segunda-feira, 8 de maio de 2023

Lumnia: Banda leva seu álbum "Humanity Despair" para apresentação em São Paulo



No próximo dia 26 de maio, a banda Lumnia chega aos palcos de São Paulo levando o show do seu álbum recém- lançado "Humanity Despair". Formada por Odete Salgado (vocais), Marcel Gil e Hugo Carvalho (guitarras), Pedro Mello (baixo) e Matheus Moura (bateria), a Lumnia realizou seu show de estréia no Rio de Janeiro em março, no Into The Dark Symphony Fest, da THC Produções. Agora, ao lado das bandas Revengin, Bright Storm, Ego Abscence e Kyndra, a Lumnia leva o seu metal sinfônico moderno para São Paulo.

Sobre o show Odete Salgado, vocalista e fundadora da banda afirma: "Estamos super felizes com o convite da THC Produções para compor o line-up do Into The Dark Power Symphony Fest e esperamos repetir o sucesso que foi o evento carioca! Nós nos sentimos muito honrados em dividir o palco com bandas incríveis e músicos excepcionais. A expectativa não poderia ser melhor e quem ouviu o álbum na íntegra com certeza vai se surpreender com o show que estamos preparando. Com certeza, será uma noite inesquecível!", finaliza.

O Into The Dark Power Symphony Fest acontece no dia 26 de maio, a partir das 19h na House of Legends (Rua Inácio Pereira da Rocha, 367 - Vila Madalena, São Paulo).

Os ingressos estão disponíveis no Sympla (segundo lote até dia 15/05):

https://www.sympla.com.br/evento/into-the-dark-power-symphony-fest/1922273?fbclid=PAAaYxeDlPD-vv6ZEfSvq4rNxO5x6fcai1DYD1lPR0FOfEQdoWtKgRWrXaRVY

Links Relacionados :

https://www.instagram.com/lumniaband/


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Fonte:Top Link Press


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quarta-feira, 3 de maio de 2023

Fallen Shadows : Lança novo single “Rise Against the Dark”




Os Itapetininganos da Fallen Shadows apresentam o sucessor de “A Day of Treason” e “Fighting for Survival”. O novo single, “Rise Against the Dark”, foi gravado no Modus Operandi Studio em Sorocaba (SP) e reforça a sólida parceria com o produtor Raphael Dantas (Ego Absense e Soulspell). A terceira obra da banda é assinada pelo guitarrista Carlos Pranches e aborda os horrores da guerra e seus efeitos. “Rise Against the Dark” trabalha um tema recorrente entre as bandas de Heavy Metal.

 Infelizmente, ainda muito atual, os conflitos fazem parte dos interesses humanos. No entanto, nós não apontamos um período histórico específico. Trabalhamos, na verdade, com a inserção de “forças” que alimentam os conflitos”.

O guitarrista dá mais detalhes sobre a temática do single: “Utilizamos a metáfora dos Lordes da Guerra, daqueles que inspiram e conspiram para o caos, o ódio, a morte e o pesadelo. A música é pesada, rápida e apresenta os refrões e trechos épicos já comuns nas nossas músicas”.

“O terceiro single é um novo movimento de afirmação. De desafio. A resposta positiva para os lançamentos anteriores nos motivaram ainda mais. Sinceramente, acredito estarmos no auge criativo das nossas vidas e num momento em que a nossa unidade como amigos é, de fato, o que impulsiona a banda”, comenta o vocalista Rodrigo Cafundó.

O baixista Eduardo Meira, mais uma vez, assina o conceito criativo da arte do single e reforça o clima de unidade da banda: “Para ser sincero, quando iniciamos o projeto, jamais imaginei que se tornaria algo tão prazeroso e produtivo. Hoje, claramente, percebo que não é apenas um projeto. É uma reunião entre grandes amigos”.

Com lançamento previsto para o dia 24 de abril, “Rise Against the Dark” apresenta a banda no seu melhor momento e com muitos planos. “Nossa intenção é a de continuar compondo, gravando, produzindo e lançando novas músicas uma atrás da outra. Gostamos de nos desafiar e parar não é uma opção”, finaliza Rodrigo.

“Rise Against the Dark” está disponível em todas as plataformas de streaming. Confira o lyric video em: Para ouvir “Rise Against the Dark” nas plataformas de streaming, acesse: https://open.spotify.com/album/5pQAloaFooVrdi4d96hmDW

Lyric Video: 






Fonte:Collapse Agency

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MASSACRE : Surpreende fãs e lança álbum digital "Submergence: Live Beyond 2019"





MASSACRE faz homenagem aos fãs e lança álbum ao vivo nas plataformas digitais intitulado Submergence: Live Beyond 2019 onde tocam o clássico From Beyond de 1991 na íntegra com a formação da época.

As lendas do death metal da Flórida, MASSACRE, estão homenageando seus fãs com um álbum surpresa ao vivo intitulado Submergence: Live Beyond 2019 que é lançado hoje digitalmente pela Nuclear Blast Records. O disco apresenta uma performance monumental do cobiçado álbum de estreia da banda, From Beyond, na íntegra tendo em sua formação Kam Lee (vocal), Rick Rozz (guitarra), Mike Borders (baixo) e Mike Mazonetto (bateria). O lançamento de hoje coincide com a turnê da banda na Costa Leste dos Estados Unidos com MORTA SKULD e DRUID LORD, que começa hoje à noite em Miami, na Flórida.

Ouça Submergence: Live Beyond 2019:
https://massacre.bfan.link/submergence-live-beyond-2019

Comentando sobre o registro ao vivo, o vocalista Kam Lee disse:

“Este lançamento é para os fãs. Sempre foi destinado aos fãs, pois é tudo sobre o serviço para os fãs. É para aqueles fãs que realmente queriam e pediram. A coisa mais próxima da formação original do From Beyond que eles conseguiram. É a primeira vez que 'From Beyond' foi tocada ao vivo na íntegra. Foi o primeiro show desde a reforma da banda em 2017, e foi o primeiro show que Mike Borders fez no Massacre desde 1987. Se alguma coisa provou que o MASSACRE estava de volta - independentemente das mudanças que viriam depois, este foi o retorno. O ressurgimento da banda e a imersão no legado do que a banda foi e será.”


Datas Turnê MASSACRE c/MORTA SKULD & DRUID LORD:

April 28 - Miami, FL - Gramps
April 29 - Orlando, FL - The Conduit
April 30 - Savannah, GA - Lodge of Sorrows
May 1 - Richmond, VA - Fallout
May 2 - Brooklyn, NY - Saint Vitus
May 3 - Cambridge, MA - Middle East/Upstairs
May 4 - Philadelphia, PA - Warehouse On Watts
May 5 - Chapel Hill, NC - The Kraken Bar
May 6 - Atlanta, GA - Boggs Social & Supply

O MASSACRE surgiu dos pântanos do sul da Flórida no início dos anos 80 durante uma onda de death metal inovador que produziu alguns dos antepassados ​​mais reverenciados do gênero, DEATH, OBITUARY e SIX FEET UNDER. Seu legado foi fundado com uma série de demos clássicas, "Aggressive Tyrant" (1986), "Chamber of Ages" (1986) e "The Second Coming" (1990), antes de lançar seu clássico álbum de estreia From Beyond (1991), aclamado pela crítica. . Em 2021, a banda fez seu tão esperado retorno com Resurgence. Revigorados com a mesma raiva juvenil que os uniu no início, os membros de longa data, o vocalista Kam Lee (MANTAS, BONE GNAWER, THE GROTESQUERY) e o baixista Mike Borders, foram acompanhados no estúdio por alguns dos compositores mais prolíficos e malignos do death, o guitarrista Rogga Johansson (PAGANIZER, RIB SPREADER), o guitarrista Jonny Pettersson (WOMBBATH, NATTRAVNEN, HENRY KANE), o guitarrista Scott Fairfax (MEMORIAM, AS THE WORLD DIES) e o baterista Brynjar Helgetun (CRYPTICUS, THE GROTESQUERY) com participações adicionais de Marc Grewe (INSIDIOUS DISEASE), Dave Ingram (BENEDICTION), Anders Odden (CADAVER) e Pete Slate (DRUID LORD) O disco foi gravado com o produtor e ícone do death metal Dan Swanö (ex-Edge of Sanity, ex-Bloodbath) e Pettersson como engenheiro/mixer.

Em 2022, o MASSACRE emergiu dos pântanos mais uma vez para o EP brutalmente devastador, Mythos. Continuando de onde pararam em Resurgence, a banda devastou com letras inspiradas em Lovecraft e riffs de death metal abrasadores.

Resurgence foi lançado no Brasil pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records e pode ser adquirido AQUI

Fonte:Nuclear Blast South America

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CORROSION OF CONFORMITY : Lança cover para clássico "On The Hunt" do Lynyrd Skynyrd





Cover é uma homenagem ao falecimento do último integrante original do Lynyrd Skynyrd, Gary Rossington.


O Corrosion Of Conformity lança hoje um cover para a faixa “On the Hunt” que ficou famosa com a banda Lynyrd Skynyrd. “On the Hunt” foi retirada do terceiro álbum do Lynyrd Skynyrd intitulado Nuthin’ Fancy de 1975 e traz nada mais do que o puro southern rock numa versão singular do C.O.C. que acrescentou um groove arrastado para esta que é considerado um grande clássico da banda.

Esta cover para a faixa "On The Hunt" chega pouco antes de C.O.C. iniciar sua próxima turnê de três semanas pelo Reino Unido e Europa, que incluirá apresentações no Desertfest em Londres, Desertfest em Berlin e Soulstone Gathering na Cracóvia.

Mike Dean do Corrosion Of Conformity comentou,
“Este é o nosso tributo difícil de encontrar ao Lynyrd Skynyrd, uma grande influência para o COC. Com o recente falecimento do grande Gary Rossington, o último membro original vivo do Lynyrd Skynyrd, pensamos que seria um bom momento para tornar esta celebração do Skynyrd a mais ampla possível.”

Ouça a faixa aqui: https://coccabal.bfan.link/on-the-hunt.ema










O Corrosion Of Conformity está atualmente trabalhando em um disco novo com o baterista de New Orleans, Stanton Moore, para um eventual novo lançamento pela Nuclear Blast.

O último álbum de estúdio da banda, No Cross No Crown, foi lançado em 2018, recebendo elogios arrebatadores de fãs e colegas. O icônico guitarrista e vocalista Pepper Keenan voltou ao grupo, com No Cross No Crown chegando como o primeiro álbum de estúdio do COC a apresentar Keenan desde 2005, In the Arms of God.

No Cross No Crown de alguma forma soa como se nenhum tempo tivesse passado entre In The Arms Of God de 2005 e hoje. Gravando na Carolina do Norte com o produtor de longa data John Custer, COC gravou No Cross No Crown em cerca de quarenta dias, ao longo de um ano. Algumas das novas jams parecem ter aparecido facilmente em Wiseblood ou Deliverance, dois dos discos mais reverenciados do COC. As pesadas, sulistas e robustas como 'The Luddite', 'Little Man' e 'Forgive Me' são intercaladas com interlúdios melancólicos de guitarra como 'No Cross', 'Matre's Diem' e 'Sacred Isolation' - assim como o Sabbath costumava fazer nos anos 70 .

Assista ao vídeoclipe para 'The Luddite': 









Confira : 'Cast The First Stone' 







Assista ao videoclipe animado com direção de Costin Chioreanu para 'Wolf Named Crow' aqui: 







Assista ao videoclipe para a faixa aqui: 








Fonte:Nuclear Blast South America

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HOST : Lança cover para "I Ran” clássico do grupo A Flock Of Seagulls




Projeto de darkwave formado pelos membros do Paradise Lost Greg Mackintosh e Nick Holmes lançam hoje cover para "I Ran", que foi um grande sucesso dos anos 80 com a banda A Flock Of Seagulls.


O projeto dark wave HOST, lançado por Nick Holmes e Greg Mackintosh do PARADISE LOST, lançou um cover para o hit, clássico dos anos 80, que ficou famosa com banda A FLOCK OF SEAGULLS chamada 'I Ran'. A faixa foi a última música a ser lançada e faz parte da edição de luxo de seu álbum de estreia IX, que já está disponível em serviços de streaming. A música pode ser encontrada nas faixas bônus do álbum que foi lançado no Brasil pela parceria Shinigami Records / Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui.

Greg Mackintosh comentou:
"Não foi minha ideia fazer essa música como um cover, não fiquei totalmente convencido no começo. A original, embora seja uma ótima música, me pareceu um pouco espumosa e leve. Quando isolei a linha vocal, no entanto, viu a tragédia nela e quis levar ela para um caminho mais sombrio e distópico."

Ouça a edição de luxo do álbum de estreia do HOST, intitulado 'IX', com a faixa 'I Ran' agora em: https://bfan.link/host-ix.ema

Compre 'IX' em vários formatos na versão importada agora em: https://bfan.link/host-ix.ema


SOBRE HOST:

As origens do HOST não remontam ao álbum PARADISE LOST de 1999 com o mesmo nome, mas sim aos clubes de música de West Yorkshire de meados para o final da década de 1980. Enquanto Holmes e Mackintosh já eram fanáticos por heavy metal (“metal thrashing mad” como Holmes compara), eles eram igualmente atraídos pelas cenas da música new wave e gótica. Os ritmos pulsantes, as melodias sublimes e a corrente oculta da escuridão os atraíram, criando idéias imediatas e um desejo de aprofundar ainda mais no estilo.

Mackintosh finalmente colocou em prática durante a pandemia um negócio que fundiria sua propensão ao design de som com os humores e a atmosfera do dance-pop e do gótico dos anos 80. O projeto era originalmente uma busca individual até que ele convidou Holmes, seu parceiro de longa data de composição do PARADISE LOST, para participar. HOST foi selecionado como o nome como uma inspiração para o álbum acima mencionado que encontrou PARADISE LOST em um período de experimentação sem precedentes, saindo bastante da tradicional raíz de metal, desafiando com isso sua base de fãs de uma forma nunca antes testemunhada.

“Sempre defendemos o Host como um álbum”, diz Mackintosh. “Este projeto não está totalmente ligado a esse álbum, mas algumas das ideias são mais aprofundadas. Estamos pegando a premissa básica e testando agora. E, realmente, foi algo divertido e interessante para nós fazermos. Estamos fazendo PARADISE LOST há muito tempo e estamos com vontade de tentar algo diferente de onde PL está agora. Eu poderia levar PL por esse caminho novamente. Quem sabe? Pode acontecer se vivermos o suficiente, mas pensei: 'Por que não agora?' Eu tenho tempo para fazê-lo."

Formação :

Nick Holmes : Vocal
Greg Mackintosh : Guitarra/Sintetizadores/Programação



Fonte:Nuclear Blast South America

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VOCIFER : Banda Lança videoclipe animado para “The Voice of the Light”, sobre controversa lenda amazônica




Música é um prelúdio para a lenda de Jurupary que será contada no segundo álbum conceitual da banda .


Na data em que se celebra a cultura e a importância dos povos originários, o Dia dos Povos Indígenas, a banda tocantinense, Vocifer, lançou o single e videoclipe animado para “The Voice of the Light”, dando início a jornada que culminará em seu segundo álbum conceitual, “Jurupary”, que aborda mais uma importante figura da cultura amazônica, tal qual a banda fez em seu debut, “Boiuna”, de 2020.


Assista o videoclipe animado de “The Voice of the Light” abaixo:





O conceito da arte do videoclipe ficou a cargo da Vocifer, de Adriano Lima e Saullo Moura, que também participaram do videoclipe de “War of Vendetta”. O design da arte é de Adriano Lima e Kleber Guimel.

“The Voice of the Light” nos introduz ao conceito do novo álbum da Vocifer, baseado no controverso personagem do folclore amazônico, Jurupary. Inspirada nos relatos coletados pelo folclorista e explorador Ermanno Stradelli, a Lenda de Jurupary narra a história daquele que foi enviado pelo Sol para trazer a lei, a dança e a música a um mundo devastado pela ganância humana. Nesta adaptação feita pela Vocifer, a banda novamente resgata e busca levar para o Brasil e para o Mundo a riquíssima cultura dos povos amazônicos, traçando paralelos acerca de questões cruciais para a humanidade, especialmente dos tempos nefastos em que nos encontramos.




Em “The Voice of the Light”, após a humanidade ser assolada por uma praga que a deixou à beira da extinção, restaram apenas alguns anciões e mulheres que, apesar de jovens, não conseguiam criar novas linhagens, tão velhos eram os homens. Comovido com o fim da humanidade, o Sol concedeu um pouco de sua luz a um herdeiro, que nasceria da reencarnação de sua amada Seucy, a Mãe das Estrelas, que deu a luz a Jurupary, personagem central desta grandiosa trama.



Sobre o lançamento de “The Voice of the Light”, o vocalista João Noleto comentou:

“Esse primeiro single é um prelúdio da história de Jurupary e também de uma nova etapa para a banda. Essa é uma música que fala de renovação após uma terrível devastação da humanidade, assim, podemos traçar um paralelo com nosso mundo pós-pandêmico, e sobre nossa nova ótica sobre como vivemos e experimentamos o mundo. “The Voice of the Light” é uma verdadeira ode a renovação”.

Ouça o single abaixo:

https://open.spotify.com/track/40qPZ13sR92a9bhzgNrzSU?si=b493ac2bbebc480f

“The Voice of the Light” tem gravação, produção, mixagem e masterização do renomado produtor Thiago Bianchi (Noturnall, ex-Shaman), no Estúdio Fusão. Fundada em 2016, a atual formação da Vocifer conta com João Noleto nos vocais, Lucas Lago no baixo, Pedro Scheid e Gustavo Oliveira nas guitarras e Alex Cristopher.

“Jurupary” terá participações especiais de Luis Mariutti (Sinistra, ex-Shaman, Angra), Daísa Munhoz (Vandroya, Soulspell, Iron Ladies), Thiago Bianchi (Noturnall), Fábio Laguna (Angra, Edu Falaschi, Freakeys), Daniel Mazza e Tambores do Tocantins.

Saiba mais sobre a Vocifer e acompanhe todas as novidades sobre o lançamento de “Jurupary” através do Instagram @vocifer

Fonte:Vocifer


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HAMMERFALL: Banda lança edição comemorativa de 20 anos para 'Crimson Thunder'




"Crimson Thunder" conquistou a façanha de ultrapassar a venda de mais de 60.000 cópias, trazendo para a banda sueca o assim tão almejado Disco de Platina.


Não importa o quanto tudo mude dentro da cultura e no mundo em geral, o Heavy Metal vai ficar sempre firme e forte. Ele empodera, engaja e gera força. Basicamente, ele supera qualquer tipo de modismos. E o mesmo pode ser dito do HAMMERFALL. Desde a sua formação em 1993 na Suécia, o agora quinteto formado por Oscar Dronjak (guitarra), Joacim Cans (vocal), Fredrik Larsson (baixo), Pontus Norgen (guitarra) e David Wallin (bateria) resistiram às muitas tempestades e às mudanças nas tendências dentro do mundo da música, sempre se destacando como um dos pioneiros que ainda agitam fervorosamente a bandeira do Heavy Metal.

Nos seus trinta anos de carreira, os titãs suecos lideraram as paradas de álbuns tanto em seu país quanto fora, esgotaram os ingressos das suas turnês, ultrapassaram mais de 100 milhões de streams e 100 milhões de visualizações no YouTube e mais de 1.5 milhão de álbuns vendidos, ao mesmo tempo em que foram indicados para o Grammy sueco inúmeras vezes. E sempre enquanto continuavam defendendo o seu venerável legado a cada novo lançamento.

Após retornar à sua primeira casa, também conhecida como Nuclear Blast, no final de 2022, o HAMMERFALL comemorou mais um grande marco na sua carreira quando os álbuns "Renegade" (2000), "Crimson Thunder" (2002), "Chapter V: Unbent, Unbowed, Unbroken" (2005) e "No Sacrifice, No Victory" (2009) conseguiram o Disco de Ouro na Suécia. Logo depois foi revelado que "Crimson Thunder" ultrapassou 60.000 cópias vendidas, conseguindo assim o tão almejado Disco de Platina.

E para comemorar este feitio, e continuar sua série retrospectiva, o HAMMERFALL lança a edição de aniversário de 20 anos de "Crimson Thunder", remixado e remasterizado por Fredrik Nordstrom, em formato DIGIPACK TRIPLO que inclui faixas de pré-produção inéditas, um novo medley e músicas acústicas ao vivo, além do álbum ao vivo "One Crimson Night".

A banda lança hoje um videoclipe para um medley da faixa "Crimson Thunder":





Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia no seguinte link: https://bit.ly/3GlAksD.


Formação:

Joacim Cans : Vocal 
Oscar Dronjak  : Guitarra
Fredrik Larsson : Baixo
Pontus Norgen : Guitarra
David Wallin : Bateria


Fonte:Nuclear Blast South America

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STELLAR CIRCUITS : Lança nova faixa/videoclipe "Catch Your Death"






Revelação do metal progressivo estadunidense promove novo álbum 'Sight to Sound' que com a nova faixa "Catch Your Death" sugere uma reflexão sobre a luta contra a ansiedade.


A potência do metal progressivo estadunidense, especificamente da Carolina do Norte, STELLAR CIRCUITS, revelou uma intensa nova faixa intitulada "Catch Your Death". A faixa faz parte de seu próximo álbum de estúdio, 'Sight To Sound', que será lançado no dia 9 de junho pela Nuclear Blast.

Assista ao videoclipe para 'Catch Your Death': 





Ouça 'Catch Your Death': https://sc.bfan.link/catch-your-death

Pré-salve/Pré-venda ‘Sight To Sound’: https://sc.bfan.link/sight-to-sound

Comentando sobre a nova faixa, o baixista Jesse Olsen disse:

"'Catch Your Death' surgiu da ideia de lutar contra a ansiedade da morte. Quando recuamos, ficamos satisfeitos com o equilíbrio sonoro da música e sentimos que era uma boa representação para 'Sight to Sound'."



Gravado com Jamie King (Between The Buried And Me, He Is Legend), a estreia da banda na gravadora traz um registro com 11 canções inesquecíveis, repletas de agressividade misturadas á incrível habilidade técnica dos músicos. Ouvir ás músicas da banda promete ser uma experiência de audição ímpar e que realmente traz uma consciência única para a mente.





Tracklist Sight To Sound:

1. Catch Your Death
2. Witch House
3. Pleasure Cruise
4. Skull Beneath The Smile
5. Sight To Sound
6. Truthseeker
7. Alchemy
8. Nightlife
9. For The Birds
10. Learning To Sleep
11. Where Were You


Sobre STELLAR CIRCUITS:

Formado em 2015, o Stellar Circuits surgiu para combinar as polaridades conceituais da música orientada para o groove com a famosa técnica do progressivo. Ao longo da vida do quarteto, eles conseguiram cumprir sua própria profecia, formulando um som central que é complexo e em camadas, ao mesmo tempo em que oferece uma audição que se estende muito além do gênero rock. Visceral, intelectual, com groove, técnico e melodioso raramente são indicadores que podem ser usados ​​para descrever a essência auditiva de uma banda. No caso do Stellar Circuits, a rara combinação faz uma aparição marcante e definitiva em tudo o que fazem.

O quarteto de Winston-Salem, Carolina do Norte, iniciou sua carreira com o EP de estreia em 2015 e lançou seu primeiro álbum completo em 2018. "Ways We Haunt" seria gravado com o conterrâneo Jamie King (Between The Buried And Me, He Is Legend), uma lenda para o estilo, trazendo seu toque e assinatura para o primeiro lançamento de estúdio do Stellar Circuits.

Gerando atenção significativa dos veteranos da indústria da música, Stellar Circuits acabou sendo convidado especial no Chevelle's 2021 N.I.R.A.T.I.A.S, que apresentou a banda para um público significativamente mais amplo. O quarteto viu imediatamente sua base de fãs aumentar exponencialmente, trazendo uma atenção maior á banda como também trazendo uma base que ajudou na construção de uma base sólida em qual eles se estabeleceram desde então.

"Sight to Sound", o segundo lançamento do Stellar Circuits, vê a banda trabalhando mais uma vez com Jamie King para transmitir seu crescimento e expansão no que eles fazem de melhor. O vocalista Ben Beddick destaca o impulsionamento que deram para a frente, retransmitindo a sensação do grupo em “ir além da zona de conforto ao escrever esta música. Para fazer algo real e honesto que todos possamos apoiar.”

Chegando ao público em todo o mundo através da Nuclear Blast Records, "Sight to Sound" expande a natureza progressiva e centrada no groove da banda; combinando peso cativante e força de composição com proficiência técnica que resulta no lançamento mais polido da Stellar Circuits até hoje. O vocalista Ben Beddick expande ainda mais o processo de composição e a trajetória do disco, marcando um “ponto de virada no início do processo de composição que nos conduziu a uma direção conceitual específica. Tudo isto se aproximou de uma compreensão da percepção de nossos sentidos. Este registro serve como uma espécie de invocação. Uma sensação de equalização. O termo ‘sinestesia’ vem à mente…”.

Composto pelo vocalista Ben Beddick, o baixista Jesse Olsen, o guitarrista Jared Stamey e o baterista Tyler Menon, o quarteto estadunidense da Carolina do Norte produz uma música eficaz e incomparável que, sem dúvida, excitará novos ouvintes e satisfará os fãs de longa data. Com 11 faixas originais prontas para impressionar até os aficiconados mais exigentes, "Sight to Sound" alerta o cenário musical global de que o Stellar Circuits chegou - definitivamente.



Assista ao videoclipe do primeiro single da banda, "Witch House":








Fonte:Nuclear Blast South America

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Éclair: Banda paulista lança novo single "País de tabuleiro" com participação de Ciça Moreira




Éclair lança seu terceiro single com a participação da Ciça Moreira entitulado "País de tabuleiro" em todas as plataformas de streaming. A faixa foi pensada em retratar metaforicamente as angústias das classes menos favorecidas em relação a manipulação causada pelo poder em mãos erradas em prol de um jogo sujo que finaliza com um surpreendente xeque-mate.

Na capa é retratada uma cidade, onde é o comum cenário da corrupção, pois por mais que atinja áreas rurais, é a cidade que as negociações e manipulações acontecem. A mão feminina que traz a torre dissipadora representa o comando da corrupção tem o dedo mindinho danificado representando a corrosão social, e é esse dedo que veste a riqueza do anel de rubi.

A banda Éclair, formada em 2012 por Beto Baraúna, Cesar Reinaldo e Gustavo Klein era uma brincadeira de garotos tocando cover em alguns pubs em São Paulo. Em 2015 apareceu a oportunidade de participar de um concurso do Rock in Rio, no qual eles ficaram em segundo com uma gravação demo para propaganda da Volkswagen. Com o passar do tempo eles começaram a escrever músicas autorais tendo em mente a intenção de unir o Rock e outros estilos musicais com letras em português. Hoje é formada por: Beto Baraúna (Vocal), Cesar Reinaldo (Guitarra), Gustavo Klein (Guitarra) e Gabriel Silva (Bateria).

Assita ao videoclipe:







Fonte:Collapse Agency

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BLACKBRIAR : Lança nova faixa/videoclipe "My Soul's Demise"




A revelação do metal sinfônico holandês BLACKBRIAR com mais de 214.000 inscritos e 46,1 milhões de visualizações em seu canal oficial no YouTube e com transmissões que ultrapassam mais de 150.000 no Spotify, o quinteto retorna com uma nova faixa/videoclipe intitulada "My Soul's Demise".

BLACKBRIAR lança hoje uma nova música intitulada ‘My Soul’s Demise’. Conhecida mundialmente por sua visão taciturna e hipnotizante do metal gótico/sinfônico e ter levado o estilo para um nível mais cinematográfico, o grupo já possui três EPs e um álbum completo em sua discografia. A banda está preparando um novo álbum de estúdio com o colaborador de longa data Joost van den Broek.

Ouça “My Soul´s Demise” aqui:
https://blackbriar.bfan.link/my-soul-s-demise

Assista ao novo videoclipe para "My Soul's Demise" aqui:




A cantora Zora Cock falou sobre a nova música:

“My Soul's Demise é uma música sobre amor e dor, onde você está disposto a fazer qualquer coisa por quem você ama, não importa o que aconteça, mesmo que isso signifique que isso irá destruí-lo nesse meio tempo. A pessoa faria o mesmo por você? É inspirado na prática medieval de comer pecados, um ritual em que as famílias enlutadas contratavam um comedor de pecados para consumir os pecados de seus entes queridos. O comedor de pecados comia a comida deixada no peito da pessoa morta. Acreditava-se que a comida absorvia os pecados persistentes do falecido. Os comedores de pecado recebiam quase nada por seus serviços, eram insultados e vistos como pessoas imundas, cheias de pecados. Os aldeões até evitavam olhá-los nos olhos. Aprendi sobre o comedor de pecado ao assistir a um episódio de Outlander, onde um ritual de comer pecados foi introduzido.

Agora fica um pouco mais pessoal. Enquanto lia sobre o ritual de comer pecados e escrevia as letras, lembrei-me de uma história que meu pai me contou uma vez. Há muito tempo, meu pai sofria de psicose e foi internado em uma clínica psiquiátrica. Ele me contou muito sobre suas experiências, como era e como sua mente funcionava naquele momento. Ele pensou que era o diabo encarnado, possuído por algo sombrio, e sentiu como se todos sentissem sua presença maligna enquanto ele passava, todos se afastariam dele. Isso me fez escrever a ponte da música “Ninguém pode nem me olhar nos olhos, todo mundo está se afastando de mim quando eu passo”. De alguma forma, a história de um comedor de pecados medieval me lembrou exatamente como meu pai explicou como se sentia, como se tivesse consumido os pecados e as trevas do mundo.

Também li sobre o último comedor de pecados conhecido da Inglaterra, que foi uma história muito sincera. Seu nome era Richard Munslow e ele morreu em 1906. Acredita-se que a trágica perda de quatro de seus filhos em idades muito precoces, que morreram em uma semana, pode ser a razão pela qual ele ressuscitou o ritual macabro. Isso me fez escrever a música sob a perspectiva de estar disposto a fazer qualquer coisa por aqueles que você ama.

O processo de composição de My Soul's Demise foi bem rápido. Depois de escrever as letras, gravei algumas das minhas ideias vocais a cappella. É assim que geralmente começamos a escrever uma nova música. Então mandei para o René, com um bilhete dizendo que é uma merda e que provavelmente ele poderia jogar no lixo imediatamente. Haha! Felizmente ele não jogou fora, e realmente gostou do que ouviu, e fez o básico para a música naquela mesma noite. Trouxemos o rascunho da música para nosso produtor Joost van den Broek e trabalhamos um pouco mais nela. Outra parte instrumental foi adicionada, então eu precisava criar mais alguns vocais para essa parte extra. Esta foi a parte da ponte mais 'silenciosa', onde estou fazendo algumas coisas estranhas. Eu queria fazer algo com a minha voz como se tivesse acabado de consumir tantos pecados que não aguentasse mais, como se ela tivesse tomado conta do meu corpo, meio que possuído, e se inspirado em Anna von Hausswolff.

Filmamos o videoclipe em uma igreja medieval do século 12 no norte da Holanda e levamos dois dias para filmar tudo. Sempre fico fascinada com a atmosfera de estar em uma estrutura tão antiga, gravar esse vídeo foi perfeito e adequado. Tivemos muita sorte de poder ter toda a liberdade e tempo para sermos criativos.

Outra coisa que foi perfeita, é que toda a banda teve um papel nessa história, até mesmo nosso ex-baixista Frank. Frank tocou o cadáver, e parecia que fizemos um funeral por seus anos como baixista no Blackbriar, comemorando o tempo incrível que passamos juntos. Uma despedida simbólica. Para este vídeo precisávamos de alguns atores extras para testemunhar o ritual. Abrimos uma chamada de elenco para meus seguidores, então as pessoas que você vê sentadas nos bancos são todas de fãs que contribuem com a banda financeiramente. Mas não apenas fãs, você também pode ver meus pais! Para mim, a história do vídeo em si foi mais desafiadora do que outros vídeos que fizemos até agora. Posso dizer que dei tudo de mim, e espero que vocês sintam algo ao assisti-lo. É uma das músicas mais pessoais do álbum."


BLACKBRIAR - My Soul's Demise (OFFICIAL VIDEO)







BLACKBRIAR AO VIVO:

9 a 11 de junho de 2023 Into The Grave, Leeuwarden, Holanda
Mais shows serão anunciados em breve.

Confira também a faixa anterior 'Crimson Faces' aqui:

Ouça 'Crimson Faces' aqui:

Assista ao videoclipe para 'Crimson Faces' aqui:





Sobre BLACKBRIAR:

Formado em 2012 por Zora Cock, René Boxem, Bart Winters e Frank Akkerman, Blackbriar criou seu primeiro single em 2014 com 'Ready to Kill', mas foi o segundo single de 2015, 'Until Eternity', que realmente os impulsionou na cena. Uma faixa arrebatadora com um vídeo igualmente atraente e bonito que possui mais de 18,1 milhões de visualizações desde sua estreia e continua atraindo curiosos. Aproveitando o burburinho crescente em torno deles, eles gravaram e lançaram de forma independente seu primeiro EP, Fractured Fairytales, além de adquirir um segundo guitarrista - Robin Koezen. Este EP estabeleceu uma base impressionante para o som etéreo e de tirar o fôlego da banda e trouxe novas oportunidades, incluindo datas para uma turnê que passou pela Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Suíça, República Tcheca, Hungria e muito mais, onde tocaram ao lado de EPICA, HALESTORM, IN THIS MOMENT, DELAIN e MAYAN. Para seguir em frente com controle total de seus ideais criativos, a banda financiou com sucesso o EP seguinte intitulado We'd Rather Burn, e o trouxe à vida em outubro de 2018. Este EP seria a primeira vez que a banda trabalharia ao lado do cultuado produtor Joost van den Broek, e essa colaboração permitiu que o som caprichoso e enigmático de Blackbriar atingisse novos patamares sonoros. A banda lançou no mesmo dia um vídeoclipe feito por eles mesmos para a faixa 'I'd Rather Burn', o EP consequentemente exibiu uma sensação mais forte de atmosfera onírica e trouxe aos ouvintes contos lindamente sombrios de bruxas, criaturas da floresta e sereias do mar. O tecladista Ruben Wijga (ex-Re-Vamp) começou a assumir um papel maior e começou a fazer shows e se envolveu completamente no processo de composição das músicas desde Fractured Fairytales.

Seguiu-se um agitado 2019, a banda lançou o mais obscuro single 'Snow White and Rose Red' em maio daquele ano. Um dueto com Ulli Perhonen, sua visão dos contos de fadas dos Grimm apresentava visuais cinematográficos impressionantes para acompanhar a trilha fascinante. Continuando a se aprofundar nos reinos dos contos de fadas, o BLACKBRIAR fechou o ano com seu terceiro EP, Our Mortal Remains. Sempre aprimorando sua mistura inebriante de narrativa e musicalidade de tirar o fôlego, o EP também trouxe novas oportunidades ao vivo. Seguiram-se pequenas turnês esgotadas com o EPICA em 2019 e 2020, bem como uma apresentação de abertura esgotada para o show de lançamento do álbum Apocalypse & Chill, do Delain, em Utrecht. Os planos para o futuro da banda foram suspensos devido ao COVID-19. Defendendo sua independência contínua, que incluía tudo, desde a composição de músicas, manutenção de sua presença na web, supervisão de merchandising, bem como filmagem e produção de seus próprios vídeos e fotos, Blackbriar procurou seus fãs assíduos e leais para obter fundos para tornar seu trabalho completo.

Os fãs atenderam com fervor ao apelo, atingindo a meta dos € 25.000 em menos de 24 horas, terminando com um total de € 70.000 para a gravação do álbum. Foi uma conquista impressionante para uma banda independente, provando sua forte presença na Internet, com mais de 214.000 inscritos no YouTube e 46,1 milhões de visualizações de canal, além de 27,6 milhões de transmissões no Spotify e 150.000 ouvintes mensais. Entrando em 2021, a banda abriu um pouco mão do controle ao assinar com a Doomstar Bookings para ajudar a apoiar adequadamente seu primeiro álbum de estúdio, The Cause of Shipwreck, lançado em abril daquele ano. Foi gravado com o renomado produtor Joost van den Broek (Epica, Ayreon, Powerwolf) no Sandlane Recording Facilities, e este lançamento mostrou a evolução contínua da banda com sua narrativa gótica magistralmente sombria e estética teatral. No palco e ao vivo, a banda alcançou o sucesso com seis shows esgotados em casas de shows holandesas, estendendo-se posteriormente a mais territórios europeus, como Alemanha, Bélgica, Suíça, França e República Tcheca.

Apesar de um 2021 de muito sucesso, a banda ainda ansiava por mais, lançando seu último single, 'Fairy of the Bog' em dezembro daquele ano. A faixa é uma mistura de folclore, mito e história antiga regional em um pacote mais místico e mágico, mostrando o que o BLACKBRIAR faz de melhor. Em abril, a banda se separou do membro fundador e baixista Frank Akkerman, dando as boas-vindas a Siebe Sol Sijpkens, da Holanda, como seu novo baixista. Um artista feliz e enérgico com uma vida inteira de apresentações globais, ele é uma adição bem-vinda á banda que está em contínuo esforço. Com sua visão olhando firmemente para o futuro, com uma grande gravadora por trás deles, eles estão de olho em 2023 para evocar seu canto de sereia mais mortal até agora. Muito elogiados e nomeados três vezes para 'Melhor Artista' no EuroSonic/Noorderslag's Popgala Noord Awards (2018, 2020, 2022), e apoio contínuo dos fãs com totais mensais atuais de streaming no YouTube e Spotify se aproximando de 1 milhão de transmissões, o mundo está preparado e pronto para uma jornada espetacular. BLACKBRIAR continua subindo e está pronto para atraí-lo para o mar para que que seja arrastado por ganchos viciantes, paisagens sonoras cinematográficas e narrativas sombrias e caprichosas.

Formação : 

Zora Cock : Vocal 
René Boxem : Bateria
Bart Winters : Guitarra 
Robin Koezen : Guitarra 
Siebe Sol Sijpkens : Baixo 
Ruben Wijga : Teclado 


Fonte:Nuclear Blast South America

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ANTRVM : Estreia com single e videoclipe “Not Dead Enough”




O projeto ANTRVM foi criado para movimentar o cenário do metal extremo nacional com uma proposta simples mas audaciosa. A banda estreia com o single “Not Dead Enough”, que chega acompanhado de um videoclipe com projeções cinematográficas, filmado em São Paulo, produzido por André Neves, Victor Cutrale e Vibe Loka com direção e edição por André Neves.


A canção apresenta a ideologia pesada, ousada e caótica da banda, junto com o som agressivo e muito técnico. “O processo criativo para a Not Dead Enough trouxe alguns desafios para nós. Como a música é praticamente um tributo ao estilo, buscamos referências no death metal tradicional, melódico e até black e thrash metal. O resultado final é esse. E nós gostamos”, comenta o guitarrista Victor Henrique.


A ideia da música em si é um tributo ao Death Metal, que traz uma atmosfera sonora nostálgica ao mesmo tempo que exala um frescor derivado da energia jovial e mente visionária dos integrantes. Uma música que traz o lado épico e brutal das composições do estilo. A letra narra um apocalipse zumbi demoníaco, destruindo a sociedade e sua hipocrisia. “Queríamos fazer o som mais poderoso possível, um tributo ao estilo, sem deixar de ser empolgante. Você consegue ter a sensação de velocidade máxima e peso esmagador. É uma música que representa onde queremos chegar”, comenta o vocalista Victor Cutrale.



ANTRVM (“An-trum” do latim), que significa cavidade ou caverna. O projeto foi idealizado em novembro de 2020, durante um reencontro entre os amigos Victor Cutrale e Victor Henrique, que se conhecem há 17 anos e já haviam tocado juntos, mas nunca chegaram a produzir música autoral.

Naquele dia decidiram compor uma trilogia de EPs, inspirados em filmes de horror. Em meio a pandemia, os encontros para trabalhar eram sempre muito cautelosos e muitas coisas eram feitas a distância. Todos os músicos gravaram suas partes em suas respectivas casas por questões de segurança, apenas os vocais, de Victor Cutrale, foram feitos no estúdio Loud Factory. O EP de estreia, ‘Defiler’, foi gravado em setembro de 2021 e será lançado oficialmente em breve.

Todas as músicas foram compostas por Victor Cutrale e Victor Henrique, com participação de Yohan Kisser. As letras foram escritas por Victor Cutrale, Victor Henrique e Thiago Martins (Hatematter). A bateria foi gravada por Mauricio Weimar e o baixo por Ayka Pilli.

Hoje o line up conta com Victor Cutrale (ex-Furia Inc) nos vocais, Yohan Kisser (Sioux 66) e Victor Henrique nas guitarras, Matt Carrilho (Kryour) na bateria, e Bruno Nicolozzi (Worst) no baixo. Atualmente a banda se prepara para lançar uma série de singles e promover seu nome no cenário mundial.


Assista o novo vídeo AQUI!







Ouça o novo single "Not Dead Enough” AQUI!

Gênero: Death Metal


Selo: Canil Records


Gravação: instrumento foi gravado separadamente na casa de cada integrante e vocais na Loud Factory com Wagner Meirinho

Mixagem: Brendan Duffey

Masterização: Brendan Duffey

Fotografia: Léo Xavier


Formação:

Victor Cutrale :Vocal
Victor Henrique : Guitarra
Yohan Kisser : Guitarra
Bruno Nicolozzi : Baixo
Matt Carrilho : Bateria


Links Relacionados :

https://www.instagram.com/antrvm.official/


Fonte:Reverbera Music Media

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Drenna : Fala de autoaceitação em ‘Me Desculpa’, último single antes do novo disco




Música foi composta junto à Morgado e Guerra (Varandão), mais dois artistas do selo Toca Discos.


O mundo impactado pelas redes sociais é o mundo dos filtros, das relações plásticas e da desconfortável e voraz cobrança por padrões a serem seguidos, um processo que legitima alguns corpos e inviabiliza muitos outros. Mas o mundo da Drenna vai à contramão e pede desculpa por mera educação ao falar em autoaceitação: “Me desculpa, mas eu sou assim”, branda o refrão do novo single “Me desculpa”, no streaming pelo selo Toca Discos e distribuição digital da Altafonte Brasil.

Ouça aqui: https://links.altafonte.com/Drenna_MeDesculpa.

“Me desculpa”, um rock dançante, com guitarra, baixo e bateria bem marcados, tocados respectivamente por Drenna Rodrigues (também a vocalista), Bruno Moraes e Milton Rock.

A música foi concebida durante um songcamp de três dias no mítico estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, dos produtores Felipe Rodarte Constança Scofield.

Neste processo, na Toca, foi composta junto à Morgado e Guerra, dois compositores e cantores do cast da Toca Discos, que compartilham com a Drenna a busca por quebra de paradigmas de padrões, tanto na imagem como na sonoridade.

Mas a música é curativa, é contra padronizações e favor de ambientes plurais e de respeito mútuo.

Com um som bastante pulsante e um refrão forte, a Drenna mostra o quarto e último single antes do novo disco, que chega às plataformas de streaming – também pela Toca Discos – no dia 26 de maio. Anteriormente, o power trio carioca lançou ‘A Praia’, ‘A Casa’ e ‘Haters’, num trajetória em que mostra a evolução da sonoridade puramente roqueira à incorporação de elementos contemporâneos, que remetem ao indie, trap e pop.

“O normal é sempre algo ditado por um sistema de controle, crenças enraizadas ou mecanismo de moda, venda ou consumo. A normalidade fica apontando para os corpos dos outros dizendo o que tem que ser ou não. O corpo não é moda e nem pode estar à serviço dela. Definir um tipo de corpo como tendência é também ditar corpos que não podem existir. Influenciadores tem o poder de promover uma obsessão coletiva por padrões estéticos à serviço do consumo. A patologização dos corpos gordos que são lidos como doentes pela sociedade tão somente para apartá-los do convívio social e do afeto e não para designar tratamentos de saúde. A pressão para performar feminilidade - cabelos longos, depilar, maquiagem - ou masculinidade - cabelos curtos, músculos, não usa determinadas roupas, maquiagem ou esmaltes. As mulheres especialmente aprendem a procurar defeito no espelho”, fala Drenna sobre o processo criativo de “Me desculpa, mas eu sou assim”.








Links Relacionados :

www.facebook.com/bandadrenna

www.instagram.com/bandadrenna

twitter.com/drenna_rock


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Origami Aquém : Traz melancolia e estética vintage em 'Bebê Conforto'




Um videoclipe reforça o lançamento do novo single do quarteto sergipano nas plataformas de streaming, via Caravela Records.

'Bebê Conforto' é a nova música do quinteto sergipano de rock alternativo Origami Aquém, que traz referências de indie rock, surf rock e da nova MPB. O single chega às plataformas de streaming pelo selo Caravela Records.

Ouça 'Bebê Conforto' aqui: https://bfan.link/bebe-conforto.

Nesta single, o Origami Aquém apresenta uma música calcada na neo psicodelia, uma semi-balada. É uma música leve e suave - requintes de uma canção de amor, aos moldes do DNA do banda sergipana. Tem um pouco de melancolia e um pouco de humor.

A estrutura de 'Bebê Conforto' surpreende pela ousadia em não seguir padrões e se apresenta diferente do comum no mercado fonográfico.

Um videoclipe com estética vintage reforça o lançamento de 'Bebê Conforto'. "Algo meio Beatles, é classudo e não sai de moda!", comenta o vocalista/baixista Serjo Almeida. A paleta de cores do verde e do amarelo cria uma identidade visual bem característica da banda neste e em todos os futuros lançamentos.

Assista ao clipe de 'Bebê Conforto' aqui: 





Completam a Origami Aquém: Vítor Brito (guitarrista), David Morais (baterista), Danillo Matos (guitarrista/vocalista) e Igor Elias (tecladista/vocalista).

Este é o segundo single de um EP, previsto ainda para 2023. A banda promete entregar um registro inovador e maduro. O single anterior, lançado em fevereiro de 2023, é 'Pensamentos que me levam a você'. Ouça aqui: https://bfan.link/pensamentos-que-me-levam-a-voce.
A Origami Aquém

Origami Aquém é uma banda formada em 2020 com a intenção de unir o moderno ao vintage, trazendo uma sensação de acolhimento e nostalgia para todos os ouvintes.

As convicções artísticas são voltadas principalmente para a originalidade, em não limitar nossa arte, permitindo aos músicos compor temas e estilos diversos, sempre buscando surpreender.

Com mais um single lançado, o desejo é crescer na cena indie nacional e figurar nosso nome entre o das bandas grandes e médias da cena.

Para a banda, a música é uma forma de acolhimento e união, buscamos juntar as pessoas, sem limitações criativas.

"Gostamos de nos sentir o mais próximo possível do nosso público, com transparência e descontração em vários momentos. E achamos que o papel da música é justamente esse, tocar e unir as pessoas, criando laços que vão além da arte", eles afirmam.

A nova formação da banda estreou nos palcos neste início de 2023 em um evento ao lado de outras formações em ascensão da cena alternativa sergipana, como Amagatos e Cidade Dormitório.

"O último show foi sensacional, talvez um dos maiores shows de bandas independentes que já teve aqui na cidade. É muito legal saber que estamos conseguindo engajar o público ao nosso trabalho", comenta a Origami.
A cena de Sergipe

A Origami Aquém vive um momento de renovação sonora e ocupa espaço e atenção na prolífera cena de Sergipe.

"Temos reconhecimento das bandas e artistas mais antigos da cena e dos artistas mais novos também, esse carinho pela nossa banda é muito legal, pois fica claro o reconhecimento que as pessoas tem pela Origami", comenta Serjo.



Fotos de divulgação por Coletivo Cinestesia (@coletivo.cinestesia)

Ficha Técnica do clipe/música

Letra: Sérgio Guilherme
Teclado: Igor Elias
Backing vocals: Danillo Matos e Igor Elias
Guitarras: Vítor Brito e Danillo Matos
Baixo: Sérgio Guilherme
Vocal: Sérgio Guilherme
Bateria: David Morais
Assessoria de imprensa: Tedesco Media
Produtor: Hell Productions/ Bruno Vasconcelos
Estúdio de Gravação: Impulse Art
Produtor Musical: Pierre Lima
Distribuição: Caravela Records
Gravadora: Belive


Links Relacionados :

www.instagram.com/origamiaquem

https://www.youtube.com/channel/origamiquem

https://campsite.bio/origamiaquem


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia


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Projeto alemão Screaming Bones lança vídeo de “Dragonfly” via Wormholedeath Records




O projeto pesado psicodélico da Alemanha, Screaming Bones, liderado pelo idealizador Mike Ludwig, está de volta com uma nova faixa hipnotizante, “Dragonfly”. A faixa faz parte do próximo relançamento do da obra-prima da banda o álbum “And It’ll All Be Good” via Wormholedeath.

Com “Dragonfly”, Screaming Bones leva o ouvinte a uma jornada através de uma paisagem sonora hipnótica repleta de riffs de guitarra pesados ​​e tons quentes e aveludados. A faixa mostra as proezas musicais de Ludwig e sua capacidade de transportar os ouvintes para um mundo de maravilhas psicodélicas.

O vídeo de “Dragonfly” captura perfeitamente a essência da faixa com visuais impressionantes e hipnotizantes que acompanham a música. Screaming Bones ganhou reputação por apresentar algumas das músicas de metal instrumental mais inventivas e únicas dos últimos anos.

“And It’ll All Be Good” é uma prova da habilidade de Ludwig e seu compromisso em ultrapassar os limites do gênero. Os fãs de metal instrumental e rock psicodélico não vão querer perder "Dragonfly" e o próximo relançamento de "And It'll All Be Good".

“Dragonfly”: 








Fonte:Collapse Agency


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Do estrondo punk ao samba de asfalto, Magma Velvo, surge na cena carioca como uma fagulha criativa




Nós somos o Magma Velvo! Nós quem? Todo o mundo e nenhum mundo. Eu e tu. O pai e o filho. O santo e o profano. É o preenchimento e o vazio. A unidade e o devir. O “in” e o “iângue”. O sublime e a baixaria. É a castidade e a sacanagem. O Magma Velvo é tudo e não é nada. O Magma foi, é, e será. Esteve presente nas primitivas manifestações do “Om”.

O Velvo foi o monólito inspirador dos primeiros batuques feitos com ossos; esteve presente no antigo Iraque, na concepção do Hino Hurrita; está nas cantigas das crianças e nas lamentações dos adultos; Magma Velvo é a Marselhesa dos Jacobinos, o banzo sonoro dos pretos catadores de algodão do Mississipi, é a tradição de Donga e Cartola, a guitarra punk, distorcida e “desafinada”. O Élan magmático hoje, no século 21 da era comum, está em Jorge Magalha e “Araquem?”, e pode ser apropriado e encarnado em qualquer coisa ou qualquer um.

A banda segue promovendo seus últimos lançamentos; "Samba Sangrando" e "Aquilombados Exusiásticos".

"Samba Sangrando" é a faixa que inaugura o espírito de Magma Velvo. Nos tempos atuais, só se samba se sangrar um pouco, se doer um pouco, se sofrer um cado. No Brasil, o meio ambiente e o trabalhador vêm em último lugar. A música e vídeo têm a intenção de retratar as ambiguidades do Rio de Janeiro, do Brasil e do Mundo, por meio de cenários de abandono e aridez.

"Aquilombados Exusiásticos" é uma canção-reverência ao poder do povo afrobrasileiro através, sobretudo, do feminino, do corpo e do seu movimento com o universo, do ritmo e da memória das conquistas gloriosas e das dores incessantes. É a celebração da conexão entre o som e a alma. O sonho de liberdade e a luta contra a intolerância que veio desde Zumbi à Abdias, de Dandara à Marielle.

Conversamos com a banda sobre suas influências musicais, planos futuros, trajetória, entre outras curiosidades. Confira!

Como e onde surgiu a ideia de formação da banda? Jorge Magalha: Tudo veio do ócio e da nostalgia do isolamento no auge da pandemia, a partir do exercício de compor canções em parceria pra ver o que sai. As canções foram se multiplicando, e delas nasceu a ideia do projeto com algum nome, marca, identidade pra poder gravar e se propagar. Araquem?: Magma Velvo surgiu da necessidade! Foi parto, vômito, impulso e intuição. Surgiu da necessidade de fazer e criar – programação inata em todos nós. A fagulha criativa de Jorge Magalha, Araquem?, Victor Louzada e Julio Longo ascendeu, acendeu e se espalha como brasa quente. Se você ainda não se queimou, cuidado! Se chegar perto, vira fogo. Magma Velvo é filho e fruto da pandemia. Surgiu, como tudo que é bom, das mesas de bar do bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, em 2020.

De onde surgiu o nome "Magma Velvo”? Jorge Magalha: É resultado de uma experiência coletiva inconsciente transcendental que ocorreu com cada membro da banda de forma separada e única. Mas resumindo, Magma Velvo é o lúdico mistério da vida através dos sentidos.

Quais são as principais influências musicais da banda? Araquem?: A flor que vence a resistência do asfalto. O dia nublado, sem chuva. Os atos desinteressados de solidariedade. A alegria ingênua do carioca. Bar com mesa de plástico e Heineken gelada. Um show do Ratos de Porão no Circo Voador; um choro no Nam Nam. Isso, pra gente, é a beleza das trivialidades. O feio também impacta: as ações vis e mesquinhas. O lixo, a sujeira. A decadência elegante da cidade do Rio. O caos climático, social e político. A nudez obscena do antigo rei do Brasil. O fascismo tupiniquim. A banalização do vírus, da morte, do mal. A possibilidade da guerra nuclear. O Cinema de Glauber Rocha e Luis Buñuel nos influencia. A poesia de Augusto dos Anjos, a prosa de Isaac Asimov; o absurdo de Camus e o desespero de Cioran; a música “nova”, a música “velha”, a música daqui, a música de lá; a guitarra elétrica, a caixinha de fósforos. Chico Buarque e Cólera. Tudo que tá no mundo é fluência e influência. Basta estar aberto e disposto para se deixar contaminar. A práxis magmática é reflexão e ação. E, depois, reflexão e ação, novamente. Somos os criadores, adeptos e propagadores da doutrina do “Sim”. “faça o que quiseres pois é tudo da lei”. Um muro erguido cumpre a função de dividir; um muro caído cumpre a função de unir aquilo que estava separado. A nossa é a filosofia do “muro caído”. Limite, para nós, é o filme do Mário Peixoto. Jorge Magalha: Com a benção de Sister Rosetta e Jimi Hendrix, Nelson Cavaquinho e Clementina de Jesus. Do bater do coração à explosão da bateria das escolas de samba na Sapucaí. Do estrondo do punk mais violento ao suingar do funk mais malicioso.

A banda lançou recentemente dois videoclipes e dois novos singles. Como foi a gravação e produção desses novos conteúdos? Jorge Magalha: Na base do amor, da amizade, do compromisso e respeito. É claro que nem tudo sempre é amor, tem ódio também pra dar uma equilibrada rsrs. Mas temos um grande orgulho e felicidade de ter trabalhado com pessoas de talento incrível. Artistas fora da curva como Macário, Darlin Carvalho, Sid Dore, Ju Santana entre outros. Fora a galera técnica do audiovisual que é da guerrilha por natureza. Araquem?: O Magma possui três lançamentos nas plataformas digitais. Todos com vídeo-clipe. “Samba Sangrando”, dirigido por Sid Dore, o primeiro, ganhou o Prêmio de Melhor Fotografia no 11° Fest Clip (Festival de vídeos da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo). Lançamos, depois, “A Terra entrou em transe”. E o nosso último single foi “Aquilombados Exusiásticos”, com direção do nosso Jorge Magalha.

A cena independente costuma não ser tão favorável às bandas alternativas. Quais as dificuldades que a banda já passou nesse cenário e quais as maiores motivações da banda? Victor Louzada: O Magma Velvo é uma banda recente e que está experimentando seus primeiros passos na cena independente, ou underground como alguns preferem se referir. Nossas experiências com bandas anteriores nos levam a crer que a baixa visibilidade dessa cena é um dos grandes fatores desfavoráveis às bandas alternativas, isso faz com que grande parte dos esforços realizados por parte das bandas fiquem alocados em pequenos nichos onde suas músicas circulam. Por outro lado, recentemente tocamos no Aldeia Rock Festival, um festival de grande relevância no estado do Rio de Janeiro, que mescla tanto bandas novas quanto bandas mais consolidadas no cenário nacional, onde já passaram bandas como: A Cor Do Som, Garotos Podres e Celso Blues Boy. Isso prova que também há pontos positivos como a existência de uma rede capaz de articular essas bandas e dar-lhes mais notoriedade. É nisso que apostamos.

Como vocês enxergam a trajetória do Magma Velvo, conquistas e o amadurecimento desde o primeiro dia juntos até hoje? Jorge Magalha: Somos um bebê, vovô-bebê. Mas o início da trajetória está sendo prazeroso demais. O primeiro show no Aldeia Rock Festival foi incrível! Público bastante receptivo e caloroso. Araquem?: ”Somos um bebê", que ainda engatinha, tateia e, tudo que vê, coloca na boca. Como é novinho, ousa propor uma atualização dos vários gêneros que fazem sua cabeça. E, por ser ainda ingênuo, não tem medo do atrevimento de tentar ser original.

Suas músicas demonstram muita intensidade e entrega por parte da banda. Existe alguma composição que seja mais especial para vocês? Há previsão de novo lançamento? Jorge Magalha: Cada um deve ter uma. Teria que fazer uma votação. Araquem?: É como perguntar para uma mãe se ela tem um filho preferido. Ela até deve ter, mas não seria prudente revelar quem é. Acho que a composição especial é sempre a próxima, a que está para nascer. E, por esse motivo, recebe um pouco mais de atenção. Há previsão para o lançamento de muita coisa boa ainda esse ano. Temos um tanto de músicas prontas, e mais um tanto de músicas sendo construídas. É útero-fábrica! As filhas terão muitas irmãs.

"Samba Sangrando": 






"Aquilombados Exusiásticos": 






Fonte:Collapse Agency


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Projeto de black metal sinfônico Puerignis lança novo álbum "Sons of Abomination" via Coffin Joe Records




Liderada pelo músico Cypher (Nelson Rodrigues), Puerignis é uma banda singular que apresenta uma abordagem única de black metal sinfônico moderno, combinando instrumentos clássicos com sintetizadores modernos e técnicas de guitarra e orquestração. Com influências que abrangem desde o death metal até a música clássica, a banda tem como objetivo oferecer uma nova perspectiva sobre o gênero.

Com sua abordagem original, a banda busca imprimir um novo viés no cenário do black metal sinfônico moderno, conquistando cada vez mais seguidores. Seu novo álbum, "Sons of Abomination", lançado pela Coffin Joe Records, é uma obra musical que redefine o metal sinfônico moderno, unindo elementos clássicos com técnicas de produção e guitarra inovadoras.

Com oito faixas inéditas, o álbum apresenta uma variedade de sons e temas que refletem a visão artística e criativa de Puerignis. Com produção impecável, destaca a habilidade de Nelson Rodrigues como compositor e arranjador, oferecendo uma experiência musical extrema e emocionante. "Sons of Abomination" é uma mistura única de agressividade e sofisticação, que leva o gênero a novos patamares de criatividade.

Com o lançamento deste álbum, Puerignis se consolida e mostra que a criatividade e originalidade são as chaves para o sucesso na música contemporânea. Esta obra musical merece ser apreciada por todos os fãs de música que buscam algo diferente do convencional. "Sons of Abomination" já está disponível em todas as plataformas de streaming e promete muito com sua abordagem única e inovadora do gênero.

Tracklist: Technological Caprice, Virtual Luxury, A.I (Cyber Apocalipse), The Wolves and Snakes Reunion, Total Disconection, Sons Of Abomination, Screaming of the Abyss & Technological Symphony.

Escute "Sons of Abomination": https://open.spotify.com/album/3FgG48RzCvix6ycWNJjLKd

O projeto de Black Metal Sinfônico Moderno Puerignis lançou em março o videclipe de "Virtual Luxury", faixa que faz parte do novo full "Sons of Abomination". Nesse foi usada uma atmosfera sombria, direta, bonita e sincera acerca do que o homem acredita ser nocivo na sociedade moderna. Assista aqui: 








Fonte:Collapse Agency

 
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Unindo música brasileira, rock e metal progressivo, The True Love Brothers lança novo EP “Florestas da mente”



The True Love Brothers lança novo EP “Florestas da mente”.

A banda de rock alternativo The True Love Brothers lança o segundo EP “Florestas da mente”, onde a influência de rock e metal já é mais presente, mas sem perder a originalidade. A banda segue em processo de divulgação deste segundo EP e em busca de oportunidades de tocar as músicas ao vivo. A banda pode ser encontrada em todas as mídias sociais e ambos os EP’s estão disponíveis nas plataformas digitais.

Fundada em 2015 por amigos, a banda natural de Jaguariúna-SP, conta com influências diversas como música brasileira, rock e metal progressivo, a proposta é fazer um som original, criativo e acessível. Em 2022 a banda lança seu primeiro EP “Crônicas de areia”, onde predomina a mistura de rock com música brasileira.

EP “Florestas da mente”: https://open.spotify.com/album/42XP4nYc6lDYM0ysPH94nt

Fonte:Collapse Agency 

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Treva : Lança Renasce em Dor, com participação de Rodrigo Lima (Dead Fish)




Single, no streaming e em videoclipe, a segunda lançada pela banda, também tem vocais da cantora independente Julie Xavier

Como um canto em homenagem a todos e todas de pele preta, 'Renasce em Dor' é a nova música que o quarteto Treva lança no streaming e em videoclipe, com participação nos vocais de Rodrigo Lima (Dead Fish) e Julie Xavier. O single é mais um lançamento da banda via El Rocha Records, com distribuição digital da Altafonte Brasil.

Confira aqui o clipe: 








Ouça 'Renasce Em Dor' nas principais plataformas de streaming: https://links.altafonte.com/renasceemdor.

'Renasce em Dor' é a segunda música do Treva, que sucede a potente 'Onde Morre o Sol. O guitarrista e vocalista Felipe Ribeiro fala da força e representatividade deste single.

"Fala de perseverança. Mesmo contra todas as adversidades e séculos de opressão, pessoas pretas fizeram das suas histórias de vida verdadeiras biografias de resistência e luta em busca de uma sociedade mais justa e uma realidade mais amena".

A música emana, por meio de um rock mais visceral e direto, o espírito da musica preta que surge da dor nos campos de trabalho escravo ou nas rodas de samba dos antigos centros urbanos, que atenuam o sofrimento e trazem esperança por dias melhores.

"Aquela que faz renascer da dor a força que nos mantém firmes e em movimento. O som que vem da alma. Que alimenta os sonhos e a luta que nos mantém vivos”, completa Ribeiro.

Mas 'Renasce em Dor' também é curativa, uma forma do Treva mostrar como a música é um mecanismo social para seguir em frente, encarar os problemas.

"Sempre que nos escravizaram, sempre que nos massacram, sempre que nos oprimiram, toda vez que nos mataram, e foram muitas vezes na história; Renascemos. E todas as vezes que renascemos, a música estava presente contando as nossas histórias ou amenizando as nossas dores", contextualiza o vocal/guitarrista do Treva.
As participações de 'Renasce em Dor'

Rodrigo e Julie, como convidados nos vocais ao lado de Ribeiro, reforçam o caráter especial de 'Renasce em Dor'. "Uma das ideias que eu sempre tive desde que montamos a banda é sempre manter as pessoas queridas próximas", conta Ribeiro.

"A Julie Xavier é uma amiga de longa data e uma artista talentosíssima. Ela sempre me falava sobre eu voltar a fazer música. Me incentivou muito!".

O vocalista do Dead Fish é também amigo de longa data do pessoal do Treva. "Senti na hora que o Rodrigo tinha que fazer parte dela. Ela tem um sentimento que eu queria que o Rodrigo fizesse parte. Falei isso para ele e ele aceitou na hora!"


Treva, a banda

Treva é Chris Wiesen (guitarra), Felipe Ribeiro (guitarra e vocal), Eduardo Moratori (baixo), dois ex-Confronto, e Pedro Hernandes (bateria), experientes músicos do rock nacional, se juntaram em 2021 para um novo projeto com referências de punk rock, folk e blues.

‘XXVII’ (confira aqui) foi a primeira amostra do que é o Treva, uma intro com cerca de um minuto e meio recheada de riffs, peso e atmosferas sombrias. Em seguida a banda lançou - em clipe e no streaming - a faixa 'Onde Morre o Sol', confira aqui.

Os lançamentos do Treva serão feitos pela El Rocha Records, o selo do estúdio El Rocha, com a produção, mixagem e masterização do renomado produtor Fernando Sanches.

O El Rocha Records é a casa de três nomes importantes da produção musical brasileira: Daniel Ganjaman, Fernando Sanches e também com participação da Carox. Recentemente foram responsáveis pelos lançamentos da Deb and the Mentals e da dupla A Ride for Two e The Gramophones.

Acompanhe a banda aqui: www.instagram.com/oficialtreva.


Ficha técnica de Renasce em Dor

Gravadora: El Rocha Records.
Produção: El Rocha Records e TREVA.
Co-Produção: Felipe Ribeiro e Chris Wiesen
Pré-Produção: Chris Wiesen
Gravado por: Fernando Sanches e Rodolfo Duarte
Mixagem: Fernando Sanches
Masterização: Fernando Sanches

Video Clipe por: Johnny Mellow Filmes
Direção: Johnny Mellow
Edição: Johnny Mellow
Finalização: Johnny Mellow Times

Apoio: Sabot e Buena Vista Barber Club.

Treva é:
Felipe Ribeiro (Voz e Guitarra)
Chis Wiesen (Guitarra)
Pedro Hernandes (Bateria)
Eduardo Moratori (Baixo)

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia

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