domingo, 23 de agosto de 2026

Alex Meister lança “Memory Lane”, seu primeiro single desde 2022





Canção mescla técnica e feeling de forma a recuperar o espírito do Hair Metal oitentista; show de lançamento será na sexta que vem, no Calabouço Rock Bar.


Foi lançado nesta sexta-feira (21) em todas as plataformas digitais o single “Memory Lane”, primeiro lançamento do guitarrista carioca Alex Meister desde o álbum Rock and a Hard Place, de 2022. Inspirada no Hard Rock da década de 1980, a canção inaugura uma nova etapa na trajetória do artista, que amplia sua atuação como multi-instrumentista e insere os teclados ao processo de composição e de arranjos.


"Memory Lane marca o início de uma nova fase para mim. Sempre tive uma admiração pelo teclado, mas nunca havia me aventurado a compor com ele. Durante o processo de criação dessa música, senti que era o momento de experimentar algo diferente. A partir daí, o teclado passou a fazer parte das minhas composições e abriu novas possibilidades de expressão que pretendo levar para os próximos trabalhos.”


Com influências de nomes como Van Halen, Bon Jovi e Def Leppard, a música é a primeira de uma sequência de nove lançamentos que culminarão em um álbum completo. Na quarta-feira, dia 26 de agosto, o clipe de “Memory Lane” será divulgado no canal do YouTube de Alex Meister.


Ouça “Memory Lane”: https://open.spotify.com/intl-pt/track/1xjIqRuZZ8lLRiTAspaD9d?si=c828ad9ceb9c45f8


Para celebrar o lançamento do novo single, o artista marcou um show especial no palco do Calabouço Rock Bar, no Rio de Janeiro, para o dia 28 de agosto, próxima sexta-feira. O repertório reúne faixas da carreira solo do músico, além de canções da banda Pleasure Maker e do projeto Marenna/Meister. Além de assumir as guitarras, Alex divide os vocais e backing vocals com Caio Hardt. A formação conta ainda com o baixista Marcelo Val e o baterista Carlos Ross, ambos também responsáveis pelos vocais de apoio.


Após a apresentação principal do Alex Meister and Project, o público poderá acompanhar a Meister Jam, uma jam session dedicada aos clássicos do Hair Metal, com participações especiais de músicos e convidados da cena carioca de rock. Ao longo da noite, o DJ Claudio Borges completa a programação com uma seleção de grandes sucessos do Glam Metal dos anos 1980.


Serviço


Data: 28 de agosto
Local: Calabouço Rock Bar

Endereço: Rua Felipe Camarão, 130, Vila Isabel - Rio de Janeiro/RJ
Horário: 19h (abertura da casa)

Ingressos: a partir de R$15

Venda online: https://meaple.com.br/calaboucorockbar/alex-meister-2808



Bio


Com mais de três décadas dedicadas ao Hard Rock, Alex Meister construiu uma trajetória marcada pela combinação entre técnica, identidade musical e atuação internacional. Ao longo da carreira, lançou seis álbuns de estúdio: três com a banda Pleasure Maker, um com o projeto Marenna/Meister e dois trabalhos solo, distribuídos no Brasil, além de países da América do Norte, Europa e Ásia.


Essa trajetória agora converge em "Memory Lane", que inaugura a próxima fase de sua carreira solo. Inspirada na sonoridade do hard rock dos anos 1980, a faixa reúne refrães marcantes, combinando teclados e guitarras que equilibram precisão técnica, melodias memoráveis e forte apelo nostálgico da época. O lançamento abre caminho para o sétimo álbum de estúdio de Alex Meister, reafirmando sua identidade artística e ampliando o cenário do Hair Metal contemporâneo.

Links Relacionados:


Instagram: @alexmeisterofficial
 
Youtube: @alexmeisterofficial

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/6DzzrB4A70eaJ6dDoHps9C

Site oficial: www.alexmeister.com

Fonte:Acesso Music 

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Lifehouse abre venda geral de ingresso para os 4 shows no Brasil





Jason Wade leva Best of Acoustic a Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro entre 12 e 16 de março de 2027.



A Solid Music Entertainment abriu as vendas gerais de ingressos para os quatro shows da inédita e esperada turnê brasileira do Lifehouse, um dos grandes nomes do pop internacional dos anos 2000. A banda norte-americana estará no país em março de 2027 com o espetáculo Best of Acoustic, conduzido por Jason Wade, vocalista, guitarrista e principal compositor.

Os ingressos estão à venda pela 101 Tickets.

A turnê começa em Curitiba (Jokers) no dia 12/03, segue para São Paulo (Manifesto) no dia 13/03, passa por Belo Horizonte (Mister Rock) no dia 14/03 e termina no Rio de Janeiro (Agyto) no dia 16/03.

Wade mantém o legado do Lifehouse nos palcos por meio de uma apresentação acústica centrada nas canções que escreveu ao longo de mais de três décadas.

Best of Acoustic percorre diferentes fases da discografia do Lifehouse. O repertório inclui hits como “Hanging by a Moment”, “You and Me”, “First Time”, “Broken”, “Whatever It Takes”, “Sick Cycle Carousel”, “Everything” e “Breathing”, além de medleys, lados menos conhecidos dos álbuns e canções da trajetória solo de Wade.

Lifehouse surgiu em Los Angeles a partir do Blyss, banda criada por Wade em meados dos anos 1990. Depois do disco independente Diff’s Lucky Day, de 1999, o nome foi alterado antes da chegada à DreamWorks e do lançamento de No Name Face, em outubro de 2000.

“Hanging by a Moment”, primeiro single do álbum, levou a banda ao segundo lugar da Billboard Hot 100 e permaneceu vinte semanas entre as dez mais ouvidas nos Estados Unidos. A música terminou 2001 no primeiro lugar do ranking anual da parada, mesmo sem ter alcançado o topo em nenhuma semana, e recebeu o Billboard Music Award de single do ano.

O alcance do Lifehouse cresceu novamente em 2005 com “You and Me”. A balada chegou ao quinto lugar da Hot 100, permaneceu 62 semanas não consecutivas na lista e ganhou circulação em séries de televisão.

A própria banda apareceu no episódio “Spirit”, da quarta temporada de Smallville, num momento em que seu repertório já ocupava espaço recorrente em produções audiovisuais.

Ao longo da carreira, Lifehouse lançou sete álbuns de estúdio e reuniu outras faixas de ampla circulação, como “Spin”, “Take Me Away”, “Blind”, “Halfway Gone”, “Between the Raindrops” e “Hurricane”. No Name Face, Stanley Climbfall, Lifehouse e Smoke & Mirrors chegaram ao top 10 da Billboard 200, além de 15 milhões de discos vendidos no mundo.



SERVIÇO



LIFEHOUSE: BEST OF ACOUSTIC EM CURITIBA

Data: 12/3/2027, sexta-feira

Local: Jokers Pub

Endereço: Rua São Francisco, 164, Centro, Curitiba/PR

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifehouse-em-Curitiba-12-03
LIFEHOUSE: BEST OF ACOUSTIC EM SÃO PAULO

Data: 13/3/2027, sábado

Local: Manifesto Bar

Endereço: Rua Ramos Batista, 207, Vila Olímpia, São Paulo/SP

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifehouse-em-Sao-Paulo-13-03
LIFEHOUSE: BEST OF ACOUSTIC EM BELO HORIZONTE

Data: 14/3/2027, domingo

Local: Mister Rock

Endereço: Avenida Tereza Cristina, 295, Prado, Belo Horizonte/MG

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifehouse-em-Belo-Horizonte-14-03
LIFEHOUSE: BEST OF ACOUSTIC NO RIO DE JANEIRO

Data: 16/3/2027, terça-feira

Local: Agyto

Endereço: Avenida Mem de Sá, 66, Lapa, Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifehouse-no-Rio-de-Janeiro-16-03

Produção: Solid Music Entertainment

Informações: solidmusice.com

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Memphis May Fire e Blessthefall chegam ao Brasil para inédita turnê conjunta






Memphis May Fire e Blessthefall, dois nomes de trajetórias consolidadas no metalcore e post-hardcore norte-americana, fazem três shows conjuntos no Brasil nesta última semana de agosto. O giro começa em Belo Horizonte/MG (27/08, Mister Rock), passa por São Paulo/SP (29/08, Carioca Club) e termina em Curitiba/PR (30/08, Tork n' Roll). A realização é da Liberation Music Company.

A banda carioca de metal Reckoning Hour é a convidada para o show de abertura das três apresentações no país.

Ingressos no site do Clube do Ingresso.

As bandas voltam em momentos distintos, mas igualmente relevantes de suas discografias: o Memphis May Fire sustentado pela fase de Shapeshifter e o Blessthefall impulsionado por Gallows, álbum de 2025 que a recolocou em estúdio após sete anos.

Esses serão os primeiros shows do Blessthefall na América do Sul após o lançamento do incrível Gallows.

A força deste retorno do Memphis May Fire ao Brasil também está no tempo de espera. A última passagem remonta a agosto de 2014 e está de volta com status consolidado.

O Memphis May Fire se destacou pela combinação precisa de grandes ganchos melódicos e agressividade esmagadora. Mesmo depois de liderar a parada Hard Music Albums da Billboard e entrar no Top 20 da Active Rock no rádio, o Memphis May Fire se recusa a abrir mão de quem é ou dos fãs que o fizeram chegar até aqui.

A fase atual, porém, não depende de memória afetiva. Lançado em 28 de março de 2025 pela Rise Records, Shapeshifter é o oitavo álbum de estúdio do Memphis May Fire e foi construído a partir de uma campanha longa de singles, com faixas como “Chaotic”, “Paralyzed”, “Necessary Evil”, “Infection”, “Hell Is Empty”, “Overdose” e “The Other Side”.

As músicas mais recentes do Memphis May Fire foram produzidas e mixadas por Kellen McGregor, guitarrista da banda e um de seus fundadores há cerca de 15 anos. A base rítmica de longa data, formada pelo baixista Cory Elder e pelo baterista Jake Garland, injeta nas canções profundidade e foco. Cameron Mizell, que coproduziu com McGregor o favorito dos fãs Unconditional (2014), produziu os vocais de Matty.

“Queremos que as pessoas tenham músicas que possam ouvir sentadas, tocar na academia ou no carro, e entender que o mundo é maior do que parece”, afirma o vocalista Matty Mullins.

Com o Blessthefall, o vetor é outro. A banda já refez sua ligação com o público brasileiro em maio de 2024, em shows promovidos pela Liberation em Curitiba e São Paulo.

Agora, a banda desembarca em nova etapa de trajetória. Gallows, lançado em setembro de 2025 pela Rise Records, recolocou o blessthefall no ciclo ativo da estrada. O álbum veio puxado pelos singles “mallxcore”, “Wake The Dead” e “Drag Me Under”. O currículo ajuda a medir esse retorno: antes de Gallows, a banda já havia emplacado dois álbuns seguidos no Top 25 da Billboard 200, com Hollow Bodies e To Those Left Behind.



Reckoning Hour

Formada no Rio de Janeiro em 2012, a Reckoning Hour chega como um dos nomes mais consistentes do metalcore brasileiro. A banda construiu sua trajetória a partir da combinação entre peso, melodia e intensidade emocional, com riffs modernos, refrões marcantes, breakdowns e letras voltadas a temas como superação, conflitos internos, colapso social, força coletiva e resistência.

Atualmente formada por JP Pires, Philip Leander, Cavi Montenegro e Johnny Kings, a Reckoning Hour prepara o lançamento de Mantra, novo álbum previsto para 2026.

A banda já dividiu palco com nomes como In Flames, Children of Bodom, Suicide Silence, The Black Dahlia Murder, As I Lay Dying, Killswitch Engage, Sepultura e Angra.



Parceria

Conheça a HubPress (hubpress.com.br), uma plataforma de gestão de relacionamento com a imprensa, conectando assessorias e jornalistas de forma inteligente.



SERVIÇO


Memphis May Fire + Blessthefall em Belo Horizonte/MG

Data: 27 de agosto de 2026

Local: Mister Rock (Av. Tereza Cristina, 295, Prado,
Belo Horizonte/MG)

Ingresso: www.clubedoingresso.com/evento/memphismayfire-blessthefall-bh

++++++
Memphis May Fire + Blessthefall em São Paulo/SP

Data: 29 de agosto de 2026

Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo/SP)

Ingresso: clubedoingresso.com/evento/memphismayfire-blessthefall-sp


Memphis May Fire + Blessthefall em Curitiba/PR

Data: 30 de agosto de 2026

Local: Tork n’ Roll (Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Curitiba/PR)

Ingresso: clubedoingresso.com/evento/memphismayfire-blessthefall-curitiba




Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Labirinto amplia horizontes e peso em 'Antístēte', 1ª inédita em 7 anos





Single novo chega via Pelagic e Dissenso Records e antecede show com Lifelover (Suécia) em São Paulo, no Burning House.


O Labirinto lança em todas as plataformas digitais, “Antístēte”, primeiro material inédito de estúdio da banda desde Divino Afflante Spiritu, de 2019. Ouça aqui.

O single, também no Bandcamp, sai mundialmente pelo selo alemão Pelagic Records, e na América do Sul pela Dissenso Records, incorpora Eric Paes e Marcelo Fonseca como vocalistas e antecipa o próximo álbum do Labirinto, previsto para 2027.

Um mês após o lançamento de “Antístēte”, o Labirinto se apresenta com o Lifelover no dia 19 de setembro, na Burning House, em São Paulo. O encontro com a banda sueca será a primeira oportunidade de acompanhar o Labirinto em sua nova fase.

“Antístēte” formaliza esse processo com a presença dos dois vocalistas, Eric Paes e Marcelo Fonseca, na formação, que também reúne Erick Cruxen e André Jordão nas guitarras, Bruno González no baixo, Guilherme Haddad nos sintetizadores e a baterista Muriel Curi.

Com 6 minutos e 43 segundos, a faixa com composição de Erick Cruxen, arranjos por Labirinto, letra de Marcelo Fonseca e produção de Muriel Curi, foi gravada no Dissenso Studio, mixada e masterizada pelo engenheiro sueco Karl Daniel Lidén (Terra Tenebrosa, The Ocean, Katatonia), em Estocolmo.

“Antístēte” amplia o peso e a agressividade desenvolvidos nos trabalhos anteriores. O post-metal construído pelo Labirinto ao longo de duas décadas se aproxima do black metal atmosférico, com os vocais ocupando definitivamente a estrutura das composições. Permanecem as camadas instrumentais, a densidade, o trabalho de dinâmica e a construção gradual que caracterizam a banda.



Labirinto, a banda

Formado em São Paulo em 2005, o Labirinto desenvolveu sua trajetória a partir de uma estrutura independente ligada à Dissenso Records e ao Dissenso Studio. Anatema, de 2010, colocou a banda em circulação dentro e fora do Brasil e foi seguido por duas turnês pela América do Norte.

A primeira, em 2011, teve 11 apresentações nos Estados Unidos e Canadá; no ano seguinte, foram 20 shows em 30 dias, com passagens pelo Canadian Music Week e pelo SXSW.

Em 2013, o Labirinto se tornou a primeira banda sul-americana a tocar no Dunk!Festival, na Bélgica. Retornou ao evento em 2015 e 2019, quando a apresentação deu origem ao álbum Live at Dunk! Fest.

A relação com a Pelagic começou no fim de 2016, após um convite de Robin Staps, fundador do selo e integrante do The Ocean.

Depois da interrupção coletiva provocada pela pandemia, o Labirinto retomou os ensaios e iniciou a pré-produção de novas composições.

A banda realizou apresentações pontuais no Dissenso Lounge em 2024 e 2025 antes de concluir a formação que será apresentada ao público nesta nova etapa.




Labirinto e Lifefover (Suécia) em São Paulo




O Labirinto fará a abertura do show do Lifelover (Suécia) em São Paulo, dia 19 de setembro, no Burning House.

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifelover-em-Sao-Paulo

Conhecido por sua abordagem crua, introspectiva e emocionalmente intensa, o Lifelover sempre figurou entre os nomes mais cultuados e desejados do underground extremo.

Formado em Estocolmo, na Suécia, em 2005, o Lifelover obteve reconhecimento no cenário underground ao apresentar uma abordagem musical distinta.

Diferentemente das estruturas mais tradicionais do DSBM, o grupo optou por incorporar elementos de post-punk, rock alternativo, dark ambient e arranjos experimentais em suas composições, estabelecendo uma sonoridade característica que serviu de referência para outros artistas do gênero.



Links Relacionados:

linktr.ee/labirintoband

instagram.com/labirinto_official

labirinto.bandcamp.com


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Wolf Alice lança The Clearing: B Sides , com "Gospel Oak", "Hammond Song" e a nova faixa "Hit The Sky





Na sequência dos mais recentes lançamentos, “Gospel Oak” e o cover de “Hammond Song”, do The Roches, com Julia Cumming (Sunflower Bean) e Bria Salmena, o Wolf Alice completa o lançamento das B-sides de The Clearing com “Hit The Sky”, a terceira e última faixa de The Clearing: B-Sides, lançada hoje oficialmente pela Columbia Records. A música chega acompanhada de uma entrevista com Zane Lowe para o programa Apple Music Daily.

Inicialmente criada como uma demo gravada em Seven Sisters durante as sessões do quarto álbum da banda, The Clearing, que alcançou o primeiro lugar nas paradas, a faixa foi revisitada mais de um ano após o lançamento do álbum, aclamado pela crítica, em agosto do ano passado. Sobre a música, Ellie comentou: “‘Hit The Sky’ é uma demo que fizemos em Seven Sisters e que reformulamos um pouco, com James Gavin no fiddle e Julia Cumming nos backing vocals, cerca de um ano depois. É sobre incentivar alguém que você ama a ser quem realmente é, porque você consegue enxergar o quanto essa pessoa é incrível!”

Anteriormente, falando sobre o lançamento de The Clearing: B Sides, Ellie disse: “Estas são algumas músicas que fizemos durante as sessões de The Clearing que acabaram não entrando na versão final do álbum, mas que adoramos muito. Ficamos felizes por finalmente ter encontrado um lugar para elas e por poder compartilhá-las com vocês. Aproveitem!”

The Clearing: B Sides chega logo após o enorme show de retorno da banda em casa, no Finsbury Park, neste verão, o maior show como atração principal de sua carreira até hoje.

Agora, em meio a uma intensa temporada de festivais, a banda passou por Nova York no mês passado para realizar seu maior show na cidade, no Pier 17, onde Julia e Bria se juntaram ao grupo para uma apresentação ao vivo de “Hammond Song”, o segundo single do projeto B Sides, derivado das sessões de gravação de seu álbum número 1 de 2025. No próximo fim de semana, eles serão os headliners do Green Man Festival, antes de embarcarem em uma turnê pelos Estados Unidos como banda de abertura de Olivia Rodrigo a partir de setembro.

O lançamento de seu quarto álbum de estúdio, The Clearing, em agosto de 2025, consolidou o lugar da banda na cultura musical global. Repleto de ambição, ideias e emoção, o álbum foi aclamado pela crítica, alcançou o 1º lugar na parada de álbuns do Reino Unido e foi selecionado para a lista de indicados ao prestigiado Mercury Music Prize pela quarta vez. Isso significa quatro indicações em quatro álbuns ao longo de 10 anos de carreira, tornando o Wolf Alice a única banda na história do Mercury Prize a alcançar uma taxa de indicação de 100% em toda a sua discografia. O Wolf Alice também venceu o prêmio de Grupo do Ano no BRIT Awards 2026, além de ter sido indicado nas categorias de Melhor Artista de Rock/Alternativo e Álbum do Ano Mastercard (Mastercard Album of the Year).

“Hit The Sky” e a versão digital de The Clearing: B Sides estarão disponíveis para streaming a partir desta quarta-feira, 19 de agosto. As cópias físicas estarão disponíveis para compra a partir de sexta-feira, 21 de agosto, AQUI.

Elogios ao show do Wolf Alice no Finsbury Park:

“A banda definitiva de sua geração” - ***** The Times
“O melhor da Grã-Bretanha volta para casa em grande estilo” — ***** NME
“Um retorno triunfal” — **** The Standard
“... uma homenagem perfeita ao lugar onde você cresceu — aquilo que temos dito há algum tempo: que, em breve, eles serão atração principal do Glastonbury. Parece estar logo ali.” — ***** The Forty Five
“O épico show do Wolf Alice como atração principal no Finsbury Park é a celebração e a volta que o quarteto merece” — DIY
“Wolf Alice consegue expressar vulnerabilidade com a mesma intensidade com que expressa rebeldia” — Clash
“Wolf Alice transforma o Finsbury Park em uma celebração de amizade e ambição” — DORK




Tracklist do vinil (Physical - D2C ONLY)


A1 - Gospel Oak
A2 - Hit The Sky
B1 - Hammond Song



Fonte:Perfexx Press 

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Lia Kapp lança o single “Burn This House Down”





Música já está em todas as plataformas digitais e conta com uma letra que questiona a formação de nossas personalidades e a maneira como nos enxergamos.


Foi lançado nesta quarta-feira (19) o single “Burn This House Down”, a segunda prévia do próximo álbum de estúdio da cantora e compositora curitibana Lia Kapp. Com uma letra que questiona quais partes de nossa personalidade são definidas pelo olhar do outro, a música busca encorajar o ouvinte a reagir àqueles que buscam nos colocar em lugares que não queremos estar, sejam eles instituições, como a religião organizada, ou indivíduos que influenciam a forma como nos enxergamos.


Ouça “Burn This House Down”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/2URPQJrhzc0pndKasdeLOb?si=CVW3V3cKSqGF02q3z9LHcA


A composição começou durante uma disciplina do bacharelado em música que a artista cursou na UFPR e a letra surgiu ao perceber que todas as frases que anotava no dia a dia em seu bloco de notas falavam sobre esse mesmo tema. A concepção sonora da faixa, que Lia descreve como “apocalíptica”, também contou com a contribuição da banda que a acompanha nos shows: Celso Chane (guitarra), Erich Zimmermann (teclas, baixo, guitarra), Karo Schle (baixo, teclas) e Raul Bochnia (bateria). A masterização e a mixagem ficaram por conta de Lipe Borba.


Segundo Lia Kapp, “Burn This House Down” fez com que ela saísse um pouco de suas angústias internas e olhasse ao redor: “todas as letras surgem a partir de minhas experiências pessoais, mas tenho me afetado muito com o que é ser mulher na sociedade atual e tentado usar a minha voz para falar sobre esses temas. Nessa música, busquei apontar o julgamento que sofremos por sermos quem somos e como isso nos faz duvidar de nós mesmas”, reflete.


Esse viés mais político estará presente em todo o segundo álbum da artista, assim como a sonoridade pesada e agressiva, que tem a função de mostrar toda a raiva que sente dessa realidade. O primeiro single do vindouro trabalho, "Black Mamba", foi acompanhado por um videoclipe forte e visceral, que pode ser conferido em seu canal no YouTube.



Assista ao lyric-video: 







Links Relacionados:


Instagram: https://www.instagram.com/liakapp/


Spotify: https://open.spotify.com/artist/2RKIMwVGpIFqLFL9eedOMO


YouTube: https://www.youtube.com/@LiaKapp


Fonte:Acesso Music Press

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Zeke traz seu punk speed rock de Seattle a São Paulo




Banda de Seattle se apresenta no Burning House com suporte do Ratos de Porão e Subcut.



Enquanto o grunge transformava Seattle no centro do rock mundial, no início dos anos 1990, o Zeke (@zekeband) saiu da mesma cidade em outra direção. A banda aproximou a urgência do hardcore das guitarras de Motörhead, Ramones e Black Flag e construiu uma trajetória respeitada nos circuitos internacionais de punk e música pesada. Depois de 34 anos de história, o Zeke estreia dia 4 de setembro, em São Paulo, no Burning House, ao lado de Ratos de Porão e Subcut.

A produção é da Xaninho Discos, com a Burning House e Orleone Records Booking.

Os ingressos antecipados estão no segundo lote e podem ser adquiridos pela plataforma 101Tickets (acesse aqui).

Foi nesse desvio em relação ao som que projetava Seattle que o Zeke encontrou sua identidade. Formada em 1992, a banda passou a compor músicas que frequentemente terminam antes dos dois minutos, mas carregam riffs, solos e a densidade do hard rock e do heavy metal.

A fórmula ajudou a colocar o nome entre as referências do speed rock, termo usado para definir esse ponto de encontro entre a velocidade do punk, o peso do metal e o balanço direto do rock’n’roll.

Motores, motocicletas, corridas e estradas completam esse vocabulário. Os temas aparecem desde Super Sound Racing, primeiro álbum da banda, lançado em 1994, e ganharam forma definitiva em Flat Tracker, de 1996, com músicas como “T-500”, “Chiva Knievel” e “Daytona”.

Dois anos depois, Kicked in the Teeth levou o Zeke à Epitaph Records e condensou dezessete faixas em aproximadamente vinte minutos, ampliando sua circulação para além do underground do noroeste dos Estados Unidos.

A sequência avançou por Dirty Sanchez e Death Alley, discos que aproximaram ainda mais o punk da linguagem metálica, antes de chegar a ’Til the Livin’ End, lançado em 2004 pela Relapse Records.

Parte desse catálogo também alcançou um público fora dos shows e das lojas de discos: “Death Alley” entrou em Tony Hawk’s Pro Skater 4, enquanto “Long Train Runnin’” apareceu em Tony Hawk’s Underground 2, dois jogos que ajudaram a apresentar diferentes vertentes do punk e do rock pesado a uma nova geração.

Depois de um período com atividade menos constante, o Zeke retomou as gravações com Hellbender, lançado em 2018, novamente pela Relapse e com produção de Jack Endino, nome ligado a discos de Nirvana, Soundgarden e Mudhoney. A Pitchfork situou a banda entre os nomes subestimados do rock norte-americano, enquanto o The Quietus destacou a precisão de uma apresentação capaz de reunir cerca de trinta músicas em 45 minutos, mesmo sob velocidades próximas ao thrash metal.

A formação atual reúne Blind Marky Felchtone na voz e guitarra, Donny Paycheck na bateria, Jeff Hiatt na guitarra e Jason Freeman no baixo. Desde 2023, o quarteto lançou os compactos Ride Hard Ride Free, Snake Eyes e Peterbilt, mantendo a ligação entre punk, motores e alta velocidade.

Em maio deste ano, o selo alemão Hound Gawd! também anunciou Thunder in the Ozarks, próximo álbum da banda, ainda sem data de lançamento divulgada. O Zeke voltou a aparecer em 2026, quando o Hellripper gravou versões de “Let’s Get Drugs” e “Mainline” para a série de compactos da revista norte-americana Decibel.
Ratos de Porão e Subcut

Em São Paulo, o Zeke encontra duas bandas brasileiras que também atravessaram as fronteiras entre punk e metal.

O Ratos de Porão construiu sua própria circulação internacional a partir do hardcore, do crossover e do thrash, enquanto o Subcut leva ao palco uma abordagem ligada ao grindcore e às formas mais extremas do gênero.


Serviço:

Zeke em São Paulo

Data: 4/9/2026, sexta-feira

Horário: 19h

Local: Burning House

Endereço: Avenida Santa Marina, 247, Água Branca, São Paulo, SP

Atrações: Zeke, Ratos de Porão e Subcut

Produção: Xaninho, Burning House e Orleone Records Booking

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Zeke-e-Ratos-de-Porao-em-Sao-Paulo

Pista, meia-entrada ou ingresso solidário, mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível: R$ 100,00

Pista inteira: R$ 200,00

Links Relacionados:

instagram.com/zekeband

instagram.com/orleonerecz

instagram.com/xaninhodiscos


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Lifehouse, ícone pop, estreia no Brasil com quatro shows acústicos em 2027






Jason Wade leva Best of Acoustic a Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro entre 12 e 16 de março de 2027.


A Solid Music Entertainment anuncia para março de 2027 a primeira turnê brasileira do Lifehouse, um dos grandes nomes do pop internacional dos anos 2000. A banda norte-americana fará quatro apresentações do espetáculo Best of Acoustic, conduzido por Jason Wade, vocalista, guitarrista e principal compositor.

Os ingressos estarão à venda pela 101 Tickets.

A venda de ingressos exclusiva para o fã-clube começa na quarta-feira, dia 19 de agosto, às 14h. Já na quinta-feira, dia 20 de agosto, a partir das 14h, a venda será liberada para o público geral.

A turnê começa em Curitiba (Jokers) no dia 12/03, segue para São Paulo (Manifesto) no dia 13/03, passa por Belo Horizonte (Mister Rock) no dia 14/03 e termina no Rio de Janeiro (Agyto) no dia 16/03.

Wade mantém o legado do Lifehouse nos palcos por meio de uma apresentação acústica centrada nas canções que escreveu ao longo de mais de três décadas.

Best of Acoustic percorre diferentes fases da discografia do Lifehouse. O repertório inclui hits como “Hanging by a Moment”, “You and Me”, “First Time”, “Broken”, “Whatever It Takes”, “Sick Cycle Carousel”, “Everything” e “Breathing”, além de medleys, lados menos conhecidos dos álbuns e canções da trajetória solo de Wade.

Lifehouse surgiu em Los Angeles a partir do Blyss, banda criada por Wade em meados dos anos 1990. Depois do disco independente Diff’s Lucky Day, de 1999, o nome foi alterado antes da chegada à DreamWorks e do lançamento de No Name Face, em outubro de 2000.

“Hanging by a Moment”, primeiro single do álbum, levou a banda ao segundo lugar da Billboard Hot 100 e permaneceu vinte semanas entre as dez mais ouvidas nos Estados Unidos. A música terminou 2001 no primeiro lugar do ranking anual da parada, mesmo sem ter alcançado o topo em nenhuma semana, e recebeu o Billboard Music Award de single do ano.

O alcance do Lifehouse cresceu novamente em 2005 com “You and Me”. A balada chegou ao quinto lugar da Hot 100, permaneceu 62 semanas não consecutivas na lista e ganhou circulação em séries de televisão.

A própria banda apareceu no episódio “Spirit”, da quarta temporada de Smallville, num momento em que seu repertório já ocupava espaço recorrente em produções audiovisuais.

Ao longo da carreira, Lifehouse lançou sete álbuns de estúdio e reuniu outras faixas de ampla circulação, como “Spin”, “Take Me Away”, “Blind”, “Halfway Gone”, “Between the Raindrops” e “Hurricane”. No Name Face, Stanley Climbfall, Lifehouse e Smoke & Mirrors chegaram ao top 10 da Billboard 200, além de 15 milhões de discos vendidos no mundo.


SERVIÇO


LIFEHOUSE: BEST OF ACOUSTIC EM CURITIBA

Data: 12/3/2027, sexta-feira

Local: Jokers Pub

Endereço: Rua São Francisco, 164, Centro, Curitiba/PR

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifehouse-em-Curitiba-12-03
LIFEHOUSE: BEST OF ACOUSTIC EM SÃO PAULO

Data: 13/3/2027, sábado

Local: Manifesto Bar

Endereço: Rua Ramos Batista, 207, Vila Olímpia, São Paulo/SP

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifehouse-em-Sao-Paulo-13-03
LIFEHOUSE: BEST OF ACOUSTIC EM BELO HORIZONTE

Data: 14/3/2027, domingo

Local: Mister Rock

Endereço: Avenida Tereza Cristina, 295, Prado, Belo Horizonte/MG

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifehouse-em-Belo-Horizonte-14-03
LIFEHOUSE: BEST OF ACOUSTIC NO RIO DE JANEIRO

Data: 16/3/2027, terça-feira

Local: Agyto

Endereço: Avenida Mem de Sá, 66, Lapa, Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: 101tickets.com.br/events/details/Lifehouse-no-Rio-de-Janeiro-16-03

Produção: Solid Music Entertainment

Informações: solidmusice.com



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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THE CROSS: Pioneiros do Doom Metal brasileiro celebram escalação histórica no festival 'Under The Doom' em Lisboa em entrevista ao Radar Alternativo





Em entrevista exclusiva ao canal Radar Alternativo, o vocalista e líder do THE CROSS, Eduardo Slayer, detalhou o momento histórico do grupo baiano como a primeira banda brasileira confirmada no prestigiado festival português ‘Under The Doom’. O veterano destacou a trajetória de internacionalização da banda, as parcerias de peso com nomes globais do Metal extremo e os próximos lançamentos programados para a Europa.

Durante o bate-papo, Eduardo relembrou a retomada das atividades do THE CROSS em 2015 e o impacto de colaborações com lendas como Mantas do Venom e Aaron Stainthorpe, ex-vocalista do My Dying Bride, também revelou planos para novas gravações ao lado de Robert Lowe (ex-Candlemass), além de outras importantes participações. A participação no festival em Lisboa consolida a representatividade do Doom Metal nordestino no circuito europeu, abrindo precedentes para novas turnês internacionais do quinteto.

Assista à entrevista na íntegra no canal Radar Alternativo:







“Plague Of The Lost River” disponível globalmente: Mergulhe no abismo sonoro da THE CROSS em todas as plataformas de streaming

Originalmente lançado de forma independente em 8 de novembro de 2025, o aclamado EP “Plague Of The Lost River” encontra-se disponível nos principais serviços de música do planeta. A obra, que agora ganha sua versão física em vinil, pode ser apreciada na íntegra por quem busca a essência do Doom Metal mundial.

Ouça agora em sua plataforma preferida: https://li.sten.to/THE_CROSS_Plague_Of_The_Lost_River



ATENÇÃO PRODUTORES

O THE CROSS comunica que o calendário de shows para 2026 está aberto. Leve a força do Doom Metal para o seu evento.Contatos: thecrossdoom@gmail.com| (46) 98838-7204 (SFP – Press & PR)

https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/THE_CROSS_Post.png



Receba essa e outras notícias em primeira mão participando do canal oficial da SFP – Press & PR no WhatsApp AQUI: https://bit.ly/SFPWhatsAppChannel



ASSESSORIA DE IMPRENSA: SANGUE FRIO PRODUÇÕES

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Rob Zombie lança videoclipe para a faixa ''Black Rat Coffin''




O novo álbum The Great Satan foi lançado no Brasil pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast.



O ícone do rock e do metal, ROB ZOMBIE, lançou o videoclipe oficial de "Black Rat Coffin", outro grande destaque de seu aclamado novo álbum de estúdio, The Great Satan, já disponível pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records.

Uma das faixas mais sombrias e sinistras do disco, "Black Rat Coffin" entrega a combinação inconfundível de Zombie: grooves pesados, imagens perturbadoras e aquele rock 'n' roll imerso no universo do horror.

Lançado no início deste ano, The Great Satan traz Rob Zombie em sua melhor forma ao longo de 15 faixas, incluindo "Punks And Demons", "Heathen Days", "(I’m A) Rock ‘N’ Roller", "F.T.W. 84", "The Black Scorpion", "Tarantula" e "Black Rat Coffin".

Ouça The Great Satan: https://robzombie.bfan.link/the-great-satan

"Uma pauleira do início ao fim. Salve Sa... não, Salve Zombie!" – Kerrang.com (UK)

"É um rock pesado de fazer tremer a terra." – Blabbermouth.net (US)

Este álbum é bom pra caralho!" – GhostCultMag.com (US)

"Este é o álbum mais pesado e mais de volta ás raízes do Zombie" – Porque Metal (BRA)


































The Great Satan Tracklist:



1. F.T.W. 84
2. Tarantula
3. (I’m a) Rock ‘N’ Roller
4. Heathen Days
5. Who Am I
6. Black Rat Coffin
7. Sir Lord Acid Wolfman
8. Punks And Demons
9. The Devilman
10. Out of Sight
11. Revolution Motherfuckers
12. Welcome To The Electric Age
13. The Black Scorpion
14. Unclean Animals
15. Grave Discontent


ROB ZOMBIE está atualmente em uma turnê co-principal no verão americano de 2026 com seu parceiro de gravadora, MARILYN MANSON, contando com o suporte das bandas THE HU e ORGY. Ingressos e pacotes VIP já estão à venda em https://www.robzombie.com/tour.







Datas da Turnê - ROB ZOMBIE (com MARILYN MANSON):

20/08 - West Palm Beach, FL - iTHINK Financial Amphitheatre^+


21/08 - Tampa, FL - MIDFLORIDA Credit Union Amphitheatre^+


23/08 - Alpharetta, GA - Ameris Bank Amphitheatre^+


24/08 - Charlotte, NC - Truliant Amphitheater^+


26/08 - Holmdel, NJ - PNC Bank Arts Center^+


27/08 - Mansfield, MA - Xfinity Center^+


29/08 - Burgettstown, PA - The Pavilion at Star Lake^+


30/08 - Darien Center, NY - Darien Lake Amphitheater^+


01/09 - Toronto, ON - RBC Amphitheatre^+


02/09 - Cuyahoga Falls, OH - Blossom Music Center^+


04/09 - Clarkston, MI - Pine Knob Music Theatre^+


05/09 - Tinley Park, IL - Credit Union 1 Amphitheatre^+


06/09 - Noblesville, IN - Ruoff Music Center^+


09/09 - St. Louis, MO - Hollywood Casino Amphitheater^+


10/09 - Kansas City, MO - Morton Amphitheater^+


12/09 - Greenwood Village, CO - Fiddler’s Green Amphitheatre^+


14/09 - West Valley City, UT - Utah First Credit Union Amphitheatre^+


16/09 - Airway Heights, WA - BECU Live at Northern Quest+


17/09 - Auburn, WA - White River Amphitheatre^+


18/09 - Ridgefield, WA - Cascades Amphitheater^+


20/09 - Concord, CA - Toyota Pavilion at Concord^+

^ Com The Hu

+ Com Orgy









Sobre ROB ZOMBIE:

Como ícone do rock e cineasta de visão única, Rob Zombie desafia continuamente o público ao expandir os limites tanto da música quanto do cinema. Ele vendeu mais de quinze milhões de álbuns em todo o mundo e é o único artista a alcançar um sucesso sem precedentes em ambas as áreas, atuando como roteirista e diretor de nove longas-metragens, incluindo HOUSE OF 1000 CORPSES (A Casa dos 1000 Corpos), THE DEVIL’S REJECTS (Rejeitados pelo Diabo), THE MUNSTERS e o grande sucesso de bilheteria HALLOWEEN.

Após cinco anos, Rob Zombie está de volta com faixas inéditas e anuncia seu novo álbum, THE GREAT SATAN, lançado pela Nuclear Blast em 2026. O novo projeto resgata as raízes "Hellbilly" de Zombie com faixas frenéticas como "Punks And Demons", "Heathen Days", "(I’m a) Rock ‘N’ Roller" e "Tarantula".

Rob Zombie conquistou um enorme sucesso na indústria musical, primeiro como integrante da banda de multi-platina White Zombie e, mais tarde, em uma carreira solo ainda mais bem-sucedida, acumulando diversos álbuns de platina e ouro ao longo do caminho, como Hellbilly Deluxe, The Sinister Urge e Educated Horses. Seu trabalho anterior, The Lunar Injection Kool Aid Eclipse Conspiracy (2021), estreou em 9º lugar na parada Billboard Top 200, tornando-se seu 7º álbum solo consecutivo a estrear no Top 10.

 Confira: ''Black Rat Coffin''








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Fonte: Nuclear Blast Records

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Paradise Inc. Lança ''Angel'' Novo Single Que Consilida a Nova Era Da Banda De Hard Rock e AOR




Faixa chega acompanhada de arranjos marcantes e atmosfera envolvente, antecipando o aguardado álbum de inéditas do quinteto paulista.




A banda paulista de Hard Rock e AOR PARADISE INC. lança seu mais novo single, "Angel". A faixa dá continuidade à intensa e elogiada fase de retorno do grupo, servindo como mais um importante capítulo na preparação para o lançamento de seu novo álbum de inéditas — o primeiro registro de longa duração da banda desde o aclamado disco de estreia Time (2011).




Gravado e lapidado no Dharma Studios, com produção, mixagem e masterização de Rodrigo Oliveira (renomado baterista do Korzus), "Angel" traduz perfeitamente a proposta desta nova era do quinteto: uma ponte harmoniosa entre o peso e a elegância clássica do AOR tradicional e a clareza e potência exigidas pela produção musical contemporânea.




Em "Angel", a banda destaca toda a sua versatilidade e maturidade instrumental e composicional. O vocalista Ivan Martins entrega uma interpretação marcante, conduzindo as linhas melódicas com feeling, paixão e grande alcance vocal. O guitarrista e fundador Marcos Peres assina riffs memoráveis e um trabalho de solo expressivo e virtuoso, que ressalta a identidade sonora que consagrou o grupo.




A sustentação rítmica traz a solidez precisa do baixista Renato Rush combinada ao groove contagiante e pegada enérgica do baterista Allan Juliano. Envelopando a faixa, o tecladista Collins Freitas adiciona camadas e texturas atmosféricas fundamentais para criar o clima envolvente e emocionante que define a canção.

O vocalista Ivan Martins comentou:

“Essa música foi a minha primeira colaboração em termos de composição após me juntar ao projeto, o que a torna muito especial para mim. Ao mesmo tempo, ela tem um profundo significado lírico que coincide entre mim e o Allan.”

O guitarrista Marcos Peres complementou:

“Esse som tem um lugar especial para mim. A começar pela intro, que está super marcante e já chega dando aquele punch logo de cara. A gente apostou em uma estrutura simples e direta, sem enrolação, o que criou a combinação perfeita com a melodia de voz e a letra. Outro detalhe que faz toda a diferença para mim é a linha de baixo: ela vem toda desenhada e casa direitinho com o arranjo do refrão, dando uma pressão sensacional. E, para fechar com chave de ouro, o teclado entra amarrando tudo e dando o toque final que a música pedia. O som está pesado, envolvente e com uma energia incrível.”

O baixista Renato Rush adicionou:

“Angel está oficialmente no ar! 

É muito bom finalmente poder compartilhar essa música com todos. Angel é daquelas faixas que foram ganhando personalidade a cada etapa da produção, e o resultado ficou exatamente com a energia que a gente queria para a Paradise Inc.

Ela começa com carinha de balada, mas o arranjo vai crescendo sem perder a objetividade, deixando espaço para um peso marcante, para a melodia e para a voz conduzirem a história que a faixa conta.

E há alguns detalhes que, para mim, fazem essa música funcionar de um jeito especial: o baixo trazendo o riff principal, o teclado preenchendo os espaços certos e toda a banda trabalhando para criar aquele clima intenso que é tão característico do nosso som.”

O baterista Allan Juliano comentou:

“”Angel” é uma música com as características do hard rock: guitarras fortes, enérgicas, e melodias e refrões bem marcantes, associados a elementos eletrônicos modernos. É muito importante destacar a parte vocal, a interpretação do Ivan e a letra, que marcam essa música como uma das melhores do nosso álbum.”

O tecladista Collins Freitas concluiu:

“”Angel” é uma faixa que remete ao contraste perfeito entre peso e leveza, características que o próprio nome traz. Acredito que a banda conseguiu unir o impacto que uma música deve ter sem perder suas nuances e detalhes. Não poderia deixar de citar o refrão, que traz uma emoção muito forte acompanhada de uma interpretação única. Assim, temos Angel como uma belíssima canção, mantendo o rock e a emoção juntos — ou melhor, vivos.”

Ouça ‘Angel’ aqui: https://onerpm.link/300173121254










Com uma trajetória sólida e histórico de colaborações internacionais com nomes como Doogie White e Alessandro Del Vecchio, a PARADISE INC. vem pavimentando seu regresso com lançamentos precisos — desde a releitura da faixa-título "Time" e o single "Take Me Higher". Com "Angel", o quinteto reforça que o período de hiato serviu para acumular a experiência e a inspiração necessárias para entregar sua fase mais refinada e impactante.


O novo single "Angel" já está disponível em todas as principais plataformas digitais.


Formação:


Ivan Martins:Vocal 
Marcos Peres :Guitarra
Renato Rush: Baixo
Allan Juliano: Bateria
Collins Freitas: Teclado


Fonte: Nuclear Blast Records

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Down anuncia novo álbum ''Volume V'' e lança novo single/videoclipe ''Blood Oath''






As lendas do heavy metal americano, DOWN, lançarão seu tão aguardado novo álbum de estúdio, Volume V, no dia 20 de novembro pela Nuclear Blast Records!

O DOWN nunca foi apenas uma banda. É uma irmandade enraizada em amizades de infância que já duram décadas. É uma homenagem à cidade de New Orleans, Louisiana. É uma música feita para qualquer pessoa que já balançou a cabeça (headbanging), tocou guitarra no ar (air guitar) ou vestiu uma camiseta surrada de turnê como se fosse uma armadura. Por mais de três décadas, o quinteto — Philip H. Anselmo, Pepper Keenan, Kirk Windstein, Jimmy Bower e Pat Bruders — construiu silenciosamente um legado sem igual. Quando esses caras se reúnem, a mágica acontece: invocada por grooves avassaladores, vocais rasgados direto da alma e riffs altos o suficiente para despertar uma divindade ancestral.

Neste outono, o DOWN começa mais um capítulo com Volume V.

“Estávamos todos muito empolgados com isso”, sorri Anselmo. “Havia uma sensação de leveza no ar. A atitude de todo mundo estava positiva e tínhamos mais foco do que nunca. Parecia algo novo de novo. Cada um de nós buscou dar o seu melhor individualmente, e acredito que alcançamos o que queríamos. O disco é uma verdadeira jornada. É o DOWN clássico, mas também com sua própria identidade.”

“Todo mundo tocou com a alma, escreveu riffs incríveis, e o Philip está cantando demais”, acrescenta Windstein. “Há muita energia quando nos reunimos. Para mim, tem a mesma vibe da nossa estreia com NOLA, mas agora com mais 35 anos de experiência como compositores.”

“Nós cinco somos da mesma época, crescemos juntos e conquistamos muita coisa individualmente”, observa Keenan. “Todos tínhamos sons diferentes, mas ainda somos do mesmo raio de 20 quarteirões. O que torna o DOWN especial é que já nos conhecíamos antes de qualquer um de nós ter conquistado algo. Existe uma história ali.”

Os laços do DOWN são profundos. Os integrantes se cruzaram pela primeira vez ainda adolescentes, tocando em várias bandas locais de New Orleans. Ao longo dos anos, cada músico seguiu seu caminho e fez seu próprio nome: Anselmo se destacou à frente do Pantera, Keenan assumiu a guitarra e os vocais do Corrosion Of Conformity, Windstein liderou o Crowbar e Bower assumiu as guitarras no Eyehategod.

Duas sessões de composição renderam a maior parte do material de Volume V. Mantendo uma tradição que remonta a Down II, os membros se isolaram no estúdio caseiro de Anselmo — seu ponto de encontro oficial —, o Nodferatu’s Lair. As músicas surgiram na hora, em jams cara a cara. Ao longo de 2025, o som foi ganhando forma naturalmente. Keenan e Windstein optaram por gravar as guitarras simultaneamente, garantindo ao álbum um peso e uma pegada atemporais.

O disco abre com uma pedrada avassaladora, ‘The Myth’. A faixa dá o tom da obra com vocais potentes, ritmos esmagadores e palhetadas precisas para baixo (down-picking). Em seguida vem ‘Merciful Fate’, com a participação de King Diamond. A música atinge o ápice em um duelo vocal entre Anselmo e King Diamond, além de solos alucinantes executados em um ritmo acelerado de 120 bpm. A esposa de King, Livia Zita, ainda abençoa a faixa com seus próprios detalhes sombrios. O encerramento fica por conta de ‘Twice-Told Tales’, que conclui a viagem com um desfecho pesado e hipnótico. “É um aglomerado de riffs afiados e blues rock misturado com o rigor do metal clássico”, revela Anselmo. “É uma música muito importante para nós. Pude sentir a influência de Ozzy Osbourne em mim da forma mais curiosa.”

O primeiro single, ‘Blood Oath’, é sustentado por um riff que alterna momentos de puro peso e melancolia marcante, culminando em um refrão poderoso e marcante. Com uma sutil reverência às suas origens, a faixa praticamente transborda as cores tradicionais de sua terra natal (ouro velho, preto e branco). “Qualquer pessoa de New Orleans vai se divertir com as referências à cidade”, sorri Anselmo. “Musicalmente, tem um gancho enorme. É uma música típica do DOWN, mas que surpreende.”

“Você vai saber que é o DOWN logo no primeiro segundo”, acrescenta Keenan. “O ataque é pesado pra caralho.”

GARANTA JÁ A PRÉ-VENDA / PRÉ-SALVE VOLUME V:

https://down.bfan.link/volume-v

OUÇA 'BLOOD OATH':

https://down.bfan.link/blood-oath





DOWN - VOLUME V || TRACKLIST

01. The Myth
02. Merciful Fate
03. Turn Out The Light
04. The Message
05. Causeway Grief
06. Blood Oath
07. They Walk The Night
08. They Came From Dust
09. Ozz
10. Twice-Told Tales




Volume V foi produzido por Eddie Mapp e pelo próprio DOWN, mixado por Dave Fortman e masterizado por Maor Appelbaum nos estúdios Maor Appelbaum Mastering, na Califórnia.

O álbum estará disponível em CD e formatos digitais, além de uma edição em vinil duplo (2xLP) nas seguintes variantes de cores:

Laranja [Mundo]


Amarelo/Vermelho Galáxia [Exclusivo Nuclear Blast EUA]


Laranja/Vermelho Galáxia [Exclusivo Nuclear Blast Europa]


Preto [Exclusivo da Banda #1]


Transparente, Preto/Vermelho Esfumaçado [Exclusivo da Banda #2]


Laranja/Preto Galáxia [Exclusivo da Revista Decibel]


Esfumaçado [Exclusivo da Revista Revolver]







O DOWN está atualmente em turnê como atração principal pela América do Norte, acompanhado pelas bandas Helmet e Spirit In The Room. A turnê Strap It Down começou em Atlanta, Geórgia, em 15 de agosto, e será encerrada em Shakopee, Minnesota, no dia 4 de setembro, com um show especial como atração de apoio direta do Slayer. A jornada também inclui participações na edição de 2026 do Berzerkus Festival, organizado por Zakk Wylde, ao lado de Lamb Of God, Black Label Society e outros, nos dias 28 de agosto em Scranton, Pensilvânia, e 29 de agosto em Wantagh, Nova York.

Pacotes VIP limitados do DOWN (sem ingresso incluso) já estão disponíveis e incluem acesso à checagem de som, meet & greet, foto com a banda, pôster autografado e um item exclusivo de merchandise. Acesse down-nola.com/tour para garantir o seu.

Em outubro, o DOWN se apresentará nos festivais Aftershock e Sick New World Texas. Em dezembro, a banda será a atração principal do segundo dia (5 de dezembro) do Decibel Magazine Metal & Beer Fest Denver. A apresentação marca o retorno da banda a Denver após mais de doze anos!

Os ingressos para todos os shows já estão à venda. Confira as datas confirmadas abaixo.

DOWN com Helmet e Spirit In The Room [próximas datas]:

19/08/2026 – House Of Blues – Cleveland, OH


20/08/2026 – Stage AE – Pittsburgh, PA


22/08/2026 – Royal Oak Music Theatre – Royal Oak, MI


23/08/2026 – HISTORY – Toronto, ON


25/08/2026 – MTELUS – Montreal, QC


26/08/2026 – The Palladium – Worcester, MA


28/08/2026 – The Pavilion @ Montage Mountain – Scranton, PA (Berzerkus Fest com Lamb Of God, Black Label Society e mais)


29/08/2026 – Northwell @ Jones Beach Theater – Wantagh, NY (Berzerkus Fest com Lamb Of God, Black Label Society e mais)


30/08/2026 – The Fillmore Silver Spring – Silver Spring, MD


01/09/2026 – Bogart’s – Cincinnati, OH


02/09/2026 – Ramova Theatre – Chicago, IL


04/09/2026 – Mystic Lake Amphitheater – Shakopee, MN (com Slayer, Suicidal Tendencies, Hatebreed)

* Sem Helmet e Spirit In The Room

Datas de Festivais nos EUA:

03/10/2026 – Aftershock – Sacramento, CA


24/10/2026 – Sick New World Texas – Fort Worth, TX


05/12/2026 – Decibel Metal And Beer Fest – Denver, CO

Mais sobre o DOWN:

Em 1991, a primeira jam session improvisada do DOWN gerou uma fita demo agora lendária que correu o mundo. A partir dali, aquela fita de três músicas estabeleceu a base para o álbum NOLA (1995), certificado como disco de platina. A revista Metal Hammer definiu o trabalho como “um clássico do rock, ponto final”, enquanto o site Stereogum declarou: “A nossa compreensão moderna do que o metal do sul dos Estados Unidos soa e significa começa com NOLA, e devemos demonstrar esse respeito.” A banda entregou favoritos dos fãs como Down II: A Bustle In Your Hedgerow [2002], Down III: Over The Under [2007], Down IV – Part One [2012] e Down IV – Part Two [2014]. Cada turnê provou ser especial à sua maneira. Além de lotar casas em turnês mundiais como headliner, o grupo dividiu o palco com nomes como Metallica, Heaven & Hell, Danzig e Melvins, além de incendiar festivais como Aftershock, Louder Than Life, Hellfest e Sick New World. Não é à toa que a revista Revolver batizou o coletivo como um dos “12 Maiores Supergrupos da História do Hard Rock e Heavy Metal”.

Formação:

Philip H. Anselmo: Vocal
Pepper Keenan :Guitarra
Jimmy Bower :Bateria
Kirk Windstein: Guitarra
Pat Bruders: Baixo


Confira ''Blood Oath''





Links Relacionados:



https://down-nola.com 







Fonte: Nuclear Blast Records

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Eivør faz reflexão sobre amor, perda e paredes entre nós com o novo single ''Verjugarðar / Walls''.



Tungl, o novo álbum da cantora, será lançado mundialmente através da Nuclear Blast Records no dia 16 de outubro.



A visionária artista faroesa Eivør lançou uma nova faixa de seu aguardado álbum de estúdio, Tungl, previsto para 16 de outubro deste ano. A canção "Verjugarðar / Walls" é uma obra-prima da sonoridade sombria e catártica, transitando liricamente entre o lamento e a busca fervorosa pela esperança.

Eivør comenta sobre a faixa: "Verjugarðar / Walls é uma balada de rock eletrônico épica e sombria sobre duas pessoas que perderam a conexão que as unia, separadas por muralhas de silêncio. O paradoxo é que as próprias paredes que erguemos para nos proteger acabam nos isolando. Essa foi uma daquelas músicas que levei anos para concluir, mas quando tudo finalmente se encaixou, não consegui mais parar de cantá-la."

Garanta Tungl na pré-venda: https://eivor.bfan.link/tungl

Ouça "Verjugarðar / Walls": https://eivor.bfan.link/verjugardar

Seja para quem já é fã do universo de Eivør ou para quem está prestes a se encantar por ele, Tungl é uma profunda jornada de descoberta.

Tungl — palavra em faroês para "lua" — traz Eivør explorando elementos da natureza de forma ainda mais intensa. Imersivo e envolvente, o álbum guia o ouvinte por uma atmosfera dramática e atemporal, na qual as referências tradicionais dão lugar a uma bússola interior ao longo de 10 faixas introspectivas. Trata-se de uma obra em sintonia com a busca contemporânea por autoconhecimento, fé e renovação em tempos de incerteza.





TUNGL

01. Og mánin græt / And The Moon Cried
02. Drekafljóð / Dragon Maiden
03. Verjugarðar / Walls
04. Spøkilsir / Revenants
05. Hinumegin / The Other Side
06. Healer
07. Eon
08. Tann tú saknar / The One You Long For
09. Fangað (feat. Elinborg) / Trapped
10. Everyone But Me



Eivør passou o verão em turnê pela Europa, realizando shows próprios e se apresentando em grandes festivais como Paléo Festival, Brutal Assault e Summer Breeze. Suas últimas duas apresentações da temporada de verão serão nos festivais ArcTanGent (Reino Unido) e Sun and Thunder (Espanha).

Para comemorar o lançamento de Tungl, Eivør realizará três shows especiais em outubro. A artista fará duas apresentações consecutivas na Nordic House em Tórshavn, nas Ilhas Faroé, nos dias 16 e 17 de outubro, e depois subirá ao palco da icônica Eldborg Hall, no complexo Harpa, em Reykjavík (Islândia), no dia 23 de outubro, acompanhada por músicos convidados. Esses eventos intimistas oferecerão ao público a oportunidade única de vivenciar Tungl ao vivo em cenários especiais antes do início de sua turnê internacional.

Ainda este ano, Eivør dará início a uma extensa turnê como atração principal pela América do Norte, seguida por apresentações na Europa e no Reino Unido ao longo de 2027.

Para ingressos visite: Shows — Eivør



Há mais de duas décadas, a artista faroense Eivør é apontada como uma das vozes mais hipnóticas e destemidas a despontar na cena musical nórdica. Transitando pelo rock, pop noir, jazz, folk e música eletrônica ao longo de 11 álbuns solo, diversas colaborações, álbuns ao vivo e trilhas sonoras marcantes — incluindo as de The Last Kingdom, God of War e God of War Ragnarök —, sua trajetória musical revela tanto um espírito inquieto e explorador quanto uma cantora profundamente conectada às suas raízes faroenses, feito que lhe rendeu o prestigiado Prêmio de Música do Conselho Nórdico.

É uma prova da natureza única e ao mesmo tempo universal de sua arte o fato de sua base de fãs ter se expandido para além do circuito tradicional, abraçando desde os metaleiros até a cena folk pagã nórdica — para quem sua voz avassaladora, seu tambor de couro e seu canto gutural em Trøllabundin tornaram-se um hino não oficial — até o público geral. Todos compreendem, instintivamente, que a música criada a partir da mais pura autenticidade não conhece fronteiras.

Se o último álbum de Eivør, Enn, marcou o início de uma fase mais sombria e atmosférica, seu próximo lançamento, Tungl (palavra faroense para "lua") — o primeiro sob o selo da potente gravadora alemã de metal Nuclear Blast —, a leva a explorar reinos elementares de forma ainda mais profunda. Imersivo, fluido e envolto em uma atmosfera dramática e atemporal, onde as referências habituais se dissolvem para dar lugar a uma bússola interna ao longo de suas 10 faixas confessionais, este é um álbum que também se conecta com a necessidade tão atual de busca por direção, autoconfiança e renovação diante dos tempos incertos em que vivemos.

Como a própria Eivør define:


"Tungl explora os ciclos em constante mudança da vida — suas canções transitam entre momentos de ternura e angústia, amor e perda, e as marés emocionais que nos moldam. Assim como a lua que inspirou seu título, Tungl serve como um guia sereno pelas passagens mais escuras da vida, iluminando a beleza, a resiliência e a transformação que encontramos pelo caminho."


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Fonte: Nuclear Blast Records 

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Levitation Brasil abre vendas de ingressos para edição de estreia em janeiro de 2027






Komplexo Tempo, em São Paulo/SP, terá shows do Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers e mais quatro atrações nacionais.




Levitation, um dos festivais de música mais cultuados e admirados do mundo e que há 18 anos leva pessoas de todo o globo para Austin (Texas, EUA), finalmente chega ao Brasil por meio da Maraty. A primeira edição do Levitation Brasil será em São Paulo/SP, dia 23 de janeiro de 2027 (sábado), no Komplexo Tempo, e os ingressos já estão à venda na Fastix (acesse aqui).

Com patrocínio exclusivo da Kunumi, o festival (levitationbrasil.com) reúne Melvins, Osees, Boris e Frankie and the Witch Fingers como atrações internacionais e quatro nomes importantes da cena alternativa brasileira: Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis. O festival acontece ainda em 20 de janeiro em Buenos Aires e 21 de janeiro em Santiago.

O Levitation, que nasceu em Austin (Texas, EUA), chega pela primeira vez à América do Sul após 18 anos de uma trajetória que transformou um encontro dedicado à psicodelia em uma referência internacional de curadoria.

Nesses 18 anos, o festival aproximou diferentes gerações do rock psicodélico, punk, metal, indie, shoegaze, dream pop, darkwave, música eletrônica e outras vertentes experimentais, sem aderir à repetição de atrações que caracteriza parte dos grandes festivais internacionais.

A edição brasileira também terá uma feira de discos, camisetas, merchandise, livros e pôsteres. O espaço será voltado principalmente a marcas, selos e editoras independentes e alternativas, ampliando para outras áreas da produção cultural o mesmo princípio de curadoria aplicado aos palcos.

André Barcinski, produtor da Maraty, começou a idealizar uma edição brasileira do Levitation após conhecer o festival no Texas, há mais de dez anos. “Em 2014, fui pela primeira vez ao festival Levitation (que ainda se chamava Austin Psych Fest), no Texas. Fiquei impressionado com a qualidade das bandas, a organização e o clima de camaradagem entre o público e os artistas. Eu não conhecia 70% das bandas do line-up e saí de lá zonzo de tanta música boa. Desde então, sonho em poder replicar esse festival no Brasil. Foram vários anos de tentativas, e agora deu certo!”

Leandro Carbonato, produtor da Powerline e sócio da Maraty, destaca que o projeto foi concebido para permanecer no calendário sul-americano e preservar o formato que diferencia o Levitation de outros festivais internacionais. “Estamos muito felizes com a possibilidade de realizar o Levitation e queremos construir um projeto duradouro, com muitas edições. Por isso, o festival também chegará ao Chile e à Argentina. A proposta é formar uma espécie de circuito sul-americano, que permita trazer as bandas para uma turnê pela região e manter o Levitation no continente por muitos anos”.

Carbonato, aliás, é o coordenador do Levitation na América do Sul, junto com André Barcinski, e esteve em 2025 em Austin. “Estive na edição de Austin no ano passado e encontrei um festival muito diferente dos grandes eventos internacionais. A escala aproxima o público dos artistas, os palcos funcionam de forma intercalada, e é possível acompanhar todas as apresentações. A curadoria também não se orienta apenas pelo tamanho ou pela novidade de cada nome, mas pela relevância e pela qualidade artística das bandas. É essa experiência que queremos desenvolver na América do Sul”, afirma.

Rob Patrick, proprietário e fundador do Levitation, comenta sobre a inédita edição brasileira. "Estamos incrivelmente ansiosos em trazer esse artistas e o Levitation para o Brasil. Esse tem sido um sonho há muitos anos, e não poderíamos estar mais felizes em desfrutar desse line-up em São Paulo ao lado de nossas irmãs e nossos irmãos na América do Sul."








As atrações



Melvins

Formado em 1983, em Montesano, no estado norte-americano de Washington, o Melvins ocupa uma posição fundamental na história da música pesada. Ao desacelerar a violência do hardcore e submetê-lo a riffs densos, afinações graves e estruturas deliberadamente imprevisíveis, a banda ajudou a estabelecer as bases do sludge e exerceu influência direta sobre a geração que projetaria o rock do noroeste dos Estados Unidos nos anos 1990, como o stoner e o grunge. Aliás, o Kurt do Nirvana por diversas vezes falou que Melvins foi sua inspiração direta.

Conduzido desde o início pelo guitarrista e vocalista Buzz Osborne, com Dale Crover na bateria desde 1984, o Melvins construiu uma discografia extensa e avessa à repetição. Álbuns como Gluey Porch Treatments (1987), Bullhead (1991), Lysol (1992), Houdini (1993) e Stoner Witch (1994) transformaram a banda em referência para nomes do grunge, doom, noise rock e metal experimental. O repertório atravessa canções compactas, peças de longa duração, humor corrosivo e experiências que desafiam as divisões tradicionais entre punk e metal.

A liberdade de formação também se tornou parte do método. O Melvins já trabalhou com diferentes baixistas, duas baterias, alinhamentos alternativos e projetos como Melvins 1983, dedicado à parceria entre Osborne e o primeiro baterista Mike Dillard. Na formação de turnê de 2026, Buzz Osborne e Dale Crover dividem o palco com Steven McDonald e Coady Willis.

Depois de lançar Tarantula Heart em 2024 e Thunderball, creditado ao Melvins 1983, em 2025, a banda chegou a 2026 com Savage Imperial Death March, colaboração com o Napalm Death. O encontro liga duas trajetórias que alteraram, cada uma à sua maneira, os limites do punk, do metal e da música extrema. Vale falar que enfim o Melvins retorna ao Brasil após 17 anos!
Osees

Poucas bandas contemporâneas traduzem movimento e transformação com a intensidade do Osees. Criada por John Dwyer em 1997, em São Francisco, e atualmente radicada em Los Angeles, a banda tornou-se uma das forças centrais da psicodelia norte-americana ao combinar garage punk, krautrock, hardcore, sintetizadores, improvisação e uma atividade quase ininterrupta em estúdio e na estrada.

A sucessão de nomes acompanha as diferentes fases dessa história: OCS, Orange County Sound, The Ohsees, Thee Oh Sees, Oh Sees e Osees representam mutações de uma mesma criação liderada por Dwyer. Discos como The Master’s Bedroom Is Worth Spending a Night In (2008), Carrion Crawler/The Dream (2011), Floating Coffin (2013), Mutilator Defeated at Last (2015), Orc (2017) e Face Stabber (2019) formam um catálogo no qual energia imediata e experimentação caminham lado a lado.

A formação consolidada por Dwyer nos vocais e guitarra, Tim Hellman no baixo, Tomas Dolas nos teclados e guitarras e os bateristas Dan Rincon e Paul Quattrone deu ao Osees uma identidade de palco particularmente física. As duas baterias funcionam como motor para shows velozes, ruidosos e sujeitos a longos desvios instrumentais. Essa reputação ao vivo acompanha uma discografia que muda de direção sem abandonar o impulso rítmico.

Nos últimos anos, o Osees voltou-se ao hardcore em A Foul Form (2022), atravessou synth punk e no wave em Intercepted Message (2023), trocou grande parte das guitarras por samplers em SORCS 80 (2024) e recuperou a urgência política em ABOMINATION REVEALED AT LAST (2025).

Lançado de surpresa em junho de 2026, OFF COURSE abre outra frente: cinco faixas desenvolvidas a partir de jams psicodélicas, funk e rock progressivo.

No Brasil, a banda terá a participação da vocalista, tecladista e percussionista Brigid Dawson, que apesar de ter saído da formação oficial, ainda contribui com o grupo.
Boris

Formado em Tóquio em 1992, Boris construiu uma das discografias mais abertas e imprevisíveis da música pesada japonesa. Wata, Takeshi e Atsuo transformaram a mudança permanente em identidade, atravessando drone, doom, sludge, noise, hardcore, shoegaze, psicodelia, ambient e pop sem estabelecer uma versão definitiva para a própria música.

O nome foi retirado de “Boris”, faixa que abre Bullhead, álbum lançado pelo Melvins em 1991. A influência inicial tornou-se ponto de partida para uma linguagem independente, desenvolvida em discos como Absolutego (1996), Amplifier Worship (1998), Flood (2000), Feedbacker (2003) e Akuma no Uta (2003). Cada trabalho explora uma relação diferente entre volume, repetição, silêncio e textura.

Lançado no Japão em 2005 e internacionalmente no ano seguinte, Pink projetou o trio para um público mais amplo. O álbum reuniu peso, velocidade, melodias enevoadas e longas expansões instrumentais em faixas como “Farewell”, “Pink” e “Just Abandoned Myself”. Desde então, Boris ampliou o catálogo com colaborações frequentes, especialmente com Merzbow, além de discos como NO (2020), marcado pelo hardcore, e W (2022), construído com atmosferas minimalistas e próximas do dream pop.

Em 2025, o trio realizou a primeira apresentação de sua carreira no Brasil. A fase atual concentra-se nas comemorações dos vinte anos de Pink, com turnês pela Ásia, Reino Unido e Europa ao longo de 2026. De volta ao Brasil, prometem tocar petardos do início da carreira.
Frankie and the Witch Fingers

Formada em 2013, em Bloomington, Indiana, e posteriormente estabelecida em Los Angeles, Frankie and the Witch Fingers surgiu no circuito independente norte-americano com uma combinação elétrica de garage rock, surf music e psicodelia. A banda passou a década seguinte desmontando essa fórmula e reconstruindo o próprio som por meio de post-punk, funk, new wave, sintetizadores e texturas industriais.

A evolução pode ser acompanhada em álbuns como Heavy Roller (2016), Brain Telephone (2017), ZAM (2019) e Monsters Eating People Eating Monsters… (2020). O salto representado por Data Doom (2023) aprofundou as estruturas rítmicas, os arranjos angulares e a presença eletrônica, consolidando uma identidade distante de qualquer leitura limitada ao revival psicodélico.

Dylan Sizemore, Josh Menashe, Nikki Pickle Smith, Nick Aguilar e Jon Modaff formam atualmente uma banda construída em torno do movimento. A intensa circulação internacional e a ética DIY levaram Frankie and the Witch Fingers a dividir palcos com Osees, Ty Segall, OFF!, Cheap Trick e ZZ Top. A energia dos shows acompanha um repertório em constante mutação, com guitarras nervosas, baixo pulsante, sintetizadores instáveis e canções que alternam impacto direto e passagens experimentais.

Produzido por Maryam Qudus, Trash Classic foi lançado em 2025 pela Greenway Records e pela Reverberation Appreciation Society. O oitavo álbum radicaliza a fusão de proto-punk, industrial e new wave em faixas como “Economy”, “Total Reset”, “Dead Silence” e “Gutter Priestess”.

As letras observam tecnologia, consumo e colapso social com ironia, enquanto a produção troca a nostalgia de garagem por uma sonoridade urbana, tensa e deliberadamente deformada.
Ema Stoned

Formada em São Paulo em 2011, Ema Stoned desenvolve uma música instrumental guiada pela improvisação, pela psicodelia e pela liberdade de estrutura. Alessandra “AL” Duarte na guitarra, Elke Lamers no baixo e Theo Charbel na bateria formam o trio, que adota a expressão “rock digressivo” para definir composições capazes de avançar, interromper caminhos e encontrar novas direções durante a execução.

A trajetória começou com formações mais abertas e passagens vocais, mas encontrou sua configuração mais característica na interação entre os três instrumentos. O álbum Gema (2013) apresentou a base experimental da banda; Live From Aurora (2016) documentou sua força em apresentação; e Phenomena (2019) nasceu de uma sessão de improvisação com Makoto Kawabata, guitarrista do Acid Mothers Temple, e Douglas Leal, do Yantra. O encontro aproximou a psicodelia paulistana do universo experimental japonês em uma sequência de seis movimentos.

Em Devaneio (2023), Ema Stoned aprofundou a combinação de krautrock, rock instrumental, ruído e improvisação. Faixas como “Spirulina”, “Curva do Sonho”, “Vale da Lua” e “Bico do Corvo” alternam passagens rítmicas compactas e expansões nas quais guitarra, baixo e bateria assumem funções móveis. O disco também registra uma formação feminina que ocupa o experimentalismo brasileiro sem tratar essa presença como elemento separado da criação musical.

A partir de 2025, “Curva do Sonho” ganhou uma leitura visual inspirada pelas reflexões de Ailton Krenak. Em 2026, o trio iniciou uma colaboração com Edgard Scandurra por meio do single “Cinza das Horas” e de um novo repertório apresentado ao vivo. O encontro liga a pesquisa instrumental da Ema Stoned à trajetória de um dos guitarristas mais inventivos do rock brasileiro.
Bike

Formada em 2015, em São José dos Campos, a Bike tornou-se um dos nomes brasileiros de maior circulação internacional dentro do rock psicodélico contemporâneo. Julito Cavalcante, Diego Xavier, Daniel Fumega e Gil Mosolino constroem uma música que conecta psicodelia, krautrock, Tropicália, rock progressivo e repetição motorik a ritmos, imagens e referências brasileiras.

O primeiro álbum, 1943 (2015), abriu uma sequência de lançamentos marcada por mudanças de linguagem. Em Busca da Viagem Eterna (2017) ampliou a dimensão narrativa das composições; Their Shamanic Majesties’ Third Request (2018) acentuou o caráter psicodélico; e Quarto Templo (2019) avançou sobre atmosferas mais pesadas e ritualísticas. Em Arte Bruta (2023), a banda aproximou distorção, percussão e canção brasileira com maior nitidez.

A trajetória ganhou alcance fora do país por meio de turnês europeias, apresentações no SXSW e uma sessão gravada para a rádio norte-americana KEXP. Arte Bruta também apareceu na seleção da emissora dedicada aos destaques da música alternativa latino-americana de 2023.

Em diferentes fases, a Bike dividiu apresentações com The Brian Jonestown Massacre, Os Mutantes, Boogarins e Graveyard, além de circular por festivais e palcos independentes da Europa e das Américas.

Lançado em setembro de 2025, Noise Meditations nasceu de sessões abertas de improvisação. As dez faixas preservam a psicodelia da banda, mas deslocam o centro criativo para a interação coletiva, a repetição e o desenvolvimento espontâneo. Incluído entre os cem melhores discos brasileiros de 2025 pela APCA, o álbum abriu o ciclo que levou a Bike a novas apresentações no Brasil, Chile e Argentina em 2026.
Test

O TEST converteu deathgrind, ruído e experimentação em um modelo próprio de criação e circulação. Formado em São Paulo em 2010 por João Kombi na guitarra e voz e Barata na bateria, a trajetória começou nas ruas, com apresentações realizadas do lado de fora de grandes shows e estádios, alimentadas por um gerador transportado em uma Kombi. A ação colocou o duo diante do público sem depender de convite, palco ou estrutura convencional.

O que nasceu como intervenção transformou-se em uma carreira internacional. O TEST já ultrapassou mil apresentações em trinta países, passou por todos os estados brasileiros e realizou turnês pela América do Norte, Europa, Ásia, Oceania e América Latina. A agenda inclui festivais como Obscene Extreme, Maryland Deathfest, Dark Mofo, SWR Barroselas, Novas Frequências, Abril Pro Rock e Coquetel Molotov.

A mesma abertura aparece na discografia. Arabe Macabre (2012) e Espécies (2015) estabeleceram a violência concisa do duo; O Jogo Humano (2019) foi concebido como álbum interativo, com diferentes possibilidades de percurso; e Disco Normal (2023) levou o processo de gravação para espaços abertos e locais afastados do formato tradicional de estúdio. Essa experiência deu origem ao documentário Um Disco Normal, exibido na Cinemateca Brasileira.

Ao longo da carreira, o TEST dividiu programações com Napalm Death, Carcass, Cannibal Corpse, Mr. Bungle, King Diamond, Tom Zé, Boogarins e Metá Metá. Em 2025, a colaboração com Deafkids resultou em Sem Esperanças, encontro entre grindcore, drones e percussão experimental. Depois de realizar 38 apresentações na Almost World Tour de 2026, o duo abriu outra frente com o GoaTesT, parceria com integrantes do Goatburner.
Bufo Borealis

Criado em São Paulo em 2020 pelo baixista Juninho Sangiorgio e pelo baterista Rodrigo Saldanha, Bufo Borealis explora o ponto de contato entre jazz-funk, psicodelia, rock experimental e improvisação. A formação é completada por Anderson Quevedo no saxofone, Paulo Kishimoto e Vicente Tassara nos teclados e Tadeu Dias na guitarra.

O nome nasceu de uma constelação fictícia presente na arte de One Size Fits All, de Frank Zappa and the Mothers of Invention, e também remete ao imaginário dos sapos venenosos. A referência combina com uma música que absorve fontes distintas sem buscar pureza de gênero. Miles Davis em sua fase elétrica, Curtis Mayfield, Lou Donaldson, Sly Stone, hip-hop, ritmos latinos e música instrumental brasileira aparecem entre as coordenadas do sexteto.

Pupilas Horizontais (2020) apresentou uma sonoridade baseada em grooves extensos e interação instrumental. Diptera (2022) ampliou a presença do funk e da psicodelia, enquanto Ao Vivo no Sesc Pompeia (2024) documentou a natureza variável dos shows, nos quais os temas funcionam como pontos de partida para improvisações. A experiência acumulada em diferentes cenas, do punk e hardcore ao jazz, alimenta uma execução precisa sem retirar o risco de cada apresentação.

Lançado em março de 2025, Natureza foi o primeiro álbum da banda com composições desenvolvidas por todos os integrantes. O disco apareceu entre os cem melhores trabalhos brasileiros daquele ano na seleção da APCA. Em seguida, “Mãe da Lua”, gravada com Mista Luba, aproximou o Bufo Borealis da cultura de produção do hip-hop e da fragmentação rítmica associada a Donuts, de J Dilla.



De Austin para o mundo

O Levitation nasceu em 2008, em Austin, no Texas, sob o nome Austin Psych Fest. Criado por integrantes do The Black Angels e amigos, o evento surgiu como um ponto de encontro para a então renovada cena psicodélica. A primeira edição reuniu dez atrações no Red Barn. No ano seguinte, o festival já havia passado para um formato de três dias.

A mudança para o Carson Creek Ranch, em 2013, marcou uma virada. Foi a primeira edição inteiramente ao ar livre, com três palcos, camping e uma série de pôsteres criada por artistas dos Estados Unidos e de outros países. Em 2014, o cartaz chegou a 95 atrações, entre elas The Zombies, Panda Bear, The Horrors, Loop, The Brian Jonestown Massacre, Of Montreal e The Dandy Warhols.

O nome Levitation foi adotado em homenagem aos pioneiros texanos do rock psicodélico The 13th Floor Elevators e à música “Levitation”, lançada pela banda em 1967. A mudança ganhou dimensão histórica na edição de 2015, que recebeu a reunião dos integrantes originais sobreviventes do The 13th Floor Elevators para a primeira apresentação conjunta em 45 anos, durante as comemorações dos 50 anos da banda.

Aquele ano também reuniu The Flaming Lips, Tame Impala, The Jesus and Mary Chain, Primal Scream, Spiritualized, The Black Angels, Mac DeMarco e Thee Oh Sees, nome utilizado na época pelo atual Osees.

Desde então, centenas de artistas passaram por suas programações, entre eles King Gizzard & the Lizard Wizard, Pavement, TV on the Radio, Mastodon, Slowdive, Beach House, Sonic Youth, Ty Segall, Chelsea Wolfe, The Brian Jonestown Massacre, Animal Collective, Dinosaur Jr., Black Rebel Motorcycle Club e Kikagaku Moyo.

A circulação internacional começou em 2013, com a criação do Levitation France, em Angers. A marca também chegou a Vancouver e Chicago. A edição francesa completou seu 12º ano em 2025 com ingressos esgotados, consolidando fora dos Estados Unidos o modelo de curadoria desenvolvido em Austin.

O alcance do projeto avançou ainda para o mercado fonográfico. A Reverberation Appreciation Society, coletivo e selo ligado ao festival, mantém a série Live at Levitation, com registros de apresentações de King Gizzard & the Lizard Wizard, Kikagaku Moyo, The Black Angels, Primal Scream, Osees e outros nomes associados à história do evento.
Curadoria reconhecida pela crítica

A imprensa internacional acompanha essa trajetória de perto e sempre com entusiasmo. O The Guardian definiu o Levitation como “o passado, o presente e o futuro da música psicodélica”, enquanto a NME destacou que o festival “escala o melhor do underground”.

O Dallas Observer apontou o equilíbrio de sua proposta: “Nem grande nem pequeno demais, administrado com maestria e com um público relaxado e respeitoso, o Levitation oferece uma experiência quase impecável”.

A Austin Monthly ressaltou o contraste com a padronização dos grandes eventos: “Enquanto muitos festivais recorrem aos nomes esperados em turnê ou divulgando discos, o Levitation prepara um cartaz impressionante a cada edição”.

A publicação também registrou uma definição do cofundador e diretor Rob Fitzpatrick: “A programação precisa significar algo para o público. É um tipo diferente de fã, e tentamos surpreendê-lo com cada cartaz”.

Já o site Cosmic Clash, ao analisar a edição de 2023, chamou o Levitation de “um tesouro musical” e destacou seu crescimento a partir de origens independentes até se tornar parte permanente do calendário cultural de Austin.
Uma curadoria em movimento

A história do festival também foi marcada pela capacidade de alterar seu formato. Após as condições meteorológicas severas que impediram a realização da edição de 2016 no Carson Creek Ranch, apresentações foram reorganizadas em casas de Austin. Em 2018, o Levitation retornou distribuído por oito espaços da cidade, com shows em horários escalonados e diferentes bairros. O modelo transformou Austin em parte da experiência e permitiu combinar apresentações maiores com noites em clubes.

A edição de 2026, programada para ocorrer entre 10 e 13 de setembro, mostra a amplitude alcançada por essa curadoria. São 69 atrações espalhadas por mais de 20 apresentações no Radio/East, Stubb’s, Mohawk, Empire, Hotel Vegas, Elysium e 13th Floor.

O cartaz reúne Sleep, Angine the Potrine, American Football, Bikini Kill, Molchat Doma, Peter Hook & The Light, Cabaret Voltaire, Nitzer Ebb, Arlo Parks, The Garden, Smerz, Uncle Acid & The Deadbeats, Psychedelic Porn Crumpets, Temples, Melt-Banana e Kylesa, entre outros. Os passes completos para os quatro dias já estão esgotados. A Pitchfork incluiu o Levitation em sua seleção dos festivais mais aguardados de 2026 e apontou a experimentação como elemento presente em toda a programação.



Instituto Kunumi

O Instituto Kunumi se forma como um coletivo de pesquisa dedicado a expandir as fronteiras da inteligência, da cultura e do significado. Um ponto de encontro entre ciência, humanidades e tecnologia, o Instituto investiga novas formas de inteligência e seus impactos na sociedade e em cada um de nós.

O Instituto Kunumi atua como um ecossistema híbrido entre a academia e a iniciativa privada, conectando pesquisa científica, experimentação tecnológica e artística a aplicações no mundo real. Esses encontros desenham os contornos do nosso devir.


Serviço | Levitation Brasil

Data: sábado, 23 de janeiro de 2027

Local: Komplexo Tempo

Endereço: Avenida Henry Ford, 511, Parque da Mooca, São Paulo

Atrações: Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers, Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis

Ingressos: fastix.com.br/events/levitation-brasil

Pista, 1º lote

Meia-entrada para estudantes: R$ 320,00

Meia solidária: R$ 350,00

Inteira: R$ 640,00

Mezanino, 1º lote

Meia-entrada para estudantes: R$ 430,00

Meia solidária: R$ 480,00

Inteira: R$ 860,00

Ingressos físicos sem taxa: Loja 255 da Galeria do Rock (R. 24 de Maio 62, Centro)

A meia-entrada para estudantes é válida mediante apresentação de comprovante estudantil. A meia solidária está disponível para todos os públicos, mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento.

Patrocínio: Kunumi |Produção: Maraty | Apoio: Powerline

Censura: permitida a entrada de menores de 18 anos desde que acompanhados de responsável legal.

Acessibilidade: o local é totalmente equipado para atender a PCDs e haverá um espaço exclusivo para cadeirantes poderem ver os shows com toda a visibilidade e conforto.


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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