segunda-feira, 4 de maio de 2026

Daniela Aedo amplia passagem pelo Brasil e anuncia Aedo Experience em quatro cidades





Atriz e cantora mexicana é conhecida pelo público brasileiro como a Dulce Maria de Carinha de Anjo.


A atriz e cantora mexicana Daniela Aedo, que marcou uma geração no Brasil como Dulce Maria na novela Carita de Ángel, exibida pelo SBT como Carinha de Anjo, transformou em turnê sua nova passagem pelo país. A Aedo Experience, que já tinha apresentação anunciada para 23 de maio, em São Paulo/SP, no Teatro Viradalata, agora também passará por Rio de Janeiro/RJ, em 29 de maio, no Auditório Américas Barra; Porto Alegre/RS, em 30 de maio, no Nau Live Spaces; e Curitiba/PR, em 31 de maio, no Teatro Paulo Autran.

Os ingressos para as quatro apresentações estão disponíveis no site danielaaedo.com.br.

A turnê amplia o reencontro da artista com o público brasileiro e leva a diferentes capitais um espetáculo construído a partir da relação afetiva de Daniela com fãs que acompanharam sua trajetória desde a infância, mas também de sua fase atual como cantora e compositora.

A Aedo Experience propõe um encontro entre memória televisiva, cultura latina e a produção musical recente da artista.

O repertório aproxima a lembrança da personagem que tornou Daniela conhecida em diversos países da América Latina de uma trajetória autoral marcada por canções pop, baladas e composições de tom íntimo, centradas em temas como amadurecimento, relações, identidade e reconstrução emocional.

Daniela chegou à televisão ainda criança e ficou internacionalmente conhecida ao protagonizar Carita de Ángel, produção mexicana que ganhou forte identificação com o público brasileiro após sua exibição pelo SBT.

A personagem Dulce Maria permaneceu na memória de uma geração de espectadores e consolidou a atriz como um dos rostos mais lembrados da teledramaturgia infantil latina no Brasil.

A nova passagem pelo país, no entanto, não se limita ao reencontro nostálgico. Hoje, Daniela desenvolve uma carreira musical própria, com repertório autoral e uma sonoridade ligada ao pop latino, ao folk e a baladas de composição mais introspectiva.

Entre seus trabalhos recentes estão “Vacío”, lançado em 2025, “Monstruo” e “Niña Prodigio”, de 2024, além do EP Cicatrizte, que reúne faixas como “Voy a Ti”, “Invisibles”, “Tinta Negra” e “Frágil”.

A artista também lançou canções como “Red Flags”, “Tierra de Coyotes”, “La Trenza” e “Partir de Mí”. Em 2024, participou do registro ao vivo Homenaje a Tatiana: Carita de Ángel/Gotita de Amor/Azul Como El Cielo, dentro do projeto 2000’s X Siempre, em uma conexão direta com o repertório e o universo televisivo que a tornaram conhecida do grande público. Em 2025, também apareceu em “Una vez más”, faixa ligada à trilha do filme Desastre en familia.

No Brasil, a turnê parte desse duplo lugar: o da artista reconhecida por uma personagem que atravessou fronteiras e o da compositora que apresenta ao público uma etapa mais recente de sua carreira.

A realização da nova turnê da Daniela Aedo no Brasil é da Blast Concerts.



SERVIÇO


Daniela Aedo em São Paulo

Data: 23 de maio de 2026 (sábado)

Horário: das 18h às 22h

Local: Teatro Viradalata (Rua Apinajés 1387, São Paulo, SP)

Ingresso: blxsttickets.byinti.com/#/event/mexican-moon-festa-latina-apresenta-daniela-aedo-e-convidados

Valores:

R$ 130,00 (1º Lote - Pista - Meia-entrada / Promocional - doe 1kg de alimento não perecível)

R$ 260,00 (1º Lote - Pista - Inteira)

R$ 200,00 (1º Lote - Aedo Experience | Meet & Greet)
Daniela Aedo no Rio de Janeiro

Data: 29 de maio de 2026 (sexta-feira)

Horário: das 20h às 22h

Local: Auditório Américas Barra Hotel (Avenida das Américas, 10500, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ)

Ingresso: sympla.com.br/evento/fan-experience-daniela-aedo-rio-de-janeiro/3393793

Valores:

R$ 130,00 (Meia-entrada / Promocional)

R$ 260,00 (Inteira)

R$ 200,00 (Aedo Experience | Meet & Greet)
Daniela Aedo em Porto Alegre

Data: 30 de maio de 2026 (sábado)

Horário: das 16h às 18h

Local: NAU Live Spaces (Avenida Presidente Franklin Roosevelt, 1308, São Geraldo, Porto Alegre, RS)

Ingresso: sympla.com.br/evento/fan-experience-daniela-aedo-porto-alegre/3393866

Valores:

R$ 100,00 (Plateia VIP - Meia-entrada)

R$ 200,00 (Plateia VIP - Inteira)

R$ 200,00 (Aedo Experience | Meet & Greet)
Daniela Aedo em Curitiba

Data: 31 de maio de 2026 (domingo)

Horário: abertura às 17h; evento às 18h

Local: Teatro Paulo Autran, no Shopping Novo Batel (Rua Coronel Dulcídio, 517, Batel, Curitiba, PR)

Ingresso: diskingressos.com.br/evento/2943/2026-05-31/pr/curitiba/fan-experience-daniela-aedo-world-tour-2026

Valores:

R$ 80,00 (Meia-entrada e categorias promocionais)

R$ 160,00 (Inteira)

R$ 200,00 (Aedo Experience | Meet & Greet)


www.instagram.com/blastconcertsbr


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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ATLANTIS: FUG DESIGN assina a arte do novo single “Worth Fighting For”, já disponível nas plataformas; ouça agora!




O grupo catarinense de Heavy Metal Tradicional, ATLANTIS, disponibilizou hoje, 30 de abril, o single “Worth Fighting For”. A obra, que marca a estreia da atual formação, conta com capa assinada pelo conceituado artista Thiago Boller, da FUG DESIGN.

Gravado no estúdio Abrigo Nuclear (SC), o lançamento une o peso clássico da banda à identidade visual de um dos estúdios mais respeitados do cenário mundial. O single já pode ser conferido em todas as plataformas de streaming e antecipa a sonoridade que será levada à estrada na turnê 'Jaguaras On The Loose – 2026'.

Confira o trabalho da FUG DESIGN e os detalhes do lançamento: https://www.instagram.com/p/DXedIZHjWoQ/




Ouça agora mesmo “Worth Fighting For” no seu serviço de streaming favorito: https://li.sten.to/ATLANTIS_Worth_Fighting_For



Metal catarinense na estrada

O público poderá conferir “Worth Fighting For” ao vivo nas próximas datas do ATLANTIS em Santa Catarina pela turnê ‘Jaguaras On The Loose – 2026’, que passará por Joinville (07/04), Rio Negrinho (09/05), Jaraguá do Sul (10/05) e Blumenau (06/06). O cartaz da turnê, também desenvolvido pela FUG DESIGN, reflete a nova fase visual do grupo.

Confira o cartaz completo e o serviço das apresentações: https://www.instagram.com/p/DV_xnWyESEu/







ARTE QUE DEFINE O PESO: CONHEÇA A FUG DESIGN

Com mais de dez anos de atuação, a FUG DESIGN, liderada por Thiago Boller, é referência na criação de identidades visuais para o Heavy Metal global. O estúdio oferece soluções completas, desde capas a merchandising e materiais promocionais. Explore o portfólio: https://fugdesign.com/#portfolio


Contato FUG: contato@fugdesign.com

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ETERNAL SACRIFICE: Pré-save disponível para o novo single “Thargirion”; faça o seu agora mesmo!






Os arautos do Pagan/Black Metal baiano, ETERNAL SACRIFICE, preparam o terreno para seu novo despertar profano com o single “Thargirion (The highest scale of the tree of death, the one who opposes Tiphareth)”. O lançamento oficial ocorre em 05 de maio via Sangue Frio Records, e o pré-save já está disponível para todas as plataformas de streaming.

Sucessor do impactante "Under the Shroud", a nova faixa serve como o último portal antes da chegada do álbum "Hierophant", previsto para este semestre pela Brazilian Ritual Records. "Thargirion" solidifica a estética ritualística do grupo, unindo a rispidez do Metal Extremo a uma profundidade lírica que desafia o senso comum.

Garanta o acesso imediato ao lançamento realizando o pré-save agora: Link para pré-save: https://music-stream.lnk.to/ThargirionThehighestscaleofthetreeofdeaththeonewhoopposesTiphareth





Primeiro merchan de “Hierophant” já disponível

Isso mesmo! O ETERNAL SACRIFICE anunciou o lançamento oficial das camisetas de seu sexto e aguardado álbum, “Hierophant”. A coleção, desenvolvida em aliança com a Abismo Metal Store, já está disponível para todo o Brasil, antecipando a atmosfera ritualística do disco previsto para este primeiro semestre de 2026 via Brazilian Ritual Records.

Os mantos profanos apresentam a arte da capa do novo opus e detalhes exclusivos, como estampas nas mangas na versão 'manga longa', reafirmando a estética sombria e tradicional do grupo. Enquanto a distribuição nacional e internacional fica a cargo do selo e da loja parceira, o ETERNAL SACRIFICE reservou um lote exclusivo para vendas presenciais em sua terra natal, Salvador/BA.

Garanta o seu exemplar antes que o primeiro lote — de tiragem estritamente limitada — se esgote pelos canais oficiais:

Todo território nacional - Abismo Metal Store:Instagram:



Site oficial: https://abismometalstore.com.br/

Somente Salvador - ETERNAL SACRIFICE:Instagram:


  https://www.instagram.com/eternalsacrifice666/

Facebook: https://www.facebook.com/eternalsacrifice666/






Convocação para Produtores: Agenda 2026

Paralelamente ao lançamento fonográfico, o ETERNAL SACRIFICE anuncia que o calendário de apresentações para 2026 está aberto. O sexteto busca levar a complexidade de seus rituais para novos palcos, convidando produtores de todo o país a entrarem em contato para viabilizar as datas da nova turnê.E-mail: esacrifice@gmail.com
WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 (SFP – Press & PR)








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MORTEM SOLIS: EP “Forever Haunted By Love And Distress” é lançado oficialmente em formato digital e físico





A MORTEM SOLIS, expoente do Black Metal, lançou oficialmente na última sexta-feira (24) o EP “Forever Haunted By Love And Distress”. O material chegou simultaneamente às plataformas de streaming, via Sangue Frio Records, e ao formato físico em uma edição limitada de 30 cópias pela Mal Caminho Productions.

O registro destaca-se pela sonoridade densa e atmosférica, unindo faixas autorais como “Thirst In The Dust” a releituras surpreendentes. A MORTEM SOLIS presta tributo ao chileno Uaral e entrega uma interpretação visceral para “A Terceira Lâmina”, obra icônica do lendário Zé Ramalho.

O EP físico está disponível por R$ 25,00 (mais frete). Garanta sua cópia ou ouça o material na íntegra nos links abaixo:Digital: https://li.sten.to/MORTEM_SOLIS_FHBLAD
Físico: https://www.instagram.com/malcaminhoprod/ ou https://www.instagram.com/mortem.solis/





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THE CROSS: Novo videoclipe e pré-venda “Plague Of The Lost River” em vinil via Krakatoa Label são lançados – confira!





Os pioneiros do Doom Metal sul-americano, THE CROSS, disponibilizaram o videoclipe de “Cycle of Suffering (Samsara Wheel)”, no último dia 17 de abril de 2026, contando com a participação inédita de David Shankle (ex-Manowar). A faixa impulsiona a pré-venda da edição especial em vinil do EP “Plague of the Lost River” pelo selo português Krakatoa Label.

O novo vídeo consolida a parceria inédita de Shankle com uma banda brasileira, elevando o patamar técnico do grupo. O material em vinil de 12 polegadas, com efeito 'Blood Splatter', celebra a trajetória da THE CROSS e conta com participações de músicos das bandas Saturnus, Sarlic Bliss, High Parasite, Doomocracy e outros.

Assista ao novo videoclipe:








Garanta o vinil na pré-venda oficial: https://wild-time-vault-core.base44.app/






“Plague Of The Lost River” disponível globalmente: Mergulhe no abismo sonoro da THE CROSS em todas as plataformas de streaming

Originalmente lançado de forma independente em 8 de novembro de 2025, o aclamado EP “Plague Of The Lost River” encontra-se disponível nos principais serviços de música do planeta. A obra, que agora ganha sua versão física em vinil, pode ser apreciada na íntegra por quem busca a essência do Doom Metal mundial.

Ouça agora em sua plataforma preferida: https://li.sten.to/THE_CROSS_Plague_Of_The_Lost_River



Doom Metal sul-americano atravessando fronteiras

Paralelamente a entrevista, o THE CROSS acaba de ser confirmado como uma das atrações de peso para a 10ª edição do prestigiado ‘Under The Doom Festival’. O evento ocorrerá nos dias 25 e 26 de setembro de 2026, no LAV – Lisboa ao Vivo, em Lisboa, celebrando duas décadas de culto aos sons sombrios e atmosféricos.

Representando o Brasil em solo europeu, o THE CROSS é a primeira banda brasileira do estilo a subir neste que é um dos palcos mais emblemáticos do gênero. O festival conta com um lineup de luxo, incluindo nomes como Sólstafir, Draconian, Schammasch, Evoken e muito mais, consolidando o intercâmbio cultural entre a cena sul-americana e os gigantes do Metal internacional. 


Confira abaixo o cartaz e o serviço completo para mais informações:








SERVIÇO:


Show: THE CROSS no ‘Under The Doom Festival 2026’
Local: LAV – Lisboa ao Vivo (@lavlisboaaovivo)
Endereço: Gomes da Costa, nº 29 B1 – Lisboa (Portugal)
Data: 25 e 26 de setembro de 2026
Horário: 18 horas
Ingressos online: https://blueticket.meo.pt/pt/event/16059
Organização: @underthedoomfestival



ATENÇÃO PRODUTORES

O THE CROSS comunica que o calendário de shows para 2026 está aberto. Leve a força do Doom Metal para o seu evento.Contatos: thecrossdoom@gmail.com| (46) 98838-7204 (SFP – Press & PR)






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domingo, 3 de maio de 2026

Rattus Já Está Disponível O Mais Novo Lançamento Da Criminal Attack Records





RATTUS WC Räjähtää CD DIGIPACK | CAR062 [R$45 (fundo branco) / R$55 (fundo prata)]


WC Räjähtää é um dos maiores clássicos do hardcore finlandês e, após 43 anos, a Criminal Attack Records orgulhosamente o relança finalmente em CD. Gravado em 1982 e lançado originalmente em 1983 pela Poko Records, WC Räjähtää captura um momento crucial na evolução do RATTUS: a transição do D-beat para um hardcore mais rápido, direto e condensado, fortemente influenciado pelo punk hardcore americano, mas já carregando as características próprias que começavam a definir o som finlandês no início dos anos 80. 


Diferente de registros posteriores, aqui a banda ainda opera no limite entre influência e identidade própria. WC Räjähtää é um documento histórico do hardcore finlandês e um marco essencial para o punk mundial. O relançamento chega em edição especial digipack de 3 painéis, contendo fotos históricas e inéditas, um breve relato do baixista Tomppa sobre a época do álbum e encarte no formato original, fazendo jus à sua importância. Todas as 14 faixas do álbum foram totalmente remasterizadas nos EUA por Jack Control (Severed Head of State / World Burns to Death), no estúdio Enormous Door Mastering. 


Um clássico dessa magnitude só poderia ter uma capa à altura: a arte foi criada pela lenda PUSHEAD (Septic Death), também responsável por trabalhos para bandas como Metallica, Misfits e Kylesa, entre outras. Item histórico e obrigatório para todos os colecionadores de álbuns clássicos do punk mundial!



400 cópias com rótulo do CD impresso em fundo branco

100 cópias com rótulo do CD impresso em fundo prata (Edição especial)

RATTUS @ Miesten Koulu: https://youtu.be/mRT97qcAfy0








Fonte:Rattus 


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Bangers Open Air 2027 - Conheça Os Tipos De Blind Tickets Disponíveis





Após o sucesso absoluto da edição de 2026 do Bangers Open Air, a organização já anunciou o próximo capítulo dessa história: a edição de 2027 está oficialmente confirmada e já tem data marcada. O festival acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2027, prometendo elevar ainda mais o padrão da música pesada no país.

Os fãs já podem adquirir seus ingressos antecipadamente por meio da modalidade Blind Ticket, com condições especiais. As vendas foram iniciadas hoje, 30 de abril, às 10h, pelo site oficial da ticketeira Clube do Ingresso.

Conheça os tipos de Blind Tickets disponíveis:

Blind Ticket - Pass 2027
– sem taxa de conveniência;
– 1 Bangers Pass válido para os dois dias de festival;
– Early Entrance - 10h00 (1 hora antes do público geral)
– 1 Kit Bangers com 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo;
– 1 voucher - Welcome Drink para uso no festival.

Blind Ticket - Partner 2027
– sem taxa de conveniência;
– 2 Bangers Pass válido para os dois dias de festival;
– Early Entrance - 10h00 (1 hora antes do público geral);
– 2 Kits Bangers, cada um contendo 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo;
– 2 vouchers - Welcome Drink para uso no festival;
– 2 ingressos para o Warm-up oficial do festival (data, local e atrações serão definidos e anunciados pela produção até dezembro de 2026).

Blind Ticket - Combo True 2027
– sem taxa de conveniência;
– 1 Bangers Pass válido para os dois dias de festival;
- 1 Lounge Pass válido para os dois dias de festival;
– Early Entrance - 10h00 (1 hora antes do público geral);
- 1 Kit Bangers com 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo;
- 1 ingresso para o Warm-up oficial do festival (data e local serão definidos e anunciados pela produção até dezembro de 2026).

Todas as modalidades de Blind Tickets estão disponíveis através do link abaixo. Os ingressos são limitados.
https://www.clubedoingresso.com/evento/bangersopenair2027

Novas informações, incluindo line-up e novidades da próxima edição, serão divulgadas ao longo do ano nos canais oficiais do festival.

Serviço

Local: Memorial da América Latina

Datas: 24 e 25 de abril de 2027

Venda oficial: www.clubedoingresso.com

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Fonte:Bangers Open Air






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Metal e video games unidos com lançamento de "Brave Soul", trilha do game Valiant Saga





O vocalista Celso Alves (Allos) anuncia o lançamento de "Brave Soul", single que marca o resgate de uma composição criada há mais de duas décadas, no início de sua trajetória na música.

Originalmente intitulada "Be Free", a faixa foi composta em 2004 ao lado de Adriano Ferreira e Felipe Guimarães, então integrantes da banda Sygnos. Escrita em um momento de descobertas e intensa criatividade, a música nunca chegou a ser gravada, permanecendo inédita por anos como parte importante da história do artista.

Agora, 20 anos depois, a composição ganha uma nova vida. Rebatizada como "Brave Soul", a faixa passa a integrar oficialmente a trilha sonora do jogo Valiant Saga, conectando a obra a um novo contexto narrativo e ampliando seu alcance.

Fã de videogames desde a infância, Celso Alves encontra neste lançamento a união de duas paixões que sempre caminharam lado a lado: música e games. O resultado é um projeto que carrega valor emocional e relevância cultural, dialogando com diferentes públicos.

O single também marca o reencontro com músicos que fizeram parte dessa trajetória. Participam da gravação o baixista Raphael Dafras (Edu Falaschi), Erywan Freitas nas guitarras, Marco Amorim (Liquens) nos pianos e Guilherme Alvarenga (Paradise in Flames) nos teclados.

Mantendo a essência original da composição, "Brave Soul" se destaca por seu refrão marcante e mudanças de clima épicas, reforçando a proposta de resgatar uma obra do passado sem perder sua força no presente.

Mais do que revisitar uma composição antiga, o single representa a concretização de algo que sempre esteve presente, aguardando o momento certo para ganhar vida.


Valiant Saga é um jogo de ação brutal em plataforma 2D com elementos de RPG, visual em pixel art e uma poderosa trilha sonora de metal. Disponível via steam no link a seguir:


https://store.steampowered.com/agecheck/app/1526890/


Visualizer "Brave Soul" :

 




Line-up da gravação:


Celso Alves :Vocal
Adriano Ferreira:Guitarra
Erywan Freitas: Guitarras
Felipe Guimarães: Guitarra 
Rafael Dafras: Baixo
Marco Amorim: Pianos
Guilherme Alvarenga: Teclado



Ouça "Brave Soul" em sua plataforma preferida:


https://ditto.fm/valiant_saga_original_soundtrack_brave_soul



Fonte:Lex Metalis Assessoria e Agenciamento

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Chady entrega noite sofisticada e versátil no Blue Note Rio com participação de Tico Santa Cruz






O cantor, compositor e multi-instrumentista Chady protagonizou, na noite de ontem, apresentação especial em evento fechado no Blue Note Rio, reafirmando seu espaço entre os novos destaques da música brasileira. Diante de um público seleto, o artista apresentou um show marcado pela sua diversidade e versatilidade artística, tocando piano, guitarra e violão.

Com domínio de palco e personalidade bem definida, Chady construiu um setlist que transitou por diferentes gêneros e atmosferas. No repertório, seu grande hit “Maria” e releituras “Beggin” (Måneskin), “Minha Alma” (O Rappa), “Knockin’ on Heaven’s Door” (Guns N' Roses) e “Billie Jean” (Michael Jackson), dividiram espaço com momentos mais introspectivos, criando uma progressão envolvente ao longo da apresentação. A curadoria evidencia um artista que dialoga com diferentes épocas e referências sem perder identidade.

Um dos pontos altos da noite foi a participação especial de Tico Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas, que subiu ao palco para interpretar “Olhos Certos” e o clássico “Exagerado”, do Cazuza. A colaboração trouxe uma energia única e foi recebida com entusiasmo pelos fãs. Além disso, outro capítulo importante da noite, foi durante a música “Quantas Vidas”, que contou com a participação de Guto Oliveira, do Outro Eu.

A apresentação no Blue Note Rio também sintetiza esse momento promissor do artista, que está se firmando como um nome relevante na nova geração da música nacional.

Vivendo um momento de forte projeção, Chady acumula resultados expressivos. A faixa “Eu Vim de Lá” segue entre as mais tocadas nas rádios do Rio de Janeiro e em 12º no segmento pop rock nas plataformas digitais, consolidando sua conexão com o grande público e reforçando seu posicionamento no mercado atual.

Este single inaugura uma nova fase estética e conceitual do performer, mais autoral, coesa e ambiciosa, e antecipa uma sequência de projetos previstos para 2026. 


Confira o videoclipe em https://www.youtube.com/@euchady.

Assessoria de Imprensa:

Costábile Salzano Jr. - Camila Ribeiro | press@theultimatemusic.com

Fonte:The Ultimate Music 

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Primal Sinner lança video de “Sclavus” com coral, orquestra e cinema





Banda colombiana expandem os limites do metal em direção ao novo álbum ‘Drama’



A banda colombiana Primal Sinner apresenta seu mais recente lançamento buscando ilustrar o processo de produção de um projeto com apelo grandioso e cinematográfico. Nesta sexta-feira, 24 de abril, estreia no YouTube o vídeo “SCLAVUS I — Recording Sessions” mostrando o processo de produção que deu vida à faixa e ao novo álbum ‘Drama’, que será lançado no próximo semestre.

Com participação de coro, orquestra, banda completa e até atuação, o lançamento traduz a proposta de levar o espírito do cinema para dentro do rock, destacando cada detalhe da construção sonora e visual. “SCLAVUS I — Recording Sessions” promete apresentar uma experiência imersiva que vai além da música.

“SCLAVUS” é o segundo single de seu próximo álbum, mixado pelo renomado produtor de metal Jens Bogren (Sepultura, Opeth, Angra), e masterizado por Bob Katz (vencedor de vários prêmios Grammy). O projeto marca a continuidade da trajetória iniciada com “Oedipus” e representa o passo mais ousado da banda na construção de seu próprio universo sônico e conceitual, batizado pelos próprios artistas como Dramatic Metal Rock.

A faixa é uma obra conceitual construída como um poema sinfônico em 2 movimentos, duas faixas que exploram o conceito de escravidão e liberdade como experiências inseparáveis da condição humana. Apresenta instrumentação única, mesclando sons acústicos, elétricos e eletrônicos, juntamente com arranjos sinfônicos e corais executados e gravados pela Budapest Scoring na Hungria. A inclusão do renomado dublador Brian Stivale (Marvel, DC, Angel Studios) é outra peça do puzzle para um projeto que busca drama e qualidade cinematográfica.

Em vez de contar uma história linear, SCLAVUS leva o ouvinte a um mundo kafkiano e circular, onde a escravidão se expande a uma escala cósmica e universal.

Aqui, a humanidade aparece historicamente subjugada por anéis de opressão que se replicam infinitamente, desdobrando-se como uma geometria fractal sem escapatória.









Inspirando-se na linguagem cinematográfica, na orquestração clássica e na música extrema, DRÂMA dissolve as fronteiras entre canção, partitura e narrativa

“Em vez de recorrer à orquestração digital —a escolha mais comum e prática— decidimos que os momentos orquestrais-chave em SCLAVUS precisavam ser executados por músicos reais. Essa decisão nos levou através do Atlântico até a Budapest Scoring Orchestra, onde nossa música foi gravada por uma orquestra completa em uma sessão assistida remotamente. Ouvir nossas composições ganharem vida através de músicos clássicos em uma das capitais históricas da música na Europa foi uma experiência única —e um sonho antigo finalmente realizado.”

O guitarrista e compositor também cita experiências em relação a complexidade do projeto:

“O coro em SCLAVUS foi originalmente concebido como um conjunto de 32 vozes. Quando o tempo e a logística tornaram isso impossível, recorremos a uma técnica clássica de estúdio chamada overdubbing. Um octeto misto gravou as mesmas partes corais quatro vezes, criando a ilusão sonora de um coro completo de 32 vozes —prova de que, às vezes, a criatividade em estúdio transforma limitações em força”, comenta Fabian Tejada.

Além do contexto lírico, o grupo também assina referências cinematográficas, sobre as quais a banda comenta:

“As influências por trás de SCLAVUS estão claramente divididas em seus dois movimentos. Para a primeira parte, fomos profundamente inspirados pela visão dramática e narrativa encontrada na obra de Hans Zimmer, particularmente através da linguagem cinematográfica presente nos filmes de Christopher Nolan. Esta abordagem nos ajudou a enquadrar a peça de uma forma mais narrativa e atmosférica, misturando storytelling cinematográfico com elementos de doom metal para transmitir peso, tensão e força sombria."

Fabian completa: “Cenas da temporada final de Game of Thrones, juntamente com filmes e séries como Gladiador, Spartacus e O Senhor dos Anéis, ajudaram a moldar o tom dramático, a escala e o caráter audiovisual da obra —para citar apenas alguns fundamental para o segundo movimento do díptico.”

OUÇA “SCLAVUS” AQUI!

ASSISTA O VIDEO “SCLAVUS” AQUI!


SCLAVUS I – The Rings That Never End | Orchestral Metal Recording Session







Primal Sinner é uma banda colombiana de metal fundada pelos irmãos Fabian e Jhon Tejada, que, a partir dos princípios e técnicas criativas da música clássica, se esforçam para encontrar uma forma artístico-dramática de fazer música pesada que a indústria do entretenimento possa elevar à categoria de arte.

O nome "Primal Sinner" é um símbolo do ser humano em seu estado primordial: aquele que, ao se separar da Unidade Original, passa a existir em um estado irreversível de divisão, conflito e incompletude. Incapaz de compreender totalmente como viver ou morrer, ele busca reconciliar sua dissonância existencial tentando reintegrar-se ao Absoluto – algo apenas momentaneamente alcançado em experiências de unidade, como a arte.

Com uma forte base humanista e conceitual, o grupo estreou em 2019 com o álbum 'Dying Like the Sun in the West'. Esta produção buscou padrões internacionais e contou com a colaboração do produtor sueco Jens Bogren e do engenheiro de masterização americano Bob Katz.

Desde a sua formação, a banda acumulou uma experiência significativa, realizando duas tours na Colômbia (2022 e 2024) e dividindo o palco com ícones da cena local (como Kraken, Nepenthes, Gaias Pendulum e Masacre), bem como artistas internacionais de peso, como Stratovarius, Therion e Fabio Lione.

Após o lançamento de um EP audiovisual acústico, o Primal Sinner inicia 2026 com o lançamento de seu novo álbum, 'DRÂMA'. A nova obra está construída sobre uma tríade estética de força, beleza e poética, apresentando um desenvolvimento temático inspirado na música clássica no cinema e teatro.

'DRÂMA' visa proporcionar ao ouvinte uma experiência cinematográfica profunda e acessível, abordando narrativas densas sem perder o impacto emocional. Para promover o álbum, a banda organizou uma experiência ao vivo inovadora e inédita na cena metal colombiana: uma listening party na Cúpula do Planetário YAWA, na cidade de Cali, em 21 de fevereiro, onde música, espaço e visuais imersivos convergiram. Esta apresentação marcou o início de um lançamento digital progressivo, com as faixas do álbum sendo reveladas mensalmente.







Genero: Metal/Rock (Dramatic Metal / Progressive Rock)

Produção: Fabián & Jhon Tejada

Mixagem: Jens Bogren

Masterização: Bob Katz


Formação:

Fabián Tejada:Guitarra
Jhon Tejada: Guitarra
Diovanny López: Vocal
Freddie Zambrano: Baixo
Freddy Olave: Bateria 


Artistas Convidados:
 
Budapest Scoring – Orchestra & Choir
 
Brian Stivale – Voice Over


Arte da capa:

Alejandro Cardona – ‘The Rings That Never End’
 
Adria Alvarado – “Shade of Freedom”


Links Relacionados:

PRIMAL SINNER online: Website: https://primalsinner.com/

Spotify: https://open.spotify.com/artist/6e7tDJ6Ds9FpsPigdwKIsF

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Fonte:Reverbera Music Press




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sábado, 2 de maio de 2026

Entre o peso e a melodia, Aléxia lança o primeiro álbum Garra





Artista apresenta disco de heavy pop que dialoga sobre saúde mental, luto, coragem e identidade.


A cantora e compositora Aléxia, artista do cast da Venus Concerts, lança no streaming o primeiro álbum da carreira, Garra. O disco reúne 14 faixas e consolida a identidade que ela define como heavy pop, uma sonoridade construída entre o peso do rock e do metal, a energia do pop punk, a carga emocional do rock alternativo e refrões de forte apelo melódico.

Ouça Garra: onerpm.link/107150077118.

Aléxia fará o show de lançamento de Garra neste domingo (3 de maio), a partir das 17h, no Manifesto Bar, em São Paulo. O evento também terá participações das bandas Debrix, Flor Et e Horney e do Mi Vieira, vocalista do Glória. Ingressos à venda no Ingresso Master.
Sobre Garra

Em Garra, Aléxia apresenta músicas sobre saúde mental, luto, medo, coragem, empoderamento, amor, pertencimento e reconstrução.

A imagem que dá nome ao álbum parte da ideia da marca deixada por uma garra, uma ferida que permanece, mas também se converte em força. A capa apresenta a garra de um “monstro” que fere a artista, símbolo que, para Aléxia, não representa apenas uma pessoa ou um trauma específico.

“Esse ‘monstro’ representa todas as pessoas e situações que já me fizeram mal, inclusive eu mesma. Eu já fui esse ‘monstro’ na minha própria história. Agora eu sigo com minhas cicatrizes e aceitando que tudo que me aconteceu me trouxe aqui”, afirma Aléxia.

O primeiro single do álbum, Seja Você, já havia apresentado ao público a direção estética e emocional do projeto. A faixa ganhou clipe oficial gravado em Tatuí, cidade onde Aléxia vive e que ocupa lugar importante na construção de sua trajetória.

No vídeo, a artista reforça a relação entre identidade, origem e afirmação pessoal, em uma narrativa marcada pela busca por autenticidade em meio ao caos.

Assista ao clipe de Seja Você: youtu.be/8UjMszZGsPE?si=UXWT6tdlP3KG1Cny

Embora funcione como uma faixa de afirmação, Seja Você nasce também de uma dor. Para Aléxia, a música não trata apenas da liberdade de ser quem se é, mas da violência simbólica de tentar pertencer a espaços que não reconhecem determinadas existências.

O álbum todo traz situações como essas, que são comuns, e que, mesmo sendo momentos difíceis, nos fazem crescer de alguma forma”, diz.
Repertório humano e versátil

Entre as 14 faixas, Fevereiro ocupa um lugar especialmente sensível. A música aborda o luto, tema que Aléxia aponta como o mais difícil de transformar em composição. Em vez de tratar a perda como superação simples, a faixa assume a permanência da dor e a tentativa de convertê-la em linguagem.

“Acredito que o luto foi o tema mais difícil. A gente sabe que a dor nunca vai embora, a gente só transforma ela em outra coisa. Foi difícil passar esse sentimento para a música ‘Fevereiro’, que é a faixa que tem essa temática, mas escrever ela me trouxe um pouco de alívio de alguma forma”, afirma.

A exposição emocional também aparece em Letra e Música, faixa que, ao lado de Fevereiro, coloca a artista diante de temas que ela define como especialmente vulneráveis.

“Sempre tive dificuldade de expor meus sentimentos e fragilidades, sempre odiei me sentir vulnerável. Essas faixas falam, respectivamente, de luto e de amor, temas que me expõem completamente. Mas eu sou essa pessoa. Eu sinto as coisas demais, é minha força e minha fraqueza”, diz Aléxia.

Essa tensão entre peso e melodia atravessa faixas como Monstro, Game Over, Cereja, I Don’t Wanna Die (com participação de Mi Vieira, do Glória), Ansiedade, Saturno, Letra e Música e Seja Você.

O álbum também conta com participação de Mi Vieira, vocalista da banda Glória, em I Don’t Wanna Die, ampliando a conexão de Aléxia com uma cena brasileira ligada ao rock pesado, ao hardcore melódico e ao metal alternativo.
Produção 'porrada'

Garra também marca um avanço de composição, arranjo, timbre, produção e interpretação.

O disco foi produzido musicalmente por Gustavo, com gravação, mixagem e masterização de Alê Gaiotto, em trabalho realizado na Gargolândia.

Para Aléxia, o resultado aproxima o álbum da energia dos shows e registra uma banda em fase de maior sintonia.

“Ele vem muito coeso e maduro. Identidade sonora, letras e visualmente, ele me representa demais. Sinto que também pude entregar o meu melhor vocalmente. Além, é claro, da minha banda. Nossa sintonia está cada dia mais afiada e a energia das gravações soa como ouvir a gente ao vivo. É uma porrada”, afirma.
O heavy pop

O conceito de heavy pop, usado por Aléxia para definir sua música, ganha no álbum sua formulação mais completa. O peso está nos instrumentos, nos timbres, na estrutura de rock e metal e nas letras que enfrentam temas emocionalmente densos. O pop aparece na voz, na interpretação e nos refrões melódicos, sem suavizar a intensidade do trabalho.

“O heavy com certeza é o instrumental, e o pop vem com a minha voz e interpretação. O instrumental é muito pesado, com muitos elementos do metal e do rock, além das temáticas das letras. Mas a minha forma de cantar e os refrões chicletes melódicos trazem esse apelo que a música pop tem. Só de ler pop as pessoas já acham que é algo leve, mas é totalmente o oposto”, explica.
Trajetória de garra

A trajetória no interior paulista é outro ponto central de Garra. Para Aléxia, nascer, crescer e seguir vivendo no interior tornou a busca pela música mais difícil, mas também mais formadora.

“Ser uma pessoa que nasceu, cresceu e ainda vive no interior me fez ter muito mais garra para lutar pelo meu sonho. Sempre morando a quilômetros de distância de tudo, sem tanto acesso às coisas, eu precisei acreditar muito, persistir e me mudar muitas vezes para ir alcançando aos poucos cada objetivo. Existem muitos interiores no nosso país e acho que isso nos conecta. Milhões de pessoas vivendo para sobreviver”, afirma.

Com quatro anos de trajetória e mais de 400 shows realizados, Aléxia chega a esse lançamento com um percurso já consolidado nos palcos.

A artista venceu a seletiva Sudeste do Porão do Rock 2025, o 23º Festival de Rock de Indaiatuba e abriu a turnê brasileira do The Calling. Também já dividiu eventos com nomes como CPM 22, Stone Temple Pilots, Nando Reis e Detonautas.


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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FBC apresenta "TAMBORES, CAFEZAIS, FUZIS, GUARANÁS E OUTRAS BRASILIDADES" no dia do trabalhador





O novo projeto musical que chega incorporando uma sonoridade de rock e passagens de hardcore estará disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm.


O título entrega o método. Tambor, cafezal, fuzil e guaraná não são metáforas paralelas. São quatro eixos de leitura do país: a mobilização coletiva e a herança ancestral; a produção que se ergueu sobre exploração; a violência estrutural que nunca sai de cena; e o consumo popular fabricado pela indústria cultural. O resto, as “outras brasilidades”, cabe nas franjas. É a partir desse conceito que FBC apresenta o disco “TAMBORES, CAFEZAIS, FUZIS, GUARANÁS E OUTRAS BRASILIDADES”, o projeto musical que conta com as participações de Djonga e MC Taya. Disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm, o disco chega no dia 1º de maio, Dia do Trabalhador, data dedicada à valorização da classe operária e à luta histórica por melhores condições de trabalho.


Composto por 13 faixas que tratam o Brasil como conflito, e não como cenário, o projeto inclui três regravações de canções de João Bosco — “GÊNESIS”; “O RONCO DA CUÍCA” e “TIRO DE MISERICÓRDIA” — integradas ao repertório. É a primeira vez que o artista revisita obras de outros compositores.


A obra está organizada em três atos e acompanha um personagem do nascimento à morte. Esse arco funciona como mímesis da experiência coletiva brasileira: uma vida individual atravessada pelas mesmas forças que moldam o país — ancestralidade, trabalho, repressão e consumo.


A sonoridade expande a linguagem do FBC ao incorporar rock e passagens de hardcore, mas o rap segue como eixo narrativo. Não é pivô estético, é amplificador de discurso. Momentos de balanço hipnótico se alternam com explosões de energia bruta, sem concessão à fórmula.


FBC tem trajetória marcada pela ideia de que o rap é ferramenta política antes de ser entretenimento. Este álbum opera dentro dessa lógica. Não dilui discurso para ampliar alcance. Aprofunda identidade e gera fricção. Em uma cena que aposta na universalização para crescer, o caminho aqui é o oposto.



O resultado é um disco que recusa anestesia. As faixas confrontam o ouvinte com o que insiste em permanecer.



Ficha Técnica:



Capa: Kawany Tamoyos

Direção musical: BAKA e FBC

Produção musical: BAKA (MGZD)

Pré-produção: BAKA, Daniel Souza, Pepito

Mixagem: Marcelinho Guerra

Masterização: Fernando Delgado

Engenharia de gravação: Marcelinho Guerra, Pepito, BAKA

Voz: FBC

Participações: Djonga, MC Taya

Backing vocals e coros: FBC, BAKA

Guitarras (base, solo, barítona, violão): BAKA, Daniel Souza

Baixo: BAKA, Nathan Morais, Daniel Souza, Davi Horta

Bateria: Glauco Mendes, Matheus Ramos

Percussão: Lenis Rino, Bino

Scratch: DJ Cost

Efeitos: BAKA, DJ Cost, Lenis Rino

Agradecimentos especiais: Gustavo Portes, Solsete Musical, Pepito, Xeque Mate Studios, Lírios, Renan, Alex, Gael



“TAMBORES, CAFEZAIS, FUZIS, GUARANÁS E OUTRAS BRASILIDADES” já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm.

Sobre ONErpm: ONErpm é o grupo musical e gravadora liderando a nova geração da música – operando globalmente em 43 localizações e mais de 600 funcionários. O grupo oferece serviços de gravadora a artistas que procuram elevar suas carreiras e opera uma das maiores distribuidoras musicais do mundo inteiro, além de contar com uma das maiores networks multi-canais no YouTube.



Contando com um leque completo de serviços, que inclui apoio de marketing, ferramentas para a supply chain, SAAS, inteligência de empreendedorismo, publicação, contabilidade e soluções globais de pagamento, a empresa oferece a infraestrutura necessária para o sucesso de criadores e donos de conteúdo. Prezando por ser uma parceira confiável, a ONErpm oferece transparência em tudo que faz, desde a criação de uma campanha de marketing aos pagamentos.



Para mais informações, visite www.onerpm.com




Fonte:Onerpm

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Atrocitus consolida ascensão do single “Veneno” com show ao lado da lenda sueca In Flames





Grupo de Curitiba também participou das Seletivas Porão do Rock, sendo selecionada após criteriosa análise do corpo de jurados de um dos maiores festivais de música do Brasil

No domingo (26), a banda paranaense de thrash metal Atrocitus confirmou uma grande fase em sua carreira ao se apresentar na Ópera de Arame ao lado dos suecos do In Flames, um dos nomes mais cultuados do metal progressivo mundial, que havia se apresentado no festival Bangers Open Air um dia antes do show em Curitiba.

A apresentação marcou um dos capítulos mais importantes da trajetória da banda até o momento. Com um show carregado da técnica e da agressividade que já são característicos da Atrocitus, o trio foi aclamado pelo público da Ópera de Arame.

No mesmo dia, durante a tarde, a banda também se apresentou no Tork n’ Roll como parte das seletivas curitibanas do festival Porão do Rock, um dos maiores do gênero no Brasil. A banda representou o thrash metal em uma disputa que uniu diversas vertentes do rock e saiu como uma das mais elogiadas pelos jurados e pelo público.

Todo esse movimento nos palcos é impulsionado pelo excelente retorno de "Veneno", o single mais recente, que foi aclamado por público e crítica especializada por sua sonoridade implacável e pela lírica que confronta temas contemporâneos com agressividade.

Com uma agenda de shows cada vez mais robusta e uma base de fãs sólida, a Atrocitus segue pavimentando seu caminho como um nome em plena ascensão no metal brasileiro.

O trio foi formado em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba, e se propõe a fazer um som agressivo com temáticas reflexivas sobre o mundo em que vivemos. Abordando temas como política e perturbações mentais sempre com um viés crítico ao sistema, busca referências que vão do thrash metal à MPB, passando pelo rock progressivo. A Atrocitus dividiu palco com gigantes do estilo, como In Flames (SUE), Angelus Apatrida (ESP), Krisiun e Crypta, entre outros.

Redes Sociais: https://www.instagram.com/atrocitus_cwb

Streaming: Ouça "Veneno" em todas as plataformas digitais: https://open.spotify.com/intl-pt/album/3uaPNrqUtQzXXQcUzGtPx3

Fotos ao vivo: @fluxfotografia / @osubsolo


Fotos promo: Bruna Carolina Beguh (fundo branco) e Yasmin Carvalho (externa)


Fonte:Acesso Music   

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Six Feet Under anuncia inédita turnê brasileira com quatro shows





Clássica banda norte-americana de death metal foi formada nos anos 90 por Chris Barnes, vocalista original do Cannibal Corpse.



As produtoras Venus Concerts e Caveira Velha apresentam no Brasil, entre outubro e novembro de 2026, a inédita turnê da clássica banda norte-americana Six Feet Under, nome ligado diretamente à história do death metal surgido na Flórida nos anos 1990 e formada por Chris Barnes, o vocalista original do Cannibal Corpse.

Ingressos à venda em 101tickets.com.br.

A turnê passará por quatro capitais: Belo Horizonte (MG), no dia 30 de outubro, no Mister Rock; Recife (PE), no dia 31 de outubro, no Lounge Music; São Paulo (SP), no dia 1º de novembro, no Hangar 110; e Curitiba (PR), no dia 2 de novembro, no Tork N’ Roll.

A passagem pelo país, como parte de uma extensa turnê pela América Latina, acontece em uma fase de retomada criativa e atividade internacional do Six Feet Under, que acaba de lançar o álbum Next to Die, pela Metal Blade Records.

O disco sucede Killing for Revenge, de 2024, e consolida a nova etapa da parceria entre o vocalista Chris Barnes e o guitarrista Jack Owen (também ex-Cannibal Corpse), dois músicos que participaram de capítulos centrais da formação do death metal norte-americano.

Formado em Tampa, na Flórida, em 1993, o Six Feet Under nasceu como projeto paralelo de Barnes durante seus últimos anos no Cannibal Corpse.

A proposta ganhou outro peso em 1995, quando o vocalista fez da banda sua principal frente de trabalho e lançou Haunted, estreia que apresentou uma leitura mais cadenciada, direta e pesada do death metal, distante da velocidade pura como único caminho e mais próxima de uma construção baseada em groove, riffs densos e impacto físico.

A origem da banda explica parte de sua importância. A primeira formação reunia Chris Barnes, então vindo do Cannibal Corpse, Allen West, guitarrista ligado ao Obituary, Terry Butler, músico com passagem por Death e Massacre, e Greg Gall na bateria.

Essa combinação colocou o Six Feet Under dentro de uma linhagem muito específica do metal extremo: a da Flórida como território decisivo para a consolidação do death metal, com bandas que transformaram brutalidade, técnica, peso e imaginário sombrio em linguagem reconhecida mundialmente.

Ao longo de mais de três décadas, o Six Feet Under construiu uma discografia extensa e de identidade própria. Haunted, Warpath e Maximum Violence formam a base clássica de um repertório marcado por guitarras graves, andamentos pesados e o vocal gutural de Barnes como assinatura.

Nos anos seguintes, discos como True Carnage, Bringer of Blood, 13, Commandment e Death Rituals mantiveram a banda em circulação constante, enquanto trabalhos posteriores como Undead, Unborn, Crypt of the Devil, Torment, Nightmares of the Decomposed, Killing for Revenge e Next to Die ampliaram uma trajetória que atravessa diferentes fases do death metal contemporâneo.

A discografia também inclui a série Graveyard Classics, na qual o Six Feet Under reinterpretou músicas de bandas fundamentais do rock e do heavy metal sob a ótica do death metal.

A formação atual reúne Chris Barnes nos vocais, Jack Owen e Ray Suhy nas guitarras, Jeff Hughell no baixo e Marco Pitruzzella na bateria.

No palco, o Six Feet Under costuma trabalhar a força de sua discografia de maneira frontal, com músicas que privilegiam peso, repetição hipnótica, riffs de impacto e a presença vocal de Barnes.
Chaos Synopsis: banda convidada

A convidada especial da turnê será a banda paulista Chaos Synopsis, de São José dos Campos e na ativa desde 2005, que representou o death/thrash metal brasileiro na edição deste ano do Bangers Open Air.

Com duas décadas de atividade, a banda construiu uma trajetória no circuito independente a partir de uma sonoridade que combina velocidade, peso, riffs de matriz thrash e vocal extremo, mantendo ligação direta com a tradição mais agressiva do metal nacional.

Com discos como Kvlt Ov Dementia, Art of Killing, Seasons of Red e Gods of Chaos, o Chaos Synopsis se consolidou como uma banda de presença constante na cena extrema brasileira.



SERVIÇO


Belo Horizonte

Data: 30 de outubro de 2026, sexta-feira

Local: Mister Rock

Endereço: Avenida Tereza Cristina, 295, Prado, Belo Horizonte/MG

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Six-Feet-Under-em-Belo-Horizonte-30-out
Recife

Data: 31 de outubro de 2026, sábado

Local: Lounge Music

Endereço: Avenida Bernardo Vieira de Melo, 1300, Piedade, Jaboatão dos Guararapes/PE

Ingresso:
São Paulo

Data: 1º de novembro de 2026, domingo

Local: Hangar 110

Endereço: Rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro, São Paulo/SP

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Six-Feet-Under-em-Sao-Paulo-01-nov
Curitiba

Data: 2 de novembro de 2026, segunda-feira

Local: Tork N’ Roll

Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR

Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Six-Feet-Under-em-Curitiba-02-nov



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia



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Primal Sinner lança video de “SCLAVUS” com coral, orquestra e cinema





A banda colombiana Primal Sinner apresenta seu mais recente lançamento buscando ilustrar o processo de produção de um projeto com apelo grandioso e cinematográfico. Nesta sexta-feira, 24 de abril, estreia no YouTube o vídeo “SCLAVUS I — Recording Sessions” mostrando o processo de produção que deu vida à faixa e ao novo álbum ‘DRAMA’, que será lançado no próximo semestre.

Com participação de coro, orquestra, banda completa e até atuação, o lançamento traduz a proposta de levar o espírito do cinema para dentro do rock, destacando cada detalhe da construção sonora e visual. “SCLAVUS I — Recording Sessions” promete apresentar uma experiência imersiva que vai além da música.

“SCLAVUS” é o segundo single de seu próximo álbum, mixado pelo renomado produtor de metal Jens Bogren (Sepultura, Opeth, Angra), e masterizado por Bob Katz (vencedor de vários prêmios Grammy). O projeto marca a continuidade da trajetória iniciada com “Oedipus” e representa o passo mais ousado da banda na construção de seu próprio universo sônico e conceitual, batizado pelos próprios artistas como Dramatic Metal Rock.

A faixa é uma obra conceitual construída como um poema sinfônico em 2 movimentos, duas faixas que exploram o conceito de escravidão e liberdade como experiências inseparáveis da condição humana. Apresenta instrumentação única, mesclando sons acústicos, elétricos e eletrônicos, juntamente com arranjos sinfônicos e corais executados e gravados pela Budapest Scoring na Hungria. A inclusão do renomado dublador Brian Stivale (Marvel, DC, Angel Studios) é outra peça do puzzle para um projeto que busca drama e qualidade cinematográfica.

Em vez de contar uma história linear, SCLAVUS leva o ouvinte a um mundo kafkiano e circular, onde a escravidão se expande a uma escala cósmica e universal.

Aqui, a humanidade aparece historicamente subjugada por anéis de opressão que se replicam infinitamente, desdobrando-se como uma geometria fractal sem escapatória.







Inspirando-se na linguagem cinematográfica, na orquestração clássica e na música extrema, DRÂMA dissolve as fronteiras entre canção, partitura e narrativa

“Em vez de recorrer à orquestração digital —a escolha mais comum e prática— decidimos que os momentos orquestrais-chave em SCLAVUS precisavam ser executados por músicos reais. Essa decisão nos levou através do Atlântico até a Budapest Scoring Orchestra, onde nossa música foi gravada por uma orquestra completa em uma sessão assistida remotamente. Ouvir nossas composições ganharem vida através de músicos clássicos em uma das capitais históricas da música na Europa foi uma experiência única —e um sonho antigo finalmente realizado.”

O guitarrista e compositor também cita experiências em relação a complexidade do projeto:

“O coro em SCLAVUS foi originalmente concebido como um conjunto de 32 vozes. Quando o tempo e a logística tornaram isso impossível, recorremos a uma técnica clássica de estúdio chamada overdubbing. Um octeto misto gravou as mesmas partes corais quatro vezes, criando a ilusão sonora de um coro completo de 32 vozes —prova de que, às vezes, a criatividade em estúdio transforma limitações em força”, comenta Fabian Tejada.

Além do contexto lírico, o grupo também assina referências cinematográficas, sobre as quais a banda comenta:

“As influências por trás de SCLAVUS estão claramente divididas em seus dois movimentos. Para a primeira parte, fomos profundamente inspirados pela visão dramática e narrativa encontrada na obra de Hans Zimmer, particularmente através da linguagem cinematográfica presente nos filmes de Christopher Nolan. Esta abordagem nos ajudou a enquadrar a peça de uma forma mais narrativa e atmosférica, misturando storytelling cinematográfico com elementos de doom metal para transmitir peso, tensão e força sombria."

Fabian completa: “Cenas da temporada final de Game of Thrones, juntamente com filmes e séries como Gladiador, Spartacus e O Senhor dos Anéis, ajudaram a moldar o tom dramático, a escala e o caráter audiovisual da obra —para citar apenas alguns fundamental para o segundo movimento do díptico.”

OUÇA “SCLAVUS” AQUI!

ASSISTA O VIDEO “SCLAVUS” AQUI!


SCLAVUS I – The Rings That Never End | Orchestral Metal Recording Session





Primal Sinner é uma banda colombiana de metal fundada pelos irmãos Fabian e Jhon Tejada, que, a partir dos princípios e técnicas criativas da música clássica, se esforçam para encontrar uma forma artístico-dramática de fazer música pesada que a indústria do entretenimento possa elevar à categoria de arte.

O nome "Primal Sinner" é um símbolo do ser humano em seu estado primordial: aquele que, ao se separar da Unidade Original, passa a existir em um estado irreversível de divisão, conflito e incompletude. Incapaz de compreender totalmente como viver ou morrer, ele busca reconciliar sua dissonância existencial tentando reintegrar-se ao Absoluto – algo apenas momentaneamente alcançado em experiências de unidade, como a arte.

Com uma forte base humanista e conceitual, o grupo estreou em 2019 com o álbum 'Dying Like the Sun in the West'. Esta produção buscou padrões internacionais e contou com a colaboração do produtor sueco Jens Bogren e do engenheiro de masterização americano Bob Katz.

Desde a sua formação, a banda acumulou uma experiência significativa, realizando duas tours na Colômbia (2022 e 2024) e dividindo o palco com ícones da cena local (como Kraken, Nepenthes, Gaias Pendulum e Masacre), bem como artistas internacionais de peso, como Stratovarius, Therion e Fabio Lione.

Após o lançamento de um EP audiovisual acústico, o Primal Sinner inicia 2026 com o lançamento de seu novo álbum, 'DRÂMA'. A nova obra está construída sobre uma tríade estética de força, beleza e poética, apresentando um desenvolvimento temático inspirado na música clássica no cinema e teatro.

'DRÂMA' visa proporcionar ao ouvinte uma experiência cinematográfica profunda e acessível, abordando narrativas densas sem perder o impacto emocional. Para promover o álbum, a banda organizou uma experiência ao vivo inovadora e inédita na cena metal colombiana: uma listening party na Cúpula do Planetário YAWA, na cidade de Cali, em 21 de fevereiro, onde música, espaço e visuais imersivos convergiram. Esta apresentação marcou o início de um lançamento digital progressivo, com as faixas do álbum sendo reveladas mensalmente.









Genero: Metal/Rock (Dramatic Metal / Progressive Rock)

Produção: Fabián & Jhon Tejada

Mixagem: Jens Bogren

Masterização: Bob Katz


Formação:

Fabián Tejada:Guitarra
Jhon Tejada:Guitarra
Diovanny López:Vocal
Freddie Zambrano:Baixo
Freddy Olave: Bateria


Artistas Convidados:
 
Budapest Scoring – Orchestra & Choir
 
Brian Stivale – Voice Over


Arte da capa:

Alejandro Cardona – ‘The Rings That Never End’
 
Adria Alvarado – “Shade of Freedom”


Links Relacionados: 

PRIMAL SINNER online: Website: https://primalsinner.com/


Fonte:Reverbera Music Press


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Bangers Open Air confirma edição de 2027 e anuncia datas oficiais





São Paulo/SP, 28 de abril de 2026 — Sucesso absoluto, o Bangers Open Air 2026 reuniu mais de 40 grandes nomes do metal e hard rock, entre atrações nacionais e internacionais, e levou milhares de headbangers ao Memorial da América Latina ao longo de dois dias históricos.

Agora, é hora de anunciar o próximo capítulo: a edição de 2027 está oficialmente confirmada e já tem data marcada. O festival acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2027, prometendo elevar ainda mais o padrão da música pesada no país.

Os fãs poderão garantir seus ingressos antecipadamente por meio da modalidade Blind Ticket, com condições especiais, a partir de 30 de abril, às 10h, pelo site oficial da ticketeira Clube do Ingresso.

O Bangers Open Air é um dos principais festivais de rock e metal do Brasil. Com estrutura de alto nível e curadoria focada na música pesada, o evento se consolidou como uma das experiências mais relevantes do gênero na América Latina.

Além do seu impacto cultural e turístico, o festival integra o calendário oficial de eventos da cidade de São Paulo, reforçando sua importância para a cena musical e para a economia criativa da cidade.

Novas informações, incluindo line-up e novidades da próxima edição, serão divulgadas ao longo do ano nos canais oficiais do festival.

Serviço

Local: Memorial da América Latina
Datas: 24 e 25 de abril de 2027
Início das vendas (Blind Ticket): 30 de abril, às 10h
Venda oficial: www.clubedoingresso.com



Fonte: Bangers Open Air


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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Dimanite Club, após 9 anos, volta com disco sobre desgaste, luto e o custo de seguir em frente





Terceiro trabalho da banda, lançado via Crocante Records, marca a estreia da formação em trio em estúdio e transforma luto, exaustão, ansiedade e mudanças dos últimos anos em 10 faixas atravessadas por peso, catarse e permanência.


Depois de nove anos sem lançar um álbum cheio, o Dinamite Club retorna com Cortisol, terceiro disco da carreira e primeiro da atual formação em trio, com Bruno Peras no vocal e baixo, Márcio Rodrigues na guitarra e vocal, e Jaime Xavier na bateria. O trabalho, lançado pela recém-criado selo Crocante Records, reúne 10 músicas escritas ao longo de um período atravessado por luto, burnout, ansiedade, internação, pandemia, mudanças de formação e isolamento.

Ouça nas plataformas aqui: ps.algohits.com/cortisol

Formado em 2010, o Dinamite Club cresceu no circuito independente brasileiro com uma identidade moldada entre o punk, o pop punk e o emo, apoiada em refrãos fortes e letras sobre afetos cotidianos. A trajetória começou com “Tiro & Queda”, de 2013, passou pelo EP “Do Começo Não Dá Para Enxergar O Fim”, de 2016, e ganhou novo alcance com “Nós Somos Tudo o Que Temos”, lançado em 2017 pela Hearts Bleeds Blue. Nesse percurso, a banda também abriu turnês brasileiras de nomes como The Story So Far, Neck Deep e The Wonder Years.

Cortisol parte justamente do que aconteceu depois. Entre o segundo e o terceiro álbum, a banda perdeu Leon, integrante fundador falecido em 2018, passou por duas mudanças de formação e atravessou o impacto subjetivo e prático da pandemia. O novo disco é resultado direto desse acúmulo. Em vez de repetir a lógica mais ensolarada que ajudou a consolidar o nome do Dinamite Club, o trio entrega seu trabalho mais denso e pesado até aqui, tanto no som quanto nas letras.

Para Márcio Rodrigues, manter uma banda por tanto tempo já virou, em si, uma experiência de resistência. “É cada vez mais desafiador conciliar o tempo e a energia necessária pra manter uma banda com a vida adulta que acelera e massacra a gente.”

Rodrigues também diz que esse contexto mudou o peso de tudo que ainda acontece em torno do Dinamite Club. “Cada ensaio, cada show, seja uma celebração, um momento muito rápido, muito passageiro, de uma lógica de mais longo prazo, de muita resiliência que envolve manter uma banda.”

Essa percepção organiza boa parte do álbum. Segundo Márcio, o disco funciona como uma descarga de emoção represada e como um realinhamento do próprio lugar da banda. “É um disco com muita concentração de sentimento e energia.”

Ele ainda resume a mudança estética sem rodeios: “É o disco mais pesado da nossa história e, do ponto de vista da letra, também é mais confessional.” Para o guitarrista, insistir no antigo filtro otimista depois de tudo o que aconteceu teria soado falso. “A gente nunca ia conseguir negligenciar tudo que a gente passou nesse período pra só continuar falando sobre coisa boa. Seria um pouco desonesto da nossa parte.”

A mudança de formação pesa diretamente nesse resultado. Cortisol é o primeiro álbum cheio concebido já com a banda funcionando como trio, o que obrigou o Dinamite Club a rever sua lógica de composição, o papel da guitarra única, o espaço do baixo e o encaixe das vozes ao vivo. Não se trata só de um disco feito depois de muito tempo, mas de um disco feito a partir de uma reorganização interna profunda.

Na visão de Bruno Peras, esse processo foi também uma espécie de catarse. “Esse disco realmente foi uma catarse nossa, ele é fruto justamente desse sentimento contra tudo e contra todos.” Ele resume o nascimento do álbum como uma vitória contra o acúmulo de interrupções e dificuldades. “Tudo na nossa história sempre tinha um porém, alguma situação, alguma dificuldade, e pra gente ver esse disco nascer é um momento muito importante.”

Essa lógica também ajuda a explicar uma decisão estratégica da banda. Em vez de fragmentar o lançamento em vários singles prévios, o Dinamite Club preferiu apresentar o álbum como obra inteira.

A intenção, segundo Peras, é experimentar outros caminhos de circulação para uma banda independente, deixando para trabalhar faixas específicas no pós-lançamento, a partir da resposta do público e da experiência dos shows.

Dentro dessa estratégia, “Invisível” foi escolhida como primeira música de trabalho no cadastro do disco por funcionar como ponte entre passado e presente. Segundo o material da banda, a faixa dialoga com a linguagem que o Dinamite Club já vinha construindo, mas também aponta para a nova fase. A partir dali, a ideia é observar quais músicas ganham mais força na escuta do público e no palco, e organizar a divulgação do álbum em camadas.

A arte de “Cortisol” reforça esse mesmo discurso. Assinada por Jaime Xavier, baterista da banda, a capa traz uma cabeça formada por comprimidos, imagem ligada ao esforço de sobreviver psiquicamente a um período marcado por perdas, pandemia, tratamento terapêutico e medicação. “Não dá pra ser positivo sempre, mas vamos tentar fazer o melhor com o que a gente tem”, resume Jaime no material de apoio. Em um momento em que capas geradas por inteligência artificial se multiplicam, ele também destaca que a arte foi desenhada à mão e depois digitalizada.

Na produção, o álbum contou com Ali Zaher Jr. (baixista do CPM 22), responsável também pela gravação, mixagem e masterização no Sunrise Studios. O disco ainda traz a participação de Renan Sales, da Metade de Mim, em “Hoje, Só Amanhã”.

Ao voltar com Cortisol, o Dinamite Club fala, sim, de superação e, indiretamente, tem aura de nostalgia. O disco, no entanto, é mais interessante porque não disfarça desgaste, perda e desalinhamento. Ele parte da experiência concreta de seguir em frente quando a vida adulta, a saúde mental e o tempo já mudaram o lugar de tudo.



Dinamite Club: biografia

Formado em 2010, o trio composto por Bruno Peras (voz/baixo), Márcio Rodrigues (guitarra/voz) e Jaime Xavier (bateria) dá vida ao Dinamite Clube que, habitualmente, faz uso de uma frase já conhecida pra se definir: "muito pop pro punk, muito punk pro pop".

Conhecido pela versatilidade das músicas e letras inspiradas nos menores e mais profundos sentimentos da vida cotidiana, em 2013 o grupo lançou seu primeiro disco chamado "Tiro & Queda" que o colocou no cenário da música independente nacional e, somado ao EP e vinil 7" intitulado "Do Começo Não Dá Para Enxergar O Fim", lançado em 2016, o Dinamite Club visitou lugares novos do Brasil após ser convidado para abrir turnês brasileiras de bandas referentes do pop-punk mundial como The Story So Far, Neck Deep e The Wonder Years.

Em 2017, via Hearts Bleeds Blue, a banda lançou seu segundo disco chamado "Nós Somos Tudo o Que Temos" que permitiu com quem atingissem um novo patamar entre as bandas do gênero, fazendo shows com as maiores bandas do cenário independente e tocando em algumas das principais casas de show e festivais do Brasil.

Depois da coletânea lançada em 2020 que reunia músicas dos primeiros EPs, em 2026 o Dinamite Club vive um novo marco por meio do lançamento do disco "Cortisol" via Crocante Records.

Este lançamento, o primeiro da formação em trio, marca a exploração de um lado mais confessional das letras e uma proposta musical que varia entre um lugar mais pesado do ponto de vista instrumental mas também mais denso, cadenciado, sem deixar de abrir mão da energia que fez a banda ser conhecida.

Ao longo dos 16 anos de existência, o Dinamite Club viveu muitas turbulências envolvendo integrantes, perdas e um sentimento de que para continuar vivo é preciso fazer um esforço diário para encontrar o lado bom das coisas e sabedoria para lidar com os ruins.

É com esta mensagem que, após o lançamento do disco "Cortisol", que o grupo quer visitar os lugares que não vai há anos e conhecer novos pelo Brasil.


Ficha técnica

Dinamite Club é

Bruno Peras - Vocal & Baixo

Márcio Rodrigues - Guitarra & Vocal

Jaime Xavier - Bateria

Musicas por Dinamite Club.

Letras por Bruno Peras e Márcio Rodrigues

Participação especial: Renan Sales (Metade de Mim) em "Hoje, Só Amanhã"

Coro: Márcio Rodrigues, Jaime Xavier, Rachel Lage, Giovanna Andreoli, Ricardo Chavasco e Giulia Napolitano

Produzido por Ali Zaher Jr.

Gravado, mixado e masterizado por Ali Zaher Jr. nos Sunrise Studios

Arte: Jaime Xavier

Fotos: Bruno Massao

Selo: @crocanterecords

Ouça também no Bandcamp: dinamiteclub.bandcamp.com/album/cortisol


Links Relacionados:


instagram.com/dinamiteclub

taplink.cc/dinamiteclub

algohits.com/loja/artista/dinamite-club



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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