quarta-feira, 26 de julho de 2023

Trio americano Female President lança “Waves As Sharp As Knives”, segundo single do EP “The Healing Ritual”





Female President está escrevendo e gravando seu segundo EP, previsto para o final do verão de 2023, ‘The Healing Ritual’. "Eu ouvi a história por trás da primeira linha de baixo e letra de Johnny Moss para a banda. A música "Waves As Sharp As Knives" nasceu na mesa da cozinha com a intenção sincera de transmitir tristeza e esperança. Foi criada no final de uma passagem de dezessete anos com a banda antes de Presidente Feminina" - Dréa.

Dréa e Jasper posteriormente refinaram e arranjaram a música e as letras. Dréa identificou um significado mais profundo de promessas quebradas e mudanças climáticas nas palavras. O que diferencia "Waves" é que apresenta apenas os três instrumentos principais e as vozes de Dréa e Johnny. A música é uma mensagem de esperança inabalável em meio a um mundo cada vez mais sombrio. É evidente que desta vez, eles estão fazendo tudo por amor.

WAVES AS SHARP AS KNIVES é o segundo single lançado de “The Healing Ritual” e define o tom para um som muito mais alto, agressivo e energizante do que em “Our Year To Grieve”. A cura é um processo difícil e caótico, muitas vezes é preciso dor e desconforto para criar motivação para mudar. Muitas vezes, quando você trabalha para tornar sua vida ou circunstâncias melhores, você se vê cercado por estranhos e fora de sua zona de conforto. The Healing Ritual explora a montanha-russa da dor à paz.

“Waves As Sharp As Knives”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/1ZmZlOGta9JgewspTUmAc3

SOBRE FEMALE PRESIDENT

Um trio familiar americano inspirado nas primeiras raízes do rock n roll; riffs simplistas que balançam e dinâmicas que atingem um pico febril. Começando durante a pandemia como uma forma de lidar com turnês canceladas e locais fechados, a Female President escreve canções com uma coragem honesta e uma vibração emocional que você pode curtir e curtir. Combinando seus estilos únicos de tocar e amor genuíno pela música, Female President é uma banda de rock moderna e energizada com um som próprio.

Fonte:Collapse Agency


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All Is Allowed, banda que abriu os shows dos americanos do Red Fang, aposta na junção do moderno e o clássico em álbum de estreia!



Os Modern Rockers paulistas do All Is Allowed, banda que abriu a bem-sucedida turnê brasileira dos americanos do Red Fang em maio, lançou recentemente em CD físico seu primeiro álbum intitulado "#341".

Esse álbum consiste na junção de seus dois EPs oficiais previamente lançados - "Into The Storm" (2021) e "Just Keep Walking" (2022) - e mais uma faixa inédita e exclusiva somente para essa versão em CD chamada "The Watcher".

"A "The Watcher" nos diz sobre o dono de tudo. Aquele que não há no universo, um oponente a sua altura, um ser silencioso que podemos vê-lo no passar do tempo. O famoso 'click silencioso do tempo', que um dia chegará para todos. E, por esta razão, devemos acordar para o 'agora'...", comentou Frank Santos.

Ouça "Into The Storm" em https://sptfy.com/allisallowed_intothestorm

Ouça "Just Keep Walking" em https://sptfy.com/allisallowed_justkeepwalking

Confira a estranheza da pancada "As Cold As Hell" (que ganhou um videoclipe), a bela melodia no meio do caos organizado em "A Ghost Of Myself", ou a fúria, com ares de Pantera e Black Label Society, na incrível "Sheets And Cigarretes" para comprovar toda a potência do grupo.

Diretamente da cidade de Campinas/SP, o All Is Allowed mostra com maestria uma sonoridade abrangente que mescla de uma forma moderna todas as influências calcadas nos anos clássicos do Rock, com personalidade própria para qualquer fã de música pesada se esbaldar.

Em "#341", além do esmero na produção, nota-se uma abordagem sonora atual que navega facilmente por várias vertentes do metal pesado, hard rock, grunge e southern rock, sempre promovendo um encontro entre o antigo e o novo. As variações rítmicas e seus arranjos intrincados foram criados de uma forma natural e orgânica para que os ótimos ganchos gerados pelas grudentas melodias de Frank Santos (ex-Henceforth) fossem seu carro chefe.

E não é só a massa sonora que o All Is Allowed se preocupa, pois suas letras são outros pontos fortes por serem envoltas num universo conectado, expressando preocupação com a evolução do ser humano.


O All Is Allowed é formato atualmente por Frank Santos (vocais, ex-Henceforth), Guto Aielo (bateria, ex-Orckout) e Felippe Benassi (guitarra), mas está em busca de um baixista paralelamente à fase de pré-produção de novo material, cuja produção ficará a cargo do músico, produtor e multi-instrumentista renomado Fabiano Negri.

Para fãs de: Black Sabbath, Soundgarden, Alice In Chains, Stone Temple Pilots, Creed, Alter Bridge, Pantera e Black Label Society











Ouca, Curta e Siga All Is Allowed em:

Spotify: https://sptfy.com/allisallowed

Email: official.all.is.allowed@gmail.com

A relação das faixas de "#341":

Rock Bottom
Before You Give Up
The Watcher
As Cold As Hell
The Present Moment
A Ghost Of Myself
Sheets And Cigarettes
Those Ones We Need To Kill Everyday





Para adquirir o CD, entre em contato com a banda por e-mail ou através de suas redes sociais.

Fonte: JZ Press


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Súper Terror : È o novo álbum do El Mató a un Policía Motorizado


Décima produção da banda argentina, atração em diversos Primavera Sound de 2023, é o sucessor do aclamado La Síntesis O'konor .

Após vencer o Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em 2022 e recentemente ser anunciado como atração de diversas edições do Primavera Sound, a banda argentina El Mató a Un Policía Motorizado lança o álbum Súper Terror, a décima produção deste quinteto que é uma das principais e mais reconhecidas formações da música alternativa da América do Sul.

Ouça aqui: https://orcd.co/super_terror.

Súper Terror é o esperado sucessor de La Síntesis O'Konor, álbum que marcou uma época para a banda e que também funciona como um gatilho para um novo caminho musical, com novas buscas por completas sonoridades renovadas que continuam a expandir o universo sonoro de El Mató.

Composto por 10 músicas, entre elas os quatro singles do disco (Tantas Cosas Buenas, Medalla de Oro, Diamante Roto e El Universo), Súper Terror foi gravado e mixado no Sonic Ranch Studios no Texas, Estados Unidos, pelo vencedor do Grammy Eduardo Bergallo.

O álbum tem um percurso heterogêneo, sem deixar de se manifestar nas suas formas e registrar um momento especial da banda: o pós-pandemia.

A partir daí, inevitavelmente, uma nova rede de significados se conecta: um futuro incerto, rupturas e recomeços, com cada cena contada a partir da poesia certeira de Santiago Motorizado.

Alimentado e completado pelas melodias épicas e cativantes que são uma marca registrada do estilo clássico da banda, Súper Terror tem ainda novos paradigmas: novas missões para completar aqueles sons que continuam a expandir o universo musical de El Mató A Un Policía Motorizado.

Cada cena é contada com a poesia certeira de Santiago Motorizado, que nos oferece novas músicas para uma nova era, para um novo futuro onde o tempo deixa de ser linear para começar a ser circular, estranho, novo e, às vezes, até perturbador.

“Este é um disco que levou muito tempo para ser trabalhado. Para começar, envolveu três viagens ao estúdio Sonic Ranch, e embora tivéssemos um norte, o álbum estava saindo durante as sessões de gravação. Súper Terror tem uma ideia sonora inédita. Musicalmente, poderíamos dizer que tem uma mistura daquela coisa luminosa que a gente ouvia na rádio da época de meninos, nos anos 80, e também do que descobrimos depois, esse outro mundo, alternativo e dark, quando adolescentes”, diz Santiago.

Enquanto isso, os argentinos, vencedores do Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em 2022 se preparam para uma turnê que os levará ainda em 2023 pela América Latina, como diversos Primavera Sound, e países como a Espanha.

El Mató a Un Policía Motorizado é formado por Santiago Barrionuevo (Santiago Motorizado) na voz e baixo, Guillermo Ruiz Diaz (Doctor Death) na bateria, Manuel Sanchez Viamonte (Pantro Putö) na guitarra, Gustavo Monsalvo (Elephant Boy) na guitarra e Agustín Spassoff (Afloyd) nos teclados.

A Tedesco Mídia é a assessoria de imprensa oficial do El Mató a Un Policía Motorizado no Brasil.
El Mató a un Policía Motorizado

A banda argentina El Mató a un Policía Motorizado nasceu na cidade de La Plata há 19 anos, capital da província de Buenos Aires. O quinteto, que tem à frente o cantor, compositor e baixista Santiago Motorizado, está em constante movimento, com excursões que extrapolam as Américas.

Artista de grandes festivais internacionais, o El Mató é recorrente na programação de eventos como Lollapalooza Argentina e Chile, o colombiano Stereo Picnic e o espanhol Primavera Sound.

Com Manuel "Pantro Puto" e Gustavo "Niño Elefante" nas guitarras, Chatrán Chatrán nos teclados e Willy "Doctora Muerte" na bateria, o El Mató – que sempre cantou na língua materna – ficou conhecido por misturar rock alternativo e experimental, pós-punk e psicodelia, e assinar composições de grande apelo emocional, como os hinos “Más o Menos Bien”, “Mujeres Bellas y Fuertes”, "Amigo Piedra", “El Tesoro” e “La Noche Eterna”.

Lançado há 10 anos, o álbum La Dinastía Scorpio (2012) rendeu duas turnês brasileiras – a mais recente, em 2016, novamente organizada pela Alavanca, visitou o Sesc Pompeia (São Paulo) e o Festival Transborda (Belo Horizonte) em noites memoráveis. Destaque na imprensa, o cultuado disco – segundo da carreira do El Mató – foi responsável por consagrar a turma de La Plata internacionalmente, a ponto de levá-la à capa de publicações como Rolling Stone Argentina e Los Inrockuptibles (França).

De 2017, o potente LP La Síntesis O'Konor garantiu a primeira indicação ao Grammy Latino. No ano passado, uma das mais populares séries dramáticas made in Argentina em cartaz no Netflix, “Okupas”, escolheu exclusivamente composições repaginadas do El Mató para a trilha-sonora (o material rendeu a coletânea Unas Vacaciones Raras, lançada pelo selo do Primavera Sound, o Primavera Labels).

A conquista do Grammy veio em 2022 para o melhor álbum de rock para a trilha sonora da série Okupas, com 'Unas vacaciones raras' (LP 2021).

Agora o grupo deu um novo passo firme com Súper Terror, gravado no estúdio Sonic Ranch, no Texas (EUA), e marca um novo caminho para os hermanos.






Track list:

01. Un Segundo Plan
02. Medalla de Oro
03. Diamante Roto
04. Tantas Cosas Buenas
05. El Universo
06. Coronado
07. Voy a Disparar al Aire
08. Moderato
09. El Número Mágico
10. Profeta de Fuego

Ficha Técnica
Gravado em: Sonic Ranch, TX, USA
Produzido por: Eduardo Bergallo e El mató a un policía motorizado
Engenheiro de gravação: Eduardo Bergallo
Mixagem por: Eduardo Bergallo
Masterizado por: Eduardo Bergallo

Ouça também aqui
https://promo.theorchard.com/FE539AX5PCnwUFfJyKRr


Links Relacionados :

Twitter: https://twitter.com/ElMato

Facebook: www.facebook.com/elmatoaunpoliciamotorizado

Instagram: www.instagram.com/elmatoaunpoliciamotorizado

YouTube: www.youtube.com/c/elmatoaunpoliciamotorizado

Site: www.elmato.com.ar


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Escombro : Lança Amém, um desabafo contra exploradores da fé



No terceiro single do EP Recomeço, quarteto hardcore paulistano cria oração contra políticos e falsos religiosos.


A Repetente Records, selo administrado e criado ano passado por Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, músicos do CPM 22, que agora conta com a direção artística de Rick Lion, coloca no streaming - com distribuição da Ditto Music Brasil - o novo single do quarteto hardcore Escombro, chamado Amém.

Ouça Amém: https://ditto.fm/amem-escombro.

Nesta nova fase, de selo novo, o Escombro mostra uma sonoridade ainda mais agressiva de seu hardcore direto. Em Amém, assim como os dois singles anteriores, Recomeço e Rasgando o Verbo, o quarteto é direto e reto em sua mensagem de cunho social, agora contra exploradores da fé alheia.

Com riffs e batidas cadenciadas e criativas, e feat de Castor nos vocais ao lado de Jota, Amém aponta com reprovação para aqueles políticos e falsos religiosos que usam e abusam da fé para o auto empoderamento e enriquecimento.

Um problema que assola a sociedade há séculos, como destaca o vocalista Jota. "A fé é um dos sentimentos mais verdadeiros do ser humano e é inaceitável que pessoas subveream isso de uma maneira tão cruel. No Brasil, em questão, isso é muito latente, não por pessoas que se autodenominam representantes de Deus em seus templos e igrejas, mas muito também na política".

Em Amém, o Escombro faz alusões ao Salmo 109, que está na Bíblia, para escancarar a forma equivocada e desumana como se exploram a fé.

Pesado, raivoso e crítico, o Escombro cria uma oração contra esta corja, formada por alguns conhecidos pastores, ex-presidente e até celebridades.

Escombro é Lucas “Jota” Ferreira (vocal), Igor Simões Fugiwara (baixo), Renato Romano (guitarra) e Felipe “Felipeles” Luchini (bateria).

Escombro e Repetente Records

Com a Repetente, a banda vai lançar um EP de quatro músicas, intitulado Recomeço.

"É um novo caminho do Escombro. Este período da pandemia nos fez repensar e construir novas ideias. O Escombro é sempre desconstrução e construção, sempre evoluindo. A vida não é imutável, travada. Desafios são parte do processo de seguir e estamos aqui para enfrentá-los e vencê-los", fala Jota sobre a atual fase da banda.

Jota também fala sobre a parceria. "Estamos felizes demais em estar ao lado do Badauí, do Phil e do Ali, do CPM 22, uma banda que faz parte da história do rock nacional. Têm todo meu respeito".


Selo Repetente Records

A Repetente Records, criada por três músicos da banda CPM22, Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, surgiu em 2022 para fortalecer o rock/punk rock em parceria com uma das maiores distribuidoras de música digital do mundo, a inglesa Ditto Music, além de assessoria de imprensa da Tedesco Mídia.

No início de 2023, o selo anunciou Rick Lion como diretor artístico.

O nome tem tudo a ver com perseverança e persistência na música. Repetente tem a ver com a rebeldia contra padrões. Na escola, muitas vezes o aluno “repetente” é aquele que não se encaixa nos moldes, mas eventualmente encontra na música uma forma de vencer na vida.

Ele repete não por incapacidade, mas por não ligar, não se interessar pelas mesmas coisas ou por estar enfrentando problemas maiores e mais urgentes fora da escola. Em vez de copiar a lousa, ele está sempre criando - fazendo desenhos, escrevendo rimas, bolando planos, fantasias impossíveis, se divertindo com uma realidade menos careta e injusta.

Fazem parte do selo as bandas Anônimos Anônimos, Fibonattis, Faca Preta, Escombro, Magüerbes, Statues on Fire e Bayside Kings.

Acompanhe o selo: www.instagram.com/repetenterecords.



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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EPICA : Anuncia turnê na América Latina



Em janeiro e fevereiro de 2024, os titãs do metal sinfônico finalmente atenderam aos apelos de seus fãs latino-americanos e anunciaram uma turnê por Honduras, Guatemala, Costa Rica e Colômbia, com uma parada em águas internacionais a bordo do cruzeiro 70.000 Tons Of Metal. Ao longo de seus 21 anos de carreira, o EPICA conquistou muitos seguidores na América Latina e fez sua última turnê no continente no final de 2022. Agora os fãs podem se preparar para testemunhar alguns dos shows finais de seu ciclo de turnê “Omega”, antes que a banda entre no estúdio novamente.

O baterista Ariën Van Weesenbeek comenta: “Estamos extremamente animados para retornar a Honduras, Guatemala, Costa Rica e Colômbia!! Já faz muito tempo desde que tocamos em seus belos países, e mal podemos esperar para fazer alguns shows incríveis do Epica!! Vejo vocês em breve!"

Os ingressos estarão disponíveis no dia 7 de julho em www.epica.nl/tour

Turnê América Latina 2024

25.01.2024 | Polideportivo San José del Carmen | Tegucigalpa, Honduras
27.01.2024 | Parque de la Industria | Guatemala City, Guatemala
29.01.- 02.02.2024 | 70.000 Tons of Metal
03.02.2024 | Pedregal | San Jose, Costa Rica
04.02.2024 | Royal Center | Bogota, Colombia

Datas Adicionais Turnê 2023

09.06.23 | Download Festival | Donnington, UK

15.06.23 | Graspop Metal Meeting | Dessel, BE

25.06.23 | Topfest | Abraham, SK

02.07.23 | Midalidare – Rock In The Valley | Mogilovo, BG

07.07.23 | Exit Festival | Novi Sad, RS

13.07.23 | Dong Open Air | Neukirchen-Vluyn, DE

15.07.23 | The Return of The Gods Festival | Milan, IT

28.07.23 | Kuopiorock | Kuopio, FI

29.07.23 | Q-Stock | Oulu, FI

03.-05.08.23 | Pol’and’Rock Fest 2023 | Czaplinek, PL

06.08.23 | Rockstadt Extreme Fest | Rasnov, RO

16.08.23 | Summer Breeze | Dinkelsbühl, DE

18.08.23 | Motocultor Festival | Carhaix, FR

20.08.23 | Rock The Lakes | Vallamand, CH

26.10.23 | Floyd | Athens, GR

28.10.23 | Kucukciftlik Park | Istanbul, TR

05.11.23 | Rock Circus | Den Bosch, NL

18.11.23 | Metal Hammer Paradise | Weißenhäuser Strand, DE

Fonte:Nuclear Blast Records 

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Amphettamine : Cria atmosferas cinemáticas através da música em novo álbum “De: Compondo”




O álbum de estréia “De: Compondo” da banda Amphettamine mistura influências do universo Grunge e Gótico, criando algo original e inovador na música alternativa. Treze faixas compõe o disco, sendo a primeira delas, uma introdução.

Todas as letras tratam-se de temas pessoais de Amandha Ribaski (fundadora da Amphettamine), seguindo uma temática obscura e cotidiana, buscando ser o mais real e sincera possível, com o instrumental seguindo as nuances. O álbum contou com algumas participações de músicos convidados e foi produzido no estúdio “Funds House” em Curitiba-PR, sendo lançando pelo selo Electric Funeral Records.

“De: Compondo”: https://onerpm.link/759943127438

Amphettamine é um projeto solo, idealizado e fundado no início de 2020 em Curitiba (PR), por Amandha Ribaski (compositora e vocalista). No aspecto lírico, trata-se de temas obscuros, reais e cotidianos, inspirados em situações pessoais. As melodias acompanham as nuances, buscando sua originalidade e contendo influências de post grunge, gothic e industrial.

O projeto também conta com a participação de Músicos convidados: Roberto Hendrigo (Remedy Tones, Marven James, ex-Semblant), Malcom Gouvêa (Independente) e Jefferson Verdani (Cülpado, Jailor, Axecuter e Sadtheory), que realizaram participações em algumas músicas, como compositores ou intérpretes.

Nesta entrevista, conversamos com Amandha Ribaski sobre suas influências musicais, planos futuros, trajetória, entre outras curiosidades. Confira!

De onde surgiu o nome "Amphettamine"? O nome Amphettamine surgiu na minha adolescência. Eu estava fazendo um estudo sobre substâncias nocivas para o ser humano e descobri que a anfetamina foi classificada como uma das mais perigosas, por estar presente em quase todas as drogas ilícitas e pelo seu alto risco de dependência. Também li sobre todos os efeitos da substância, que além do lado destrutivo, tem características semelhantes com os sintomas das também destrutivas, crises de pânico e depressão, que têm relações diretas às mensagens que abordo bastante na parte lírica das músicas. Por isso escolhi o nome "Amphettamine" (com dois "t"s, formando uma cruz em pé e outra de ponta cabeça para simbolizar o bem e o mal das coisas).

Como e quando surgiu a idéia do projeto? A idéia concreta do projeto surgiu em 2020 durante a pandemia, mas desde criança eu sonhava com o meu projeto musical. Então durante o Lockdown eu dei uma pausa nas outras bandas que eu participava e tive tempo para dar vida ao meu projeto solo que se tornou a Amphettamine. Eu sempre quis esse projeto, tanto que tinha algumas letras guardadas há cerca de 15 anos. Foi muito natural como tudo surgiu pois eu já tinha muita coisa idealizada na minha mente.

Como foi o processo de gravação e composição do full album lançado? Foi tudo muito natural! Por sorte tive uma forte conexão com o produtor do estúdio onde gravei e ele captou rápido todas as minhas idéias, me auxiliando muito nas composições. Por isso, posso dizer que a gravação e composição do Full album foram muito naturais e prazerosas. Outro fato interessante sobre as gravações é que eu canto, porém não toco bem os instrumentos, então eu cantava como eu queria as melodias instrumentais e o produtor gravava pra mim! Alguns músicos convidados também me ajudaram nessa parte, que foi bem divertida e rendeu algumas piadas internas, haha!

Quais são suas principais influências musicais?Sou uma pessoa eclética dentro do rock, gosto desde o blues ao Black Metal, mas posso dizer que com certeza as minhas maiores influências vêm do universo grunge e gótico. Alguns nomes que eu poderia citar são: Nirvana, Alice In Chains, Silverchair, Smashing Pumpkins, Placebo, Nine Inch Nails, Anathema, Katatonia, Type O' Negative e outras.

Que inspirações estão presentes neste último lançamento? As composições abordam histórias pessoais?Tentei ser o mais verdadeira possível, portanto, todas as composições são histórias pessoais, inspiradas nos meus próprios sentimentos diante aos problemas que enfrento com a depressão, síndrome do pânico e crises familiares. É de certa forma, o meu desabafo.

O último lançamento foi muito bem recebido nos de sites de música especializada nacionais e internacionais . Como você está vendo esse feedback tão positivo do material lançado? Eu estou muito feliz e empolgada para que as minhas músicas consigam chegar ainda mais longe e que toquem um número maior de pessoas que se identificam com o que eu sinto e transmito através da música! É um sonho se tornando realidade e fico em êxtase de estar sendo reconhecida por isso, pois entreguei todo o meu coração e alma nesse projeto!

Suas músicas demonstram muita intensidade e entrega. Existe alguma composição que seja mais especial para você? Todas as músicas são especiais justamente pela intensidade e entrega que depositei nelas, mas posso dizer que a canção "In Despair" é a que tem um pedacinho um pouco maior no meu coração!


Fonte:Collapse Agency

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Paura : Lança Karmic Punishment, oitavo álbum da carreira




As 13 faixas do discos mostram um Paura que buscou inspiração na própria história, aqui entrelaçada às referências do dia a dia.


O quinteto hardcore Paura acaba de lançar o novo disco Karmic Punishment, o oitavo da extensa carreira. Neste registro, a experiente banda paulistana mostra 13 faixas de um hardcore pesado, agressivo, que trazem debates sobre temas sociais e políticos sensíveis ao Brasil e ao mundo dos últimos quatro anos.

Ouça o álbum Karmic Punishment na íntegra aqui: https://sym.ffm.to/karmicpunishment.

Karmic Punishment foi gravado por Thiago Bezerra no Mastery Studio e no Canil Studios, mixado pelo mesmo no Madness Music Studios e masterizado por Will Killingsworth no Dead Air Studios.

O álbum também está disponível em CD digipack por meio de uma parceria entre o Paura com os selos Conspiracy Chain, Samsara Discos, Tu.Pank Recs, Two Beers Or Not Two Beers, 255 Recs, Fuck It All Recs, Terceiro Mundo Chaos Discos, Tumba Produções, Distro dos Infernos, Lokaos e Vale do Caos Recs.

Os riffs e batidas ainda mais raivosas de Karmic Punishment refletem o período em que a maioria das músicas foi escrita: no ápice da pandemia e o Brasil sob a nuvem negra de uma onda política excludente e mal intencionada.

Entre trocas de integrantes e momentos de isolamento devidamente respeitados, a flexibilização permitiu ao Paura voltar a pensar neste novo disco. Assim, todas as músicas pré-escritas foram readaptadas com uma nova formação e a banda voltou ao estúdio.

Ou seja, Karmic Punishment é um disco concebido durante todo o período pandêmico em meio ao caos social cotidiano, que assim como para muitos brasileiros, também foi ao Paura um momento bem pesado, com perdas, dor, medo, tristeza, indignação, protestos, enfim, uma intensidade potencializada como nunca.

Karmic Punishment é ainda um álbum que traz a gênese do Paura ao longo destes 28 anos de carreira e que tem a própria história como referência para novos lançamentos.

As 13 faixas do discos mostram um Paura que buscou inspiração na própria história entrelaçada às referências do dia a dia, nas trocas com bandas antigas e da nova geração, além de um olhar mais específico a nomes que pavimentaram o gosto pessoal dos músicos, como Celtic Frost, Discharge, Motorhead, Cro Mags, Metallica e Sepultura.

Em mais um lançamento, o Paura traz seu hardcore pesado e único como voz altiva e incessante contra o racismo, contra o preconceito e contra as polarizações que segregam.

O Paura comenta sobre o lançamento de Karmic Punishment:

"É mais um registro dentro do coletivo. Mais uma bandeira preta fincada. Mais uma força de voz dentro desse coletivo enorme formado por todo mundo que corre junto, que não desiste, que se entrega por algo maior. Vamos fazer muito barulho com o Karmic Punishment, incomodar muita gente, fazer tantas outras felizes. Mas ainda vamos gravar outros discos futuramente".

Karmic Punishment: ficha técnica
Gravado por Thiago Bezerra no Mastery Studios e Canil Studios.
Editado e mixado por Thiago Bezerra no Madness Music Studios.
Masterizado por Will Killingsworth no Dead Air Studios.
Produzido por Paura.
Arte-final por Alexandre Kool.
Fotos por Mazzei e Ramon Mantuan.
Todas as músicas e letras por Paura.
Vocais adicionais em "Last Response" por Jê Landini (Mee).
Vocais adicionais em "Retaliate", por Anderson Nego (Undostais/Unshaken).
Vocais adicionais em "Time Heals No Wounds", por Felippe Max (True Force/Joker).



Karmic Punishment, o clipe

A faixa título do disco ganhou videoclipe, que assim como sua sonoridade, é direto e ríspido. Assista aqui:





Rodado basicamente todo em preto e branco, funciona como um contraponto à arte bastante colorida e cheia de elementos do novo álbum - assinada por Alexandre Kool.

O vídeo foi filmado, dirigido e editado por Marcos Scaglione.
World to be free, o 1º single

World to be Free inaugurou os trabalhos do novo álbum do Paura com corriqueiro e autêntico hardcore do Paura, direto, pesado e reflexivo, com riffs e batidas raivosas, uma música antifascista e contra extremismos, seja na política quanto na vida em sociedade.


 Ouça aqui: 




Retaliate, o 2º single

A raiva colossal dos riffs e das batidas marcam o single Retaliate (feat de Fábio Prandini com Anderson Silva, vocalista das bandas Undostais e Unshaken). Nesta segunda música que prepara para o lançamento do oitavo disco Karmic Punishment, o hardcore furioso é mais um recado sem meias palavras da cultura antifascista.

Ouça aqui: https://sym.ffm.to/retaliate.



Links Relacionados :

www.instagram.com/paurahardcore

https://linktr.ee/paurahardcore

https://www.youtube.com/c/PAURAHardcore


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Entrevista: Projeto espanhol El Kintano y la Venerea une rock e postpunk em novo álbum "Océanos Sangrientos"



El Kintano y la Venerea, projeto liderado por Santi Polo, acaba de lançar em março de 2023 seu novo trabalho chamado "Océanos Sangrientos" gravado na costa espanhola das Astúrias, mixado, produzido e masterizado nos estúdios de Montreal pelo produtor Hans Kruger.

«Océanos Sangrientos» representa o estado de espírito de El Kintano e La Venerea no momento atual de suas carreiras, para cativar novos públicos através de seu novo som Post Punk cru e visceral. Este novo álbum é o primeiro do que será a trilogia musical da sua mensagem “UM CONCEITO CRIADO PARA TEMPOS DIFÍCEIS”.

"Océanos Sangrientos": https://open.spotify.com/intl-pt/artist/2FfJRV2Xcm2F9HpWUTgpUh

Seu som Post Punk foi criado em 2022 para que as novas músicas soassem diferentes de seu trabalho anterior "Situaciones Perversas", devido a sua mudança na produção e masterização. EL KINTANO Y LA VENEREA já fez parte de inúmeras bandas e projetos no passado, mas esta era a hora de assumir seu próprio projeto pessoal para mostrá-lo ao mundo de uma maneira diferente.

Nesta nova entrevista, falamos sobre suas inspirações musicais, curiosidades e planos futuros. Confira abaixo:

De onde você tirou a ideia para o nome do projeto? O Kintano e o Venerea não têm um significado específico, é um personagem de livro de histórias fictício surreal que inventamos com nossos amigos no ensino médio.

Por que você essa escolha de gênero musical? Venho do cenário do Rock & Roll e cresci com ele, é o tipo de música que sempre quis tocar, não me vejo tocando em outro estilo pois não caberia no meu estilo de vida.

Você já sofreu de medo do palco? Alguma dica para iniciantes sobre como vencer isso? Eu pessoalmente nunca senti medo do palco, pelo contrário quando subo no palco me sinto em casa, conheço outros músicos que sofrem com isso, meu conselho a todos que sofrem com isso é sair e tocar pensando que estão sozinhos. jogando para si.

Sua banda favorita? Guns & Roses.

Quem ou o que te inspira a escrever músicas? Muitas vezes me inspiro em situações pessoais que me ocorrem ou em histórias reais ou fictícias que posso ver em séries ou documentários, por exemplo, já que não tenho um padrão fixo para criar as músicas.

Como foi o processo de gravação do álbum? O processo de composição para mim foi simples, já que eu mesmo toco todos os instrumentos, tenho muito claro na minha cabeça como uma guitarra base, um solo ou uma pausa de bateria deve soar. Obviamente tive que repetir algumas tomadas porque a primeira não me convenceu. Todas as partes instrumentais, para não perder a sensação da instrumentação, toco do início ao fim, no estúdio não faço furos, se errar gravo a faixa do instrumento em um take. . As guitarras neste caso, não sabia como iam ficar, tinha o som na cabeça, sentei-me, apareceram-me nas mãos e gravei-as, a verdade é que foi incrível, estou muito feliz com o resultado.

Quais bandas mais te inspiraram? Guns and Roses, Janes Addiction, Judas Priest, Soundgarden o Nirvana en el Rock, y en el Punk Dead Boys, Misfits, Ramones o los Sex Pistols.

Como é a cena independente e underground em seu país? A cena na Espanha é muito grande desde que comecei a tocar no final dos anos 90, o mais problemático sempre foi encontrar um lugar para você já que existem tantas bandas, também porque a indústria da música mudou com as novas tecnologias, há são ainda mais cena.


Fonte:Collapse Agency

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She is Dead : Anuncia lançamento de novo álbum "All the Monsters" em Agosto




"All the Monsters" é o nome do terceiro e novo disco da banda, gravado e produzido por Luiz Orta. O álbum traz 12 músicas inéditas com referências que vão de Pixies a Melvins, e variantes do punk rock, hardcore e rock alternativo.

A banda formada por Mau Carlakoski (vocais e guitarra), Ricky Volpato (guitarra e vocais), Kim Tonietto (baixo e vocais) e Murilo Vitorette (bateria) traz seu dirty rock na sua melhor forma e com muitas histórias ainda para contar.

"O processo de composição foi bem mais tranquilo agora, tivemos mais tempo para pensar nas músicas e em como elas deveriam soar para o próximo álbum. Tem mais coisas de post punk e sintetizadores com influencias de bandas como o Viagra Boys, tem uma faixa bem folk a lá Roy Orbison, no mais é distorção em cima de distorção, é o disco mais maduro da She is Dead." diz Mau Carlakoski.

Confira os últimos lançamentos da banda: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/2X18P5qiLWbpeWbcHaCIZb

Assista os clipes da banda: 




Fonte:Collapse Agency

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TILL THE DIRT : Assina com a Nuclear Blast e anuncia álbum de estreia



A banda aproveitou o anúncio para também falar de seu álbum de estreia Outside The Spiral que será lançado pela Nuclear Blast Records e o lançamento da primeira faixa promocional do álbum.

Uma das maiores e influentes lendas do death metal, o vocalista do ATHEIST, Kelly Shaefer, retorna com uma nova banda chamada TILL THE DIRT, e uniu forças com a Nuclear Blast Records para o álbum de estreia da banda intitulado Outside The Spiral, que será lançado no dia 25 de Agosto.

Shaefer comentou sobre o contrato com a Nuclear Blast:
“Como um artista de metal extremo, não há lugar melhor para pousar do que a Nuclear Blast. Uma equipe inigualável e, como gravadora, sinto que eles compartilham a mesma paixão que tenho pela música extrema. Portanto, é uma verdadeira honra lançar este disco para o mundo na melhor gravadora de metal do planeta!”

Com seu novo projeto, Shaefer evita explorar de seu poço particular de death metal e ousa explorar além dos limites tradicionais do gênero, incorporando uma fusão extrema de grunge, black metal, jazz, rock, dark wave, uma pitada de pop clássico e outros estilos. O novo álbum também apresenta uma série de músicos convidados, cada um contribuindo com suas próprias habilidades para a visão geral de Shaefer.

Shaefer falou sobre o novo disco:

“Minha composição foi acelerada durante a pandemia de COVID-19, e eu estava escrevendo e gravando uma nova música quase diariamente, além de tocar nas demos. Eu estava convidando amigos para solos e participações especiais, sendo um deles Jeff Loomis (Arch Enemy/Nevermore) e também John Longstreth (Origin). Scott Burns realmente me ajudou a colocar tudo, porque tínhamos tantas músicas para trabalhar e tivemos que reduzir para 11. É um dos momentos mais prolíficos da minha carreira e tenho orgulho de dizer que não há preenchimentos neste álbum . Eu não poderia estar mais orgulhoso disso.”

Isso mesmo. Outside The Spiral foi produzido por ninguém mais ninguém menos que um dos mais reverenciados produtores de death metal do Mundo - Scott Burns (DEATH, CANNIBAL CORPSE, DEICIDE), que saiu da aposentadoria para supervisionar a produção do disco.

Burns comenta sobre sua colaboração:
“Kelly e eu estávamos conversando e ele disse: deixe-me enviar a você alguns dos materiais da minha nova banda. A primeira faixa que ele me enviou foi 'Outside The Spiral'. Fiquei maravilhado. Eu amei tudo sobre ela. Foi simplesmente uma ótima música para mim. Foi brutal, foi cativante e foi memorável onde eu poderia cantá-la de volta na minha cabeça depois de ouvir algumas vezes. Também adorei porque não soava como nada que ouvi no Liquid Metal da Sirius XM. Para mim era original como nos velhos tempos quando eu costumava gravar bandas. Foi por isso que as bandas que gravei assinaram, porque eram originais. E então, ainda por cima, ele me enviou dezenas de outras músicas e elas eram igualmente boas. Eu acho que o TTD arrasa e não desejo nada além do melhor para a banda. É apenas um pouquinho...”

Hoje, TILL THE DIRT revelou o primeiro single do álbum, a faixa-título 'Outside The Spiral', que conta com a participação do baixista do TESTAMENT, Steve Di Giorgio. Shaefer acrescenta sobre a nova música:

“‘Outside the Spiral’ foi a primeira de mais de 25 músicas que escrevi para o que se tornaria a estreia de Till The Dirt. No entanto, não comecei com a intenção de uma nova banda ou álbum, estava escrevendo e gravando ideias pro ATHEIST durante o bloqueio inicial do covid. Então, quando terminei a demo, enviei para pessoas em quem confio para me darem opiniões honestas, sendo uma delas o extraordinário baixista Steve Digiorgio e outra para o lendário produtor Scott Burns. Ambos concordaram que era uma espécie de híbrido... uma espécie de caminho diferente. Inevitavelmente, foi inspirador ouvir o feedback positivo de ambos. Scott Burns então concordou em produzir este disco e Steve concordou em tocar baixo nesta faixa.”

Di Giorgio disse:

"Kelly e eu estamos com nossas próprias bandas desde 1987, da coletânea Raging Death. Sempre apreciei o nível e a precisão que o Atheist tocou e admirei os vocais multifacetados do Sr. Shaefer. Quando ele me chamou para colaborar numa faixa de baixo em seu novo projeto foi a certeza de que aceitaria. Claro que sim! Não foi apenas uma decisão fácil baseada no envolvimento do velho amigo Scott Burns... mas Kelly me deu a escolha de qual faixa eu gostei mais. Eu escolhi 'Outside the Spiral' para os riffs estranhamente espaciais e a viagem dos vocais. Ambas as qualidades condizem com minhas contribuições sem trastes no baixo. Faixa matadora em um novo álbum matador... divirta-se!"

Pré-venda para Outside The Spiral:
https://tillthedirt.bfan.link/outside-the-spiral-A

Ouça o novo single 'Outside The Spiral':
https://tillthedirt.bfan.link/outside-the-spiral

Assista ao lyric video para 'Outside The Spiral' aqui:








Tracklist Outside The Spiral:

1. Starring Role
2. Outside The Spiral
3. Privilege
4. As It Seems
5. Invitation
6. Forest Of Because
7. Who Awaits
8. Insist And Demand
9. The Good The Bad The Other
10. Watch You Grow Old
11. Bring On The Gods


Sobre TILL THE DIRT:

Kelly Shaefer está fazendo isso novamente. Com sua nova banda TILL THE DIRT e seu álbum de estreia Outside The Spiral, a lendária e revolucionária voz do death metal da Flórida está pronta para injetar uma dose muito necessária de sangue fresco nessa coisa envelhecida, saturada na qual ele se tornou referência ao longo das décadas.

Tudo no gênero death metal se baseia basicamente em dois pilares: força musical extrema e técnica insana – ou seja, variações do mais do mesmo que satisfaz os seguidores obstinados dessa cena, mas oferece um alcance artístico bastante limitado. Agora, Kelly e seus colaboradores dentro e ao redor da banda TILL THE DIRT colocaram toda a diversão de volta na música extrema, desviando-se deliberadamente da mesma fórmula que o guitarrista da Flórida lançou no mundo como uma de suas principais propostas. Um dos privilégios de ser uma lenda viva é a liberdade de fazer o que quiser sem precisar provar nada a ninguém. E é exatamente isso que acontece em Outside The Spiral. Nunca tímido em negar suas raízes do death metal, Shaefer toma a liberdade de amalgamar qualquer influência musical em suas canções, desde que elas se encaixem. Não se surpreenda ao encontrar grunge, black metal, jazz, rock, dark wave, uma pitada de pop clássico e muitas outras cores estilísticas fundidas em faixas que variam de malícia relaxada a um rasgo num rosto cheio de pus.

Uma mosca na parede teria testemunhado Kelly compondo freneticamente noite após noite, apenas largando sua guitarra para contatar amigos ao redor do mundo e enviar demos para eles em busca de feedback para afirmar seu instinto - sentindo que seu novo material estava indo para lugares interessantes ou para acabar com esta fonte de criatividade. No entanto, um por um, seus amigos ficaram pelo menos tão entusiasmados com essas faixas quanto o compositor. Um novo rolo compressor de metal começou a rolar e não havia como parar. Kelly recrutou jovens músicos cheios de energia bruta e paixão para a causa de TILL THE DIRT e, mais importante, um de seus primeiros ouvintes ofereceu seus serviços inestimáveis: Scott Burns (ATHEIST, DEATH, OBITUARY, CANNIBAL CORPSE, CYNIC, MALEVOLENT CREATION, SUFOCATION) .

"Quando Kelly me enviou algumas demos, a princípio relutei em ouvi-las", revela Scott Burns. "Achei que já tinha ouvido tudo e não queria decepcionar um velho amigo. Quando finalmente dei uma chance às faixas, senti como se tivesse sido atingido por um choque elétrico: essas faixas eram novas, emocionantes e divertidas - como nos velhos tempos. Essas demos me surpreenderam. Eu fui imediatamente fisgado a ponto de realmente querer estar envolvido. Eu realmente pensei que tinha parado de produzir death metal para sempre, mas aqui estamos nós agora!"

As peças desse quebra-cabeça começaram a se encaixar e, enquanto o guitarrista continuava lançando faixas matadoras em uma velocidade de quebrar o pescoço, o produtor começou a adicionar estrutura ao processo, aproveitando décadas de experiência. "Eu não podia acreditar na minha sorte que Scott Burns está jogando toda a força de seu incrível talento e status por trás de TILL THE DIRT", se empolga Kelly. “Ele obviamente não esperava ser sequestrado e colocado de volta na cadeira do produtor, mas fico feliz em dizer que não demorou muito para convencê-lo. Estou extremamente feliz com este privilégio: o poderoso Scott Burns está de volta para bater suas cabeças!"

Com Outside The Spiral, TILL THE DIRT leva você a uma turnê de forças cheias de surpresas que redefinirão o gênero do metal extremo de tantas maneiras quanto ATHEIST o fez há mais de 30 anos. Não acredite no que escrevemos, confie em seus ouvidos!

Formação:

Kelly Shaefer : Vocal
Jerry Witunsky : Guitarra
Ian Waye : Guitarra
Yoav Ruiz Feingold : Baixo
Dylan Marks : Bateria


Fonte:Nuclear Blast Records

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SUMMER BREEZE BRASIL : Lança aftermovie emocionante após confirmar edição para 2024




Após confirmar datas para 2024, Summer Breeze Open Air Brasil lança aftermovie emocionante.


Hoje os responsáveis pelo festival lançam um aftermovie para relembrar um pouco do que foi um dos maiores acontecimentos de 2023. A primeira edição do festival alemão, Summer Breeze, que aconteceu no último final de semana de abril (dias 29 e 30/04), no Memorial da América Latina (São Paulo/SP) celebrou a paixão pela música, ao heavy metal e tudo que cultua a cena geek. Apresentações de grandes nomes da música e do rock mundial como Blind Guardian, Stone Temple Pilots, Skid Row, Parkway Drive, Bruce Dickinson, Avantasia, Lamb Of God, Kreator, Testament, Winery Dogs, Stratovarius, Shaman, Krisiun, Crypta, Accept e tantos outros, foram a derradeira prova de que todos os estilos musicais podem ser apresentados numa das comunidades mais ecléticas do Mundo – a do Heavy Metal.

O aftermovie, realizado pela produtora Liberta Filmes e dirigido por Leo Liberti teve também a produção feita por Rick Dallal e Claudio Vincentin e traz momentos memoráveis da interação do público com as diversas opções que o festival ofereceu que se estendeu desde a feira temática Horror Expo até a Tattoo Rock Festival, onde diversos fãs aproveitaram as famosas sessões de autógrafos para eternizar o autógrafo de seu artista favorito no braço.

Assista ao aftermovie aqui: 






Com a empolgação do público em relação a este grande marco histórico os realizadores do Festival já confirmaram a edição de 2024 que acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024, no Memorial da América Latina, em São Paulo. A edição germânica do festival ainda vai acontecer este ano e será entre os dias 16 e 18/08 na tradicional cidade de Dinkelsbühl, na região da Bavária, na Alemanha.


Fonte:Summer Breeze Open Air Festival Brazil 

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Bule : Lança o segundo álbum, Dançando Sem Ninguém Me Ouvir



O álbum, lançado pelo selo Toca Discos, dialoga ao longo de onze músicas sobre o sentimento de perda e a impotência diante desta condição.


O quinteto pernambucano Bule solta nas plataformas de streaming, via selo Toca Discos, o segundo álbum Dançando sem Ninguém me Ouvir, que mostra uma banda mais madura e séria na sua proposta do seu autêntico synth pop psicodélico.

Ouça Dançando sem Ninguém me Ouvir aqui: https://links.altafonte.com/bule_dsmo.

O álbum fala sobre o sentimento de perda e a impotência diante desta condição, presente em diversas situações da vida, seja em rupturas trágicas ou em desafios cotidianos.

Ao longo das 11 canções, o Bule canta sobre seguir o descaminho e percorrê-lo, aceitar a rota natural da vida por meio de um indie pop dançante e nostálgico.

"Abraçar a tristeza como parte da nossa trajetória e convidá-la para dançar. Assim convivemos, sobrevivemos, vamos adiante. Um passo de cada vez", fala a banda sobre Dançando sem Ninguém me Ouvir.

Iniciada em 2017, em Recife, a Bule é um projeto recifense de música brasileira, dançante e tropical que explora timbres, sonoridades e estéticas dos anos 1980, onde estão fervidos o orgânico e o eletrônico, o beat e a conga, o synth e a guitarra.

A banda já participou de festivais como Coquetel Molotov (PE), Bananada (GO), Mada (RN), Wehoo (PE) e Bicicleta (PB). Em 2020, foi contemplada no Edital da Aceleração Labsônica junto ao mítico estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, dos produtores Felipe Rodarte e Constança Scofield.

Ficha Técnica
Pedro Lião (Voz, Synth)
Carlos Filizola (Guitarra, Synth)
Bernardo Coimbra (Baixo)
Kildare (Bateria)
Damba (percussão)
Gravação de bateria: estúdio zelo (@zeloestudio)
Mixado e Masterizado por Carlos Filizola
Editora e Selo: Toca Discos


Links Relacionados :


instagram.com/buleoficial

facebook.com/oficialbule

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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Statues on Fire : Lança videoclipe do novo single ‘I Hate Your God’





Nova música da banda paulistana de punk rock/hardcore é a estreia na Repetente Records, selo de três músicos do CPM 22.


A fúria do novo single da experiente banda paulistana de punk rock/hardcore Statues on Fire, 'I Hate Your God' (um lançamento da Repetente Records), agora em forma de videoclipe, ganha contornos sombrios e se apresenta ainda mais raivoso contra a hipocrisia e manipulação de falsos líderes religiosos.

Assista ao clipe aqui: 






O videoclipe tem direção (geral e de fotografia) do renomado produtor Derick Borba e produção executiva do Gravando Bandas.

Derick produziu imagens para canais como Multishow, Bis, MTV, ESPN e Canal OFF. Trabalhou com mais de 100 bandas, artistas como SOJA, Luan Santana, Paula Fernandes, Ludmilla, Anitta, Nx Zero, Cpm 22, Jota Quest, Raimundos, Autoramas e Pitty.

'I Hate Your God' é um lançamento da Repetente Records, selo de três músicos do CPM 22, Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, junto ao diretor artístico Rick Lion, com distribuição digital da Ditto Brasil.

A música ressalta o hardcore potente que caracteriza e diferencia a banda, com passagens melódicas e agressivas.

Com 10 anos de atividades, Statues on Fire acumula 5 turnês pela Europa e se consolida como uma das melhores bandas do punk e hardcore nacional. Um vigor único que será mais potencializado pelo time da Repetente!

Statues on Fire é formada pelos experientes Andre Alves (vocal e guitarra), Lalo Tonus (baixo), Alex Silva (bateria) e Regis Ferri (guitarra).
Selo Repetente Records

A Repetente Records, criada por três músicos da banda CPM22, Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, surgiu em 2022 para fortalecer o rock/punk rock em parceria com uma das maiores distribuidoras de música digital do mundo, a inglesa Ditto Music, além de assessoria de imprensa da Tedesco Mídia.

No início de 2023, o selo anunciou Rick Lion como diretor artístico.

O nome tem tudo a ver com perseverança e persistência na música. Repetente tem a ver com a rebeldia contra padrões. Na escola, muitas vezes o aluno “repetente” é aquele que não se encaixa nos moldes, mas eventualmente encontra na música uma forma de vencer na vida.

Ele repete não por incapacidade, mas por não ligar, não se interessar pelas mesmas coisas ou por estar enfrentando problemas maiores e mais urgentes fora da escola. Em vez de copiar a lousa, ele está sempre criando - fazendo desenhos, escrevendo rimas, bolando planos, fantasias impossíveis, se divertindo com uma realidade menos careta e injusta.

Fazem parte do selo as bandas Anônimos Anônimos, Fibonattis, Faca Preta, Escombro, Magüerbes, Statues on Fire e Bayside Kings.

Acompanhe o selo: www.instagram.com/repetenterecords.

Links Relacionados :

www.instagram.com/statuesonfire

www.facebook.com/statuesonfire

www.youtube.com/statuesonfire

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Black Flag : Anuncia turnê latino-americana completa; são cinco shows no Brasil




Além de Maranhão, Curitiba, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, Black Flag também toca no México, Costa Rica e Argentina.


O Black Flag está de volta em outubro ao Brasil para cinco shows e outros cinco pela América Latina países! A banda norte-americana é uma instituição do punk rock, um sólido pilar que desde 1976 sustenta o estilo, seus cacoetes e é influência para um incontável número de bandas que surgiram a partir da década de 1980 até os dias atuais, inclusive como a força motriz do que viria a ser e soar o hardcore.

A segunda aguardada turnê, inédita no Brasil fora da capital paulista, é ainda mais especial, com set list focado no segundo disco My War (será tocado na íntegra!) e mais clássicos da discografia. Serão mais de duas horas por apresentação. A realização é da Vênus Concerts.

No Brasil, o Black Flag começa a tour no dia 22/10 na segunda edição do Maranhão Open Air (Moa), em São Luís (MA). Em seguida, desce para Porto Alegre (RS), onde toca dia 24/10 no Bar Opinião. Depois, vem shows em Curitiba (PR), dia 26/10, no Tork n' Roll, mais São Paulo (SP), dia 27/10, no Carioca Club, e Rio de Janeiro (RJ), dia 29/10, no Sacadura 154.

No entanto, a Latin American Tour 2023 já começa dia 12/10 em Monterrey, no México, com show no Café Iguana. O Black Flag ainda faz mais duas apresentações em terras mexicanas: dia 13/10 em Guadalajara, no Foro Independencia, e dia 14/10, na Cidade do México, no HDX Circus Bar.

O giro continua pela São José, na Costa Rica, dia 15/10, no Pepper's Club, e depois Buenos Aires, na Argentina, dia 19/10, no Teatro Vorterix.

Além do começo arrebatador e marcante do punk/hardcore com o álbum Damaged (1981), o Black Flag se manteve impactante três anos depois com My War (1984). Traz seis músicas que originalmente figuraram no álbum de estreia, o lado B do disco apresentava barulhos tensos e uma sonoridade punk obscura.

My War é um Black Flag ainda mais rápido e pesado, que por mais inusitado que pareça, tem influência de Black Sabbath e até hoje é um álbum importante e influente para a cena sludge metal e pro grunge.

Para esta tour no Brasil via Vênus Concerts, o Black Flag é Greg Ginn (membro fundador), Mike Vallely, Harley Duggan e Charles Wiley.

Se existe uma banda que se pode chamar de ‘seminal’, sem medo de errar, é Black Flag! Greg Ginn basicamente pavimentou o caminho, cristalizando cenas do underground americano nos anos 80 e estabelecendo caminhos futuros à música pesada.

Além disso, falar de Black Flag é lembrar da importância da SST Records, selo independente que Ginn criou em 1978. A SST é responsável pelo lançamento de todos os discos do Black Flag e de uma geração inteira de ícones da cena indie pré-Nirvana, como Minutemen, Hüsker Dü, Meat Puppets, Soundgarden, Sonic Youth e Dinosaur Jr.

Para mais informações, acompanhe a Vênus Concerts: www.instagram.com/venusconcerts.

Assessoria de imprensa da tour é com a Tedesco Mídia: www.instagram.com/tedesco.com.midia.



Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Cascavell : Aposta Na Sonoridade Heavy Rock Em Novo Single "Bluehouse Terror"




Nascida da pura ocasionalidade entre 4 pessoas completamente distintas, paixão por ídolos antigos e tempos de dias mais prósperos, a banda Cascavell é formada por Johnny Wizzard (guitarras), Lizz Kick (bateria), Yago (vocais) e Billy Temper (baixo e teclado). Cascavell apresenta seu debut single "Bluehouse Terror" em todas as plataformas digitais.

"Bluehouse Terror" foi gravada em Campinas/SP, em março de 2023 e contou com a parceria de Heitor Purcino e Nacle Nabak na produção musical. "São os nomes que ajudam muito na parte de produção, escrever músicas é sempre um passeio para os 4, mas ter alguém que fica com o pé mais no chão sobre como a gente executa tudo é muito útil. O Heitor e Nacle são amigos antigos nossos e ficar num ambiente descontraído e familiar pra poder produzir tudo sem estresse é pra gente um ponto muito chave." - menciona a banda.

"O cara entra no bar, vai dançar com uma moça e descobre que ela é um vampiro. As letras que a gente escreve sempre tem um significado muito específico pra um ou mais membros, mas a parte legal do processo é poder maquiar isso pra que cada pessoa faça uma interpretação diferente relativa a o que ela vive no momento. Tudo é 100% figurativo." - Cascavell.

Cascavell traz em sua sonoridade influências de bandas como; Aerosmith, Elton John e Motley Crue, com dinâmica mais anos 70 e com uma pitada que vai Aerosmith, Guns n Roses à Mark Ronson. Seguindo essa linha de raciocínio, a banda gravou os instrumentos e voz com equipamento dos anos 70/80.

"Bluehouse Terror": https://open.spotify.com/intl-pt/album/2ws3dx290ylTuzJkxw2q2Y

Fonte:Collapse Agency


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terça-feira, 25 de julho de 2023

Leather Leone: Cantora fala sobre sua carreira e planos futuros em coletiva de imprensa exclusiva

 


A vocalista Leather Leone dispensa qualquer tipo de apresentação, há bastante tempo conquistou seu lugar único na história do metal. Depois de ser procurada por Mike Varney (presidente da Shrapnel Records), Leather surgiu no início dos anos 1980 como pioneira nos vocais de power metal sendo a voz da banda Chastain. Depois de lançar cinco célebres discos de metal com a banda durante esse período, Leather ressurgiu nos anos 2000 ao lado de David T. Chastain para lançar dois álbuns aclamados pela crítica, "Surrender to no One" e "We bleed Metal".


 Nos últimos anos, Leather permitiu que seus impulsos criativos se igualassem e expandissem sua leal base de fãs internacionais, resultando em turnês sul-americanas e europeias de grande sucesso no lançamento de “Leather II” em 2018 e recentemente com o lançamento de "We are the Chosen".

No último dia 20 de junho ela participou de uma coletiva de imprensa encabeçada pela Feverish TV, comandada pelos jornalistas Uiara Zagolin e Denny Silva.

Na entrevista ela falou sobre sua longeva carreira, planos futuros e ainda sobre seu guitarrista e parceiro criativo, o brasileiro Vinnie Tex, que também participou da live.


Fonte:Top Link Press


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Angra: Banda fecha o primeiro final de semana do Capital Moto Week

 


O Angra encerrou o primeiro fim de semana do maior festival de motos e rock da América Latina, o "Capital Moto Week", que contou com uma vasta programação cultural e musical, além de ter sido televisionado por emissoras locais.

Com guitarras distorcidas, vocais melódicos e canções épicas o Angra subiu ao palco e fez um show por mais de 1h30. A banda tocou músicas do último disco Ømni, além de revisitar clássicos dos discos antigos da banda, como Rebirth, Lisbon, Angel´s Cry. 

Segundo Rafael Bittencourt, fundador da banda, é uma emoção muito grande fazer parte deste festival: "Este é um festival importante no cenário do rock brasileiro e ainda em posição de destaque e estamos felizes em fazer parte", conta.

Esta apresentação foi uma das últimas da turnê de comemoração aos 30 anos do grupo, e em breve eles eles irão se preparar para o show acústico em Curitiba, que acontecerá na Ópera de Arame em 12 de agosto.

O palco principal do festival foi dedicado aos fãs de metal e hard rock. Antes do Angra, Marenna e Azzarok levaram o peso de suas músicas ao CMW. No Moto bar, Válvula, Manchúria e Vértize comandaram o som no animado palco. No palco Rock Saloon, as bandas Black Jack 21, Rocksauro e Hillbilly Rawhide fizeram a festa. Como de costume, no palco Pepsi Black, Bartô Blues, G. Gaiteiro & Banda Cerrado Kentucky e Gleisson Chaves embalaram o público. Por fim, na programação musical do palco Lady Bikers, teve a banda MIV trazendo seu pop rock autoral ao CMW. 

Sobre o Capital Moto Week 2023 

A edição especial do maior Festival de moto e rock da América Latina trará mais de 100 shows nos 10 dias de programação, com público estimado de 800 mil pessoas e 350 mil motos. De 20 a 29 de julho, o Parque de Exposições Granja do Torto será palco do maior Capital Moto Week de todos os tempos, celebrando 20 anos de liberdade, com line-up que privilegia diferentes vertentes do rock nacional. O CMW é o único festival no Brasil certificado como Lixo Zero e ISO 20.121, e, todos os anos, zera as emissões de carbono. Também promove iniciativas visando a inclusão, diversidade e sustentabilidade da cadeia produtiva do entretenimento.


Fonte:Top Link Press



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Ratos De Porão : Banda Se Apresenta No Centro Cultural Penha Na Zona Leste De São Paulo/SP No Próximo Domingo 30/07/2023




Ratos de Porão é uma banda brasileira de punk hardcore formada em novembro de 1981, durante a explosão do movimento punk paulista. 

Com mais de 40 anos de carreira, são referência brasileira do gênero e reconhecidos internacionalmente, em particular, na Europa, América Latina e América do Norte.







Links Relacionados :


www.rdpeido.com.br



Fonte:Ratos De Porão


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quarta-feira, 19 de julho de 2023

Gricerina : Banda Se Apresenta Na Casa De Cultura Raul Seixas Em Itaquera Na Zona Leste De São Paulo/SP No Próximo Domingo 23/07/2023




Formada em Itaquera, na zona leste da capital, está na estrada desde 2007.

Na estrada há 16 anos, a banda Gricerina, da zona leste de São Paulo, tem um técnico de telecomunicações, um motorista de aplicativo e um professor.

Fonte:Gricerina

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Em performance ao vivo no Show Livre, Marenna confirma protagonismo na cena contemporânea de hard rock





O grupo gaúcho promove seu novo álbum “Voyager”, lançamento da gravadora dinamarquesa Lions Pride Music, e também se apresenta no palco principal do Capital Moto Week em Brasília neste domingo

A carreira artística do vocalista gaúcho Rod Marenna soma mais de 30 anos, dos quais quase dez têm sido à frente do Marenna.

Até aqui, o grupo lançou dois EPs, um disco ao vivo pela Sony Music, e dois álbuns de estúdio, sendo o mais recente “Voyager”, de 2022, através do selo dinamarquês Lions Pride Music com quem a banda tem contrato desde 2015, mesmo ano que o Marenna foi finalista do Sweden Rock Festival Competition, um dos mais prestigiados do hard e classic rock mundial.

Em termos de shows, o Marenna já visitou várias regiões do Brasil, tocou em algumas das mais importantes casas de espetáculos e apresentou-se ao lado de grandes nomes do rock mundial, dos quais, entre os mais recentes, destacam-se os shows com Eric Martin do Mr Big no Teatro Unisinos em Porto Alegre, com Geoff Tate, ex-Queensrÿche, no Tokio Marine Hall em São Paulo e o fenomenal show de abertura para o Scorpions no estádio Gigantinho na capital gaúcha.

A carreira superlativa do Marenna só se justifica por uma musicalidade igualmente grandiosa. Hard/Melodic Rock com todas as melhores características do gênero e que se disponibiliza ao ineditismo. Não obstante, o Marenna é uma banda cujo fazer artístico pressupõe e trabalha a potencialização da consciência humana, de forma que suas letras, além de entreterem, estimulam as qualidades expressivas, a sensibilidade e contribuem para a autoestima dos ouvintes.

Todas essas qualidades do grupo que, além de Rod Marenna também conta com Edu Lersch na guitarra, Bife no baixo, Arthur Schavinski na bateria e Luks Diesel nos teclados, podem ser conferidas no show que o grupo fez recentemente para o programa Show Livre apresentando por Clemente Tadeu. Com um repertório que abrange toda sua carreira, em pouco mais de 35 minutos o Marenna confirma seu protagonismo na cena contemporânea de hard rock no Brasil e exterior.

Para assistir o show completo, acesse:





Assista também a entrevista que o Marenna concedeu para Clemente Tadeu: 





Entre outras novidades, neste domingo, dia 23 de Julho, o Marenna participará da edição histórica de 20 anos do Capital Moto Week, o maior festival de rock e motos da América Latina, realizado em Brasília/DF. O Marenna e o Angra serão as atrações do Palco Principal do evento que é realizado no Parque de Exposições da Granja do Torto. Segundo os organizadores, quase 1 milhão de pessoas são esperadas para o festival. Além de Marenna e Angra, outras atrações da edição deste ano do Capital Moto Week incluem nomes como Nando Reis, Jota Quest, Pitty, Marcelo Falcão, Pato Fu e Marcão Britto e Thiago Castanho com Charlie Brown Jr. Mais informações e venda de ingressos estão disponíveis no site oficial do festival: https://www.capitalmotoweek.com.br

Para ouvir “Voyager”, novo álbum do Marenna, acesse:

Youtube: https://bit.ly/3K3QGIp

Assista também o videoclipe oficial de “Wait”: 





A edição física em CD de “Voyager” também foi lançada no Brasil numa parceria entre os selos Heavy Metal Rock e Classic Metal.
Para adquirir o CD além de outros itens do merchandise oficial da banda, acesse: https://pt.marennaonline.com/merchandise

Links Relacionados :

www.youtube.com/marennaofficial

Fonte:Som Do Darma

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