com feeling, paixão e grande alcance vocal. O guitarrista e fundador Marcos Peres assina riffs memoráveis e um trabalho de solo expressivo e virtuoso, que ressalta a identidade sonora que consagrou o grupo.




A sustentação rítmica traz a solidez precisa do baixista Renato Rush combinada ao groove contagiante e pegada enérgica do baterista Allan Juliano. Envelopando a faixa, o tecladista Collins Freitas adiciona camadas e texturas atmosféricas fundamentais para criar o clima envolvente e emocionante que define a canção.

O vocalista Ivan Martins comentou:

“Essa música foi a minha primeira colaboração em termos de composição após me juntar ao projeto, o que a torna muito especial para mim. Ao mesmo tempo, ela tem um profundo significado lírico que coincide entre mim e o Allan.”

O guitarrista Marcos Peres complementou:

“Esse som tem um lugar especial para mim. A começar pela intro, que está super marcante e já chega dando aquele punch logo de cara. A gente apostou em uma estrutura simples e direta, sem enrolação, o que criou a combinação perfeita com a melodia de voz e a letra. Outro detalhe que faz toda a diferença para mim é a linha de baixo: ela vem toda desenhada e casa direitinho com o arranjo do refrão, dando uma pressão sensacional. E, para fechar com chave de ouro, o teclado entra amarrando tudo e dando o toque final que a música pedia. O som está pesado, envolvente e com uma energia incrível.”

O baixista Renato Rush adicionou:

“Angel está oficialmente no ar! 

É muito bom finalmente poder compartilhar essa música com todos. Angel é daquelas faixas que foram ganhando personalidade a cada etapa da produção, e o resultado ficou exatamente com a energia que a gente queria para a Paradise Inc.

Ela começa com carinha de balada, mas o arranjo vai crescendo sem perder a objetividade, deixando espaço para um peso marcante, para a melodia e para a voz conduzirem a história que a faixa conta.

E há alguns detalhes que, para mim, fazem essa música funcionar de um jeito especial: o baixo trazendo o riff principal, o teclado preenchendo os espaços certos e toda a banda trabalhando para criar aquele clima intenso que é tão característico do nosso som.”

O baterista Allan Juliano comentou:

“”Angel” é uma música com as características do hard rock: guitarras fortes, enérgicas, e melodias e refrões bem marcantes, associados a elementos eletrônicos modernos. É muito importante destacar a parte vocal, a interpretação do Ivan e a letra, que marcam essa música como uma das melhores do nosso álbum.”

O tecladista Collins Freitas concluiu:

“”Angel” é uma faixa que remete ao contraste perfeito entre peso e leveza, características que o próprio nome traz. Acredito que a banda conseguiu unir o impacto que uma música deve ter sem perder suas nuances e detalhes. Não poderia deixar de citar o refrão, que traz uma emoção muito forte acompanhada de uma interpretação única. Assim, temos Angel como uma belíssima canção, mantendo o rock e a emoção juntos — ou melhor, vivos.”

Ouça ‘Angel’ aqui: https://onerpm.link/300173121254










Com uma trajetória sólida e histórico de colaborações internacionais com nomes como Doogie White e Alessandro Del Vecchio, a PARADISE INC. vem pavimentando seu regresso com lançamentos precisos — desde a releitura da faixa-título "Time" e o single "Take Me Higher". Com "Angel", o quinteto reforça que o período de hiato serviu para acumular a experiência e a inspiração necessárias para entregar sua fase mais refinada e impactante.


O novo single "Angel" já está disponível em todas as principais plataformas digitais.


Formação:


Ivan Martins:Vocal 
Marcos Peres :Guitarra
Renato Rush: Baixo
Allan Juliano: Bateria
Collins Freitas: Teclado


Fonte: Nuclear Blast Records

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Down anuncia novo álbum ''Volume V'' e lança novo single/videoclipe ''Blood Oath''






As lendas do heavy metal americano, DOWN, lançarão seu tão aguardado novo álbum de estúdio, Volume V, no dia 20 de novembro pela Nuclear Blast Records!

O DOWN nunca foi apenas uma banda. É uma irmandade enraizada em amizades de infância que já duram décadas. É uma homenagem à cidade de New Orleans, Louisiana. É uma música feita para qualquer pessoa que já balançou a cabeça (headbanging), tocou guitarra no ar (air guitar) ou vestiu uma camiseta surrada de turnê como se fosse uma armadura. Por mais de três décadas, o quinteto — Philip H. Anselmo, Pepper Keenan, Kirk Windstein, Jimmy Bower e Pat Bruders — construiu silenciosamente um legado sem igual. Quando esses caras se reúnem, a mágica acontece: invocada por grooves avassaladores, vocais rasgados direto da alma e riffs altos o suficiente para despertar uma divindade ancestral.

Neste outono, o DOWN começa mais um capítulo com Volume V.

“Estávamos todos muito empolgados com isso”, sorri Anselmo. “Havia uma sensação de leveza no ar. A atitude de todo mundo estava positiva e tínhamos mais foco do que nunca. Parecia algo novo de novo. Cada um de nós buscou dar o seu melhor individualmente, e acredito que alcançamos o que queríamos. O disco é uma verdadeira jornada. É o DOWN clássico, mas também com sua própria identidade.”

“Todo mundo tocou com a alma, escreveu riffs incríveis, e o Philip está cantando demais”, acrescenta Windstein. “Há muita energia quando nos reunimos. Para mim, tem a mesma vibe da nossa estreia com NOLA, mas agora com mais 35 anos de experiência como compositores.”

“Nós cinco somos da mesma época, crescemos juntos e conquistamos muita coisa individualmente”, observa Keenan. “Todos tínhamos sons diferentes, mas ainda somos do mesmo raio de 20 quarteirões. O que torna o DOWN especial é que já nos conhecíamos antes de qualquer um de nós ter conquistado algo. Existe uma história ali.”

Os laços do DOWN são profundos. Os integrantes se cruzaram pela primeira vez ainda adolescentes, tocando em várias bandas locais de New Orleans. Ao longo dos anos, cada músico seguiu seu caminho e fez seu próprio nome: Anselmo se destacou à frente do Pantera, Keenan assumiu a guitarra e os vocais do Corrosion Of Conformity, Windstein liderou o Crowbar e Bower assumiu as guitarras no Eyehategod.

Duas sessões de composição renderam a maior parte do material de Volume V. Mantendo uma tradição que remonta a Down II, os membros se isolaram no estúdio caseiro de Anselmo — seu ponto de encontro oficial —, o Nodferatu’s Lair. As músicas surgiram na hora, em jams cara a cara. Ao longo de 2025, o som foi ganhando forma naturalmente. Keenan e Windstein optaram por gravar as guitarras simultaneamente, garantindo ao álbum um peso e uma pegada atemporais.

O disco abre com uma pedrada avassaladora, ‘The Myth’. A faixa dá o tom da obra com vocais potentes, ritmos esmagadores e palhetadas precisas para baixo (down-picking). Em seguida vem ‘Merciful Fate’, com a participação de King Diamond. A música atinge o ápice em um duelo vocal entre Anselmo e King Diamond, além de solos alucinantes executados em um ritmo acelerado de 120 bpm. A esposa de King, Livia Zita, ainda abençoa a faixa com seus próprios detalhes sombrios. O encerramento fica por conta de ‘Twice-Told Tales’, que conclui a viagem com um desfecho pesado e hipnótico. “É um aglomerado de riffs afiados e blues rock misturado com o rigor do metal clássico”, revela Anselmo. “É uma música muito importante para nós. Pude sentir a influência de Ozzy Osbourne em mim da forma mais curiosa.”

O primeiro single, ‘Blood Oath’, é sustentado por um riff que alterna momentos de puro peso e melancolia marcante, culminando em um refrão poderoso e marcante. Com uma sutil reverência às suas origens, a faixa praticamente transborda as cores tradicionais de sua terra natal (ouro velho, preto e branco). “Qualquer pessoa de New Orleans vai se divertir com as referências à cidade”, sorri Anselmo. “Musicalmente, tem um gancho enorme. É uma música típica do DOWN, mas que surpreende.”

“Você vai saber que é o DOWN logo no primeiro segundo”, acrescenta Keenan. “O ataque é pesado pra caralho.”

GARANTA JÁ A PRÉ-VENDA / PRÉ-SALVE VOLUME V:

https://down.bfan.link/volume-v

OUÇA 'BLOOD OATH':

https://down.bfan.link/blood-oath





DOWN - VOLUME V || TRACKLIST

01. The Myth
02. Merciful Fate
03. Turn Out The Light
04. The Message
05. Causeway Grief
06. Blood Oath
07. They Walk The Night
08. They Came From Dust
09. Ozz
10. Twice-Told Tales




Volume V foi produzido por Eddie Mapp e pelo próprio DOWN, mixado por Dave Fortman e masterizado por Maor Appelbaum nos estúdios Maor Appelbaum Mastering, na Califórnia.

O álbum estará disponível em CD e formatos digitais, além de uma edição em vinil duplo (2xLP) nas seguintes variantes de cores:

Laranja [Mundo]


Amarelo/Vermelho Galáxia [Exclusivo Nuclear Blast EUA]


Laranja/Vermelho Galáxia [Exclusivo Nuclear Blast Europa]


Preto [Exclusivo da Banda #1]


Transparente, Preto/Vermelho Esfumaçado [Exclusivo da Banda #2]


Laranja/Preto Galáxia [Exclusivo da Revista Decibel]


Esfumaçado [Exclusivo da Revista Revolver]







O DOWN está atualmente em turnê como atração principal pela América do Norte, acompanhado pelas bandas Helmet e Spirit In The Room. A turnê Strap It Down começou em Atlanta, Geórgia, em 15 de agosto, e será encerrada em Shakopee, Minnesota, no dia 4 de setembro, com um show especial como atração de apoio direta do Slayer. A jornada também inclui participações na edição de 2026 do Berzerkus Festival, organizado por Zakk Wylde, ao lado de Lamb Of God, Black Label Society e outros, nos dias 28 de agosto em Scranton, Pensilvânia, e 29 de agosto em Wantagh, Nova York.

Pacotes VIP limitados do DOWN (sem ingresso incluso) já estão disponíveis e incluem acesso à checagem de som, meet & greet, foto com a banda, pôster autografado e um item exclusivo de merchandise. Acesse down-nola.com/tour para garantir o seu.

Em outubro, o DOWN se apresentará nos festivais Aftershock e Sick New World Texas. Em dezembro, a banda será a atração principal do segundo dia (5 de dezembro) do Decibel Magazine Metal & Beer Fest Denver. A apresentação marca o retorno da banda a Denver após mais de doze anos!

Os ingressos para todos os shows já estão à venda. Confira as datas confirmadas abaixo.

DOWN com Helmet e Spirit In The Room [próximas datas]:

19/08/2026 – House Of Blues – Cleveland, OH


20/08/2026 – Stage AE – Pittsburgh, PA


22/08/2026 – Royal Oak Music Theatre – Royal Oak, MI


23/08/2026 – HISTORY – Toronto, ON


25/08/2026 – MTELUS – Montreal, QC


26/08/2026 – The Palladium – Worcester, MA


28/08/2026 – The Pavilion @ Montage Mountain – Scranton, PA (Berzerkus Fest com Lamb Of God, Black Label Society e mais)


29/08/2026 – Northwell @ Jones Beach Theater – Wantagh, NY (Berzerkus Fest com Lamb Of God, Black Label Society e mais)


30/08/2026 – The Fillmore Silver Spring – Silver Spring, MD


01/09/2026 – Bogart’s – Cincinnati, OH


02/09/2026 – Ramova Theatre – Chicago, IL


04/09/2026 – Mystic Lake Amphitheater – Shakopee, MN (com Slayer, Suicidal Tendencies, Hatebreed)

* Sem Helmet e Spirit In The Room

Datas de Festivais nos EUA:

03/10/2026 – Aftershock – Sacramento, CA


24/10/2026 – Sick New World Texas – Fort Worth, TX


05/12/2026 – Decibel Metal And Beer Fest – Denver, CO

Mais sobre o DOWN:

Em 1991, a primeira jam session improvisada do DOWN gerou uma fita demo agora lendária que correu o mundo. A partir dali, aquela fita de três músicas estabeleceu a base para o álbum NOLA (1995), certificado como disco de platina. A revista Metal Hammer definiu o trabalho como “um clássico do rock, ponto final”, enquanto o site Stereogum declarou: “A nossa compreensão moderna do que o metal do sul dos Estados Unidos soa e significa começa com NOLA, e devemos demonstrar esse respeito.” A banda entregou favoritos dos fãs como Down II: A Bustle In Your Hedgerow [2002], Down III: Over The Under [2007], Down IV – Part One [2012] e Down IV – Part Two [2014]. Cada turnê provou ser especial à sua maneira. Além de lotar casas em turnês mundiais como headliner, o grupo dividiu o palco com nomes como Metallica, Heaven & Hell, Danzig e Melvins, além de incendiar festivais como Aftershock, Louder Than Life, Hellfest e Sick New World. Não é à toa que a revista Revolver batizou o coletivo como um dos “12 Maiores Supergrupos da História do Hard Rock e Heavy Metal”.

Formação:

Philip H. Anselmo: Vocal
Pepper Keenan :Guitarra
Jimmy Bower :Bateria
Kirk Windstein: Guitarra
Pat Bruders: Baixo


Confira ''Blood Oath''





Links Relacionados:



https://down-nola.com 







Fonte: Nuclear Blast Records

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Eivør faz reflexão sobre amor, perda e paredes entre nós com o novo single ''Verjugarðar / Walls''.



Tungl, o novo álbum da cantora, será lançado mundialmente através da Nuclear Blast Records no dia 16 de outubro.



A visionária artista faroesa Eivør lançou uma nova faixa de seu aguardado álbum de estúdio, Tungl, previsto para 16 de outubro deste ano. A canção "Verjugarðar / Walls" é uma obra-prima da sonoridade sombria e catártica, transitando liricamente entre o lamento e a busca fervorosa pela esperança.

Eivør comenta sobre a faixa: "Verjugarðar / Walls é uma balada de rock eletrônico épica e sombria sobre duas pessoas que perderam a conexão que as unia, separadas por muralhas de silêncio. O paradoxo é que as próprias paredes que erguemos para nos proteger acabam nos isolando. Essa foi uma daquelas músicas que levei anos para concluir, mas quando tudo finalmente se encaixou, não consegui mais parar de cantá-la."

Garanta Tungl na pré-venda: https://eivor.bfan.link/tungl

Ouça "Verjugarðar / Walls": https://eivor.bfan.link/verjugardar

Seja para quem já é fã do universo de Eivør ou para quem está prestes a se encantar por ele, Tungl é uma profunda jornada de descoberta.

Tungl — palavra em faroês para "lua" — traz Eivør explorando elementos da natureza de forma ainda mais intensa. Imersivo e envolvente, o álbum guia o ouvinte por uma atmosfera dramática e atemporal, na qual as referências tradicionais dão lugar a uma bússola interior ao longo de 10 faixas introspectivas. Trata-se de uma obra em sintonia com a busca contemporânea por autoconhecimento, fé e renovação em tempos de incerteza.





TUNGL

01. Og mánin græt / And The Moon Cried
02. Drekafljóð / Dragon Maiden
03. Verjugarðar / Walls
04. Spøkilsir / Revenants
05. Hinumegin / The Other Side
06. Healer
07. Eon
08. Tann tú saknar / The One You Long For
09. Fangað (feat. Elinborg) / Trapped
10. Everyone But Me



Eivør passou o verão em turnê pela Europa, realizando shows próprios e se apresentando em grandes festivais como Paléo Festival, Brutal Assault e Summer Breeze. Suas últimas duas apresentações da temporada de verão serão nos festivais ArcTanGent (Reino Unido) e Sun and Thunder (Espanha).

Para comemorar o lançamento de Tungl, Eivør realizará três shows especiais em outubro. A artista fará duas apresentações consecutivas na Nordic House em Tórshavn, nas Ilhas Faroé, nos dias 16 e 17 de outubro, e depois subirá ao palco da icônica Eldborg Hall, no complexo Harpa, em Reykjavík (Islândia), no dia 23 de outubro, acompanhada por músicos convidados. Esses eventos intimistas oferecerão ao público a oportunidade única de vivenciar Tungl ao vivo em cenários especiais antes do início de sua turnê internacional.

Ainda este ano, Eivør dará início a uma extensa turnê como atração principal pela América do Norte, seguida por apresentações na Europa e no Reino Unido ao longo de 2027.

Para ingressos visite: Shows — Eivør



Há mais de duas décadas, a artista faroense Eivør é apontada como uma das vozes mais hipnóticas e destemidas a despontar na cena musical nórdica. Transitando pelo rock, pop noir, jazz, folk e música eletrônica ao longo de 11 álbuns solo, diversas colaborações, álbuns ao vivo e trilhas sonoras marcantes — incluindo as de The Last Kingdom, God of War e God of War Ragnarök —, sua trajetória musical revela tanto um espírito inquieto e explorador quanto uma cantora profundamente conectada às suas raízes faroenses, feito que lhe rendeu o prestigiado Prêmio de Música do Conselho Nórdico.

É uma prova da natureza única e ao mesmo tempo universal de sua arte o fato de sua base de fãs ter se expandido para além do circuito tradicional, abraçando desde os metaleiros até a cena folk pagã nórdica — para quem sua voz avassaladora, seu tambor de couro e seu canto gutural em Trøllabundin tornaram-se um hino não oficial — até o público geral. Todos compreendem, instintivamente, que a música criada a partir da mais pura autenticidade não conhece fronteiras.

Se o último álbum de Eivør, Enn, marcou o início de uma fase mais sombria e atmosférica, seu próximo lançamento, Tungl (palavra faroense para "lua") — o primeiro sob o selo da potente gravadora alemã de metal Nuclear Blast —, a leva a explorar reinos elementares de forma ainda mais profunda. Imersivo, fluido e envolto em uma atmosfera dramática e atemporal, onde as referências habituais se dissolvem para dar lugar a uma bússola interna ao longo de suas 10 faixas confessionais, este é um álbum que também se conecta com a necessidade tão atual de busca por direção, autoconfiança e renovação diante dos tempos incertos em que vivemos.

Como a própria Eivør define:


"Tungl explora os ciclos em constante mudança da vida — suas canções transitam entre momentos de ternura e angústia, amor e perda, e as marés emocionais que nos moldam. Assim como a lua que inspirou seu título, Tungl serve como um guia sereno pelas passagens mais escuras da vida, iluminando a beleza, a resiliência e a transformação que encontramos pelo caminho."


Links Relacionados:


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Fonte: Nuclear Blast Records 

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Levitation Brasil abre vendas de ingressos para edição de estreia em janeiro de 2027






Komplexo Tempo, em São Paulo/SP, terá shows do Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers e mais quatro atrações nacionais.




Levitation, um dos festivais de música mais cultuados e admirados do mundo e que há 18 anos leva pessoas de todo o globo para Austin (Texas, EUA), finalmente chega ao Brasil por meio da Maraty. A primeira edição do Levitation Brasil será em São Paulo/SP, dia 23 de janeiro de 2027 (sábado), no Komplexo Tempo, e os ingressos já estão à venda na Fastix (acesse aqui).

Com patrocínio exclusivo da Kunumi, o festival (levitationbrasil.com) reúne Melvins, Osees, Boris e Frankie and the Witch Fingers como atrações internacionais e quatro nomes importantes da cena alternativa brasileira: Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis. O festival acontece ainda em 20 de janeiro em Buenos Aires e 21 de janeiro em Santiago.

O Levitation, que nasceu em Austin (Texas, EUA), chega pela primeira vez à América do Sul após 18 anos de uma trajetória que transformou um encontro dedicado à psicodelia em uma referência internacional de curadoria.

Nesses 18 anos, o festival aproximou diferentes gerações do rock psicodélico, punk, metal, indie, shoegaze, dream pop, darkwave, música eletrônica e outras vertentes experimentais, sem aderir à repetição de atrações que caracteriza parte dos grandes festivais internacionais.

A edição brasileira também terá uma feira de discos, camisetas, merchandise, livros e pôsteres. O espaço será voltado principalmente a marcas, selos e editoras independentes e alternativas, ampliando para outras áreas da produção cultural o mesmo princípio de curadoria aplicado aos palcos.

André Barcinski, produtor da Maraty, começou a idealizar uma edição brasileira do Levitation após conhecer o festival no Texas, há mais de dez anos. “Em 2014, fui pela primeira vez ao festival Levitation (que ainda se chamava Austin Psych Fest), no Texas. Fiquei impressionado com a qualidade das bandas, a organização e o clima de camaradagem entre o público e os artistas. Eu não conhecia 70% das bandas do line-up e saí de lá zonzo de tanta música boa. Desde então, sonho em poder replicar esse festival no Brasil. Foram vários anos de tentativas, e agora deu certo!”

Leandro Carbonato, produtor da Powerline e sócio da Maraty, destaca que o projeto foi concebido para permanecer no calendário sul-americano e preservar o formato que diferencia o Levitation de outros festivais internacionais. “Estamos muito felizes com a possibilidade de realizar o Levitation e queremos construir um projeto duradouro, com muitas edições. Por isso, o festival também chegará ao Chile e à Argentina. A proposta é formar uma espécie de circuito sul-americano, que permita trazer as bandas para uma turnê pela região e manter o Levitation no continente por muitos anos”.

Carbonato, aliás, é o coordenador do Levitation na América do Sul, junto com André Barcinski, e esteve em 2025 em Austin. “Estive na edição de Austin no ano passado e encontrei um festival muito diferente dos grandes eventos internacionais. A escala aproxima o público dos artistas, os palcos funcionam de forma intercalada, e é possível acompanhar todas as apresentações. A curadoria também não se orienta apenas pelo tamanho ou pela novidade de cada nome, mas pela relevância e pela qualidade artística das bandas. É essa experiência que queremos desenvolver na América do Sul”, afirma.

Rob Patrick, proprietário e fundador do Levitation, comenta sobre a inédita edição brasileira. "Estamos incrivelmente ansiosos em trazer esse artistas e o Levitation para o Brasil. Esse tem sido um sonho há muitos anos, e não poderíamos estar mais felizes em desfrutar desse line-up em São Paulo ao lado de nossas irmãs e nossos irmãos na América do Sul."








As atrações



Melvins

Formado em 1983, em Montesano, no estado norte-americano de Washington, o Melvins ocupa uma posição fundamental na história da música pesada. Ao desacelerar a violência do hardcore e submetê-lo a riffs densos, afinações graves e estruturas deliberadamente imprevisíveis, a banda ajudou a estabelecer as bases do sludge e exerceu influência direta sobre a geração que projetaria o rock do noroeste dos Estados Unidos nos anos 1990, como o stoner e o grunge. Aliás, o Kurt do Nirvana por diversas vezes falou que Melvins foi sua inspiração direta.

Conduzido desde o início pelo guitarrista e vocalista Buzz Osborne, com Dale Crover na bateria desde 1984, o Melvins construiu uma discografia extensa e avessa à repetição. Álbuns como Gluey Porch Treatments (1987), Bullhead (1991), Lysol (1992), Houdini (1993) e Stoner Witch (1994) transformaram a banda em referência para nomes do grunge, doom, noise rock e metal experimental. O repertório atravessa canções compactas, peças de longa duração, humor corrosivo e experiências que desafiam as divisões tradicionais entre punk e metal.

A liberdade de formação também se tornou parte do método. O Melvins já trabalhou com diferentes baixistas, duas baterias, alinhamentos alternativos e projetos como Melvins 1983, dedicado à parceria entre Osborne e o primeiro baterista Mike Dillard. Na formação de turnê de 2026, Buzz Osborne e Dale Crover dividem o palco com Steven McDonald e Coady Willis.

Depois de lançar Tarantula Heart em 2024 e Thunderball, creditado ao Melvins 1983, em 2025, a banda chegou a 2026 com Savage Imperial Death March, colaboração com o Napalm Death. O encontro liga duas trajetórias que alteraram, cada uma à sua maneira, os limites do punk, do metal e da música extrema. Vale falar que enfim o Melvins retorna ao Brasil após 17 anos!
Osees

Poucas bandas contemporâneas traduzem movimento e transformação com a intensidade do Osees. Criada por John Dwyer em 1997, em São Francisco, e atualmente radicada em Los Angeles, a banda tornou-se uma das forças centrais da psicodelia norte-americana ao combinar garage punk, krautrock, hardcore, sintetizadores, improvisação e uma atividade quase ininterrupta em estúdio e na estrada.

A sucessão de nomes acompanha as diferentes fases dessa história: OCS, Orange County Sound, The Ohsees, Thee Oh Sees, Oh Sees e Osees representam mutações de uma mesma criação liderada por Dwyer. Discos como The Master’s Bedroom Is Worth Spending a Night In (2008), Carrion Crawler/The Dream (2011), Floating Coffin (2013), Mutilator Defeated at Last (2015), Orc (2017) e Face Stabber (2019) formam um catálogo no qual energia imediata e experimentação caminham lado a lado.

A formação consolidada por Dwyer nos vocais e guitarra, Tim Hellman no baixo, Tomas Dolas nos teclados e guitarras e os bateristas Dan Rincon e Paul Quattrone deu ao Osees uma identidade de palco particularmente física. As duas baterias funcionam como motor para shows velozes, ruidosos e sujeitos a longos desvios instrumentais. Essa reputação ao vivo acompanha uma discografia que muda de direção sem abandonar o impulso rítmico.

Nos últimos anos, o Osees voltou-se ao hardcore em A Foul Form (2022), atravessou synth punk e no wave em Intercepted Message (2023), trocou grande parte das guitarras por samplers em SORCS 80 (2024) e recuperou a urgência política em ABOMINATION REVEALED AT LAST (2025).

Lançado de surpresa em junho de 2026, OFF COURSE abre outra frente: cinco faixas desenvolvidas a partir de jams psicodélicas, funk e rock progressivo.

No Brasil, a banda terá a participação da vocalista, tecladista e percussionista Brigid Dawson, que apesar de ter saído da formação oficial, ainda contribui com o grupo.
Boris

Formado em Tóquio em 1992, Boris construiu uma das discografias mais abertas e imprevisíveis da música pesada japonesa. Wata, Takeshi e Atsuo transformaram a mudança permanente em identidade, atravessando drone, doom, sludge, noise, hardcore, shoegaze, psicodelia, ambient e pop sem estabelecer uma versão definitiva para a própria música.

O nome foi retirado de “Boris”, faixa que abre Bullhead, álbum lançado pelo Melvins em 1991. A influência inicial tornou-se ponto de partida para uma linguagem independente, desenvolvida em discos como Absolutego (1996), Amplifier Worship (1998), Flood (2000), Feedbacker (2003) e Akuma no Uta (2003). Cada trabalho explora uma relação diferente entre volume, repetição, silêncio e textura.

Lançado no Japão em 2005 e internacionalmente no ano seguinte, Pink projetou o trio para um público mais amplo. O álbum reuniu peso, velocidade, melodias enevoadas e longas expansões instrumentais em faixas como “Farewell”, “Pink” e “Just Abandoned Myself”. Desde então, Boris ampliou o catálogo com colaborações frequentes, especialmente com Merzbow, além de discos como NO (2020), marcado pelo hardcore, e W (2022), construído com atmosferas minimalistas e próximas do dream pop.

Em 2025, o trio realizou a primeira apresentação de sua carreira no Brasil. A fase atual concentra-se nas comemorações dos vinte anos de Pink, com turnês pela Ásia, Reino Unido e Europa ao longo de 2026. De volta ao Brasil, prometem tocar petardos do início da carreira.
Frankie and the Witch Fingers

Formada em 2013, em Bloomington, Indiana, e posteriormente estabelecida em Los Angeles, Frankie and the Witch Fingers surgiu no circuito independente norte-americano com uma combinação elétrica de garage rock, surf music e psicodelia. A banda passou a década seguinte desmontando essa fórmula e reconstruindo o próprio som por meio de post-punk, funk, new wave, sintetizadores e texturas industriais.

A evolução pode ser acompanhada em álbuns como Heavy Roller (2016), Brain Telephone (2017), ZAM (2019) e Monsters Eating People Eating Monsters… (2020). O salto representado por Data Doom (2023) aprofundou as estruturas rítmicas, os arranjos angulares e a presença eletrônica, consolidando uma identidade distante de qualquer leitura limitada ao revival psicodélico.

Dylan Sizemore, Josh Menashe, Nikki Pickle Smith, Nick Aguilar e Jon Modaff formam atualmente uma banda construída em torno do movimento. A intensa circulação internacional e a ética DIY levaram Frankie and the Witch Fingers a dividir palcos com Osees, Ty Segall, OFF!, Cheap Trick e ZZ Top. A energia dos shows acompanha um repertório em constante mutação, com guitarras nervosas, baixo pulsante, sintetizadores instáveis e canções que alternam impacto direto e passagens experimentais.

Produzido por Maryam Qudus, Trash Classic foi lançado em 2025 pela Greenway Records e pela Reverberation Appreciation Society. O oitavo álbum radicaliza a fusão de proto-punk, industrial e new wave em faixas como “Economy”, “Total Reset”, “Dead Silence” e “Gutter Priestess”.

As letras observam tecnologia, consumo e colapso social com ironia, enquanto a produção troca a nostalgia de garagem por uma sonoridade urbana, tensa e deliberadamente deformada.
Ema Stoned

Formada em São Paulo em 2011, Ema Stoned desenvolve uma música instrumental guiada pela improvisação, pela psicodelia e pela liberdade de estrutura. Alessandra “AL” Duarte na guitarra, Elke Lamers no baixo e Theo Charbel na bateria formam o trio, que adota a expressão “rock digressivo” para definir composições capazes de avançar, interromper caminhos e encontrar novas direções durante a execução.

A trajetória começou com formações mais abertas e passagens vocais, mas encontrou sua configuração mais característica na interação entre os três instrumentos. O álbum Gema (2013) apresentou a base experimental da banda; Live From Aurora (2016) documentou sua força em apresentação; e Phenomena (2019) nasceu de uma sessão de improvisação com Makoto Kawabata, guitarrista do Acid Mothers Temple, e Douglas Leal, do Yantra. O encontro aproximou a psicodelia paulistana do universo experimental japonês em uma sequência de seis movimentos.

Em Devaneio (2023), Ema Stoned aprofundou a combinação de krautrock, rock instrumental, ruído e improvisação. Faixas como “Spirulina”, “Curva do Sonho”, “Vale da Lua” e “Bico do Corvo” alternam passagens rítmicas compactas e expansões nas quais guitarra, baixo e bateria assumem funções móveis. O disco também registra uma formação feminina que ocupa o experimentalismo brasileiro sem tratar essa presença como elemento separado da criação musical.

A partir de 2025, “Curva do Sonho” ganhou uma leitura visual inspirada pelas reflexões de Ailton Krenak. Em 2026, o trio iniciou uma colaboração com Edgard Scandurra por meio do single “Cinza das Horas” e de um novo repertório apresentado ao vivo. O encontro liga a pesquisa instrumental da Ema Stoned à trajetória de um dos guitarristas mais inventivos do rock brasileiro.
Bike

Formada em 2015, em São José dos Campos, a Bike tornou-se um dos nomes brasileiros de maior circulação internacional dentro do rock psicodélico contemporâneo. Julito Cavalcante, Diego Xavier, Daniel Fumega e Gil Mosolino constroem uma música que conecta psicodelia, krautrock, Tropicália, rock progressivo e repetição motorik a ritmos, imagens e referências brasileiras.

O primeiro álbum, 1943 (2015), abriu uma sequência de lançamentos marcada por mudanças de linguagem. Em Busca da Viagem Eterna (2017) ampliou a dimensão narrativa das composições; Their Shamanic Majesties’ Third Request (2018) acentuou o caráter psicodélico; e Quarto Templo (2019) avançou sobre atmosferas mais pesadas e ritualísticas. Em Arte Bruta (2023), a banda aproximou distorção, percussão e canção brasileira com maior nitidez.

A trajetória ganhou alcance fora do país por meio de turnês europeias, apresentações no SXSW e uma sessão gravada para a rádio norte-americana KEXP. Arte Bruta também apareceu na seleção da emissora dedicada aos destaques da música alternativa latino-americana de 2023.

Em diferentes fases, a Bike dividiu apresentações com The Brian Jonestown Massacre, Os Mutantes, Boogarins e Graveyard, além de circular por festivais e palcos independentes da Europa e das Américas.

Lançado em setembro de 2025, Noise Meditations nasceu de sessões abertas de improvisação. As dez faixas preservam a psicodelia da banda, mas deslocam o centro criativo para a interação coletiva, a repetição e o desenvolvimento espontâneo. Incluído entre os cem melhores discos brasileiros de 2025 pela APCA, o álbum abriu o ciclo que levou a Bike a novas apresentações no Brasil, Chile e Argentina em 2026.
Test

O TEST converteu deathgrind, ruído e experimentação em um modelo próprio de criação e circulação. Formado em São Paulo em 2010 por João Kombi na guitarra e voz e Barata na bateria, a trajetória começou nas ruas, com apresentações realizadas do lado de fora de grandes shows e estádios, alimentadas por um gerador transportado em uma Kombi. A ação colocou o duo diante do público sem depender de convite, palco ou estrutura convencional.

O que nasceu como intervenção transformou-se em uma carreira internacional. O TEST já ultrapassou mil apresentações em trinta países, passou por todos os estados brasileiros e realizou turnês pela América do Norte, Europa, Ásia, Oceania e América Latina. A agenda inclui festivais como Obscene Extreme, Maryland Deathfest, Dark Mofo, SWR Barroselas, Novas Frequências, Abril Pro Rock e Coquetel Molotov.

A mesma abertura aparece na discografia. Arabe Macabre (2012) e Espécies (2015) estabeleceram a violência concisa do duo; O Jogo Humano (2019) foi concebido como álbum interativo, com diferentes possibilidades de percurso; e Disco Normal (2023) levou o processo de gravação para espaços abertos e locais afastados do formato tradicional de estúdio. Essa experiência deu origem ao documentário Um Disco Normal, exibido na Cinemateca Brasileira.

Ao longo da carreira, o TEST dividiu programações com Napalm Death, Carcass, Cannibal Corpse, Mr. Bungle, King Diamond, Tom Zé, Boogarins e Metá Metá. Em 2025, a colaboração com Deafkids resultou em Sem Esperanças, encontro entre grindcore, drones e percussão experimental. Depois de realizar 38 apresentações na Almost World Tour de 2026, o duo abriu outra frente com o GoaTesT, parceria com integrantes do Goatburner.
Bufo Borealis

Criado em São Paulo em 2020 pelo baixista Juninho Sangiorgio e pelo baterista Rodrigo Saldanha, Bufo Borealis explora o ponto de contato entre jazz-funk, psicodelia, rock experimental e improvisação. A formação é completada por Anderson Quevedo no saxofone, Paulo Kishimoto e Vicente Tassara nos teclados e Tadeu Dias na guitarra.

O nome nasceu de uma constelação fictícia presente na arte de One Size Fits All, de Frank Zappa and the Mothers of Invention, e também remete ao imaginário dos sapos venenosos. A referência combina com uma música que absorve fontes distintas sem buscar pureza de gênero. Miles Davis em sua fase elétrica, Curtis Mayfield, Lou Donaldson, Sly Stone, hip-hop, ritmos latinos e música instrumental brasileira aparecem entre as coordenadas do sexteto.

Pupilas Horizontais (2020) apresentou uma sonoridade baseada em grooves extensos e interação instrumental. Diptera (2022) ampliou a presença do funk e da psicodelia, enquanto Ao Vivo no Sesc Pompeia (2024) documentou a natureza variável dos shows, nos quais os temas funcionam como pontos de partida para improvisações. A experiência acumulada em diferentes cenas, do punk e hardcore ao jazz, alimenta uma execução precisa sem retirar o risco de cada apresentação.

Lançado em março de 2025, Natureza foi o primeiro álbum da banda com composições desenvolvidas por todos os integrantes. O disco apareceu entre os cem melhores trabalhos brasileiros daquele ano na seleção da APCA. Em seguida, “Mãe da Lua”, gravada com Mista Luba, aproximou o Bufo Borealis da cultura de produção do hip-hop e da fragmentação rítmica associada a Donuts, de J Dilla.



De Austin para o mundo

O Levitation nasceu em 2008, em Austin, no Texas, sob o nome Austin Psych Fest. Criado por integrantes do The Black Angels e amigos, o evento surgiu como um ponto de encontro para a então renovada cena psicodélica. A primeira edição reuniu dez atrações no Red Barn. No ano seguinte, o festival já havia passado para um formato de três dias.

A mudança para o Carson Creek Ranch, em 2013, marcou uma virada. Foi a primeira edição inteiramente ao ar livre, com três palcos, camping e uma série de pôsteres criada por artistas dos Estados Unidos e de outros países. Em 2014, o cartaz chegou a 95 atrações, entre elas The Zombies, Panda Bear, The Horrors, Loop, The Brian Jonestown Massacre, Of Montreal e The Dandy Warhols.

O nome Levitation foi adotado em homenagem aos pioneiros texanos do rock psicodélico The 13th Floor Elevators e à música “Levitation”, lançada pela banda em 1967. A mudança ganhou dimensão histórica na edição de 2015, que recebeu a reunião dos integrantes originais sobreviventes do The 13th Floor Elevators para a primeira apresentação conjunta em 45 anos, durante as comemorações dos 50 anos da banda.

Aquele ano também reuniu The Flaming Lips, Tame Impala, The Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Spiritualized, The Black Angels, Mac DeMarco e Thee Oh Sees, nome utilizado na época pelo atual Osees.

Desde então, centenas de artistas passaram por suas programações, entre eles King Gizzard & the Lizard Wizard, Pavement, TV on the Radio, Mastodon, Slowdive, Beach House, Sonic Youth, Ty Segall, Chelsea Wolfe, The Brian Jonestown Massacre, Animal Collective, Dinosaur Jr., Black Rebel Motorcycle Club e Kikagaku Moyo.

A circulação internacional começou em 2013, com a criação do Levitation France, em Angers. A marca também chegou a Vancouver e Chicago. A edição francesa completou seu 12º ano em 2025 com ingressos esgotados, consolidando fora dos Estados Unidos o modelo de curadoria desenvolvido em Austin.

O alcance do projeto avançou ainda para o mercado fonográfico. A Reverberation Appreciation Society, coletivo e selo ligado ao festival, mantém a série Live at Levitation, com registros de apresentações de King Gizzard & the Lizard Wizard, Kikagaku Moyo, The Black Angels, Primal Scream, Osees e outros nomes associados à história do evento.
Curadoria reconhecida pela crítica

A imprensa internacional acompanha essa trajetória de perto e sempre com entusiasmo. O The Guardian definiu o Levitation como “o passado, o presente e o futuro da música psicodélica”, enquanto a NME destacou que o festival “escala o melhor do underground”.

O Dallas Observer apontou o equilíbrio de sua proposta: “Nem grande nem pequeno demais, administrado com maestria e com um público relaxado e respeitoso, o Levitation oferece uma experiência quase impecável”.

A Austin Monthly ressaltou o contraste com a padronização dos grandes eventos: “Enquanto muitos festivais recorrem aos nomes esperados em turnê ou divulgando discos, o Levitation prepara um cartaz impressionante a cada edição”.

A publicação também registrou uma definição do cofundador e diretor Rob Fitzpatrick: “A programação precisa significar algo para o público. É um tipo diferente de fã, e tentamos surpreendê-lo com cada cartaz”.

Já o site Cosmic Clash, ao analisar a edição de 2023, chamou o Levitation de “um tesouro musical” e destacou seu crescimento a partir de origens independentes até se tornar parte permanente do calendário cultural de Austin.
Uma curadoria em movimento

A história do festival também foi marcada pela capacidade de alterar seu formato. Após as condições meteorológicas severas que impediram a realização da edição de 2016 no Carson Creek Ranch, apresentações foram reorganizadas em casas de Austin. Em 2018, o Levitation retornou distribuído por oito espaços da cidade, com shows em horários escalonados e diferentes bairros. O modelo transformou Austin em parte da experiência e permitiu combinar apresentações maiores com noites em clubes.

A edição de 2026, programada para ocorrer entre 10 e 13 de setembro, mostra a amplitude alcançada por essa curadoria. São 69 atrações espalhadas por mais de 20 apresentações no Radio/East, Stubb’s, Mohawk, Empire, Hotel Vegas, Elysium e 13th Floor.

O cartaz reúne Sleep, Angine the Potrine, American Football, Bikini Kill, Molchat Doma, Peter Hook & The Light, Cabaret Voltaire, Nitzer Ebb, Arlo Parks, The Garden, Smerz, Uncle Acid & The Deadbeats, Psychedelic Porn Crumpets, Temples, Melt-Banana e Kylesa, entre outros. Os passes completos para os quatro dias já estão esgotados. A Pitchfork incluiu o Levitation em sua seleção dos festivais mais aguardados de 2026 e apontou a experimentação como elemento presente em toda a programação.



Instituto Kunumi

O Instituto Kunumi se forma como um coletivo de pesquisa dedicado a expandir as fronteiras da inteligência, da cultura e do significado. Um ponto de encontro entre ciência, humanidades e tecnologia, o Instituto investiga novas formas de inteligência e seus impactos na sociedade e em cada um de nós.

O Instituto Kunumi atua como um ecossistema híbrido entre a academia e a iniciativa privada, conectando pesquisa científica, experimentação tecnológica e artística a aplicações no mundo real. Esses encontros desenham os contornos do nosso devir.


Serviço | Levitation Brasil

Data: sábado, 23 de janeiro de 2027

Local: Komplexo Tempo

Endereço: Avenida Henry Ford, 511, Parque da Mooca, São Paulo

Atrações: Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers, Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis

Ingressos: fastix.com.br/events/levitation-brasil

Pista, 1º lote

Meia-entrada para estudantes: R$ 320,00

Meia solidária: R$ 350,00

Inteira: R$ 640,00

Mezanino, 1º lote

Meia-entrada para estudantes: R$ 430,00

Meia solidária: R$ 480,00

Inteira: R$ 860,00

Ingressos físicos sem taxa: Loja 255 da Galeria do Rock (R. 24 de Maio 62, Centro)

A meia-entrada para estudantes é válida mediante apresentação de comprovante estudantil. A meia solidária está disponível para todos os públicos, mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento.

Patrocínio: Kunumi |Produção: Maraty | Apoio: Powerline

Censura: permitida a entrada de menores de 18 anos desde que acompanhados de responsável legal.

Acessibilidade: o local é totalmente equipado para atender a PCDs e haverá um espaço exclusivo para cadeirantes poderem ver os shows com toda a visibilidade e conforto.


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Taurus adiciona novas datas na turnê e prepara novo álbum inspirado na crise ambiental





Grupo carioca de thrash metal amplia turnê de 40 anos enquanto prepara álbum conceitual sobre crise ambiental e comportamento humano.


Quatro décadas depois de iniciar sua trajetória, o Taurus segue olhando para o futuro sem abandonar as características que construíram sua identidade no thrash metal brasileiro. A banda carioca celebra mais de 40 anos de história com a turnê "Taurus 1985", enquanto prepara um novo álbum de inéditas que deverá ampliar a discussão sobre os problemas do mundo contemporâneo. Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria) apresentam músicas de todas as fases da carreira na turnê, que agora conta com mais datas foram confirmadas em outubro: 10/10 em Vila Velha/ES, e 17/10 em Brasília/DF.

Ao mesmo tempo em que revisita seu passado, o Taurus trabalha em um novo capítulo de sua história. O próximo álbum terá 11 faixas e será o sucessor de "V" (2020). A primeira amostra desse material veio com "Dark Ages", single que conta com a participação especial de Prika Amaral (Nervosa). A escolha de "Dark Ages" como primeiro single não é casual. A música aborda guerras, intolerância e conflitos políticos e sociais, mas procura ir além de um retrato sombrio do presente. Segundo Cláudio Bezz, também aponta para a necessidade de seguir adiante e preservar uma perspectiva positiva sobre o futuro.

A mesma preocupação se amplia no conceito do novo álbum. Embora as 11 faixas ainda não tenham sido apresentadas integralmente, o guitarrista revela que o trabalho aborda questões relacionadas à degradação ambiental e ao comportamento humano diante de um cenário que se aproxima cada vez mais do colapso. "É um álbum quase conceitual que trata de temas importantes que lidam com a degradação do meio ambiente e como estamos caminhando rapidamente para o colapso a partir do conformismo e autodestruição", explica.

Para o músico, o processo de criação também teve uma dimensão pessoal. As composições serviram como uma forma de transformar inquietações em música e encontrar uma maneira de seguir adiante diante das questões abordadas pelo álbum. "Quase como uma terapia, durante o processo de composição encontramos força e paz ao expressarmos nas músicas o que sentimos enquanto seguimos em frente", afirma.

Além da temática, Bezz destaca o cuidado com a sonoridade do novo trabalho. A intenção foi preservar a identidade construída pelo Taurus ao longo das décadas, mas sem abrir mão da força e da intensidade esperadas de uma produção contemporânea. "Estamos muito felizes com o resultado do álbum, e eu especialmente pela produção, seja em sua sonoridade, timbres, peso e velocidade que conseguimos imprimir nas novas músicas", conclui.

Shows – Serviço:


10/10 - Metal Devastation Fest 21
Atrações: Taurus + 6 bandas
Local: Área 22 - Av. Carlos Lindenberg, 5126, Planalto, Vila Velha/ES
Lote ingresso R$80 já disponível pelo Pix/telefone 27999214423

17/10 - QZO Festival / Quaresmada
Atrações: Oito bandas + DJ
Local: Núcleo Bandeirante (DF)
Entrada: doação de 1kg de alimento não perecível
Realização: Sefix | Apoio: Fundo de Apoio a Cultura (FAC) e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF


Confira o videoclipe de "Dark Ages" :









Fonte:Ase Press 



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Chaos Synopsis lança videoclipe com cenas do show no Bangers Open Air




A clássica banda thrash/death metal paulista Chaos Synopsis reuniu takes da apresentação na edição 2026 do Bangers Open Air no recém-lançado videoclipe da música 'Chaos Synopsis'. 


O clipe concentra a energia e a intensidade do show, mostrando parte da experiência de assistir ao Chaos Synopsis ao vivo em um dos principais festivais de rock e metal do Brasil.

A apresentação percorreu diferentes momentos do repertório da banda, com músicas lançadas entre a demo Garden of Forgotten Shadows, de 2006, e seus trabalhos mais recentes.

Em outubro, o Chaos Synopsis é a banda convidada na tão esperada turnê brasileira do Six Feet Under: 30/10 em Belo Horizonte/MG (Mister Rock), 31/10 em Limeira/SP (Mirage), 1/11 em São Paulo/SP (Hangar 110) e 2/11 em Curitiba/PR (Tork n’ Roll). Ingressos à venda em 101tickets.com.br.
A banda

Fundado em 2005 em São José dos Campos (SP), o Chaos Synopsis acumula mais de duas décadas de estrada como uma das grandes referências do Death/Thrash Metal brasileiro.

Com um sonoridade brutal e riffs velozes, a banda tem uma discografia pesada com os álbuns Art of Killing (2013), Gods of Chaos (2017) e Seasons of Red, além dos trabalhos mais recentes, Coronavirus (2020), Serpent in Flames (2021) e Garden of Forgotten Shadows (2022).

Em 2026, a banda também lançou Unforgotten Shadows (20 Years Re-Recorded), EP que revisita cinco músicas de sua primeira demo duas décadas depois da gravação original.

A Chaos Synopsis já realizou turnês marcantes pela América Latina e por diversos países da Europa, como Alemanha, Polônia, Holanda, Itália, França, Espanha, Bélgica, República Tcheca e Eslovênia.


Assista Abaixo:





Links Relacionados:

instagram.com/chaossynopsis

facebook.com/chaossynopsis



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Sony Music Vision apresenta Queen Budapest, com lançamento global nos cinemas e IMAX® a partir de 7 de outubro





Ingressos à venda na quarta-feira, 26 de agosto

Mais informações em: queenbudapest.com

Assista e ouça

“Who Wants to Live Forever”

ao vivo em Budapest AQUI

40º aniversário do primeiro show de rock em estádio de uma banda ocidental atrás da Cortina de Ferro e
da última performance ao vivo do Queen registrada em filme, agora restaurada em 4K

Áudio disponível em 30 de outubro em formato 3LP, 2CD e digital via Columbia/Legacy Records internacionalmente e Hollywood Records na América do Norte; edições em DVD e Blu-ray também chegam em 30 de outubro AQUI






Para imagens e materiais de marketing, acesse o link disponibilizado aqui.

A Sony Music Vision apresenta Queen Budapest, o primeiro show de rock em estádio de uma banda ocidental realizado atrás da Cortina de Ferro e o último show ao vivo do Queen registrado em filme. O longa será lançado globalmente nos cinemas e salas IMAX a partir de 7 de outubro, por tempo limitado, em parceria com a Trafalgar Releasing. Os ingressos estarão à venda a partir de quarta-feira, 26 de agosto. Para mais informações, acesse QueenBudapest.com.

Antecipando o lançamento, a segunda faixa extraída de Queen Budapest é “Who Wants To Live Forever”, que já pode ser assistida e ouvida aqui. A canção foi composta por Brian May para a trilha sonora do filme Highlander e faz parte do álbum A Kind Of Magic. Lançada como o último single do álbum em setembro de 1986, a música alcançou o Top 10 em diversos países da Europa. A poderosa balada embala uma das cenas mais marcantes do filme, em que o imortal Highlander vê sua amada envelhecer e morrer enquanto ele permanece jovem para sempre. Desde então, a música ganhou novas interpretações de artistas como Sarah Brightman, Katherine Jenkins e Giorgia Fumanti, além de aparecer na aclamada série britânica “It's A Sin” e no trailer da temporada final de “Stranger Things”, da Netflix.

Filmado em 27 de julho de 1986, no estádio Népstadion, em Budapeste, durante a turnê The Magic Tour, Queen Budapest registra a última apresentação do Queen filmada com Freddie Mercury, capturando a banda em seu auge nos palcos, apenas cinco shows antes da última apresentação da turnê. O filme inclui clássicos como “We Will Rock You”, “We Are The Champions”, “Under Pressure” e “Bohemian Rhapsody”, além de uma versão acústica da tradicional canção folclórica húngara “Tavaszi Szél Vizet Áraszt”. O concerto representou um marco histórico, já que o Queen se tornou a primeira banda de rock ocidental a realizar um show em estádio atrás da Cortina de Ferro, em um período de profundas transformações culturais e políticas. Além dos 80 mil ingressos esgotados, estima-se que outras 45 mil pessoas acompanharam a apresentação do lado de fora do estádio, incluindo fãs que viajaram de localidades tão distantes quanto Rússia e Polônia. O show foi registrado em película de 35 mm por alguns dos melhores cinegrafistas da Hungria, utilizando 17 câmeras e aproximadamente 40 quilômetros de filme. Toda a operação foi aprovada pelo governo húngaro, algo inédito para um Estado comunista.

Queen Budapest será lançado para celebrar o 40º aniversário desse momento decisivo na história da banda. O filme passou por um processo minucioso de restauração em 4K a partir das filmagens originais em 35 mm, realizado pela empresa Park Road Post Production, de Sir Peter Jackson, na Nova Zelândia, além de receber novas mixagens de áudio a partir das gravações multicanal originais. O projeto também ganhará lançamento em múltiplos formatos de áudio pela Legacy Recordings, divisão de catálogo da Sony Music, e pela Hollywood Records nos Estados Unidos e Canadá, em 30 de outubro. A trilha sonora, remixada pela equipe de estúdio do Queen a partir das fitas originais, será lançada juntamente com as edições em Blu-ray, DVD, CD e digital, além de uma edição especial em vinil triplo (3LP), disponibilizada pela primeira vez.

Queen Budapest é dirigido por János Zsombolyai. A distribuição é da Sony Music Vision.

Fonte:Perfexx 

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Vërmës Lança o EP ''Banquete Aos Vërmës, Pra Nós Destino''





Formada em outubro de 2025, a Vërmës nasce da união de diferentes trajetórias do underground em uma mistura intensa de crust, grind e punk. A formação conta com Dave (Carne Morta) na guitarra, os veteranos do underground paulistano Panda Reis (Oligarquia/Quilombo/Brigada do Ódio/Heresia/Heresia 666) na bateria e Germano (Heresia/Heresia666) no baixo, além de Daniel Frederiko nos vocais.


Com uma proposta de músicas curtas, diretas e agressivas, a banda busca unir peso, velocidade e críticas que fazem parte da essência do crust grind.


Foi gravado e mixado no estúdio Associação Cultural Sinfonia de Cães por Renato Gimenes.
lançado no dia 18 de agosto de 2026.









Track List:

1.Malacraia
2.White Pardo 
3.Mente Morta 
4.Escala 6x1






Fonte: Vërmës 



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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

VibeSound oferece caixas de som com microfone como opção para festas e karaokê




Modelos V8 Power e V12 Power combinam potência, conectividade e microfone, diferencial da marca para quem quer transformar encontros em momentos de diversão


Transformar a sala de casa, uma reunião entre amigos ou deixar a festa ainda mais divertida com um karaokê pode ser mais simples do que parece. A VibeSound oferece as caixas amplificadas V8 Power e V12 Power com microfone com fio, uma combinação oferecida pela marca nesse segmento de mercado.

A proposta é unir qualidade sonora e entretenimento em um único equipamento, pois, com o microfone já incluído na embalagem, as caixas permitem que o consumidor conecte suas músicas e playlists e transforme o ambiente em um palco para cantar, seja sozinho, em família ou com os amigos.

“A ideia é que a caixa de som deixe de ser apenas um equipamento para ouvir música e passe a fazer parte da experiência. Ao incluir o microfone, a VibeSound facilita esse momento de interação e diversão, principalmente para quem gosta de karaokê e quer ter essa possibilidade em casa ou levar para outros lugares”, destaca Tatiana Avilez Ferreira, Gerente de Marketing e Ecommerce da empresa.



V8 Power: potência e praticidade

Mais compacta, a V8 Power combina 340W RMS de potência com alto-falante de 8 polegadas. O modelo conta com Bluetooth para conexão sem fio com smartphones, tablets e notebooks, além da tecnologia TWS (True Wireless Stereo), que permite parear duas unidades para ampliar a experiência sonora.

A caixa também possui entradas USB, cartão SD, auxiliar e microfone, rádio FM, display digital e iluminação dinâmica que acompanha o ritmo da música. A bateria oferece até 7 horas de autonomia em volume médio, e o equipamento tem alça para facilitar seu transporte. O kit acompanha adaptador AC/DC, guia do usuário e microfone com fio.

Com esse conjunto, a V8 Power é uma opção para quem procura um equipamento versátil para festas menores, encontros com amigos, reuniões familiares e, claro, sessões de karaokê.



V12 Power: mais potência para animar a festa

Para quem busca uma experiência sonora mais robusta, a V12 Power chega com 800W RMS de potência e alto-falante de 12 polegadas. O modelo mantém a proposta de conectividade da V8, com Bluetooth, TWS, entradas USB, cartão SD, auxiliar e microfone, além de rádio FM e iluminação dinâmica.

A V12 Power também possui bateria recarregável, com autonomia de até 7 horas em volume médio, alça para transporte e rodas que facilitam a movimentação do equipamento. Assim como a V8, o produto já vem acompanhado de microfone com fio, permitindo explorar a função karaokê sem a necessidade de adquirir o acessório separadamente.

A tecnologia TWS é outro recurso que amplia as possibilidades de uso: duas unidades podem ser conectadas para criar uma experiência estéreo mais potente, adequada para ambientes maiores e festas que pedem mais volume.



Mais do que ouvir música

A proposta dos dois modelos acompanha uma mudança no comportamento do consumidor, que busca equipamentos de áudio cada vez mais versáteis e capazes de reunir música, entretenimento e interação. Nesse cenário, o karaokê ganha espaço como uma atividade democrática, que pode reunir diferentes gerações em torno de uma mesma experiência.

Com V8 Power e V12 Power, a VibeSound aposta na combinação de som potente, mobilidade, conectividade e diversão onde o microfone incluso amplia as possibilidades de uso e transforma as caixas em uma opções para quem quer ouvir música, animar uma festa ou soltar a voz.

Os produtos estão disponíveis nas principais redes de varejo, em marketplaces e no e-commerce www.vibesound.com.br



SOBRE A VIBESOUND

A VibeSound, marca do Grupo Vivensis, foi criada para transformar a experiência sonora com inovação, qualidade e design. Oferecendo um portfólio completo de equipamentos de áudio, conecta pessoas através da música, transformando momentos cotidianos em experiências, onde o som desperta emoções, cria conexões e marca vidas.

A VibeSound oferece produtos de alta performance que atendem às necessidades de diferentes públicos, sempre acompanhando as tendências do mercado para oferecer soluções de áudio que combinam potência, nitidez e durabilidade.




Fonte: Materia Primma


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terça-feira, 18 de agosto de 2026

Mass of the Fermenting Dregs esgota ingressos e show é transferido para o Vip Station, com novo lote




Com cerca de 1,3 milhão de ouvintes mensais, trio de Kobe se apresentará no Vip Station em 22 de maio pela Iwaou The Tour.



O sucesso do anúncio da banda japonesa Mass of the Fermenting Dregs enfim no Brasil foi tanto que todos os ingressos esgotaram em quatro dias. Para que mais fãs possam participar do evento no dia 22 de maio de 2027, em São Paulo, a Solid Music Entertaiment transferiu a apresentação para o Vip Station (rua Gibraltar, 346, Santo Amaro/SP) e novos lotes de ingressos já estão à venda pelo 101tickets.

Com uma mistura única enérgica de p0st-hardcore, noise rock, shoegaze, dream pop e rock alternativo, a Mass of the Fermenting Dregs traz ao Brasil o show integra a etapa latino-americana da Iwaou The Tour, que também passará pela Cidade do México (México) e por Santiago (Chile).

Formado em Kobe, em 2002, o trio construiu uma identidade difícil de acomodar em apenas um gênero. O baixo distorcido de Natsuko Miyamoto ocupa o centro das músicas, cercado pelas guitarras angulares de Naoya Ogura, pela bateria física e precisa de Isao Yoshino e por melodias vocais que atravessam a turbulência instrumental com surpreendente nitidez.

Post-hardcore, noise rock, shoegaze, dream pop e rock alternativo aparecem misturados em estruturas que frequentemente escapam do formato convencional de verso e refrão. A Mass of the Fermenting Dregs trabalha todos estes gêneros em canções capazes de passar de uma linha delicada de guitarra para uma parede de ruído sem perder o impulso melódico.

A apresentação em São Paulo acontece durante o período de lançamento de 祝おう — Iwaou, sexto álbum da banda. Com lançamento mundial marcado para 14 de agosto de 2026, o disco reúne seis faixas e sucede Awakening, de 2022. Produzido pelo próprio trio, o trabalho incorpora experiências acumuladas em quatro anos de turnês pela América do Norte, Europa e Ásia, além das transformações pessoais vividas pelos integrantes.

O título pode ser traduzido como “vamos celebrar”. A expressão condensa um momento particular da trajetória do trio: depois de duas décadas de atividade, uma interrupção e uma reconstrução, a Mass of the Fermenting Dregs atravessa sua fase de maior alcance internacional.

A história começou no circuito independente de Kobe. Após a demo Kirametal, de 2006, o grupo venceu uma seletiva que levou duas músicas ao estúdio Tarbox Road, nos Estados Unidos, onde trabalhou com o produtor Dave Fridmann, conhecido por gravações de Flaming Lips, Mercury Rev e Mogwai. O primeiro disco, autointitulado, saiu em 2008. No ano seguinte, World Is Yours consolidou a combinação entre peso, velocidade e melodias expansivas que se tornaria central no catálogo da banda.

Depois de lançar Zero Comma, Iro Toridori no Sekai e Tantantan, o grupo interrompeu as atividades em 2012. O retorno foi anunciado no fim de 2015, já com a formação atual. A nova fase produziu os álbuns No New World, de 2018, e Awakening, de 2022.

Enquanto o trio retomava os palcos, seu catálogo encontrava um público cada vez maior fora do Japão. A circulação das músicas nas plataformas digitais, como TikTok, transformou discos lançados anos antes em pontos de entrada para uma nova audiência. O crescimento levou à primeira turnê norte-americana da banda em 2023, financiada por uma campanha que alcançou mais de dezesseis vezes a meta inicial.

Na Europa, todas as apresentações realizadas no Reino Unido em 2024 tiveram ingressos esgotados. No ano seguinte, a banda encerrou uma nova passagem pelo continente com seu maior show londrino até então, no Electric Ballroom.

Atualmente, a Mass of the Fermenting Dregs reúne aproximadamente 1,3 milhão de ouvintes mensais no Spotify.







SERVIÇO

祝おう THE TOUR
Solid Music Ent proudly presents
Mass of the Fermenting Dregs em São Paulo

Data: 22 de maio de 2027, sábado

Horário: 19h (abertura da casa)

Local: Hangar 110 (rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro - São Paulo/SP)

Novo lote de ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Mass-Of-The-Fermenting-Dregs-22-08


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia




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Recomeçar ou morrer tentando: Treva Lvce rompe ciclos e renasce em “Recomeço''





Com raízes no hardcore do Confronto, a banda Treva acaba de evoluir para TREVA LVCE e apresenta “Recomeço”, single sobre seguir adiante, romper ciclos e transformar a própria história.



Da matriz negra que fundamenta o rock à melancolia do folk, da urgência do punk às letras confessionais, a TREVA LVCE apresenta “Recomeço”, seu novo single, disponível nos streamings acompanhado de videoclipe no YouTube.



A música inaugura oficialmente uma nova etapa na trajetória da banda, que anteriormente se apresentava como Treva e agora assume o nome TREVA LVCE como representação de um momento de afirmação e amadurecimento artístico.


Ouça Recomeço:


https://ps.algohits.com/recomecotrevalvce



Assista Recomeço: 









A capa de Recomeço foi desenhada pelo artista

Manoel Neto (@madhu_btl)




“Recomeço” funciona como uma espécie de manifesto para essa nova fase. A faixa pavimenta o caminho para o próximo álbum da banda, em 2027, e consolida chegada dos novos integrantes Felipe Skid (guitarra) e Gian Coppola (bateria), que já vinham se apresentando ao vivo com o grupo desde 2025.

Recomeçar todos os dias



Uma letra intensa, sensível e poética embala “Recomeço” que fala sobre manter a esperança diante das adversidades e encontrar forças para continuar. Acima de tudo, é uma canção sobre a coragem de começar novamente, todos os dias.



Para Felipe Ribeiro, vocalista, guitarrista, compositor e fundador da TREVA LVCE, "Recomeço" também carrega um significado profundamente pessoal:



“Essa música fala muito sobre a minha trajetória. Cresci na Baixada Fluminense, na periferia do Rio de Janeiro, e foi na música que encontrei forças para enfrentar os desafios e seguir. Ao escrever essa letra, refleti sobre tudo o que vivi. De certa forma, ela é um agradecimento por ainda estar de pé e pela chance de recomeçar a cada amanhecer.”



Assim, a música estabelece uma conexão direta entre a história pessoal de Felipe e a trajetória da própria banda. Se a banda TREVA nasceu em um momento de incerteza, durante a pandemia, “Recomeço” representa a escolha consciente de ir adiante.



Um rock brasileiro em movimento



Definir o rock brasileiro é uma tarefa difícil. Mais do que uma fórmula estética rígida, trata-se de uma linguagem construída pela mistura de referências, pela experiência local e pela capacidade de transformar diferentes influências em algo próprio. É nesse território que a TREVA LVCE encontra sua identidade.



A banda cruza diferentes universos musicais: da urgência de Social Distortion e Bad Religion à sensibilidade de Johnny Cash, Chuck Ragan e City and Colour, passando pelas melodias marcantes de Garage Fuzz, CPM 22, Jimmy Eat World, Oasis, Zander e The Gaslight Anthem.



No centro dessa mistura estão as raízes da música negra norte-americana — fundamento histórico do rock — reinterpretadas a partir de uma perspectiva brasileira.



O resultado é um rock and roll ao melhor molde brasileiro que busca dialogar com diferentes gerações e referências sem abrir mão de uma identidade própria, marcado pelas contradições, afetos, dificuldades e experiências de vida dos integrantes. Todos esses ingredientes fazem da TREVA LVCE um expoente do rock brasileiro contemporâneo.



Das raízes no hardcore à nova fase



A TREVA LVCE nasceu quando o mundo parecia ter apertado o botão de pausa. Em 2020, enquanto os palcos permaneciam vazios e a incerteza tomava conta, Felipe Ribeiro decidiu ir na contramão e cometer a “loucura” de começar uma banda justamente durante um dos períodos mais desafiadores para a música que foi a pandemia de Covid 19.



Naquele momento, a treva não era apenas uma metáfora. As primeiras músicas circulavam entre a angústia provocada pela incerteza e a necessidade de encontrar forças para seguir.



A banda se consolidaria oficialmente em 2022, carregando no próprio nome o espírito daquele período. Agora, o nome TREVA evolui para TREVA LVCE, simbolizando uma transformação que vai além da estética: é a afirmação de uma nova etapa artística, construída a partir das experiências acumuladas nos últimos anos.



A história da TREVA LVCE também está diretamente ligada à trajetória do hardcore brasileiro. Felipe Ribeiro e Eduardo Moratori fizeram parte da histórica banda Confronto, um dos nomes fundamentais do hardcore nacional. Essa experiência ajudou a construir a maturidade e a intensidade que hoje atravessam o trabalho da TREVA LVCE.




Em 2026, TREVA LVCE deu outro passo importante ao integrar o catálogo do selo Algohits, ampliando sua estrutura profissional e colocando o grupo ao lado de artistas importantes da música independente brasileira como Zander, Pense, Metade de Mim, Gritando HC e Deb and The Mentals, artistas que também fazem parte do universo de admiração e influências da banda.

TREVA LVCE tem construído uma trajetória ao vivo em palcos de São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, dividindo shows com nomes como Buzzcocks, Helmet, TSOL, Adolescents, H2O, Dead Fish, Menores Atos e Cólera.



Essa experiência de palco é parte fundamental da identidade da TREVA LVCE: uma banda que entende o rock não apenas como gênero musical, mas como experiência coletiva, encontro e resistência.


Na discografia, o disco de estreia “Em Própria Razão” (2023) aborda aquilo que fazemos por nós mesmos. É um trabalho sobre libertação, construído a partir das inquietações, dos conflitos e dos recomeços vividos durante o período pandêmico que consegue transformar experiências coletivas em canções profundamente pessoais.



Entre os destaques do álbum está a música “Renasce Em Dor”, com as participações de Rodrigo Lima, vocalista do Dead Fish, e Julie Xavier.

TREVA LVCE é formada pelo vocalista e guitarrista Felipe Ribeiro, o baixista Eduardo Moratori, o guitarrista Felipe Skid (ex-Sick Dogs In Trouble) e o baterista Gian Coppola (ex-Kangurus In Tilt, Não Há Mais Volta e O Inimigo).


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Fonte:Agência 1a1 | Media For Music


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Atomic Rooster: álbum inédito após 42 anos agora disponível pela Melômano Discos




"Circle The Sun" resgata a essência do rock progressivo britânico com novas composições, atmosfera clássica e produção contemporânea.


"Circle The Sun", um trabalho que reafirmou a relevância do Atomic Rooster, agora está disponível pela Melômano Discos em 300 cópias (100 splatter e 200 vinil preto). O álbum marcou o retorno ao estúdio de um dos nomes mais importantes da história do rock progressivo britânico após 42 anos sem lançar um disco de inéditas, sucedendo "Headline News", de 1983.

Com dez faixas inéditas, "Circle The Sun" preserva o espírito que transformou o Atomic Rooster em uma referência, ao mesmo tempo em que incorpora uma abordagem atual em sua sonoridade. A recepção internacional foi positiva. Críticos destacaram a capacidade da banda de recriar a essência de sua fase clássica sem soar presa ao passado. Publicações especializadas elogiaram a interpretação de Adrian Gautrey nos teclados, frequentemente comparada ao estilo de Vincent Crane.

Entre os destaques estão "Fly Or Die", "Circle The Sun", "Follow Me", "Rebel Devil", "No More" e "Pillow", que exploram diferentes nuances do rock progressivo setentista, alternando momentos mais diretos e pesados com passagens atmosféricas e reflexivas. A forte presença do Hammond, os grooves marcantes e as guitarras carregadas de blues ajudam a reforçar a identidade sonora que tornou o Atomic Rooster uma banda singular dentro do cenário britânico.

A formação traz o guitarrista e vocalista Steve "Boltz" Bolton, um dos nomes ligados ao período clássico do Atomic Rooster, ao lado de Adrian Gautrey nos teclados e vocais, Shug Millidge no baixo e Paul Everett na bateria. "Circle The Sun" nasceu da continuidade do trabalho iniciado com a reformulação do Atomic Rooster em 2016. Desde então, a banda voltou aos palcos da Europa, participando de festivais e realizando apresentações que reafirmaram o interesse do público por seu repertório e sua trajetória. A experiência acumulada ao longo desses anos de estrada contribuiu diretamente para a criação de "Circle The Sun".

Para adquirir, acesse: https://melomano.com.br/search/?q=Atomic+Rooster+-+Circle+The+Sun

Instagram: https://www.instagram.com/melomanodiscos



Fonte:Ase Press

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