domingo, 14 de julho de 2019

Agora é oficial: Bruno Covas anuncia 8 de junho como Dia do Metal em São Paulo



Bruno Covas, prefeito de São Paulo, anunciou hoje que o dia 8 de junho será o Dia Municipal do Metal. A data escolhida para celebrar o gênero marca a morte de André Matos, vocalista das bandas Angra, Shaman e Viper. 

A mobilização pela homenagem começou nas redes sociais motivada por fãs dos grupos de Matos e posteriormente foi protocolada como Projeto de Lei. 

Fonte:Uol 

1950 e o Rock: A década da música que mudou o mundo



Nascido no R&B e no Country, criado na rebeldia e segregação racial: o rock n' roll em seus anos iniciais.

Para algumas pessoas, tudo começou na calada da noite: entocado em seu quarto com as orelhas coladas no rádio em que tocam vozes elétricas carregadas de intensas emoções e propulsionadas por um ritmo cinético e selvagem e pela estática da madrugada. Para quem crescia na classe média branca dos anos 1950, era novidade, nunca ninguém tinha ouvido nada assim, mas reagiram, e instantaneamente se converteram.

Viraram fiéis antes de saber que aquilo tinha acabado com tudo familiar em suas vidas. Perguntavam a amigos, e talvez irmãos mais velho. Encontraram o que chamava-se rock & roll. Era tão mais vital e vivo do que qualquer outra música que tinham ouvido antes, e precisava de uma nova categoria, já que o rock era muito mais do que música para todos. Era uma obsessão, um modo de viver.

Para outros, começou um pouco mais tarde, com a primeira visão do Elvis Presley na televisão da casa. Mas para quem cresceu nos anos 1950, não parecia importar como ou onde tinham ouvido a música pela primeira vez. Todas as reações eram uniformes. Sabiam, ali, que um cataclisma sônico estourava (aparentemente) do nada, com o poder de mudar as vidas para sempre. Porque era, obviamente e sem contestações, a música deles. Se havia dúvidas no começo, a reação horrorizada dos pais - ou, na melhor das hipóteses, proibitiva - baniram essas questões. Crescendo em um mundo ainda não codificado, finalmente aquela geração achou algo para eles: para todos e para cada um.

Mas onde começou isso? Da onde veio? Mais de meio século depois da primeira explosão do rock n’ roll em toda a sua glória, não temos ainda uma resposta simples e definitivas para essas questões. Claro, são complicadas, já que as respostas dependem de como você define o estilo.

Fats Domino, o mais amável e pragmático artista da primeira geração rock n’ roll, foi questionado sobre as origens da música em uma entrevista para televisão nos anos 1950. “Rock n’ roll não é como o R&B”, respondeu com característica franqueza. “e nós tocamos isso há anos em Nova Orleans.” Este é um argumento válido: todos os artistas de rock pioneiros, negros ou brancos, do campo ou da cidade, foram influenciados pelo R&B, pela música popular dos negros do final dos anos 1940. R&B abrangia o som de tudo, desde as bandas de swing do Kansas, ou um grupo acapella de Nova York, até o blues de Chicago. E até onde Fats Domino sabia, rock n’ roll era simplesmente uma nova estratégia de marketing para o estilo que ele fazia desde 1949. Mas o que diziam os outros pioneiros?

Quando começamos a analisar, descobrimos que a maioria dos artistas de rock mais distintivos e influentes da metade dos anos 1950 faziam música que não podiam, em aspecto algum, ser definida como uma continuação do R&B dos anos anteriores. Não existia precedentes no R&B para artistas como Chuck Berry, que combinava a música caipira, blues e swing-jazz em medidas iguais e escreveu músicas sobre a vida adolescente e cultura geral que tanto jovens brancos quanto negros achavam interessantes. (Louis Jordan, ídolo de Berry e também Bill Halley, chegou perto disso, mas suas músicas com histórias profundas eram focadas tanto em adultos como em adolescentes, e qualquer aspecto caipira em suas músicas eram para fins cômicos.)

Certamente, a música popular nunca tinha visto um artista cuja potência vocal, presença de palcos e aparente integração de influências tão diversas como o down-home blues, pentecostalismo e hits musicais cantarolados em alguém que lembrasse remotamente Elvis Presley. E onde, fora dos corais de igrejas dionisíaco mais doidas, alguém tinha visto ouvido algo como Little Richard?

Sam Phillips, o patriarca do rock cujo selo gravou Elvis, Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Johnny Cash e outros artistas iniciais, sugeriu que a verdadeira importância do rock n’ roll dos anos 1950 não teve muito a ver com o conteúdo da música, ainda mais inovação. É completamente verdade quando você disseca a música e a analisa, riff por riff, nota por nota, você encontra uma mistura de conceitos de blues, música pré-primeira guerra e o swing americano, gospel, e outros vocabulários. Para Phillips, o verdadeiro significado do rock n’ roll é duplo.

Para começar, foi a única forma de música popular que falava diretamente com adolescentes - existiam músicas para adultos e crianças, mas nada como aquela protuberância fluorescente que os baby boomers tiveram entre a infância e a vida adulta. Depois, o rock n’ roll permitiu aos “marginais” urbanos - os brancos pobres enterrados em empréstimos, a juventude negra dos guetos, e, não coincidentemente, trabalhadores de lugares longínquos - a oportunidade de se expressar livremente, não como faziam no R&B e C&W, que tinham audiências limitadas, mas em uma dominância mais forte e popular. Elvis transformou-se de um motorista de caminhão em um ídolo de milhares de pessoas em menos de um ano. De repente, parecia que o céu era o limite, se é que existia limite.

O início do rock no meio dos anos 1950 não foi somente uma revolução musical, mas uma agitação social e geral de âmbito enorme e imprevisível. Também representava a maior reviravolta no negócio de música popular. Não existiam contrapontos de pré-rock para Sam Phillips, que transformou uma pequena gravadora em Memphis com apenas um funcionário em uma companhia na qual os artistas venderam milhares de discos no mundo. Em termos de negócios de gravadoras, o rock dizia que empresas pequenas como Sun, Chess eSpecialityestavam invadindo os primeiros lugares das paradas, junto do domínio exclusivo da maior gravadora corporativa de Tin Pan Alley e seus interesses de publicação em músicas.

Concentrando-se em grandes vendas e os denominadores brandos do pop, os maiores foram pegos desprevenidos por uma coalizão de rádios renegadas do sul dos EUA e seus engenheiros de som (Philips), empresários judeus e estrangeiros (os irmãos Chess), músicos de ex-bandas de swing, e doidos homens do interior. Esses eram os “marginais” que vinham gravando para audiências especializadas desde que as gravadoras maiores cederam território no fim da Segunda Guerra. O front do gueto, a operação de gravações de baixo custo de 1949 até 1953 de repente surgiu como um gigante da indústria entre 1955 e 56, dando conta da maioria das músicas no topo das paradas.

Já que várias dos mesmos selos pequenos que dominaram o mercado do R&B também flertavam com o country, e vice e versa, essas músicas se estreitaram. A geração mais nova do country também ouviam black music, e como resultado, os artistas do country foram encorajados a gravar músicas de R&B de um modo mais pesado e com um beat de rock.

Enquanto isso, várias das pessoas negras que cresceram isoladas em fazendas ouviam e eram influenciados pela música country de programas de rádio. E artistas negros como Chuck Berry e Bo Diddley descobriram que quando tocavam uma música que era levemente caipira ou alguma variação, seu público acompanhava. E apesar de toda a segregação racial que havia nos EUA nos anos 1950, brancos e negros começavam a achar, na música, mais e mais em comum.

Com a geração pós-guerra crescendo, os adolescentes, especialmente adolescentes brancos com dinheiro no bolso, representavam um grupo de consumidores grande. Não precisava ser um gênio para perceber, assim como notaram Sam Phillips e outras pequenas gravadoras dos anos 1950, que mais e mais jovens ouviam músicas criadas por artistas negros, tocadas nas rádios locais por uma geração de pessoas conscientes da segregação. E se um artista branco com estilos R&B e um appeal para adolescentes existisse…

O sucesso rápido de Bill Halley and the Comets, que surgiu do uso de seu single “Rock Around the Clock” no filme adolescente Sementes de Violência (1955) era um sinal claro de que o R&B e o country (Haley’s Commets eram uma banda que tocava country e começaram a gravar R&B em um estilo que lembrava Louis Jordan) não continuariam excluídos da música pop e mainstream. Mas Haley não era exatamente o material ideal para um teen-idol. Precisou de uma preparação assídua e da promoção de Elvis Presley - que, reza a lenda, entrou no escritório de Sam Phillips para fazer um disco para o aniversário da mãe - para conquistar o triunfo do rock.

Para continuar no sucesso adolescente, a nova música - nova, na verdade, para os adolescentes brancos que só a descobriram então - precisava de um nome. R&B era um termo datado com conotações clássicas. Alan Freed, um DJ de R&B que foi de uma pequena rádio de Cleveland para uma grande em Nova York, foi crucial para o surgimento do rock n’ roll com o surgimento do nome. Deve ter agradado Freed e os outros funcionários que o termo “rock n’ roll” era também uma gíria para sexo - e era desde os anos 1920, quando o cantor de blues Trixie Smith gravou “My Man Rocks Me (With One Steady Roll)”, ou “Meu Homem Me Abala (Com Apenas um Rolo Firme).”

Era um segredo dividido apenas entre os DJs, os artistas e os jovens: por incrível que pareça, os “adultos” não pareciam entender. Certamente, ninguém que estava por dentro ia explicar para eles. Adolescentes desenvolviam seus códigos únicos em grupos em uma cumplicidade, expressavam isso nas roupas, em enfeites (de brincos até buttons) e aumentando seu próprio vocabulário de gírias. O meio que espalhou essa cultura jovem e underground foi o rock n’ roll.

Desde os primórdios as gravadoras de rock cobriram um amplo terreno musical. O clichê diz que o rock era uma mistura do country e blues, e se estiver falando sobre, vamos dizer, Chuck Berry e Elvis Presley, a descrição, mesmo que simples, encaixa. Mas a inércia dos vocais poderosos dos cantores negros, que por si só era inusitada o bastante para acomodar o pensamento, os intensos Midnighters e 5 Royales, as harmonias novas que tocavam em barbearias como Orioles and the Crowns e a música infantil de Frankie Lymonand the Teenagers ou Shirley e Lee, tinham pouco a ver com o formato do blues ou do country.

O beat de Bo Diddley - que, depois de popularizado por ele, começou a aparecer em músicas de vários artistas - era derivado do estilo afro-caribenho. O riff de baixo mais durável (lê-se usado demais) no rock dos anos 1950, usado em “Blue Monday” de Fats Domino e “Lawdy Miss Clawdy” de Elvis, foi criado por Dave Bartholomew, produtor de Fats, e veio de uma música cubana. O sax escandaloso que domina o rock dos anos 1950 antes do crescimento das guitarras, veio de uma banda de swing, mas tudo virou típico do rock. Ritmos tradicionais do México também entraram no rock n’ roll. Mas o estilo provou-se um híbrido multi-étnico exclusivo, com suas origens e desenvolvimentos sutis sendo diversos demais para ser explicado como “blues + country” ou qualquer outra fórmula.

Na altura do pandemônio inicial, em 1955/56, um número seleto de front-runners surgiu, artistas cujas personalidades moldaram a face que seguiria: Elvis, claro; Chuck Berry, cujo estilo de guitarra era brilhantemente emulado em suas letras críticas da adolescência; Little Richard, o arquétipo do artista do rock n’ roll barulhento e ambisexul, com a banda itinerante mais influente da época, os Upsetters; o confiável Fats Domino, que misturou o blues e o jazz com o pop de Tin Pan Alley; Jerry Lee Lewis, o protótipo do homem louco do rock; Buddy Holly and the Crickets, paradigma de um frontman; Sam Cooke, Ray Charles, os 5 Royales e um jovem James Brown, todos eles encarnando o êxtase do rock no palco e ajudando os rockeiros dos anos 1960 no processo, e Eddie Cochran, que combinou a aparência dos ídolos-teen com uma inteligência musical, e que entendeu bem cedo que o próprio estúdio era um instrumento musical.

Certas figuras de backstages também foram tão importantes quanto os mais brilhantes cantores que construíram o rock n roll como idioma, com um futuro também espetacular. O produtor Milt Gabler aplicou o que aprendeu com os blues dos anos 1940 de Louis Jordan nos hits de Bill Haley. Dave Bartholomew, trompetista de Nova Orleans, que conseguia tocar, escrever e produzir, e seus músicos ficaram por trás dos hits de Fats Domino e Little Richard. Earl Palmer, baterista, definiu seu estilo no rock em Nova Orleans e o levou para a elite dos estúdios de Los Angeles, e sabia tocar todas as músicas do momento - e se um único músico merece o crédito por definir o rock como um estilo diferente do R&B e tudo que veio antes, esse músico é com certeza Earl Palmer. Mas foi outro baterista e sócio de Little Richards, o Charles Connor, que colocou o funk no ritmo.

Tom Down da Atlantic Records introduziu o verdadeiro stereo e deu à gravadora singles únicos. Sam Phillips foi relevante para sua engenharia inovadora, sua queda para o eco e ambientação, assim como seu talento para mixagem, assim como seu populismo. Isso tudo ajudou a definir muito do que chamamos de espírito do rock e suas políticas. Foi Phillips quem mostrou em suas músicas a visão do rock como um sonho de liberdade e igualdade.

Muito foi feito nos anos 1960 para transformar o rock em um meio de revolução social e cultural, mas foi no meio dos anos 1950 que o estilo se espalhou, em uma onda poderosa e concentrada, com as propriedades raciais e culturais acumuladas por décadas. O que poderia ser mais revoltante, mais ameaçador para a tradicional ordem social e sexual americana do que um show de Little Richard?

É um sensor do tamanho do potencial de revolução do rock dos anos 1950 (ao contrário da revolução marketeira da década seguinte) que enquanto a música dos anos 1960 desvaneceu ou se perdeu, o rock dos anos 1950 só parou. Abruptamente.

Os problemas começaram a se acumular: depois do rock substituir a música popular, as grandes gravadoras pegaram o ritmo, e as pequenas que fizeram sucesso no estilo acabaram falindo, e a carreira dos artistas começaram a ter escândalos. Chuck Berry foi preso. Little Richard desistiu em seu áudio para voltar-se para a igreja. Jerry Lee Lewis foi detonado e boicotado por casar com sua prima pré-adolescente. Alan Freed morreu recluso e alcóolico. Elvis se safou pois era protegido seu empresário Tom Parker.

Durante os poucos anos em que o rock n’ roll inicial reinou, as possibilidades pareciam inebriantes e infinitas. Vendo isso depois, tudo acabou sendo uma vanguarda cultural de um movimento de igualdade social, racial e sexual que surgia como forma política - não foi acidente de que Rosa Park não levantou de seu lugar no ônibus para um branco e outros atos do que viraram movimentos civis ocorreram durante a breve ascensão de Chuck Berry e Little Richard, homens negros dos quais cada movimento e palavra eram para responder aos estereótipos raciais.

Se o rock dos anos 1950 falharam em realizar suas aspirações sociais e criativas que expressavam tão eloquentemente, em um nível cultural, superou até seus sonhos mais loucos. Não só se provou como mais do que moda ou episódio de delírio juvenil, apresentou o modelo e template da inovação da música que seguiu a isso. O melhor do rock n’ roll dos anos 1950 pode ter prometido uma utopia que não aconteceu. Mas, enquanto há música, o sonho sobrevive.

Fonte: Revista Rolling Stone

Misfits : Reúne formação clássica para turnê em 2019 A banda ensaia retorno há três anos, com shows ocasionais e espaçados



O Misfits anunciou nesta semana uma novidade que muitos fãs esperavam: a banda vai reunir sua formação original para uma turnê pelos Estados Unidos no segundo semestre de 2019.

A revelação foi feita por meio de uma publicação nas redes sociais da banda nesta, na qual aparecia uma foto do Madison Square Garden, uma das principais casas de show de Nova York, com a caveira do logo da banda pintada no teto. “A morte vem destruindo o jardim quando os Misfits originais [...] voltam para sua terra natal para um show no Halloween. Nesse dia, tudo pode acontecer. Seja parte da história e não perca!”, escreveram na legenda.

O show comemora o Dia das Bruxas e será no dia 19 de outubro de 2019. Além dos Misfits, a turnê também conta com os convidados Rancid e The Damned. No total, a turnê tem cinco apresentações: em Las Vegas (17/08), Denver (07/09), Oakland (11/09), Seattle (14/09) e o de Nova York.

O line-up original dos Misfits é composto por Glenn Danzing (vocalista), Jerry Only (baixista) e Doyle Wolfgang von Frankenstein (guitarrista). Na bateria, está Dave Lombardo, do Slayer e Suicidal Tendencies.

A formação original dos Misfits desfez-se em 1983 quando Danzing quis seguir carreira solo. A banda voltou à ativa em 1995, mas com formação diferente e em meio a uma batalha pelos direitos do nome. Segundo o MetalSucks, foi a disputa que motivou os shows de reunião, já que fariam parte do acordo dos integrantes.

Não é a primeira vez em que os antigos colegas de Misfits se reúnem. Em 2016, apresentaram-se no Riot Fest em Chicago para cerca 80 mil pessoas, e fizeram shows solo nos dois anos seguintes - mas esta é a primeira vez em que marcam mais de dois shows.

Fonte:Revista Rolling Stone

Jonathan Davis : Revela inesperada inspiração em Freddie Mercury e Queen no novo disco do Korn A banda californiana lançará o novo álbum, The Nothing, em setembro



A banda californiana Korn lançará seu novo álbum The Nothing e a expectativa é que o álbum seja "pesado" nas composições, já que foi escrito logo depois da morte de Deven, esposa do vocalista, Jonathan Davis, e quando a banda passava por uma questão legal com o ex-baterista, David Silveria.

Em uma nova entrevista com a Kerrang!, Davis falou um pouco mais sobre The Nothing. O vocalista revelou que experimentou muito mais vocais e que algumas de suas abordagens foram diretamente influenciadas por artistas como Queen e Electric Light Orchestra.

"É completamente diferente. Musicalmente falando, acho é um salto. Os caras se divertiram trabalhando com o [produtor] Nick Raskulinecz novamente. Nesse álbum há algumas músicas que tem faixas vocais de 20 e poucos sons - eu fui fundo em Queen e ELO! Eles foram algumas das minhas influências e eu queria fazer alguma coisa com esses vocais. Eu estava realmente fazendo isso soar maravilhoso. Eu fiz todos os tipos de gravações que aprendi ao longo dos anos, então foi em uma semana como o último álbum."

The Nothing será lançado no dia 13 de setembro.




Links Relacionados :

Facebook: https://facebook.com/korn/






Fonte:Revista Rolling Stone 

Khorium: Presente na compilação ‘Rock Soldiers XXV’



O KHORIUM é uma das bandas presentes na vigésima-quinta edição da lendária coletânea ‘Rock Soldiers’, que há mais de 20 anos exportar a Música Pesada brasileira para o mundo.

Além dos cariocas que participam com a já clássica ‘Midiocracia’, bandas como Barril de Pólvora e Cova Rasa também estão presentes. Nesta edição o destaque vai também para a participação de bandas estrangeiras.

A UGK Discos, responsável pelo lançamento do material, informa que a ‘Rock Soldiers XXV’ será liberada até o final de junho, mas a pré-venda já começou. Mais infos pelo e-mail ugoskimarivan@gmail.com

O teaser com as bandas participantes desta edição você confere pelo link:



O KHORIUM promove o álbum ‘Idiocracia Tropical Contemporânea’, que está disponível para streaming nos principais apps do planeta, confira alguns links:

Spotify: https://is.gd/0dRRgT

Deezer: https://is.gd/a5qILF

Apple Music: https://apple.co/2ZUx0gD

YouTube Music: https://bit.ly/2Xz9I2c

Google Play Store: https://bit.ly/2LkivhW

YouTube (canal da banda): https://bit.ly/2ILcPvP

BandCamp: https://khorium.bandcamp.com/

SoundCloud: https://bit.ly/2KCkwX4

AudioMack: https://bit.ly/2X6Fe8k

O álbum também está disponível no site Palco MP3, onde é possível ainda conferir toda a acidez das letras do grupo:

https://www.palcomp3.com.br/khorium/discografia/idiocracia-tropical-contemporanea/

Links Relacionados:

E-Mail: khoriumband@gmail.com

Facebook: https://www.facebook.com/khoriumband

Instagram: https://www.instagram.com/khoriumband

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCi2Vu6lPGLmVCLbGRwjvy7Q

Spotify: https://open.spotify.com/artist/4mWFx6jSlE2dwM9okmIsby

iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/khorium/1214037229

Metal Media: http://metalmedia.com.br/khorium

Fonte: Metal Media

Tormenta: Entrevista para o site do SESC


Fazendo parte das atrações do PANDEMIA ROCK, organizado pelo SESC Birigui, a banda ribeirão-pretana TORMENTA acabou de conceder um ótima entrevista para o portal do SESC.

A entrevista foi respondida pelo frontman Rogener Pavinski, que falou sobre curiosidades da banda e sobre o atual cenário do rock, confira:

https://www.sescsp.org.br/online/artigo/13351_THRASH+METAL+SEM+LIMITES

O projeto PANDEMIA ROCK tem como objetivo de tornar a região Noroeste do estado de São Paulo referência no consumo e na produção de rock pelos jovens e pelos grupos musicais locais. Iniciado no dia 10 de julho, com encerramento no dia 20 do mesmo mês, o PANDEMIA ROCK reúne workshops, shows e muita interatividade com o público.

Na parte de shows, se apresentam nomes como Raimundos e Panndora, entre outros. A TORMENTA se apresenta no dia 20 de julho com início marcado para às 18h, saiba mais aqui: TORMENTA">https://www.sescsp.org.br/programacao/197524_BANDA+TORMENTA

A TORMENTA segue promovendo ‘Batismo da Dor’, seu primeiro álbum completo. O material está disponível em formato digital em todos os principais aplicativos de música digital, confira alguns links:

Spotify: https://open.spotify.com/album/5IxD1FlM6OngkeLbEu6t1p

iTunes: https://itunes.apple.com/gb/album/batismo-da-dor/1454011924

Deezer: https://www.deezer.com/br/album/88295662

Google: http://bit.ly/2YnDDav

Quem preferir o material físico, ‘Batismo da Dor’ em digipack e outros itens de merchandise estão disponíveis para venda e pode ser comprado diretamente com a banda pelo site oficial:

www.tormentametal.com

Links Relacionados:

E-mail: contato@tormentametal.com

Site: http://tormentametal.com

Facebook: https://facebook.com/tormentametal

Instagram: https://instagram.com/

Metal Media: http://metalmedia.com.br/tormenta

Fonte: Metal Media

Michel Marcos: Produtor é destaque em empresa internacional



Mais uma vez o trabalho do produtor paulista Michel Marcos é reconhecido internacionalmente.

O produtor brasileiro figurou no Instagram oficial da empresa Joey Sturgis Tones, também conhecida como JST. Para quem não conhece, a empresa estadunidense é uma das mais respeitadas no ramo de desenvolvimento de software para produção musical. Conheça mais da empresa: https://joeysturgistones.com

Michel, além de gravar, produzir, editar vídeos, lyrics e uma infinidade de outras opções, também oferece serviços de manutenção e assessoria de computadores para estúdio. Com esse trabalho, músicos e pessoas interessadas em montar seu estúdio, mas que não tem o know-how necessário para iniciar os trabalhos, pode contar com a expertise de Michel Marcos para que o projeto vire realidade.

Além disso, Michel Marcos e seu estúdio lançaram o volume 1 do ‘Curso de Produção Musical e Home Studio’. O curso é extenso e vendido em um único módulo, completo, ao comprar todo o material já está disponível. O curso está à venda pelo link abaixo e conta com várias formas de pagamento:

https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1090896198-curso-de-produco-musical-e-home-studio-vol-1-_JM

O músico também lançou seu próprio curso de produção musical através da Hotmart, uma das maiores empresas do seguimento. Para adquirir

https://pages.hotmart.com/n11476090b/curso-de-producao-home-studio-vol-i

Conheça mais do M&H Studio e de todo seu trabalho:

Facebook – https://goo.gl/RhmqEB

Instagram – https://goo.gl/5p3Q80

Twitter – https://goo.gl/H957pv

Youtube – https://goo.gl/s33z22

Fonte: Metal Media

Oxigênio Festival : Lança edição diversificada e 34 bandas já são relevadas



Lineup é o mais diversificado da história do Oxigênio, que vai do pop punk ao metal, passando por música folk e rock alternativo.

Consolidado entre os grandes festivais da música nacional, o Oxigênio Festival chega robusto e plural à sexta edição, que acontece entre os dias 13 e 15 de setembro no Via Matarazzo, em São Paulo. Neste ano, as produtoras Gig Music e Hangar 110 ousaram ainda mais e costuraram um lineup com bandas de diversos estilos, entre nomes consagrados, super-revelações, bandas clássicas que recém voltaram às atividades e outras que a cada dia conquistam mais fãs. Em coletiva de imprensa realizada na noite de 11 de julho, no Hampton Park Hotel (SP), 34 atrações já são reveladas – mas tem mais por vir!

Participaram da coletiva os representantes das produtoras idealizadoras, além de músicos do CPM 22, Strike, Far From Alaska, The Monic e Supercombo. Na plateia, estavam representantes de 40 veículos de imprensa.

A gama de sonoridades que vai ecoar nos três dias de Oxigênio Festival está maior: terá, como de costume, punk, hardcore, rock alternativo, indie mas também terá metal, rock n roll, pop rock, pop punk e até música folk.

A estrutura será basicamente a mesma da vitoriosa edição de 2018, que além de dois palcos, oferecerá diversas atividades relacionadas a games e skate. Uma novidade é o Karaoke Band, em que qualquer pessoa da plateia pode – previamente, por meio de cadastro junto à Gig Music – escolher uma música, agendar horário e subir ao palco para cantar.

Além das bandas já anunciadas (veja abaixo), um nome de peso e histórico do rock nacional será revelado no próximo mês de agosto. Em paralelo, e já costumeiro, o Oxigênio abre concurso para selecionar as bandas de abertura; serão três, uma para cada dia. As regras para participar – e vencer – serão divulgadas nos próximos dias.

Como nas edições anteriores, o Oxigênio conta com a parceria de grandes marcas, que realizarão ações durante os três dias do festival. São elas: Vans, Budweiser, Goose Island, Monster Energy e Jack Daniels.

Confira as atrações já confirmadas: CPM 22, Francisco El Hombre, Far From Alaska, Big Up, Supercombo, Strike, Pense, Terra Celta, Dibob, Sugar Kane, Glória, O Bardo e o Banjo, Rivets, Granada, Rumbora, Autoramas, Teco Martins ॐ Sala Espacial, Esteban, Zumbis do Espaço, Nervosa, Bayside Kings, O Inimigo, Codinome Winchester, Darvin, Cefa, Molho Negro, Charlotte Matou um Cara, Cólera, Violet Soda, Armada, The Mönic e Wiseman.


Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia 

Rock Meeting: Hellfest Exclusivo



Julho chegou e você já deve estar acostumado com a nossa cobertura do Hellfest. Trazemos um belo apanhado do que aconteceu por lá e o que foi novidade também. Ainda sobre a cobertura de shows, estivemos presentes no Michale Graves, Living Colour e Periphery. E entrevistamos as bandas Andralls e Sober Truth.

Para os amantes de tatuagens e comportamento, trazemos a coluna Skin, em parceria com o Wonder Girls. Nesta edição fala sobre a pressão de toda mulher ser uma super-mulher-maravilha.



RM Collection Six

Oriunda do Nordeste do Brasil, a Rock Meeting assume a responsabilidade de divulgar o que há de bom na região, por isso há seis anos vem lançando uma coletânea com a premissa de promover as bandas locais.

A RMCollection Six conta com 21 bandas, dos mais variados estilos, representando todos os estados nordestinos. E você pode baixar esta e as outras edições em nosso site, é totalmente gratuito.


Free download

Outro destaque vai para a revista Meeting Hell. Uma grande parceria da Rock Meeting com a Hell Divine. A capa e a logomarca dessa união foram feitas pelo renomado designer Gustavo Sazes.

Acesse - www.rockmeeting.net 

Free Download - http://bit.ly/RockMeetingN118

Fonte:Rock Meeting

UGK Discos : Anuncia seletiva para a coletânea Rock Soldiers Vol. 26


Com mais de vinte anos de tradição, a série Rock Soldiers é hoje uma das principais incentivadoras de banas undergrounds pelas Américas, Ásia e Europa com suas quase três dezenas de edições lançadas. O CD atual, lançado em junho de 2019, corresponde ao volume 25 e percorre muitos lugares levando aos lares de rockeiros e headbangers o que há de melhor do rock e metal do nosso país e representantes de outras nações. O sucesso desse projeto se deve a fatores como seriedade, compromisso e execução, que são alguns dos predicados que credibilizam a qualidade do selo UGK Discos.

As audições para o volume 26 da coletânea foram iniciadas e, para esta nova edição, o produtor Marivan Ungoski já confirmou os nomes Crude Bastard (CHI), Vírus HC (SC), Exumados (SP), Consciência Suburbana (MG), Psycolohdo (SP), Os The Brechts (SP), Anphetamine Nope (RJ) e Odium Ominum(SP).

Para participar da seletiva a banda ou artista solo deve enviar link de áudio para o endereço de e-mailugoskimarivan@gmail.com ou para a página oficial da Rock Soldiers no Facebook,https://www.facebook.com/cdsrocksoldiers/. O lançamento da Rock Soldiers Vol. 26 está previsto para o final do segundo semestre.

Confira vídeo de apresentação da Rock Soldiers XXV pelo link 

Pitty : Acrescenta novidades e inicia nova fase de sua turnê pelo Brasil



Em 2018, Pitty iniciou a turnê Matriz antes mesmo de começar as gravações do álbum de mesmo nome, lançado recentemente pela gravadora Deck. Agora a cantora e compositora anuncia uma nova série de shows, com novidades que marcarão a nova fase do seu giro pelo Brasil.

Dessa vez a principal mudança é no repertório que, depois de um ano de turnê, traz as músicas do álbum novo. Além disso, a parte audiovisual contará com conteúdos exclusivos, que serão exibidas em painéis de LED e estarão em sintonia com a performance no palco. Entre as apresentações já marcadas há, inclusive, cidades que receberam a primeira etapa da turnê e terão a chance de assistir ao espetáculo, agora completo, nesta nova fase.

Pitty estará acompanhada de sua banda, formada por Martin (guitarra), Daniel Weskler (bateria), Guilherme Almeida (baixo) e Paulo Kishimoto (teclados). Esses shows fazem parte de uma segunda fase da turnê que Pitty, banda e equipe costumam chamar de MATRIZ 2.0 e inovam sem perder a essência de revisitar o início da carreira da baiana. Algumas participações especiais do álbum também poderão estar presentes em alguns shows, como ocorrido na última edição do Festival João Rock.

Confira as próximas datas de MATRIZ 2.0

14/7 – Rock Rio Pardo 2019 – Santa Cruz do Rio Pardo/SP

03/8 – Live Curitiba – Curitiba/PR

10/8 – Festival Planeta Rock – São José do Rio Preto/SP

17/8 – Porão do Rock – Brasília/DF

18/8 – Bananada Festival – Goiânia/GO

24/8 – Festival Planeta Rock – Manaus/AM

14/9 – Audio – São Paulo/SP

21/9 – Dragão do Mar – Fortaleza/CE

05/10 – Pepsi On Stage – Porto Alegre/RS

19/10 – Encontro das Tribos – Ribeirão Preto/SP

26/10 – Fundição Progresso – Rio de Janeiro/RJ

02/11 – Te Vejo No Parque – Uberlândia/MG

Fonte: 89 FM 

New Order: Álbum da banda com orquestra de sintetizadores está disponível para audição


Os caras do New Order liberaram nesta sexta-feira (12) a audição nas plataformas digitais de um álbum ao vivo que leva aos fãs o registro de uma apresentação de 2017 no Manchester International Festival.

Essa performance se tornou muito importante porque a banda foi acompanhada por uma orquestra de sintetizadores de 12 peças e uma instalação do artista Liam Gillick, que funcionou como uma espécie de “palco responsivo”.

Batizado de ∑(No,12k,Lg,17Mif) New Order + Liam Gillick: So it goes.., o álbum ganha hoje seu lançamento mundial e chega, além do formato digital, cópias em vinil triplo e CD duplo.

Entre as faixas que marcaram presença nesse show do New Order estão “Your Silent Face”, “Shellshock”, “Bizarre Love Triangle” e “Plastic”. No entanto, o destaque é “Disorder”, música do Joy Division que os membros da banda não tocavam ao vivo há 30 anos.

Para marcar o anúncio do lançamento, o New Order disponibilizou uma amostra, a faixa “Sub-Culture” que chega, portanto, numa poderosíssima versão ao vivo.

Fonte:  89 FM A Rádio Rock 

IMPACTA METAL FESTIVAL: Evento divulga programação visual criada pelo artista Alcides Burn, confira!



Mais um grande projeto da BURN ARTWORKS, comandada por Alcides Burn, é anunciado nas suas redes sociais. Trata-se de todas artes de divulgação do IMPACTA METAL FESTIVAL, que acontecerá no dia 12/10/2019 em Salvador/BA.

O artista não trabalhou só no cartaz mas também elaborou o logotipo e layout para camisetas, Facebook e Instagram deste pesado evento que contará com Torture Squad, Project46, Nervosa, Headhunter D.C., e Archantis, confira:

https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/BURN_ARTWORKS_Impacta_Metal_Fest.jpg

Evento no Facebook para confirmar sua presença: https://www.facebook.com/events/2361945787388336/

Para ingressos e mais informações, acesse: https://www.impactametalfestival.com.br

Bandas e eventos interessados em conhecer mais sobre o trabalho da BURN ARTWORKS acesse http://www.burnartworks.com/.

Contato BURN ARTWORKS: alcidesburn@gmail.com

Contato para assessoria de imprensa:

www.sanguefrioproducoes.com/contato

Links Relacionados:

http://www.burnartworks.com/

https://www.facebook.com/alcides.burn

https://www.instagram.com/alcidesburn/

https://sanguefrioproducoes.com/clientes-corporativos/BURNARTWORKS/27

Fonte: Sangue Frio Produções

OLDLANDS: Banda anuncia pré-venda de “Source of Eternal Darkness” em cassete, adquira agora!



O bem recebido debut álbum, “Source of Eternal Darkness”, da banda de Black Metal OLDLANDS acaba de ganhar uma nova versão.

Depois de estar disponível em CD e também nas principais plataformas de streaming e download do mundo, o one-man-band junto com o selo Diabo Records divulgaram a pré-venda em versão cassete do mesmo.

https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/OLDLANDS_Tape_Pre-Venda.jpg

Para adquirir antecipadamente por apenas R$ 20,00 (+ frete) é muito fácil, basta acessar o link a seguir, fazer seu pedido e pronto, mas corra, pois é edição limitada: https://diaborecords.loja2.com.br/9056956-OLDLANDS-SOURCE-OF-ETERNAL-DARKNESS-TAPE-

Data de disponibilidade: 19/07/2019
Valor após o término da pré-venda: R$ 25,00 (+ frete)

Ouça “Source of Eternal Darkness” online aqui:

Spotify: https://open.spotify.com/album/3S48Gr5paPO5ORWwBWHrFD

Tidal: https://listen.tidal.com/album/102180396

Contato para assessoria de imprensa: 


Links Relacionados:

Fonte: Sangue Frio Produções

DIVULSOR: Banda concede entrevista ao site europeu Deadly Storm, confira!



Adquirindo um enorme destaque internacional com o atual EP “Defiled Corridors of Ruptured Oblivion”, o one-man-band DIVULSOR concedeu uma entrevista ao site Deadly Storm, da República Tcheca.

Em um bate-papo bastante abrangente, Bruno Schmidt falou sobre os motivos de ser o único integrante da banda, métodos de composição, shows e recente passagem pela Europa, vindouro álbum, projetos futuros e muitos mais.

Leia a entrevista completa EM INGLÊS aqui: https://deadly-storm.blogspot.com/2019/06/interview-divulsor-divulsor-was-born-to.html

Assista a um trecho da recente apresentação do DIVULSOR no ‘The Ultimate Death Metal Terror’, que aconteceu em Londres/Inglaterra e supracitada na entrevista:





Ouça o EP “Defiled Corridors of Ruptured Oblivion” nas principais plataformas de streaming e download do mundo:

Spotify: https://open.spotify.com/album/2CnUQIGfNT6l23cITW64Og

Deezer: https://www.deezer.com/br/album/61806672

iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/defiled-corridors-of-ruptired-oblivion-ep/1374359249

Napster: https://us.napster.com/artist/divulsor/album/defiled-corridors-of-ruptired-oblivion

Tidal: https://listen.tidal.com/album/87621310

Produtores interessados em levar o DIVULSOR para seu evento, escrevam para divulsor@gmail.com e solicitem mais informações.

Contato para assessoria de imprensa:

www.sanguefrioproducoes.com/contato

Links Relacionados:

https://www.facebook.com/divulsor

https://sanguefrioproducoes.com/artistas/DIVULSOR/58

Fonte: Sangue Frio Produções

Vírus : Define capa e repertório de 'Contágio'


Pioneiro do metal brasileiro lançará seu primeiro disco 'full' no segundo semestre

O Virus, pioneiro do heavy metal brasileiro, definiu o repertório e a arte de capa do álbum de estreia, "Contágio". Flávio Ferb (vocal), Fernando Piu e Renato RT (guitarras), Guilherme Boschi (baixo) e Lucio Del Ciello (bateria) produziram o disco no estúdio Orra Meu!, em São Paulo. A arte de capa ficou a cargo de Flávio Ferb, criador da arte das duas edições da coletânea "SP Metal", bem como do logotipo da banda. "O conceito da capa é representar o vírus na hora do contágio, no momento exato em que atinge a corrente sanguínea. Busquei um resultado impactante para a capa, que representasse bem o momento atual da banda. No interior, o fago estará representado em destaque, assim como vamos contar um pouco da história da banda através de imagens bacanas", explicou o vocalista.

Além de suas performances ao vivo, sempre teatrais e com direito a pirotecnia, o Virus construiu sua reputação com a inclusão de "Matthew Hopkins" e "Batalha No Setor Antares" na primeira edição da coletânea "SP Metal" (1984). Agora, finalmente, colocarão o sonho de registrar o primeiro disco em prática. Para antecipar o lançamento, o grupo soltará um videoclipe para a nova versão da clássica "Batalha No Setor Antares". "Nós decidimos pela 'Batalha No Setor Antares' para o clipe, pois é um clássico do heavy metal, um som que remete aos anos 80, o início de nossa trajetória. Por outro lado, o novo arranjo e a sonoridade que alcançamos no estúdio mostra bem como estamos trabalhando hoje, na formação atual e quase 40 anos após a composição do som", declarou o guitarrista Renato RT. "Esse momento de estar no estúdio, gravando finalmente o disco, foi mágico, e a gente queria ter todos os nossos fãs e amigos lá dentro com a gente. Então, esse primeiro clipe será todo em making of. Caike Scheffer, diretor do clipe, ficou vários dias perseguindo a gente lá dentro, registrando tudo, para passar um pouco desse clima para a galera", acrescentou.

Confira o repertório de "Contágio", que trará composições que o Virus costumava tocar ao vivo em seus shows nos anos 1980, incluindo as versões das faixas que integraram "SP Metal 1":

1 Sacrifício
2 Povo Do Céu
3 Matthew Hopkins
4 Ignis
5 Batalha No Setor Antares
6 Sinos Negros
7 O Eremita
8 Metal Pesado

Site relacionado: 


Fonte:Ase Press

AC/DC : Pode estar prestes a anunciar uma nova turnê mundial



Boa notícia para os fãs da banda australiana AC/DC. De acordo com a estação de rádio V100, de Topeka, Kansas, o AC/DC anunciará os detalhes de sua turnê mundial 2019-2020 na quarta-feira, 17 de julho.

Até agora, não houve confirmação de uma fonte oficial sobre a data de um possível anúncio da turnê, com a estação acrescentando em seu site: “Obviamente, estamos falando sobre negócios do mundo da música, [as coisas] podem mudar. Mas, neste momento, foi o que nos disseram”.

Citando uma “fonte confiável” que seria “próxima do AC / DC“, a V100 diz que a turnê do AC / DC incluirá o vocalista Brian Johnson, que foi forçado a deixar a banda em 2016 devido a um nível perigoso de perda auditiva. “Existem rumores há meses que ele está trabalhando com a banda e nos disseram que esses rumores são verdadeiros”, escreve a emissora. “Brian tem trabalhado em aparelhos auditivos especiais feitas para suas performances, para que ele possa continuar a atuar sem causar ainda mais danos à sua audição.”

Rumores de um novo álbum do AC / DC estão circulando há vários meses, desde que Johnson e o baterista Phil Rudd, junto com os guitarristas Angus Young e Stevie Young, foram fotografados do lado de fora do Vancouver’s Warehouse Studios. Com base nas fotos, a suposição na época era que o AC / DC estava no meio do processo de criação – ou pelo menos de planejamento – de um novo álbum, com Rudd e Johnson de volta à formação. Reportagens online também indicaram que Angus Young dedicará o novo álbum do AC / DC ao seu falecido irmão.

Fonte:Roadie Crew

Geddy Lee : Afirma sentir falta de criar músicas com o RUSH


Em uma nova entrevista concedida ao ‘Tennessean’, o baixista/vocalista do RUSH, Geddy Lee, foi perguntado sobre o que ele mais sente falta sobre o processo de gravação e turnê com seus amigos de longa data. “Sinto falta de tocar com meus colegas de banda, com quem toquei por mais de 40 anos, com certeza”, disse Lee. “Eu não sinto falta da parte angustiante, e não sinto falta do desgaste do meu corpo. Mas, é claro, eu tive um relacionamento muito especial no RUSH e esses caras foram meus amigos por mais de 40 anos e fazer música com seus

amigos é uma benção de um tipo diferente. É uma coisa maravilhosa. Eu sinto falta disso.”

Geddy, que recentemente lançou um livro chamado Geddy Lee’s Big Beautiful Book Of Bass, continuou: “[Trabalhar no livro] foi um tipo totalmente diferente de projeto. E é por isso que eu fui atraído por isso. Novos projetos são o que expandem a mente, expandem seu modo de ver o mundo e preenchem a reserva de informações que você usa para fazer o seu caminho pela vida… Quando você está aprendendo, você está vivendo. Eu entendo isso como uma maneira de fazer uma vida interessante”.

RUSH permanece completamente inativo desde que completou a turnê R40 Live quase quatro anos atrás. O baterista Neil Peart estava lutando contra uma enorme dor física durante a maior parte da caminhada, incluindo uma infecção no pé que fez com que fosse agonizante até mesmo andar.

Há alguns anos, o guitarrista Alex Lifeson disse à Rolling Stone que ele recebe injeções para a artrite psoriática. Ele foi hospitalizado anteriormente por anemia por sangramento de úlceras e sofreu problemas respiratórios.

Lifeson e Lee disseram repetidamente que o RUSH nunca fará um show, a menos que os três músicos concordem em participar. Eles não se apresentaram como RUSH sem Peart desde que ele se juntou à banda em 1974.

Nos primeiros seis anos de existência do RUSH, John Rutsey ocupava o posto de baterista, e tocou no LP de estreia da banda. Toda a história de uma das maiores lendas do rock progressivo e da música pesada em geral você confere mensalmente nas páginas da ROADIE CREW, que está trazendo mensalmente parte da jornada na seção ‘Background’ da revista.

Fonte:Roadie Crew

ROLAND GRAPOW: Clássicos do Helloween e Masterplan no Brasil em janeiro de 2020



A TC7 Produções estará produzindo shows de Roland Grapow no Brasil, em janeiro de 2020, tocando os clássicos de sua fase no Helloween, e também do Masterplan.

Os músicos que vão acompanhar Grapow, são figuras conhecidas do público brasileiro – e em alguns shows haverá participações especiais.

As primeiras datas já estão sendo fechadas, e serão divulgadas em breve.

Produtores interessados em levar o show de Roland Grapow para sua cidade (janeiro de 2020), entrem em contato com Tiago Claro, no email: tc7producoes@gmail.com

Roland Grapow nasceu em Hamburgo (Alemanha), em 30 de agosto de 1959, e ficou bastante conhecido por substituir Kai Hansen no Helloween, em 1989. Foram 11 anos de Helloween, onde gravou os grandes álbuns “Pink Bubbles Go Ape” (91), “Chamaleon” (93), “Master Of The Rings” (94), “The Time Of The Oath” (96), “Better Than Raw” (98), “Metal Jukebox” (99) e “The Dark Ride” (00).

Depois que deixou o Helloween, Grapow montou o Masterplan, banda que mantém firme até hoje, e já registrou 6 álbuns de estúdio, 3 EPs e 1 álbum ao vivo. “Pumpkings”, lançado em 2017, é o mais recente e traz músicas de seu período no Helloween – músicas que ele foi co-autor. Ele também já lançou 3 álbuns solo.

Sua discografia ainda contém registros nas bandas Level 10, Rampage e Serious Black, além de inúmeras participações em material de gente como Michael Vescera, Kotipelto, MVP, Locomotive Breath, Gaia Epicus e Shock Machine.

Grapow também é conhecido como um excelente produtor. Atualmente vive na Slovakia com sua esposa.

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Fonte:Roadie Crew

Rock Add: Em episódio especial, podcast entrevista Jairo Guedz e Vladimir Korg do The Mist



O podcast Rock Add (#18) dessa semana traz um especial sobre a banda The Mist. O vocalista Vladimir “Korg” Faria (The Unabomber Files, ex-Chakal) e o guitarrista Jairo Guedz (The Southern Blacklist, ex-Sepultura), falam sobre a volta da banda – entre outros assuntos – que sacudiu o mundo do Metal, desde que anunciaram a reunião e a tour.

Ouça pelo YouTube:

https://soundcloud.com/user-646114045/rock-add-18-the-mist

O Rock Add é apresentado por Luciano Piantonni e Daniel Closs, e tem novas edições a cada quinta feira (Os links são disponibilizados no Facebook do Podcast).

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Fonte:Roadie Crew

CATTLE DECAPITATION: Confira as primeiras informações do novo álbum, “Death Atlas”



Um dos principais nomes do deathgrind das últimas décadas, o CATTLE DECAPITATION lançará seu novo álbum, intitulado Death Atlas, em 29 de novembro pela Metal Blade Records. O disco foi novamente gravado no Flatline Audio de Denver com o produtor Dave Otero.

Otero afirmou sobre Death Atlas: “Estou completamente exausto, mas incrivelmente orgulhoso do álbum que montamos. Posso garantir que nenhuma aresta foi cortada, nenhum detalhe foi esquecido, e que trabalho duro foi dedicado em cada segundo do álbum, do início ao fim. Eu mal posso esperar para compartilhar com o mundo”.

O vocalista do CATTLE DECAPITATION, Travis Ryan, acrescentou: “Foram dois meses cansativos, mas temos algo realmente especial para compartilhar com todos vocês”.

Um vídeo promocional do álbum está disponível abaixo.

O CATTLE DECAPITATION será uma das principais atrações da The Summer Slaughter Tour deste ano, a partir de 20 de julho em Denver. CARNIFEX e THE FACELESS também participarão do evento principal e farão apresentações completas. RIVERS OF NIHIL, NEKROGOBLIKON, LORNA SHORE, BRAND OF SACRIFICE e os vencedores do “Headbang For The Highway” se unirão ao evento como atos de apoio.

Os fãs que participarão da edição deste ano do Summer Slaughter estarão entre os primeiros a conhecer o novo material do CATTLE DECAPITATION.


Fonte:Roadie Crew

OPETH: Confira “Hjärtat Vet Vad Handen Gör”, primeiro single do novo álbum, “In Cauda Venenum”



O OPETH divulgou recentemente o título, o tracklist e a capa do seu 13º álbum, In Cauda Venenum, que será lançado em 27 de setembro via Moderbolaget / Nuclear Blast Entertainment.

O primeiro single do novo álbum, Hjärtat Vet Vad Handen Gör pode ser ouvido abaixo.

Comentando sobre a nova música, o vocalista / guitarrista / compositor Mikael Åkerfeldt disse: “Hjärtat Vet Vad Handen Gör ou Heart In Hand como é chamada em inglês é uma das primeiras músicas que escrevi para In Cauda Venenum. Eu imediatamente soube que ela provavelmente seria preferida pelos “poderes existentes” quando conversas sobre futuros singles para o álbum começassem. E eu estava certo. Eu geralmente deixo para os selos ou agentes escolherem os chamados singles. Eu sou indiferente, uma vez que coloquei uma quantidade igual de dedicação em todas as músicas, então não importa tanto para mim, eu acho que é uma das músicas mais diretas do álbum, e um dos “erros felizes” também. O baixo de Mendezquebrou no meio da gravação. Na época ele tocou um velho baixo Hofner estilo BEATLES que começou a zumbir muito, mas soava tão bom que imediatamente decidimos manter. Eu estaria me colocando para baixo se dissesse que o barulho é a melhor parte da música, mas está entre as melhores. Eu gosto quando as coisas acontecem fora de seu controle, e isso realmente adiciona à peça. Esta é a primeira mostra completa do novo álbum do OPETH, e é claro que espero que gostem. Todas as músicas do novo álbum são diferentes umas das outras e, portanto, igualmente representáveis ​​na minha opinião. Apreciem!”

Gravado no ano passado no Park Studios, em Estocolmo, In Cauda Venenum será lançado em duas versões, em sueco e inglês. Vários formatos físicos e digitais estarão disponíveis e detalhes adicionais serão anunciados nos próximos meses.

Antes do lançamento do álbum, o OPETH realizará shows em todo o mundo até o final do ano. Datas adicionais da turnê serão anunciadas em breve.

O último álbum do OPETH, Sorceress, foi lançado em setembro de 2016. Para o primeiro trabalho da banda pela Nuclear Blast, através da editora Moderbolaget Records, o grupo retornou ao Rockfield Studios no País de Gales, também lar dos principais lançamentos de bandas como QUEEN, RUSH e JUDAS PRIEST, e onde os suecos haviam gravado Pale Communion em 2014, com Tom Dalgety.

Em novembro passado, o OPETH lançou um álbum/vídeo ao vivo, Garden Of The Titans: Live At Red Rocks Amphitheatre.

Confira o tracklist:

Livet’s Trädgård/ Garden Of Earthly Delights(Intro)
02. Svekets Prins/ Dignity
03. Hjärtat Vet Vad Handen Gör / Heart In Hand
04. De Närmast Sörjande / Next Of Kin
Minnets Yta/ Lovelorn Crime
06. Charlatan
07. Ingen Sanning Är Allas/ Universal Truth
08. Banemannen/ The Garroter
09. Kontinuerlig Drift / Continuum
10. Allting Tar Slut / All Things Will Pass






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quinta-feira, 11 de julho de 2019

5 motivos para a cerveja ser a bebida mais Rock'n' Roll


No Dia Mundial do Rock conheça a embalagem reutilizável para cerveja que é tão revolucionária quanto o estilo musical.

Muito mais do que música, o rock’n’roll é um estilo de vida. Ele é tão popular dentre os brasileiros que ganhou uma data exclusiva no calendário. Desde a década de 90, no dia 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock, como uma homenagem ao festival Live Aid (1985), que reuniu grandes nomes da música em um mega show com transmissão mundial para combater a fome na Etiópia. A ideia de eternizar a data foi do cantor e baterista Phil Colins, mas, fora do Brasil, ninguém levou a sério. Por aqui, porém, duas rádios paulistas entraram na brincadeira e consagraram a data.

O rock’n’roll e a cerveja são duas paixões, que nasceram em tempos diferentes, mas desde quando se uniram tornaram-se um hábito social. Tudo indica que a bebida surgiu aproximadamente em 6.000 AC, na Suméria, e teria sido um “acidente de percurso” dos povos mesopotâmicos. Já o rock, é um senhor com mais de 60 anos que traz em sua bagagem grandes nomes que fazem sucesso independentemente da geração. Dizem que desde a década de 50 a bebida já fazia aparecia nos bastidores.

Assim como a cerveja, o estilo musical se diversificou e hoje conta com um público apaixonado por cada uma de suas variedades. Atualmente o mercado cervejeiro conta com um acessório tão revolucionário quanto o rock’n’roll, o growler. A embalagem retornável de vidro ou inox dá a liberdade de consumir sua craft beer favorita onde, quando e com quem desejar. Qualquer lugar pode se tornar o palco de um grande show de aromas e sabores!

A My Growler foi a pioneira nessa inovação no Brasil. Com seus conhecimentos cervejeiros, a empresa aponta 5 motivos para que a cerveja seja a bebida mais rock’n’roll:

1. A cerveja é produzida com quatro elementos básicos: malte, água, lúpulo e fermento. Por coincidência, uma banda de rock também: voz, guitarra, baixo e bateria;

2.Tanto a bebida quanto a banda precisam de técnica apurada, acabamento de primeira e muito treino para conquistar o mercado;

3. Se a ideia é ter um hobbie, o estilo musical e a produção da cerveja também se encaixam. Ambos podem ser menos elaborados, com conhecimentos básicos e feitos em casa com os amigos;

4.Uma boa melodia precisa de, pelo menos, três acordes e atitude. Assim como a fabricação de um bom produto que tem três cuidados básicos: brasagem, fermentação e maturação;

5 . O rock’n’roll surgiu em 1950 nos Estados Unidos, diante do terrível cenário pós-guerra, com objetivo de mudar a situação com apelo comportamental. Assim como o growler, que chegou no Brasil para revolucionar o consumo e venda do chope a granel. Ambos propõe uma qualidade de vida melhor para o seu consumidor.

Por saber que o estilo musical carrega um público fiel e cervejeiro, a My Growler elaborou uma coleção exclusiva para eles, a Rock’n’Growler. “O Dia Mundial do Rock já é um pretexto de festa. As pessoas vestem sua camisa de banda preferida, encontram os amigos e normalmente vão para os bares. Com o growler em seus diferentes tamanhos, a sessão musical pode ser feita em casa e com seus estilos de cerveja favoritos, basta recarregar a embalagem em uma growler station. Se preferirem, procurem os pontos que oferecerão valores promocionais para as enchimento e o melhor do rock’n’roll. O importante é comemorar!”, sugere Rodrigo Fernandes, CEO da My Growler.

Fonte: A Comunica 

Davi Cartaxo : Divulga vídeo da música “Eu Vou Estar Aqui” com participação da cantora Ariane Villa Lobos


Destaque como nova voz do pop contemporâneo, o cantor Davi Cartaxo divulgou nas redes sociais o vídeo da música “Eu Vou Estar Aqui”, composição do EP "Tempo Para Recomeçar". A canção contou com a participação da cantora Ariane Villa Lobos e traz uma mensagem de apoio a pessoas que passam por momentos difíceis. A gravação aconteceu em um show feito pelo artista no Espaço Companhia da Revista, em São Paulo, onde Davi apresentou um setlist embalado por sucessos autorais, como “Falta Ar” e “Positividade”. O novo hit será lançado em breve no canal oficial do cantor no Youtube, mas pode ser conferido no perfil oficial do cantor no Instagram, através do link: https://www.instagram.com/p/BzhCZWCnHeI/.

Sobre : Davi Cartaxo

Uma das novas vozes da música pop contemporânea brasileira, Davi Cartaxo se destaca pela sua sonoridade e composições. Aos 26 anos de idade, o jovem músico cearense já traz na bagagem técnica aguçada e influência direta de nomes como os americanos John Mayer e Jack Johnson e o australiano Vance Joy, além de referências nacionais como Lenini, Skank e Nando Reis. Transitando entre o folk e o pop, Davi já uma aposta certeira de sua geração.

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Fonte: Capuchino Press

Broken & Boned : Aumenta a dose de death metal em próximo single





O debut ‘Hypocrisy Hymns’ lançado em 2018 pela Broken & Boned foi responsável pelo acesso da banda ao cenário nacional. Figurado em listas de melhores do ano, o álbum foi concebido por doses cavalares de peso e alternância de pegada, de onde se extrairam técnicas de groove, que complementam a sonoridade death metal do quinteto de Marabá/PA.

Explorando mais caminhos, Rômulo Portela (vocal), Carlos Nava e Marcelo Marshall (guitarras), Lúcio de Paula (baixo) e André Cecim (bateria) decidem trabalhar em um novo single, que somará à identidade do grupo. A música se chama ‘Fútil’ e já foi noticiada pela imprensa especializada, confira no linkhttp://braunamusicpress.com/broken-boned-prepara-novo-single.html.

A melodia que é uma das formas de expressão da Broken & Boned foi introduzida no primeiro álbum coerentemente, de forma que o equilíbrio entre peso e velocidade se mantivesse impecável. 'Fútil', que nasceu durante a composição do CD ficou de fora por não atender a este equilíbrio, pois a música possuía uma estrutura melódica muito maior que as demais.

Recentemente, o grupo resolveu desengavetar a música e fazer retrabalhos para inseri-la mais profundamente em sua proposta. “Não pudemos aproveitar essa música no ‘Hypocrisy Hymns’, mas tivemos ideia de a usarmos como single, só que agora estamos fazendo alguns retrabalhos em estúdio para podermos lançá-la”, disse Rômulo à Brauna Music Press.

A canção que nunca foi tocada, pelo menos ao vivo, em sua nova versão, já foi gravada e está sendo tratada no Legacy Studio, em Belém/PA. Terminada a produção, ela será lançada em todas as plataformas digitais no decorrer deste segundo semestre.

Confira o Lyric Vídeo de ‘A Fable’:


Conheça o show “explosivo” do Barril De Pólvora


No dia 20 de junho o Barril De Pólvora estremeceu as estruturas do “Camping Rock 2019”, em Araçaí/MG, com sua performance interativa e cheia de energia. O vídeo que você confere a seguir é uma amostra do que a banda faz em palco.




Antes de o quarteto dar início às gravações do álbum que sucederá ao debut ‘Barril de Pólvora’ (2018), Flávio Drager (vocal), Emerson Martins (guitarra), Saulo Santos (baixo) e Alexis Bomfim (bateria) querem visitar sua cidade para promoverem mais um espetáculo completo de blues, rock e metal.

Para contratar o show do Barril mande e-mail para contato@braunamusicpress.com ou pelo Whatsapp +55.85.99690-7536.

Confira a capa e relação de músicas do álbum ‘Barril de Pólvora’, escolhido por muitos veículos de imprensa como um dos melhores álbuns de rock/metal de 2018:

1- O Som do Trova~o;

2- Muito Papel pra Pouca Soluc?a~o;

3- Ine?rcia;

4- Tocando no Inferno;

5- Loucuras, Sonhos e Deli?rios;

6- Blues da Saudade;

7- Barril de Po?lvora;

8- Tempestade. (instrumental)

Para ouvir o álbum ‘Barril de Pólvora’ pelo streaming, acesse

Spotfy

https://open.spotify.com/album/153TGGi1OF1H6UpbIq0Apr

Deezer

https://www.deezer.com/en/album/60220382

E em mais dezenas de plataformas digitais.

Site oficial

www.barrildepolvora.com

Redes sociais

www.facebook.com/bandabarrildepolvora

www.instagram.com/barrildepolvora

https://www.youtube.com/channel/UCmv0bIRNfxo2IyEWywfTsVw/videos

Assessoria Brauna Music Press

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Fonte:Brauna Music Press

Garage Sounds : Começa no Rio de Janeiro com 16 bandas




Edição que inaugura o festival itinerante em 2019 terá Krisiun, Molho Negro, Surra, Zander, Hateen, entre outros nomes de peso do rock nacional

O primeiro de 11 edições deste ano do Garage Sounds acontece já nesta sexta-feira (12/7), no Rio de Janeiro, na moderna estrutura do Hub Rio (avenida Prof. Pereira Reis, 54). Serão 16 bandas, divididas em dois palcos, que começam a se apresentar às 19h (Palco A) e às 19h30 (Palco B). Além disso, haverá foodtrucks, estúdio adaptado para flesh tattoos, venda de merch oficial e a presença da cervejaria artesanal local, a nacionalmente conhecida Hocus Pocus.

O line up é diversificado, vai do rock alternativo ao death metal, passando pelo hardcore, punk, emo, thrash e até psicodélico, entre bandas consagradas, com fama internacional, até nomes da cena carioca que estão em evidência e conquistando cada dia mais espaço e público. Os ingressos estão à venda no site oficial do evento: www.garagesounds.com.br.

Entre os headliners estão Krisiun, a banda brasileira de metal mais bem-sucedida da atualidade, com uma sólida carreira no exterior e álbuns que levam o peso e velocidade ao limite. Também em destaque no evento está o Glória, que canta em português em cima de uma sonoridade densa, entre o metal e o hardcore, mas sempre com muita melodia. Os paulistas do Surra, então, mandam aquele famigerado e sempre empolgante crossover e não à toa é banda requisitada em festivais pelo Brasil.

Menos raivoso é o Hateen, nome bastante conhecido da cena hardcore melódico/emo, com quase 25 anos de estrada, assim como o Zander, que apesar de apenas uma década de atividades, já tem status de banda cult do rock alternativo e foi no Rio que, em 2010, fez uma show histórico, abrindo para o Green Day.

Outra banda da nova safra no Garage Sounds Rio é o Molho Negro e seu rock visceral, direto do Pará, no melhor momento da carreira. Já tocam no Lollapalooza Brasil e foram a banda de abertura da turnê do The Oh Sees pelo país, em 2017. Esteban, que ficou famoso pelos seis anos como baixista do Fresno (2006-2012), dá ainda mais peso ao line up.

O Garage Sounds, como festival de fomento da cena autoral local, terá no palco diversas bandas cariocas. Tem o rock psicodélico e alucinado do Psilocibina, o rock contemporâneo e pontual do Malvina, que vem de uma mesma cena inspirada e que ressalta a verve de protesto como o Nove Zero Nove, Pavio, Ladrão e New Day Rising. O peso do metal volta com o thrash cheio de brasilidades do Tamuya Thrash Tribe e com o death/black ímpar do Enterro. A revolução também está presente na música do Join the Dance, a única que conta com uma mulher nos vocais, e seu hardcore, ora alternativo, ora metal e até com espaço pro emo.

Plural que é, o Garage Sounds também terá espaço gastronômico com os foodtrucks Orange Burger, Carango Foodtruck e Pub Vegano. Em um outro canto, as tradicionais banquinhas de discos dão as caras com a Abraxas Records, Electric Funeral Records e Obscur Records, selos locais que trabalham com bandas de todo o Brasil e de diversos segmentos do rock. Ainda tem lugar para o Mega Wartz Tattoo montar um estúdio adaptado para seu Flash Tattoo.

A cervejaria artesanal carioca Hocus Pocus também marcará presenta no Garage Sounds Rio. Uma das marcas brasileiras mais conceituadas deste universo, a cervejaria leva ao evento, por exemplo, a Orange Sunshine, uma American Blonde Ale com adição de laranja em que a refrescância cítrica dos lúpulos e da fruta se equilibram para que cada gota só transmita sentimentos bons.

Garage Sounds - O festival Garage Sounds acontece desde 2017 e vem expandindo gradativamente desde então. O evento itinerante, que tem a intensão de reforçar a cena rock brasileira, é encabeçado por grandes nomes do rock e além de oferecer oportunidade para bandas locais de cada cidade por onde passa. Os palcos do Garage Sounds já receberam mais de 100 bandas e, em 2019, o festival passará por 11 cidades: Curitiba, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Aracaju, Maceió, Recife, Natal, Fortaleza, Manaus e Belém, além de uma edição especial em Amsterdã, na Holanda.

Serviço :

Garage Sounds Rio de Janeiro
Evento: https://www.facebook.com/events/616967735485837/
Data: 12 de julho de 2019
Horário: a partir das 19 horas
Local: Hub Rio
Endereço: Avenida Professor Pereira Reis, 50, Santo Cristo (RJ/RJ)
Ingresso: https://www.garagesounds.com.br/ingressos (pague em até 12 vezes)
Meia (Lote Promocional) : R$ 52,50 (+ R$ 5,25 taxa)
Meia Social (Lote Promocional) : R$ 52,50 (+ R$ 5,25 taxa)
Inteira (Lote Promocional) : R$ 105,00 (+ R$ 10,50 taxa)
Realização: Garage Sounds
Produção: Electric Funeral Records e Collapse Agency

Fonte:Tedesco Comunicação & Mídia